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quarta-feira, 20 de março de 2013

Homossexuais e feministas argentinos "decepcionados" com escolha do papa

Colectivos de homossexuais e feministas da Argentina expressaram nesta sexta-feira sua "decepção" pela escolha de Jorge Bergoglio como pontífice por sua rejeição ao casamento gay [sic], ao aborto e ao uso de métodos anticoncepcionais.

A secretária-geral da Mesa Nacional pela Igualdade e deputada de Buenos Aires, María Rachid, lembrou que às vésperas da aprovação da lei de casamento igualitário na Argentina, Bergoglio liderou uma cruzada contra a medida, classificada por ele como um "plano do demônio".

O novo papa "também obstaculizou a educação sexual nas escolas, se opôs à distribuição de preservativos e anticoncepcionais para prevenir casos de gravidez não desejada e ao direito das mulheres decidirem sobre o próprio corpo", acrescentou María para a Agência Efe.

"Com estas posições, não acho que a Igreja Católica revise sua abordagem sobre estes temas", lamentou a deputada.

Segundo sua opinião, é necessário fazer "uma reflexão sobre a relação entre Igreja e o Estado e impedir que a Igreja tenha influência no poder político, sobretudo em regiões como a América Latina".

A eleição do ex-arcebispo de Buenos Aires Jorge Bergoglio "demonstra a clara vontade do Vaticano de radicalizar sua posição contrária ao reconhecimento das famílias da diversidade", denunciou a Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgênero (FALGBT).

Para Esteban Paulón, presidente da FALGBT, "a escolha de quem promoveu uma 'guerra de Deus' contra o casamento igualitário [sic] não pode deixar de nos decepcionar".

"Sua posição radical em torno deste tema, da lei de identidade de gênero e do aborto seguro, legal e gratuito nos impede de sermos optimistas", acrescentou.

Fonte
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Se os grupos radicais que defendem a decapitação, esquartejamento e queima química de bebés inoceentes são contra Francisco I, então ele está no bom caminho.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Travestis policiais terão uniforme feminino na Argentina

A ministra da Segurança da Argentina, Nilda Garré, determinou que as pessoas "trans" - travestis, transsexuais e transgéneros - deverão ser reconhecidas pelas forças policiais em todo o país por sua identidade auto-percebida.

Desta forma, as pessoas "trans" poderão utilizar a vestimenta de sua identidade. Isto é, um travesti terá o direito de ostentar um uniforme de policial feminina, além de utilizar instalações diferenciadas por sexo, como banheiros e vestiários.

"Isto é com o objectivo de respeitar o direito de ser quem é", disse Garré. A ministra também sustentou que a medida pretende combater condutas "transfóbicas e homofóbicas".

Essa determinação será aplicada para qualquer tipo de trâmite, comunicação ou publicação interna das forças de segurança. Cada pessoa "trans" que integre o corpo policial deverá ser chamado pelo nome que escolheu. Os policiais também receberão capacitação sobre os assuntos relativos à identidade de género.

Além disso, ao contrário do que era realizado até o momento - o de colocar presos travestis em celas de homens - a determinação da ministra Garré implicará em destinar celas específicas para pessoas "trans".

Segundo a resolução, "no caso que o/a detido/a considere que existe um risco potencial para sua integridade pessoal, se no momento de informar seu género não se identifica com nenhum do binómio masculino/feminino, poderá ser albergado em uma cela separada".

A medida da ministra Garré inclui a Polícia Federal, a Gendarmería, Guarda-Marinha, e a Polícia de Segurança Aeroportuária.Identidade - O projecto lei de identidade de género foi aprovado na quarta-feira à noite na Câmara de Deputados com 117 votos a favor e 17 negativos.

O projecto, que ainda precisa passar pelo Senado, determina o reconhecimento às pessoas de "desenvolver-se e serem tratadas de acordo com sua identidade de género livremente escolhida".

Desta forma, será gratuita toda modificação de documentos, incluindo a certidão de nascimento da pessoa que deseje uma alteração formal em sua identidade de género. A modificação poderá ser realizada sem intervenção da Justiça.

sábado, 11 de junho de 2011

Normalizando a estupidez:Transvestis querem usar as duas casas de banho

Transvestis argentinos estão em oposição à nova legislação que propõe criar uma terceira casa de banho para os transvesti em zonas comerciais.

A lei proposta, avançada pela intendente municipal Gimena Abonassar, tenciona proteger as mulheres dos homens que entram nas suas casas de banho vestidos como mulheres. Segundo se sabe, isto tem-se verificado com alguma frequência em alguns países. Claro que isto só surpreende quem quer ser surpreendido.

Temos em mente a criação de uma terceira casa de banho para os transvestis uma vez que alguns pais tem-se queixado que as suas filhas sentem-se desconfortáveis com a presença deles enquanto elas usavam a casa de banho.
Claro! Qual é o pai responsável que não se sentiria perturbado em saber que a sua filha pode estar a usar uma casa de banho onde homens mentalmente perturbados podem estar presentes? (Sim, homens que se vestem de mulheres é evidência de algum distúrbio emocional)

Embora Abonassar tenha afirmado que o grupo transvesti local apoie a medida, a Associação de Transvestis, Transsexuais e Transgéneros da Argentina (ATTTA) recusa-se a aceitá-la.

