sexta-feira, 21 de junho de 2019
O alto custo da sodomia no Brasil
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
O porquê do homossexualismo ser insustentável e do "casamento" homoerótico não ajudar.
Segundo um estudo em torno homossexuais masculinos sexualmente activos e residentes em Ontário (Canadá), de todos os novos casos de infecções com o HIV, “51% foram através do sexo anal com o uso do preservativo e16% através do sexo oral.” (1). O mesmo relatório apurou que “O falhanço do preservativo é frequentemente devido à rotura e à derrapagem, e por vezes (mas nem sempre) devido ao uso não-óptimo.”
Esta é a triste situação em que estamos porque os preservativos são mais susceptíveis de se romperem quando são usados analmente em oposição ao uso vaginal. De facto, a FDA nunca chegou a "esclarecer ou aprovar qualquer tipo de preservativo para uso especifico no sexo anal”. Isto é o que o site da FDA diz (2):
Para além disso, devido a natureza frequentemente agressiva e até violenta do sexo homossexual masculino, o trauma anal, não só o rompimento do preservativo, é passível de ocorrer . Num estudo similar ao estudo Canadiano, pesquisadores Suíços apuraram que 28% dos homens homossexuais reportaram terem "trauma sexual passivo". (3)
Apesar disto, um argumento crucial em favor do "casamento" homossexual tem sido o de que a estabilidade dos emparelhamentos monogâmicos legalmente reconhecidos entre os homens homossexuais terá o efeito de baixar as taxas de contágio junto da população homossexual masculina. No entanto, outro estudo subverte por completo este argumento:. Numa pesquisa levada a cabo junto de duplas homossexuais, os pesquisadores apuraram que:
Portanto, a psique dos homens homossexuais, que está pré-disposta para a promiscuidade, irá reduzir ou anular qualquer suposto benefício do "casamento" homossexual.
Mas porque é que isto acontece? Eis o que posso afirmar tendo como base a minha [do Joseph] experiência: Especialmente durante os dias iniciais do meu estilo de vida homossexual, sempre tive atracção por aqueles homens que representavam, ou pareciam projectar, uma qualidade ou uma característica que eu acreditava não ter. Na maior parte das vezes, eu senti isto como uma força claramente indefinível de confiança, estabilidade e masculinidade.
Houve um homem em particular que - pensava eu - encapsulava as três. No entanto, o facto de ter estado com ele, ter tido relações sexuais com ele, não mudou a minha auto-percepção visto que o meu sentimento de inadequação (que levou à minha incomum necessidade de afirmação masculina) não estava de maneira alguma relacionada com ele; ele não me poderia fazer no homem que eu pensava que não era.
Creio que o rapaz perdido que se encontrava dentro de mim queria um pai, mas como alguém que tentava passar a ser um homem, eu não queria um pai. Provavelmente se esta tivesse sido uma relação heterossexual as coisas teriam funcionado visto que a natureza complementar entre o homem e a mulher satisfaz e preenche ambas as partes da biologia e da experiência humana.
Mas nós fomos atraídos um para o outro numa falsa atracção magnética apenas para nos apercebermos que, tal como dois pólos [iguais], nós repelíamo-nos. O novelista homossexual Andrew Holleran provavelmente explicou este drama trágico quando escreveu:
Em conclusão, o homossexualismo masculino é totalmente insustentável, até mesmo dentro do contexto "sexo-seguro" profilático, porque as forças naturais em operação geram um situação física onde a lesão, mesmo as menores, é sempre uma possibilidade distinta e, desde logo, deixa ambos os parceiros abertos à infecção e à doença.
Para além disso, uma vez que a sexualidade homossexual masculina é inerentemente impulsiva, ascendendo e caindo tão rapidamente como uma erecção, o impulso para executar estes cenários, mesmo quando estão cientes dos riscos físicos, por vezes está significativamente para além do controle dos participantes.
Dois estudos mostram que traços de personalidade, associados a papéis sexuais infantis confusos, frequentemente determinam a participação em certos actos e hábitos homossexuais quando se chega à idade adulta:
Dito de outra forma, rapazes que cresceram a exibir características femininas frequentemente passam a ser adultos que preferem sexo anal receptivo.
