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domingo, 2 de agosto de 2015

Esquerdistas querem prender crianças dentro do homossexualismo

Por Joseph Sciambra

“Esta noite, algures pela América, um jovem, por exemplo, um jovem rapaz, terá dificuldades em adormecer, batalhando sozinho com o segredo que ele tem mantido ao longo da sua vida. Brevemente, talvez, ele tomará a decisão de que chegou a hora de revelar o segredo. O que acontece a seguir depende dele, da sua família, bem como dos seus professores e da sua comunidade. Mas também depende de nós -- do tipo de sociedade que criamos, do tipo de futuro que construímos.”

Esta declaração por parte do Presidente Obama encontra-se incluída numa "Official White House Response" levada cabo para colocar em efeito a Lei Leelah, que irá banir em todo o país todas as assim-chamadas terapias de conversão para menores.

"Leelah" refere-se ao jovem rapaz [Joshua Alcorn] com desordem de identidade sexual, com um histórico de doenças mentais, que se suicidou em 2014.

De maneira vergonhosa, os defensores do homossexualismo, bem como os seus aliados dentro do Partido Democrata, estão a usar a trágica morte deste rapaz adolescente como forma de avançar ainda mais com a sua agenda social: a quase impossibilidade das pessoas que sofrem com uma atracção homossexual buscar ajuda profissional. E porquê? Porque instintivamente, eles sabem que esse tipo de terapia funciona, e isso deixa-os assustados.

Isto assusta-os porque, em primeiro lugar, se as pessoas se aperceberem que não têm que ser homossexuais, o mundo homossexual irá passar a ser irrelevante, retirando muitas pessoas dos seus lugares de poder. Em segundo lugar, este tipo de terapia pede aos homossexuais que regressem até ao lugar para onde eles mais temem regressar, isto é, atè às suas infâncias cheias de mágoas - o momento do trauma.

Parte da mentira inerente dentro do homossexualismo moderno está inadevertidamente evidente na declaração de Obama: por exemplo, porque é que o teórico jovem que ele menciona tem "dificuldades em adormecer"? Como um desses antigos insóminicos, a falta de sono exibida durante a minha adolescência não estava de maneira alguma relacionada com uma admissão ou confissão pública do meu homossexualismo, e nem com preocupações em relação à forma como as outras pessoas poderiam reagir, mas sim.porque eu estava internamente a tentar entender o porquê de que ter acabado da forma como tinha acabado [homossexual] enquanto que todos os meus amigos eram heterossexuais.

Acho que isto está associado ao entendimento fundamental que existe dentro de nós de que o homossexualismo está errado visto que todos nós, pelo menos inicialmente, militamos contra ele. Só através da capitulação (normalmente através de imagens e personalidades mediáticas pró-homossexuais, através de vídeos pornográficos homossexuais, ou através de se tornar sexualmente activo de forma prematura) é que rendição da vontade ocorre.

E é aqui que se encontra o medo: quando passamos a ser homossexuais, abdicamos parcialmente do Eu magoado e traumatizado, fundindo-o com a mentalidade homossexual; agir sexualmente segundo as nossas disfunções - isto é, um desejo irracional por amor e companheirismo masculino - amenizam e quase bloqueiam todo o acesso às memórias infantis.

Quando somos forçados a lidar com os motivos por trás do nosso homossexualismo, essa complacência confortável desaparece, e mais uma vez nós somos o pequeno rapaz amedrontado a tentar entender, sozinho, as coisas. A realização distante, e talvez desconsiderada, de que talvez o homossexualismo é uma ilusão, despe-nos das
nossas mais estimadas crenças, nomeadamente, a de que nascemos assim.

