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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Eles querem atingir as crianças

"O objectivo [dos activistas homossexuais] é atingir as crianças antes delas absorverem os valores morais dos pais."




sábado, 7 de abril de 2012

Henry Makow: "Sou homofóbico (e tu também deverias ser)"

por Henry Makow

Estou a "sair do armário" como homofóbico e apelo a outros que se juntem a mim. Defino "homófobo" como alguém que receia predadores homossexuais, daí o sufixo "fobia" - do grego "phobos" ou medo. Os activistas homossexuais usam este termo para ameaçar os oponentes. Em vez disso, vamos abraçar esse termo.

Sempre aceitei a caracterização dos homossexuais feita pelos média como uma minoria colorida, semelhante aos croatas, que possuíam uma "orientação sexual" especial. Eles marcam encontros nos seus bares e fazem o que tem a fazer. Enquanto eles mantivessem isso dentro das suas comunidades, de que modo é que isso me afectaria?

Mas eles não mantém as suas prácticas dentro das suas comunidades. Para grande surpresa minha descobri recentemente que a maioria dos homossexuais prefere os homens heterossexuais. A minha fonte: "The Caricature of Love", (1957), por Dr. Hervey Checkley, um professor clínico de psiquiatria na "Medical College of Georgia". Um amigo homossexual confirmou-me este facto.

Façam uma pesquisa por "straight men" (homens heterossexuais) e obterão quase 30 milhões de resultados - a maior parte deles homossexuais. De modo geral, muitos homossexuais são predadores.

Aprendi também que muitos homossexuais preferem os mais jovens, e que estas experiências geralmente tornam as crianças vitimadas em homossexuais, distorcendo a sua vida. Uma pesquisa entre os leitores duma revista homossexual "The Advocate" revelou que 21% dos inquiridos haviam já sido sexualmente abusados quando atingiram os 15 anos de idade. Esta parece ser uma das formas através da qual a homossexualidade se "propaga".

Segundo a pesquisa da psicóloga Dr. Judith Reisman com o título de "Crafting "Gay" Children: An Inquiry", cerca de 1-2 milhões de homens homossexuais (2% da população adulta masculina que consiste em 90 milhões) é responsável pelo abuso sexual de 6-8 milhões de rapazes. O rácio é de 3-5 rapazes-vítimas por cada homem homossexual comparado a uma rapariga vítima de abuso sexual por cada 11 homens heterossexuais.

Este estudo tem como base dados relativos a 33 milhões de rapazes e 32 milhões de raparigas com idades inferiores a 18 anos.

Reisman afirma que, como nem todos os homens homossexuais abusam sexualmente de rapazes, a população homossexual de 2% incorpora uma vasta subcultura pederasta que comete repetidos abusos sexuais nos rapazinhos. (p.8)

Mesmo assim, as feministas lésbicas e os activistas gay, segundo admitido pelos próprios, dedicam-se a tentar modificar a sociedade segundo a sua imagem. Desde os anos 70 que os activistas gay-feministas têm levado a cabo uma campanha que visa fomentar o homossexualismo entre os heterossexuais. Eles são francos em relação aos seus propósitos:

O objectivo da revolução feminista é a eliminação das distinções sexuais.

Shulamith Firestone (The Dialectic of Sex, 1972, p.11)

Gary Kinsman por sua vez afirma:
A hegemonia heterossexual está a ser corroída. . . . . As formas sexuais consideradas naturais foram socialmente construídas e podem ser socialmente transformadas.

(The Regulation of Desire: Sexuality in Canada, 1987, p.219).

....

Numa sociedade livre todos são gays.

Allen Young, pioneiro do Gay Liberation Movement. (John D'Emilio, Intimate Matters: A History of Sexuality in America, p.322)

Ao contrário de nós, os homossexuais estão perfeitamente cientes que a sua campanha por "direitos iguais" eliminará a distinção entre homossexuais e heterossexuais. Nas suas próprias palavras, o historiador homossexual Jonathan Katz afirma:
De certa forma, a direita [política] está correcta . . . em acusar o movimento gay e lésbico de ameaçar com a homogeneização . . . se os liberacionistas gays e lésbicos atingirem a igualdade total, eles terão conseguido remover a necessidade social da distinção homo/hetero.

