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sábado, 18 de julho de 2015

O porquê do "casamento" homossexual não funcionar

Por Joseph Sciambra 

Durante os mais de 10 anos que passei dentro do estilo de vida homossexual, por duas vezes me tornei no "outro homem" dentro do assim-chamado "casamento homossexual". Por aquela altura, e visto que o "casamento" homossexual ainda não havia sido reconhecido nos EUA, ambas as duplas haviam sido "casadas" em cerimónias privadas realizadas por um clérigo prestativo. Uma das duplas encontrava-se na casa dos 40 enquanto que a outra estava na casa dos 50.

De forma geral, ambas as duplas haviam chegado a San Francisco (provenientes de outras partes do país) durante a agitação inicial do movimento dos direitos dos homossexuais da década 70. Naqueles dias, e segundo o que todos eles me disseram, cada pessoa tomou o seu lugar activo dentro do hedonismo e da promiscuidade que iria mais tarde causar a epidemia da SIDA. De facto, um dos homens havia-se tornado seropositivo, perdido o seu antigo parceiro, e "casado" mais tarde com o [na altura] actual e seronegativo parceiro.

As histórias pessoais eram contorcidas e as associações eram frequentemente complicadas; por vezes, todos eles "brincavam" juntos, noutras vezes, "brincavam" separadamente. Ocasionalmente, a inveja entrava em cena, mas mais frequentemente existia uma penetrante atmosfera de depressão e ansiedade que englobava tudo e todos. Curiosamente, nestes relacionamentos, frequentemente com os participantes a viverem dentro de ambientes Victorianos muito bem restaurados em redor da zona Castro, eu desejei internamente por alguns momentos de paz doméstica.

Surpreendentemente, eu vi que eles eram tão disfuncionais como o resto de nós, que éramos jovens e ainda tomávamos parte das discotecas, dos balneários e dos clubes de sexo. O "casamento" homossexual não havia mudado ninguém - apenas havia dado um bocado de consolo para os sobre-sexuados e para os cansados. 

De forma geral, como era o caso (e mais ainda depois da revolução sexual), os homens homossexuais entram nesse estilo de vida quando se encontram no final da adolescência, no princípio dos seus anos 20. Durante essa fase etária, há muitas oportunidades para a pessoa se expressar e para fazer experiências. Este poder recém-descoberto pode ser ocasionalmente arrebatador.

Por exemplo, a dada altura tu foste o rapaz que ninguém queria na equipa, ou o rapaz com o pai demasiado crítico e com falta de amor, ou o rapaz assustadiço que foi tocado por alguém. De repente, tu estavas com pessoas que, de modo geral, haviam passado pelas mesmas coisas, embora nunca chegassem a admitir. Em vez disso, todas as pessoas agem de modo teatral segundo o trauma pelo qual passaram durante a infância numa cerimónia bizarra de reencenação como cura.

Agora, pode-se dançar na multidão, sentir os corpos quentes perto do teu, e imaginar que finalmente fazes parte dum grupo; os homens mais velhos, que querem que tu lhes chames de "pai", convidam-te para sair. Aquele momento de vergonha e embaraço da nossa infância já não parece tão estranho ou horripilante porque o mesmo pode ser vivido vez após vez, e pode-se obter prazer sob aquilo que tu pensas estar a acontecer segundo os teus próprios termos.

Quando eu estava nos meus anos 20, este cenário passou por diversas vezes na minha vida. No entanto, as coisas foram ficando sempre mais perigosas, mas eu acreditava que valia a pena correr os riscos como forma de encontrar o amor. Só que, e à medida que ia vendo cada vez mais amigos meus a morrerem de SIDA, drogas e suicídio, muitos daqueles que se encontravam ao meu redor - pessoas a entrar na casa dos 40 ou 50 - começaram a abandonar esta vida. Tal como eu, a perigosa imprudência de se ser jovem e homossexual começou a perder o seu fascinio, e, então, talvez uma nova forma de felicidade se pudesse encontrar na forma mais madura da monogamia homossexual.

À periferia do existência homossexual - no era pré-"casamento" homossexual dos anos 90 - existiam pequenos enclaves de homens de meia idade que haviam atravessado a perversidade de sua juventude, e sobrevivido, só para se tornarem um poucos mais deliberados, mas de modo incremental mais alienados da sexualidade exuberante do que é ser-se homossexual. 

Parte deste exílio auto-imposto era o resultado directo da obsessão homossexual pela juventude e pela forma musculada da virilidade. Alguns lutaram contra isto, recriando-se a eles mesmo (através do uso de tratamentos com hormonas e exercício físico infindável) em "pais" hiper-masculinos; alguns antigos twinks regressaram dentro na pornografia como tops; (twink é calão homossexual para o jovem submisso e top refere-se ao homossexual mais dominante e insertivo.)

Muitos homossexuais continuaram fora, escolhendo iniciar uma relação com outros homens da mesma faixa etária. A SIDA frequentemente tomava muitos amigos e amantes, e isto trazia consigo um medo que se canalizava para um certo tipo de monogamia forçada. Mas havia uma difusa sensação de desconforto que azedava tudo.

No ano de 1989, quase 10 anos mais tarde, eu era o intruso ou o "outro homem" dentro dum relacionamento homossexual ("casamento"). Durante a maior parte do tempo, eu era trazido acrimoniosamente - para "brincar" com um ou com o outro - porque o fervor inicial e o medo que haviam causado o relacionamento estavam lentamente a caminhar para uma apatia conjugal e aborrecimento sexual. 

Na primeira vez, os parâmetros e as fronteiras psico-sexuais foram claramente definidas à partida; embora eu estivesse a ser aceite como um participante erótico na relação, nenhum dos dois haveria de ficar emocionalmente envolvido comigo. Por essa altura, sendo jovem como era, isso era suficiente para mim; só o facto de estar perto de dois homossexuais aparentemente bem-ajustados, e que eram aparentemente haviam saído ilesos dos míticos anos 70, era uma pausa dos constantes mas insignificantes encontros duma noite ou encontros nas saunas. Talvez isso também representasse algo que era indefinível - que através do infindável sexo eu buscava apenas uma pessoa a quem amar. Só que esta versão pervertida de amor marital foi tudo o que eu encontrei - e por alguns momentos, parecia real.

A segunda vez ocorreu quando eu era muito mais velhos, e a rapidamente a ficar queimado, e chegando à idade onde eu não mais conseguiria acompanhar fisicamente ou mentalmente o acelerado ritmo fogoso do homossexualismo moderno. Fiquei chocado por dar por mim a ser chamado de "pai" com a idade de 28 anos; parecia que não havia sido há muito tempo que eu era o jovem e o impressionável em busca dos mais vividos e dos mais experientes.

Ser chamado de "pai" fez-me sentir prematuramente velho ao lado do novo grupo de adolescentes, mas também trouxe até mim uma entorpecente sensação de falhanço: a felicidade que eu não havia encontrado enquanto era um jovem núbil sob a tutelagem de homossexuais mais velhos, teria que encontrar agora, sendo um suposto instrutor mais velho.

Não encontrei, e como tal, voltei-me para homens ainda mais velhos. Esta nova dupla, que por essa altura estava nos seus nos 50, era um par de antigos libertinos. Tal como todas as pessoas que haviam escapado da foice indiscriminada da SIDA, eles encontraram alguma segurança quando se tornaram em colegas de quarto "com benefícios".

