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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental

Por New Observer

A loucura "transgénero" a ser actualmente promovida pelos meios de comunicação sob controle como a "próxima fronteira do direitos civis" é na verdade uma doença mental e a sua promoção nada mais é que ajudar e pactuar com desordens mentais. Quem o diz é o antigo psiquiatra-chefe do "Johns Hopkins Hospital", o Dr. Paul R. McHugh, que é actualmente um "Distinguished Service Professor of Psychiatry" no mundialmente renomeado hospital.

Para além disso, o distinto profissional afirmou também que as mudanças de sexo são "biologicamente impossíveis" e que aqueles médicos que "promovem a cirurgia de reajuste sexual estão a colaborar e a promover uma desordem mental." Segundo ele, "o trangenerismo é uma doença mental que merece tratamento", do mesmo modo que a sociedade trataria qualquer outra doença mental, e ela não deveria receber o apoio dos media e nem dos profissionais médicos da forma como recebe.

O Dr. McHugh, autor de mais de seis livros e de pelo menos 125 artigos médicos revistos por pares, fez as suas declarações numa artigo publicado no Wall Street Journal com o título de “Transgender Surgery Isn’t the Solution”, onde ele explicou que a cirurgia transgénera não é a solução para pessoas que sofrem uma "desordem de 'presunção'" - a noção de que a sua masculinidade ou a sua feminilidade é distinta daquela que a natureza biologicamente lhes atribuiu.

Como evidência da sua posição, o Dr McHugh apontou para um estudo recente que revelava como a taxa de suicídio entre os "transgéneros" que haviam sido submetidos a uma cirurgia de reajuste era 20 vezes mais elevada que a taxa de suicídio entre as pessoas normais. Para além disso, ele apontou para um estudo da Universidade Vanderbilt e do London’s Portman Clinic para crianças que haviam revelado ter "sentimentos transgénero" mas que com o passar do tempo, 70-80% das mesmas terem "espontaneamente perdido esses sentimentos" - implicando que muito deste "transgenerismo" era, na verdade, instâncias de adultos pervertidos a projectar os seus sentimentos para as crianças:

Embora a Administração Obama, Hollywood, e meios de comunicação importantes, tais como o Time, promovam o transgenerismo como normal, os decisores políticos e os média não estão a ajudar ao público e não os transgéneros ao tratar as suas confusões como um direito digno de ser defendido, e não como uma desordem mental que merece entendimento. tratamento e prevenção.

Esta sensação intensamente sentida de ser transgénero constitui uma doença mental de duas maneiras: A primeira é a ideia de que o mau-alinhamento sexual é um erro - não corresponde à realidade física. A segunda é que ela pode ter consequências psicológicos terríveis.

A desordem da pessoa que se identifica como "transgénera" centra-se na "pressopusição" de que eles são distintos da realidade física dos seus corpos, a sua masculinidade ou feminilidade, tal como atribuído pela natureza. É uma desordem semelhante a pessoas "perigosamente magras" que sofrem de anorexia que olham para o espelho e pensam que têm peso a mais, afirma o Dr. McHugh.

Esta crença - de que o sexo da pessoa localiza-se na mente independentemente da realidade anatómica, levou muitas pessoas transgeneras a forçar uma maior aceitação social e a afirmação da sua subjectiva "verdade pessoal". Como resultado disto, diz McHugh, alguns estados - Califórnia, New Jersey, e Massachusetts - aprovaram leis que impedem os psiquiatras, "mesmo aqueles que tenham aprovação paterna, de tentar restaurar os sentimentos sexuais naturais num menor transgénero".

Segundo McHugh, a defensores do transgenerismo não querem saber dos estudos que revelam que entre 70 a 80% das crianças que expressavam sentimentos transgéneros "perdem espontaneamente esses sentimentos" com o passar do tempo. Para além disso, entre aqueles que passaram por uma cirurgia de reajuste, a maioria afirmou estar "satisfeita" com a operação, mas "os seus ajustamentos psico-sociais subsequentes não eram melhores que os daqueles que não haviam tido a cirurgia":

Devido a isto, em Hopkins paramos de levar a cabo cirurgias de reajuste sexual visto que produzir um paciente "satisfeito" mas ainda perturbado não parecia ser um motivo adequado para cirurgicamente amputar orgãos normais.

