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sábado, 6 de janeiro de 2018

E se um homem se sentir galinha?

Por José António Saraiva 

UMA NOITE destas, a horas improváveis – que são aquelas a que vejo televisão, para descontrair após um serão a trabalhar – vi um documentário aterrador. O pior que se pode ver antes de ir para a cama.

O documentário era sobre um transexual. Já escrevi sobre este tema, mas não resisto a voltar a ele, pois é das coisas mais aberrantes que a evolução da medicina trouxe. Refiro-me à ‘transformação’ de homens em mulheres e vice-versa. Se as intrusões na natureza são sempre duvidosas – quer se trate de mutações do milho ou de raças de cães produzidas artificialmente – as trocas de sexo por via cirúrgica são de uma inaudita brutalidade. 

ALÉM DE QUE são enganosas. São burlas. Embustes. Porque é impossível por via cirúrgica transformar um homem em mulher (ou o contrário), pela simples razão de que homens e mulheres não são apenas diferentes pelo facto de terem pénis ou vaginas: são diferentes em tudo. Os cromossomas são diferentes (os homens têm um X e um Y, enquanto as mulheres têm dois X). 

O cérebro é diferente (as mulheres têm mais conexões entre os dois hemisférios, enquanto os homens têm mais trocas de informação dentro de cada hemisfério), a circulação sanguínea é diferente (menor nas mulheres, por isso são em geral mais friorentas), etc.

NO MOMENTO em que comecei a ver o documentário, passavam no ecrã imagens de uma operação às cordas vocais. 

Como ainda não sabia qual era o tema, pensei que o paciente teria nódulos ou outra qualquer excrescência que fosse necessário extirpar. Mas não. Tratava-se de cortar as cordas vocais às tiras longitudinais para as tornar mais finas. Aí comecei a desconfiar. Cordas mais finas deviam tornar a voz mais aguda… E mais aguda para quê? Talvez para deixar de ser uma voz de homem e se parecer com a de uma mulher. Acertei!

Depois da operação, entrevistavam o fulano que se queria transformar em fulana. Numa voz estranha, deu umas respostas que tornaram óbvio estarmos perante uma pessoa débil mental. Dizia umas patetices. Mostrava-se ansioso por se tornar uma mulher. 

Mas aí eu pergunto: se em vez de lhe operarem o corpo para se parecer com uma mulher, por que não optaram por tratá-lo psicologicamente para adaptar a mente ao físico que realmente tinha? Argumentar-se-á que, desse modo, ele nunca seria completamente um homem. Mas com a operação ao corpo ele será alguma vez completamente uma mulher?

DEPOIS da cirurgia às cordas vocais, o documentário mostrava com todo o pormenor o corte dos atributos masculinos e a construção de uma vagina. 

A médica cirurgiã atuava com grande frieza e explicava o que ia fazendo. Depois de cortar o escroto para extrair os testículos, agarrava num deles com a mão, mostrava-o à câmara e dizia: «São grandes», como quem diz: o fulano era muito macho.

Depois cortou o pénis, explicando que ia aproveitar uma parte deste para fazer o clítoris. Neste ponto, não consegui ver mais e mudei de canal.

EMBORA seja um liberal convicto, entendo que estas operações deveriam ser pura e simplesmente proibidas. As pessoas que são vítimas delas tornam-se depois umas infelizes – porque não são carne nem peixe. Deixaram de ser homens mas não são mulheres – ou o contrário. 

Se a sua cabeça já era confusa, tornar-se-á muito mais confusa depois da operação. Nunca poderão ter uma vida familiar normal: não podem ter filhos e qual é o homem que se vai casar com uma mulher que já foi um homem? Só por caridade alguém condescenderá em fazê-lo.

Se todas as intrusões na natureza são perigosas, estas são criminosas – porque significam experiências limite feitas com pessoas. Criam uns entes desgraçados, uns despojos humanos que serão sempre olhados de lado pela sociedade e ostracizados.

SE UM HOMEM pensar que é uma galinha, os médicos não vão transformá-lo em galinha. Tentarão tratá-lo, levando-o a convencer-se de que é um ser humano. Por que razão, quando um homem pensa que é uma mulher, não se faz o mesmo – tratá-lo – em vez de o transformar num monstro híbrido?

Numa sociedade saudável, os médicos que fazem estas operações, usando pessoas como cobaias, seriam chamados a explicar e sustentar solidamente os seus actos. E as pessoas vítimas dessas operações deveriam ser depois acompanhadas e objecto de um estudo, para avaliar o seu estado de felicidade. 

Estou em crer que os resultados seriam devastadores.