Quando eu os encontrei, a sua vida sexual era segura, mas rotineira. Eu fui trazido para o meio deles como forma de mudar tudo isso. Embora eu tenha observado afeição  genuína entre eles, ela era parecida à camaradagem instantânea que liga de maneira indelével todos os sobreviventes do horror. Esta era a característica que eu havia testemunhado em todas as duplas homossexuais - isto é, um laço de sofrimento inflamado pelas suas memórias comuns da infância que havia dado errado - pais fracassados, histórias de rapazes vítimas de bullying, e noites longas a chorar em busca de amor.

Este era um "casamento" forjado através da experiência - experiência de sair do armário, de sentir um orgulho inicial e uma esperança dentro do estilo de vida homossexual, e de ser mais tarde esmagado pela realidade do egocentrismo colectivo homossexual e da sua propensão para o sexo sem-sentido.  Eles fogem disto, e ao fazê-lo, revelam a sua inerente disfuncionalidade.

Mas essa instabilidade apenas é miniaturizada e refinada quando ela ocorre dentro duma relação. As coisas rapidamente se tornam ou em pulverização catódica ou em combustível. Devido à ausência da complementaridade entre os pólos opostos do macho e da fémea, o choque de testosterona agita e antagoniza. A aparente felicidade  harmoniosa decai e o calor inicial entre os parceiros arrefece; eles tornam-se co-dependentes mas sedentos duma plenitude que nunca se materializou durante a sua união. 

Tal como o mais alargado mundo do homossexualismo masculino, a sua relação torna-se doentia; o sexo é o denominador comum, tal como o seu controle fascista sobre aqueles que aceitam e se sujeitam à sua dominação, e eles ficam impotentes contra a necessidade espinhosa de extinguir o fogo inextinguível do amor não-realizado - o homem perfeito ainda por ser encontrado.

Como o "outro homem", senti de modo instintivo este desconforto, um armistício inquietante que acabava sempre em frustração sexual. Isto acontecia porque a relação homossexual era uma irmandade nascida da ansiedade e da apreensão; a realização de que o mundo homossexual gira para fora de controle, picando de modo incessante cada grupo de recém-chegados.

Logo, a obsessão actual pelo "casamento" homossexual não é um passo rumo a uma versão da monogamia heterossexual transladada para a mente dos homens homossexuais, mas uma fuga rumo à segurança, e a realização inconsciente de que até agora, nada (descriminalização, emancipação sexual e aceitação) funcionaram.

Eu vi isto em ambas as duplas do meu passado, visto existir um orgulho palpável que se glorificava na sua habilidade de aparentemente terem superado o estereótipo do homossexual maluco por sexo, tornando-se mais políticos à medida que os anos 90 iam passando.

Mas isso cobria a realidade da situação; que estes pactos eram formados como uma resposta desesperada à realidade da depravação homossexual, e à expulsão forçada de certos homens homossexuais considerados demasiado velhos para serem desejáveis; a tendência destes homens de se esconderem em círculos protectores; a natureza transitória de monogamias tensas dentro destes relacionamentos, e a rápida re-invasão da forma de pensar homossexual; a abertura dos pares homossexuais; a firme arrogância dos homens que "já estão juntos há anos" apesar da sua historia mútua de aventurismo sexual contínuo. 

No fim, tudo isto não passa dum faz-de-conta, um último esforço para se salvar um estilo de vida que é intrinsecamente auto-destrutivo. 

sábado, 28 de fevereiro de 2015

O porquê do homossexualismo deixar os seus practicantes insatisfeitos

Por Joseph Sciambra

Momentos seminais das nossas vidas por vezes ocorrem da maneira mais inexplicável possível e em situações que parecem ser fugazes e insignificantes. Um de tais incidentes ocorreu durante uma visita de rotina bastante triste a uma muito conhecida área de "cruzeiro" do Oeste de Hollywood; no mundo homossexual, existem certos locais que são conhecidos pelos outros homossexuais como sítios bons para se engatar outros homens homossexuais para encontros sexuais rápidos. Normalmente, isto causa a que duplas anónimas caminhem para as mais próximas ruelas sombrias ou para carros estacionados como forma de levar a cabo encontros anónimos.

Numa dessas noites, fiz um cruzeiro através do estacionamento que se encontrava junta a uma livraria adulta, bem na Santa Monica Blvd. Olhando através das sombras pude ver formas disformes de vários homens (as caras e as figuras eram difíceis ou impossíveis de ser ver claramente). Durante algum tempo fiquei na retaguarda, perto do cruzamento e perto do brilho das luzes. Vários homens mais velhos aproximaram-se de mim, mas senti uma satisfação enorme em recusar os seus avanços, os seus elogios e o seu dinheiro. A emoção de poder os rejeitar era um grande elixir.

Foi então que reparei em alguém que pensava conhecer, mas era impossível; menos de um ano antes eu havia conhecido o meu ídolo quando, por uma vez, eu andei lado a lado com um amigo meu que havia entrado no mais ilustre mundo da cena pornográfica homossexual de Los Angeles; quanto a mim, todos os meus empreendimentos em Hollywood haviam resultado em nada, e eu era sempre relegado para uma aparição ocasional num filme-fetiche dentro dum apartamento ou dum quarto de hotel em San Francisco.

Inicialmente, à distância, nessa noite dentro do clube nocturno admirei a fonte da minha admiração - o rei incontestável da pornografia homossexual: Joey Stefano. Mais tarde, nessa noite, tive a chance de falar com ele e finalmente realizar um sonho. No entanto, olhando para trás, esse encontro está longe de ter sido elevador. Embora eu ainda tivesse estrelas nos meus olhos, Joey já tinha visto o quão famoso um rapaz homossexual se poderia tornar e o quão longe uma estrela pornográfica poderia ir, e ele estava insatisfeito. Eu estava confuso.

De volta para estrada; lá estava ele. Mas o que é que Joey Stefano estava a fazer neste estacionamento? Os mais ricos correctores de poder homossexuais no armário pagariam para estar com ele, e como tal, porque é que ele estava lá? De certa forma, eu tinha vergonha de lhe perguntar, e eu não queria abordá-lo, mas tinha que o fazer. Ele não se lembrava de mim; eu não fiquei magoado nem surpreendido.

Embora eu tenha sido sóbrio em toda a linha, a perversidade sem rosto era a minha droga; ele parecia nadar através duma neblina invisível. Para mim, era a emoção da caça e da perseguição; Joey, por outro lado, estava totalmente gasto e acabado para a perseguição.

Mais tarde, pensei nisto; durante esse período da minha vida, eu estava absurdamente obcecado com a Marilyn Monroe, lendo quase todas as biografias rascas sobre ela. Em várias destas biografias foi mencionado que para o final da sua vida, ela tornou-se incrivelmente promiscua envolvendo-se com estranhos - desde os taxistas que andavam com ela dum lado para o outro, até aos homens da construção, que remodelavam a sua nova casa. A mulher mais desejável do mundo poderia ser tua facilmente.

Isto fez-me pensar no Joey visto que no início dos anos 90, ele era a versão homossexual dela. Aos meus olhos, ele tinha tudo: fama, dinheiro, uma legião de fãs adoradores, e um lugar de admiração dentro da comunidade homossexual. Quaisquer que tivessem sido os fantasmas que haviam atormentado a sua infância, eles haviam sido superados.

Ou não?

