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quinta-feira, 5 de março de 2015

Como Madonna Louise Ciccone selou o destino eterno de muitos homossexuais

Por Joseph Sciambra 

Regressando para a comunidade homossexual passados que estavam 10 anos, a poeira e os detritos deixados para trás pela minha geração acalmou ou então foram recolhidos e colocados no caixote de lixo da história; para mim, a ausência promoveu claridade. No entanto, e às vezes, enquanto ando pelas ruas de Castro em West Hollywood, e bem ao virar da esquina, ainda consigo ouvir as reverberações dos antigos batimentos de musica disco, emanando de algumas localizações de clubes de dança que no passado eram armazéns que desde então foram demolidos ou re-ajustados de modo a que passassem a ser um café.

Muitos daqueles que eu amei, desejei e abusei, estão há muito mortos; aqueles que sobreviveram normalmente narram histórias de excessos e de ódios. Numa dessas histórias, um homem homossexual, hoje com 40 anos, queimado e rejeitado pela cena homossexual, reconta como em 1989 (um ano depois de eu ter chegado à Castro) ele quis sair desta vida.

Havendo chegado à mesma realização a que eu cheguei no final dos anos 90, ele havia descoberto que o estilo de vida homossexual era tudo menos glamoroso. No entanto, depois de ouvir e ver a música, e o clip de vídeo respectivo, “Express Yourself” (de Madonna), ele tomou a decisão de ficar. Ansiosos por um nível de amor e excitação que não se encontram presentes no amante actual, Madonna grita:

"Come on girls, do you believe in love…don’t go for second best baby, put your love to the test…make him express how he feels…”

Então, e durante os anos 80, quando os vídeos de música ainda tinham algum tipo de poder junto do público, o vídeo razoavelmente calmo com o nome de “Like a Prayer” foi o suficiente para selar o seu multimilionário contrato de patrocínio com a Pepsi, e o vídeo “Express Yourself” atingiu um apogeu de propaganda ritualizada com a Madonna a enfeitiçar um grupo de homens musculosos escravizados à medida que ela os liberta através da magia do sexo.


O vídeo é inquestionavelmente extasiante, e tal como a maior parte da arte moderna (inspirada na pornografia), o vídeo é uma mistura bizarra do belo e do feio. Em homenagem ao filme Alemão “Metropolis”, Madonna anda um pouco por todo o lado num sobrecarregado ambiente de Art-Deco; usando verde brilhante, ela é a Bruxa Malvada do Leste e é parcialmente Glinda de “The Wizard of Oz.”

Com o seu familiar por perto, um gato preto perfeito, Madonna envia o seu espírito - olhos brilhantes no meio da escuridão - como forma de dar esperança às massas - isto é, os homens que se encontram escravizados num patamar inferior (metáfora dos afligidos e aprisionados homens homossexuais). Tal como o olho de Hórus, ela vê tudo, sabe tudo, ordena (não pede), gera seguidores junto das pessoas confusas, e dá um propósito e ordem à mistura de rapazes que se encontra perdida. Lentamente, eles ouvem a música, e um deles solta-se da prisão, encontrando consolo e liberdade na cama da Madonna.

Quando ouvi a música pela primeira vez, num balneário homossexual de San Francisco, tal como a música de Gloria Gaynor “I Will Survive”  da década anterior ela tornou-se imediatamente num grito de guerra; depois da destruição da SIDA, o medo resultante e a devastação que levou muitos homens homossexuais para o mundo clandestino, a era pós-SIDA queria a falta de restrições desfrutada por aqueles que haviam vivido antes do flagelo: eles queriam-se expressar.

No entanto, e tal como o próprio vídeo, tudo era que uma ilusão; tal como salientou Santo Agostinho, "as maçãs de Sodoma", lindas e maduras, suculentas para o olhar, evaporando-se em pó mal são tocadas.

A imagem tinha poder para balançar os corações de muitos; alguns ficaram e morreram. Outros, tal como eu, giraram ao som da música da Madonna por mais 10 anos, sobrevivendo não se sabe como para ver mais um amanhecer.

Hoje, uma nova geração continua o que Madonna começou: olhos brilhantes com promessas que escondem a presença genuína do inferno. E, tal como a própria Lady Gaga se refere a eles, os "pequenos monstros" da próxima geração ficarão ainda mais doentes. 