Num outro estudo parecido, “MIPs [male insertive partners] desejavam sexo onde eles eram dominantes e no controle, ao mesmo tempo que MRPs [male receptive partners] desejavam sexo onde eles eram dominados ou 'tomados'. O desejado diferencial de poder era evidenciado através do tipo de comportamento sexual e através do tipo de parceiros desejados. Estes dados salientam a importância do poder como motivador sexual." (6)
Consequentemente, os homens homossexuais estão constantemente a reencenar o enredo dominante-submisso - uma perversão da relação pai-filho - numa tentativa de lidar com as memórias dolorosas. Então, quando invariavelmente se envelhece, ocorre esta bizarra reversão: o rapaz passa a ser o pai e tem agora que assumir o papel contrário. O problema é que nunca se passa a ser um homem, mas tu tentas provar o teu ténue entendimento da masculinidade dominando os jovens e os sem-experiência.
Este é um ciclo vicioso horrível. Do ponto de vista fisiológico, os homens homossexuais não podem continuar neste caminho; a sua única esperança para uma saúde, paz e cura genuínas é através dum programa de vida onde inicialmente abraçam a castidade, e posteriormente o aconselhamento espiritual e psicológico seguido de terapia reparativa.
~ http://bit.ly/1UfWJrA
Referências:
1. “HIV Transmission among Men Who Have Sex with Men due to Condom Failure”
Robert S. Remis, Michel Alary, Juan Liu, Rupert Kaul, Robert W. H. Palmer
Published: September 11, 2014DOI: 10.1371/journal.pone.0107540
2. http://www.fda.gov/ForPatients/Illness/HIVAIDS/ucm126372.htm
3. “Over Half of MSM in Swiss Study Group Don't Know About HCV Infection”
ICAAC 2014 54th Interscience Conference on Antimicrobial Agents and Chemotherapy
September 5-9, 2014, Washington, DC
4. “Relationship characteristics associated with sexual risk behavior among MSM in committed relationships.”
Hoff CC1, Chakravarty D, Beougher SC, Neilands TB, Darbes LA.
AIDS Patient Care STDS. 2012 Dec;26(12):738-45. doi: 10.1089/apc.2012.0198.
5. “Effects of recalled childhood gender nonconformity on adult genitoerotic role and AIDS exposure. HNRC Group.”
Weinrich JD1, Grant I, Jacobson DL, Robinson SR, McCutchan JA.
Arch Sex Behav. 1992 Dec;21(6):559-85.
domingo, 7 de junho de 2015
É possível mudar a preferência sexual?
Os terapeutas que buscam formas de normalizar o homossexualismo dizem que é impossível mudar a "orientação" sexual, e que qualquer tentativa de modificação é inerentemente prejudicial. No entanto, os resultados dum estudo de longo alcance publicados no Journal of Sex and Marital Therapy (revisto por pares) juntaram-se às centenas de outros estudos ao concluir que não só é possível, como é preferível para muitos indivíduos.
Os psicólogos Stanton L. Jones (Wheaton College) e Mark A. Yarhouse (Regent University) são os autores do estudo longitudinal, que acompanhou indivíduos que haviam buscado mudança na "orientação" sexual através do envolvimento numa variedade de ministérios Cristãos afiliados com a Exodus International.
Os resultados de Jones e Yarhouse revelam que a maioria do candidatos foram bem sucedidos no seu objectivo de alterar a "orientação" sexual, e que, em média, as tentativas não foram prejudicais. Dos 98 sujeitos, e aquando da última avaliação, 61 foram categorizados como bem sucedidos na superação geral.
Entretanto, os autores disseram que, em média, a aferição do stress psicológico não reflectia um aumento de stress psicológico associado à tentativa de mudança. Um comunicado de imprensa anunciando o estudo declara:
O comunicado também salienta:
O Dr. Jones disso à LifeSiteNews.com que o estudo muito provavelmente estava enviesado em favor do optimismo para com a terapia visto que não foi possível contabilizar os candidatos que abandonaram o processo no início.
Ele disse, no entanto, que o estudo permanece acima do outros devido ao seu valor como uma avaliação a longo-prazo da viabilidade da terapia junto das pessoas com atracção homossexual. Num email enviado na Quinta-Feira, Jones escreveu:
O "padrão dourado" seria um estudo completamente experimental e longitudinal que iria também atribuir aleatoriamente vários participantes a grupos de tratamento distintos, com tratamentos altamente definidos; somos de opinião que tal estudo seria, no entanto, impossível de ser levado a cabo.