Dentro da comunidade homossexual, há muitas formas de salvação aparente: aceitação num nível que nenhum rapaz efeminado alguma vez experimentou durante a sua vida repleta de bullying; a liberdade para expressar todos aqueles sentimentos interiores imersos na vergonha que tu passaste anos a tentar negar e suprimir; e os homens que serão os teus pais adoptivos - alguns deixar-te-ão chamar-lhes "paizinho" durante o acto sexual. Mal tu tenhas tudo isto, as coisas ficarão bem, certo?

Só que não.

Tu ainda és tu; as dores duma infância nervosa são as mesmas, e a livre expressão, o companheirismo, e o sexo deixam-te de alguma forma vazio; tu ainda queres mais, embora tu não saibas exactamente o que queres. Então, depois de encontrares o amante, amigo, marido perfeito, tu regressas às mesmas loja de vídeos pornográficos, às mesmas casas de banho públicas, aos mesmos lugares de "cruzeiro", em busca de algo que perdeste. Tu nunca o vais encontrar. Passas a tua vida a perseguir fantasmas, e os mortos só morrem sozinhos.

Cerca de um ano mais tarde, Joey deixou esta existência quando buscava um instantâneo blackout entorpecedor da mente - morrendo aidético com uma overdose num sombrio motel de Hollywood.

- http://goo.gl/eh7IIH

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A verdade, as mentiras e o homossexualismo

Por Bill Muehlenberg

Para além da Bíblia ser clara como cristal em torno da condição pecaminosa e anormal do homossexualismo, ela diz-nos também o porquê das pessoas que se encontram dentro deste estilo de vida se rodearem de mentiras e de decepções. Os estilos de vida iníquos e rebeldes resultam numa rejeição da verdade e este ponto generalizador encontra-se bem expresso em Hebreus 3:13 onde lemos sobre "o engano do pecado". Para além disso, Romanos 1 claramente salienta este ponto, deixando-nos sem qualquer dúvida em relação ao porquê do pecado e da mentira encontrarem-se tão fortemente associadas. Em Romanos 1:18 lemos o seguinte:

Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça.

Nos versículos 24-27 o Apóstolo Paulo dá-nos o seu exemplo primário disto mesmo - o pecado do homossexualismo - e no versículo 25, Paulo declara que eles "Trocaram a verdade de Deus pela mentira". Mais uma vez observamos uma ligação clara entre a imoralidade e a supressão da verdade. É por isso que sempre que lidamos com pessoas que fazem publicidade do seus estilos de vida pecaminosos no geral - o homossexualismo em particular - ficamos a saber que as mentiras e a decepção caracterizam o que eles dizem.

Eles odeiam a verdade, suprimem a verdade, e trocam a verdade de Deus pelas mentiras do inimigo. Os ataques selvagens e pervertidos aos meus dois últimos livros (dos três que escrevi em torno deste assunto) são um exemplo claro disso mesmo.

Esses dois volumes têm mais de 1200 referências, e muitas centenas deles são citações directas presentes em livros, revistas e outras fontes homossexuais. No entanto, os activistas [homossexuais] ainda assim rejeitam tudo o que por lá se encontra. Ou seja, eu cito os próprios homossexuais, eles perdem a cabeça e tentam atacar-me. Isto ocorre não só devido ao facto deles terem sido endurecidos contra a verdade, mas também porque eles preferem viver uma mentira, envolvendo-se mais ainda no seu estilo de vida imoral.

Devido a isto, quando um deles aparece em público, e tenta ser mais honesto, eles ficam loucos. Um artigo recente escrito por um homossexual Americano prova isto mesmo. No artigo "O Porquê de Já Não Querer Ser Homossexual", Luis Pabon atreve-se a dizer as coisas tal como elas são, e devido a isso, os seus amigos [homossexuais] voltaram-se contra ele. Deixem-me partilhar partes do seu texto:

Já não quero ser homossexual. Sei que superficialmente esta declaração tresanda a negação, auto-aversão, e homofobia internalizada, coisas tipicamente associadas à aceitação e à integração da sua própria homossexualidade, mas a verdade é que eu já não quero ser homossexual. Este estilo de vida durou para além do seu prazo de utilidade. Vivi todos os aspectos dessa vida e posso afirmar com segurança que ela já não está de acordo com a pessoa que sou ou quero vir a ser.

Nem sempre me senti assim. Inicialmente vim para esta comunidade em busca de amor, intimidade, e irmandade. Em vez disso, obtive trevas, infidelidade, solidão e desunião. A auto-aversão que existe dentro da comunidade homossexual leva-nos a encontrar uma série de homens emocionalmente desequilibrados que são auto-destrutivos, nocivos, cruéis e vingativos uns para com os outros.

Lutei para modificar o meu código moral de modo a que se ajustasse aos comportamentos concomitantes inerentes ao estilo de vida, mas parece que esse estilo de vida está a forçar-me para longe de tudo o que amo e valorizo. Por mais que eu tente purgar a minha percepção das suas crenças estabelecidas e preconceitos distorcidos, os mesmos estereótipos clássicos dos homens homossexuais continuam a aparecer na minha mente.

O sexo indiscriminado, a superficialidade, os relacionamentos instáveis, o auto-ódio, o síndrome Peter-Pan, as uniões ocultas, o preconceito com a idade ["ageism"], os momentos sombrios, a solidão, a preocupação com o sexo, o preconceito, e a aversão à intimidade são coisas que parecem surgir do chão onde eu pensava que elas estavam enterradas.

Parece que os homens homossexuais têm dificuldade em transcender os estereótipos e os clichés associados ao seu estilo de vida, e isso está tornar-se desanimador.
(...)
Sou demasiado novo para ter saudades dos bons dias do passado, mas esta vida faz com que tenhas saudades do que significava ser homossexual. Faz com que tenhas saudades dos tempos em que um homem te saudaria e te ofereceria uma bebida, em oposição a ele dizer-te o tamanho do seu pénis e as suas estatísticas sexuais. O meio termo da cortesia foi eliminado e em seu lugar foi colocado um diabo imoral que diariamente te assiste na tua destruição.

Embora eu reconheça a minha atracção por homens, escolho não mais me associar com uma vida que existe fora da moralidade e da bondade. O estilo de vida homossexual é como o amor dum bad boy cuja atenção e amor tu inicialmente buscas, mas eventualmente avanças para além desse estado. Já não é aí que eu me revejo.

Este é um testemunho importante, e tudo o que temos que fazer é ler os comentários odiosos e totalmente diabólicos presentes na secção de comentários desse artigo para termos uma ideia do que eu estava a falar. Ele cometeu uma heresia gigantesca: ele admitiu que o estilo de vida homossexual é sórdido, perverso, e decadente.

