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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Escócia: Lésbicas e mães solteiras decidem acabar com o "Dia do Pai"

Milhares de alunos de escolas primárias foram impedidos de fazer cartões do Dia do Pai com medo de embaraçar os colegas que vivem com mães solteiras ou com lésbicas. A política politicamente correcta foi sorrateiramente adoptada pelas escolas "no interesse da sensibilidade" devido ao aumento de lares monoparentais e "lares" homoeróticos, e ela só foi gerada depois dum largo número de pais não ter recebido os tradicionais cartões e os presentes manufacturados.

Os activistas pelos direitos das famílias condenaram a política, qualificando-a de "absurda", e alegaram que isto está a marginalizar os pais. No entanto, as autoridades locais afirmaram que os professores precisavam de reagir à "mudança no padrão da vida familiar". Um relatório do Office for National Statistics de Abril do ano passado apurou que uma e cada 4 crianças Britânicas vive em lares monoparentais - o dobro do que acontecia há 20 anos atrás.

A proibição do cartão do Dia do Pai foi colocada em práctica nas escolas de Glasgow, Edinburgo, Renfrewshire Oriental, Dumfries, Galloway e Clackmannshire. Tina Woolnough, de 45 anos e que cujo filho Felix frequenta a escola primária "Edinburgh Blackhall", disse que este ano vários professores não permitiram que as crianças fizessem um cartão para o Dia do Pai. A senhora Woolnough, que faz parte do conselho escolar pai-professor afirmou:

Isto é algo que eu sei que, na escola do meu filho Felix, eles lidam isto conforme as turmas. Algumas turmas enviam cartões do Dia do Pai e outras não enviam. Os professores estão cientes das circunstâncias familiares de cada criança, e se ela não tem um pai a viver em casa, os professores evitam fazer com que as crianças façam um cartão.

A confecção do cartão para o Dia das Mães, bem como as artes relativas, continuam a ser de modo geral permitidas. Mas a decisão em torno do Dia do Pai segue-se a uma série de decisões politicamente correctas introduzidas nas escolas primárias, tais como a remoção de referências Cristãs dos cartões festivos.

Matt O'Connor, fundador do grupo Fathers For Justice, afirmou:

Estou perplexo com isto. Esta medida destrói por completo o papel e a importância dos pais, quer eles estejam ou não com as mães. Para além disso, isto envia a mensagem de que os pais não são importantes. 

Alastair Noble, oficial de educação junto da entidade de caridade Christian Action, Research and Education, disse:

Isto parece ser uma reacção extrema e de certa forma absurda. Eu seria de opinião de que a família tradicional ainda é a maioria do estilo de vida das pessoas na Escócia. Negar a experiência da maioria não perece muito sensível.

As autoridades locais defendem esta alteração, afirmando que os professores têm que agir duma forma "sensível" numa altura em que tantas crianças estão a passar por um colapso familiar e por divórcios.  Um porta-voz do East Renfrewshire Council disse:

De modo crescente, dá-se o caso de existirem crianças que não têm pais ou não têm pais a viver com elas e os professores a terem que ser sensíveis  isto. Os professores sempre tiveram que lidar com alguns alunos sem pais ou sem mães, mas o colapso familiar está em crescimento.

Jim Goodall, líder educacional do Clackmannanshire Council, disse que se espera que os professores se comportem usando o senso comum mas que fiquem sensíveis "ao padrão de vida familiar em mudança."

O South Ayrshire Council afirmou que as crianças não se podem sentir deixadas de fora ou indesejadas, ao mesmo tempo que o City of Edinburgh Council disse que esta práctica (relativa ao Dia do Pai) era um assunto para cada escola lidar de forma melhor quisesse.


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Mais uma consequência da "política de identidade", onde os sentimentos pessoais (neste caso, das lésbicas e das mães solteiras) tomam o lugar principal na esfera política, e onde o politicamente correcto (que, como se sabe, é uma ideologia destrutiva e perigosa) recebe um poder que nunca deveria ser seu. As crianças, como sempre, são vítimas dum jogo de poder que tem como propósito principal destruir os protectores laços familiares.

A Escócia, ao lidar com a destruição da família desta forma, está a revelar que não tem planos para proteger a família natural, mas sim fazer acomodamentos ridículos que em nada ajudam as crianças (embora possam dar algum "conforto" artificial a uma minoria de lésbicas e mães solteiras).

