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sábado, 24 de outubro de 2015

Cristão acusado de "crime de ódio" por encomendar um bolo com mensagem Bíblica

Por Warner Todd Huston

As controvérsias em torno dos bolos continuam a ocorrer, mas desta vez em reverso visto que um pastor Cristão pediu a uma pastelaria "homossexual" que fizesse um bolo com uma mensagem Cristã, mas viu-lhe negado o serviço. Mas em vez da pastelaria ser alvo dum processo legal, parece que o pastor é que pode vir a enfrentar algum tipo de acção legal.

Há alguns dias atrás falamos dum pastor do Arizona chamado Joshua Feuerstein, que gere um popular canal do Youtube. Feuerstein avisou que os Cristãos estão a enfrentar um crescente ataque por parte do Estado, e eles deveriam ter atenção redobrada neste elevado clima anti-Cristão.

Feuerstein fez também um vídeo onde ele fez uma chamada à senhora Sharon Haller, dona da pastelaria com o nome de "Cut the Cake" em Longwood (Flórida) e pediu que ela fizesse um bolo que tivesse sobre ele a frase "Nós Não Apoiamos o Casamento Homossexual".

Ela recusou-se a fazer o bolo mas Feuerstein postou o vídeo da sua recusa no seu canal do YouTube. Mais tarde, Haller exigiu que Feuerstein apagasse o vídeo do canal, o que ele fez. Mas Haller voltou a colocar o vídeo online, e usou-o para atacar Feuerstein. Depois disto, a dona da loja entrou em contacto com o FBI e pediu que eles processam Feuerstein por "crime de ódio".

"Haller queixou-se de telefonemas "desagradáveis" e "gestos negativos". Ela disse que perdeu dinheiro e que estava a analisar as opções legais, salientando que telefonemas gravados são ilegais na Flórida. Segundo a Lifesite, Haller disse que ela havia entrado em contacto com o FBI tendo em vista um possível caso de crime de ódio.

"Tenho medo devido ao tipo de chamadas que temos recebido, e tenho medo que alguém me ataque em casa," disse Haller à News 13. Na internet, a pastelaria pediu ajuda: "Por favor, ajudem-nos a colocar um ponto final em pessoas como Joshua Feuerstein."

Vejamos então: os homossexuais podem causar a que os Cristãos sejam presos e causar a que as suas empresas sejam fechadas devido ao facto destes se recusarem a fazer um bolo com uma mensagem homossexual. Mas os homossexuais podem negar servir os Cristãos sem enfrentar qualquer tipo de consequência.

Torna-se cada vez mais óbvio que o único grupo que não está protegido pela lei, tal como ela é practicada hoje, são os Cristãos.

- http://goo.gl/3Yd2iz

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pastor Feliciano sofre ataques por parte de activistas homossexuais

Mais de 200 pessoas, com cartazes, faixas e gritos de ordem, protestaram na porta da Igreja Assembleia de Deus - Catedral do Aviamento, neste Domingo à noite em Franca (SP), onde o pastor Marco Feliciano (PSC) se encontrava. O motivo foi o facto de ele ter assumido a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.
O pastor não está a ser vítima de ataques pela extrema-esquerda por ter sido eleito, mas sim por se identificar com o Cristianismo Bíblico. Se Marco Feliciano fosse adepto da "Teologia" da Libertação, este tipo de manifestaçõs "facíficas" não ocorreriam.

Para além disso, se qualquer outro Cristão tivesse sido eleito, ele sofreria o mesmo tipo de ódio por parte dos activistas homossexuais.
Os manifestantes garantem que o protesto foi pacífico. 
Claro. A extrema-esquerda é mundialmente famosa pelos seus "protesos pacíficos".
Já o pastor e deputado alegou em nota que a acção foi feita por "activistas gays" que teriam tentado invadir o templo. 
Isto é normal. 
Os manifestantes eram, em sua maioria, estudantes universitários da Unesp. Eles chegaram por volta das 18h30 na frente do templo e ficaram até as 20h30. Quatro viaturas da Polícia Militar acompanharam a manifestação e ajudaram o deputado a deixar a igreja. "Ele é homofóbico e machista declarado, não pode ocupar um cargo voltado aos direitos humanos", gritou uma jovem. 
Tradução: ele não se alinha com a agenda gayzista e nem com a agenda feminazista.
Por causa da manifestação, Marco Feliciano, que é de Orlândia (SP), na região de Franca, disse que não divulgará mais sua agenda via internet. 
Decisão acertada por parte Feliciano, visto que o ódio dos activistas gays pode ficar fora do controle.
O pastor afirma que foi agredido com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. "O pastor Marco Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas crianças que, aos choros, se apavoraram quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam", diz a nota. Por fim, ele argumenta que "já está procurando as autoridades para tomar todas as medidas cabíveis".
Esta é a famosa "tolerância" da esquerda militante.


