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domingo, 24 de fevereiro de 2013

A história dum deficiente morto por activistas homossexuais

Harry Hammond era um reformado de 69 anos que vivia em Bournemouth, a sul da costa da Inglaterra. Para além de sofrer de síndrome de Asperger, uma espécie de autismo que dificultava a sua comunicação, Harry era tímido, gentil e um excelente vizinho. Para além de fazer trabalho voluntário desde que se havia reformado, Harry era um Cristão fervoroso. 

Durante os fins de semana, ele participava em campanhas evangelísticas nas zonas mais importantes da área onde vivia - oferencendo panfletos cristãos às pessoas que passavam.

Num certo dia, um grupo de homossexuais viu o que ele fazia, e decidiu por término às suas actividades. Num Sábado de Outubro de 2011, eles organizaram um grupo de simpatizantes homossexuais que se aproximou e confrontou Harry Hammond. Por esta altura, ele encontrava-se a pregar a Palavra e a exibir um placard que dizia "Jesus dá paz, Jesus Vive, Fim à Imoralidade, Fim ao Homossexualismo, Fim ao Lesbianismo, Jesus é o Senhor".

De repente, Harry viu-se rodeado por uma turba de cerca de 30 activistas homossexuais. Não felizes em ridicularizá-lo e intimidá-lo, os activistas homossexuais rasgaram o seu sinal e atiraram-no (ao sr Harry) ao chão. Então eles mantiveram-no no chão enquanto atiravam lama e água para cima dele.

As pessoas que passavam por perto ficaram chocadas com o que viram, e como tal chamaram a polícia. Dois agentes chegaram ao local do ataque, e as pessoas que os haviam chamado pensaram que os activistas homossexuais seriam presos. O que aconteceu foi que os homossexuais exigiram que a polícia prende-se Harry Hammond por "discurso de ódio".

Depois de alguns desentendimentos, os activistas homossexuais conseguiram o que queriam e Harry foi preso (quando deveriam ter sido eles a ir para a prisão). Harry foi levado para a estação policial onde o seu autismo dificultou a sua comunicação quando ele tentava defender-se e descrever o que havia acontecido. Ele estava em choque, e havia sofrido concussões, cortes, contusões, para além de ter partido algumas costelas.

Ele foi acusado e sentenciado segundo a Public Order Act 1986. No tribunal, o Juíz determinou que ele era culpado, e multou-o com £300 mais £395 para as despesa. Harry foi então levado para o hospital, onde veio a falecer no dia seguinte devido às lesões físicas.

Os assassinos partiram livres e até hoje ninguém os acusou de nada. Nenhum dos activistas homossexuais foi alguma vez nomeado pelo tribunal.

Harry Hammond foi justificadamente qualificado de "Mártir" e sem dúvida alguma, ele foi vítima do bullying homossexual, o bullying politicamente correcto.

Fontes:   
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domingo, 4 de dezembro de 2011

Activista homossexual admite que histerismo em torno do bullying pode causar mais suicídios e não preveni-los

Desde o amplamente publicitado suicídio do estudante universitário de New Jersey (Setembro de 2010) que os activistas homossexuais americanos têm usado questões em torno do bullying como forma de avançar com a sua agenda político-sexual, e como assalto retórico contra todos os que se colocam contra a indoutrinação de crianças em torno dum comportamento sexual tão auto-destrutivo e tão anti-higiénico.

Sempre que se fica a saber do suicídio dum jovem que se identificava como "homossexual", e que havia sido vítima de bullying, o dedo é apontado aos Cristãos e a outros grupos socialmente conservadores. É-nos dito que o bullying leva ao suicídio e como tal, a expressão pública de pontos de vista politicamente, religiosamente e socialmente conservadores em torno da homossexualidade causam o bullying.

Devido a isto, os activistas homossexuais oferecem como "solução" a promoção da sodomia como conduta "normal" e moralmente neutra como forma de prevenir os suicídios.

No entanto, desde Outubro de 2010 que os peritos de prevenção de suicídios avisam que o simplismo em torno da análise de que o bullying causa suicídios pode causar mais mal que bem.

Um artigo baseado numa entrevista com Ann Haas, membra da "American Foundation for Suicide Prevention" perguntou:

Será que a forma como falamos destes suicídios pode estar a levar jovens impressionáveis a copiar este comportamento trágico?

Um ano depois, um comentário feito no site "The Advocate" (magazine homossexual de importância nacional) finalmente admitiu que isto é um problema sério. David McFarland é o director executivo do "The Trevor Project"; esta instituição tem uma linha aberta de prevenção de suicídio dirigido à comunidade LGBT.

McFarland citou os "benefícios" políticos e culturais da "revelação dos riscos à saúde das desproporcionais taxas de suicídio e os incidentes que afectam a juventude LGBT." No entanto - e numa admissão surpreendente - ele afirmou que "esta táctica aumentou também o risco de suicídio".

Ou seja, temos aqui um activista homossexual a admitir que "esta táctica" (“revelação . . . suicídio . . . bullying”)aumentou também o risco de suicídio” (ênfase acrescentado).

Há vários problemas com a crença de que o bullying leva ao suicídio. Primeiro, esta forma de pensar ignora o que se sabe sobre as causas do suicídio. McFarland admite que "os motivos que levam uma pessoa a tentar o suicídio são . . . . . complicadas".

A senhora Hass, no entanto, foi mais directa ao indicar que "questões mentais subjacentes . . . . estão presentes em 90% das pessoas que morrem por suicídio."

Dito de outra forma, a maioria das pessoas que sofre de bullying não tenta o suicídio. São os problemas mentais - e não o bullying - que causam a maior parte dos suicídios.

No entanto, o segundo problema em se estabelecer uma ligação entre o bullying e o suicídio é que isto, como declara McFarland, "pode influenciar outras pessoas em risco a assumir que tirar a própria vida é o que é suposto fazer quando se é LGBT ou se sofre de bullying".

Haas ressalvou este mesmo ponto no ano passado ao avisar publicamente que a identificação do bullying como motivo para o suicídio "pode fazer do suicídio um culminar aceite, se não inevitável, das experiências pessoais."

Ela acrescenta que o suicídio não é um acto racional. McFarland afirmou o mesmo ponto ao declarar que "podemos ser mais eficientes na ajuda se evitarmos tornar o suicídio como uma escolha lógica."

O terceiro problema, que segue do segundo, é o que McFarland identifica como "contágio de suicídios". Ela avisa que:

Quanto mais a história duma vítima particular estiver em público, mais susceptíveis ficam as pessoas em risco de levar a cabo um suicídio.
Haas avisou:
Histórias que caracterizam as pessoas que morreram por suicídio de um modo simpatético podem inadvertidamente levar a que jovens vulneráveis se identifiquem com eles.
Ou seja, ser visto como um mártir na morte pode parecer mais atractivo do que continuar com as dores da vida.

Conclusão:

Temos sempre que fazer todos os possíveis para ajudar as pessoas com problemas mentais - sejam heterossexuais ou homossexuais - e prevenir o suicídio juvenil. Semelhantemente, todos os possíveis devem ser feitos para acabar com o bullying por qualquer motivo que seja.

Ao mesmo tempo, os activistas homossexuais devem parar de explorar as tragédias pessoais como forma de avançarem com a sua agenda política e sexual — especialmente duma forma que pode causar mais tragédias.

Claro que as vidas que se perdem nada importam para os activistas homossexuais. Para eles, a ideologia está acima das vidas humanas.

Fonte

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