O segredo do movimento dos direitos civis gay e lesbicos é a sua promessa (ou ameaça, dependendo dos teus valores) radicalmente transformadora.

The Invention of Heterosexuality, 1995, p.188.

Vêr:

..

A dissimulação do homossexualismo

Os média Illuminati suprimem a maior parte da informação negativa em redor do estilo de vida homossexual. Na sua monografia, Reisman refere-se à supressão dos dados em torno da violência homossexual dirigida a crianças, pornografia infantil, "anéis sexuais", assassinos em série e violência doméstica entre homossexuais.

Outro evidência da cumplicidade dos média gira-se em torno proibição de chefes de escuteiros homossexuais. Não se fala dos cerca de 100 casos anuais de abuso sexual de rapazes levados a cabo por líderes de escuteiros. Segundo o Washington Times (June 15,1993) durante os 20 anos que decorreram entre 1973 e 1993, 1,416 líderes de escuteiros foram expulsos por terem abusado de rapazes.

[Isto dá cerca de 70 homossexuais expulsos POR ANO por abusarem de rapazes ao seu cargo. É precisamente isto que os Cristãos devem fazer quando se confirma que um líder religioso usou a cobertura de instalações Cristãs para levar a cabo o seu homossexualismo abusando de crianças Cristãs: expulsá-los da igreja. Recolocar estes predadores em outra paróquia ou como líder de outra congregação, onde ele pode continuar a abusar de crianças Cristãs, é um erro grave.]

O gesto dos Escuteiros reconheceu tardiamente a sua obrigação de proteger as suas "enfermarias". Existe algum tipo de dúvidas de que eles são responsáveis? No entanto, os Escuteiros têm sido vítimas de ataques organizados por "descriminarem" os homossexuais.

A revista pederasta "Palaver" aconselha os pedófilos a tornarem-se líderes de Escuteiros:

Se queres passar o teu tempo com crianças tens que ter uma justificação para tal, como professor a ajudar crianças . . . como líder de jovens a ajudar as crianças a desfrutar do seu tempo de lazer.

(Crafting Gay Children: An Inquiry, p.19)

Em 1992 o grupo "North American Man/Boy Love Association" (NAMBLA) atacou de modo particular os Escuteiros ao aprovarem uma resolução apelando aos Escuteiros que "terminassem com a sua descriminação contra os gays ou as lésbicas na sua escolha para líderes de escuteiros" de modo a "permitir que os escuteiros sejam expostos a uma variedade de estilos de vida".

(Ver "The Nazis in America" em "The Pink Swastika" por Scott Lively and Kevin Abrams).

Na sua literatura, os homossexuais caracterizam os conselheiros adultos como agentes que levam a cabo um papel importante na inicialização das crianças ao estilo de vida homossexual.

Segundo o livro "The Pink Swastika", a coragem moral exibida pelos Escuteiros não é partilhada por todas as organizações juvenis. As Escuteiras permitem a presença de líderes lésbicas na sua organização e chegaram já a expulsar pelo menos uma líder heterossexual que se recusou a esconder este facto dos pais.

Os "Big Brothers" e as "Big Sisters" activamente recrutam homossexuais nas mais variadas cidades, e fazem pressão política para que os Escuteiros façam o mesmo alegando que "os voluntários não-tradicionais podem servir os melhores interesses das crianças".

E, obviamente, tudo isto é um espelho da promoção feita nas escolas públicas onde as crianças são prematuramente expostas à educação sexual e onde o homossexualismo é apresentado como um estilo de vida "saudável" e opcional.

Os activistas pelos "direitos dos gays" já atacaram os Escuteiros. Um clamor "espontâneo" contra os Escuteiros emergiu um pouco por todo o país, liderado pela United Way Agency, que deu término ao financiamento levado a cabo até então.

Homossexuais colocados ao mais alto nível do governo dos EUA tentaram intimidar a organização. A cirurgiã Jocelyn Elders usou a sua posição para castigar os oficiais dos Escuteiros (USA Today June 2, 1994) e Bruce Babbitt assinou uma ordem proibindo os Escuteiros de se volutariarem para parques nacionais (Washington Times, May 28,1993).