- http://goo.gl/sxrozg.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

10 mitos avançados pelos activistas homossexuais

Por Gisele Roy e Christopher Doyle

A minha verdade pode dizer que roubar as ferramentas do meu vizinho não está errado porque eu realmente preciso das ferramentas e ele sempre pode comprar ferramentas novas. Com isto, eu racionalizei e deu legitimidade ao meu furto, qualificando-o de "bom", visto que funcionou para mim. Eu posso manipular a verdade de modo a que ela se torne subjectiva, mas analisemos outro cenário de uma forma mais objectiva.

Eu, hoje, posso entrar num avião, voar para qualquer parte da Terra, e ser lançado de para-quedas para o meio duma tribo qualquer. Se eu corresse para junto da pessoa mais próxima e tirasse algo das suas mãos e chamasse a isso de "meu", isso seria objectivamente um roubo. Qualquer pessoa do planeta, na sua língua, diria que eu roubei.

A "minha verdade" pode defender que sair do emprego antes da hora estabelecida está certo, desde que o meu patrão nunca venha a descobrir. A minha verdade pode defender que o meu computador é uma torradeira, mas independentemente do quanto que eu acredito nisso, o computador ainda é um computador. Acreditar em algo não torna isso numa verdade porque a verdade é objectiva.


Vejamos o que os activistas homossexuais definem como verdades (aqui identificadas como "mitos") e ver o que as realidades objectivas são.

MITO #1: As pessoas nascem homossexuais.

Existem muito poucas evidências credíveis de que as pessoas nascem com o "gene homossexual" ou mesmo "pré-dispostas" para se tornarem homossexuais. Objectivamente falando, os cientistas confirmaram que gémeos idênticos [que têm o mesmo ADN] nem sempre são ambos heterossexuais, e nem ambos homossexuais. Se por acaso existisse um gene que determinasse a preferência sexual, ou o "gene homossexual", os gémeos idênticos seriam ambos homossexuais ou ambos heterossexuais em todas as ocasiões.

Análises de estudos examinando gémeos idênticos geram percentagens (de ambos os gémeos serem homossexuais) na ordem de menos de 12%. Isto significa que em 88% do tempo, os gémeos não são ambos homossexuais. Isto leva-nos a afirmar que deve existir uma variedade de factores pós-natal a contribuir para os sentimentos homossexuais.

Objectivamente falando, os pesquisadores concluíram que a auto-percepção sexual não se desenvolve até aos 18 meses. Entre os 18 e os 36 meses, a criança torna-se ciente das distinções sexuais e identifica-se mais com o mesmo ou com o sexo oposto.

Objectivamente, entre outros factores, os teóricos acreditam que a confusão sexual pode inicialmente resultar (sub-conscientemente) quando o parente do mesmo sexo está ausente [emocionalmente ou fisicamente], ou quando o parente e/ou pares do mesmo sexo da criança causam a que ela passe por reacções/traumas emocionais negativos quando estão juntos. Estes factores, entre outros, podem contribuir para um desenvolvimento posterior desta atracção homossexual. Se não acreditam em mim, podem sempre ler o livro do Dr Neil Whitehead "My Genes Made Me Do It! A Scientific Look at Sexual Orientation".
Mito #2:  A única definição para uma alteração na atracção homossexual é nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo