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terça-feira, 3 de junho de 2014

Despedidos por sugerirem que quem mutila o próprio corpo pode ter problemas mentais

Dois apresentadores de rádio foram despedidos dos seus postos de trabalho depois de terem tomado parto dum segmento radiofónico de 12 minutos onde criticaram a cidade por concordar em financiar procedimentos de alteração de sexo para os seus funcionários e dependentes, e terem sugerido que os potenciais "transsexuais" são mentalmente doentes.

Beck e Kimberly, do programa “The Morning Buzz”, foram despedidos por comentários feitos um dia antes do despedimento no seu programa matinal.

Durante o curso do segmento que se focou na cobertura de saúde municipal aos auto-identificados "transgénero", a dupla atacou a decisão da cidade qualificando-a de um desperdício do dinheiro dos contribuintes, e questionando o porquê da dispendiosa operação de "mudança de sexo", e os tratamentos associados, terem que ser pagos pela cidade, mas o aumento dos seios ou as operações faciais para as mulheres não o serem também, visto que elas também podem não estar felizes com a sua aparência.

No entanto. Kimberly deu o seu apoio à provisão que confere aconselhamento psicológico aos assim chamados "transgéneros", afirmando que qualquer pessoa que queira uma operação médica de modo a que possa passar a viver como uma pessoa do sexo oposto "provavelmente é meio maluquinha".

A Entercom, companhia que é dona da estação de rádio onde corre o programa (ou corria), suspendeu a dupla mal eles saíram do ar (no próprio dia do em cima mencionado segmento radiofónico) qualificando os seus comentários de "odiosos". Kimberly expressou a sua raiva no Twitter afirmando:

A liberdade de expressão inclui a liberdade para ofender os outros. Tu não tens o direito de não ficares ofendido nesta vida.

Mas na declaração que foi feita no dia seguinte (Quinta-Feira de manhã), foi anunciado que o par havia sido despedido. A Entercom escreveu:

Durante esta manhã, a Entercom despediu Kimberly e Beck com efeitos imediatos. Os seus comentários odiosos contra a comunidade transgénero [sic] não representam a nossa estação e nem a nossa companhia. Pedimos sinceras desculpas à comunidade transgénero [sic], à comunidade de Rochester, e a qualquer pessoa que possa ter ficado ofendida com os seus comentários. Temos orgulho do trabalho passado que fizemos juntamente com a comunidade lgbt local, e continuamos comprometidos com essa parceria.

Embora a declaração de Kimberly em relação às pessoas que sofrem de confusão sexual possa ter pecado por falta de tacto, é verdade que a "American Psychological Association" (APA) classifica a disforia de género – definida como a “uma incongruência vincada entre o género experimentado/expressado com o género definido” – como doença mental, e os estudos revelam que 41% das pessoas que sofrem da mesma irão tentar levar a cabo um suicídio em determinada altura das suas vidas.

Embora os proponentes do transgenerismo tenham levado a cabo esforços intensos para passar a imagem de que os procedimentos de "alteração de sexo" fazem parte dos cuidados médicos básicos e normais para aqueles que sofrem de crises de identidade sexual, nem todos os profissionais da psiquiatria concordam. O Dr Keith Ablow tem sido um vocal oponente da normalização das radicais operações de alteração de sexo e do tratamento hormonal, especialmente à medida que os activistas pressionam os médicos para que estes dêem início a estes tratamentos em crianças cada vez mais novas.

Depois de legislação em favor da aceitação da ideologia transgénera ter sido aceite na California no princípio deste ano, Ablow disse ao site LifeSiteNews que o que causa a que uma pessoa se sinta "presa no corpo errado" tem que ser uma questão novamente discutida pela comunidade psiquiátrica:

Como psiquiatras, não sabemos de forma precisa a origem de uma crença fixa e falsa, e se viermos a descobrir que as pessoas que pensam que se encontram presas no género [sic] errado poderiam ter sido ajudadas com algo mais do que um bisturi, então, nós, como membros duma área científica, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca destas respostas em relação às origens disto.

O Dr. Kenneth Zucker, responsável pela task-force da APA que lida com os assuntos em torno da identidade sexual, não só concorda com Ablow, como compara a disforia de género como uma doença mental análoga à depressão - que varia da situacional até à crónica:

Para algumas pessoas, uma depressão de dimensões consideráveis é uma condição de vida que nunca acaba. Mas há pessoas cujos sintomas podem ser diminuídos através da terapia ou tratamento, e para algumas pessoas, esta depressão desaparece para sempre - quer seja através de tratamento e da medicação ou por si só. Sou de opinião que o mesmo se verifica com disforia de género. Para algumas pessoas esta é uma condição para toda a vida, e existem pessoas para quem a disforia vem e vai, ou desaparece por completo.