O antigo psiquiatra-chefe de Johns Hopkins falou também contra o apoio a certos sub-grupos entre os transgéneros, tais como os jovens "susceptíveis à sugestões da educação sexual 'tudo vale'", e os "conselheiros de diversidade" das escolas que, tal como os seus "líderes de seita", podem "encorajar os jovens a distanciarem-se das suas famílias e disponibilizar argumentos sobre a forma como refutar argumentos contra a cirurgia de transgénera."

McHugh reportou também a existência de "médicos enganados" que, operando com crianças que parecem imitar o sexo oposto, irão administrar "hormonas de atraso da puberdade como forma de tornar as operações de mudança de sexo menos dispendiosas - embora as drogas impeçam o crescimento da criança e a coloquem em risco de esterilidade."

Tais acções, afirma o Dr McHugh, "estão bem perto de serem classificadas de abuso de crianças", dado que perto de 80% dessas crianças irá "abandonar a sua confusão e crescer duma forma natural, e passar a ser um adulto tradicional, se não for tratada":

A mudança de sexo é biologicamente impossível. As pessoas que se submetem a uma cirurgia de reajuste sexual não mudam de homem para mulher, e nem vice-versa, mas passam a ser homens feminizados ou mulheres masculinizadas. Alegar que isso é um assunto de direitos civis, e encorajar uma intervenção cirúrgica, é, na verdade, colaborar e promover uma desordem mental.

Source:  http://bit.ly/1sZ6Y8J

A Ler:

1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros" - http://shar.es/1Hc4lF


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow

Kirsten Andersen

O Dr. Keith Ablow tem sido o alvo de ameaças de morte devido à sua posição de que o assim chamado "transgenerismo" é algo sem fundamento científico que coloca crianças vulneráveis em risco devido a procedimentos cirúrgicos desnecessários e uma vida inteira de confusão. Mas o psiquiatra sediado em Massachusetts disse à LifeSiteNews numa entrevista exclusiva que ele continuará a falar a verdade, apesar dos perigos:

Tive que escolher entre dizer o que eu penso e ser empático para com todos, apesar das ameaças e apesar dos apelos provenientes de muitas pessoas exigindo que eu perca as minhas credenciais académicas. É importante continuar a falar deste tópico porque aparentemente, nos EUA existem milhares de crianças que estão a ser preparadas para serem submetidas a cirurgias plásticas extensivas que elas podem ou não precisar delas.

Ablow disse que o que causa a que uma pessoa sinta que está "presa no corpo errado" é uma questão que tem que ser "reaberta" pela comunidade psiquiátrica.

Como psiquiatras, nós não sabemos de onde as crenças fixas e falsas se originam... E se ficarmos a saber que as pessoas que pensam que estão presas no corpo sexual errado podem ser abordadas com algo mais que um bisturi, então nós, como disciplina, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca das respostas em torno de onde isto vem.

No início deste mês, pouco depois da controversa lei da Califórnia permitir que os estudantes das escolas públicas escolham o seu género [sic] - independentemente da biologia -, e de permitir a livre escolha das equipas desportivas na qual se quer competir, para além de dar "liberdade" para escolher o género em qualquer outro tipo de actividade, inclusive as instalações sanitárias que se quer usar, Ablow atraiu atenção nacional com um editorial para a Fox News onde ele chamou a lei de "profundamente destrutiva" para as crianças.

A partir do dia 1 de Janeiro, os estudantes das escolas públicas da Califórnia poderão escolher qual das instalações sanitárias eles querem usar, bem como o balneário feminino ou o masculino que querem usar, tendo como base no que se sente no momento (fémea ou macho), quer se seja anatomicamente macho ou fémea.

Sei que outros psiquiatras podem não concordar, e sei que os activistas lgbt me irão criticar, mas eu acredito que permitir esta "escolha" é psicologicamente profundamente destrutivo, para todos os estudantes, incluindo aqueles que se identificam como transgéneros.