As pessoas que os militantes homossexuais mais odeiam são aqueles que abandonaram por completo o estilo de vida homossexual. Um ex-homossexual desse tipo é Andrew Comiskey, que não só teve a sua vida totalmente voltada do avesso por parte do Senhor Jesus Cristo, mas que também se encontra preocupado com a mentira e com a decepção - até aquelas que se encontram dentro das igrejas actuais. No seu artigo com o título de “The Lie of ‘Gay’ Love” ele diz:
Nos dias de hoje o cidadão Ocidental é considerado "culto" se aceitar a noção de que o homossexualismo é inato e imutável, e que a sua expressão é digna de todos os privilégios atribuídos ao casamento e à família. Por defender o casamento e discordar com o bem ético da práctica "gay", o mesmo cidadão é considerado, na melhor da hipóteses, como um ignorante, e na pior das hipóteses, como uma pessoa intolerante, intimidadora, e cheia de "ódio" 
Acusações criminosas podem ser feitas contra ele; quem quer que se encontre fora da carruagem "gay", perderá a sua reputação, chegando até a poder perder o seu negócio se por acaso se recusar a cooperar com casamentos [sic] "gay". 
Buscando relevância, a Igreja foi reduzida ao silêncio e depois do silêncio, à lenta concessão do que é uma feroz mas bem camuflada "agenda gay". (Eu mesmo testemunhei esta "agenda" visto que eu saí do homossexualismo no final dos anos 70, e mesmo por essa altura era aparente que os abastados políticos homossexuais tinham como objectivo o anel dourado do "casamento gay"). 
A táctica é bem simples e ela procede desta forma: 'As pessoas "gays" são amorosas e encontram-se feridas. Porque é que nós os haveríamos de ferir mais ainda recusando-lhes aquilo que eles pedem? Afinal de contas, nós acreditamos na busca pela felicidade, certo?' Tentando ser "amorosa", a Igreja verga-se a tais questões superficiais com respostas superficiais.
Ele conclui:
O mais novo inimigo da Igreja no entendimento claro da sexualidade humana é "agradável". Sem dúvida que muitas pessoas com atracção homossexual (eu não uso a palavra "gay" visto que a mesma é uma identificação socio-política que impede as pessoas de resolver a atracção) são simpáticas, amorosas e capazes de compromissos sérios. 
Não é essa não é a questão.  
A questão é: qual é o propósito da sexualidade humana? Se nós como Cristãos não formos claros em afirmar que o propósito do eu, que se encontra em perigo, é amadurecer de forma suficiente para sermos dádivas para outros, de modo a que possamos, juntos, criar nova vida, então já perdemos o nosso rumo. Não fazemos favores a ninguém quando alteramos as linhas divisórias de modo a que elas aceitem amizades sexualizadas entre pessoas do mesmo sexo, da mesma forma que fizemos uma desserviço ao acomodar o sexo fora do casamento com base no argumento de que "os Cristãos também o fazem". 
Os nosso jovens estagiários e eu estudamos recentemente o livro ‘The Bible and Homosexual Practice’ (Abingdon Press, Dr. Robert Gagnon), o melhor e a mais sábia abordagem ao assunto. Sem sombra de dúvida que, do princípio até ao final, as Escrituras proíbem todos os actos homossexuais com base na tese de que a "discomplementaridade" sexual é um acto de traição contra Deus e contra o nosso próximo. Ponto final. 
Os nossos corações "amorosos" enganam-nos. A "agenda" enganou-nos. Um inimigo comum enganou-nos. Pode ser demasiado tarde para a nossa nação trazer de volta o casamento das garras dessa agenda, mas o Próprio Senhor Jesus não deixará que a Sua noiva seja enganada. Temos que acordar e arrepender-mo-nos. Ainda não é tarde para colocarmos de parte as nossa concessões "simpáticas" em favor "dum inimigo que veio para roubar, matar e destruir" as nossas vidas (João 10:10). 
Conjuntamente com Aquele que veio ao mundo de modo a que "todas possam ter vida e vida em abundância" (João 10:10), que nós possamos abrir de forma escancarada as portas dos nossos corações e das nossas igrejas e disponibilizar um seio misericordioso onde todos se podem arrepender da decepção que os está a destruir.
Temos aqui, portanto, dois indivíduos, um atrevendo-se a ser honesto relativamente ao seu estilo de vida, e outro sendo corajoso e confrontando as mentiras que existem dentro das nossas igrejas. Em ambos os casos, a verdade é suprema, e é essa verdade que tem que ser promovida se por acaso queremos ajudar as pessoas.

O Senhor Jesus deixou as coisas bem claras quando disse:

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” ( João 8:32)

Independentemente do assunto ser o homossexualismo ou outra coisa qualquer, nós estamos desesperadamente necessitados de ouvir a verdade.

- http://ow.ly/ER4sA

domingo, 14 de dezembro de 2014

5 razões pelas quais o "casamento" homossexual é mau para as crianças

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Os defensores do "casamento" homoerótico acreditam que a única coisa que as crianças precisam é de amor. Tendo como base esta crença, eles concluem que é igualmente benéfico as crianças serem educadas por dois pais homossexuais amorosos, tal como o é serem educadas por dois pais heterossexuais amorosos. Infelizmente, esta pressuposição básica - e tudo o que procede da mesma - é falsa uma vez que só o amor não chega!

Em igualdade de circunstâncias, as crianças educadas por um pai e por uma mãe dentro dum casamento desenvolvem-se melhor. É dentro deste ambiente que as crianças são mais susceptíveis de ficar expostas a experiências psicológicas e emocionais que são necessárias para o seu desenvolvimento. Os homens e as mulheres trazem diversidade para a paternidade; cada um faz contribuições únicas para a educação das crianças - contribuições essas que não podem ser replicadas pelo outro. As mães e os pais pura e simplesmente não são permutáveis. Duas mulheres podem ambas ser boas mães, mas nenhuma delas pode ser um bom pai.

Eis aqui, portanto, cinco razões do porquê ser do melhor interesse das crianças elas serem educadas tanto pela mãe como pelo pai:

Primeiro: o amor de mãe e o amor de pai - embora ambos importantes - são qualitativamente distintos e produzem tipos de ligação pai-filho distintos. Especificamente, é a combinação do amor de tendência incondicional da mãe e o amor de tendência condicional do pai que é essencial para o desenvolvimento da criança. A presença duma destas formas de amor sem a presença da outra pode ser problemático visto que o que a criança precisa é do equilíbrio complementar que os dois tipos de amor paternal e apego possibilitam.

Só pais heterossexuais oferecem à criança a oportunidade de desenvolver relacionamentos com um pai do mesmo sexo, e outro do sexo oposto [ed: o termo certo é sexo complementar e não "oposto"]. Relacionamentos com ambos os sexos cedo na vida facilitam os relacionamento com ambos os sexos mais tarde na vida. Para a menina, ela irá entender melhor e interagir melhor com o mundo dos homens e sentir-se mais confortável no mundo das mulheres. Para os rapazes, o contrário é também verdade. Ter um relacionamento com o "outro" - pai do sexo oposto - aumenta também a probabilidade da criança ser mais empática e menos narcisista.

Segundo: as crianças crescem segundo etapas de desenvolvimento previsíveis e necessárias. Algumas etapas requerem mais da mãe, ao mesmo tempo que outras requerem mais do pai.. Por exemplo, durante a infância, os bebés de ambos os sexos tendem a se desenvolverem melhor sob os cuidados da mãe. As mães estão mais sintonizadas com as necessidades subtis dos seus filhos, e desde logo, são apropriadamente mais sensíveis. No entanto, a dada altura, se queremos que o jovem rapaz se torne num homem competente, ele tem que se desligar da sua mãe e identificar-se mais com o seu pai. Um rapaz sem pai não tem um homem com quem se identificar e é desde logo mais susceptível de ter problemas na formação duma identidade masculina saudável.

O pai ensina o rapaz a forma como canalizar de forma certa a sua agressividade e os seus impulsos sexuais. Uma mãe não pode ensinar a um filho como controlar os seus impulsos porque ela não é um homem e não tem os mesmos impulsos que um homem. O pai também coloca em práctica uma forma de disciplina junto do filho que a mãe não coloca - um tipo de disciplina e respeito mais prováveis de manter o rapaz controlado. Estas são as razões principais que fazem com que os rapazes que crescem se um  pai sejam mais susceptíveis de se tornarem delinquentes e serem, consequentemente, colocados na prisão.