Quem quer o bem das crianças, por outro lado, fortalece o laço pai-filho ou pai-filha. Quem não quer o bem das crianças, faz exactamente o contrário.

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terça-feira, 11 de novembro de 2014

"O meu marido pediu o divórcio, pegou nos nossos 2 filhos e foi viver com o seu amante homossexual"

Por Janna Darnelle

Cada vez que um estado redefine o que é um casamento, as agências noticiosas ficam repletas de histórias felizes em torno de duplas de gays e de lésbicas, bem como das suas famílias. Mas por trás desses sorrisos enormes e fotografias ensolaradas encontram-se histórias dolorosas que são deixadas em locais secretos e sombrios. Essas histórias são suprimidas e aqueles que as contam são silenciados em nome da "igualdade no casamento". Mas eu recuso-me a permanecer calada. Eu represento uma das histórias da vida real que são mantidas nas sombras e eu senti de forma pessoal a dor e a devastação trazidas pela propaganda que destrói as famílias naturais.

O Divórcio

No Outono de 2007, o meu marido com quem eu já me encontrava casada há 10 anos disse-me que era homossexual e que queria o divórcio. Num instante, o mundo que eu havia conhecido e amado - a vida que eu havia construído - foi destruído. Tentei convencê-lo a ficar, a dispor-se para salvar o nosso casamento, mas a minha voz, os meus desejos, as minhas necessidades - bem como as vozes, os desejos e  as necessidades dos nossos dois jovens filhos - já não importavam para ele. 

Nós havíamos obtido o estatuto de descartáveis uma vez que ele havia abraçado uma pequena palavra que se havia tornado na totalidade da sua identidade. Ser homossexual estava acima do compromisso, da responsabilidade, da fé, de ser pai, do casamento, das amizades e da comunidade. Tudo isto foi deixado de lado em favor da sua nova identidade.

Por mais que eu tentasse salvar o nosso casamento, nada fazia diferença para o meu marido. O nosso divórcio não foi decidido através da mediação ou com os advogados. Não, ele foi até ao fim, até ao julgamento. O meu marido queria a guarda primária dos nossos filhos. A plenitude do seu caso pode ser resumido com uma frase:

Sou homossexual e mereço os meus direitos.

Esta táctica funcionou com o juiz uma vez que ele deu ao meu ex-marido virtualmente tudo o que ele queria. A dada altura, ele chegou a dizer ao meu marido o seguinte:

Se você tivesse pedido mais, eu ter-lhe-ia dado.

Eu acredito fortemente que o juiz estava a legislar a partir do seu assento, ignorando os factos do nosso caso particular, e pura e simplesmente a usar-nos - a usar os nossos filhos - como forma de influenciar casos futuros. Na nossa sociedade, os cidadãos lgbt são vistos como vítimas marginalizadas que têm que ser protegidas a todo o custo, mesmo que isso envolva remover os direitos dos demais. Ao ignorar a injustiça cometida contra mim e contra as minhas crianças, o juiz parecia pensar que estava a corrigir uma injustiça maior.

O meu marido havia-nos trocado pelo seu amante homossexual. Eles ganham mais dinheiro que eu. Eles são dois e eu só sou uma. Mesmo assim, o juiz acreditou que eles eram as vítimas. Independentemente do que eu dizia ou fazia, não tive a chance de salvar as nossas crianças de serem lançadas para frente e para trás como pedaços de bagagem.

Uma nova família homossexual - Construída sobre as ruínas da minha

O meu ex-marido e o seu parceiro seguiram o seu caminho e casaram-se [sic]. A sua primeira cerimónia ocorreu antes do nosso estado ter redefinido o casamento. Depois do estado ter criado o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, eles escolheram repetir a sua performance. Em ambos os casos os meus filhos foram forçados - contra a sua vontade - a participar. 

Na segunda cerimónia, que incluiu mais de 20 duplas, as estações noticiosas locais, bem como os jornais, fizerem-se presentes como forma de documentar a oficialização dos primeiros casamentos [sic] homossexuais do nosso estado. A USA Today tirou uma foto do meu ex-marido com o seu parceiro, com os meus filhos, e até com os avós. Eu não fui notificada de que isto estava para ocorrer, e nem fui consultada para ver se tinha alguma objecção ao facto dos meus filhos terem sido usados nos média como adereços de promoção do casamento [sic] homossexual.