Sei que vou continuar a receber ameaças de morte e apelos para que eu seja despedido da minha posição de ensino por dizer o que disse visto que já suportei ambas.

Eu acredito que as crianças já têm que lidar com o suficiente, à medida que lutam para se sentirem confortáveis com os seus corpos, bem como com a noção da privacidade e as alterações finais em torno da sua puberdade, sem terem que lidar com a noção das suas almas terem nascido no corpo errado. Na
história do mundo não existem evidências suficientes em favor duma alma masculina ou feminina a nascer no género anatómico errado.

A LifeSiteNews entrou em contacto com o Dr. Ablow para lhe perguntar sobre as respostas às suas declarações, bem como para saber do porquê ele achar que foi necessário dar a sua opinião, independentemente das consequências. "A resposta [ao artigo] tem sido tremendamente positiva em várias formas" disse o Dr Ablow à LifeSiteNews, acrescentando que numerosas pessoas "expressaram o seu desalento em torno das implicações da lei."

Mas mesmo assim, disse o Dr Ablow, "uma minoria vocal tem sido extremamente negativa e ameaçadora, o que eu aprendi a esperar sempre que tento falar de questões em torno do comportamento transgénero duma forma que eu considero ser objectiva." Muitas dessas ameaças, disse Ablow, são graficamente violentas, "dizendo o que me fariam e de que forma isso deveria ser feito."

Ele disse à LifeSiteNews que, como psiquiatra, ele acha que tal reacção violenta a qualquer iniciativa que vise questionar a politica da identidade transgénera tem fundamento no medo.

Acho que estamos tão imersos neste assunto que as pessoas são muito avessas a re-examinar as implicações de fazer coisas tais como injectar crianças de 12 anos com doses maciças de hormonas como forma de parar a puberdade. Se viermos a descobrir que este trajecto não era defensível do ponto de vista científico, então isso terá implicações enormes para a medicina, para os pais, que conduziram as crianças para este caminho - e para a psiquiatria, por não ter sido mais vigorosa a exigir evidências científicas de que as pessoas podem nascer nos corpos errados.

Segundo Ablow, as implicações são também perturbadoras "para os próprios transgéneros."

Mal um médico - neste caso, penso eu, um médico equivocado - te diz que todo o teu sofrimento pode ser psicologicamente explicado porque nasceste num corpo que tem o sexo errado, dar essa perspectiva é quase uma questão de vida ou de morte. Logo, o abrigo desta explicação simplista - que estes pensamentos de que te encontras preso ao corpo errado realmente significa que estás no corpo errado - torna-se numa defesa contra questões mais profundas que precisam de mais análise, e as pessoas não querem enveredar por esse nível de auto-examinação.

Questionado se ele sente que está a colocar a sua segurança em risco por falar deste tópico altamente controverso, Ablow respondeu:

Eu levo a sério todas as ameaças à minha vida, e tomo algumas precauções. ... Mas sinto algum conforto em pensar que, estatisticamente, as pessoas que fazem barulho na internet são menos susceptíveis de levar a cabo algum tipo de acção.

Ablow fica preocupado com "as inúmeras crianças americanas a quem está a ser dito que eles devem questionar se o seu género [sic] está para sempre estabelecido, quando na minha opinião está."
Existem muitos psiquiatras bem intencionados, e bem credenciados, que discordam, e eu percebo isso. Mas eu não entendo o porque deles não me entenderem. Dito de outra forma, eles deveriam estar mais abertos a mais diálogo. A noção de que, se tu sugeres isso, algumas pessoas dirão que tu deves morrer, e outras dirão que tu não deverias estar a ensinar numa universidade, e que tu deverias sentir como se tivesses que escolher entre ser ostracizado ou falar o que pensas, é uma tragédia.

A não perder:
1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros" - http://shar.es/1Hc4lF

domingo, 7 de julho de 2013

A sessão de striptease não requisitada (e totalmente repulsiva)

Patrick B. Craine

Um homem activista "transgénero" foi preso em Edmonton durante a semana passada depois de ter exibido os peitos cirurgicamente construídos durante um voo da WestJet. Nina Arsenault e Lexi Sanfino, que são "artistas transgénero", afirmaram que a caminhada de Safino pelo avião tinha como propósito chocar uma hospedeira que os havia chamado de "homens" (inglês: "guys").

