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sexta-feira, 21 de junho de 2019

O alto custo da sodomia no Brasil



Segundo o Boletim Epidemeológico HIV/AIDS de 2018 [1] somos informados do número de 12.505 de casos de HIV do sexo masculino notificados no Sinan (p. 30).  Este número é quase o triplo dos números de diagnosticados do mesmo sexo em 2007, que eram da ordem de 4.294 casos.

Para que não fiquem rastros de desonestidade em nossa pesquisa, vamos deduzir desses 12.505 casos os 633 casos de homens de 0 a 14 anos de idade com AIDS, chegando até o número mais fiel de 11.872 de homens que assumiram o risco de contrair o vírus sexualmente (p. 30).

Ora, considerando apenas o orçamento do Governo Federal, o orçamento para gastos SOMENTE com medicamentos com a AIDS no Brasil é próximo da casa de 1 bilhão de reais:

"No âmbito do componente estratégico, o gasto com medicamentos para o tratamento de DST/Aids praticamente não variou (0,43%, de R$ 912,2 milhões para R$ 916,1 milhões em valores de 2016)" [2]

No que concerne ao "Incentivo a Estados, Distrito Federal e municípios foi R$ 178,5 milhões".[3]

Chegamos então ao custo somente com medicamentos com a AIDS no Brasil em cerca de 1,1 bilhão de reais!

Ora, pelo boletim epidemiológico de 2018 somos informados que os declarados homossexuais e bissexuais perfazem 59,4% da proporção de casos registrados.[4]

Assim, multiplicando-se esta taxa pelos gastos com medicamentos chegamos ao custo de quase R$ 650 milhões para custear divertimentos sexuais heterodoxos.

Digno de se registrar que esse número é um número aquém da realidade, pois muitos daqueles catalogados como heterossexuais nas pesquisas de AIDS, com medo de assumirem sua condição homossexual, acabam mentindo para o entrevistador.  Além disso, estamos registrando aqui somente os gastos com medicamentos, deixando de lado os demais custos operacionais, que envolve custos de internação e principalmente recursos humanos.

Os homossexuais costumam dizer que não devemos nos preocupar com aquilo que fazem, pois isso não nos afeta em nenhum modo.

Logicamente, uma grande mentira, pois o orçamento é sustentado graças a, entre outros, os recursos do tesouro que são custeados com o dinheiro de nossos tributos.

Com esta quantia de 650 milhões de reais, numa simples varredura no Google, poderíamos suprir os gastos do Município de Corumbá (MS) durante o ano de 2019, [5], que atualmente conta com uma população de 111 mil pessoas. [6]

Portanto, com um mínimo de reflexão, podemos ter a dimensão do potencial destrutivo da prática sodomita em nosso país, como não somente um revés moral, mas também econômico.

E por que não estou abordando a quantia gasta com os heterossexuais?  A diferença é que enquanto os heterossexuais, a maioria dos quais mulheres, não procuram a doença, mas são vítimas de maridos irresponsáveis com comportamento dúbio, os homossexuais procuram a doença como uma diversão inconseqüente.

Assim, jamais poderíamos fazer apologia de um comportamento que só nos traz prejuízos morais e econômicos.  Chegamos à inarredável conclusão que o homossexualismo é SIM um problema de saúde pública, talvez tão grande quanto o tabaco!

Referências:

[5] Disponível em <https://diarionline.com.br/?s=noticia&id=105776> Acesso em 22/05/2019
[6] Disponível em <https://en.wikipedia.org/wiki/Corumb%C3%A1> Acesso em 22/05/2019

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O porquê do homossexualismo ser insustentável e do "casamento" homoerótico não ajudar.

Por Joseph Sciambra

Segundo um estudo em torno homossexuais masculinos sexualmente activos e residentes em Ontário (Canadá), de todos os novos casos de infecções com o HIV, “51%  foram através do sexo anal com o uso do preservativo e16%  através do sexo oral.” (1). O mesmo relatório apurou que “O falhanço do preservativo é frequentemente devido à rotura e à derrapagem, e por vezes (mas nem sempre) devido ao uso não-óptimo.”

Esta é a triste situação em que estamos porque os preservativos são mais susceptíveis de se romperem quando são usados analmente em oposição ao uso vaginal. De facto, a FDA nunca chegou a "esclarecer ou aprovar qualquer tipo de preservativo para uso especifico no sexo anal”. Isto é o que o site da FDA diz (2):

É mais provável que os preservativos se rompam durante o sexo anal do que durante qualquer outro tipo de actividade sexual devido à maior quantidade de fricção e de outro tipo de stress envolvido.

Para além disso, devido a  natureza frequentemente agressiva e até violenta do sexo homossexual masculino, o trauma anal, não só o rompimento do preservativo, é passível de ocorrer . Num estudo similar ao estudo Canadiano, pesquisadores Suíços apuraram que 28% dos homens homossexuais reportaram terem "trauma sexual passivo". (3)

Apesar disto, um argumento crucial em favor do "casamento" homossexual tem sido o de que a estabilidade dos emparelhamentos monogâmicos legalmente reconhecidos entre os homens homossexuais terá o efeito de baixar as taxas de contágio junto da população homossexual masculina. No entanto, outro estudo subverte por completo este argumento:. Numa pesquisa levada a cabo junto de duplas homossexuais, os pesquisadores apuraram que:

A maioria das duplas [homossexuais masculinas] permitia o sexo com parceiros externos. De modo geral, 65% dos homossexuais da amostra envolveu-se em
UAI [="unprotected anal intercourse"] com o parceiro primário.... Entretanto, 22% da amostra envolveu-se em pelo menos um episódio de UAI com um parceiro sexual externo, metade dos quais parceiros externos com um estatuto discordante ou desconhecido em relação ao HIV. (4)

Portanto, a psique dos homens homossexuais, que está pré-disposta para a promiscuidade, irá reduzir ou anular qualquer suposto benefício do "casamento" homossexual.

Mas porque é que isto acontece? Eis o que posso afirmar tendo como base a minha [do Joseph] experiência: Especialmente durante os dias iniciais do meu estilo de vida homossexual, sempre tive atracção por aqueles homens que representavam, ou pareciam projectar, uma qualidade ou uma característica que eu acreditava não ter. Na maior parte das vezes, eu senti isto como uma força claramente indefinível de confiança, estabilidade e masculinidade.

Houve um homem em particular que - pensava eu - encapsulava as três. No entanto, o facto de ter estado com ele, ter tido relações sexuais com ele, não mudou a minha auto-percepção visto que o meu sentimento de inadequação (que levou à minha incomum necessidade de afirmação masculina) não estava de maneira alguma relacionada com ele; ele não me poderia fazer no homem que eu pensava que não era.

