sábado, 6 de janeiro de 2018
E se um homem se sentir galinha?
terça-feira, 3 de junho de 2014
Despedidos por sugerirem que quem mutila o próprio corpo pode ter problemas mentais
Beck e Kimberly, do programa “The Morning Buzz”, foram despedidos por comentários feitos um dia antes do despedimento no seu programa matinal.
No entanto. Kimberly deu o seu apoio à provisão que confere aconselhamento psicológico aos assim chamados "transgéneros", afirmando que qualquer pessoa que queira uma operação médica de modo a que possa passar a viver como uma pessoa do sexo oposto "provavelmente é meio maluquinha".
A Entercom, companhia que é dona da estação de rádio onde corre o programa (ou corria), suspendeu a dupla mal eles saíram do ar (no próprio dia do em cima mencionado segmento radiofónico) qualificando os seus comentários de "odiosos". Kimberly expressou a sua raiva no Twitter afirmando:
Mas na declaração que foi feita no dia seguinte (Quinta-Feira de manhã), foi anunciado que o par havia sido despedido. A Entercom escreveu:
Embora a declaração de Kimberly em relação às pessoas que sofrem de confusão sexual possa ter pecado por falta de tacto, é verdade que a "American Psychological Association" (APA) classifica a disforia de género – definida como a “uma incongruência vincada entre o género experimentado/expressado com o género definido” – como doença mental, e os estudos revelam que 41% das pessoas que sofrem da mesma irão tentar levar a cabo um suicídio em determinada altura das suas vidas.
Embora os proponentes do transgenerismo tenham levado a cabo esforços intensos para passar a imagem de que os procedimentos de "alteração de sexo" fazem parte dos cuidados médicos básicos e normais para aqueles que sofrem de crises de identidade sexual, nem todos os profissionais da psiquiatria concordam. O Dr Keith Ablow tem sido um vocal oponente da normalização das radicais operações de alteração de sexo e do tratamento hormonal, especialmente à medida que os activistas pressionam os médicos para que estes dêem início a estes tratamentos em crianças cada vez mais novas.
Depois de legislação em favor da aceitação da ideologia transgénera ter sido aceite na California no princípio deste ano, Ablow disse ao site LifeSiteNews que o que causa a que uma pessoa se sinta "presa no corpo errado" tem que ser uma questão novamente discutida pela comunidade psiquiátrica:
O Dr. Kenneth Zucker, responsável pela task-force da APA que lida com os assuntos em torno da identidade sexual, não só concorda com Ablow, como compara a disforia de género como uma doença mental análoga à depressão - que varia da situacional até à crónica:
Zucker disse que ele é de opinião de que o seu trabalho, como terapeuta, é encontrar o tratamento que irá aumentar as probabilidades da confusão sexual ou "disforia" acabar por completo - e não saltar imediatamente para uns invasivos e irreversíveis procedimentos tais como operações de "mudança de sexo" que podem, na verdade, piorar o problema (tal como no caso da mulher Belga que recebeu uma operação de "mudança de sexo" e que mais tarde pediu (e recebeu) permissão para ser vítima de eutanásia visto não ter ficado satisfeita com os resultados da operação).
Rochester começará a oferecer operações de mudança de sexo aos seus funcionários e seus dependentes no dia 1 de Janeiro de 2015. Entretanto, o programa "Morning Buzz" foi cancelado.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
"Eu tenho vivido uma mentira. A mudança de sexo foi um erro enorme"
domingo, 23 de outubro de 2011
Transsexual reverte operação e afirma que precisava de aconselhamento e não de mudança de sexo
Finalmente um raio de luz revela a aberração que é a operação para se "mudar" os órgãos sexuais:
Homem que mudou de sexo de modo a passar a ser uma mulher, reverteu a operação e agora diz que a NHS [British National Health Service] deveria parar de fazer operações de mudança de sexo.