Arsenault disse ao Toronto Star que a hospedeira chegou perto deles e disse:

Vocês [inglês "You guys"] têm que nos ensinar a forma correcta de nos maquilharmos. E depois ela disse 'Sim, porque vocês dantes eram homens, certo?'

Foi por esta altura que Sanfino tomou a decisão de andar com os "peitos" à mostra durante o vôo.

Arsenault disse:

[Sanfino] caminhou pelo corredor de uma forma bem graciosa e extravagante. Foi então que as hospedeiras se aproximaram e lhe taparam dizendo 'Pense nas crianças!'

Quando os dois foram expulsos do avião, os oficiais policiais encontravam-se à sua espera no solo; ambos foram acusados de causar distúrbio. Arsenault foi também algemado quando se recusou a parar de filmar o incidente, mas foi posteriormente libertado.

Quando os oficiais disseram que havia a possibilidade de eles irem para uma prisão masculina, segundo o Toronto Star. Sanfino disse, "Enquanto eles diziam isto, eu só pensava que eles me estavam a ameaçar com momentos muitos bons."

* * * * * * *
Por motivos de saúde pública, não foram mostrados os peitos do "transgénero".

domingo, 10 de março de 2013

O ódio dos activistas transsexuais

Germaine Greer, a mundialmente famosa feminista e académica, foi vítima de um ataque histérico por parte de transsexuais neo-zelandeses. Os corajosos mulheres-homens, auto-identificados como os "Queer Avengers", demonstraram a sua intolerância e desrespeito pelos pontos de vista alheios atacando Germaine Greer com uma glitter-bomb durante uma sessão de autógrafos que ocorreu no ano passado. Isto apenas demonstra a sua inabilidade de se envolverem numa discussão racional, ou num diálogo adulto.

Greer, que nunca escondeu os seus pontos de vista - mesmo no que toca aos assim chamados "transsexuais" - escreveu no passado que um homem nunca se  pode tornar numa verdadeira mulher cortando os seus genitais, e que aqueles que o fazem, nada mais são que "uma paródia grotesca" duma mulher genuína. Ela acrescentou ainda que o homem que pensa que ele é uma mulher, ou que nasceu no corpo errado, sofre duma desilusão.

Obviamente que Germaine Greer está cientificamente e psicologicamente correcta, e esta posição é partilhada por profissionais competentes. O Dr. Joseph Berger afirma que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Durante os anos 90, Greer  opôs-se à eleição de transsexuais para a instituição para a qual trabalhava - Newnham College, Cambridge - alegando que isto nada mais era que mais uma forma de dar mais empregos aos homens, que eram já a maioria na universidade. No seu livro de 1999, "The Whole Woman":

Governos que são compostos por muito poucas mulheres foram rápidos em reconhecer como mulheres homens que acreditam que são mulheres, e  que se castraram para o provar. Aparentemente eles olham para as mulheres não como outro sexo, mas como um não-sexo.

Nenhum dos homens que fez a assim-chamada "operação de mudança de sexo" implorou por uma transplante de um útero e de ovários; se este tipo de transplantes fossem manhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2012/may/29/transgenderism-hate-speechdatórios para aqueles que querem ser mulheres, eles desapareceriam rapidamente. 

A insistência das "mulheres" artificialmente criadas de aceitação é uma expressão institucional duma crença errada de que as mulheres são homens defeituosos.

Felizmente, Germaine Greer é uma mulher resistente e é muito pouco provável que ela mude a sua posição como forma de evitar as críticas e a acusações de "transfobia".

Muitas outras feministas proeminentes levantaram já protestos em torno da forma como os transsexuais estão a intimidar e a agir de forma abusiva contra todos aqueles que não concordam com a sua nova "ortodoxia". Transsexuais histéricos baniram a professora Sheila Jeffries, bem como outras palestrantes feministas, dum encontro em Conway Hall alegando que os seus pontos de vista eram "discurso de ódio", e insistindo que quem se recusa a reconhecer a validade das operações de mudança de sexo, assemelha-se a quem se recusa a aceitar a  historicidade do Holocausto!

