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sábado, 12 de janeiro de 2013

Lésbica manda matar homem

A Polícia Civil da Paraíba prendeu quatro pessoas acusadas de participar do assassinato do modelo Dalmi Barbosa Filho, 24 anos. O crime aconteceu no dia 22 deDezembro do ano passado, na cidade de Santa Rita. 

O crime foi planeado por Ana Paula Carvalho, conhecida por Paulinha, era apaixonada por Raquel Teófilo, noiva do modelo. Os acusados foram presos numa residência da capital. A arma usada no crime também foi apreendida.

O plano

A polícia esclareceu que Ana Paula Carvalho, conhecida por Paulinha, era apaixonada por Raquel Teófilo, noiva do modelo. Ela, inclusive, presenteou a jovem com um Iphone.

Ana Paula era amiga do casal, mas a relação mudou quando Dalmi começou a namorar com Raquel. A partir daí começaram os desentendimentos. Certa vez, Ana Paula foi até a casa da noiva do modelo a fim de procurar o seu gato que teria fugido. Raquel estranhou e registrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência no dia 29 de Agosto relatando a invasão de Ana Paula ao apartamento.

Visivelmente abalada com o romance de Dalmi e Raquel, Ana Paula Carvalho procurou Mateus Alves da Silva que devia R$ 400 reais e disse que se ele matasse Dalmi, ela perdoaria a dívida. Ele então procurou Júlio Cézar Xavier do Nascimento, conhecido por Adauto, que actuava como traficante de drogas em Mangabeira. Mateus deu a Júlio César a quantia de R$ 100 para assassinar o modelo.

A arma usada foi emprestada por André Pedro da Silva. No dia do crime, Ana Paula marcou consulta ao dentista e avisou aos familiares. No entanto ela estava em Santa Rita articulando o crime.

A execução

Ana Paula foi buscar Júlio Cesar e Mateus e se dirigiram até Santa Rita Mateus foi até a academia verificar se o modelo estava no local. Depois, Ana Paula pegou um táxi e foi para o dentista, enquanto Júlio César e Mateus ficaram para executar a vítima.

Eles abordaram o jovem quando ele saía da academia, na rua José Vitelino da Rocha, e o mataram. Na fuga, levaram o celular, para caracterizar como latrocínio, roubo seguido de morte.

Feito isso, a dupla foi até o bairro de Mangabeira devolver o veículo a Ana Paula.

Segundo a polícia, antes de cometer o homicídio os acusados já tinham tentando por duas vezes, sem êxito, por que não encontraram a vítima.



sábado, 1 de dezembro de 2012

Totalmente "inesperado"



As palavras "noivo" e "noiva" - para além das palavras "marido" e "esposa" - estão em vias de se tornarem palavras arcaicas visto que o Estado de Washington (EUA) se prepara para remover os termos dos documentos matrimoniais e dos documentos de divórcio.

Tim Church, porta-voz Health Department de Washington, disse à Fox News que provavelmente iriam remover essas palavras em favor de termos genéricamente neutros. Ele disse ainda que a mudança é necessária como forma de responder à lei da "casamento" homossexual que entra em efeito no dia 6 de Dezembro.
Temos agido rapidamente, e em antecipação, como forma de alterar o nosso certificado de casamento  de modo a que o mesmo se ajuste a qualquer pessoa que o vá usar.
As palavras "noivo" e "noiva" podem vir a ser trocadas por "cônjuge A" e "cônjuge B", ou "Pessoa A" e "Pessoa B", afirmou Church.

(...)

Peter Sprigg, da "Family Research Council", disse que não é surpreendente o facto da terminologia do casamento natural estar em vias de ser censurada no estado de Washington
É um tipo de indicador simbólico do quão radical é a legalização do "casamento" homossexual. Simbolicamente, eles estão a colocar de lado todo o conceito de noivo e noiva, marido e mulher - pelo menos aos olhos da lei.
Sprigg sugeriu que os casais [1 homem + 1 mulher] desafiassem os novos termos simplesmente riscando a nova linguagem e acrescentando a antiga.
Pergunto-me se o estado aceitaria isso. . . . . Se não, então isso sugere que este movimento tem como propósito ser ainda mais totalitário.
"Não me digas!"


* * * * * * *
Oiçamos agora as pessoas que religiosamente afirmaram que a aprovação "casamento" homossexual "não afectará o resto da sociedade":



Incontactáveis, como sempre.

Perguntas inocentes: uma vez que em termos legais vão deixar de existir os termos "marido" e "mulher", em caso de divórcio, os filhos ficam com quem, se legalmente não há nem marido nem mulher, nem pai nem mãe? Pior ainda, em caso de pensão alimentícia, quem paga a quem?

Aparentemente o "casamento" homossexual vai ser uma boa forma dos homens se esquivarem a pagar seja ao que for à "Pessoa B" (ou será "A" ?








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