Objectivamente, o uso desta definição não faz sentido nenhum. Qualquer pessoa que usa o seu cérebro faz percursos de memória, e mais cedo ou mais tarde ele/ela lembrar-se-á. Usar a definição "... nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo" para o entendimento de "mudança" irá alterar a definição de mudança em muitas outras situações. Por exemplo:
"Eu não fumo há mais de 10 anos, mas de vez em quando ainda penso e sinto o desejo de fumar um cigarro uma vez por dia. Mas agora que esta definição diz que eu nem posso desejar um cigarro para estar realmente curado, acho que ainda sou um fumador. Segundo esta definição, eu não posso ser um não-fumador mesmo que eu viva até aos 100 anos sem fumar cigarro algum!" 
"Eu não bebo há mais de 30 anos, mas hoje pensei em beber um copito. Sou levado a concluir que não estou sóbrio visto que, enquanto eu pensar que  posso gostar de beber, serei sempre um alcoólico incorrigível." 
“Bem, embora me tenha apercebido que fui tratado como uma rapariga desde o princípio da minha vida,  que fui constantemente violado pelo homem do lado, e fui gozado pelos meus amigos, e vim a entender que tinha feridas emocionais e físicas dos meus tempos de criança.... e mesmo que tenha trabalhado duramente para lidar com isso através da terapia, e tenha avançado com a minha vida... e embora eu tenha uma atracção sexual muito forte pela minha esposa . . . . e esteja casado e  feliz, pai de 4 crianças. . . . . se eu algum dia tiver um pensamento efémero de algum homem que tenha um bom aspecto, é mais do óbvio que ainda sou homossexual e não mudei nada."
O uso de tal definição de "mudança",  exactamente o que muitos activistas homossexuais fazem, iria resultar no facto de muitos indivíduos que batalham com uma variedade de questões admitir que, na verdade, eles não chegaram a mudar. Isto iria incluir qualquer tipo de vício, onde a recaída durante o processo de recuperação é uma realidade. No entanto, se levarmos em conta que a mudança significa reduzir, diminuir ou atenuar a frequência e a intensidade da atracção homossexual, e o aumento da atracção heterossexual (em alguns casos, esta mudança pode ser até mais dramática visto que pode até nunca ter existido atracção heterossexual antes da terapia) então milhares de pessoas já mudaram.

Mito #3: Qualquer pessoa que diga que ele ou ela "mudou", está num estado de negação, e mais cedo ou mais tarde voltará para o estilo de vida homossexual.

Analisemos as evidências objectivas. Os testemunhos de ex-homossexuais dizem exactamente o contrário (...):

  1. Voice of Change
  2. LDS/Mormon Voices of Hope
  3. Parents and Friends of Ex-Gays and Gays Stories of Change
  4. Dennis Jernigan’s Story of Change
  5. Prodigal Magazine
  6. Homosexual Anonymous Testimonies of Change
  7. The Heart of the Father Ministries
  8. International Healing Foundation: Real Stories of Healing
  9. JONAH Stories of Change
  10. The Third Way: Homosexuality and the Catholic Church
Mito #4: Não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e de livros lgbt é discriminação, viés e censura. No entanto, não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e livros sobre ex-homossexuais é um acto moralmente responsável. Não podemos permitir que as nossas crianças sejam expostas a "prejudiciais" histórias de mudança.

No seu esforço de "proteger" os jovens, os activistas homossexuais frequentemente censuram a literatura que apresenta a alternativa da sua teoria "nascidos assim". Ao mesmo tempo que promovem a igualdade para os indivíduos lgbt, eles negam igualdade para qualquer pessoa que tenha um ponto de vista contrário ao seu. O seu modus operandi é o antigo tema Orwelliano:

Todos os animais são iguais mas alguns animais são mais iguais que outros.

Verdade objectiva: Censura é censura. Por mais que uma pessoa ou um grupo possam não gostar dum ponto de vista contrário ao seu, isso não lhes dá o direito de censurar. A terapia "Sexual Orientation Change Effort" (SOCE) já ajudou milhares de jovens a superar, reduzir e/ou diminuir a sua atracção homossexual. Para mais informações, vejam:: Successful Outcomes of SOCE Therapy by Dr. James Phelan.

Mito #5:  Se por acaso tu falas em favor da terapia SOCE, ou se falas contra o comportamento homossexual, estás a atacar um grupo minoritário protegido (lgbt) e tens que ser processado visto que, afinal, a ciência já determinou que a homossexualidade está embutida no ser humano, como tal, disponibilizar ou apoiar a terapia SOCE para ajudar aqueles com atracção homossexual é impossível e desde logo, criminoso. 

A ideia de que atacar um tópico é atacar um grupo minoritário é propaganda no seu melhor. George Orwell disse:

A linguagem política . . . . está construída para fazer com que as mentiras soem verdadeiras e o assassinato respeitável, e para dar a aparência de solidez ao vento puro.

Verdade objectiva: Discutir um assunto como a sexualidade e apresentar pontos de vista lógicos e razoáveis não é atacar a pessoa (argumentum ad hominem). Por exemplo, muitas pessoas são ateístas. Se eu der motivos para o porquê de eu acreditar em Deus, será que isto é atacar os ateus pessoalmente? Será que eles me podem processar ou mandar a polícia prender-me? Não, eles têm que ter a liberdade para dizer o que pensam, e eu defenderei o seu direito de falar o que pensam. Certamente que eu não os processaria devido ao tipo de coisas que eles afirmam.