Soa familiar? Claro. Estes são os clichés comuns usados pelos queers como forma de promover a sua agenda e censurar qualquer tipo de debate racional. A verdade dos factos é que os queers é que são os verdadeiros intimidadores (inglês: "bullies").

Sheila Jeffries relata:

Há já alguns anos que está em práctica uma campanha organizada via internet e via acções locais, que tenta garantir que eu e outras pessoas que criticam o transgenerismo . . . . não tenhamos qualquer oportunidade de falar em público. Ainda não consegui falar do transgenerismo, mas falo de religião e sobre os direitos das mulheres, a pornografia, e as prácticas de beleza.

Qualquer que seja o tópico da minha apresentação, e quer seja na Austrália, no Reino Unido ou nos EUA, os activistas transgéneros bombardeiam o grupo organizador e o local do encontro com emails acusando-me de ódio-aos-trans e transfobia, e buscando formas de me banirem.

Nos blogues, no Facebook no Twitter eles acusam-me de querer "eliminar" os transgéneros, e eles desejam a minha morte. Um activista fez uma imagem duma lata de pesticida contendo uma foto minha junto a qual um slogan dizia "Mata feministas radicais instantaneamente".
Estes activistas ameaçam as demonstrações e placards contra mim em qualquer lugar onde eu falo.


* * * * * * *
É tremendamente irónico ver "grupos protegidos" da esquerda militante a guerrerarem entre si. Certamente que as feministas não se apercebem que as mesmas forças que dão apoio à "causa" transsexual são as mesmas que financiam o feminismo.
....

terça-feira, 10 de abril de 2012

Homem transsexual exige desconto durante "ladies night"

Homens psiquiatricamente deformados que se vestem como mulheres não são mulheres, muito menos senhoras - mesmo que se mutilem quimicamente ou cirurgicamente. Eles são, no entanto, mais iguais que o resto da população e como tal devem ser tratados de forma equivalente.

Uma das coisas que eles insistem é ter desconto durante as ladies night.

Segundo o Tampa Bay Times, os problemas começaram quando Alex Borrego foi ao "Bishop" [Tavern & Lounge em St. Petersburg] com vários amigos, incluindo três transgéneros mulher-para-homem e um drag queen.

Embora tenham sido oferecidos descontos nas bebidas a Borrego como parte da promoção do bar, um funcionário do mesmo disse-lhes que as descontos seriam terminados porque "eles eram homens".

A sua carta de condução reporta que ele é uma "fêmea", mas mostrar a mesma não o ajudou.
Não ajudou porque são os cromossomas que determinam se somos macho ou fêmea - e não a engenharia social ou as cartas de condução.

O sexualmente confuso disse:

Legalmente, sou uma mulher. Negar que eu participe nas ladies night é um desrespeito.
Desrespeito é todos nós termos que aturar este tipo de comportamento fascista por parte de grupos emocionalmente e psicologicamente perturbados.

Se vivêssemos num mundo normal, as ridículas alegações do Borrego seriam rejeitadas e ele expulso do bar por ser um perturbador da ordem pública. Mas hoje em dia toda a corja de pessoas perturbadas tem o apoio da elite esquerdista. Devido a isto, o bar sofreu consequências desagradáveis por se recusar em tomar parte da charada politicamente correcta.

Pouco depois, Borrego e os seus amigos iniciaram um protesto online em torno do estabelecimento. O pedido de desculpas emitido pelo bar aparentemente acalmou a maior parte dos protestos desta comunidade.

* * * * * * *

Portanto, um homem que se convence que é uma mulher quer tomar parte dos descontos comerciais propositadamente feitos para atrair as mulheres.

"Mulheres"

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Facto biológico catalogado de "transfobia"

A empresa Libra foi acusada de ser "escandalosamente transfóbica" devido a um novo anúncio comercial onde está implícito que, devido ao facto de não menstruarem, os homens transgénero não são mulheres no verdadeiro sentido do termo.