Embora a American Psychological Association desencoraje os profissionais de saúde a oferecer terapia de "reorientação" sexual, a posição oficial do grupo em relação a tais terapias é que "há evidências insuficientes" que comprovem ou desacreditem tal práctica.
O homossexualismo foi desclassificado como desordem mental do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) em 1973 - o padrão universal para a classificação das doenças mentais - depois de anos de forte pressão por parte dos activistas homossexuais. A mudança deu início a uma mudança de política por parte dos profissionais de topo, que hoje em dia são totalmente contra a terapia de mudança de "orientação" sexual.
O Dr. Robert Spitzer, que esteve no comando da mudança do DSM, reverteu a sua posição em relação à terapia para a atracção homossexual indesejada quase 30 anos depois, passando a apoiar tais terapias depois de ter levado a cabo as suas pesquisas.
- http://goo.gl/NVuHcp
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A palavra "orientação" [sexual] aparece entre aspas porque biologicamente falando, só há uma "orientação" sexual -. a heterossexual. O homossexualismo não é uma "orientação" sexual mas um PREFERÊNCIA sexual (algo que a pessoa escolhe fazer).
terça-feira, 2 de junho de 2015
"...as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial de finalidade."
No campo pastoral, estes homossexuais certamente que têm que ser tratados com entendimento e mantidos na esperança de superarem não só as suas dificuldades pessoais, como também a sua inabilidade de se ajustarem à sociedade.
A sua culpabilidade será julgada com prudência. Mas nenhum método pastoral pode ser usado que possa dar justificação moral para estes actos com o fundamento que ela seria consonante com a condição de tais pessoas. Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade.
domingo, 2 de novembro de 2014
Os perigos da sodomia
O CDC escreveu no relatório do dia 26 de Setembro, que foi publicado como forma de coincidir com o “National Gay Men’s HIV/AIDS Awareness Day” do dia 27 de Setembro, diz:
Tendo como base os recentes estudos, o CDC estima que cerca de 18 porcento dos homens homossexuais encontra-se infectado com o HIV; mais assustador ainda é o facto de 1/3 desses homens homossexuais não saber que contraiu o vírus mortal (fazendo com que eles sejam mais susceptíveis de o passar a outro ao não tomarem as preocupações necessárias). O CDC afirma que a desenfreada promiscuidade que existe dentro da comunidade homossexual só piora as coisas:
O relatório do CDC chega pouco depois dum relatório da Public Health England (PDF) ter revelado problemas semelhantes no Reino Unido: um homossexual em cada 34 tem o HIV, e em Londres, o número aumenta para 1 homossexual em cada 12. O sexo anal é responsável por mais de metade dos novos casos de HIV anualmente diagnosticados no Reino Unido, embora os homossexuais sejam igualmente apenas 2 porcento da população total. O relatório afirma:
O uso do preservativo também não é uma bala mágica contra o HIV uma vez que a sodomia é inerentemente mais áspera que o sexo normal, e com frequência os preservativos se rompem. Um estudo recente proveniente da Tailândia apurou que mesmo com 100 porcento de uso de preservativo, um homossexual em cada cinco contraiu o HIV no espaço de cinco anos depois do seu primeiro acto de sexo anal.
O HIV não é um único perigo letal que pode ser causado com o sexo anal; o cancro anal é outro risco mortífero. Segundo o CDC, os homens que se envolvem na sodomia são 17 vezes mais susceptíveis de contrair o cancro anal, que mata cerca de 40 porcento das suas vitimas no espaço de cinco anos.
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Esta é uma faceta do comportamento homossexual que os activistas têm o cuidado de nunca mencionar em público: segundo a Medicina, o sexo anal e a promiscuidade são receita para a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. Uma sociedade com age de acordo com a lei natural não deve em situação alguma normalizar nenhuma das duas, mas o que nós temos observado nos dias de hoje é que tanto um comportamento como o outro são elevados para lugares que estão para além da crítica racional.
Um argumento que os militantes pró-sodomia usam é o de afirmar que "os heterossexuais também fazem sexo anal". Isto é verdade, mas isso não altera as suas consequências:
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Sida atinge gays cada vez mais cedo
Fonte
domingo, 3 de março de 2013
A Misteriosa Morte de Robert Fleeting
Os factos:
1. Robert era bem parecido e ia-se casar.
2. Robert estava feliz e eufórico na noite em que "se suicidou".
3. Robert regressou à base na companhia dum homossexual assumido que tinha acesso a drogas
4. Objectos pessoais de Robert estavam na presença do homossexual assumido.
5. "Colin", o homossexual assumido com conhecimentos médicos, recusou-se a deixar por escrito o seu testemunho. Porquê?
