terça-feira, 17 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
Como legalizar a pedofilia em 20 anos
Você acredita que é importante e bonito respeitar as diferenças, não é mesmo? Mas quando eu digo que um pedófilo é diferente e merece o nosso respeito você aceita que ele é mesmo diferente, só que mais diferente entre os diferentes, e por isso uma excepção irrespeitável.
Muito bem, mas por que você pensa assim? Porque primeiro você aprendeu que o estupro é errado e desprezível, e que qualquer abuso infantil é dentre os agravantes talvez o maior.
Só mais tarde, lá na adolescência ou na sua vida adulta é que você começou a ouvir esse papo de respeitar as diferenças. Então na sua hierarquia de valores em primeiro lugar vem uma sólida rejeição da pedofilia, e só depois o respeito pelas diferenças, seguindo a ordem cronológica do seu ensino.
Os pedófilos e partes interessadas sabem disso, e descobriram que, portanto, basta inverter a ordem cronológica.
Existe hoje um negócio chamado educação sexual, que parece muito sensato. Ensinar o neguinho a usar camisinha e ter o menor número de filhos suficiente, é o que dizem. Que seja, mas em que ponto isto entra no currículo escolar? Na segunda série? Ou quem sabe ainda antes, no maternal? Você deve concordar que é ligeiramente bizarro descobrir que existem aulas de educação sexual para crianças de quatro anos.
Mas o objectivo aí não é ensinar o A-B-C-do-H-I-V, e sim, junto do resto do currículo, a respeitar as diferenças. A primeira lição da escola deve ser o respeito às diferenças, e até que esse valor esteja irremovivelmente cravado no primeiro lugar da hierarquia de valores da criança, tarefa que será reforçada pelo desenho animado que prega o respeito pelas diferenças acima de tudo, e pelo programa infantil da TV Cultura, e pelos filmes, e por toda a gente falante e pensante.
Óptimo, é um grande passo, mas, é claro, ainda insuficiente. Mesmo o coitado que se deixar influenciar maximamente pela lavagem cerebral ainda será capaz de sentir alguma repulsa em algum grau quando pensar bem sobre a pedofilia; quem quer que não seja ele próprio pedófilo sentirá, ainda que mantenha a pose e declare externamente o respeito pelas diferenças.
Os pedófilos também sabem disso. Nos anos 60 eles criaram algumas associações mundo afora e experimentaram defender abertamente a pedofilia, como a NAMBLA (http://en.wikipedia.org/wiki/Nambla), a North American Man-Boy Love Association.
Só o título já é repulsivo o bastante, e quando digo que são pedófilos não é porque simplesmente defendam a pedofilia como parte interessada, mas porque foram todos presos e condenados mesmo por crime de pedofilia tanto na fundação da entidade como também no seu fim nos idos dos anos 90, quando a entidade desapareceu numa coincidência de infiltração policial, ataques de ‘hackers’ que extraíram informações pessoais de vários membros levando a mais prisões, alguns suicídios de dirigentes e a dispersão final.
A NAMBLA acabou, e os pedófilos remanescentes precisaram rever sua estratégia. É aí que entra a “autoridade científica”. Débâcle de lado, os pedófilos descobriram que precisavam alterar o conceito que o senso comum mantinha sobre sua actividade.
O termo pedofilia era muito carregado e seguindo a moda do politicamente correto (afro-descendente, deficiente visual, etc.) era preciso um novo nome, um novo conceito: eis que no fim dos anos 90 começam a surgir em faculdades de psicologia mundo afora trabalhos com o novo termo: “relacionamentos inter-geracionais”.
Pronto, toda aquela carga pesada que o termo pedofilia trazia nos ombros desapareceu, e agora podemos conversar alegremente e sem gravidade na mesa de jantar sobre apenas mais um tipo de relacionamento, o inter-geracional.