A necessidade do pai também está embutida na psicologia das meninas. Existem momentos da vida das meninas onde só o pai tem lugar. Por exemplo, o pai oferece um ambiente seguro não-sexual onde ela pode ter a sua primeira relação homem-mulher e ter a sua essência feminina afirmada. Quando a menina não tem um pai para preencher esse lugar, ela é mais susceptível de se tornar promiscua numa tentativa equivocada de tentar satisfazer a sua natural necessidade por atenção e validação masculina.

De forma geral, os pais [homens] desempenham um papel moderador na vida dos filhos. Eles restringem os filhos de agir de forma anti-social, e as filhas de agir de forma sexual. Quando não há um pai para levar a cabo estas funções, terríveis consequências ocorrem tanto para as crianças sem um pai, como para a sociedade onde estas crianças agem segundo os seus instintos não-controlados por um pai.

Terceiro: os rapazes e as raparigas precisam da figura paterna do sexo oposto para os ajudar a moderar as inclinações naturais associadas ao seu sexo. Por exemplo, os rapazes normalmente colocam a razão acima da emoção, as regras acima dos relacionamentos, correr riscos acima da precaução, e padrões acima da compaixão; as raparigas normalmente fazem o contrário. Pais de sexos opostos ajudam as crianças a manter as suas tendências naturais controladas, ao lhes ensinarem - verbalmente ou não - o valor das tendências do sexo oposto. Esse ensino não só facilita a moderação, mas expande também o mundo da criança - ajudando o rapaz ou a rapariga a olhar para além do seu limitado ponto de vista.

Quarto: o "casamento" homossexual irá aumentar a confusão sexual e as experiências sexuais entre os jovens. A mensagem explícita e implícita do "casamento" homossexual é que todas as escolhas são igualmente válidas e desejáveis. Portanto, mesmo as crianças dos lares tradicionais - educadas pela mensagem de que todas-as-opções-sexuais-são-iguais - crescerão a pensar que não importa com quem se relaciona sexualmente ou com quem a pessoa se casa. Adoptar tal crença irá levar alguns - se não muitos - jovens impressionáveis a considerar arranjos sexuais e maritais que de outra forma eles nunca iriam contemplar. E as crianças de lares homossexuais,  que já são mais susceptíveis de levar a cabo mais experiências sexuais, irão levar a cabo estas experiências sexuais em números ainda maiores visto que a sua sexualidade  não só teve o exemplo dos seus "pais", como também foi aprovada pela sociedade dentro da qual elas cresceram.

Não existem dúvidas e que a sexualidade humana é maleável. Levemos em contra a Grécia antiga, ou a Roma antiga - entre muitas outras sociedades antigas - onde a homossexualidade masculina e a bissexualidade eram quase omnipresentes. Isto não acontecia porque estes homens nasciam com o "gene homossexual" mas sim porque nessas civilizações o homossexualismo era tolerado. [ed: Homossexualismo na Grécia.] Aquilo que a sociedade sanciona, a sociedade obtém em maior número.

Quinto: se a sociedade permitir os "casamentos" homossexuais, ela terá também que permitir os outros tipos de "casamento". A lógica legal é simples: se proibir o "casamento" homossexual é discriminação, então proibir "casamentos" polígamos, poliamorosos, ou qualquer outro tipo de agrupamento marital é também considerado discriminação. As ramificações emocionais e psicológicas destes arranjos variados na psique e na sexualidade das crianças será desastroso.

E o que acontecerá às crianças quando um destes "casamentos" alternativos se dissolver e cada um dos "pais" voltar a "casar"? As crianças podem dar por si com 4 pais, ou dois pais e 4 mães, ou...coloquem a vossa sugestão.

Certamente que as duplas homossexuais pode ser tão amorosas como as duplas heterossexuais, mas a crianças precisam de muito mais do que isso. Elas precisam de disciplina e das naturezas complementares do pai e da mãe. A sabedoria acumulada de mais de 5,000 anos revela que a configuração marital e paternal ideal é composta por um homem e por uma mulher. Colocar de lado arrogantemente esta sabedoria validada pelo tempo, e usar as crianças como cobaias numa radical experiência é, na melhor das hipóteses, arriscado, e, na pior das hipóteses, cataclísmico.

O "casamento" homossexual certamente que não é no melhor interesse das crianças, e embora nós possamos ter empatia pelos homossexuais que anseiam casar e ter filhos, não podemos deixar que a nossa compaixão por eles seja colocada acima da nossa compaixão pelas crianças. Numa luta entre os desejos dos homossexuais e as necessidades das crianças, não podemos deixar que as crianças percam.

Fonte: http://bit.ly/1ojf4IG

Mais artigos da Drª Trayce Hansen:

Crianças educadas por duplas homoeróticas mais susceptíveis de se envolverem no homossexualismo

De que forma é que o "casamento" homossexual prejudica as crianças?

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Livros de homoerotismo para crianças com menos de 5 anos

Ruth Hunt, a nova líder do grupo homossexual Stonewall, afirma que quer colocar livros de histórias pró-homoeróticas nas escolas primárias, gesto que ela descreve de campanha "radical". Segundo ela, "um conjunto de livros que celebram todas as formas de diferença" poderiam ser comissionadas para grupos de crianças com menos de 5 anos.

Este grupo homoerótico já havia produzido um conjunto "didático" para as escolas, conjunto esse que dava o seu apoio a livros tais como And Tango Makes Three, que se centra num pinguim que é criado por dois pinguins machos. Falando para o The Independent, Hunt falou dos seus planos para as escolas pré-primárias:

Eu realmente quero - e isto é algo que, como organização, temos que falar - comissionar um conjunto de livros que celebram todas as formas de diferença, para crianças com menos de 5 anos, com todo o tipo de famílias e também pessoas com raças mistas, e enviar a todas as escolas. Isto também levará o seu tempo. Mas esta provavelmente é uma das campanhas mais radicais que nós poderíamos fazer.

Hoje em dia muitas crianças têm duas mães [sic] e dois pais [sic] - ou pelo menos tios e tias homossexuais.

Ela louvou também David Cameron por dar entrada à legislação em torno do pseudo-"casamento" homoerótico:

Não se pode minimizar a importância do casamento como forma de mudar as atitudes, e foi um passo incrivelmente corajoso de David Cameron. Ele não tinha que fazer isso.

Hunt foi anunciada como executora-chefe no final de Julho, havendo sido previamente Vice-Chefe do Executivo, e vive om a sua parceira civil num apartamento em Londres. Ben Summerskill, que precedeu Hunt, manteve a posição durante 7 anos.

Em 2011 ficou-se a saber que um pacote de informação produzido pelo grupo homossexual  Stonewall havia sido enviado às escolas primárias. Nesse pacote era promovidos livros pró-homossexuais tais como The Sissy Duckling e um livro sobre dois príncipes que se apaixonam e vivem felizes para sempre como o Rei e o Rei [?].

Esse mesmo pacote sugeria às crianças poderiam agir em conformidade com essas histórias em peças de teatro escolares.

Fonte: http://bit.ly/1yh3t0A




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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

domingo, 13 de julho de 2014

Ninguém nasce homossexual, afirmam psiquiatras

Uma declaração feita pelo "Royal College of Psychiatrists", de que as pessoas não nascem homossexuais, tem sido recebida por uma organização de caridade Cristã que ajuda os homens e as mulheres com atracção homossexual indesejada como uma "enorme admissão".