Até Junho de 2001, pelo menos 359 distritos escolares em 10 estados proibiram os Escuteiros de usar as suas instalações, segundo reporta uma organização homossexual citada pelo Washington Times, Nov. 1, 2001. O Congresso apresentou legislação que visa negar o financiamento a estes distritos escolares.

Homossexuais, tanto feministas como gays, adquiriram um poder incrível ao mascararem de modo bem sucedido a verdadeira natureza da sua agenda. É desta forma que movimentos subversivos como o Nacional Socialismo e o Comunismo funcionam.

Sob a farsa de serem uma minoria perseguida em busca dos seus "direitos humanos", os activistas homossexuais estão de facto a usar o Estado para perseguir os heterossexuais. Eles estão a levar a cabo uma guerra bem sucedida contra a heterossexualidade - masculinidade, feminidade, família nuclear, as fontes da nossa identidade, amor e significado.

O seu objectivo é suplantar os valores heterossexuais com os seus "valores". A sociedade encontra-se num estado de negação em torno desta perversa subversão, que toma forma na sedução de jovens heterossexuais.

Não vou esperar ansiosamente por isto, mas gostaria de ver as pessoas responsáveis por promover o homossexualismo e o feminismo radical (uma forma de lesbianismo) julgados num tribunal internacional por tentarem sabotar a sociedade e as vidas de milhões de homens e mulheres ingénuos.

Os Illuminati são uma seita satânica. Aos poucos, eles estão a induzir a humanidade para dentro da sua seita.

A destruição da identidade heterossexual é o primeiro passo para a re-construção da humanidade.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Como legalizar a pedofilia em 20 anos

Você acredita que é importante e bonito respeitar as diferenças, não é mesmo? Mas quando eu digo que um pedófilo é diferente e merece o nosso respeito você aceita que ele é mesmo diferente, só que mais diferente entre os diferentes, e por isso uma excepção irrespeitável.

Muito bem, mas por que você pensa assim? Porque primeiro você aprendeu que o estupro é errado e desprezível, e que qualquer abuso infantil é dentre os agravantes talvez o maior.

Só mais tarde, lá na adolescência ou na sua vida adulta é que você começou a ouvir esse papo de respeitar as diferenças. Então na sua hierarquia de valores em primeiro lugar vem uma sólida rejeição da pedofilia, e só depois o respeito pelas diferenças, seguindo a ordem cronológica do seu ensino.

Os pedófilos e partes interessadas sabem disso, e descobriram que, portanto, basta inverter a ordem cronológica.

Existe hoje um negócio chamado educação sexual, que parece muito sensato. Ensinar o neguinho a usar camisinha e ter o menor número de filhos suficiente, é o que dizem. Que seja, mas em que ponto isto entra no currículo escolar? Na segunda série? Ou quem sabe ainda antes, no maternal? Você deve concordar que é ligeiramente bizarro descobrir que existem aulas de educação sexual para crianças de quatro anos.

Mas o objectivo aí não é ensinar o A-B-C-do-H-I-V, e sim, junto do resto do currículo, a respeitar as diferenças. A primeira lição da escola deve ser o respeito às diferenças, e até que esse valor esteja irremovivelmente cravado no primeiro lugar da hierarquia de valores da criança, tarefa que será reforçada pelo desenho animado que prega o respeito pelas diferenças acima de tudo, e pelo programa infantil da TV Cultura, e pelos filmes, e por toda a gente falante e pensante.

Óptimo, é um grande passo, mas, é claro, ainda insuficiente. Mesmo o coitado que se deixar influenciar maximamente pela lavagem cerebral ainda será capaz de sentir alguma repulsa em algum grau quando pensar bem sobre a pedofilia; quem quer que não seja ele próprio pedófilo sentirá, ainda que mantenha a pose e declare externamente o respeito pelas diferenças.

Os pedófilos também sabem disso. Nos anos 60 eles criaram algumas associações mundo afora e experimentaram defender abertamente a pedofilia, como a NAMBLA (http://en.wikipedia.org/wiki/Nambla), a North American Man-Boy Love Association.