Mas é exactamente isto que a organização com o nome de "Southern Poverty Law Center" (SPLC) está a fazer a uma pequena organização sem fins lucrativos, "Jews Offering New Alternatives to Healing" (JONAH). Alegando que os seus ensinamentos e os seus serviços terapêuticos equivalem a Fraude do Consumidor, a SPLC recrutou vários ex-clientes mal-sucedidos da JONAH e fez-lhes uma lavagem cerebral levando-os a acreditar que eles haviam sido "prejudicados" pela sua terapia só porque eles não experimentaram a mudança que supostamente lhes foi prometida. Para mais informação, visitem o site Freedom of Conscience Defense Fund.

A liberdade de expressão e de consciência é-nos garantida pela Constituição e ela permite-nos colocar todas as cartas na mesa. Todos nós temos o direito de acreditar no que  bem entendermos, e debater as ideias no mercado livre de ideias. Que a verdade vença no fim!

Mito #6: Visto que em muitos estados os homossexuais podem casar [sic] e ter o mesmo estatuto legal, as suas famílias são equivalentes às famílias heterossexuais.

Verdade objectiva e biológica: Só um homem e uma mulher podem co-criar outro ser humano, e podem dar o beneficio de ter um pai macho e uma mãe fêmea. Os "casamentos" homoeróticos não dão todas as vantagens que as crianças dos lares heterossexuais têm. Embora os activistas homossexuais apontem para um recente estudo Australiano que supostamente revela como as crianças de duplas homossexuais se saem de modo igual, ou melhor, que as crianças dos casais, o estudo foi na verdade baseado numa amostra de conveniência e não numa amostra aleatória - tal como o estudo levado a cabo por Mark Regnerus (Universidade do Texas), cujo estudo apurou que em todos os items analisados, as crianças educadas por duplas homossexuais estavam [em média] em pior condição do que as crianças dos casais. Para mais informação, clique aqui.

Mito #7: Não está certo cometer bullying contra os homossexuais, mas está perfeitamente correcto intimidar, caluniar e ridicularizar os ex-homossexuais.

Verdade objectiva: Não está certo intimidar, caluniar ou ridicularizar quem quer que seja. Uma vez que os homossexuais são muito vocais, bastante proeminentes, e sobre-representados nos média, as suas vozes soam bastante alto e de forma bem forte. Isto causa a que as personalidades mediáticas frequentemente promovam causas homossexuais, tais como o anti-bullying, a tolerância, e a promoção descarada das causas lgbt nas escolas e nos locais de trabalho.

Um exemplo disto: recentemente uma pesquisa levada a cabo pelo Chase Bank perguntou aos empregados que marcassem com "Sim" ou "Não" à pergunta se eles eram "aliados" da comunidade lgbt. Ninguém sabe o que pode acontecer com os empregados que não marcarem a "opção correcta". Muito provavelmente acabarão por ser despedidos tal como aconteceu com o antigo CEO da "Mozella Corporation" Brendan Eich, que em 2008 deu $1,000 à Proposition 8 da Califórnia, apenas para ser pressionado anos mais tarde e ser forçado a demitir-se devido à sua posição política pouco popular. (Fonte)

Ao mesmo tempo, é impensável as escolas promoverem a tolerância para os ex-homossexuais ou promover materiais que apresentam todos os lados da questão em torno da preferência sexual. Por exemplo, dois distritos escolares de Maryland têm sido abertamente hostis ao ponto de vista dos ex-homossexuais. O "Montgomery County" negou que panfletos feitos pela organização "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX) fossem distribuídos aos estudantes dentro do seu programa de distribuição sem fins lucrativos, mas permitiu que organizações lgbt promovessem as suas causas no seu distrito.

Semelhantemente, os oficiais do "Prince George’s County" em Maryland removeram o "Acception: Bullying Prevention Film and Health Curriculum" depois de terem sido pressionados por activistas homossexuais devido ao facto do mesmo conter informação que dava apoio aos alunos com atracção homossexual indesejada que desejassem  alterar a sua orientação [sic] sexual.

Mito #8: A Bíblia sanciona a homossexualidade.