A organização "Core Issues Trust" (CIT), que está a fazer uma campanha contra a proibição à terapia que é oferecida às pessoas que voluntariamente queiram abandonar o estilo de vida homossexual,, afirma que a declaração mais recente do "Royal College" admite o que havia sido previamente negado. O director da CIT, Mike Davidson, afirma:

Eles afirmam agora que as causas do homossexualismo giram em volta duma combinação de "factores ambientais biológicos e pós-natais". Portanto, se a criança não tiver tais experiências pós-natal, ela irá crescer heterossexual.

Davidson afirma que não acredita que apesar desta admissão, de que ser homossexual não está fixo à nascença, o Royal College continue a apoiar a proibição da terapia de alteração da preferência sexual:

O "Royal College" modificou também a sua visão sobre a orientação sexual [sic] pode ser alterada, afirmando que, 'Não se dá o caso da orientação sexual [sic] ser imutável ou não possa variar ao longa da vida da pessoa'. Portanto, como é que estas declarações podem ser consistentes com uma proibição a pessoas que voluntariamente busquem aconselhamento profissional para alterar os seus indesejados sentimentos homossexuais?

* * * * * * *
Mais um duro golpe para os engenheiros sociais que visam reduzir a natalidade promovendo o auto-destrutivo comportamento homoerótico.



sábado, 5 de julho de 2014

Como funciona a propaganda


A forma mais eficaz de propaganda é aquela que é feita sem ser detectada; ela é inócua e apela à nossa humanidade e às nossa emoções. Havendo estudado a propaganda e o seu efeito nas sociedades por mais de 50 anos, posso declarar inequivocamente que o filme Brokeback Mountain é uma das obras de propaganda mais flagrantes dos nossos dias. Numa sociedade que foi propositadamente e eficazmente emburrecida, a comodidade mais rara e valiosa é o discernimento. 

Cada vez mais crucial, o discernimento é um atributo dos homens astutos, e vital, visto que o nosso inimigo usa de subtileza astuta. Como pessoas, perdemos o nosso discernimento. O raciocínio lógico, racional e intelectual é afastado da esfera pública; as impressões, os sentimentos emotivos e a compaixão já não são temperados com a razão inteligente. Hoje em dia a verdade é sacrificada no altar da "tolerância".

O mero acto de falar de um modo racional sobre este filme irá causar reacções automáticas feitas com slogans: "homofóbico", "intolerante", "mente estreita", etc. E Deus vos livre de insinuar que há uma agenda por trás de tão óbvia propaganda visto que isso causará que oiçam as duas palavras criadas com o propósito de terminar todas as discussões ou considerações em torno dos factos: "Teoria da Conspiração".

Iremos lidar com as agendas e com os propósitos por trás do que estamos a ver, mas antes disso, falemos do filme.

Sim, eu vi o filme Brokeback Mountain, mas não, eu não gastei dinheiro. Uma actriz, minha amiga, emprestou-me o seu DVD de "consideração académica" (crime que em muitos casos acarreta uma penalidade mais dura que o assassínio). Antes de mais, ainda estou à espera que alguém diga o quão chato este filme é. O mesmo é tediosamente longo e na maioria dos segmentos, enfadonho. Mas analisemos alguns dos aspectos da sua propaganda.

De facto, a natureza é linda, e a sua grandiosidade é caracterizada com música edificante ao mesmo tempo que paisagens arrebatadoras incutem em nós um sentimento de admiração e esplendor. Claro que é neste cenário que o "romance homossexual" floresce. Mas mais significativo ainda é o facto deste ser o local onde estes homens discutem as grandes questões, a teologia, o sentido da vida, etc.

Contrastem isto com as cenas do casamento. Todas as vezes que o casamento é caracterizado no filme, a filmagem ocorre num sombrio, pequeno e esquálido casebre, com crianças aos berros e tudo num pandemónio absoluto. A casa está uma confusão, e a esposa nunca comunica de forma minimamente significativa. De facto, as esposas são caracterizadas como incómodos constantes, e mais irritantes que compreensivas. Mas as crianças recebem o pior tratamento neste discurso preconceituoso contra a família. Elas estão frequentemente a chorar, às vezes duas ao mesmo tempo, ou a partir coisas; a ideia geral com que ficamos é que estes diabinhos sem alegria são uma intrusão na nossa vida, uma sobrecarga e um peso terrível.

Como forma de garantir que a mensagem fique bem clara, o filme varia constantemente entre estes dois contrastes. Os grandes espaços naturais, selvagens e livres, perto da ambiente, perto de Deus, perto do sexo homossexual tórrido sem qualquer tipo de consequências negativas. De volta para o interior da confusa, pequena e sombria caixa do casamento, com sogros horríveis, esposas chatas, crianças demoníacas, pressão sem fim, e até o sexo sem paixão e sem amor têm sobre si a ameaça de produzir mais descendência parasítica.

Nota especial para a música e para a luminosidade, e para a forma como ambas são cuidadosamente manipuladas para acentuar estes contrastes da forma descrita aqui, causando um impacto ainda maior para a mensagem de propaganda. Ferramentas maravilhosas, música e luminosidade, causam respostas emocionais e penetram as pessoas de forma a afectar os seus valores nucleares.

O uso dos adereços na justaposição das imagens aumenta o poder do veículo de transmissão da mensagem. Há uma cena onde a personagem desempenhada por Heath Ledger se encontra sobrecarregada com a esposa e os filhos, buscando formas de assistir ao fogo de artifício. A cena inicial mostra o marido e a esposa, cada um com uma criança debaixo dum braço e com sacos quadrados enormes cheios de coisas para bebés no outro braço. O enquadramento da cena é idêntico à uma outra que veio antes desta onde se vê um conjunto de mulas de carga cheias de mantimentos com sacos de aparência similar. O casamento transformou esta personagem num burro de carga, uma cena reforçada por todo o filme.

Outro tema comum dos dias actuais é, obviamente, também retratado nos filme: a "tolerância religiosa". Lembrem-se: os homens homossexuais amantes da natureza estão mais perto de Deus, situados nos espaços mais elevados, enquanto que as pessoas que vão às igrejas são caracterizadas como pessoas que pregam "o fogo do inferno e enxofre". O filme mostra também dois assassinatos horríveis, e a ligação não é deixada de parte: é precisamente este tipo de pensamento religioso que contribui para este tipo de violência. A implicação - e isto é a força fulcral da propaganda - é que se de alguma forma tu és contra dois homens "amarem-se", então tu és a favor do seu assassinato violento.

Observaram a forma como estas coisas são subtilmente insinuadas? Isto é como dizer que, se tu não és a favor do aborto, então és a favor de quem mata os médicos que fazem abortos. Este é um dos objectivos da propaganda, nomeadamente, reduzir a análise crítica para o nível de slogans bem comuns, removendo desde logo o debate e causando posteriormente a polarização total dos proponentes e dos detractores para extremos radicais. Claro que isto se enquadra de forma perfeita com o método daqueles que usam da propaganda visto que eles escolheram a dialética Hegeliana para nos dividir e conquistar.

