segunda-feira, 23 de maio de 2011

Igreja Católica diz a verdade mas o lobby sodomita não gosta

Uma iniciativa que trata a homossexualidade como aquilo que ela é (um vício alterável) está a gerar "polémica" entre o lobby pró-sodomia.
Uma proposta da Igreja Católica de ensinar moral sexual a crianças tratando o homossexualismo como "vício" está causando polémica na Espanha.

O Arcebispado de Valência elaborou um curso extracurricular - como opção aos cursos oficiais de educação sexual aprovados pelo governo - que será disponibilizado a todas as escolas interessadas.

Esse curso, dirigido a crianças de 5 a 14 anos, apresenta como "vícios" temas como erotismo, pornografia, homossexualidade, masturbação, voyeurismo e obsessão por sexo.

O programa aborda a sexualidade "a partir de uma visão integradora com aspectos biológicos, fisiológicos, psicológicos, sanitários, antropológicos, morais e sociais", disse à BBC Brasil o porta-voz do arcebispado valenciano.

O chamado Programa de Educação Afetivo-Sexual será dividido em três módulos, de acordo com a faixa etária.

As crianças menores de cinco a sete anos de idade, terão aulas sobre precaução contra abusos, heterossexualidade e pudor.

Crianças de oito a 11 anos aprenderão sobre vícios, erotismo e pornografia. Os maiores, de 12 a 14 anos, vão ter lições sobre o homossexualismo, as famílias convencionais e a castidade até o casamento.

'Referência'

O programa foi apresentado aos colégios diocesanos, dependentes do arcebispado, e instituições religiosas de ensino. Para todos os centros escolares, o programa será oferecido como uma "proposta educativa": não obrigatória porém como "material de referência".

O presidente da Comissão Diocesana de Ensino, Rafael Cerda, disse que muitos centros católicos expressaram interesse em implantar o programa.

O programa também foi oferecido a 300 mil alunos aos bispados das províncias de Valência, Alicante, Mallorca, Menorca e Ibiza.

Organizações de gays criticaram a proposta, acusaram a Igreja de retrógrada e discriminatória e prometeram contestar o plano na Justiça.

Não há "descriminação" nem pensamento retrógrado em dizer que o comportamento homossexual é um vício curável. Se o lobby sodomita tem evidências contrárias, eles que as apresentem. Fazer assassínio de carácter sem lidar com as evidências só mostra que eles não tem argumentos contrários, o que, por sua vez, pode mostrar que a Igreja Católica está certa em qualificar o homossexualismo de vício.
"(São) Lições absolutamente fora da realidade que, além do mais, violam a Constituição, pois nos consideram pessoas disfuncionais, portanto serão levadas aos tribunais", disse à BBC Brasil José de Lamo, coordenador-geral da associação Labmda, que representa gays, lésbicas, transexuais e bissexuais espanhóis.
Não há argumentos legais contra quem acha que inserir o apêndice reprodutor no ânus de outro homem (ou mulher) está a realizar um acção fora do normal. Ou será que somos obrigados a aceitar a definição de "normal" defendida pelo lobby sodomita?

Quem está dependente do tabaco, das drogas ou duma sexualidade que contradiz a Medicina tem um comportamento disfuncional, e como tal, o José de Lamo tem que usar outra linha de argumentação.

"Não permitiremos que as crenças religiosas discriminatórias sejam colocadas acima dos direitos fundamentais e do respeito.
E nós não permitiremos que activismo político em favor de gostos sexuais anti-naturais sejam usados como forma de limitar a liberdade de expressão dos Cristãos. Ou são as preferências sexuais dos activistas sodomitas mais importantes que a liberdade de expressão?

Segundo, aquilo que os Católicos se propõem não violam "os direitos fundamentais" nem vão contra o "respeito" que a pessoa (e não as prácticas sexuais) merecem.

Imagine que há muitas crianças que tem pais homossexuais e querem ensinar nas escolas que estas famílias são patológicas", acrescentou.
Imagine que há muitas crianças que tem pais Católicos e querem que se acredite que ser Católico é "discriminatório" e "retrógrado".
Críticas

A queixa da associação Lambda se baseia principalmente no módulo dois do programa católico, que afirma que "a relação entre homossexuais é errônea e estes não devem ser considerados esposos, nem pais".

A Constituição espanhola permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adopção de crianças por casais gays.

