Mostrar mensagens com a etiqueta Sociedade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sociedade. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Como o pseudo-casamento homoerótico mudou o Canadá

Por Diane Robertson

Em 2005, o Canadá sorrateiramente legalizou o "casamento" homossexual. Ao contrário dos Estados Unidos, não houve batalhas legais e, basicamente, polémica alguma em relação a isso; apenas aconteceu. E desde então, não ouvimos alguém dizer que o "casamento" homossexual havia mudado alguma coisa no Canada.

Até agora.

A cidadã Canadiana e filha dum homem homossexual, Dawn Stefanowicz deu início a uma discussão não só sobre a sua vida como criança dum homem homossexual, mas também do que o "casamento" homossexual tem feito ao Canadá. Estas são as 3 formas através das quais o "casamento" homossexual tem mudado a sociedade Canadiana:

1. Paternidade.

As leis relativas à paternidade e às leis paternas mudaram imediatamente. A lei que legalizou o "casamento" homossexual ("Bill C-38") incluía uma provisão para redefinir a paternidade de "pais naturais" para "pais legais". As crianças já não têm o direito legal aos pais biológicos, e os pais biológicos jã não têm o direito legal aos seus filhos.

Para além disso, o "casamento" homossexual infringiu direitos paternais de todos os pais. A Human Rights Commission começou a regular a habilidade paterna de ensinar às crianças as sus crenças, as suas opiniões, e a sua fé, se por acaso as crenças dos pais fossem diferentes das crenças que a escola ensina e promove. Stefanowicz explica:

Se por acaso vocês ensinam aos vossos filhos que os relacionamentos homoeróticos estão errados, e que todas as crianças merece um pai e uma mãe, e que o único sexo que é permitido é o que ocorre dentro do casamento entre um homem e a sua esposa, vocês podem correr o risco de ver a polícia a vir-vos fazer perguntas em relação às crenças, especialmente se os vossos filhos as discutem dentro das salas de aulas.

Consequentemente, os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais e em questões de valores e ensinamentos relativos à família, à paternidade, e à educação sexual nas escolas.

2. Liberdade de Expressão

O discurso de ódio passou a ser um crime em 2004, e ele pode ser definido como qualquer pessoa que discorde com o comportamento sexual. Embora a secção focada no discurso de ódio que se encontrava na lei tenha sido repelida em 2014, a maior parte das províncias têm leis de discurso de ódio adicionais que têm o mesmo efeito. Antes da revogação, a Human Rights Commissions do Canadá tinha uma taxa de condenação na ordem dos 100%. Se por acaso alguém fosse acusado de "discurso de ódio" por outra pessoa, a primeira teria que pagar milhares de dólares em custos legais.

A Human Rights Commission [ed: isto é, o governo] ainda tem o poder de entrar dentro das residências particulares e retirar qualquer coisa pertinente a uma investigação envolvendo o discurso. De modo efectivo, isto anulou a habilidade dos Canadianos falar e escrever livremente, incluindo na internet. A Canadian Radio-television e a  Telecommunications Commission censurou todos os média. As licenças de emissão podem ser anuladas se as estações televisivas ou radiofónicas  emitirem algo que pode ser considerado anti-lgbt

3. Liberdade Religiosa

Donos de empresas, quer sejam empresas grandes ou pequenas, domésticas ou na posse de famílias, não têm a liberdade de negar prestar serviços que violam as suas convicções religiosas, se esses serviços forem pedidos por membros do grupos lgbt. Não houve nenhuma batalha a envolver bolos para cerimónias homossexuais; isso é puramente ilegal.

De facto, aquilo que é pregado nas igrejas pode ser levado para junto da Human Rights Commission. Mais uma vez, Stefanowicz explica:

A liberdade de associação e liberdade de expressão em relação a tópicos centrados no casamento homem-mulher, na família e na sexualidade encontra-se restritos. Os activistas muitas vezes tomam parte de cultos e serviços religiosos, prestando atenção a qualquer coisa que eles consideram discriminador contra os lgbt, para depois reportarem à Human Rights Commission. A maior parte dos líderes comunitários passou a ser politicamente correcta como forma de evitar multas e perda do estatuto de instituição de caridade

Já se passaram dez anos desde que o "casamento" passou a ser legal no Canadá. Desde então, leis que garantiam a liberdade de expressão, liberdade de imprensa, e liberdade religiosa, foram essencialmente revogadas em favor da protecção dos sentimentos duma pequena minoria da população Canadiana. Os direitos dos pais e das crianças foram lançados fora.