Creio que o rapaz perdido que se encontrava dentro de mim queria um pai, mas como alguém que tentava passar a ser um homem, eu não queria um pai. Provavelmente se esta tivesse sido uma relação heterossexual as coisas teriam funcionado visto que a natureza complementar entre o homem e a mulher satisfaz e preenche ambas as partes da biologia e da experiência humana.

Mas nós fomos atraídos um para o outro numa falsa atracção magnética apenas para nos apercebermos que, tal como dois pólos [iguais], nós repelíamo-nos. O novelista homossexual Andrew Holleran provavelmente explicou este drama trágico quando escreveu:

Com dois egos masculinos é muito complicado. Os homens pura e simplesmente não foram criados para se prostrarem perante outros homens.

Em conclusão, o homossexualismo masculino é totalmente insustentável, até mesmo dentro do contexto "sexo-seguro" profilático, porque as forças naturais em operação geram um situação física onde a lesão, mesmo as menores, é sempre uma possibilidade distinta e, desde logo, deixa ambos os parceiros abertos à infecção e à doença.

Para além disso, uma vez que a sexualidade homossexual masculina é inerentemente impulsiva, ascendendo e caindo tão rapidamente como uma erecção, o impulso para executar estes cenários, mesmo quando estão cientes dos riscos físicos, por vezes está significativamente para além do controle dos participantes.

No entanto, esta mesma sexualidade homossexual masculina está tão enraizada e é patologicamente motivada por desejos infantis tão distantes que muitos homossexuais masculinos podem até nem ter lembrança de alguma vez terem outro tipo de sentimentos; devido a isto é que muitas vezes eles acreditam de modo firme que eles nasceram assim.

Dois estudos mostram que traços de personalidade, associados a papéis sexuais infantis confusos, frequentemente determinam a participação em certos actos e hábitos homossexuais quando se chega à idade adulta:

...... o FGI [Freund Feminine Gender Identity Scale] (e muitos dos seus factores e items) está significativamente associado a preferência por sexo anal receptivo.” (5)

Dito de outra forma, rapazes que cresceram a exibir características femininas frequentemente passam a ser adultos que preferem sexo anal receptivo.

Num outro estudo parecido, “MIPs [male insertive partners] desejavam sexo onde eles eram dominantes e no controle, ao mesmo tempo que MRPs [male receptive partners] desejavam sexo onde eles eram dominados ou 'tomados'. O desejado diferencial de poder era evidenciado através do tipo de comportamento sexual e através do tipo de parceiros desejados. Estes dados salientam a importância do poder como motivador sexual." (6)

Consequentemente, os homens homossexuais estão constantemente a reencenar o enredo dominante-submisso - uma perversão da relação pai-filho - numa tentativa de lidar com as memórias dolorosas. Então, quando invariavelmente se envelhece, ocorre esta bizarra reversão: o rapaz passa a ser o pai e tem agora que assumir o papel contrário. O problema é que nunca se passa a ser um homem, mas tu tentas provar o teu ténue entendimento da masculinidade dominando os jovens e os sem-experiência.

Este é um ciclo vicioso horrível. Do ponto de vista fisiológico, os homens homossexuais não podem continuar neste caminho; a sua única esperança para uma saúde, paz e cura genuínas é através dum programa de vida onde inicialmente abraçam a castidade, e posteriormente o aconselhamento espiritual e psicológico seguido de terapia reparativa.

~ http://bit.ly/1UfWJrA

Referências:

1. “HIV Transmission among Men Who Have Sex with Men due to Condom Failure”
Robert S. Remis, Michel Alary, Juan Liu, Rupert Kaul, Robert W. H. Palmer
Published: September 11, 2014DOI: 10.1371/journal.pone.0107540

2. http://www.fda.gov/ForPatients/Illness/HIVAIDS/ucm126372.htm

3. “Over Half of MSM in Swiss Study Group Don't Know About HCV Infection”
ICAAC 2014 54th Interscience Conference on Antimicrobial Agents and Chemotherapy
September 5-9, 2014, Washington, DC

4. “Relationship characteristics associated with sexual risk behavior among MSM in committed relationships.”
Hoff CC1, Chakravarty D, Beougher SC, Neilands TB, Darbes LA.
AIDS Patient Care STDS. 2012 Dec;26(12):738-45. doi: 10.1089/apc.2012.0198.

5. “Effects of recalled childhood gender nonconformity on adult genitoerotic role and AIDS exposure. HNRC Group.”
Weinrich JD1, Grant I, Jacobson DL, Robinson SR, McCutchan JA.
Arch Sex Behav. 1992 Dec;21(6):559-85.

6. Damon, Will (2001). “The relations of power and intimacy motives to genitoerotic role preferences in gay men: A pilot study.” Canadian Journal of Human Sexuality. 2000 Vol 9(1) 15-30.

domingo, 7 de junho de 2015

É possível mudar a preferência sexual?

Por Kathleen Gilbert

Os terapeutas que buscam formas de normalizar o homossexualismo dizem que é impossível mudar a "orientação" sexual, e que qualquer tentativa de modificação é inerentemente prejudicial. No entanto, os resultados dum estudo de longo alcance publicados no Journal of Sex and Marital Therapy (revisto por pares) juntaram-se às centenas de outros estudos ao concluir que não só é possível, como é preferível para muitos indivíduos.

Os psicólogos Stanton L. Jones (Wheaton College) e Mark A. Yarhouse (Regent University) são os autores do estudo longitudinal, que acompanhou indivíduos que haviam buscado mudança na "orientação" sexual através do envolvimento numa variedade de ministérios Cristãos afiliados com a Exodus International.

Os autores notaram que este estudo supera uma crítica primária levantada contra os dados terapêuticos da atracção pelo mesmo sexo [ed: em inglês "same-sex atraction" = SSA] - que os resultados não são adequadamente documentados durante um certo período de tempo - ao avaliar os 98 candidatos durante um período de seis a sete anos depois do fim da terapia.

Os resultados de Jones e Yarhouse revelam que a maioria do candidatos foram bem sucedidos no seu objectivo de alterar a "orientação" sexual, e que, em média, as tentativas não foram prejudicais. Dos 98 sujeitos, e aquando da última avaliação, 61 foram categorizados como bem sucedidos na superação geral.

Cinquenta e três porcento dos avaliados foram categorizados como resultados de sucesso; especificamente, 23 porcento reportaram sucesso na forma de mudança essencial para a "orientação" e funcionalidade heterossexual, ao mesmo tempo que uns adicionais 30 porcento reportaram não mais se identificarem como homossexuais ao mesmo tempo que mantinham um estável comportamento de castidade. Na marca dos seis anos, 20 porcento dos avaliados reportou abraçar por completo uma auto-identificação homossexual.