6. A polícia não levou a cabo testes no corpo de Robert que apurassem a presença de drogas
7. O corpo de Robert foi rapidamente cremado e só depois de ter sido cremado é que a família ficou a saber que o ânus de Robert exibia indícios de trauma.
Cada um retire as suas próprias conclusões.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Peter Duesberg e a indústria da SIDA
Esta é a história de Peter Duesberg. Duesberg é professor de biologia molecular e celular na "University of California" (Berkeley) e é o pesquisador que formulou a teoria de que o HIV não causa a SIDA.
Segundo Duesberg, o que nós conhecemos como SIDA foi originalmente causada pelo uso de nitrato de alquila na comunidade homossexual. Nitrato de alquila é uma droga recreativa que causa a euforia e liberta o esfíncter anal facilitando o sexo anal. Daí o seu uso pelos homossexuais.
O nitrato de alquila, tal como alguns outros nitratos, causa o Sarcoma de Kaposi (SK), um cancro virulento. Quando os homossexuais dos finais da década 70 e inícios da década 80 começaram a aparecer com o SK, a possibilidade duma doença epidémica foi proposta. Causas para esta nova doença foram propostas.
O HIV, um retrovírus amplamente propagado entre a comunidade homossexual afectada com o SK, foi identificado e catalogado como uma das causas possíveis da SIDA. A droga AZT, extremamente tóxica e usada no combate ao cancro, foi ressuscitada do esquecimento após o seu uso ter sido banido nas quimioterapias.
O AZT foi aprovado como tratamento das infecções de HIV. O AZT em si causa muitos sintomas normalmente associados com a SIDA. A mera detecção da infecção HIV era causa para o "tratamento" com o AZT.
Mal o tratamento com AZT tinha início, uma miríade de sintomas de SIDA emergiam - não só a SK. Muito dinheiro foi feito causando condições de doença que, obviamente, tinham também que ter tratadas com outras drogas caras.
ÁFRICA
O continente africano tem sido afligido com muitas doenças tropicais - tais como a malária - e com a mal-nutrição consequente das guerras, revoluções e fome. Estas condições foram todas classificadas como SIDA, mesmo quando, em muitos casos, testes de HIV positivos não haviam sido obtidos.
As estimativas de SIDA, que foram sempre inflacionadas com esta prestidigitação, resultaram em largas quantidades de verbas financeiras alocadas para a pesquisa em torno da SIDA. Muitos "pesquisadores" e companhias farmacêuticas lucraram imenso com isto.
Duesberg alega que o HIV é um retrovírus inofensivo. É precisamente por isto que uma pessoa pode estar infectada com o HIV e viver durante anos sem nunca experimentar qualquer dos sintomas associados com a SIDA até que, obviamente, o tratamento com o AZT tem início.
Quando isso ocorre, os médicos dizem então "ainda bem que demos início ao tratamento precisamente na altura em que os sintomas emergiram".
Largas somas de dinheiro foram geradas com as mentiras em volta da SIDA: nunca poderia ser "curada" mas apenas tratada de modo indefinido - e com elevados custos. Para além disso, o AZT causou muito mais condições de doença.
A teoria do Dr Duesberg foi totalmente ostracizada pela comunidade científica e ataques pessoais foram feitos.
Foi a clássica manobra "matem o mensageiro". Duesberg escreveu um livro "Inventing the AIDS Virus" onde a sua teoria foi detalhada.
A teoria de Duesberg nunca recebeu muita cobertura mesmo nos círculos dedicados à teorias da conspiração. Eu acho que isso se deve ao facto de ser a que mais se aproxima da verdade.
Escrevi este artigo para que todos aqueles infectados com o HIV - que tanto podem ser homossexuais como heterossexuais - possam ter informação necessária antes de darem início ao regime de AZT para "tratamento".
Não sou homossexual mas certamente que não desejo mal algum se abata sobre os outros. Promover a teoria de que a SIDA é uma doença epidémica é a forma de actuação dos "Poderes Estabelecidos" com o propósito de manter a população em medo permanente.