Mencionei previamente a forma como o sexo homossexual é caracterizado como não tendo qualquer tipo de consequência negativa; algumas pessoas podem não concordar com esta minha posição. Eles podem até dizer: mas e as mortes violentas? Como é que podes dizer "sem consequências"? Pensem outra vez no filme: a violência apresentada no filme não é o resultado do sexo, mas sim resultado de pessoas retrógradas, camponeses ignorantes, cuja intolerância religiosa e atitude acusadora matou aqueles lindos mártires. Viram como funciona?

O filme prega bastante sobre o sexo e ficamos com a ideia de que a "necessidade" do homem por ele aparentemente só é suplantada pela sua necessidade de respirar oxigénio. As mentiras ditas sobre o acto de pescar demonstra que o sexo homossexual era até mais importante que a alimentação.

Claro que quando a personagem de Jake Gyllenhaal se vê privada desta necessidade vital, ela não tem outra escolha senão abandonar a sua esposa e os filhos e procurar prostitutos Mexicanos. Quando até isto o deixa incapaz de encontrar suficiente "amor masculino", ele vê-se forçado a baixar o seu padrão e levar a cabo uma relação adúltera com uma mulher por quem ele não sente nada. Claro que tudo isto é justo porque a sociedade maligna impediu o acesso total aos dois homossexuais.

E o que dizer do "amor" - será que este filme é mesmo sobre amor? Havendo falado com muitas mulheres sobre isto, posso dizer que, sim, elas pensam que sim. "Oh, mas é claro que é uma verdadeira história de amor," dizem elas. Uma mulher casada disse-me o seguinte:

Uma vez que é sobre dois homens, a história é muito mais interessante; um homem e uma mulher seria banal.

(...) Quando uma mulher me diz que a história é sobre "amor verdadeiro", eu pergunto-lhe como é que ela sabe disso. Elas não têm muito mais a dizer para além do que o filme apresenta. Quando elas são confrontadas com as estatísticas que revelam que a maioria dos homens homossexuais constituem o segmento  mais promíscuo da população mundial, tendo mais parceiros sexuais anónimos por ano que qualquer outro grupo, estas mulheres calam-se. "Ah, mas eu não estou interessada no sexo homossexual; eu apenas tenho interesse na história de amor," disse-me uma. "Ah, então tu és uma Verdadefóbica," disse eu.

O que se passa aqui é que os factos, as estatísticas e os dados registados em torno do assunto não interessam. De facto, eles podem até ser lembretes de algo que nós preferimos ignorar. A verdade é algo que nós queremos alinhar com o nosso escapismo, e devido a isso a fantasia é mais desejada que a mundana existência da realidade.

A promoção dos homens homossexuais junto das mulheres tem aumentado de forma significativa nos últimos 10 anos. Todas as sitcom têm um homossexual engraçado e, claro, ele é o mais engraçado e o mais capaz de comunicar, sem inibições, com as mulheres. A série Queer Eye For The Straight Guy diz às mulheres que os homens homossexuais são superiores ao antiquados neandertais que elas têm em casa. Quando os cinco homossexuais da série Queer Eye estiveram presentes no programa da Oprah, "as donas de casas tradicionais gritaram e desfaleceram como meninas em idade escolar a saudar estrelas de rock".

Mas a agenda vai mais a fundo que isto; o plano é fazer com que as mulheres se interessem por pornografia homossexual e usar isso como uma isoladora e viciante arma de divisão. O programa Sex In The City mostra as mulheres a rirem-se como meninas enquanto assistem pornografia homossexual. O maior impulso desta onda chega-nos do Japão, tem como alvo as meninas pré-adolescentes, e tem o nome de YAOI.

O Yaoi é uma gigantesca e multi-milionária subcultura que disponibiliza histórias em quadradinhos às jovens raparigas, bem como filmes animados exibindo cenas homoeróticas entre rapazes atraentes, culminado em cenas de pornografia homossexual hardcore. A onda deste tipo de material representa uma geração de raparigas cuja sexualidade mal-direccionada está a ser deformada rumo a anormalidade.

Havendo viajado de modo extenso posso avisá-los de que esta epidemia está galopante através da Europa, Russia, Ásia e está agora a entrar no continente Americano. Os pais não sabem o que as filhas têm escondido nos seus colchões, ou guardado nos seus armários e nos seus computadores. Dezenas de sites dedicam-se à ficção das jovens raparigas em torno das suas fantasias sobre jovens homens da música popular, da TV, dos filmes, etc, envolvidos em "amor" romântico e sexo homossexual.

As raparigas estão rapidamente a ficar obcecadas com Yaoi e descobrem que isso é uma droga de entrada para programas tais como Queer As Folk, bem como para o homossexualismo hardcore. Muitas discutem abertamente a sua confusão em torno do sexo, não querendo um marido ou filhos, ou cheias de angústia devido às suas experiências com o bissexualismo ou o lesbianismo. Claro que elas ficaram todas excitadas com o filme Brokeback.

Ninguém está mais excitado que os críticos que estão literalmente a cair uns sobre os outros tentando superar os outros críticos na bajulação a este filme. É triste mas previsível, visto que para os prémios cinematográficos, o homoerotismo é a sua causa politicamente correcta deste ano, tal como no ano passado foram os negros e tudo o que era negro venceu tudo.

Não importa que se diga que a vencedora de um Óscar Halle Berry tenha um parente negro e outro branco, significando que ela é tão negra como é branca. No admirável mundo novo da sociedade inundada pela propaganda, a verdade já não é preta ou branca; hoje em dia, tudo é cinzento, tudo está turvo. Ou, como se pode ler numa popular música dos Blur:
"Girls who are boys
Who like boys to be girls
Who do boys like they're girls
Who do girls like they're boys
Always should be someone you really love
"
Confuso? Ainda bem. É precisamente isso que eles querem.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Os livros eram fachada para a pornografia - Parte 5

Esta é a parte 5 do artigo iniciado aqui.

Noutra ocasião, enquanto eu me queixava das minhas desilusões a uma amiga lésbica, ela fez uma confissão espantosa. Ela tinha um filho adolescente que, até essa altura, não tinha exibido interesse sexual por nenhum dos sexos. Ela sabia que como lésbica não se importaria com qualquer que fosse o caminho que ele escolhesse. Mas ela confessou-me que ela importava-se sim com o caminho que ele viesse a escolher. Baseando-se nas vidas dos amigos homossexuais que ela conhecia, ela dava por ela a orar secretamente para que o seu filho viesse a ser heterossexual. Como mãe, ela não queria que o seu filho vivesse o estilo de vida homossexual.

Uma definição de insanidade é continuar a fazer as mesmas coisas vez após vez, esperando obter algum tipo de resultado diferente. Foi isso que aconteceu comigo durante o período em que batalhava para me tornar num homossexual feliz. Eu era lunático. Por várias vezes eu busquei aconselhamento junto de homens homossexuais que pareciam melhor ajustados que eu. Primeiro, eu queria confirmação de que as minhas percepções estavam certas e de que a vida dos homens homossexuais realmente era tão horrível como parecia ser. Depois eu queria saber o que é que eu poderia fazer em relação a isso. Quando é que as coisas melhorariam? O que é que eu poderia fazer para melhorar as coisas?

Obtive dois tipos de reacções a estas questões, e ambas deixaram-me magoado e confuso. A primeira reacção foi a negação, normalmente negação amarga, em relação ao que eu estava a sugerir. Foi-me dito que havia algo de errado comigo, que a maior parte dos homossexuais estavam a viver duma forma maravilhosa, que eu estava a generalizar com base na minha própria experiência (com base em que experiências é que eu deveria generalizar?), e que eu me deveria calar e parar de perturbar os outros com a minha "homofobia internalizada".