Um dos criadores do método, no entanto, acha que a Igreja apenas defende sua doutrina e tem o direito atender às demandas dos fieis por uma linha de educação para seus filhos coerente com sua crença.

Claro. Da mesma forma que os activistas sodomitas usam o aparelho de Estado para avançar com que o que eles acham de "normal", os Católicos - que também pagam impostos - tem o mesmo direito de avançar com propostas que visem mostrar que a normalidade sexual não inclui usar o aparelho digestivo como órgão sexual.
"Tratamos a educação sexual de acordo com nossas convicções, isso é também um direito reconhecido pela Constituição espanhola", disse à BBC Brasil Juan Andrés Taléns, director da cátedra de Ciências do Matrimônio e Família do Pontifício Instituto João Paulo 2º, um dos 20 especialistas convocados pelo arcebispado para elaborar o programa.

"Está claro que a política educativa nacional está fracassada. O grande número de abortos, gestações indesejadas e doenças de transmissão sexual são derivados de uma sexualidade inadequada", afirmou.

Exactamente. O modelo de educação sexual imposto pelos governos está a falhar, mas eles continuam a usar dinheiro público para o sustentar. Até parece que há pessoas interessadas no "grande número de abortos, gestações indesejadas e doenças de transmissão sexual" derivados de uma sexualidade inadequada. Mas nós todos sabemos que não é isso. Afinal, o governo só quer o nosso bem.
Nos próximos meses, o programa será estendido a todas as escolas católicas do país como matéria facultativa.

"O problema é que mesmo em colégios católicos, estamos em um país laico, onde a Igreja não é a encarregada de formar sexualmente os alunos", afirmou a presidente da FAPA (Federação de Associações de Pais e Mães de Alunos), Maria José Navarro.

Nem mesmo dentro das instituições próprias os Católicos podem ensinar a normalidade sexual? Impressionante.

Convém ressalvar que a laicidade não invalida o ensino de factos médicos que estão de acordo com o Cristianismo.

A dirigente disse à BBC Brasil que para elaborar "os conteúdos retrógrados deste programa chamado educativo ninguém contou com a opinião dos pais".
Quando os activistas desenvolvem programas de indoutrinação escolar que visa normalizar a homossexualidade e a perversão sexual, são os pais contactados? Não só não são, como os próprios activistas confessam que "O objectivo [dos activistas homossexuais] é atingir as crianças antes delas absorverem os valores morais dos pais." (Fonte).

Portanto nenhum daqueles que se alinha com o movimento sodomita possui autoridade moral para criticar a Igreja Católica e os seus planos de desenvolver planos que visam a restauração da normalidade na sexualidade.

"Esta forma de impor critérios é própria de uma igreja castradora, que nem sequer se questiona se a maioria dos pais quer uma educação de qualidade e respeitosa com todo mundo", afirmou.
a Maria José Navarro ou é burra ou tem dificuldades de compreensão:
O Arcebispado de Valência elaborou um curso extracurricular - como opção aos cursos oficiais de educação sexual aprovados pelo governo - que será disponibilizado a todas as escolas interessadas.
Ou seja, é um plano extra-curricular, opcional e como tal só aceita quem quer. Que tipo de imposição é esta que é opcional e extra-curricular?

Segundo: educação de qualidade envolve revelar a verdade sobre os assuntos em questão. Dizer que o comportamento homossexual é um vício mutável não é contra os planos de uma educação de qualidade uma vez que isso é uma verdade clinicamente correcta. A homossexualidade é um vício auto-destrutivo e como tal, uma boa educação sexual envolve revelar essa verdade.

Agora, se a Maria Navarro tem problemas com a Medicina, isso é com ela e com o lobby sodomita que a está a usar para a sua agenda.

Fonte

domingo, 22 de maio de 2011

Argentina distribui milhões de exemplares de publicação da ONU de educação sexual que defende o homossexualismo

Dedicado a todos aqueles "idiotas úteis" que defendem que a normalização da sodomia não vai afectar o resto da população.