Por alturas da primeira cerimónia, o casamento [homossexual] não era reconhecido no nosso estado, nem na nossa nação e nem na nossa igreja. O novo casamento [sic] do meu ex-marido, tal como a maioria dos relacionamentos entre homens, é um relacionamento "aberto" e não-exclusivo. Isto envia uma mensagem clara aos nossos filhos: os teus sentimentos estão acima das leis, das promessas e das autoridades supremas; podes fazer o que bem quiseres, quando o quiseres - não importa as pessoas que podes prejudicar durante o percurso.

Depois das fotos dos nossos filhos terem sido publicitadas, apareceram enchentes de comentários e de posts em torno delas. Os comentadores exclamaram o quão bonita esta família [sic] homossexual era, e parabenizaram o meu ex-marido e o seu novo parceiro pela família que "criaram". Mas há uma pessoa significante em falta nessas fotos: a mãe e a esposa abandonada. Essa "família homossexual" nunca poderia existir sem mim.

Não existe uma única família [sic] homossexual que tenha sido criada de um modo natural. As famílias [sic] homossexuais só podem existir através da manipulação da natureza. Por trás de toda a feliz fachada de muitas famílias [sic] lideradas por duplas homossexuais, estão relacionamentos que são construídos a partir da divisão. Elas representam pactos que foram quebrados, amores abandonados, e responsabilidades esmagadas. Essas tais "famílias" são construídas sobre traições, mentiras e feridas profundas.

Isto é também verdade das uniões homossexuais que usam tecnologias reprodutivas tais como as barrigas de aluguer ou a doação de esperma como forma de poderem ter filhos. Tais processos exploram os homens e as mulheres devido ao seu potencial reprodutor, tratam as crianças como produtos a serem comprados e vendidos, e propositadamente negam à criança um relacionamento com um dos pais biológicos. A plenitude e o equilíbrio não podem ser encontrados em tais famílias [sic] porque há sempre alguma coisa em falta. Mas eu sou real, e eu represento centenas de milhares de esposas que foram traídas e rejeitadas.

Se o meu marido tivesse escolhido ficar, sei que as coisas não teriam sido fáceis, mas isso é o que o casamento significa: fazer um voto e escolher viver segundo o mesmo, dia após dia. Na doença e na morte, nos momentos bons e nos momentos maus, os cônjuges têm que escolher colocar a outra pessoa em primeiro lugar, amá-los mesmo quando isso é difícil.

Um bom casamento não depende só do desejo sexual, que vem e vai e que normalmente está fora do nosso controle. Um bom casamento depende sim em escolher amar, honrar, e ser fiel a uma pessoa, abandonando todas as outras. É comum os cônjuges sentirem atracção por outras pessoas - normalmente do sexo oposto, mas às vezes do mesmo sexo. Cônjuges que valorizam o seu casamento não operam segundo esses impulsos.

Para as pessoas que dão por si atraídas por pessoas do mesmo sexo, permanecer fiel ao cônjuge do sexo oposto não é uma traição à sua verdadeira identidade, mas sim uma decisão de não se deixarem controlar pelas suas paixões. Permanecer fiel aos votos, lutando de forma consciente para lembrar, honrar e reavivar o amor que tinham pelo cônjuge no momento em que se casaram, mostra profundidade e uma força de carácter.

Os meus filhos mereciam melhor

Os nossos dois jovens filhos foram deliberadamente e intencionalmente inseridos num mundo de conflito e de crenças combativas, de estilos de vida, e de valores, todos em nome dos "direitos dos homossexuais". O seu pai mudou-se para o condomínio do seu novo parceiro, que se encontra localizado num complexo habitado por 16 homens homossexuais. Um dos homens tem um prostituto de 19 anos que ocasionalmente lhe vem servir. Outro homem, que opera como a figura paterna desta comunidade, encontra-se nos anos 60 e tem um namorado na casa dos 20. Os meus filhos são levados para festas homossexuais onde eles são as únicas crianças presentes e onde álcool é servido. Eles são também levados para jogos de basebol transgéneros, festas de beneficência homossexuais, e festivais cinematográficos lgbt.

Ambos os meus filhos enfrentam questões em torno da sua identidade, tal como todas as crianças, mas parece que eles irão enfrentar problemas profundos e únicos devido às acções do meu antigo marido. O meu filho é actualmente um adolescente em amadurecimento e tem um interesse forte por meninas. Mas como é que ele irá aprender como lidar com tal interesse quando ele se encontra rodeado de homens que buscam gratificação sexual junto de outros homens? Como é que ele irá aprender a tratar as raparigas com respeito e com cuidado quando o seu pai as rejeita e as desvaloriza? Como é que ele irá abraçar a sua masculinidade sem o seu pai a viver uma masculinidade autêntica, tratando a esposa e a família com amor, honrando os seus votos matrimoniais mesmo em tempos difíceis?

