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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Homossexuais admitem que não nasceram assim e que o abuso sexual que sofreram os levou ao homossexualismo

Por WND

Um vídeo-documentário que busca influenciar a decisão dos juízes do Tribunal Supremo (à medida que eles decidem sobre o casamento) exibe uma investigação que coloca em causa a crença de que os homossexuais "nascem assim", e que, portanto, têm que ter direitos especiais.

Equipado com uma câmara oculta, o jornalista Ryan Sorba foi para um bar "gay" onde registou respostas francas às suas perguntas. O que ele descobriu foi que muitos homens que se identificam como "gays" foram sexualmente abusados quando eram jovens.

Ele afirma que os dados por ele apurados podem ter implicações junto do tribunal supremo à medida que decide se a definição tradicional de casamento discrimina ou não as pessoas que se identificam como "gays". Segundo Ryan, muitos dos "gays" que ele entrevistou não são foram abusados durante a sua juventude, como passaram a ser eles mesmos abusadores sexuais.

Na parte inicial do seu documentário, Sorba diz:

Entrevistei indivíduos durante uma noite comum num bar gay, e descobri que eu estava literalmente rodeado de violadores de menores e pessoas que foram vitimas de abuso quando eram menores.

Sorba diz que fez o vídeo "como uma peça informativa para os juízes" e defende que muitos Americanos não entendem a questão do homossexualismo. Ele começa perguntando aos homossexuais, "Acreditas que ser gay é estritamente genético?" Ele diz que o apurou foi chocante:

Aprendi que muitos atribuem a sua orientação [sic] sexual ao seu abuso sexual.

Ele diz que depois de apurar o número de pessoas que se dizem "gays" porque foram vítimas de abuso sexual, ele tomou a decisão de alterar o script como forma de "tentar saber quem é que estava a cometer os abusos". Ryan ficou a saber que os homens mais velhos não são os únicos culpados.

Lamentavelmente, aprendi que depois de terem sido vítimas de abuso sexual por parte de homens mais velhos, muitas crianças e muitos adolescentes irão ensinar aos seus amigos o que eles aprenderam do seu violador.

Ele avisa que o conteúdo do vídeo é explícito mas "necessário".

Pais, fiquem atentos. Se por acaso vierem a saber que uma criança ou um adolescente desenvolveu atracção homossexual, que estas imagens sejam um aviso para vocês. Isso é um aviso de que a criança foi abusada por um adulto, um adolescente ou por outra criança.

Ele termina com um pedido para o Tribunal Supremo:

Se por acaso não sabem ou não entendem o que estou em vias de vos mostrar, então apelo a que practiquem limitação judicial e mantenham a vontade de mais de 50 milhões de Americanos e milénios de experiência humana. A América precisa de mais tempo para entender este assunto, as suas causas e as suas consequências.

Sorba deixa bem claro que ele não acredita que todas as pessoas que se identificam como "gays" são abusadores de menores, mas "muitas pessoas que se identificam como gays foram abusadas, e muitas crianças e adolescentes irão ensinar a outras crianças da sua idade, ou mais novas, o que eles aprenderam junto da pessoa que lhes abusou."




domingo, 14 de julho de 2013

"Dentro do homossexual comum vive um pedófilo"

Quem o diz é o homossexual assumindo Kevin Bishop.

Embora a maior parte dos activistas homossexuais negue publicamente que eles queiram ter acessos aos rapazes, muitos grupos homossexuais espalhados pelo mundo trabalham agressivamente para baixar a idade de consentimento. Os argumentos destes grupos homossexuais estão a receber o apoio de associações de Psiquiatria e Psicologia, que se encontram actualmente a usar os argumentos usados no passado (em favor do homossexualismo) como forma de normalizar a pedofilia.

Kevin Bishop, um pedófilo confesso, encontra-se agora a promover o "trabalho" da "North American /Man-Boy Love Association" (NAMBLA) na África do Sul. Bishop, que, como muitos homossexuais, foi sexualmente abusado quando era criança (com a idade de 6 anos), é também um homossexual confesso que é franco acerca da conexão que existe entre o homossexualismo e a pedofilia. Numa entrevista feita à Electronic Mail & Guardian (30 de Junho de 1997 - Angella Johnson, “The man who loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997, http://www.mg.co.za/mg.), Bishop admitiu:

Dentro do homossexual comum vive um pedófilo.

Este activista homossexual e pedófilo deu início ao seu estudo da pedofilia quando ainda era estudante na "Rhodes University". Foi também aí que ele descobriu Karl Marx, bem como outros tipos de literatura que o ajudaram a moldar a sua visão do mundo. O seu ponto de vista esta a ser imitado pelos activistas homossexuais de todo o mundo que buscam pelo que eles chamam de "liberdade sexual" para as crianças.

Kevin Bishop encontra-se numa cruzada na África do Sul, lutando para que as "leis em torno do consentimento sexual" sejam abolidas, e tentando ao mesmo tempo realizar o propósito do grupo homossexual e pedófilo NAMBLA.  

Kevin afirma que, a partir da mais tenra idade,  as crianças têm que receber poder "através do ensino em torno dos relacionamentos amorosos . . . dando-lhes a oportunidade de tomar decisões informadas em torno do acto sexual.."

Kevin diz que também apoia o incesto:

Duas psicólogas americanas afirmam que a introdução mais saudável para à actividade sexual é feita com os pais, visto que é menos ameaçadora e a intimidade emocional é mais confortável. (Angella Johnson, “The man who loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997, http://www.mg.co.za/mg.)