ARGENTINA, 16 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — O governo argentino está no processo de distribuir milhões de exemplares de uma publicação de “educação sexual” da Organização das Nações Unidas que ensina que as duplas homossexuais são um tipo de “família”, e declara que os gays têm um “direito” de “viver [sua] sexualidade”, de acordo com a entidade pró-família Centro Argentino de Defesa da Bioética, a Pessoa e a Família.
Inés Franck, especialista em educação do Centro, diz que milhões de exemplares das revistas serão distribuídos para famílias como um guia para ensinar as crianças sobre a sexualidade humana. Contudo, o governo diz que está preparado para imprimir exemplares suficientes para alcançar cada domicílio do país.
De acordo com Franck, a publicação é “tendenciosa e reducionista” e constitui um “processo sem precedente de doutrinação promovida pelo governo em aliança com uma organização internacional”.
Na página 13, por exemplo, a revista diz aos pais: “É importante explicar [para seu filho] que todas as famílias são diferentes. Há famílias com um pai e uma mãe, há famílias com apenas um pai ou apenas uma mãe, com dois pais ou duas mães (...) Nenhuma dessas famílias é melhor ou pior do que as outras. A coisa mais importante dentro delas é o relacionamento de amor que une seus membros”.
Na página 36, os leitores recebem a informação: “Se meninos ou meninas nos contam que são gays ou lésbicas… temos de entender que essa confissão é uma demonstração de afeição e confiança e um pedido de apoio, respeito e compreensão. Embora nos custe algum tempo aceitar isso, é bom para todos”. A mesma página declara: “Há casais que consistem de uma mulher e um homem, casais que consistem de duas mulheres e casais que consistem de dois homens, e não há nada de errado com isso”.
“Diariamente, muitas pessoas são discriminadas por viverem sua sexualidade conforme querem. Os travestis, por exemplo, que se vestem de um jeito que é diferente do que é habitual para seu sexo biológico, são discriminados de muitas maneiras. Essas formas de discriminação de conduta causam danos e vão contra os direitos que obtivemos como sociedade”.
Franck acrescenta que a revista contém imagens e expressões indecentes, e apresenta a sexualidade humana como “mero instrumento de prazer auto-referencial”. Ela considera o texto como “consequência da Lei 26.618, que legalizou as uniões de mesmo sexo e está agora sendo introduzida nos lares e educação”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Maioria dos católicos que frequenta missa semanalmente apoia união civil ou “casamento” gay, de acordo com pesquisa de opinião pública

Isto é o que acontece quando os cristãos se deixam levar por "ventos de doutrina" que contradizem a Bíblia. "Cristãos" evangélicos como "cristãos" católicos não só estão a perder a fé naquilo que a Bíblia diz, como também a colocar o "espírito do mundo" no lugar dessa fé. É só uma questão de tempo até a apostasia.