Sei de forma factual que a droga usada para curar o "autismo" na verdade causa muitos dos sintomas classificados como "autismo". Já observei este facto com os meus olhos e isto vai ser o tópico dos meus artigos subsequentes.
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Entrevistas com Dr. Duesberg:
sexta-feira, 23 de março de 2012
Homossexuais detidos após serem apanhados a ter relações num barco

Sobre os dois homens, de 41 e 43 anos, recaem agora acusações de exibição indecente e sodomia.
Os turistas participavam num cruzeiro para gays quando concretizaram o acto, mas foram apanhados por alguém, que chamou os denunciou às autoridades, escreve o JN.
A sodomia é crime na República Dominicana. Os homens incorrem numa pena que vai desde o pagamento de uma multa de cerca de 279 euros até seis meses de cadeia.
terça-feira, 20 de março de 2012
Nobel da Paz contra descriminalização da homossexualidade

Numa entrevista conjunta ao jornal The Guardian, com o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que está de visita àquele país, Sirleaf defendeu que descriminalizar a homossexualidade, designada na Libéria de “sodomia voluntária”, vai contra os “valores tradicionais” que os liberianos pretendem preservar.
A homossexualidade é punida naquele país com pena de prisão de um mínimo de um ano.
Recorde-se que Ellen Johnson Sirleaf foi distinguida com um Nobel da Paz pelo seu papel na reconstrução do país, devastado por 14 anos de guerra civil.
terça-feira, 13 de março de 2012
Igreja Ortodoxa russa pede proibição de propaganda homossexual

"A obstinação das minorias sexuais e seus planos para manifestar-se de novo na frente de centros infantis demonstra como foi oportuna a aprovação da lei regional", disse Dmitry Pershin, chefe do comité de juventude da IOR, citado pela agência oficial RIA Novosti.
Pershin, que também é membro da comissão parlamentar para a família e os assuntos infantis, afirmou que "a lei deve receber um status federal o mais rápido possível, um trabalho que compete aos deputados" da Duma (Câmara Baixa do Parlamento).
O representante da IOR foi um dos analistas que participou da redação da lei aprovada na semana passada pelo governador da região de Leningrado, onde passou a ser proibida por lei a propagação de informação sobre a homossexualidade, bissexualidade, transsexualidade e a pedofilia. A lei prevê uma pena com multas administrativas que variam entre US$ 170 e US$ 17 mil.
As organizações homossexuais criticaram a lei por considerá-la uma violação da liberdade de expressão e que servirá de pretexto para continuar proibindo as manifestações de orgulho gay.
Leis similares foram aprovadas nos últimos meses nas regiões de Astrajan, Kostroma e Ryazan. A última tentativa de realizar uma passeata de orgulho gay em maio de 2011 na capital russa terminou em confrontos violentos entre activistas homossexuais e ultranacionalistas, além da detenção de dezenas de pessoas.
O Tribunal Europeu de Direitos Humanos ditou uma sentença que considera que a proibição de manifestações de orgulho gay em Moscovo em 2006, 2007 e 2008 "contradiz a Convenção Europeia de Defesa dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais".
Até 27 de maio de 1993 não havia sido abolido o artigo 121 do código penal da Rússia, que sancionava com penas de prisão as práticas homossexuais. Nesse mesmo ano também se deixou de considerar as relações entre pessoas do mesmo sexo como uma doença mental.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Detido por fazer sexo com cão do vizinho

Denis Gress foi detido após a denúncia de um vizinho, que revelou tê-lo visto a realizar actividades sexuais com o animal no quintal da casa do proprietário.
Segundo a polícia, o homem já tinha mantido relações sexuais com o cão em Setembro, mas o caso só agora foi denunciado.
Denis Gress foi detido e acusado dos crimes de sodomia e lascívia, mas já foi libertado.
domingo, 27 de novembro de 2011
Esquerdistas americanos atacam russos por estes proibirem promoção da sodomia entre os jovens de São Petersburgo
Nenhum membro da administração esquerdista americana foi no entanto capaz de identificar um único documento em torno dos direitos humanos que envolva preferências sexuais (um comportamento humano e não um "direito" humano).