A minha filha também sofre com esta situação visto que ela precisa dum pai que lhe encoraje a abraçar a sua essência e sua beleza feminina. Mas estas qualidades são alvo de paródia e são distorcidas no mundo em que o seu pai vive. Ele usa maquilhagem e correias de bondage para o Dia das Bruxas e ela é regularmente colocada na presença de  homens vestidos como mulheres. As paredes do condomínio dele estão adornadas com imagens enormes de molduras com mulheres em posições provocadoras. O que é que a minha irá acreditar sobre a sua feminilidade e a sua beleza? O pai dela deveria proteger a sua sexualidade, mas em vez disso, ele está a pervertê-la.

Sem a orientação da mãe e do pai, como é que os meus filhos irão construir as suas identidades e as suas sexualidades que se encontram em desenvolvimento? Sofro em ver os meus filhos a batalhar desesperadamente, tentando fazer sentido do seu mundo.

Os meus filhos e eu sofremos uma perda enorme devido à decisão do meu marido de se identificar como um homem homossexual, lançando para longe a vida que ele tinha connosco. O tempo está a revelar a profundidade dessas feridas, mas não irei permitir que elas me destruam e nem que destruam os meus filhos. Recuso-me a perder a minha fé e a minha esperança. Acredito de forma mais apaixonada no poder do pacto matrimonial entre um homem e uma mulher hoje, do que no dia em que me casei. Há uma outro caminho para aqueles que têm atracção homossexual, e a destruição não é a única opção - nem pode ser. As nossas crianças merecem algo muito melhor da nossa parte.

Este tipo de devastação não deveria acontecer com nenhum outro cônjuge ou com nenhuma outra criança. Eu imploro-vos: defendam o casamento entre um homem e uma mulher. Temos que nos colocar do lado do casmento e do lado das vidas preciosas que o casamento gera.

Fonte: http://bit.ly/1BGsdvF

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Finalmente as mulheres apercebem-se que o movimento homossexual (liderado na sua esmagadora maioria por homens) é um ataque ao papel da mulher na sociedade. Numa guerra entre o movimento homossexual e os direitos das mulheres, estas últimas claramente estão em desvantagem, mas pelos vistos elas ainda não sabiam disso.

Pode ser que agora que elas se apercebem disso, elas deixem de apoiar a causa do movimento homossexual, e se coloquem do lado das pessoas que sabem que o lugar o apêndice reprodutor masculino é dentro na órgão sexual da mulher, e não dentro no ânus de outro homem.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

sábado, 7 de dezembro de 2013

O testemunho dum homem bissexual criado por duas lésbicas.

Por Robert Oscar Lopez

Nem todas as crianças educadas por "pais" homossexuais são a favor do "casamento" homossexual. Eu sei do que estou a falar porque que eu fui uma dessas crianças.

Durante as argumentações orais em torno da Proposição 8, o Juiz Anthony Kennedy referiu-se às crianças criadas por pessoas do mesmo sexo. Uma vez que eu fui uma dessas crianças - entre os 2 e os 19 anos, eu fui criado pela minha mãe lésbica e pela sua parceira - eu fiquei curioso em saber o que ele diria. 

Para além disso, antecipei também o que ele diria uma vez que eu tinha corrido enormes riscos profissionais e sociais ao dar entrada a um sumário amicus com Doug Mainwaring (que é homossexual e contra o "casamento" homossexual), onde nós explicamos que as crianças sentem profundamente a perda dum pai ou duma mãe, independentemente do quanto que amemos os nossos "pais" homossexuais, ou do quanto eles nos amem. As crianças sentem a perda porque eles são incapazes de impedir a decisão de os colocar sem um pai ou sem uma mãe, e a ausência do pai ou da mãe muito provavelmente será irreversível para eles.