Kathleen Gilbert
WASHINGTON, D.C., EUA, 31 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Apoio ao “casamento” de mesmo sexo e às uniões civis gays é muito elevado no meio da população católica, até mesmo entre a maioria dos católicos que frequenta a missa semanalmente, de acordo com uma pesquisa de opinião pública divulgada neste mês.
A pesquisa, feita pelo Instituto de Pesquisas Públicas de Religião (IPPR), revelou que os católicos ultrapassam outros cristãos e até o público geral em seu apoio às uniões homossexuais, tanto como “casamentos” quanto outras uniões semelhantes ao casamento reconhecidas pelo Estado.
Os resultados entre os católicos foram separados por classificação entre aqueles que frequentam missa semanalmente ou mais (38 por cento dos católicos), uma ou duas vezes por mês (20 por cento) ou menos vezes (41 por cento). Apoio ao “casamento” de mesmo sexo era muito mais elevado no último grupo com 59 por cento de apoio, e só 16 por cento eram contra todos os tipos de uniões homossexuais.
Mas até mesmo entre aqueles que frequentam missa semanalmente ou mais, só 31 por cento eram contra o reconhecimento legal das uniões homossexuais; 26 por cento favoreciam o “casamento” de mesmo sexo e 38 por cento favoreciam uniões civis.
A pesquisa do IPPR foi financiada principalmente pela Fundação Arcus, que foi fundada pelo bilionário ativista gay Jon Stryker.
Embora um especialista citado pela Agência Noticiosa Católica tenha questionado o fato de que o estudo cometeu negligência ao não citar uma margem de erro, ele disse que os resultados foram de modo geral “muito coerentes” com outros dados publicamente disponíveis sobre o tópico.
“Com o passar do tempo, tem havido uma percentagem crescente de pessoas que concordam especificamente com as questões sobre uniões civis e casamento, algo que temos visto nas pesquisas de opinião pública. Muito disso vemos em termos de diferenças de gerações”, disse o Dr. Mark M. Gray, diretor da entidade católica de pesquisas de opinião pública CARA Catholic Polls e pesquisador adjunto do Centro de Pesquisas Aplicadas no Apostolado da Universidade Georgetown.
Alguns reconheceram os dados como um sinal sombrio para que todos os líderes católicos despertassem, pois em vez de lidarem com a questão cada vez mais polêmica da moralidade sexual, eles caíram no total silêncio.
Monsenhor Charles Pope da Arquidiocese de Washington comentou numa postagem de blog na quarta-feira que, “Com a combinação de uma sociedade barulhenta e uma sala de aula e púlpito calados, não é de surpreender que estatísticas recentes estejam mostrando que um número crescente de católicos não esteja apegado à fé católica no que se refere a questões morais, principalmente as questões sexuais”.
Embora a sociedade moderna “promova a promiscuidade aos gritos e normalize as expressões heterossexuais e homossexuais da imoralidade”, disse o papa, o clero e os catequistas enquanto isso não fornecem nenhum contra-argumento forte, mas ficam “calados ou dizem coisas vagas sobre isso”.
“Na Igreja penso que temos de aceitar que ocorreu uma mudança de gerações, tanto na Igreja quanto na sociedade. E aconteceu debaixo dos nossos olhos”, escreveu ele.
O padre refletiu que a Igreja nos Estados Unidos está há muito tempo calada acerca do colapso da família, notavelmente começando com a implementação de leis liberais de divórcio no final da década de 1960, deixando os líderes “arrastando-se para ensinar os fiéis de novo nos princípios básicos do casamento”.
“Sim, voltamos à batalha muito tarde”, escreveu o papa. “Mas temos de começar. E enquanto começamos, seremos xingados de todos os tipos de nomes por uma sociedade que agora vê o Evangelho e sua visão moral como antipáticos, até mesmo detestáveis. Será nossa tarefa propor novamente o Evangelho de um modo criativo e ponderado, e apresentar o motivo por que faz sentido e não é realmente detestável”, ele escreveu.
Artigo relacionado:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sábado, 21 de maio de 2011

O alto custo da sodomia

(OBS: Já não me lembro onde vi este artigo, mas se alguém souber a fonte, indiquem-na para eu colocar aqui o link do original. Obrigado).

Resumo do texto "The High Cost of Sodomy" em

Nós todos sabemos que a AIDS é uma doença muito cara e que ela começou com homossexuais masculinos e se dispersou deles para os outros (p.ex.: os que abusam de drogas, esposas, prostitutas, recebedores de sangue etc.). Hoje, metade (50.3%) das pessoas nos EUA vivendo com AIDS são machos que têm sexo com machos [MSM].

E, depois de um pedacinho de trégua nos anos 90, a proporção de infecções do HIV em MSM é uma vez novamente crescente. Em 2002, para aqueles cuja categoria de risco foi identificada, 56% das novas infecções do HIV foram entre MSM.1 Assim, a AIDS começou como uma doença gay, permanece primordialmente uma doença gay, e é crescentemente uma doença gay.

Assim, qual é o custo da AIDS? Uma reportagem do Los Angeles Times em 1995 resumiu várias pesquisas acadêmicas e governamentais, chegando em uma estimativa de que a AIDS consumiria 0.9% a 1.1% do Produto Doméstico Bruto [GDP] anual da nação pelo ano 2000. [1]

Um por cento do GDP é GIGANTESCO.

Um por cento do GDP em 2001 equivaleu a cerca de $102 bilhões. Posto que a estimativa dos gays é de certa forma mais da metade daqueles sofrendo de AIDS, pelo menos metade desse total ou $51 bilhões foi o custo da sodomia que conduziu à AIDS. Assim, o 'imposto da sodomia gay' por AIDS somente em 2001 foi cerca de $359 para todo trabalhador americano. Em 2002, o imposto da sodomia foi um pouquinho maior.

No presente, cerca de 6,000 machos que têm sexo com machos [MSM] por ano morrem de AIDS e cerca de 20,000 MSM por ano são infectados com HIV. Obviamente, a menos que os custos de tratamento médico e outras despesas relacionadas a AIDS caiam significantemente, os prospectos agigantam-se para a AIDS custar apreciavelmente mais GDP no futuro.