Agora sim. Se você não respeita as diferenças é porque você é um obscurantista anti-científico fundamentalista reaccionário pedofóbico. Daqui em diante cada vez mais os pedófilos disfarçados de psicólogos conquistarão um espaço na magnífica comunidade científica da qual os ateus iluministas tanto se orgulham, diga-se, lançando contra seus opositores o peso do “consenso científico”.
E então, como todo trapaceiro, a pedofilia, digo, os relacionamentos inter-geracionais se recobrirão dos mais lindos pretextos elegantes, do progresso histórico à emancipação infantil, da liberdade aos direitos das crianças, da igualdade inter-geracional ao combate ao ‘adultismo’ (http://en.wikipedia.org/wiki/Adultism), até o dia em que, habituados em primeiro lugar a respeitar as diferenças antes de tudo e com medo de passar por doente mental cientificamente diagnosticado, ninguém se oporá ao avanço de mudanças pedófilas nas leis, e de lei em lei em 20 anos a pedofilia estará legalizada.
É claro que os pedófilos não são capazes de fazer tudo isso sozinhos. É aí que entram as tais partes interessadas, que são qualquer entidade que deseje suplantar a tradição ocidental com uma Nova Ordem, um Novo Homem, e para isso se utilize da inversão para apagar os antigos valores com os seus contrários; ou seja, o famoso movimento do governo mundial e o bom e velho comunismo.
Não que seja motivo de desespero, angústia, tristeza, etc.
Sim, muitas crianças sofrerão incontáveis abusos, mas não estamos lidando com nenhum anarquista e sim com gente que quer governar, ou seja, impor a sua ordem, e a pedofilia desenfreada é um terrível elemento de desordem, que será esmagado assim que o novo poder estiver plenamente constituído, seja lá ele qual for, assim como Adolf Hitler exterminou os homossexuais do partido nazista e Che Guevara e Fidel Castro executaram homossexuais pelo simples fato de serem homossexuais.
Então a pedofilia será legalizada em 20 anos por algum tempo, mas há de um dia novamente desaparecer na ilegalidade.
Os pedófilos podem ganhar a batalha, mas perderão brutalmente a guerra. Enquanto isso, você pode diminuir o sofrimento das crianças evitando cair nessa esparrela, e assim conservando a protecção concedida a elas por nossa civilização.
Quando vierem com essa palhaçada de relacionamentos inter-geracionais para cima de você, saque seu canivete e crie um eunuco no acto.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
"Casamento" entre homossexuais ameaça humanidade, diz papa
Foram as declarações mais fortes já proferidas pelo pontífice contra o casamento homossexual, durante um discurso de ano novo perante diplomatas de quase 180 países acreditados no Vaticano, abordando questões económicas e sociais contemporâneas.
Segundo Bento XVI, a educação das crianças precisa de «ambientes» adequados, e «o lugar de honra cabe à família, baseada no casamento de um homem com uma mulher».
«Esta não é uma simples convenção social», disse o papa, «e sim a célula fundamental de cada sociedade. Consequentemente, políticas que afectam a família ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade», frisou.
Em vários países - principalmente no mundo desenvolvido -, autoridades eclesiásticas católicas protestam contra iniciativas voltadas para a legalização do casamento gay. Nos EUA, um dos principais paladinos dessa causa é o arcebispo de Nova Iorque, Timothy Dolan, que será sagrado cardeal pelo papa em Fevereiro.
Numa recente carta, Dolan criticou o presidente Barack Obama pela sua decisão de não apoiar uma proibição federal ao casamento homossexual, e alertou que essa política pode «precipitar um conflito nacional de enormes proporções entre a Igreja e o Estado».
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Coligação de rabinos ortodoxos afirma posição oficial judaica em relação à homossexualidade
O documento, com o título de "Declaration on the Torah Approach to Homosexuality," [Declaração da Abordagem da Torah em Relação à Homossexualidade] esclarece o intemporal entendimento Teológico da proibição ordenada pela Bíblia. A posição afirmada é a de que ninguém "nasce homossexual" e que a atracção homossexual pode ser modificada e curada.