Zucker disse que ele é de opinião de que o seu trabalho, como terapeuta, é encontrar o tratamento que irá aumentar as probabilidades da confusão sexual ou "disforia" acabar por completo - e não saltar imediatamente para uns invasivos e irreversíveis procedimentos tais como operações de "mudança de sexo" que podem, na verdade, piorar o problema (tal como no caso da mulher Belga que recebeu uma operação de "mudança de sexo" e que mais tarde pediu (e recebeu) permissão para ser vítima de eutanásia visto não ter ficado satisfeita com os resultados da operação).

Rochester começará a oferecer operações de mudança de sexo aos seus funcionários e seus dependentes no dia 1 de Janeiro de 2015. Entretanto, o programa "Morning Buzz" foi cancelado.
Fonte

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

"Eu tenho vivido uma mentira. A mudança de sexo foi um erro enorme"

Um militar inglês aposentado está pleiteando junto ao serviço público de saúde da Inglaterra a reversão da cirurgia de mudança de sexo que realizou há 23 anos. Segundo informação do Daily Mail, Gary Norton, 75, que passou a se chamar Gillian após a mudança de sexo, está arrependido de ter se tornado uma mulher e quer voltar a ter um corpo de homem.

O motivo que teria levado Gary a querer voltar atrás em sua escolha é o facto não se sentir mais uma mulher. 

"Eu tenho vivido uma mentira. A mudança de sexo foi um erro enorme”, diz o militar aposentado.
Actualmente, Gary é legalmente e fisicamente uma mulher. No entanto, o pensionista deixou de se vestir como mulher há um ano, voltou a usar roupas masculinas e quer retornar a seu sexo de nascimento.

Ele está na lista de espera para realizar uma mastectomia (cirurgia para retirada das mamas), mas ainda não conseguiu a liberação da cirurgia de reversão da mudança de sexo.

Gary afirma que continua sentindo atracção por mulheres heterossexuais e que fez a mudança de sexo por ter recebido um diagnóstico errado de um médico. Ele também diz que, após a cirurgia, sofreu com o distanciamento de seus quatro filhos e de sua ex-mulher.

Mudança de sexo

Segundo Gary, a ideia da mudança de sexo surgiu após ele ter consultado um médico que o aconselhou a realizar a cirurgia. Gary conta que estava deprimido e admitiu na consulta com o médico ter o costume de vestir as roupas de sua mulher. O médico teria concluído que ele sofria um transtorno de identidade de género e sugeriu a mudança de sexo.

A partir daí, Gary iniciou tratamento com hormónios femininos. "Estava fascinado e esperançoso de que me tornar uma mulher faria eu me sentir melhor." O ex-militar diz que não contou suas intenções para sua família e que se vestia como uma mulher escondido. "Um dia, recebi um telefonema do meu filho dizendo que eles estavam todos revoltados [por terem descoberto o segredo de Gary] e que não queriam mais nada comigo”, conta o aposentado.

Gary realizou a cirurgia de mudança de sexo em 1989. Segundo ele, no momento da cirurgia, já se sentia arrependido. “Uma voz na minha cabeça dizia que estava fazendo um erro, mas eu senti que era tarde demais para voltar atrás”.

Após a cirurgia, Gary passou a assumir publicamente a identidade feminina. No entanto, ele diz que seguia tendo atração sexual por mulheres e se sentia preso no próprio corpo.

“Eu não queria ser uma mulher. Só gostava de me vestir como mulher de vez em quando”, conta o ex-militar. "Foi devastador, eu era um homem preso no corpo de uma mulher”.

Em 2011, após 23 anos da cirurgia, Gary parou de tomar hormônios femininos, deixou os pelos da face crescer e doou as roupas femininas que tinha em seu guarda-roupa.

Actualmente, o aposentado trabalha como arquiteto e busca alertar outras pessoas sobre situações semelhantes a que vivenciou. Ele diz que ainda tenta uma reaproximação com a família.



* * * * * * *
Esta não é a primeira e nem vai ser a última vez que temos notícias de alguem que se arrepende de mutilar o seu corpo em nome duma ilusória "identidade de género". A verdade dos factos é que a criação da "identidade de género" é uma arma de desestabilização social tendo em vista a subversão dos costumes e futura implantação dum regime totalitário.

