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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

domingo, 19 de junho de 2011

Distinção entre infidelidade “emocional” e “sexual” explica porque “as uniões homossexuais tendem a durar menos que as relações heterossexuais”.

No início deste ano, na cidade de Pedras Negras, no Estado de Coahuila (México) registrou-se o “divórcio” das lésbicas Marcela Orozco, de 38 anos e Sandra Elvira Nava Jiménez de 45.

Conforme indica o diário “Milenio”, este seria o primeiro “divórcio” gay do país. O casal de lésbicas acudiu ao Pacto Civil de Solidariedade, aprovado em Coahuila em janeiro de 2007, que permite também a união civil de casais homossexuais, com direitos de pensões, disposições testamentarias especiais, entre outros.

Segundo a imprensa mexicana, a separação do casal se deveu a acusações de infidelidade e esbanjamento econômico.

Em diálogo telefônico com a agência ACI , Oscar Rivas Lozano, presidente do Instituto Mexicano de Orientação Sexual (IMOS), afirmou que, de acordo às cifras que dirige esta entidade científica, desprende-se que “as uniões homossexuais tendem a durar menos que as relações heterossexuais”.

Um dos fatores que causaria estas separações, segundo os estudos analisados pelo IMOS, seria que “nas uniões homossexuais, os índices de infidelidade se triplicam em relação aos casais heterossexuais”.

Rivas assinalou que a fidelidade tem um significado diferente nos casais homossexuais, pois “eles fazem uma distinção da fidelidade emocional à fidelidade sexual, e dizem, em alguns casos, que a fidelidade sexual não é considerada importante mas sim a fidelidade emocional”.

Por isso, o IMOS reafirma que uma instituição como o matrimônio não pode ser aplicada à união homossexual, pois “o mesmo voto matrimonial fala de fidelidade, fala de ajuda mútua, fala de procriação. E no caso dos casais homossexuais isto é distinto”.

“Os casais homossexuais tendem a ter um período de duração entre três e seis anos, as mais longas”, indicou Rivas e acrescentou que “quase sempre as mais longas são de mulheres”.

Se estas cifras forem comparadas com matrimônios heterossexuais, a diferença é abismal, pois “os matrimônios no México, segundo dados do mesmo Registro Civil, tem uma média de duração entre 10 e 15 anos entre casais heterossexuais”.

Ao analisar os casais de lésbicas “encontra que quase sempre existem temas de relações de casais muito delicados porque são relações muito apaixonadas, às vezes onde há muita emoção envolvida”.

“Desde o ponto de vista psicológico se entende porque a relação homem-mulher tende a equilibrar-se psicologicamente, porque a mulher tende a ser mas intuitiva, mais emocional e o homem tende a ser mais reflexivo, mais racional”.

“No caso onde somente há duas mulheres não está muito presente este princípio de equilíbrio psicológico no casal e no caso dos homens muito menos”, disse o presidente do IMOS.

Por sua parte, Juan Dabdoub Giacoman, da organização mexicana Família Mundial com sede em Monterrey, declarou à ACI Prensa que não é uma surpresa a separação deste casal de lésbicas, pois “está claramente demonstrado que as pessoas homossexuais têm um altíssimo nível de instabilidade em suas relações afetivas”.

Para o Dabdoub, isto é “produto precisamente dessa afetação psicológica que as empurra a procurar uma relação com pessoas do mesmo sexo”.

Depois de indicar que “na Espanha se comprovou que um varão homossexual tem uma média de relações duradouras com 39 pessoas distintas ao longo de sua vida”, Dabdoub assinalou que as cifras são claras ao demonstrar que “o que necessitam nossos irmãos homossexuais é ajuda, não promoção.

No México, as uniões homossexuais equiparadas ao matrimônio só são legais no Distrito Federal, onde a Corte Suprema opinou que não atentam contra a Constituição e lhes outorgou o direito de adoção.

A Igreja Católica assim como outras confissões cristãs criticaram duramente esta sentença.

O Arcebispado do México disse que esta equiparação das uniões homossexuais ao matrimônio é “moralmente inaceitável”.

A doutrina católica não aprova o mal chamado “matrimônio” gay porque atenta contra a natureza, o sentido e o significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

O Vaticano e os bispos em diversos países do mundo denunciaram que as legislações que pretendem apresentar “modelos alternativos” de vida familiar e conjugal atentam contra a célula básica da sociedade

Fonte: ACI e Blog Carmadélio

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