Apelamos aos oficiais russos que garantam estas liberdades e promovam um ambiente que promova o respeito pelos direitos de todos os cidadãos.Nenhum direito é violado quando se impede a promoção da sodomia entre jovens e crianças. Dado que a sodomia é um comportamento quase tão (ou mais) auto-destrutivo que fumar, é perfeitamente normal que uma cidade responsável não queira que os seus jovens sejam mal influenciados e caiam nesse vício terrível.
A declaração americana afirma que eles (os esquerdistas que actualmente controlam o governo americano) estão "profundamente preocupados" pela lei proposta pela facção "United Russia" (Rússia Unida). O texto contido foi aprovada na primeira leitura realizada na semana passada no parlamento da cidade e precisa de ser aprovada em mais duas leituras antes de se tornar em lei.
Segundo esta lei, qualquer pessoa que comete "actos públicos" em promoção da homossexualidade, bissexualidade ou identidade transgénera entre menores, poderá pagar até 3,000 rublos (cerca de 71,77 euros). Ao mesmo tempo, qualquer organização que o faça pode pagar entre 10,000 a 50,000 rublos.
A lei não define o que é um "acto público" e isto leva a que os activistas homossexuais afirmem que isto pode ser usado para impedir os eventos de "orgulho" sodomita, que são (felizmente) regularmente banidos na Rússia.
Ao mesmo tempo, a lei impõe as mesmas multas a quem promova a pedofilia, tacitamente equivalendo a pedofilia com a homossexualidade. Esta última foi descriminalizada em 1993 durante a presidência de Boris Yeltsin.
De facto, é "estranho" que as pessoas frequentemente associem a pedofilia à homossexualidade. O facto dos homossexuais estarem desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores certamente que nada teve a ver.
Os esquerdistas americanos dizem ainda que:
Os [esquerdistas dos] EUA colocam grande importância no combate à descriminação contra os membros da comunidade LGBT e todos os grupos minoritários.Excepto se esses grupos forem Cristãos, ou se o país que criminalize a sodomia seja um país islâmico. Nestes casos, os marxistas culturais não vêem "grande importância no comabte à descriminação".
Curioso também que a Hillary Clinton fale com tanta arrogância em defesa de tais "direitos humanos" quando está no ocidente, mas se esqueça dos mesmos quando está de visita a países não-Cristãos. Mas quem disse que os esquerdistas têm alguma aliança com a lógica e a coerência?
Escusado será dizer que os russos não ligam nenhuma ao que Obama diz. Aliás, pelo que se soube em tempos recentes, Obama não é muito popular na Rússia.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Fernanda Serrano e Fátima Lopes dão o corpo em apoio à sodomia
○Fonte○
Eduardo Beauté e Luís Borges já estão oficialmente casados. O cabeleireiro, de 44 anos, e o manequim, de 22, trocaram alianças perante 170 pessoas, numa cerimónia que decorreu esta sexta-feira no ambiente romântico do Hotel Rural da Quinta do Pinheiro, na Nazaré.Portanto, sempre que formos a Millenium ou ao BPI, estamos na presença duma instituição que usa figuras públicas que dão apoio a um comportamento sexual clinicamente auto-destrutivo.Familiares e amigos do casal juntaram-se numa emotiva celebração do amor entre Eduardo e Luís - um evento marcante por ser um dos primeiros casamentos gay entre famosos portugueses. . . . A testemunhar o casamento estiveram inúmeras celebridades, entre elas a actriz Fernanda Serrano e a apresentadora Fátima Lopes, madrinhas do casamento pela parte do ‘hairstylist' das estrelas.
Como se isto não fosse suficientemente nojento, ficamos a saber que os "pombinhos" querem trazer uma criança para o meio da sua confusão sexual.
Porquê uma criança negra? Talvez isto seja uma pista.
sábado, 21 de maio de 2011
O alto custo da sodomia
Resumo do texto "The High Cost of Sodomy" em
Nós todos sabemos que a AIDS é uma doença muito cara e que ela começou com homossexuais masculinos e se dispersou deles para os outros (p.ex.: os que abusam de drogas, esposas, prostitutas, recebedores de sangue etc.). Hoje, metade (50.3%) das pessoas nos EUA vivendo com AIDS são machos que têm sexo com machos [MSM].
E, depois de um pedacinho de trégua nos anos 90, a proporção de infecções do HIV em MSM é uma vez novamente crescente. Em 2002, para aqueles cuja categoria de risco foi identificada, 56% das novas infecções do HIV foram entre MSM.1 Assim, a AIDS começou como uma doença gay, permanece primordialmente uma doença gay, e é crescentemente uma doença gay.