Charles Kane, que gastou cerca de £100,000 em operações com o propósito de o tornarem mais parecido com uma mulher, agora afirma que o que ele precisava era de aconselhamento e não de operações cirúrgicas.
A sério? Quem diria. Estou certo que nunca passou pela cabeça de nenhum ser humano que pessoas que resolverem mutilar o seu próprio corpo precisam de aconselhamento.
Que pena que os "médicos" não chegaram a essa conclusão.
Entretanto,
Ficou-se a saber no início deste ano [2010] que um rapaz de 16 passaria a ser a pessoa mais nova de sempre na Inglaterra a mudar o seu sexo.
Numa entrevista a um jornal nacional, Bradley Cooper disse:Há jovens que resolvem (erradamente) colocar uma tatuagem no seu corpo. Outras há que colocam um piercing. Este jovem de 16 anos decidiu que está maduro o suficiente para levar a cabo uma operação que lhe vai mudar o corpo de forma drástica e fundamental.As pessoas podem pensar que sou demasiado novo para levar a cabo uma decisão tão importante, mas eu conheço a minha forma de pensar e isto é o que eu quero.Ele acrescentou ainda que "os médicos disseram que eu preciso da cirurgia como forma de obter paz de espírito."
A Inglaterra pós-cristã caminha lentamente para a sua auto-destruição.
domingo, 2 de outubro de 2011
Lésbicas sujeitam rapaz de 11 anos a tratamento para mudar de sexo

Duas lésbicas que colocaram a criança adoptada de 11 anos num processo de se tornar uma rapariga afirmam que "é melhor para a criança levar a cabo a operação de mudança de sexo enquanto ainda é jovem". (Convém ressalvar que mesmo que removam o órgão masculino e construam algo parecido com um órgão feminino, o rapaz vai sempre ser macho.)
Thomas Lobel, que agora se intitula de Tammy, está a ser submetido a um tratamento hormonal em Berkeley, California como forma de impedir que ele atravesse a puberdade como um rapaz.
O supressor hormonal implantado na parte superior do braço esquerdo vai adiar o desenvolvimento de ombros mais largos, voz mais grossa e pêlos faciais.
De forma bizarra, as lésbicas com custódia deste pobre macho alegam as probabilidades dele se suicidar como resultado deste destrutivo projecto de engenharia social como argumento para mutilar o pobre rapaz.
Pauline Moreno e Debra Lobel avisam que crianças com desordem na identidade de género forçadas a adiar a transição podem enfrentar um maior risco de suicídio. Citando uma estatística proveniente da "Youth Suicide Prevention Program", a senhora Moreno ressalvou que mais de 50% dos jovens transgéneros vai passar por uma tentativa de suicídio até aos 20 anos de idade.
Por outras palavras: como as crianças com problemas em relação à sua identidade sexual têm uma maior taxa de tentativa de suicídio, o melhor é mutilar o rapaz (ou a rapariga) como forma de "impedir" que tal tentativa de suicídio ocorra. Pelos vistos acompanhamento psiquiátrico está fora de questão.
Conclusão:
Corromper crianças encorajando-as a fingir não serem o que elas são é uma forma de abuso infantil.Já é horrível o suficiente que crianças sejam entregues a pessoas suficientemente perturbadas para pensarem que o homossexualismo e o lesbianismo são prácticas sexuais "normais".
Pior ainda é quando estas duplas usam as crianças que tiveram o azar de cair no seu laço para avançar com a sua agenda politico-sexual.
Uma pergunta importante: este rapaz foi adoptado quando tinha dois anos. As lésbicas dizem que não estão a "forçar" a decisão do rapaz, mas como é que nós podemos ter a certeza de que o ambiente onde ele cresceu não é a causa maior desta confusão sexual? Ou seja, elas podem muito bem estar a dar como "solução" (operação sexual) um problema criado pelo ambiente anormal onde ele cresceu.
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