O que a terapia reparativa tenta curar é a pessoa interior dentro dum protector ambiente de terapia. Isto é especialmente eficaz quando a parte psiquiátrica e a espiritual são combinadas porque é então que o doutor pode-se tornar num agente de cura celestial, e o extraordinário pode acontecer

http://goo.gl/g7T3F6

* * * * * * *

Obama e os grupos homossexuais querem impedir que os adolescentes (e mais tarde, os adultos) recebam o tipo de ajuda que os pode afastar do auto-destrutivo caminho homossexual. Isto demonstra de forma clara que estes esquerdistas não têm em mente o melhor para os homossexuais, mas sim o melhor para a sua agenda esquerdista.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Proibir a terapia para adolescentes "transsexuais" não acabará com os suicídios

Por Walt Heyer

Pessoas psicologicamente saudáveis não cometem suicídio. Mudar o género é uma expressão externa de alguma forma de depressão que teve início muito antes do suicídio. Os estudos já demonstraram que o suicídio é o resultado de doença mental e depressões não curadas, mas a elite que continua a forçar a mudança de sexo ignora as evidências, e os defensores dessa práctica culpam a falta de apoio por parte dos pais e por parte da sociedade pelos suicídios das pessoas trans. Os defensores apontam o dedo ao bullying, a discriminação e a desigualdade na sociedade - a tudo menos à doença mental ou a depressão.

Durante os anos 70, o Dr. Charles Ihlenfeld administrou terapia hormonal a centenas de transgéneros durante um período de seis anos na sua função como um  internista e colega de Dr. Harry Benjamin. A sua conclusão? Ele viu demasiada tristeza e demasiados suicídios. Nada mudou deste os anos 70. A terapia hormonal ainda é administrada aos transgéneros. O suicídio ainda ocorre com demasiada frequência, e 41% dos transgéneros tentam o suicídio.

Afirmar a falsa crença de que mudar o sexo é a cura para a depressão não mudou as consequências. Segundo aqueles que estudam o suicídio, "Mais de 90% das pessoas que morrem por motivos de suicídio têm uma doença mental na altura da sua morte. Depressão não curada é a causa primária de suicídio." 

Quando os transgéneros se apercebem mais tarde - depois de alguns meses, anos ou até décadas - que a mudança de sexo não resolveu a sua tristeza, seguem-se o desânimo e a depressão. Eles sentem em primeira mão que nenhuma quantidade de manipulação cirúrgica das suas partes corporais, de comportamento travestido, ou de mudanças cosméticas à sua aparência irão alguma vez mudar clinicamente uma pessoa dum sexo para o outro.

Ninguém consegue mudar o seu sexo

....e eu sei disso porque eu vive como "transsexual" durante 8 anos. Eu segui todos os passos prescritos para a minha mudança de sexo, e vi-me rodeado por amigos que concordaram com a minha decisão. Eu investi-me totalmente fisicamente, psicologicamente, financeiramente e emocionalmente na promessa dum futuro livre da disforia de género. Mas eu fui um dos 41% que tentou o suicídio como consequência do meu desespero.

Durante toda a minha vida, eu ansiei a mudança de sexo. Todos os passos do processo de transição aumentaram a antecipação: roupas e um estilo de cabelo que afirmam o sexo, um novo nome condizente com o meu "novo sexo", hormonas do sexo oposto ou bloqueadores de hormona, e cirurgias que aprimoravam a aparência. Todas estas actividades reforçar a falsa crença e a expectativa irrealista de que, após o meu processo, eu poderia mudar de sexo. 

Passados alguns anos, descobri que estava deprimido. Mudar de sexo foi uma diversão temporária que não ofereceu qualquer tipo de solução permanente para o meu stress mental - e, na realidade, só piorou os meus problemas. Senti-me envergonhado, quebrantado e sem esperança. Para mim, o primeiro passo rumo tomado para saída das amarras da depressão foi colocar de parte a expectativa irrealista de que os rapazes se podem magicamente tornar em raparigas, ou raparigas em rapazes. O passo seguinte foi explorar a possibilidade de que era bem possível que eu tivesse algum tipo de doença mental para além da disforia de género.

Transsexualismo significa a auto-rejeição

Quando a pessoa resolve mudar o seu sexo, ele ou ela está claramente a mudar a sua identidade sexual central. A avalanche de confirmação em favor do sexo oposto encoraja as pessoas a aprofundarem a sua auto-rejeição, e inspira-as rumo a uma esperança inatingível de que a felicidade encontra-se do outro lado da transição.

Na National Transgender Discrimination Survey, 41 porcento dos mais de 6,000 transsexuais inquiridos reportaram ter tentado o suicídio a dada altura das suas vidas. Quão alto este número tem que ser até que a loucura de se negar o papel da doença mental pare? Os defensores recusam-se a reconhecer a ligação entre as taxas de suicídio dos transsexuais com a doença mental e ais fazerem isso, eles estão a impedir os transsexuais de receberem o tratamento apropriado que pode prevenir os suicídios.