Verdade objectiva: Ter atracção homossexual não é pecado [ed Lucas: É sim, visto que, segundo o 10º Mandamento, toda a cobiça é pecado]. Segundo a Bíblia, agir de acordo com essa atracção é pecado. Não se pode ser morno em relação a isto visto que o Senhor Jesus disse que nos cuspiria da Sua Boca se assim agíssemos. Olhemos para o que a Bíblia diz:
Não sabeis que os injustos não hão-de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idolatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados, em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. (1 Cor 6:9-11)
Embora muitos activistas homossexuais tenham tentado justificar o comportamento homossexual reinterpretando a Bíblia, os estudiosos Bíblicos rejeitaram tais teorias.  Para mais informações, ler “Welcoming But Not Affirming: An Evangelical Response to Homosexuality” por Stanley Grenz.

Mito #9: Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é intolerante ou homofóbico.

Verdade objectiva: Chamar nomes é uma técnica de propaganda. Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é uma pessoa com uma visão diferente, mas isso não transforma nessa visão em "discurso de ódio". No entanto, no seu site, a SPLC continua a qualificar as organizações que se colocam contra o comportamento homossexual, incluindo o "Family Resource Council",  a "American Family Association", e a "Liberty Counsel", de "grupos de ódio". Recentemente, o FBI usou o SPLC como recurso para identificar os grupos de ódios legítimos, mas actualmente deixou de usar os recursos de grupo.

Mito #10: Não se pode orar para deixar de ser homossexual

Verdade objectiva: Concordo! Não podes orar para afastar o homossexualismo. Não tens esse poder. Podes orar a Deus para que Ele te mostre o significado da tua atracção homossexual de modo a que possas resolver as questões que levaram a esse desenvolvimento. Se Deus quiser que tu mudes, isso pode acontecer.

Há esperança.  O Evangelho Segundo João, capítulo 10, versículo 10, diz:

Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

Tu podes também ser guiado pelo Espírito de modo a encontrar a graça, a paz, a castidade e a cura. Só Deus muda os corações. Que a Sua vontade seja feita.

Fonte:  http://bit.ly/1n0QM2H

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Será que os homens homossexuais fomentam a masculinização das mulheres?

Por Colm O'Hehir

Os Cristãos tradicionalistas frequentemente condenam a revolução sexual homossexual - e estão certo nisso - mas recentemente comecei a ficar intrigado com o papel que os homens homossexuais têm em moldar a revolução sexual HETEROSSEXUAL (isto é, a cultura da promiscuidade do sexo casual que é hoje em dia a norma nas nações ocidentais). Será que a predominância de homens homossexuais nos média e na indústria da moda alterou de modo subtil a forma como os heterossexuais olham para os dois sexos? Eu acho que é plausível sugerir que sim.

Li recentemente uma coluna escrita por uma jornalista Britânica para o Daily Telegraph onde ela dizia que as mulheres "atraentes" dos anos 80 (tais como as meninas do programa de Benny Hill ou a modelo glamour Samantha Fox) tinham "corpos macios", totalmente diferentes das celebridades femininas actuais. Foi um comentário bastante descartável, mas ele fez-me ponderar se a ascensão do ideal feminino de mulheres com corpos "duros" não foi causada pela prevalência de homens homossexuais na indústria da moda e na publicação de revistas. Afinal, os homens homossexuais gostam da aparência magra, forte e musculada nos homens, e como tal, é perfeitamente lógico que eles também gostem dele nas mulheres. Até os seios duros e com a aparência de jogador de futebol de muitas das celebridades modernas têm uma inflexível qualidade estranhamente masculina.

Será que o ideal homossexual da beleza feminina é hoje em dia, e de forma paradoxal, a norma? E será que toda a glorificação das mulheres dominantes, competitivas, assumidamente promiscuas é, de alguma forma, um ideal homossexual?

Os homens modernos buscam mulheres masculinas

Descobri há muitos anos atrás que um amigo próximo era secretamente bissexual. Este homem era um perseguidor de saias obsessivo e também estava de acordo com a noção comum do homen alfa visto que gostava de carros desportivos, e era um homem de negócios com fomentado pela sua intensidade. No entanto, e apesar disto tudo, não fiquei surpreso quando descobri que ele tinha tendências homossexuais. E porquê? Um dos motivos era o facto das mulheres por quem ele se sentia atraído tenderem a ser extremamente personalizadas, dominantes, e competitivas - e ele sempre deixou bem claro que ele gostava delas precisamente por causa destas qualidades, e não apesar delas.