Conclusão: A mudança das leis em torno do casamento afecta toda a nação. Nenhuma nação pode redefinir a família, a unidade básica da sociedade, sem que ocorram consequências que afectam todos.

- http://goo.gl/HjYjQo

* * * * * * *

Como sempre acontece, os conservadores ainda não se aperceberam que a agenda lgbt é uma fachada que o governo usa para aumentar os seus (do governo) poder. A elite esquerdista que controla o Canadá não colocou em práctica as leis pró-lgbt para proteger os homossexuais mas sim para atacar os Cristãos. Pensem assim: será que os mesmos activistas que entram nas igrejas e escutam as pregações que lá ocorrem fazem o mesmo dentro das mesquitas do Canadá? A resposta é óbvia.

Como já foi dito, a guerra não é lgbt vs Cristãos, nem homossexuais vs Cristãos, mas sim governo vs Cristãos. O texto diz que "os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais" e esse é o foco da questão; o governo que ensinar uma nova moralidade à sociedade mas isso não pode acontecer enquanto existirem pessoas que pregam a moralidade Bíblica. Mas como o governo não pode declarar uma guerra aberta aos Cristãos (como o fizeram os Comunistas e a Nacional Socialista), o que ele faz é usar a agenda homossexual como arma bélica.

Aquilo que as pessoas vêem é um governo a "defender" os homossexuais mas o que as pessoas têm que ver é um governo a aumentar o seu poder e a usar esse poder para silenciar as pessoas que não concordam com a sua agenda cultural e moral. Por enquanto, os governos ocidentais estão ocupados a atacar os Cristãos, mas mal a oposição Cristã esteja vencida, eles vão-se virar para outros "inimigos" (tal como Estaline começou a atacar os membros do seu próprio partido mal viu o seu poder consolidado).

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Como o pseudo-casamento homossexual afecta negativamente toda a sociedade

I. Redefine a Pessoalidade

O "casamento" homossexual (tal como avançando pelo movimento lgbt) tornou-se numa ponte para que se deixe que pessoas com uma multitude de "identidades" não-biológicas vejam essa condição reconhecida e legalmente legitimada em todos os níveis da sociedade, e, de modo importante, dentro da instituição do casamento.

Logo, uma vez que a pessoalidade já não tem a biologia como o seu cerne fundamental, então o que significa ser uma pessoa muda de algo cimentado e concreto e imutável como a biologia, para algo subjectivo, mutável e com uma base instável nos sentimentos e na forma de pensar: http://wapo.st/1DBI4At , http://bit.ly/1IXSrP3

=====


II. Redefine a Paternidade (Corta a ligação e entre a Biologia e a Paternidade)


* a) Neutraliza toda a terminologia que existe na lei familiar que é um reflexo das distinções paternais biológicas: http://bit.ly/1DXi6tl

* b) Cria múltiplos pais, equivalentes perante a lei: http://bit.ly/1JE7LkL , http://bit.ly/1JE7LkL , http://bit.ly/1anA4XV , http://bit.ly/1ar9f5l

* c) Muda a presunção de paternidade para a presunção genericamente neutra de paternidade, e/ou deixa uma parente lésbica não-biológica assumir a presunção de paternidad:  http://wapo.st/1GGMokr , http://bit.ly/1GGMybC

* d) Cria e abre a porta a novas categorias de "pas" visto que a biologia é ainda mais separada da paternidade - parente de facto, parente psicológico, parente intencional, mãe-biológica, parente gestacional: http://bit.ly/1DDU70d , http://bit.ly/1H3jiu7

* e) Promove ainda mais a remoção do nome dum parente biológico do certificado de nascimento da criança, substituindo-o com o nome do "parente" não-biológico gay/lésbico/trans: http://usat.ly/1aOrQc6 , http://bit.ly/1aOrX7x