Entretanto, os autores disseram que, em média, a aferição do stress psicológico não reflectia um aumento de stress psicológico associado à tentativa de mudança. Um comunicado de imprensa anunciando o estudo declara:

Estes resultados não provam que uma mudança categórica  de "orientação" sexual é possível para todas as pessoas ou para qualquer pessoa, mas sim que mudanças significativas através dum contínuum, que constitui uma mudança real, é possível para algumas pessoas.

O comunicado também salienta:

Estes resultados não provam que ninguém é alguma vez prejudicado pela tentativa de mudança, mas sim que a tentativa de mudança não parece, em média, ser prejudicial ou inerentemente prejudicial.

O Dr. Jones disso à LifeSiteNews.com que o estudo muito provavelmente estava enviesado em favor do optimismo para com a terapia visto que não foi possível contabilizar os candidatos que abandonaram o processo no início.

Ele disse, no entanto, que o estudo permanece acima do outros devido ao seu valor como uma avaliação a longo-prazo da viabilidade da terapia junto das pessoas com atracção homossexual. Num email enviado na Quinta-Feira, Jones escreveu:

O "padrão prateado" [dos estudos relativos à atracção homossexual] é uma estudo longitudinal que segue as pessoas repetidamente durante um período de múltiplos anos, e também um estudo prospectivo que avalia as pessoas desde o princípio da mudança. Segundo sei, o nosso é o primeiro estudo a fazer isso.

O "padrão dourado" seria um estudo completamente experimental e longitudinal que iria também atribuir aleatoriamente vários participantes a grupos de tratamento distintos, com tratamentos altamente definidos; somos de opinião que tal estudo seria, no entanto, impossível de ser levado a cabo.

Uma meta-análise baseada em mais de 100 anos de pesquisas em torno da terapia à atracção homossexual, e publicada em Junho de 2009, apurou que o homossexualismo não é imutável, e que os indivíduos que buscam mudança podem ser beneficiados com a terapia. O relatório, publicado pela NARTH, incluiu mais de 600 relatórios de clínicos, pesquisadores, antigos clientes, publicados  essencialmente em publicações profissionais e revistas por pares.

Embora a American Psychological Association desencoraje os profissionais de saúde a oferecer terapia de "reorientação" sexual, a posição oficial do grupo em relação a tais terapias é que "há evidências insuficientes" que comprovem ou desacreditem tal práctica.

O homossexualismo foi desclassificado como desordem mental do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) em 1973 - o padrão universal para a classificação das doenças mentais - depois de anos de forte pressão por parte dos activistas homossexuais. A mudança deu início a uma mudança de política por parte dos profissionais de topo, que hoje em dia são totalmente contra a terapia de mudança de "orientação" sexual.

O Dr. Robert Spitzer, que esteve no comando da mudança do DSM, reverteu a sua posição em relação à terapia para a atracção homossexual indesejada quase 30 anos depois, passando a apoiar tais terapias depois de ter levado a cabo as suas pesquisas.

- http://goo.gl/NVuHcp

* * * * * * *

A palavra "orientação" [sexual] aparece entre aspas porque biologicamente falando, só há uma "orientação" sexual -. a heterossexual. O homossexualismo não é uma "orientação" sexual mas um PREFERÊNCIA sexual (algo que a pessoa escolhe fazer).

Os homoactivistas preferem o termo "orientação sexual" porque ela tem uma conotação mais psicológica, imutável e biológica, e menos sociológica, mas as evidências claramente demonstram que o homossexualismo é comportamento social adquirido (e não algo inerente na pessoa).

terça-feira, 2 de junho de 2015

"...as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial de finalidade."

Por Joseph Sciambra

Actualmente existem pessoas que, baseando nas observações na ordem psicológica, começaram a julgar de forma indulgente, e até a desculpar por completo, as relações homossexuais entre certas pessoas. Eles fazem isto em oposição ao ensino constante do  Magisterium e ao sentido moral do povo Cristão.

É feita uma distinção, e aparentemente com alguma razão, entre os homossexuais cujas tendências são o efeito duma falsa educação, duma falta de um desenvolvimento sexual normal, dos hábitos, dos maus exemplos, ou de outras causas semelhantes, e é transitória ou pelo menos não é incurável; dos homossexuais que são definitivamente assim devido a algum tipo de instinto inato ou constituição patológica tomada como incurável.

Em relação a esta segunda categoria de sujeitos, algumas pessoas concluem que a sua tendência é tão natural que, no seu caso, justifica os seus relacionamentos homossexuais dentro duma sincera comunhão de vida e de amor análoga ao casamento, desde que tais homossexuais  se sintam incapazes de resistir a uma vida de solidão.

No campo pastoral, estes homossexuais certamente que têm que ser tratados com entendimento e mantidos na esperança de superarem não só as suas dificuldades pessoais, como também a sua inabilidade de se ajustarem à sociedade.

A sua culpabilidade será julgada com prudência. Mas nenhum método pastoral pode ser usado que possa dar justificação moral para estes actos com o fundamento que ela seria consonante com a condição de tais pessoas. Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade.

Nas Sagradas Escrituras, elas são condenadas como uma depravação séria e até apresentadas como uma consequência triste de se rejeitar a Deus. Este julgamento das Escrituras não nos permite, obviamente, concluir que todas as pessoas que sofrem com esta anomalia são pessoalmente responsáveis por ela, mas ele atesta para o facto dos  actos homossexuais serem intrinsecamente desordenados e em caso algum podem ser aprovados.

O trecho de cima foi retirado da “Persona Humana: Declaration on Certain Questions Concerning Sexual Ethics, Sacred Congregation for the Doctrine of the Faith",  do dia 29 de Dezembro de 1975. Desta secção, a frase que me chama a atenção como a mais profunda é onde se lê, "Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade".

Eu sou de opinião de que o que Igreja se está a referir é a "finalidade" realizada nas uniões maritais heterossexuais levadas a cabo através da concepção, o aparecer duma nova vida, e desde logo o propósito maior da união de amor entre o marido e a esposa. Isto é também o que se passa entre aqueles que são mais velhos ou estéreis; logo, os Bíblicos Abraão e Sara, e Zacarias e Isabel.

Nos emparelhamentos homossexuais a possibilidade é totalmente impossível (mesmo em condições miraculosas). Mesmo na maior Maravilha delas todas, o nascimento Virginal do Senhor Jesus Cristo, há ainda a complementaridade entre Deus o Pai, e a Abençoada Mãe.