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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mudança é possível: ex-travesti se torna pastor

Joide Miranda comenta que homossexualidade pode ser desaprendida. Ele se assumiu gay aos 14 anos, mas aos 26 deixou a vida de travesti.

Acompanhado da mulher e do filho de 1 ano, o pastor evangélico Joide Miranda, de 47 anos, que até os 26 era travesti, afirma que é possível deixar de ser homossexual. A partir de sua experiência pessoal, ele decidiu ajudar quem quer voltar a ser normal, por meio da Associação Brasileira de ex-Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABexLGBTTs). “A homossexualidade é um vício que, muitas vezes, vem desde a infância. Achava que era impossível mudar, mas é uma conduta que pode ser desaprendida”, diz o pastor.
Joide e Édna estão casados há 14 anos e tem Pedro, de um ano e 11 meses. (Foto: Pollyana Araújo/ G1)
O trabalho da associação tem a hostilidade do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que optou por uma opinião de mão única: seus profissionais são livres para apoiar a agenda gay e oferecer condicionamento para que homens e mulheres permaneçam no homossexualismo, mas são proibidos de ajudar os que querem voluntariamente deixar esse estilo de vida.
Joide Miranda, que aos 14 anos assumiu a homossexualidade e agora dá testemunho de sua restauração, diz que o trabalho que desenvolve busca a mudança a partir da espiritualidade e da experiência de vida dele, embora avalie que a psicologia seria importante nesse processo. “Aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade dizem que me veêm como referência”, afirma o pastor, que depois da mudança retirou as próteses de silicone dos seios e o silicone industrializado dos quadris.
Joide morou em vários países, entre eles na França
(Foto: Arquivo pessoal)
Joide Miranda explica que hoje a entidade, que foi regulamentada em novembro do ano passado, dá suporte emocional a pessoas de vários lugares, inclusive do Japão, Espanha e França. Até hoje, segundo ele, mais de 500 homossexuais já o procuraram, sendo que, segundo ele, os maiores motivos alegados para querer deixar a homossexualidade são a solidão e insatisfação. “Fazemos acompanhamento por telefone, mas pretendemos abrir uma casa de apoio, uma espécie de albergue, para podermos auxiliá-los melhor”, contou o pastor que mora em Cuiabá com a família.
Um dos pilares da associação é a estruturação familiar. Para o pastor, que hoje tem 47 anos, a desordem familiar tem grande parcela de responsabilidade nos casos de homossexualidade, tanto que diz alertar os pais durante as palestras que ministra para que se atentem sobre o comportamento dos filhos de modo que atuem de forma preventiva. “Um dos maiores fatores que contribuem para a homossexualidade é os abusos sexuais e a ausência de limites para as crianças”, enfatizou ao relatar que sofreu abuso aos seis anos por um vizinho.
Além dos próprios homossexuais, Joide disse receber inúmeros telefonemas de mães que encontram-se desesperadas pela opção sexual dos filhos e muitas delas pedem para conversar com a mãe dele, que após muita insistência conseguiu que ele fosse a igreja. Antes disso, ele morou em vários países, entre eles Itália e França, onde se prostituía. Ele conta que a maioria dos travestis se prostitue pela tentação de se ganhar dinheiro fácil.
O casamento de Joide só foi possível graças à obra de restauração do Evangelho em sua vida. (Foto: Arquivo pessoal)
Ele cita dois casos de ex-homossexuais que deixaram o estado da homossexualidade, depois de receberem acompanhamento através da associação. Um deles mora na França, morava com outro homem e hoje já está casado com uma mulher.
Outro é o de um ex-travesti do Maranhão, que colocou até silicone nos lábios, e agora é missionário de uma igreja evangélica. “Quando a pessoa resolve mudar o interior está todo bagunçado e demora algum tempo para mudar completamente, inclusive os trejeitos femininos”, explica.