=======


III. Redefine o Casamento


* a) Muda o foco [do casamento] das crianças para o amor entre duas pessoas: http://herit.ag/1HnWlCg

* b) Altera a lei familiar em torno do casamento para se ajustas as normas lgbtq, que por sua vez faz com que a lei familiar fique desajustada em relação às famílias heterossexuais (o modelo único não funciona) e, em última análise, prejudica as crianças: http://bit.ly/1DZ8bDD , http://bit.ly/1CF3H , http://bit.ly/1DXi6tl

=====


IV. Perturna a Ordem Social Sexual


* a) O advento dos Direitos dos Trans e dos Direitos dos Não-Genericamente Binários deformou a sociedade de modo a deixar que os indivíduos que são do  sexo oposto àquele do qual se identificam, obtenham o "direito" de serem incluídos em:

1. Instalações do Sexo Oposto: http://bit.ly/1ari13k , http://bit.ly/1PHKYc0 , 

2. Estatísticas de Saúde do sexo do oposto: http://bit.ly/1CF6dCh

3. Equipas atléticas do sexo oposto: http://bit.ly/1yqO3bk

4. Abrigos para o sexo oposto: http://bit.ly/1FFqngh

5. Grupos Só-Para-Mulheres ou Só-Para-Homens (grupos de apoio, festivais, reuniões, encontros): http://bit.ly/1CF83mE


7. Situações onde se louvam homens que imitam mulheres: http://ti.me/1IIqQ7K

=====


V. Promove e Reforça métodos abusivos de obter crianças


* a) Barrigas de aluguer: http://bit.ly/1JGZKvl , http://bit.ly/1DE54yH

* b) Doação de Esperma / Fertilização in Vitro:  http://bit.ly/1FQzLjM

* c) Adopção (quando há melhores alternativas para a mãe da criança): http://bit.ly/1DeHHKH

=====


VI. Promove crianças que se identificam como "transgéneras"


O "casamento" homossexual abriu todas as questões em torno dos lgbtq e causou a que elas viessem para a linha da frente da sociedade como forma de receberem legitimidade e serem promovidas; o transgenerismo de crianças é um bom exemplo disso mesmo: http://bit.ly/1OalL6t , http://bit.ly/1GH1arf , 


terça-feira, 24 de junho de 2014

De que forma é que o "casamento" homossexual afecta toda a sociedade?

Na sua tentativa de avançar com o pseudo-casamento homoerótico, os defensores do homossexualismo perguntam de que forma é que tais "casamentos" irão afectar de forma pessoal a vida daqueles que não concordam com ele. Esta pergunta é relevante, e acredito a resposta a ela tem analisar duas áreas.

Preocupações Filosóficas

De que forma é que um assassinato que ocorre num outro estado, num estacionamento para trailers e entre duas pessoas que não conhecemos e que não conhecem ninguém que nós conhecemos, nos irá afectar pessoalmente? Não irá; mas só porque não nos irá afectar pessoalmente não quer dizer que podemos ignorar as questões morais associadas ao assassinato e não condenar esse acto. O assassinato é moralmente errado, e quando uma lei moral é violada, nós somos de uma maneira ou outra afectados; e nós sabemos que se tais actos aumentarem, a sociedade será afectada, independentemente do lugar onde nos encontremos.

Não estou de maneira nenhuma a comparar o "casamento" homoerótico com o assassinato (e a colocá-los ao mesmo nível moral) mas sim a alterar por alguns momentos o foco da questão para algo que nós todos sabemos ser moralmente condenável como forma de demonstrar que, mesmo que algures pelo mundo ocorra uma acção que não nos afecta directamente (por exemplo, o assassinato), nós devemos condená-la visto estar errada. O assassinato é uma preocupação moral, e tal como o "casamento" homoerótico, nós temos que nos preocupar com as suas implicações morais, quer nós sejamos pessoalmente afectados ou não no momento.