No homossexualismo, a finalidade é a morte. Nos tempos modernos, isto viu a materialização definitiva com a ascenção da SIDA. Porque o sexo homossexual masculino torna-se um instrumento não de amor, mas de desespero, de medo e de aniquilação final. Por fim, torna-se suicida à medida que te entregas a um acto que te pode deixar totalmente sem vida; efectivamente, a transferência de sémen a ser depositada no recto e não na vagina gera um tipo de zona morta tóxica dentro do corpo. Vejam o artigo “Sexual behaviour and increased anal cancer” http://www.nature.com/icb/journal/v75/n2/abs/icb199725a.html.

E, para além do fisiológico, o sexo homossexual deixa todas as pessoas insatisfeitas visto que o acto torna-se no foco; o princípio, o meio e o fim; mal acaba, a necessidade de recomeçar começa a crescer dentro de nós. Como a Igreja declara, o sexo homossexual nunca gera uma resolução; nada é criado; uma ligação - talvez uma sensação de camaradagem, algo parecido ao amor; mas é forçado e maquinado - essencialmente, falta-lhe a naturalidade e o à vontade da heterossexualidade.

Depois do sexo homossexual há a dor, o inchaço, e o sangue; é um regresso trágico ao infantilismo; a incapacidade de curar; uma constante repetição do trauma infantil. A única forma é parar, é então, em CRISTO, que há a Esperança e a promessa duma felicidade final com Ele..


domingo, 2 de novembro de 2014

Os perigos da sodomia

O Centers for Disease Control (CDC) acaba de emitir o seu relatório e mais uma vez ele ressalva os perigos potencialmente letais do sexo anal. No seu mais recente Morbidity and Mortality Weekly Report, a agência de saúde disse que embora os homens com atracção homoerótica só sejam cerca de 2 porcento da população total do país, em 2010 eles foram 63 porcento dos recém-diagnosticados casos de HIV/SIDA. Mais de metade de todas as pessoas com SIDA nos EUA são homens homossexuais, e a maior parte deles contraiu o vírus através do sexo anal.

O CDC escreveu no relatório do dia 26 de Setembro, que foi publicado como forma de coincidir com o “National Gay Men’s HIV/AIDS Awareness Day” do dia 27 de Setembro, diz:

A maior parte dos homens homossexuais contrai o HIV através do sexo anal, que é o tipo de sexo mais arriscado para se obter ou transmitir o HIV.

Tendo como base os recentes estudos, o CDC estima que cerca de 18 porcento dos homens homossexuais encontra-se infectado com o HIV; mais assustador ainda é o facto de 1/3 desses homens homossexuais não saber que contraiu o vírus mortal (fazendo com que eles sejam mais susceptíveis de o passar a outro ao não tomarem as preocupações necessárias). O CDC afirma que a desenfreada promiscuidade que existe dentro da comunidade homossexual só piora as coisas:

Uma vez que eles têm mais parceiros sexuais que os outros homens, os homens bissexuais e os homens homossexuais têm mais oportunidades de ter sexo com alguém que lhes pode transmitir o HIV ou outra DST. Semelhantemente, entre os homens homossexuais, aqueles que têm mais parceiros sexuais são aqueles mais susceptíveis de contrair o HIV.

O relatório do CDC chega pouco depois dum relatório da Public Health England (PDF) ter revelado problemas semelhantes no Reino Unido: um homossexual em cada 34 tem o HIV, e em Londres, o número aumenta para 1 homossexual em cada 12. O sexo anal é responsável por mais de metade dos novos casos de HIV anualmente diagnosticados no Reino Unido, embora os homossexuais sejam igualmente apenas 2 porcento da população total. O relatório afirma:

[Os homens homossexuais] reportam níveis mais elevados de comportamento sexual de risco, incluindo números mais elevados de parceiros sexuais e de sexo anal desprotegido, apesar do facto da maioria ser alvo de actividade de prevenção do HIV e a maioria ter acesso aos preservativos.

O uso do preservativo também não é uma bala mágica contra o HIV uma vez que a sodomia é inerentemente mais áspera que o sexo normal, e com frequência os preservativos se rompem. Um estudo recente proveniente da Tailândia apurou que mesmo com 100 porcento de uso de preservativo, um homossexual em cada cinco  contraiu o HIV no espaço de cinco anos depois do seu primeiro acto de sexo anal.

O HIV não é um único perigo letal que pode ser causado com o sexo anal; o cancro anal é outro risco mortífero. Segundo o CDC, os homens que se envolvem na sodomia são 17 vezes mais susceptíveis de contrair o cancro anal, que mata cerca de 40 porcento das suas vitimas no espaço de cinco anos.


* * * * * * *

Esta é uma faceta do comportamento homossexual que os activistas têm o cuidado de nunca mencionar em público: segundo a Medicina, o sexo anal e a promiscuidade são receita para a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. Uma sociedade com age de acordo com a lei natural não deve em situação alguma normalizar nenhuma das duas, mas o que nós temos observado nos dias de hoje é que tanto um comportamento como o outro são elevados para lugares que estão para além da crítica racional.

Um argumento que os militantes pró-sodomia usam é o de afirmar que "os heterossexuais também fazem sexo anal". Isto é verdade, mas isso não altera as suas consequências:



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Sida atinge gays cada vez mais cedo

Os homens que têm sexo com outros homens são infectados com VIH/Sida cada vez mais cedo.

De acordo com dados divulgados nesta tarde de sexta-feira pela Direcção Geral de Saúde, a idade média da infecção entre os homossexuais e bissexuais ocorria aos 36 anos, em 1990, enquanto que em 2012 a idade baixou para os 32 anos.

No total, 70% das infecções no género masculino, na faixa etária entre os 30 e 34 anos, ocorrem entre homossexuais. Os homens que têm sexo com outros homens são 65% dos casos entre os 25 e 29 anos. E na faixa etária dos 20 aos 24 anos representam 45%.

A transmissão da infecção nos homossexuais aumentou 33% entre 2005 e 2011, revela o relatório sobre a situação do VIH/Sida em Portugal em 2012.

Dados oficiais referem que a transmissão da infecção através das relações sexuais em homens que têm sexo com homens atinge hoje 25% do total de casos notificados.

António Diniz, a propósito dos '30 anos do VIH/SIDA em Portugal' e do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, que se assinala domingo, referiu a necessidade de obter respostas com urgência.

“Precisamos saber porque é que estas pessoas se voltaram a infectar e isso implica sabermos que pessoas são, como é que elas encaram a infecção VIH e de que forma é que a adquiriram para podermos traçar estratégias, quer seja de prevenção, quer seja de diagnóstico”, explicou o director do Programa Nacional para a Infecção do VIH/SIDA.