Quando eu era um estudante de pós-graduação, comecei a visitar um conselheiro. Matt (nome falso) era um homem casado e feliz, com flhos em idade universitária. Tudo o que ele sabia do homossexualismo havia sido aprendido com outros membros da sua profissão, que o haviam assegurado que o homossexualismo não era doença mental e que não havia motivos para que os homossexuais não tivessem vidas vidas felizes e produtivas. Quando eu lhe comecei falar do mal que me apoquentava, Matt disse que eu nunca havia verdadeiramente saído do armário. (Até hoje, eu não faço ideia do que é que ele estava a falar, mas suspeito que era algo do tipo "uma vez salvo, sempre salvo" que os Baptistas usam para responder aos que se afastam da fé, dizendo-lhes que eles nunca haviam sido realmente salvos.)

Matt disse-me que eu precisava de voltar atrás, voltar a tentar, e continuar a procurar as experiências positivas que ele estava seguro existirem, segurança essa fundamentada   em nada mais que as decisões da "American Psychiatric Association". Ele quase que não tinha experiência com homossexuais, mas os seus colegas garantiram-no que a secção de livros da livraria Lobo era a verdadeira iamgem da vida dos homossexuais. Eu sabia que ele não fazia ideia nenhuma do que falava, mas mesmo assim eu quis acreditar que ele estava certo.

O Matt e eu desenvolvemos uma relação terapêutica, e durante o ano que passamos juntos, ele aprendeu mais comigo do que eu com ele. Tentei seguir o seu conselho. Por essa altura eu partilhava a casa com outro aluno pós-graduação que se encontrava no processo de sair do armário e a experimentar as suas próprias desilusões. Uma vez que eu havia sido o seu único amigo homossexual, e o havia encorajado a sair do armário, a sua amargura foi dirigida a mim, e o nosso relacionamento sofreu devido a isso.

Entretanto, desenvolvi uma amizade com um membro do corpo docente que era abertamente homossexual. Quando eu disse isto ao Matt, ele ficou extático, e pensou que eu estava finalmente a sair do armário como deveria ser. O membro do corpo docente era o tipo de amigo que eu precisava, mas, como fiquei a saber mais tarde, e apesar da sua imaculada fachada profissional, ele era um homem profundamente perturbado que fazia todos os seus amigos passar por um inferno emocional, algo que, obviamente, eu partilhei com um silencioso e chocado Matt. (Tentei ter encontros amorosos, mas, como era normal, tive as mesmas experiências que caracterizavam os meus relacionamentos homossexuais.A amizade durou o mesmo tempo que durou a excitação sexual. Mal esta última esfriou, o interesse do meu parceiro por mim como pessoa dissipou-se.)

Foi um bom ano. No final do mesmo, lembro-me de ver o Matt a olhar para mim, com olhos vidrados, e com um olhar de quem está em estado de choque, e a admitir:

Sabes duma coisa? Ser homossexual é muito mais difícil do que eu pensava

Nem todas as pessoas com quem eu falei através dos anos rejeitaram à partida o que eu tinha para lhes dizer. Certa vez correspondi-me com um Inglês ex-Domincano. Eu estava extático por ficar a saber que ele era homossexual, e que eventualmente ele foi expulso da sua ordem por se recusar a manter no armário. Ele incluiu a sua morada num do seus livros, e eu escrevi-lhe, querendo saber se as suas experiências de vida como homossexual eram significativamente diferentes das minhas. Presumi que deveriam ser, visto que ele havia escrito alguns livros apaixonantes defendendo o direito dos homossexuais terem o seu lugar na Igreja.

A sua resposta foi um dos últimos pregos da minha vida como homossexual. Para surpresa minha, ele admitiu que as suas experiências não eram de todo distintas das minhas. Tudo o que ele poderia dizer era que eu continuasse a tentar que eventualmente as coisas iriam funcionar. Dito de outra forma, este homem brilhante, cujos livros haviam significado muito para mim, não tinha nada mais para sugerir para além de me dizer para continuar a fazer as mesmas coisas esperando um resultado diferente. Só havia uma conclusão razoável: eu seria louco se eu seguisse o seu conselho.

Demorei 20 anos, mas cheguei finalmente à conclusão de que não queria ser louco.

Então, onde é que me encontro hoje? Estou a frequentar uma paróquia militantemente ortodoxa em Houston, e ela é uma das dádivas mais espectaculares da minha vida. O meu melhor amigo, o Mark (nome falso), é, tal como eu, um refugiado do manicómio homossexual. Ele é também um crente fervoroso, embora seja Presbiteriano (ninguém é perfeito). Com o Mark aprendi que é possível dois homens amarem-se mutuamente de um modo profundo mantendo sempre as suas roupas.

É-nos dito que a Igreja opõe-se ao amor entre pessoas do mesmo sexo, mas isto é falso. A Igreja é contra o sexo homogenital, que segundo a minha experiência, não se centra no amor, mas na obsessão e numa compensação resultante duma masculinidade comprometida.

Não sinto orgulho da vida que levei. De facto, sinto-me profundamente envergonhado com ela. Mas se ler estas palavras impedirem que um homem ingénuo e crédulo faça os mesmos erros que eu fiz, então com a assistência da Nossa Senhora de Guadalupe, de São José, o seu esposo casto, do meu santo padroeiro Edmund Campion, de São Josémaria Escrivá, dos abençoados mártires Carmelitas de Compiégne; e, por fim, do meu guia e mentor sobrenatural, o Venerável John Henry Newman, eu posso pelo menos esperar a prorrogação de alguns dos muitos séculos de Purgatório que me aguardam.

Dito isto, o que é que nós como Igreja e como cultura temos que fazer? Destruir a fachada respeitável e revelar a pornografia que se encontra por trás dela. Começar a pressionar os homossexuais de modo a que eles digam a verdade sobre as suas vidas. Parar de debater a interpretação correcta de Génesis 19. Deixar os homens de Sodoma e Gomorra enterrados no enxofre que eles merecem. Actualmente, Sodoma encontra-se escondida à vista de todos.

Por uma vez, quando  preparava uma palestra sobre o Cardeal Newman, resumi o seu clássico "Essay on the Development of Christian Doctrine" desta forma: a Verdade amadurece, o erro apodrece. O movimento dos pelos direitos dos homossexuais está podre até o seu centro. Ele não tem futuro e nem há vida nele. Mais cedo ou mais tarde aqueles que foram apanhados por ele irão acordar do sonho do desejo desenfreado ou morrer. A pergunta é: quanto tempo? Quantas crianças serão sacrificadas a este Moloque?

Até há alguns anos atrás havia também uma livraria Lobo em Houston. Sem surpresa alguma, o seu layout era idêntico ao layout da livraria em Austin, e ela encontrava-se a apenas alguns quarteirões do posto de gasolina onde eu levo o meu carro para assistência. Recentemente, estava eu a andar pela vizinhança enquanto os pneus do meu carro estavam a ser rodados quando reparei numa coisa: havia um cadeado no porta da livraria Lobo, e um sinal lá colocado dizia:

O inquilino anterior foi despejado por falta de pagamento da renda.

Os livros e a pornografia, a fachada e tudo o que ela esconde, desapareceram. Glória a Deus.

---Ronald G. Lee é um bibliotecário em Texas.

Fonte: http://bit.ly/1ueSg9N


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