No entanto, algumas pessoas podem afirmar que o "casamento" homoerótico não é uma questão moral mas sim uma questão centrada nos direitos civis. Embora alguns defensores do "casamento" homoerótico agitem a bandeira dos "direitos civis" como forma de apoiar a sua causa - o que eu acho impróprio - os pseudo-casamentos homossexuais estão estão rodeados de questões morais: fidelidade, promessas, amor, apoio, compromisso, sexo, etc.

Para além disso, os direitos civis baseiam-se em direitos morais: está moralmente errado prevenir alguém de ter um emprego, comer num restaurante, ou usar casas de banho públicas devido à cor da sua pele. De igual modo, a união entre duas pessoas numa cerimónia pública onde é reconhecido pelo resto da sociedade o compromisso emocional, sexual e de fidelidade entre elas é também uma questão moral. Se discordas, então tens que demonstrar como é que tal compromisso público não é uma questão moral.

Quando olhamos outra vez para a questão, podemos ver de modo implícito um padrão moral, nomeadamente, que a moralidade é determinada pela forma como as pessoas são pessoalmente afectadas. Mas uma coisa não está certa ou errada apenas e só devido ao efeito que uma acção pode ter sobre uma pessoa. Algo está certo ou errado porque existe uma natureza inerente das verdades morais. Por exemplo, está errado assassinar.

Está errado torturar bebés como forma de obter prazer sádico. Está errado dividir a sociedade com base na cor da pele. Está errado prometer fidelidade, compromisso e amor ao nosso "parceiro" de casamento, e mais tarde violar esse compromisso. Está errado odiar alguém sem motivo. Está errado desejar a morte de alguém apenas e só porque não se gosta da cor da sua pele.

Se a moralidade fosse determinada pela forma como as pessoas são afectadas, então a moralidade seria algo baseado nos efeitos, nas circunstâncias e nos gostos pessoas - mas só quando eles fossem expressos e não quando são só sentidos. Mas isto é problemático porque se eu acredito que o "casamento" homoerótico está errado, será que ele está errado simplesmente porque eu assim acredito? Será que estou moralmente certo? Ou será que não há valor moral algum nessa crença? Se por acaso defendes que não há valor moral na mera crença, então odiar alguém com base na cor da pele ou "orientação sexual" não está errado, pois não?

Vês agora como a moralidade baseado "apenas" na forma como alguém é afectado está cheia de problemas? Esta posição ignora os motivos e diz que os motivos malignos não estão errados até que alguém opera com base neles.

Se por acaso negas que existem verdades morais intrínsecas, então não há nada de errado com o ódio, a raiva, a luxuria, a cobiça, o preconceito, etc., desde que estes  sentimentos não sejam expressos. Mais uma vez, se não existem valores morais intrínsecos, então por favor encontrem uma excepção para a frase que diz que está sempre errado torturar bebés por prazer. Se não és capaz, será que não estás a admitir que os absolutos morais existem - em relação aos quais nós todos temos que responder visto que isso implica um Doador da Verdade? Mas estou a divagar.

O "casamento" homoerótico centra-se em duas coisas: amor e sexo. Certamente que os homossexuais alegam ter amor uns pelos outros, mas eles também têm relações "sexuais" uns com os outros. Na minha opinião, este segundo ponto é a força motora por trás da sua redefinição do casamento. Pensem nisto: homosSEXualismo. Sim, sabemos que é apenas uma palavra, mas isto leva-nos às preocupações prácticas visto estas estarem relacionadas com o sexo - exactamente aquilo que a comunidade homoerótica tirou do armário/dos quartos, e trouxe para o esfera pública.

Preocupações Prácticas

Se uma dupla homoerótica se "casa" do outro lado do mundo, isso não me afecta - mas isso não quer dizer que não seja uma questão moral. No entanto, se uma dupla homoerótica legalmente se "casa" no país onde vivo, isso afecta-me. Primeiro, este artigo é o resultado de questões levantadas por dois apoiantes do "casamento" homoerótico. Fui afectado, e como resultado, estou a escrever este artigo.

Segundo, a redefinição do casamento para fora do promissório vinculo público de um homem com uma mulher afecta a sociedade como um todo visto que ela fundamenta-se na unidade familiar onde o casamento é o contracto legal de fidelidade e compromisso através do qual crianças são trazidas ao mundo.