Fonte

domingo, 3 de março de 2013

A Misteriosa Morte de Robert Fleeting


Robert Fleeting era um jovem de 23 anos que no dia 4 de Setembro de 2011 morreu em circunstâncias misteriosas na base da Royal Air Force (RAF) em Benson (Oxfordshire, sul da Inglaterra). Ele era um jovem branco com boa aparência e tinha uma noiva com quem tencionava casar. Na tarde de 3 de Setembro de 2011 ele encontrou-se com a sua noiva e deu-lhe £300 como depósito para o vestido de casamento. Depois disto, cada um seguiu o seu caminho e ela nunca mais o viu . . . . com vida.

Na noite desse mesmo dia 3 de Setembro, as pessoas que se encontravam na base RAF de Benson saíram para uma noitada no pub local. Foi notado que Robert se encontrava bem disposto, alegre e cheio de bom humor, declarando perante todos - enquanto cantava e dançava - que se iria casar.

Depois disto, Robert dirigiu-se para casa de táxi. Enquanto ele se encontrava na praça de táxis, a caminho de casa, pessoas que se encontravam por perto ouviram uma conversa que Robert estava a ter com outro aviador, chamado Colin (nome falso), um conhecido homossexual. Eles discutiam e continuaram a discutir até que eles chegaram à base. Mais tarde, Colin disse que a discussão havia sido sobre o meio de transporte para casa.

No dia seguinte, quando Robert tardava em aparecer, os amigos deram início às buscas. Não conseguiram entrar no seu quarto porque havia algo a bloquear a entrada. Devido a isto, entraram pela janela e encontraram o corpo, morto, de Robert, enforcado na alavanca superior da porta com uma cortina do quarto à volta do pescoço. A janela do quarto havia sido deixada aberta e não havia indícios de entrada forçada. 

O corpo de Robert exibia sinais de arranhos e agressão sexual. Havia indícios de sémen na região do ânus e as suas meias haviam desaparecido; elas nunca foram encontradas. A policia encontrou um par de tesouras partidas e uma t-shirt verde rasgada no peitoril da janela e assumiu que isto pertencia a Robert.

Das 10 pessoas que haviam estado com Robert na noite anterior, apenas 3 foram formalmente entrevistados. Um deles era Colin, que admitiu que, depois de regressarem à base, ele e Robert haviam bebido juntos na companhia duma aviadora chamada Woods. O telemóvel de Robert estava na posse de Colin, que imediatamente o deu à policia, afirmando logo de seguida Robert havia saído do seu quarto feliz e contente.

Quando Colin foi questionado de forma mais assertiva, ele admitiu que algo de natureza sexual havia ocorrido mas que ele nunca havia tocado em Robert. (Como foi isso possível?) Colin recusou-se a fazer qualquer tipo declaração por escrito, afirmando que "não se lembrava" se ele e Robert haviam tido sexo oral.

A polícia concluiu que Robert havia consentido levar a cabo um acto homossexual e que depois disso havia cometido o suicídio. O "Special Investigation Branch" da RAF chegou à mesma conclusão, e determinou que mais ninguém havia estado envolvido no suicídio. Eles não levaram cotonetes (para recolha de amostras bioquímicas) e permitiram que a t-shirt fosse lavada antes de ser testada pela presença de ADN.

Os amigos de Robert estavam certos que ele não tinha tendências homossexuais. Ele havia tido várias namoradas e todas elas confirmaram que ele era heterossexual.

Um relatório post-mortem foi levado a cabo mas este não incluia testes para a presença de drogas. O corpo foi então enviado para a cremação antes da família  ou da noiva terem sido informados de que havia sinais de violência sexual. Um mês depois da cremação, o relatório post-mortem foi então disponibilizado para a família, e só então é que eles descobriram que havia "sinais de trauma" na área do corpo junto ao recto, e que existiam duas abrasões puntiformes no pulso direito da vítima.

A família lançou então a hipótese dele ter sido violado num encontro romântico (inglês: date-raped).  Drogas usadas nas violações que ocorrem nos encontros amorosos - tais como a GHB - são amplamente usadas pelos homossexuais. A última pessoa que esteve com Robert, Colin, era um médico e tinha acesso fácil a drogas bem como entendimento na sua administração. No entanto, o teste pela presença de drogas tem que ser feito no espaço de 24 horas após a morte, e nenhum desses testes foi feito ao corpo de Robert.

Os homossexuais preferem a droga GHB precisamente porque é difícil de ser detectada. Ela tem efeitos perturbadores, levando as pessoas a consentir com comportamentos sexual que não está de acordo com a sua personaldiade. A droga pode também causar uma depressão aguda e reacções posteriroes. Em alguns casos mais extremos, há notícias da mesma ter causado a morte a quem a ingeria.

Ficou-se a saber mais tarde que a t-shirt não pertencia a Robert; a policia nunca determinou a quem ela pertencia. A t-shirt que Robert usava nessa noite desapareceu e nunca mais foi encontrada.

A família de Robert nunca aceitou a história dele ter cometido suicídio. Eles acreditam que o filho foi vítima de jogo sujo (inglês: "foul play") e que a investigação foi uma farsa.

(...)


* * * * * ª * *

Os factos:

1. Robert era bem parecido e ia-se casar.
2. Robert estava feliz e eufórico na noite em que "se suicidou".
3. Robert regressou à base na companhia dum homossexual assumido que tinha acesso a drogas
4. Objectos pessoais de Robert estavam na presença do homossexual assumido.
5. "Colin", o homossexual assumido com conhecimentos médicos, recusou-se a deixar por escrito o seu testemunho. Porquê?
6. A polícia não levou a cabo testes no corpo de Robert que apurassem a presença de drogas
7. O corpo de Robert foi rapidamente cremado e só depois de ter sido cremado é que a família ficou a saber que o ânus de Robert exibia indícios de trauma.

Cada um retire as suas próprias conclusões.

domingo, 15 de abril de 2012

Peter Duesberg e a indústria da SIDA

Esta é a história de Peter Duesberg. Duesberg é professor de biologia molecular e celular na "University of California" (Berkeley) e é o pesquisador que formulou a teoria de que o HIV não causa a SIDA.

Segundo Duesberg, o que nós conhecemos como SIDA foi originalmente causada pelo uso de nitrato de alquila na comunidade homossexual. Nitrato de alquila é uma droga recreativa que causa a euforia e liberta o esfíncter anal facilitando o sexo anal. Daí o seu uso pelos homossexuais.

O nitrato de alquila, tal como alguns outros nitratos, causa o Sarcoma de Kaposi (SK), um cancro virulento. Quando os homossexuais dos finais da década 70 e inícios da década 80 começaram a aparecer com o SK, a possibilidade duma doença epidémica foi proposta. Causas para esta nova doença foram propostas.