O comercial, onde figuram lado a lado uma personagem "drag queen" e uma loira numa casa de banho, mostra o drag queen e a mulher a competirem um com a outra à medida que a mulher vai ajustando a maquilhagem, o sutiã e o rimel.

A dada altura a loira tira da sua mala um tampão Libra, causando a que o drag queen saia da casa de banho derrotado.

O comercial, que termina com a frase "Libra gets girls" enfrentou uma tempestade de criticas na forma de dezenas de comentários duros na sua página do Facebook.

Fonte

. . . . . .

Sinceramente, não sei qual é a "transfobia" em dizer que só as genuínas mulheres em idade fértil é que possuem a capacidade de menstruar. Qualquer rapariga de 12/14 anos sabe disso. Qual é a "polémica"?

  • É mentira o que o vídeo mostra? Não.
  • Há algum homem transgénero que consiga menstruar? Não.
  • O vídeo apela à violência ou descriminação contra os transgénero? Absolutamente que não.

Portanto, qual é a "polémica"? Ou será que demonstrar de forma empírica a folia dos transgénero é "transfobia"? Colocar ênfase em factos biológicos é "fobia"? A verdade é "fobia"?

Não há fobia nenhuma no vídeo, obviamente. É apenas a biologia tal como ela foi originalmente criada. Por mais que os transgéneros construam órgãos sexuais artificias, eles nunca vão deixar de ser o que eram à nascença: macho ou fêmea.

Um homem não é nem nunca vai ser uma mulher, e uma mulher não é nem nunca vai ser um homem. Se a gaystapo tem problemas com a Biologia, eles que levem o assunto ao Criador.


domingo, 25 de dezembro de 2011

Transsexual é condenado por empurrar para frente de trem advogado que se vestia como mulher

Transsexual que empurrou um advogado que costumava se vestir de mulher em uma estação do metro na região central de Londres em 2010 foi condenado a cumprir pelo menos sete anos de prisão por homicídio culposo.

(Não se percebe bem como é que ele é condenado à "prisão perpétua" mas tem que "cumprir pelo menos sete anos de prisão". Isto demonstra que mais cedo ou mais tarde, este perturbado mental vai voltar às estradas.)

David Burgess, também chamado por amigos e família de Sonia Burgess, de 63 anos, foi empurrado para a frente de um trem que se aproximava na estação de King's Cross em Outubro de 2010.

Senthooran Kanagasingham, também conhecido como Nina, foi condenado à prisão perpétua pela Justiça na última quinta-feira e deve cumprir pelo menos sete anos da pena.

Kanagasingham era amigo de Burgess, um famoso advogado defensor dos direitos humanos e dos direitos dos imigrantes.

Antes de sua morte, Burgess já havia sinalizado que temia pelo estado mental do amigo, e inclusive havia indicado um médico para que ele se consultasse.

Burgess disse a amigos próximos que Kanagasingham estava ficando psicótico e "implodindo" e acrescentou que temia pelos efeitos dos hormónios receitados para Kanagasingham.

O transsexual, de 35 anos, encontrava-se a meio de um tratamento para mudança de sexo na época em que assassinou Burgess, empurrando-o para debaixo do metro.

A defesa alegou que Kanagasingham sofria de esquizofrenia paranóica.

'Calmo'

Testemunhas do momento em que Kanagasingham empurrou Burgess afirmaram que ele parecia "calmo" e, quando outros passageiros o cercaram, ele disse: "Sou culpado, sou culpado, me rendo".

Um bilhete foi encontrado na mochila usada por Kanagasingham onde o transexual afirmava estar "deprimido e sofrendo de transtorno de identidade de género".

O promotor do caso, Brian Altman, afirmou que Burgess, que tinha três filhos, tinha uma "reputação brilhante e invejável".

Os filhos da vítima compareceram ao julgamento, vindos do Canadá e da Coreia do Sul, onde vivem actualmente.

Dechem, uma das filhas, declarou que Burgess queria "romper as fronteiras e permitir que indivíduos fossem o que quisessem desde que não ferissem ninguém".