Custo em Perspectiva

Colocando isso em perspectiva, o Presidente Bush falou a respeito de aportar homens em marte tão logo seja possível. Se essa visão fosse adotada, analistas estimam que uma despesa de cerca de $20 bilhões em um ano por muitos anos seria requerida.

O custo total projetado de levar e trazer homens de Marte totalizaria cerca de $750 bilhões.[2] Isto é, uma aterrissagem em Marte custaria aproximadamente tanto quanto 15 anos do 'imposto gay da AIDS.'

Considerado de outro modo, o CDC estimou que os custos médicos de todos os acidentes nos EUA — automóvel, casa, trabalho — totalizam cerca de $117 bilhões por ano.[3] Até umas poucas pessoas — 45 milhões de pessoas ou 16% da população — requereram tratamento para ferimentos em 2000. Realmente, ferimentos contabilizaram cerca de 10% de todos os gastos médicos.

Da mesma forma, fumar — praticado por cerca de um quarto de todos os adultos — é estimado a consumir pelo menos 6.5% de custos médicos. Assim, a AIDS é quase tão caro quanto todos os custos médicos associados com acidentes. E cada ano o 'imposto gay da AIDS' pagaria perto de todos os custos associados com fumo, e cerca da metade de todos os custos associados com acidentes.

Ou considere a educação. Os EUA gastam cerca de metade de um trilhão de dólares por ano em educação K-12. Acima de $50 bilhões, a porção masculina homossexual de gastos com AIDS, é comparativamente cerca de 10% desses números.


Quarentena teria resolvido
A maioria dos custos associados com a AIDS poderia ter sido evitada. Mas para evitar teria sido necessário quarentena, se não às residências individuais, então pelo menos fechando a infra-estrutura homossexual — saunas gay, bares gays, clubes de sexo gay etc. Obviamente, aqueles que se engajam na sodomia não gostam de ser sujeitos à zombaria, muito menos ao objeto de uma quarentena.

Os praticantes homossexuais são não menos obcecados que aqueles que querem uma operação de mudança de sexo — eles querem ser considerados 'normais' em todo respeito. Eles também querem que a sociedade aceite seus desejos como 'razoáveis' e além disso que paguem os custos por suas escolhas. No caso de 'mudanças de sexo', esses custos incluem mutilação genital; no caso da sodomia, envolve custos médicos e outros.

Em um recente artigo, os pesquisadores Hansen e Groce4 iluminaram um país, Cuba, que "não reconhecem direitos individuais como um impedimento a suas medidas de saúde pública", e impôs quarentena àqueles com HIV. Por volta de 2002, o sucesso da saúde pública da política cubana foi reconhecido — Cuba tinha uma taxa de infecção de HIV "quase 11 vezes menor que nos Estados Unidos."

De uma perspectiva custo ou benefício, uma questão óbvia é destaca. Porque homossexuais constituem uma relativamente pequena minoria, por que toda pessoa deveria (incluindo, mas não limitado aos contribuintes) ter que compartilhar despesas com eles, pagar por eles e/ou causar a si próprio risco extra de doença ou morte, tudo pelo propósito de prazer sexual?

Steele é bastante correto. Os sodomitas vivem em um estilo de vida inferior, incorrendo em muito maior risco pessoal e apresentando bem maior perigo à sociedade através de suas atividades preferidas. Porque seus relacionamentos são inferiores ao casamento tradicional, a sociedade é correta em discriminar a sodomia como sendo destrutiva e egoísta.

Com efeito, proponentes da igualdade têm que negar ativamente as reais conseqüências e custos à sociedade do comportamento homossexual. Fora isso, eles seriam forçados a admitir que convém que seja suprimida para o bem comum.

Presumidamente, a sodomia é divertida — ou as pessoas não fariam isso. Aqueles, incluindo experts em doenças mentais, que reclamam que sodomitas têm que ter sexo homossexual estão claramente lançando uma cortina de fumaça.

Veja, por exemplo, em todos as épocas monges e freiras que conseguiram evitar o sexo (e geralmente viver muito mais do que a média). Todavia, a sodomia não acrescenta nenhum valor a não ser entretenimento. A sociedade certamente não precisa disso tal como as necessidades de homens e mulheres para procriação e educar as próximas gerações.

Assim, por que deveria a sociedade dar status igual a pior que inúteis relacionamentos do mesmo sexo? Por que nós deveríamos carregar nos ombros todos esses custos?