O HIV, um retrovírus amplamente propagado entre a comunidade homossexual afectada com o SK, foi identificado e catalogado como uma das causas possíveis da SIDA. A droga AZT, extremamente tóxica e usada no combate ao cancro, foi ressuscitada do esquecimento após o seu uso ter sido banido nas quimioterapias.

O AZT foi aprovado como tratamento das infecções de HIV. O AZT em si causa muitos sintomas normalmente associados com a SIDA. A mera detecção da infecção HIV era causa para o "tratamento" com o AZT.

Mal o tratamento com AZT tinha início, uma miríade de sintomas de SIDA emergiam - não só a SK. Muito dinheiro foi feito causando condições de doença que, obviamente, tinham também que ter tratadas com outras drogas caras.

ÁFRICA

O continente africano tem sido afligido com muitas doenças tropicais - tais como a malária - e com a mal-nutrição consequente das guerras, revoluções e fome. Estas condições foram todas classificadas como SIDA, mesmo quando, em muitos casos, testes de HIV positivos não haviam sido obtidos.

As estimativas de SIDA, que foram sempre inflacionadas com esta prestidigitação, resultaram em largas quantidades de verbas financeiras alocadas para a pesquisa em torno da SIDA. Muitos "pesquisadores" e companhias farmacêuticas lucraram imenso com isto.

Duesberg alega que o HIV é um retrovírus inofensivo. É precisamente por isto que uma pessoa pode estar infectada com o HIV e viver durante anos sem nunca experimentar qualquer dos sintomas associados com a SIDA até que, obviamente, o tratamento com o AZT tem início.

Quando isso ocorre, os médicos dizem então "ainda bem que demos início ao tratamento precisamente na altura em que os sintomas emergiram".

Largas somas de dinheiro foram geradas com as mentiras em volta da SIDA: nunca poderia ser "curada" mas apenas tratada de modo indefinido - e com elevados custos. Para além disso, o AZT causou muito mais condições de doença.

A teoria do Dr Duesberg foi totalmente ostracizada pela comunidade científica e ataques pessoais foram feitos.

Foi a clássica manobra "matem o mensageiro". Duesberg escreveu um livro "Inventing the AIDS Virus" onde a sua teoria foi detalhada.

A teoria de Duesberg nunca recebeu muita cobertura mesmo nos círculos dedicados à teorias da conspiração. Eu acho que isso se deve ao facto de ser a que mais se aproxima da verdade.

Escrevi este artigo para que todos aqueles infectados com o HIV - que tanto podem ser homossexuais como heterossexuais - possam ter informação necessária antes de darem início ao regime de AZT para "tratamento".

Não sou homossexual mas certamente que não desejo mal algum se abata sobre os outros. Promover a teoria de que a SIDA é uma doença epidémica é a forma de actuação dos "Poderes Estabelecidos" com o propósito de manter a população em medo permanente.

Sei de forma factual que a droga usada para curar o "autismo" na verdade causa muitos dos sintomas classificados como "autismo". Já observei este facto com os meus olhos e isto vai ser o tópico dos meus artigos subsequentes.

* * * * * * *

Entrevistas com Dr. Duesberg:



sexta-feira, 23 de março de 2012

Homossexuais detidos após serem apanhados a ter relações num barco


Dois turistas norte-americanos foram detidos pelas autoridades da República Dominicana por serem apanhados a ter relações sexuais num cruzeiro.

Sobre os dois homens, de 41 e 43 anos, recaem agora acusações de exibição indecente e sodomia.

Os turistas participavam num cruzeiro para gays quando concretizaram o acto, mas foram apanhados por alguém, que chamou os denunciou às autoridades, escreve o JN.

A sodomia é crime na República Dominicana. Os homens incorrem numa pena que vai desde o pagamento de uma multa de cerca de 279 euros até seis meses de cadeia.

Fonte

terça-feira, 20 de março de 2012

Nobel da Paz contra descriminalização da homossexualidade


Ellen Johnson Sirleaf, galardoada com o Nobel da Paz em 2011 e Presidente da Libéria, defendeu esta segunda-feira a criminalização da homossexualidade no país.

Numa entrevista conjunta ao jornal The Guardian, com o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que está de visita àquele país, Sirleaf defendeu que descriminalizar a homossexualidade, designada na Libéria de “sodomia voluntária”, vai contra os “valores tradicionais” que os liberianos pretendem preservar.

A homossexualidade é punida naquele país com pena de prisão de um mínimo de um ano.

Recorde-se que Ellen Johnson Sirleaf foi distinguida com um Nobel da Paz pelo seu papel na reconstrução do país, devastado por 14 anos de guerra civil.

terça-feira, 13 de março de 2012

Igreja Ortodoxa russa pede proibição de propaganda homossexual


A Igreja Ortodoxa Russa (IOR) pediu nesta segunda-feira a ampliação para todo o país da lei que proíbe a propaganda homossexual entre os menores de idade e que foi já aprovada em São Petersburgo, segunda maior cidade russa.

"A obstinação das minorias sexuais e seus planos para manifestar-se de novo na frente de centros infantis demonstra como foi oportuna a aprovação da lei regional", disse Dmitry Pershin, chefe do comité de juventude da IOR, citado pela agência oficial RIA Novosti.

Pershin, que também é membro da comissão parlamentar para a família e os assuntos infantis, afirmou que "a lei deve receber um status federal o mais rápido possível, um trabalho que compete aos deputados" da Duma (Câmara Baixa do Parlamento).

O representante da IOR foi um dos analistas que participou da redação da lei aprovada na semana passada pelo governador da região de Leningrado, onde passou a ser proibida por lei a propagação de informação sobre a homossexualidade, bissexualidade, transsexualidade e a pedofilia. A lei prevê uma pena com multas administrativas que variam entre US$ 170 e US$ 17 mil.

As organizações homossexuais criticaram a lei por considerá-la uma violação da liberdade de expressão e que servirá de pretexto para continuar proibindo as manifestações de orgulho gay.

Leis similares foram aprovadas nos últimos meses nas regiões de Astrajan, Kostroma e Ryazan. A última tentativa de realizar uma passeata de orgulho gay em maio de 2011 na capital russa terminou em confrontos violentos entre activistas homossexuais e ultranacionalistas, além da detenção de dezenas de pessoas.

O Tribunal Europeu de Direitos Humanos ditou uma sentença que considera que a proibição de manifestações de orgulho gay em Moscovo em 2006, 2007 e 2008 "contradiz a Convenção Europeia de Defesa dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais".