Assim, qual é o custo da AIDS? Uma reportagem do Los Angeles Times em 1995 resumiu várias pesquisas acadêmicas e governamentais, chegando em uma estimativa de que a AIDS consumiria 0.9% a 1.1% do Produto Doméstico Bruto [GDP] anual da nação pelo ano 2000. [1]
Um por cento do GDP é GIGANTESCO.
Um por cento do GDP em 2001 equivaleu a cerca de $102 bilhões. Posto que a estimativa dos gays é de certa forma mais da metade daqueles sofrendo de AIDS, pelo menos metade desse total ou $51 bilhões foi o custo da sodomia que conduziu à AIDS. Assim, o 'imposto da sodomia gay' por AIDS somente em 2001 foi cerca de $359 para todo trabalhador americano. Em 2002, o imposto da sodomia foi um pouquinho maior.
No presente, cerca de 6,000 machos que têm sexo com machos [MSM] por ano morrem de AIDS e cerca de 20,000 MSM por ano são infectados com HIV. Obviamente, a menos que os custos de tratamento médico e outras despesas relacionadas a AIDS caiam significantemente, os prospectos agigantam-se para a AIDS custar apreciavelmente mais GDP no futuro.
Custo em Perspectiva
O custo total projetado de levar e trazer homens de Marte totalizaria cerca de $750 bilhões.[2] Isto é, uma aterrissagem em Marte custaria aproximadamente tanto quanto 15 anos do 'imposto gay da AIDS.'
Da mesma forma, fumar — praticado por cerca de um quarto de todos os adultos — é estimado a consumir pelo menos 6.5% de custos médicos. Assim, a AIDS é quase tão caro quanto todos os custos médicos associados com acidentes. E cada ano o 'imposto gay da AIDS' pagaria perto de todos os custos associados com fumo, e cerca da metade de todos os custos associados com acidentes.
Ou considere a educação. Os EUA gastam cerca de metade de um trilhão de dólares por ano em educação K-12. Acima de $50 bilhões, a porção masculina homossexual de gastos com AIDS, é comparativamente cerca de 10% desses números.
Os praticantes homossexuais são não menos obcecados que aqueles que querem uma operação de mudança de sexo — eles querem ser considerados 'normais' em todo respeito. Eles também querem que a sociedade aceite seus desejos como 'razoáveis' e além disso que paguem os custos por suas escolhas. No caso de 'mudanças de sexo', esses custos incluem mutilação genital; no caso da sodomia, envolve custos médicos e outros.
Em um recente artigo, os pesquisadores Hansen e Groce4 iluminaram um país, Cuba, que "não reconhecem direitos individuais como um impedimento a suas medidas de saúde pública", e impôs quarentena àqueles com HIV. Por volta de 2002, o sucesso da saúde pública da política cubana foi reconhecido — Cuba tinha uma taxa de infecção de HIV "quase 11 vezes menor que nos Estados Unidos."
Steele é bastante correto. Os sodomitas vivem em um estilo de vida inferior, incorrendo em muito maior risco pessoal e apresentando bem maior perigo à sociedade através de suas atividades preferidas. Porque seus relacionamentos são inferiores ao casamento tradicional, a sociedade é correta em discriminar a sodomia como sendo destrutiva e egoísta.
Com efeito, proponentes da igualdade têm que negar ativamente as reais conseqüências e custos à sociedade do comportamento homossexual. Fora isso, eles seriam forçados a admitir que convém que seja suprimida para o bem comum.
Veja, por exemplo, em todos as épocas monges e freiras que conseguiram evitar o sexo (e geralmente viver muito mais do que a média). Todavia, a sodomia não acrescenta nenhum valor a não ser entretenimento. A sociedade certamente não precisa disso tal como as necessidades de homens e mulheres para procriação e educar as próximas gerações.
Assim, por que deveria a sociedade dar status igual a pior que inúteis relacionamentos do mesmo sexo? Por que nós deveríamos carregar nos ombros todos esses custos?
[1] Oldham J, The economic cost of AIDS, 10/13/95
[2] Hill, G, Power, S, Pasztor. Bush team's plan for space mission faces obstacles. Wall Street Journal , 1/12/04, B5
[3] MMWR 1/16/04;53(01);1-4
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