Ele acabou por casar com uma mulher que se enquadrava neste tipo - uma mulher atleta - de quem ele eventualmente se separou. Eu não diria que ele admirava a promiscuidade crescente nas mulheres, mas isso não o perturbava muito. Neste ponto acho que ele era diferente da maior parte dos homens. O Dr. Johnson disse uma vez que os homens preocupam-se mais com a virtude das mulheres do que com a sua, e acho que isso é uma grande verdade.

No fundo, no fundo, a maior parte dos homens heterossexuais idealiza demasiado as mulheres para algum dia ficarem felizes ao vê-las a adoptar um mau comportamento. No entanto, hoje em dia as mulheres recebem uma lavagem cerebral e são levadas a acreditar que o "homem de verdade" é um mulherengo compulsivo. Em termos puramente fisiológicos, isto é um absurdo, visto que nada diminui a potência dum homem de forma mais rápida que a actividade sexual obsessiva de qualquer tipo - tal como qualquer treinador de boxe ou treinador de futebol confirmará.

No entanto, desde pelo menos os anos 1950 tem sido a sabedoria transmitida o "facto" dos homens serem naturalmente promíscuos incorrigíveis. Será mesmo coincidência que o grande apóstolo moderno desta doutrina de promiscuidade intrínseca seja um homem que admite livremente que é bissexual - Hugh Hefner? Ou será coincidência que  a maior parte das séries e das novelas que glorificam a promiscuidade feminina, tais como Sex and the City, sejam escritas por homens homossexuais? Ou que as mulheres de aparência masculina tenham sido inicialmente promovidas por Yves Saint Laurent?

É importante ressalvar também que os homens homossexuais nunca poderão entender o enorme e perigoso poder da forma feminina para os homens normais, e como tal, serão menos susceptíveis de ver mal algum na imodéstia, na nudez, na pornografia, etc. Uma vez ouvi um programa de rádio que falava das mulheres que trabalhavam na indústria da construção, onde um homem do mesmo ramo dizia que não gostava de mulheres no local de trabalho em dias de muito calor uma vez que as partes do corpo à mostra eram uma distracção. 

Um homem homossexual não está na posição de entender as objecções feitas à imodéstia feminina nas roupas e no comportamento. Os homens homossexuais parecem estar naturalmente atraídos para a moda e para as profissões dentro dos média, mas a sua ubiquidade nestas áreas levou à transformação dos ideais e dos comportamentos heterossexuais.



domingo, 7 de julho de 2013

A consequência lógica da adopção homoerótica

Fonte

A Polícia australiana qualificou de "depravado" o caso dum rapaz de 6 anos que foi abusado sexualmente pelos seus "pais" homossexuais, e por outros homens que faziam parte dum sindicato de pornografia infantil conhecido como Boy Lovers

As autoridades da Austrália e dos EUA trabalharam juntas para prender os homens depois de ter emergido o facto do rapaz ter sido oferecido desde a mais tenra idade aos homossexuais pedófilos na Austrália, nos EUA, na França e na Alemanha para exploração sexual e produção de pornografia infantil.

Durante a semana passada, um homossexual americano com o nome de Mark J. Newton, de 42 anos, foi preso por 40 anos nos EUA e condenado a pagar $400,000 à criança, enquanto outro, Peter Truong, de 36 anos (da Nova Zelândia), aguarda sentença no seu país.

"Nenhum destes casos é bom," afirmou o  Detective-Inspector Jon Rouse, que lidera a "Queensland Police Taskforce Argos" da Austrália, e que investiga a exploração infantil online.

O que é extremamente triste neste caso é a forma como a criança entrou nas suas vidas. É realmente uma tragédia, e algo extremamente depravado.

Segundo relatórios, Newton e Truong, que viviam em Cairns, Austrália na altura, começaram a procurar por uma barriga de aluguer por volta de 2002. A dupla homoerótica finalmente encontrou uma mulher na Rússia que deu à luz uma criança por um preço de $8,000. Crê-se que Mark Newton seja o pai do rapaz, identificado como "Adam" como forma de proteger a sua identidade. Adam foi posteriormente entregue a Newton e Truong cinco dias depois do seu nascimento, em 2005. 

Os órgãos de comunicação australianos cobriram a chegada de Adam, descrevendo os dois homossexuais como pais amorosos. No dia 14 de Julho de 2010, quando Adam tinha cinco anos, a "ABC Far North Queensland" emitiu um programa com o título de "Dois pais [sic] são melhores que só um" onde foi dito que "ser um pai era trabalho árduo para a dupla homossexual Peter e Mark mas que eles fariam tudo de novo.