Até 27 de maio de 1993 não havia sido abolido o artigo 121 do código penal da Rússia, que sancionava com penas de prisão as práticas homossexuais. Nesse mesmo ano também se deixou de considerar as relações entre pessoas do mesmo sexo como uma doença mental.

Fonte

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Detido por fazer sexo com cão do vizinho


Um homem, de 69 anos, foi preso na quarta-feira em Salina, no estado norte-americano do Kansas, acusado de fazer sexo com o cão de um vizinho.

Denis Gress foi detido após a denúncia de um vizinho, que revelou tê-lo visto a realizar actividades sexuais com o animal no quintal da casa do proprietário.

Segundo a polícia, o homem já tinha mantido relações sexuais com o cão em Setembro, mas o caso só agora foi denunciado.

Denis Gress foi detido e acusado dos crimes de sodomia e lascívia, mas já foi libertado.

Fonte

domingo, 27 de novembro de 2011

Esquerdistas americanos atacam russos por estes proibirem promoção da sodomia entre os jovens de São Petersburgo

Na passada 4-Feira a administração do marxista Obama denunciou uma lei russa que impõe multas a quem promover a propaganda homossexual entre menores na cidade de São Petersburgo. A administração esquerdista defende que "os direitos gay são direitos humanos os direitos humanos são direitos gay".

Nenhum membro da administração esquerdista americana foi no entanto capaz de identificar um único documento em torno dos direitos humanos que envolva preferências sexuais (um comportamento humano e não um "direito" humano).

Apelamos aos oficiais russos que garantam estas liberdades e promovam um ambiente que promova o respeito pelos direitos de todos os cidadãos.
Nenhum direito é violado quando se impede a promoção da sodomia entre jovens e crianças. Dado que a sodomia é um comportamento quase tão (ou mais) auto-destrutivo que fumar, é perfeitamente normal que uma cidade responsável não queira que os seus jovens sejam mal influenciados e caiam nesse vício terrível.

A declaração americana afirma que eles (os esquerdistas que actualmente controlam o governo americano) estão "profundamente preocupados" pela lei proposta pela facção "United Russia" (Rússia Unida). O texto contido foi aprovada na primeira leitura realizada na semana passada no parlamento da cidade e precisa de ser aprovada em mais duas leituras antes de se tornar em lei.

Segundo esta lei, qualquer pessoa que comete "actos públicos" em promoção da homossexualidade, bissexualidade ou identidade transgénera entre menores, poderá pagar até 3,000 rublos (cerca de 71,77 euros). Ao mesmo tempo, qualquer organização que o faça pode pagar entre 10,000 a 50,000 rublos.

A lei não define o que é um "acto público" e isto leva a que os activistas homossexuais afirmem que isto pode ser usado para impedir os eventos de "orgulho" sodomita, que são (felizmente) regularmente banidos na Rússia.

Ao mesmo tempo, a lei impõe as mesmas multas a quem promova a pedofilia, tacitamente equivalendo a pedofilia com a homossexualidade. Esta última foi descriminalizada em 1993 durante a presidência de Boris Yeltsin.

De facto, é "estranho" que as pessoas frequentemente associem a pedofilia à homossexualidade. O facto dos homossexuais estarem desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores certamente que nada teve a ver.

Os esquerdistas americanos dizem ainda que:

Os [esquerdistas dos] EUA colocam grande importância no combate à descriminação contra os membros da comunidade LGBT e todos os grupos minoritários.
Excepto se esses grupos forem Cristãos, ou se o país que criminalize a sodomia seja um país islâmico. Nestes casos, os marxistas culturais não vêem "grande importância no comabte à descriminação".

Curioso também que a Hillary Clinton fale com tanta arrogância em defesa de tais "direitos humanos" quando está no ocidente, mas se esqueça dos mesmos quando está de visita a países não-Cristãos. Mas quem disse que os esquerdistas têm alguma aliança com a lógica e a coerência?

Escusado será dizer que os russos não ligam nenhuma ao que Obama diz. Aliás, pelo que se soube em tempos recentes, Obama não é muito popular na Rússia.

Fonte

A sacralização da sodomia

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Fernanda Serrano e Fátima Lopes dão o corpo em apoio à sodomia



Já há muito tempo que Fernanda Serrano e Fátima Lopes são o rosto respectivamente do banco BPI e da companhia de seguros Médis. Ora o casamento gay é um assunto polémico que não foi submetido a referendo (se o fosse provavelmente não passaria) e que causa engulhos a muita gente.

Quando Fernanda Serrano e Fátima Lopes aparecem como figuras públicas neste casamento gay e o patrocinam como madrinhas estão também a vincular as marcas de que são o rosto a esta causa. Estamos convencidos de que a maioria dos clientes do BPI e da Médis não se revêm nesta posição.

Se Portugal não andasse anestesiado e manipulado ideologicamente, choveriam cartas e reclamações junto das duas marcas (BPI e Médis) repudiando esta associação. Neste caso, as duas figuras públicas veriam os contratos anulados e pagariam uma indemnização pelos prejuízos causados.

Mas isso era num país onde a maioria das pessoas defendiam a família, o casamento (entre homem e mulher) e a vida humana como valores importantes e estruturais da sociedade. Infelizmente não tem sido o nosso caso. Portanto, vivemos num país moderno e avançado nos princípios valores, e os resultados estão à vista.

○Fonte○


Eis uma parcela da notícia do gaysamento que foi "amadrinhado" pela Fernanda Serrano e pela Fátima Lopes.
Eduardo Beauté e Luís Borges já estão oficialmente casados. O cabeleireiro, de 44 anos, e o manequim, de 22, trocaram alianças perante 170 pessoas, numa cerimónia que decorreu esta sexta-feira no ambiente romântico do Hotel Rural da Quinta do Pinheiro, na Nazaré.

Familiares e amigos do casal juntaram-se numa emotiva celebração do amor entre Eduardo e Luís - um evento marcante por ser um dos primeiros casamentos gay entre famosos portugueses. . . . A testemunhar o casamento estiveram inúmeras celebridades, entre elas a actriz Fernanda Serrano e a apresentadora Fátima Lopes, madrinhas do casamento pela parte do ‘hairstylist' das estrelas.

Portanto, sempre que formos a Millenium ou ao BPI, estamos na presença duma instituição que usa figuras públicas que dão apoio a um comportamento sexual clinicamente auto-destrutivo.

Como se isto não fosse suficientemente nojento, ficamos a saber que os "pombinhos" querem trazer uma criança para o meio da sua confusão sexual.

Porquê uma criança negra? Talvez isto seja uma pista.

sábado, 21 de maio de 2011

O alto custo da sodomia

(OBS: Já não me lembro onde vi este artigo, mas se alguém souber a fonte, indiquem-na para eu colocar aqui o link do original. Obrigado).