Bishop concorda com a NAMBLA quando esta organização diz que o próximo movimento social na arena política Ocidental será em forma de ataque ao que eles chamam de  “sexual ageism,” que proíbe o contacto sexual na base na diferença de idades. Este movimento já está bem encaminhado na Europa e no Canadá.

Fonte.

* * * * * * *
Isto é algo que todos os homossexuais sabem mas que por motivos tácticos não o admitem: existe uma relação muito forte entre o homossexualismo e a pedofilia. 

Obviamente que isto não significa que todos os homossexuais são pedófilos, mas sim que esse comportamento sexual o tornam mais disposto a enveredar pela pedofilia. 

O homossexual Kevin Bispho fez um grande serviço público ao revelar aquilo que deveria estar mais ou menos bem assente nas mentes de quem tenta separar o homossexualismo da pedofilia.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Activista homossexual admite que histerismo em torno do bullying pode causar mais suicídios e não preveni-los

Desde o amplamente publicitado suicídio do estudante universitário de New Jersey (Setembro de 2010) que os activistas homossexuais americanos têm usado questões em torno do bullying como forma de avançar com a sua agenda político-sexual, e como assalto retórico contra todos os que se colocam contra a indoutrinação de crianças em torno dum comportamento sexual tão auto-destrutivo e tão anti-higiénico.

Sempre que se fica a saber do suicídio dum jovem que se identificava como "homossexual", e que havia sido vítima de bullying, o dedo é apontado aos Cristãos e a outros grupos socialmente conservadores. É-nos dito que o bullying leva ao suicídio e como tal, a expressão pública de pontos de vista politicamente, religiosamente e socialmente conservadores em torno da homossexualidade causam o bullying.

Devido a isto, os activistas homossexuais oferecem como "solução" a promoção da sodomia como conduta "normal" e moralmente neutra como forma de prevenir os suicídios.

No entanto, desde Outubro de 2010 que os peritos de prevenção de suicídios avisam que o simplismo em torno da análise de que o bullying causa suicídios pode causar mais mal que bem.

Um artigo baseado numa entrevista com Ann Haas, membra da "American Foundation for Suicide Prevention" perguntou:

Será que a forma como falamos destes suicídios pode estar a levar jovens impressionáveis a copiar este comportamento trágico?

Um ano depois, um comentário feito no site "The Advocate" (magazine homossexual de importância nacional) finalmente admitiu que isto é um problema sério. David McFarland é o director executivo do "The Trevor Project"; esta instituição tem uma linha aberta de prevenção de suicídio dirigido à comunidade LGBT.

McFarland citou os "benefícios" políticos e culturais da "revelação dos riscos à saúde das desproporcionais taxas de suicídio e os incidentes que afectam a juventude LGBT." No entanto - e numa admissão surpreendente - ele afirmou que "esta táctica aumentou também o risco de suicídio".

Ou seja, temos aqui um activista homossexual a admitir que "esta táctica" (“revelação . . . suicídio . . . bullying”) “aumentou também o risco de suicídio” (ênfase acrescentado).

Há vários problemas com a crença de que o bullying leva ao suicídio. Primeiro, esta forma de pensar ignora o que se sabe sobre as causas do suicídio. McFarland admite que "os motivos que levam uma pessoa a tentar o suicídio são . . . . . complicadas".

A senhora Hass, no entanto, foi mais directa ao indicar que "questões mentais subjacentes . . . . estão presentes em 90% das pessoas que morrem por suicídio."

Dito de outra forma, a maioria das pessoas que sofre de bullying não tenta o suicídio. São os problemas mentais - e não o bullying - que causam a maior parte dos suicídios.

No entanto, o segundo problema em se estabelecer uma ligação entre o bullying e o suicídio é que isto, como declara McFarland, "pode influenciar outras pessoas em risco a assumir que tirar a própria vida é o que é suposto fazer quando se é LGBT ou se sofre de bullying".

Haas ressalvou este mesmo ponto no ano passado ao avisar publicamente que a identificação do bullying como motivo para o suicídio "pode fazer do suicídio um culminar aceite, se não inevitável, das experiências pessoais."

Ela acrescenta que o suicídio não é um acto racional. McFarland afirmou o mesmo ponto ao declarar que "podemos ser mais eficientes na ajuda se evitarmos tornar o suicídio como uma escolha lógica."

O terceiro problema, que segue do segundo, é o que McFarland identifica como "contágio de suicídios". Ela avisa que:

Quanto mais a história duma vítima particular estiver em público, mais susceptíveis ficam as pessoas em risco de levar a cabo um suicídio.
Haas avisou:
Histórias que caracterizam as pessoas que morreram por suicídio de um modo simpatético podem inadvertidamente levar a que jovens vulneráveis se identifiquem com eles.
Ou seja, ser visto como um mártir na morte pode parecer mais atractivo do que continuar com as dores da vida.

Conclusão:

Temos sempre que fazer todos os possíveis para ajudar as pessoas com problemas mentais - sejam heterossexuais ou homossexuais - e prevenir o suicídio juvenil. Semelhantemente, todos os possíveis devem ser feitos para acabar com o bullying por qualquer motivo que seja.

Ao mesmo tempo, os activistas homossexuais devem parar de explorar as tragédias pessoais como forma de avançarem com a sua agenda política e sexual — especialmente duma forma que pode causar mais tragédias.

Claro que as vidas que se perdem nada importam para os activistas homossexuais. Para eles, a ideologia está acima das vidas humanas.

Fonte

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