"Em relação a Senthooran Kanagasingham, esperamos que ele receba a ajuda que precisa, isto é o que Sonia gostaria que acontecesse e, na verdade, ela estava tentando ajudá-lo", afirmou uma declaração divulgada pela família de Burgess.

Fonte

David/Sonia Burgess: assassinado por um transsexual perturbado

domingo, 18 de dezembro de 2011

Ensinando o transgenerismo a crianças de 5 anos

Documento governamental inglês revela que o mesmo está a considerar o ensino da "igualdade transgénera" a crianças com idades que podem chegar aos 5 anos. O gesto, que está em análise por parte do Departamento de Educação (DE), foi ressalvado num plano governamental que tem em vista o avanço da "igualdade transgénera" (seja lá o que isso for).

Estes movimentos em torno da "igualdade" usam e abusam do termo mas nunca dizem onde está a igualdade.

  • A homossexualidade não é igual à heterossexualidade: a última é uma necessidade básica do ser humano para que haja reprodução; a primeira é um gosto anti-natural e auto-destrutivo.
  • O transgenerismo não é igual à heterossexualidade: a primeira é algo levado a cabo por pessoas mentalmente instáveis enquanto a segunda é o resultado normal duma educação saudável.

Devido a isto convém perguntar: porque é que se deve lutar pela "igualdade" se os comportamentos não são iguais?

Margaret Morrisey, fundadora da organização Parents Outloud, disse:

Isto são tópicos adultos que nunca deveriam ser ensinados às crianças enquanto elas não fossem suficientemente crescidas ou quando elas perguntassem.

O problema é que já estamos a sobrecarregar as crianças com assuntos que eles nem deveriam considerar nessa idade.

O plano de acções do governo inglês diz que a DE está a considerar o "ensino da igualdade e da diversidade, incluindo a igualdade transgénera" na sua revisão da educação pessoa, social, de saúde e económica (Personal, Social, Health, Economic = PSHE).

Embora o governo tenha rejeitado a inclusão da educação PSHE no currículo nacional, o mesmo está a considerar tornar alguns elementos do assunto estatutários.

O plano de acção diz que o governo identificou "uma gama de compromissos de modo a ajudar as escolas a tornarem-se mais inclusivas para as crianças de género variável, e ajudar a providenciar apoio e protecção escolar aos pupilos transgéneros."

O que é "uma criança de género variável" ?!!

O plano, delineado num documento de 20 páginas e que inclui um prefácio assinado pela Theresa May (Home Secretary) e pela Lynne Featherstone (Minister for Equalities), é tido como "um passo inicial".

Durante o ano passado esta mesma Lynne Featherstone sugeriu que os transsexuais poderiam obter reconhecimento oficial do seu sexo assumido e manter o casamento com o parceiro existente. A possibilidade de tal gesto iria pela primeira vez criar de facto o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo na Grã-Bretanha.

Actualmente, se uma pessoa já é casada e quer reconhecimento oficial do seu "sexo assumido" ("sexo imaginado", seria um termo mais apropriado), ela primeiro tem que se divorciar do esposo/esposa antes de obter o reconhecimento legal.

Fonte

. . . .

O que é que se pode pensar de pessoas que querem ensinar o transgenerismo a crianças de 5 anos? Alguém ainda acha que a esquerda política (e os seus aliados na "direita") não quer destruir a familiar, pervertendo as noções de sexualidade que a superior civilização ocidental mantém há pelo menos 2000 anos?

Atenção que quando digo "ensinar o transgenerismo" isso não é anulado afirmando que as escolas apenas querem "criar um ambiente seguro" aos perturbados mentais que um dia acham que são mulheres, mas no outro já se consideram homens.

A promoção de ideologias de "igualdade" envolve normalizar aquilo que se quer tornar "igual". É impossível querer tornar algo "igual" à heterossexualidade (a normalidade) sem primeiro definir o que é.

Durante este processo, julgamentos de valor irão surgir, permitindo assim que os "professores" possam dizer às crianças que um homem que um dia decide que é uma mulher é perfeitamente "normal".

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