[1] Oldham J, The economic cost of AIDS, 10/13/95
[2] Hill, G, Power, S, Pasztor. Bush team's plan for space mission faces obstacles. Wall Street Journal , 1/12/04, B5
[3] MMWR 1/16/04;53(01);1-4


sexta-feira, 20 de maio de 2011

O vício perverso e maldito do homossexualismo

Fonte

"Este vício não é absolutamente comparável a nenhum outro, porque supera a todos em enormidade. Este vício produz, com efeito, a morte dos corpos e a destruição das almas.

Polui a carne, extingue a luz da inteligência, expulsa o Espírito Santo do templo do coração do homem, nele introduzindo o diabo que é o instigador da luxúria, conduz ao erro, subtrai totalmente a verdade da alma enganada, prepara armadilhas para os que nele incorrem, obstrui o poço para que daí não saiam os que nele caem, abre-lhes o inferno, fecha-lhes a porta do Céu, torna herdeiro da infernal Babilónia aquele que era cidadão da celeste Jerusalém, transformando-o de estrela do céu em palha para o fogo eterno, arranca o membro da Igreja e o lança no voraz incêndio da geena ardente.

Tal vício busca destruir as muralhas da pátria celeste e tornar redivivos os muros da Sodoma calcinada.

Ele, com efeito, viola a temperança, mata a pureza, jugula a castidade, trucida a virgindade, que é irrecuperável, com a espada da mais infame união.

Tudo infecta, tudo macula, tudo polui, e tanto quanto está em si, nada deixa puro, nada alheio à imundície, nada limpo. Para os puros, como diz o Apóstolo, todas as coisas são puras; para os impuros e infiéis, nada é puro, mas estão contaminados o seu espírito e a sua consciência (Tit. I, 15).

Esse vício expulsa do coro da assembléia eclesiástica e obriga a unir-se com os energúmenos e com os que trabalham com o diabo, separa a alma de Deus para ligá-la aos demónios.

Essa pestilentíssima rainha dos sodomitas torna os que obedecem as leis da sua tirania, torpes aos homens e odiáveis a Deus, impõe nefanda guerra contra Deus e obriga a alistar-se na milícia do espírito perverso, separa do consórcio dos Anjos e, privando-a de sua nobreza, impinge à alma infeliz o jugo do seu próprio domínio.

Despoja seus sequazes das armas das virtudes e os expõe, para que sejam transpassados, aos dardos de todos os vícios. Humilha na Igreja, condena no fórum, conspurca secretamente, desonra em público, rói a consciência como um verme, queima a carne como o fogo.

Arde a mísera carne com o furor da luxúria, treme a fria inteligência com o rancor da suspeita, e no peito do homem infeliz agita-se um caos como que infernal, sendo ele atormentado por tantos aguilhões da consciência quanto é torturado pelos suplícios das penas. Sim, tão logo a venenosíssima serpente tiver cravado os dentes na alma infeliz, imediatamente fica ela privada de sentidos, desprovida de memória, embota-se o gume de sua inteligência, esquece-se de Deus e até mesmo de si.

Com efeito, essa peste destrói os fundamentos da fé, desfibra as forças da esperança, dissipa os vínculos da caridade, aniquila a justiça, solapa a fortaleza, elimina a esperança, embota o gume da prudência.

E que mais direi, uma vez que ela expulsa do templo do coração humano toda a força das virtudes e aí introduz, como que arrancando as trancas das portas, toda a barbárie dos vícios?

Com efeito, aquele a quem essa atrocíssima besta tenha engolido, entre suas fauces cruentas, impede-lhe, com o peso de suas correntes, a prática de todas as boas obras, precipitando-a em todos os despenhadeiros de sua péssima maldade.

Assim, tão logo alguém tenha caído nesse abismo de extrema perdição, torna-se um desterrado da pátria celeste, separa-se do Corpo de Cristo, é confundido pela autoridade de toda a Igreja, condenado pelo juízo de todos os Santos Padres, desprezado entre os homens na terra, reprovado pela sociedade dos cidadãos do Céu, cria para si uma terra de ferro e um céu de bronze.

De um lado, não consegue levantar-se, agravado que está pelo peso do seu crime; de outro, não consegue mais ocultar seu mal no esconderijo da ignorância, não pode ser feliz enquanto vive, nem ter esperança quando morre, porque, agora, é obrigado a sofrer o opróbrio da derrisão dos homens e, depois, o tormento da condenação eterna."

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