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| Membros do Bash Back! numa foto de seu site |
Esta é a "igualdade" que os activistas homossexuais tinham em vista; "igualdade" para poder intimidar os Cristãos nos seus locais de culto.
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| Membros do Bash Back! numa foto de seu site |

Naturalmente, o primeiro ministro e o líder da oposição tem o direito a ter a sua opinião pessoal, mas não creio que eles deveriam impor a sua visão ao resto da comunidade neste assunto.Típica projecção esquerdista. Quem geralmente impõe a sua definição de "casamento" à sociedade são os activistas homossexuais (com a ajuda de elementos do Estado). Um pouco por todo o mundo, onde quer que a votação tenha sido feito de forma democrática, e onde o povo tenha tido o direito a votar, a definição de casamento manteve-se naquilo que sempre foi: um homem + uma mulher.
Uma vez que os sodomitas não conseguiam converter a população em favor das suas taras, eles usaram o poder do Estado para alterar conceitos que afectam toda a comunidade. Portanto, a senhora Sarah está bastante equivocada. Quem impõe crenças à população são os activistas homossexuais.
A senhora Hanson disse ainda que o voto em relação ao gaysamento deveria ser feito usando a consciência e não a filiação partidária. Para grande desespero dos activistas homossexuais, a votação que foi levada a cabo (quer tenha sido em "consciência" ou partidária) fez com que a moção sofresse uma derrota esmagadora ao ter 31 votos contra e 9 a favor. Os 9 votos a favor vieram do Partido os Verdes.
A senhora Hanson-Young afirmou que:
A Austrália é uma das poucas nações democráticas do mundo que não providencia direitos matrimoniais iguais às duplas homossexuais .A pergunta que toda a gente deve fazer é: porque é que se trataria a homossexualidade com a mesma dignidade que a heterossexualidade se uma é diferente da outra? A heterossexualidade é uma necessidade básica para a perpetuação da espécie enquanto que a homossexualidade é um desvio sexual auto-destrutivo.
Porque é que se deve tratar como "iguais" coisas manifestamente distintas? É esta pergunta que os activistas homossexuais não respondem.
Como se isto não fosse suficiente, a srª Sarah mentiu de forma descarada uma vez que é falso que "A Austrália é uma das poucas nações democráticas do mundo que não providencia direitos matrimoniais iguais às duplas homossexuais". O Reverendo Fred Nile, líder do Partido Democrático Cristão refutou a declaração:
Só 9 países de entre 148 é que legalizaram o "casamento" homossexual.Mas esta derrota é só uma forma do lobby se reorganizar e voltar a carga mais tarde. Eles usam a mesma táctica em todo o lado.
Um casal de lésbicas tem provocado polêmica ao abrir a primeira clínica de fertilização britânica ‘gay-only’ (Só para gay). O centro de fertilidade Birmingham (Inglaterra) foi criado exclusivamente para casais do mesmo sexo para obter aconselhamento em conceber filhos.
Natalie Drew, 35, e parceiro Ashling Phillips, 32, provocaram a revolta de grupos cristãos.
Apesar de as empresas se consideram exclusivamente para casais gays, elas foram notificadas que não devem recusar ajuda aos casais heterossexuais.
As fundadoras da clínica Drew e Phillips, que tiveram seus filhos Giana de seis anos e Kai de dois anos, por um doador de esperma, disseram que o sistema atual era insuficiente para reconhecer casais do mesmo sexo.
O projeto tem atraído críticas de grupos cristãos, que dizem que criar seus filhos fora da estrutura da família tradicional será prejudicial ao seu desenvolvimento.
Mike Judge do Instituto Cristão disse que “crianças precisam de uma mãe e um pai, um modelo masculino e feminino. Isso é negar que o direito da criança”.
Fontes: CPAD News e Musica Gospel Mais
Esta é a "igualdade" que os activistas LGBT têm em mente.
Depois de guerra contra homossexuais nas questões polêmicas como o PLC 122, o Pastor Silas Malafaia terá agora que enfrentar o pedido de cassação de seu registro profissional de psicólogico feita por representantes LGBT.Segundo a Veja, os representantes do movimento gay acionaram o Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP-RJ) pedindo a cassação do registro profissional do Pastor Silas Malafaia, há duas semanas.
O pastor Silas Malafaia é formado e psicologia e tem se destacado na defesa contra o aborto e questões de direitos homossexuais. O deputado ativista chegou a organizar um protesto pacífico com mais de 40 mil pessoas em frente ao Congresso Nacional contra o PLC 122. Para Malafaia o projeto de lei restringe a liberdade de expressão garantida pela constituição.
Malafaia chegou também a entrar em um debate na Rádio Senado, com o ativista e presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais "ABGLT" Toni Reis. Na ocasião Malafaia foi taxativo ao dizer que o PLC 122 é a "Lei do Privilégio. Para ativistas do movimento homossexual, os comentários do pastor são homofóbicos e preconceituosos.
Recentemente na Marcha para Jesus em São Paulo, Silas Malafaia discursou novamente em contra ao PLC 122 e chegou a ser “aclamado” por alguns como futuro candidato a presidência da Repíblica, o que não teve confirmação por parte de Silas. Há rumores, entretanto, de uma possível candidatura à prefeitura do Rio de Janeiro.
O novo embate do pastor Malafaia agora será o de manter seu registro profissional junto ao Conselho de Psicologia. No ano passado, o Conselho chegou a abrir um procedimento de avaliação da conduta do pastor, mas não foi adiante.
○Fonte○
No fundo no fundo, o motivo que leva a que os activistas homossexuais (que, como já foi dito, não representam a totalidade dos homossexuais) ataquem Malafaia é só um: ele é Cristão conservador. Os activistas sodomitas, impulsionados pelos seus parceiros sexuais ideológicos da esquerda, atacam os Cristãos conservadores como forma de isolá-los e diminuir a sua influência na política local. Os esquerdistas querem o total controle da população, mas a existência de Cristãos conservadores impede (por enquanto) a realização da sua agenda.
O motivo da agressividade dos sodomitas deve-se precisamente aos esquerdistas que os controlam e não a algo que os Cristãos tenham feito que seja de facto contra os genuínos direitos humanos dos homossexuais.
Tal como já nos revelou o homossexual Justin Raymondo, o movimento homossexual actual é só uma guerra política mascarada de "direitos humanos" e "luta contra a homofobia".