A lista de assinantes do documento inclui figuras bem conhecidas do campo da saúde mental bem como um panteão de figuras de relevo dos círculos Ortodoxos. Inclui também Brian Camenker da orgnização MassResistance e outros, como líderes comunitários.
A documento afirma que a única forma de acção aprovada pela Torah em relação à homossexualidade é a terapia psicológica associada à teshuva, ou arrependimento.
Paralelamente, o documento apresenta o que os autores e os assinantes consideram ser a solução práctica e alcançável para aqueles que enfrentam atracção homossexual -- uma posição que é viciosamente suprimida pelo movimento homossexual e pelos seus aliados políticos.
A declaração foi emitida no dia 26 de Dezembro de 2011 -- o 6º dia do Chanukah. A temporização não foi uma coincidência. A festa do Chanukah celebração a resistência judaica à helenização. Para muitos, a homossexualidade era um dos baluartes da cultura grega.
Vejam a Declaração AQUI bem como outra informação, incluindo um esclarecimento em torno dos achados da American Psychological Association's (APA). Os mesmos têm sido mal declarados e mal interpretados pela esquerda política.
Esta é provavelmente a mais clara (e verdadeira) declaração que temos visto em torno deste assunto proveniente do ponto de vista religioso e médico.
A lista de assinantes continua a crescer desde que foi feita pública. Mas mais importante que isto, este tipo de acção corajosa tem que acontecer mais e mais. As pessoas têm que parar de ter medo e começar a dizer a verdade sem qualquer tipo de receio.
O documento:
Declaração da Abordagem da Torah em Relação à Homossexualidade
Societal Developments On Homosexuality
There has been a monumental shift in the secular world's attitude towards homosexuality over the past few decades. In particular over the past fifteen years there has been a major public campaign to gain acceptance for homosexuality. Legalizing same-sex marriage has become the end goal of the campaign to equate homosexuality with heterosexuality.
A propaganda blitz has been sweeping the world using political tactics to persuade the public about the legitimacy of homosexuality. The media is rife with negative labels implying that one is "hateful" or "homophobic" if they do not accept the homosexual lifestyle as legitimate. This political coercion has silenced many into acquiescence. Unfortunately this attitude has seeped into the Torah community and many have become confused or have accepted the media's portrayal of this issue.
The Torah's Unequivocal And Eternal Message
The Torah makes a clear statement that homosexuality is not an acceptable lifestyle or a genuine identity by severely prohibiting its conduct. Furthermore, the Torah, ever prescient about negative secular influences, warns us in Vayikra (Leviticus) 20:23 "Do not follow the traditions of the nations that I expel from before you…" Particularly the Torah writes this in regards to homosexuality and other forbidden sexual liaisons.
Same-Sex Attractions Can Be Modified And Healed
From a Torah perspective, the question whether homosexual inclinations and behaviors are changeable is extremely relevant. The concept that G-d created a human being who is unable to find happiness in a loving relationship unless he violates a biblical prohibition is neither plausible nor acceptable. G-d is loving and merciful. Struggles, and yes, difficult struggles, along with healing and personal growth are part and parcel of this world. Impossible, life long, Torah prohibited situations with no achievable solutions are not.
We emphatically reject the notion that a homosexually inclined person cannot overcome his or her inclination and desire. Behaviors are changeable. The Torah does not forbid something which is impossible to avoid. Abandoning people to lifelong loneliness and despair by denying all hope of overcoming and healing their same-sex attraction is heartlessly cruel. Such an attitude also violates the biblical prohibition in Vayikra (Leviticus) 19:14 "and you shall not place a stumbling block before the blind."
The Process Of Healing
The only viable course of action that is consistent with the Torah is therapy and teshuvah. The therapy consists of reinforcing the natural gender-identity of the individual by helping him or her understand and repair the emotional wounds that led to its disorientation and weakening, thus enabling the resumption and completion of the individual's emotional development. Teshuvah is a Torah-mandated, self-motivated process of turning away from any transgression or sin and returning to G-d and one's spiritual essence. This includes refining and reintegrating the personality and allowing it to grow in a healthy and wholesome manner.