Newton e Truong afirmaram à ABC o seguinte:

Decidimos que teríamos uma criança que era a altura ideal para termos uma família . . . Queríamos experimentar a alegria da paternidade

A ABC por sua vez disse que eles eram "uma família feliz e relaxada" mas que "não foi um caminho fácil chegar onde chegaram. Depois de muitas complicações, Adam nasceu duma barriga de aluguer duma mulher russa." 

A agência noticiosa russa RT Novosti reportou que Adam começou a ser sexualmente molestado pela dupla homoerótica quando ele tinha apenas 22 meses de idade. A RT Novosti disse ainda:

Mais tarde, eles [a dupla homoerótica] colocaram o Adam disponível para outros membros dum círculo de pedofilia que se encontrava presente na Austrália, na França, na Alemanha e nos EUA, para onde Newton e Truong tinham viajado com bastante frequência.

As investigações policiais apuraram que pelo menos oito homossexuais destes países tiveram contacto com Adam quando ele tinha entre 2 a seis anos. Segundo a Channel 7 News da Autrália, dois outros homossexuais, os americanos John R Powell, advogado de Flórida (de 41 anos) e Jason Bettuo, um professor de ténis de Michigan, foram também acusados.

A policia deu início às investigações que levaram à prisão depois de ter descoberto por acaso imagens suspeitas durante um raid à casa dum pedófilo residente em Wellington, Nova Zelândia. A polícia australiana disse que as imagens não eram ilegais, mas que foram reconhecidas como "fotografias de modelagem." 

Investigações posteriores descobriram logs de conversas entre Newton e Truong e outros membros da rede Boy Lovers. Quando a polícia fez um raid à casa da dupla homossexual em Cairns, foram encontradas evidências suficientes nos computadores e nos dispositivos de vídeo que garantiam a sua prisão. Adam foi retirado da tutela da dupla homossexual e colocado num abrigo. 

Durante a audiência feita no momento em que era determinada a sentença, em "District Court" (Indianapolis), Newton disse ao tribunal que "ser um pai era uma honra e um previlégio que resultaram nos melhores seis anos da sua vida.

A Juiza Sarah Evans Barker respondeu e disse que, "As palavras não ajudam . . . O que mais pode ser dito? O que pode ser feito para remover algum do horror em torno disto?". A Juíza Barker acrescentou ainda que era de opinião de que Newton merecia uma pena mais severa mas que ele havia sido julgado num tribunal distrital de modo a poupar o júri de ver as imagens produzidas pelos réus.

Depois da audiência, Joe Hogsett, Procurador dos EUA (Indiana), afirmou que estes homossexuais haviam submetido a criança a alguns dos actos mais hediondos que a sua agência havia alguma vez visto. 

O Provedor da Justiça russo pelos Direitos das Crianças, Pavel Astakhov, afirmou à RT Novosti que o governo russo está a apertar as leis da adopção de modo a que o caso de Adam não volte a acontecer.

Os órfãos russos sempre atraíram os pervertidos estrangeiros devido à sua acessibilidade. Os estrangeiros simplesmente vinham e levavam as crianças a troco de dinheiro.

Em Dezembro de 2012, a Rússia aprovou a ‘Dima Yakovlev Law’ que baniu os cidadãos americanos de adoptar crianças russas. Em Junho de 2013 a Duma estatal aprovou uma emenda que 1) baniu a adopção de crianças russas por parte de duplas homossexuais provenientes do estrangeiro, e que 2) proibiu pessoas solteiras cidadãs ou residentes permanentes de países que permitem o pseudo-casamento homoerótico de se tornarem pais adoptivos ou guardiões legais de crianças russas. 

A própria Rússia não permite o "casamento" homossexualista e as autoridades locais aprovaram recentemente um certo número de leis regionais e federais que proíbem a promoção do homossexualismo ou de outras aberrações sexuais às crianças.



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Para se entender o motivo do uso do pintainho na imagem de cima, basta saber que o termo "chickenhawk" é usado como referência aos homossexuais que têm preferência por parceiros sexuais mais novos. Com esta imagem, esta dupla homossexual revela bem a sua mentalidade depravada e pervertida.

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