Resumo do texto "The High Cost of Sodomy" em

Nós todos sabemos que a AIDS é uma doença muito cara e que ela começou com homossexuais masculinos e se dispersou deles para os outros (p.ex.: os que abusam de drogas, esposas, prostitutas, recebedores de sangue etc.). Hoje, metade (50.3%) das pessoas nos EUA vivendo com AIDS são machos que têm sexo com machos [MSM].

E, depois de um pedacinho de trégua nos anos 90, a proporção de infecções do HIV em MSM é uma vez novamente crescente. Em 2002, para aqueles cuja categoria de risco foi identificada, 56% das novas infecções do HIV foram entre MSM.1 Assim, a AIDS começou como uma doença gay, permanece primordialmente uma doença gay, e é crescentemente uma doença gay.

Assim, qual é o custo da AIDS? Uma reportagem do Los Angeles Times em 1995 resumiu várias pesquisas acadêmicas e governamentais, chegando em uma estimativa de que a AIDS consumiria 0.9% a 1.1% do Produto Doméstico Bruto [GDP] anual da nação pelo ano 2000. [1]

Um por cento do GDP é GIGANTESCO.

Um por cento do GDP em 2001 equivaleu a cerca de $102 bilhões. Posto que a estimativa dos gays é de certa forma mais da metade daqueles sofrendo de AIDS, pelo menos metade desse total ou $51 bilhões foi o custo da sodomia que conduziu à AIDS. Assim, o 'imposto da sodomia gay' por AIDS somente em 2001 foi cerca de $359 para todo trabalhador americano. Em 2002, o imposto da sodomia foi um pouquinho maior.

No presente, cerca de 6,000 machos que têm sexo com machos [MSM] por ano morrem de AIDS e cerca de 20,000 MSM por ano são infectados com HIV. Obviamente, a menos que os custos de tratamento médico e outras despesas relacionadas a AIDS caiam significantemente, os prospectos agigantam-se para a AIDS custar apreciavelmente mais GDP no futuro.

Custo em Perspectiva

Colocando isso em perspectiva, o Presidente Bush falou a respeito de aportar homens em marte tão logo seja possível. Se essa visão fosse adotada, analistas estimam que uma despesa de cerca de $20 bilhões em um ano por muitos anos seria requerida.

O custo total projetado de levar e trazer homens de Marte totalizaria cerca de $750 bilhões.[2] Isto é, uma aterrissagem em Marte custaria aproximadamente tanto quanto 15 anos do 'imposto gay da AIDS.'

Considerado de outro modo, o CDC estimou que os custos médicos de todos os acidentes nos EUA — automóvel, casa, trabalho — totalizam cerca de $117 bilhões por ano.[3] Até umas poucas pessoas — 45 milhões de pessoas ou 16% da população — requereram tratamento para ferimentos em 2000. Realmente, ferimentos contabilizaram cerca de 10% de todos os gastos médicos.

Da mesma forma, fumar — praticado por cerca de um quarto de todos os adultos — é estimado a consumir pelo menos 6.5% de custos médicos. Assim, a AIDS é quase tão caro quanto todos os custos médicos associados com acidentes. E cada ano o 'imposto gay da AIDS' pagaria perto de todos os custos associados com fumo, e cerca da metade de todos os custos associados com acidentes.

Ou considere a educação. Os EUA gastam cerca de metade de um trilhão de dólares por ano em educação K-12. Acima de $50 bilhões, a porção masculina homossexual de gastos com AIDS, é comparativamente cerca de 10% desses números.


Quarentena teria resolvido
A maioria dos custos associados com a AIDS poderia ter sido evitada. Mas para evitar teria sido necessário quarentena, se não às residências individuais, então pelo menos fechando a infra-estrutura homossexual — saunas gay, bares gays, clubes de sexo gay etc. Obviamente, aqueles que se engajam na sodomia não gostam de ser sujeitos à zombaria, muito menos ao objeto de uma quarentena.

Os praticantes homossexuais são não menos obcecados que aqueles que querem uma operação de mudança de sexo — eles querem ser considerados 'normais' em todo respeito. Eles também querem que a sociedade aceite seus desejos como 'razoáveis' e além disso que paguem os custos por suas escolhas. No caso de 'mudanças de sexo', esses custos incluem mutilação genital; no caso da sodomia, envolve custos médicos e outros.

Em um recente artigo, os pesquisadores Hansen e Groce4 iluminaram um país, Cuba, que "não reconhecem direitos individuais como um impedimento a suas medidas de saúde pública", e impôs quarentena àqueles com HIV. Por volta de 2002, o sucesso da saúde pública da política cubana foi reconhecido — Cuba tinha uma taxa de infecção de HIV "quase 11 vezes menor que nos Estados Unidos."

De uma perspectiva custo ou benefício, uma questão óbvia é destaca. Porque homossexuais constituem uma relativamente pequena minoria, por que toda pessoa deveria (incluindo, mas não limitado aos contribuintes) ter que compartilhar despesas com eles, pagar por eles e/ou causar a si próprio risco extra de doença ou morte, tudo pelo propósito de prazer sexual?

Steele é bastante correto. Os sodomitas vivem em um estilo de vida inferior, incorrendo em muito maior risco pessoal e apresentando bem maior perigo à sociedade através de suas atividades preferidas. Porque seus relacionamentos são inferiores ao casamento tradicional, a sociedade é correta em discriminar a sodomia como sendo destrutiva e egoísta.

Com efeito, proponentes da igualdade têm que negar ativamente as reais conseqüências e custos à sociedade do comportamento homossexual. Fora isso, eles seriam forçados a admitir que convém que seja suprimida para o bem comum.

Presumidamente, a sodomia é divertida — ou as pessoas não fariam isso. Aqueles, incluindo experts em doenças mentais, que reclamam que sodomitas têm que ter sexo homossexual estão claramente lançando uma cortina de fumaça.

Veja, por exemplo, em todos as épocas monges e freiras que conseguiram evitar o sexo (e geralmente viver muito mais do que a média). Todavia, a sodomia não acrescenta nenhum valor a não ser entretenimento. A sociedade certamente não precisa disso tal como as necessidades de homens e mulheres para procriação e educar as próximas gerações.

Assim, por que deveria a sociedade dar status igual a pior que inúteis relacionamentos do mesmo sexo? Por que nós deveríamos carregar nos ombros todos esses custos?

[1] Oldham J, The economic cost of AIDS, 10/13/95
[2] Hill, G, Power, S, Pasztor. Bush team's plan for space mission faces obstacles. Wall Street Journal , 1/12/04, B5
[3] MMWR 1/16/04;53(01);1-4


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