Só o título já é repulsivo o bastante, e quando digo que são pedófilos não é porque simplesmente defendam a pedofilia como parte interessada, mas porque foram todos presos e condenados mesmo por crime de pedofilia tanto na fundação da entidade como também no seu fim nos idos dos anos 90, quando a entidade desapareceu numa coincidência de infiltração policial, ataques de ‘hackers’ que extraíram informações pessoais de vários membros levando a mais prisões, alguns suicídios de dirigentes e a dispersão final.

A NAMBLA acabou, e os pedófilos remanescentes precisaram rever sua estratégia. É aí que entra a “autoridade científica”. Débâcle de lado, os pedófilos descobriram que precisavam alterar o conceito que o senso comum mantinha sobre sua actividade.

O termo pedofilia era muito carregado e seguindo a moda do politicamente correto (afro-descendente, deficiente visual, etc.) era preciso um novo nome, um novo conceito: eis que no fim dos anos 90 começam a surgir em faculdades de psicologia mundo afora trabalhos com o novo termo: “relacionamentos inter-geracionais”.

Pronto, toda aquela carga pesada que o termo pedofilia trazia nos ombros desapareceu, e agora podemos conversar alegremente e sem gravidade na mesa de jantar sobre apenas mais um tipo de relacionamento, o inter-geracional.

Agora sim. Se você não respeita as diferenças é porque você é um obscurantista anti-científico fundamentalista reaccionário pedofóbico. Daqui em diante cada vez mais os pedófilos disfarçados de psicólogos conquistarão um espaço na magnífica comunidade científica da qual os ateus iluministas tanto se orgulham, diga-se, lançando contra seus opositores o peso do “consenso científico”.

E então, como todo trapaceiro, a pedofilia, digo, os relacionamentos inter-geracionais se recobrirão dos mais lindos pretextos elegantes, do progresso histórico à emancipação infantil, da liberdade aos direitos das crianças, da igualdade inter-geracional ao combate ao ‘adultismo’ (http://en.wikipedia.org/wiki/Adultism), até o dia em que, habituados em primeiro lugar a respeitar as diferenças antes de tudo e com medo de passar por doente mental cientificamente diagnosticado, ninguém se oporá ao avanço de mudanças pedófilas nas leis, e de lei em lei em 20 anos a pedofilia estará legalizada.

É claro que os pedófilos não são capazes de fazer tudo isso sozinhos. É aí que entram as tais partes interessadas, que são qualquer entidade que deseje suplantar a tradição ocidental com uma Nova Ordem, um Novo Homem, e para isso se utilize da inversão para apagar os antigos valores com os seus contrários; ou seja, o famoso movimento do governo mundial e o bom e velho comunismo.

Não que seja motivo de desespero, angústia, tristeza, etc.

Sim, muitas crianças sofrerão incontáveis abusos, mas não estamos lidando com nenhum anarquista e sim com gente que quer governar, ou seja, impor a sua ordem, e a pedofilia desenfreada é um terrível elemento de desordem, que será esmagado assim que o novo poder estiver plenamente constituído, seja lá ele qual for, assim como Adolf Hitler exterminou os homossexuais do partido nazista e Che Guevara e Fidel Castro executaram homossexuais pelo simples fato de serem homossexuais.

Então a pedofilia será legalizada em 20 anos por algum tempo, mas há de um dia novamente desaparecer na ilegalidade.

Os pedófilos podem ganhar a batalha, mas perderão brutalmente a guerra. Enquanto isso, você pode diminuir o sofrimento das crianças evitando cair nessa esparrela, e assim conservando a protecção concedida a elas por nossa civilização.

Quando vierem com essa palhaçada de relacionamentos inter-geracionais para cima de você, saque seu canivete e crie um eunuco no acto.

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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Pode a normalização da pedofilia estar eminente?

Não era preciso uma bola de cristal para se vêr que, depois da homossexualidade, a pedofilia seria próxima perversão a ser oficialmente normalizada pelos líderes da esquerda Para além dos esquerdistas, poucas pessoas negam a ligação entre a pedofilia e a homossexualidade.