Terceiro, ao redefinirem o casamento para além de um homem e uma mulher, e onde onde a relação sexual normal pode ocorrer, o absoluto do relacionamento marital  homem-mulher é destruído e a permissividade sexual é encorajada. Isto abre a porta a mais redefinições das relações familiares e sexuais. Tomemos como exemplo o simpósio de 2011 com o nome "Living in Truth and Dignity", que decorreu em Baltimore, Maryland do dia 17 de Agosto. Nele, a pedofilia foi redefinida como "pessoas atraídas a menores", e o simpósio buscou formas de levantar preocupações em torno da forma como o DSM 1 considera isso uma desordem mental.

No decorrer do simpósio, uma das palestras tinha o título de "Descriminalizando os Conceitos da Desordem Mental - A Pedofilia como Exemplo" ["Decriminalizing Mental Disorder Concepts--Pedophilia as an Example.], e ela foi apresentada por John Z. Sadler, M.D., Professor de ética médica e psiquiatria (UT Southwestern Medical Ctr., Dallas, TX) 2

Será que isto é um precursor de mais "reconsiderações" sexuais num mundo em mudança onde a permissividade sexual na forma do comportamento homossexual busca agora aceitação através da redefinição do casamento, de modo a que se possa esconder dentro das suas paredes sagradas e obter aceitação social? Convém perguntar se tal simpósio teria obtido algum embalo se a fidelidade do casamento tradicional tivesse permanecido intacta e com ela a santidade da sexualidade que o casamento providencia. Não vejo como. Com a redefinição dos papéis sexuais e dos parceiros matrimoniais, o dique que suporta o dilúvio da imoralidade está a rachar.

Quando a porta de redefinição do casamento é aberta, uma série de obscenidades imorais sexuais podem entrar. Quando e como é que voltamos a fechar a porta outra vez? Será depois da pedofilia ser aceite pela sociedade? E o que dizer da poligamia, da poliandria e dos poliamorosos? Sem uma declaração concreta de que o casamento é entre um homem e uma mulher, com a união sexual biologicamente construída que está protegida dentro do casamento, então vale qualquer coisa - pedofilia, bestialismo, necrofilia, identidade de género, e muito mais. Filosoficamente, isto pode levar a profundas ramificações morais na sociedade; e quando a moralidade muda, a sociedade muda e todos são afectados.

Tal como a história frequentemente demonstrou, quando a moralidade duma sociedade entra em declínio, os malignos prosperam e estes rapidamente voltam a sua atenção para os moralmente conservadores, perseguindo-os ferozmente. Isto já está a acontecer aqui nos Estados Unidos onde as pessoas que se atrevem a dar uma opinião contrária à posição politicamente correcta em torno do pseudo-casamento homoerótico são despedidas, ridicularizadas, e/ou qualificadas de "intolerantes". Isto faz com que outras pessoas, eu incluindo, fiquem cautelosas em torno do que dizem, não se dê o caso dos Camisolas Castanhas 3 da agenda homossexual nos denunciem e nós sejamos punidos apenas e só afirmamos que o "casamento" homoerótico está errado. E nem pensem que isto não acontecerá porque já está a acontecer.
  • 1. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders of the American Psychiatric Association
  • 2. http://b4uact.org/science/symp/2011/program.htm
  • 3.Os Camisolas Castanhas eram os informadores do partido Nazi Alemão que usavam violência para silenciar todos aqueles que se opusessem a Hitler.
.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Totalmente "inesperado"



As palavras "noivo" e "noiva" - para além das palavras "marido" e "esposa" - estão em vias de se tornarem palavras arcaicas visto que o Estado de Washington (EUA) se prepara para remover os termos dos documentos matrimoniais e dos documentos de divórcio.