Durante o último ano estive em contacto com adultos que foram criados por duplas homossexuais. Eles estão aterrorizados de falar em público em torno dos seus sentimentos, e como tal - visto que sai do armário, digamos assim - vários pediram-me para ser a voz das suas preocupações. Eu não posso falar por todos as crianças de duplas homossexuais, mas posso falar por um certo número deles, especialmente por aqueles que foram marginalizados pela assim-chamada "pesquisa sociológica científica"  em torno da paternidade [sic] homossexual. Aqueles que entraram em contacto comigo professaram uma enorme gratidão e um grande amor pelas pessoas que os educaram, motivo pelo qual é tão difícil para eles expressarem publicamente as suas reservas em torno da paternidade [sic] homossexual.

Mesmo assim, eles descreveram as dificuldades emocionais que vieram do facto de lhes faltar um pai ou uma mãe. Para listar alguns exemplos: 1) eles sentiram-se desligados das dicas sexuais das pessoas à sua volta, 2) sentiram uma raiva intermitente pelo facto dos seus "pais" [ou "mães] lhes terem privado do/da pai/mãe biológico/biológica (em alguns casos, de ambos pais biológicos), 3) desejaram ter um exemplo do sexo oposto, 4) sentiram vergonha ou culpa por terem "pais" amorosos que os forçaram a uma vida de ausência dum progenitor do sexo oposto.

Eu já ouvi pediatras e psicólogos a falar do suposto "consenso" em torno da robustez da paternidade [sic] homossexual, mas este consenso é francamente falso. É suposto os pediatras garantirem que as crianças não adoecem e nem faltam às vacinações - não conheço alguém que ponha em causa a habilidade dos pais homossexuais [sic] de garantir estas necessidades básicas das crianças. Os psicólogos chegam-nos da mesma área que tinha o "consenso" de que o homossexualismo era uma doença mental. Nenhuma destas áreas está equipada para responder aos dilemas existenciais da remoção legal da paternidade ou da maternidade como princípio humano, o que é o significado da total "igualdade matrimonial".

Eu apoio as uniões civis homossexuais  (...) mas sempre resisti à ideia de que o governo deveria encorajar as duplas homossexuais a imaginar que as suas parcerias são indistinguíveis dos casamentos de verdade. Tal auto-definição para os homossexuais seria fundamentada numa mentira, e qualquer coisa fundamentada numa mentira fará ricochete.

As duplas homossexuais mais abastadas e mais bem sucedidas não serão capazes de fornecer a uma criança algo que o casal mais pobre e financeiramente em apuros pode fornecer: um pai e uma mãe. Havendo passado 40 anos imerso na comunidade homossexual, eu vi como essa realidade desperta a raiva e a recriminação maliciosa por parte das duplas homossexuais - que ficam tentados a maldizer os assim-chamados "casais disfuncionais" ou "casais sem valor", e afirmar que "Nós merecemos ter filhos mais do que eles!"

Mas eu estou aqui para dizer que "Não", e que ter um pai e uma mãe é um valor precioso no seu direito próprio, e não algo que pode ser apagado, mesmo que a comunidade homossexual tenha uma enorme quantidade de verbas, possa enviar a criança para as melhores escolas, e educá-la de modo a que ela possa ser uma "Eagle Scout".

É perturbadoramente classisista e elitista por parte dos homens homossexuais pensar que eles podem amar a sua [sic] criança sem qualquer tipo de reserva depois de terem tratado a mãe-de-aluguer como uma incubadora, e por parte das lésbicas por pensarem que elas podem amar a criança incondicionalmente depois de terem tratado o doador de esperma como uma embalagem de pasta de dentes.

É também algo racista e condescendente por parte das duplas homossexuais pensar que elas podem fazer braço-de-ferro com os centros de adopção de modo a que estes lhes possam dar crianças órfãs depois dos homossexuais exibirem poder financeiro ou poder político. 

Um órfão da Ásia ou da baixa duma cidade foi entregue às autoridades de adopção de modo a que estas possam tomar a melhor decisão para a vida da criança e não para satisfazer uma exigência de mercado feita por homossexuais que querem crianças. Qualquer que tenha sido o trauma que causou a que as crianças passassem ser órfãs, esse trauma não pode ser aumentado entregando-lhes ao stress que é ser adoptado por uma dupla homossexual.

Finalmente, é prejudicial para todos se os homens homossexuais e as lésbicas dentro de casamentos com orientações sexuais mistas dão início ao processo de divórcio de modo a que possam dar início a um emparelhamento homossexual e educar as suas crianças com um novo parceiro homossexual, ao mesmo tempo que colocam de lado o parente biológico. Normalmente, as crianças querem que os pais parem de discutir, que coloquem de lado as suas diferenças, e que fiquem juntos - mesmo que um deles seja homossexual.