Segundo nos relata esta notícia, se um pequeno grupo de psiquiatras e outros profissionais de saúde mental conseguirem levar a cabo os seus planos numa conferência a realizar esta semana, os próprios pedófilos poderão desempenhar um papel importante na remoção da pedofilia da lista de desordens mentais da "bíblia" dos psiquiatras, a "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders" (DSM).

A edição de 2013 vai ser alvo de uma revisão significativa e como tal, os pedófilos querem usar o mesmo método usado pelos sodomitas no passado: fazer pressão junto dos profissionais como forma de validar a sua perversa atracção sexual por crianças. Os críticos justificadamente avisam que isto pode levar à descriminalização da pedofilia.

A conferência a realizar em Baltimore daqui a 2 dias é patrocinada pelo B4U-ACT, um grupo composto por "profissionais" de saúde mental pró-pedofilia e activistas simpatéticos. De acordo com a brochura da conferência, o evento irá examinar "formas como as pessoas com atracção por menores [pedófilos] podem estar envolvidos no processo de revisão do DSM 5" e como a percepção popular em relação à pedofilia pode ser reajustada como forma de encorajar a tolerância.

Lá está a palavra mágica do esquerdismo político: "tolerância". Todos nós temos que aprender a ser tolerantes das perversões que ajudem os esquerdistas a ter maior controle sobre as nossas vidas - quer seja a destruição da família através do aborto e da promoção da sexualidade, quer seja com a imigração em massa como forma de aumentar o número de pessoas que votam à esquerda.

Até 1973, a homossexualidade era qualificada pelo DSM como uma doença mental. Isso agora mudou devido a uma forma mais severa de doença mental chamada de "politicamente correcto". Agora, a aceitação da depravação sodomita é mandatória. O mesmo vai eventualmente acontecer com o abuso sexual de crianças, se a esquerda política conseguir levar a cabo os seus planos.

A Drª Judith Reisman, defensora das crianças, afirmou que a conferência faz parte duma estratégia que tem em vista o condicionamento das pessoas para a futura aceitação da pedofilia.

A primeira coisa que eles fazem é livrar a pessoa dos pensamento em torno do que o agressor faz criminalmente, e pô-las a pensar no estado emocional do pedófilo - para pensarem nele como alguém que considera o seu estado emocional, e gerarem empatia e simpatia.

Tu não mudas a nação duma só assentada; tens que mudá-los condicionando-os. O propósito e pôr os pedófilos fora da prisão.

Segundo a Drª Reisman, os pedófilos geralmente abusam várias crianças antes de serem finalmente apanhados.

Os dados relativos aos pedófilos em liberdade condicional confirmam que não só estes predadores repetem os seus crimes contra as crianças, como em algumas situações eles escalam-nos até ao assassínio.

Mas o mais importante não é a segurança das crianças, mas sim que os pedófilos não sejam vítimas de descriminação e "intolerância". Mais alguns anos e vai ser ilegal despedir de centros infantis pessoas que se venha a saber mais tarde terem um passado pedófilo.

Reisman avisa que a desclassificação da pedofilia como uma doença mental pode resultar na remoção dos estatutos que visam a defesa das crianças uma vez que a lei segue sempre o conselho dos psiquiatras. Ela dá como exemplo a normalização (por parte dos psiquiátras) do sado-masoquismo, exibicionismo. e a homossexualidade como precedentes.

-Fonte-


A sociedade deveria ter traçado uma linha não transponível há muitos atrás mas a maioria moral foi recuando sob receios de ser acusada de "retrógada" ou "intolerante".

Pois bem: eis aí os resultados desse recuo: os activistas homossexuais e as aborcionistas agora entram pelas escolas a dentro e "ensinam" qual o melhor comportamento sexual - que, sem surpresa alguma, é sempre um que está de acordo com o que esses grupos minoritários pensam.

nambla
Tolerância.

“O mundo é frequentemente mau, superintendente. Nada podemos contra isso. No entanto, temos sempre de lutar contra o mal.
(“Crime no Museu Britânico” , J.B. Livingstone, página 212)

"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." - 2 Timóteo 4:7

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