Casamento

No caso de Joide, a mulher Édna, que hoje o acompanha nas palestras em que dá o seu testemunho, foi quem o ajudou. Ela não tem receio de dizer que se casou com um homem e que nunca duvidou da mudança do marido. “Antes achava que gay era sempre gay, mas depois que o conheci mudei esse conceito. Não me importo em falar sobre o passado dele, pois falo de alguém que não existe mais”, frisou.
Casada há 14 anos com Joide, Édna conta que os dois eram empresários e deixaram os negócios para ajudar as pessoas que pretendem deixar de ser homossexuais. “Só fazemos isso para que a nossa história possa ajudar outras pessoas”.
Os dois afirmaram que o casamento não pode servir de fuga para os que querem deixar a homossexualidade. Antes de conhecer a mulher, o pastor disse não ter sentido atração por nenhuma outra pessoa do sexo oposto. “Tive tudo que um travesti sonha, como glamour e dinheiro, mas não era feliz. Sentia um vazio muito grande dentro de mim. Era uma vida de hipocrisia”, recorda Joide ao testemunhar que hoje está realizado com a mulher e o filho, que foi adotado porque Édna não conseguia engravidar.
Ele conta a homossexualidade está na mente e, por isso, a restauração é sempre possível.”Depois que fui abusado sexualmente, tive a minha heterossexualidade violada”, afirma.
Em Jesus Cristo, ele encontrou restauração para o trauma que o conduziu à homossexualidade.

sábado, 9 de julho de 2011

Gaystapo Brasileira Persegue Psicólogo Cristão

Depois de guerra contra homossexuais nas questões polêmicas como o PLC 122, o Pastor Silas Malafaia terá agora que enfrentar o pedido de cassação de seu registro profissional de psicólogico feita por representantes LGBT.

Segundo a Veja, os representantes do movimento gay acionaram o Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP-RJ) pedindo a cassação do registro profissional do Pastor Silas Malafaia, há duas semanas.

O pastor Silas Malafaia é formado e psicologia e tem se destacado na defesa contra o aborto e questões de direitos homossexuais. O deputado ativista chegou a organizar um protesto pacífico com mais de 40 mil pessoas em frente ao Congresso Nacional contra o PLC 122. Para Malafaia o projeto de lei restringe a liberdade de expressão garantida pela constituição.

Malafaia chegou também a entrar em um debate na Rádio Senado, com o ativista e presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais "ABGLT" Toni Reis. Na ocasião Malafaia foi taxativo ao dizer que o PLC 122 é a "Lei do Privilégio. Para ativistas do movimento homossexual, os comentários do pastor são homofóbicos e preconceituosos.

Recentemente na Marcha para Jesus em São Paulo, Silas Malafaia discursou novamente em contra ao PLC 122 e chegou a ser “aclamado” por alguns como futuro candidato a presidência da Repíblica, o que não teve confirmação por parte de Silas. Há rumores, entretanto, de uma possível candidatura à prefeitura do Rio de Janeiro.

O novo embate do pastor Malafaia agora será o de manter seu registro profissional junto ao Conselho de Psicologia. No ano passado, o Conselho chegou a abrir um procedimento de avaliação da conduta do pastor, mas não foi adiante.

○Fonte○


Ficamos à espera dos "argumentos" que os activistas sodomitas irão usar como argumento para a cassação de Malafaia. Devem ser os mesmos de sempre: "homofobia", "incitamento de violência", "ódio", etc.

No fundo no fundo, o motivo que leva a que os activistas homossexuais (que, como já foi dito, não representam a totalidade dos homossexuais) ataquem Malafaia é só um: ele é Cristão conservador. Os activistas sodomitas, impulsionados pelos seus parceiros sexuais ideológicos da esquerda, atacam os Cristãos conservadores como forma de isolá-los e diminuir a sua influência na política local. Os esquerdistas querem o total controle da população, mas a existência de Cristãos conservadores impede (por enquanto) a realização da sua agenda.

O motivo da agressividade dos sodomitas deve-se precisamente aos esquerdistas que os controlam e não a algo que os Cristãos tenham feito que seja de facto contra os genuínos direitos humanos dos homossexuais.

Tal como já nos revelou o homossexual Justin Raymondo, o movimento homossexual actual é só uma guerra política mascarada de "direitos humanos" e "luta contra a homofobia".

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