These processes are typically facilitated and coordinated with the help of a specially trained counselor or therapist working in conjunction with a qualified spiritual teacher or guide. There is no other practical, Torah-sanctioned solution for this issue.
The Mitzvah* Of Love And Compassion
It requires tremendous bravery and fortitude for a person to confront and deal with same-sex attraction. For example a sixteen-year-old who is struggling with this issue may be confused and afraid and not know whom to speak to or what steps to take. We must create an atmosphere where this teenager (or anyone) can speak freely to a parent, rabbi, or mentor and be treated with love and compassion. Authority figures can then guide same-sex strugglers towards a path of healing and overcoming their inclinations.
The key point to remember is that these individuals are primarily innocent victims of childhood emotional wounds. They deserve our full love, support and encouragement in their striving towards healing. Struggling individuals who seek health and wellness should not be confused with the homosexual movement and their agenda. This distinction is crucial. It reflects the difference between what G-d asks from all of us and what He unambiguously prohibits.
We need to do everything in our power to lovingly uplift struggling individuals towards a full and healthy life that is filled with love, joy and the wisdom of the Torah.
[*Nota: "Mitzvah" é a palavra Hebraica para Mandamento de D-us.]
O bem conhecido grupo judaico JONAH, que ajuda pessoas a lidar com atracção homossexual indesejada e a viver uma vida aprovada pela Torah, foi extensivamente consultado e é um forte apoiante da Declaração que recebeu um apoio sobrepujante num curto espaço de tempo.
O documento é um repúdio aos grupos judaicos esquerdistas (como a Anti-Defamation League) e outras congregações judaicas liberais que tentam rejeitar, confundir e re-interpretar a Bíblia neste ponto devido a propósitos políticos (destrutivos).
esperamos que outras denominações religiosas sejam motivadas a emitir declarações semelhantes!
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Este é um passo importante no combate das vozes que se levantam como as "vozes oficiais" das denominações Judaico-Cristãs. Isto não só é importante para quem está do lado de fora, como também para quem está do lado de dentro: as pessoas tem que saber quais são as vozes que podem falar pelo Cristianismo ou pelo Judaísmo.
Não se pode deixar que pessoas ao serviço da esquerda política atribuam a si mesmos autoridade que não lhes pertence.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Facto biológico catalogado de "transfobia"
O comercial, onde figuram lado a lado uma personagem "drag queen" e uma loira numa casa de banho, mostra o drag queen e a mulher a competirem um com a outra à medida que a mulher vai ajustando a maquilhagem, o sutiã e o rimel.
A dada altura a loira tira da sua mala um tampão Libra, causando a que o drag queen saia da casa de banho derrotado.
O comercial, que termina com a frase "Libra gets girls" enfrentou uma tempestade de criticas na forma de dezenas de comentários duros na sua página do Facebook.
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Sinceramente, não sei qual é a "transfobia" em dizer que só as genuínas mulheres em idade fértil é que possuem a capacidade de menstruar. Qualquer rapariga de 12/14 anos sabe disso. Qual é a "polémica"?
- É mentira o que o vídeo mostra? Não.
- Há algum homem transgénero que consiga menstruar? Não.
- O vídeo apela à violência ou descriminação contra os transgénero? Absolutamente que não.
Portanto, qual é a "polémica"? Ou será que demonstrar de forma empírica a folia dos transgénero é "transfobia"? Colocar ênfase em factos biológicos é "fobia"? A verdade é "fobia"?
Não há fobia nenhuma no vídeo, obviamente. É apenas a biologia tal como ela foi originalmente criada. Por mais que os transgéneros construam órgãos sexuais artificias, eles nunca vão deixar de ser o que eram à nascença: macho ou fêmea.
Um homem não é nem nunca vai ser uma mulher, e uma mulher não é nem nunca vai ser um homem. Se a gaystapo tem problemas com a Biologia, eles que levem o assunto ao Criador.
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