Note-se que bastou a mentira dum médico esquerdista para que 6 vidas tivessem sido permanentemente alteradas para pior. Agora imagine-se quantas outras pessoas não vêem as suas vidas destruídas por outros médicos com uma ideologia politica e sexual análoga a deste "médico".

domingo, 23 de outubro de 2011

Transsexual reverte operação e afirma que precisava de aconselhamento e não de mudança de sexo

Finalmente um raio de luz revela a aberração que é a operação para se "mudar" os órgãos sexuais:

Homem que mudou de sexo de modo a passar a ser uma mulher, reverteu a operação e agora diz que a NHS [British National Health Service] deveria parar de fazer operações de mudança de sexo.
Charles Kane, que gastou cerca de £100,000 em operações com o propósito de o tornarem mais parecido com uma mulher, agora afirma que o que ele precisava era de aconselhamento e não de operações cirúrgicas.

A sério? Quem diria. Estou certo que nunca passou pela cabeça de nenhum ser humano que pessoas que resolverem mutilar o seu próprio corpo precisam de aconselhamento.

Que pena que os "médicos" não chegaram a essa conclusão.

Entretanto,

Ficou-se a saber no início deste ano [2010] que um rapaz de 16 passaria a ser a pessoa mais nova de sempre na Inglaterra a mudar o seu sexo.
Numa entrevista a um jornal nacional, Bradley Cooper disse:
As pessoas podem pensar que sou demasiado novo para levar a cabo uma decisão tão importante, mas eu conheço a minha forma de pensar e isto é o que eu quero.
Ele acrescentou ainda que "os médicos disseram que eu preciso da cirurgia como forma de obter paz de espírito."
Há jovens que resolvem (erradamente) colocar uma tatuagem no seu corpo. Outras há que colocam um piercing. Este jovem de 16 anos decidiu que está maduro o suficiente para levar a cabo uma operação que lhe vai mudar o corpo de forma drástica e fundamental.

A Inglaterra pós-cristã caminha lentamente para a sua auto-destruição.

domingo, 2 de outubro de 2011

Lésbicas sujeitam rapaz de 11 anos a tratamento para mudar de sexo



Não há nada demasiado horrífico que os esquerdistas não façam às crianças como forma de avançar com a sua grotesca ideologia, como este caso nojento demonstra.

Duas lésbicas que colocaram a criança adoptada de 11 anos num processo de se tornar uma rapariga afirmam que "é melhor para a criança levar a cabo a operação de mudança de sexo enquanto ainda é jovem". (Convém ressalvar que mesmo que removam o órgão masculino e construam algo parecido com um órgão feminino, o rapaz vai sempre ser macho.)

Thomas Lobel, que agora se intitula de Tammy, está a ser submetido a um tratamento hormonal em Berkeley, California como forma de impedir que ele atravesse a puberdade como um rapaz.

O supressor hormonal implantado na parte superior do braço esquerdo vai adiar o desenvolvimento de ombros mais largos, voz mais grossa e pêlos faciais.

De forma bizarra, as lésbicas com custódia deste pobre macho alegam as probabilidades dele se suicidar como resultado deste destrutivo projecto de engenharia social como argumento para mutilar o pobre rapaz.

Pauline Moreno e Debra Lobel avisam que crianças com desordem na identidade de género forçadas a adiar a transição podem enfrentar um maior risco de suicídio. Citando uma estatística proveniente da "Youth Suicide Prevention Program", a senhora Moreno ressalvou que mais de 50% dos jovens transgéneros vai passar por uma tentativa de suicídio até aos 20 anos de idade.

Por outras palavras: como as crianças com problemas em relação à sua identidade sexual têm uma maior taxa de tentativa de suicídio, o melhor é mutilar o rapaz (ou a rapariga) como forma de "impedir" que tal tentativa de suicídio ocorra. Pelos vistos acompanhamento psiquiátrico está fora de questão.

Conclusão:

Corromper crianças encorajando-as a fingir não serem o que elas são é uma forma de abuso infantil.

Já é horrível o suficiente que crianças sejam entregues a pessoas suficientemente perturbadas para pensarem que o homossexualismo e o lesbianismo são prácticas sexuais "normais".

Pior ainda é quando estas duplas usam as crianças que tiveram o azar de cair no seu laço para avançar com a sua agenda politico-sexual.

Uma pergunta importante: este rapaz foi adoptado quando tinha dois anos. As lésbicas dizem que não estão a "forçar" a decisão do rapaz, mas como é que nós podemos ter a certeza de que o ambiente onde ele cresceu não é a causa maior desta confusão sexual? Ou seja, elas podem muito bem estar a dar como "solução" (operação sexual) um problema criado pelo ambiente anormal onde ele cresceu.

"Vamos mutilar o macho que caiu na nossa rede"

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