No meu caso familiar, a minha mãe era divorciada e, dadas as nossas circunstâncias, ela tomou a melhor decisão. Se por acaso ela tivesse premeditado criar uma família paternal homossexual [sic], eu provavelmente não me sentiria em paz com a sua memória visto que saberia que a minha falta por uma figura paternal forte durante a minha infância não era o resultado dum acidente na história da vida, mas sim do seu descuidado desejo de querer tudo. Sou abençoado por não ter que batalhar com tal pensamento traumático em relação à minha mãe. Amo-a porque eu sei que ela fez o possível para me dar uma boa vida.

Mesmo assim, aquilo que era o melhor, segundo as nossas circunstâncias, nada mais era que um estado de deprivação que é inconsciente forçar a uma criança inocente, se não for absolutamente necessário. O Juiz Kennedy aludiu à visão de crianças a serem adoptadas por duplas homossexuais como se os nossos desejos e as nossas preocupações fossem os mesmos e as mesmas das decisões tomadas pelos nossos pais [sic]. A realidade é mais complicada que isso.

Colocando de lado todas as analogias históricas com os movimentos civis e as platitudes sentimentais em torno do amor, o facto é que a paternidade homossexual [sic] sofre de problemas insuperáveis pelos quais as crianças pagam o preço por toda a sua vida.

Quer seja através das mães-de-aluguer, inseminação, divórcio ou adopção comercializada, os problemas morais abundam dentro das duplas homossexuais que insistem em replicar o modelo heterossexual da paternidade. As crianças lançadas para o interior destas dificuldades morais estão bem cientes do papel dos pais [sic] na criação da sua vida stressante e complicada, o que os deixa de lado de tradições tais como o Dia do Pai e o Dia da Mãe, e os coloca numa posição pouco invenjável de serem chamados de "homofóbicos" se eles simplesmente sofrem o stress natural criado pelos "pais" - e o admitem publicamente.

O casamento [sic] homossexual não seria problemático para mim se isso fosse apenas uma forma de duas pessoas estarem juntas. Como bissexual, eu entendo isso. Infelizmente, o movimento lgbt decidiu que a sua validação aos olhos dos outros depende duma redefinição do "casamento" de modo a incluir as parcerias homossexuais.

E eis-nos aqui, presos numa onda que encoraja vidas problemáticas para as crianças como forma de afirmar as duplas homossexuais, tal como o movimento [homossexual] exige. É por isso que eu sou a favor das uniões civis mas contra a redefinição do casamento. Mas a minha opinião não conta - eu não sou um juiz, nem médico, nem comentador televisivo, mas apenas e só uma criança que teve que limpar o lixo deixado para trás pela revolução sexual.


* * * * * * *

A tragédia do movimento homossexual é mesmo o seu foco ideológica na destruição da familiar. Quem sofre com isso são as crianças mas os activistas lgbt não levam isso em conta.

As palavras de Robert Lopez voltam a demonstrar o porquê de ser importante fazer uma distinção entre o movimento lgbt (que é um movimento político em nada relacionado  com os desejos dos homossexuais) e o homossexual comum (ou bissexual, no caso de Lopez). O movimento lgbt é um movimento opressor e ditador que não respeita opiniões alheias - mesmo que essas opiniões sejam feitas por pessoas que viveram o estilo de vida que este movimento diz ser "normal" - enquanto que o homossexual é um homem ou mulher com um gosto sexual auto-destrutivo.

A guerra entre o movimento lgbt e os não-simpatizantes com as suas ideias não é entre pessoas que querem ser livres para satisfazer os seus gostos sexuais e outros que querem controlar o que adultos fazem na sua privacidade, mas sim entre um grupo militante que quer destruir uma das estruturas sociais mais importante da civilização Ocidental, e aqueles que sabem que a destruição do casamento (1 homem + 1 mulher), através da sua "redefinição", significa o caos social (que é precisamente o que os financiadores do movimento lgbt desejam que ocorra). 

Uma das evidências de que o movimento lgbt não representa os homossexuais é precisamente a censura que esse movimento faz aos homossexuais que não se alinham com a sua agenda politica esquerdista. Como já afirmaram alguns homossexuais Republicanos Americanos, e como consequência das críticas do activistas lgbt, é mais difícil ser um Republicano homossexual do que o homossexual no armário.

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