Nós somos contra essa medida porque ela aparenta ser descriminação.
Ah, lá está a palavra mágica "descriminação". Basta usar esta palavra para destruir toda e qualquer objecção à perversão.
A intendente municipal deveria informar-se mais e legislar em favor de mais integração.
Tradução: não ofereçam resistência à nossa agenda de ter acesso a rapariguinhas longe dos seus pais dentro das casas de banho.
A única coisa que esta lei consegue atingir é mais descriminação, sendo assim mais um exemplo de transfobia da parte de muitos políticos que não sabem o que as pessoas necessitam.
Hmm, não, senhores da ATTTA. A senhora intendente municipal está a pensar racionalmente quando propõe que homens que se vestem de mulheres não entrem numa casa de banho feminina. Chama-se a isto "bom senso".
Que triste situação chegou a civilização ocidental quando temos que criar uma TERCEIRA casa de banho para acomodar pessoas com distúrbios emocionais. Mas mal por mal, antes assim do que deixar que homens entrem em casas de banho femininas.

Talvez não seja má ideia construir uma terceira casa de banho para os homossexuais e transvestis uma vez que a existência de duas casas de banho tem como base (ou uma das bases) a atracção.

Se um homem está proibido de entrar numa casa de banho feminina por causa da atracção, então um homem homossexual também não deveria entrar numa casa de banho para homens. O mesmo para as lésbicas. Temos que ter então 5 casas de banho: uma para os homens com orientação sexual normal, outra para as mulheres com orientação sexual normal, outra para os homens homossexuais, outra para as lésbicas e outra para os transgénero/transvestis.

Tais são as consequências da normalização de comportamentos sexuais anormais.


domingo, 22 de maio de 2011

Argentina distribui milhões de exemplares de publicação da ONU de educação sexual que defende o homossexualismo

Dedicado a todos aqueles "idiotas úteis" que defendem que a normalização da sodomia não vai afectar o resto da população.

ARGENTINA, 16 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — O governo argentino está no processo de distribuir milhões de exemplares de uma publicação de “educação sexual” da Organização das Nações Unidas que ensina que as duplas homossexuais são um tipo de “família”, e declara que os gays têm um “direito” de “viver [sua] sexualidade”, de acordo com a entidade pró-família Centro Argentino de Defesa da Bioética, a Pessoa e a Família.
Inés Franck, especialista em educação do Centro, diz que milhões de exemplares das revistas serão distribuídos para famílias como um guia para ensinar as crianças sobre a sexualidade humana. Contudo, o governo diz que está preparado para imprimir exemplares suficientes para alcançar cada domicílio do país.
De acordo com Franck, a publicação é “tendenciosa e reducionista” e constitui um “processo sem precedente de doutrinação promovida pelo governo em aliança com uma organização internacional”.
Na página 13, por exemplo, a revista diz aos pais: “É importante explicar [para seu filho] que todas as famílias são diferentes. Há famílias com um pai e uma mãe, há famílias com apenas um pai ou apenas uma mãe, com dois pais ou duas mães (...) Nenhuma dessas famílias é melhor ou pior do que as outras. A coisa mais importante dentro delas é o relacionamento de amor que une seus membros”.
Na página 36, os leitores recebem a informação: “Se meninos ou meninas nos contam que são gays ou lésbicas… temos de entender que essa confissão é uma demonstração de afeição e confiança e um pedido de apoio, respeito e compreensão. Embora nos custe algum tempo aceitar isso, é bom para todos”. A mesma página declara: “Há casais que consistem de uma mulher e um homem, casais que consistem de duas mulheres e casais que consistem de dois homens, e não há nada de errado com isso”.
“Diariamente, muitas pessoas são discriminadas por viverem sua sexualidade conforme querem. Os travestis, por exemplo, que se vestem de um jeito que é diferente do que é habitual para seu sexo biológico, são discriminados de muitas maneiras. Essas formas de discriminação de conduta causam danos e vão contra os direitos que obtivemos como sociedade”.
Franck acrescenta que a revista contém imagens e expressões indecentes, e apresenta a sexualidade humana como “mero instrumento de prazer auto-referencial”. Ela considera o texto como “consequência da Lei 26.618, que legalizou as uniões de mesmo sexo e está agora sendo introduzida nos lares e educação”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sábado, 7 de maio de 2011

Gaysamento acaba com a morte do "noivo"

Reprodução/Perfil



Néstor Berchot (à esquerda) passou mal durante seu casamento com Adrián Garcia; ele morreu no
hospital após uma crise de hipertensão

Um homem de 45 anos morreu horas depois de se casar com seu companheiro no balneário argentino de Mar del Plata. Néstor Berchot passou mal durante a festa do primeiro casamento gay da cidade.

Segundo o jornal portenho Perfil, Berchot passou mal durante a madrugada desta sexta-feira (13), quando os convidados já haviam deixado a festa. Ele havia se casado com seu companheiro Adrián Garcia.
Por ser o primeiro casamento da cidade de Mar del Plata, a festa de Berchot e Garcia chamou grande atenção da imprensa argentina. O jornal diz que o noivo teve uma crise de hipertensão e começou a passar mal durante a comemoração.
Berchot chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu. A morte foi confirmada nesta manhã pela Associação Marplatense pelos Direitos Humanos. A diretora da entidade, Karina Freire, que ficou na festa até às 2h desta madrugada, quando tudo corria bem.
- Era só felicidade. Eu fui embora logo que eles dançaram a valsa. Há poucos minutos me ligaram dando esta triste notícia. Não dá para acreditar.
Fonte: R7

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