Tim Church, porta-voz Health Department de Washington, disse à Fox News que provavelmente iriam remover essas palavras em favor de termos genéricamente neutros. Ele disse ainda que a mudança é necessária como forma de responder à lei da "casamento" homossexual que entra em efeito no dia 6 de Dezembro.
Temos agido rapidamente, e em antecipação, como forma de alterar o nosso certificado de casamento  de modo a que o mesmo se ajuste a qualquer pessoa que o vá usar.
As palavras "noivo" e "noiva" podem vir a ser trocadas por "cônjuge A" e "cônjuge B", ou "Pessoa A" e "Pessoa B", afirmou Church.

(...)

Peter Sprigg, da "Family Research Council", disse que não é surpreendente o facto da terminologia do casamento natural estar em vias de ser censurada no estado de Washington
É um tipo de indicador simbólico do quão radical é a legalização do "casamento" homossexual. Simbolicamente, eles estão a colocar de lado todo o conceito de noivo e noiva, marido e mulher - pelo menos aos olhos da lei.
Sprigg sugeriu que os casais [1 homem + 1 mulher] desafiassem os novos termos simplesmente riscando a nova linguagem e acrescentando a antiga.
Pergunto-me se o estado aceitaria isso. . . . . Se não, então isso sugere que este movimento tem como propósito ser ainda mais totalitário.
"Não me digas!"


* * * * * * *
Oiçamos agora as pessoas que religiosamente afirmaram que a aprovação "casamento" homossexual "não afectará o resto da sociedade":



Incontactáveis, como sempre.

Perguntas inocentes: uma vez que em termos legais vão deixar de existir os termos "marido" e "mulher", em caso de divórcio, os filhos ficam com quem, se legalmente não há nem marido nem mulher, nem pai nem mãe? Pior ainda, em caso de pensão alimentícia, quem paga a quem?

Aparentemente o "casamento" homossexual vai ser uma boa forma dos homens se esquivarem a pagar seja ao que for à "Pessoa B" (ou será "A" ?








quinta-feira, 30 de junho de 2011

Funcionários públicos escoceses não podem usar a palavra "homossexual"

De acordo com novas directrizes orientadoras do governo escocês, os funcionários civis já não podem usar a palavra “homossexual” uma vez que a mesma é considerada "ofensiva" para os homossexuais gays. O documento declara:

Não é aceitável usar a palavra "homossexual" uma vez que, não só este termo é ofensivo para muitos, como foi no passado usado para tornar os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo ilegais.
É sugerido àqueles que trabalham em concílios, comissão de directores de centros de saúde e empresas públicas para usar a palavra "gay" no seu lugar.

No entanto, John Midgley, fundador da "Campaign Against Political Correctness" disse:

A palavra homossexual seria inofensiva para a maioria da população tal como o seria a palavra heterossexual. É ridículo afirmar que são palavras com conotação; elas apenas são palavras que descrevem uma orientação sexual.

Este tipo de tolice é totalmente contra-produtiva para as boas relações comunitárias.

O documento controverso não só alega que a palavra "heterossexual" pode causar confusão, como sugere que a palavra ‘straight’ deveria ser usada uma vez que é mais reconhecida. As novas regras irão ser aplicadas quando os funcionários estatais questionarem membros do público, clientes, pacientes àcerca da sua sexualidade.

Um porta-voz do grupo homossexual gay Stonewall disse:

Nós temos tendência a não usar a palavra "homossexual" não só porque a palavra aplica-se primariamente aos homens, como também porque é um termo médico ao mesmo tempo que é umltermo legal descrito nas directrizes orientadoras do governo escocês.
O governo escocês defende o documento afirmando que o mesmo é importante como forma de promover oportunidades iguais.

Durante o mês passado o grupo homossexual Stonewall apelou ao governo escocês para alterar a definição de casamento. Em apenas algumas horas, o novo governo começou a ser pressionado pela "Equality Network" para ser consultado em torno do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

○Fonte○


Contrariamente ao que alguns pensavam, estas são as consequências da normalização de comportamentos anormais. Isto afecta toda a sociedade, e não apenas os homossexuais.

Agora vamos ser obrigados a deixar de usar as palavras que melhor explicam um certo comportamento apenas e só porque um ou outro activista homossexual se pode sentir "ofendido".

Que outras palavras a gaystapo vai censurar por via governamental? Talvez a Palavra de Deus?

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...