A elite iluminada culpa a falta de aceitação e afirmação pelos suicídios que ocorrem entre os transgéneros. Eles dizem que a transição e os hormonas do sexo oposto são a resposta para a infelicidade dos transsexuais e para a prevenção dos suicídios. É provável que vocês pensem como eles. Se sim, é chegada de reconsiderarem isso.

É hora de nos focarmos na prevenção do suicídio

Kyle Scanlon, um transsexual mulher-para-homem, viveu a vida que os activistas dizem que irá prevenir o suicídio. Totalmente integrada, apoiada e amada, Scanlon era directora-executiva da Lesbian Gay Bi Youth Line, e uma bem conhecida e respeitada líder e mentora da comunidade trans de Toronto. No entanto, ele suicidou-se no dia 3 de Julho de 2012. Os seus amigos disseram que ela sofria de depressão antes de depois da transição.

Não havia  menor sinal de discriminação ou desigualdade na sua vida como trans; não havia sociedade a quem apontar o dedo. Ela escolheu morrer, mesmo depois de mudar de sexo. Scalon, tendo todo o apoio possível na sua vida de transsexual, escolheu terminar com a sua vida e isto deveria ser uma lição para todos nós. Vocês podem culpar a sociedade, mas são as questões mentais por resolver que causam o suicídio.

Chegou o hora de nos focarmos na prevenção do suicídio e não na mudança de sexo. Sabemos que a depressão não-tratada pode leva a pessoa ao suicídio, mas quando as pessoas dizem que não gostam do sexo com o qual nasceram e nem dos seus corpos, esse facto é totalmente ignorado. Os médicos tratam as pessoas confusas em relação ao seu sexo ajudando-as a mudar de sexo.

É provável que a falta de cuidado dos médios ao não identificarem as desordens mentais esteja a causar o suicídio. Para as crianças, acrescente-se os pais e as escolas que as encorajam a viver uma vida de trans, que as coloca sob pressão psicológica acrescida - pressão essa que eles não conseguem lidar.

Os suicídios entre adultos e crianças irão continuar enquanto os médicos falharem ao não diagnosticarem - e tratarem - de forma acertada as desordens mentais. O suicídio de Kyle é uma evidência factual, uma consequência infeliz de se focar na aparência exterior quando as questões psicológicas continuam dentro da pessoa. Um dia desses iremos aprender que nenhuma mudança - incluindo as cirurgias que "ficam bem" -  serão suficientes para curar a dor interna.

Os transsexuais precisam da nossa ajuda

Em 2008 a National Gay and Lesbian Task Force juntou forças com o National Center for Transgender Equality para levar a cabo uma pesquisa a mais de 6,000 transsexuais nos Estados Unidos. O que eles apuraram revelam a clara realidade da vida de transsexual:
* Os transsexuais sofrem quatro vezes mais com a SIDA que a média nacional
* 70 porcento dos transsexuais usa drogas e consome álcool
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de serem sem-abrigo que a população geral Americana
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de não terem emprego que a população geral Americana.
* Os transsexuais vivem em extrema pobreza e são mais susceptíveis de ter rendimentos abaixo dos $10,000 por ano.
* 40 porcento dos transsexuais reportaram terem tentado o suicídio.
Na minha opinião. este triste lista é um forte caso em favor da existência de questões psicológicas, especialmente a depressão, o que leva ao suicídio. Os resultados da pesquisa apontam para um falhanço de disponibilizar tratamento eficaz aos indivíduos que lutam com a sua identidade sexual.

As pessoas psicologicamente saudáveis não tentam o suicídio. Mudar o sexo é uma expressão exterior de alguma forma de depressão que começou muito antes do suicídio.


* * * * * * * 

Porque é que a elite continua a promover uma não-científica mudança de sexo quando isso é impossível e prejudicial?  Porque ao gerar mais caos na sociedade (e a má conduta sexual é uma forma óptima de gerar o caos), a elite planta as sementes duma futura tomada de poder absoluto de poder na sociedade, quando esta mesma sociedade - cansada do caos - implorar que o governo "restaure a ordem". Só que a maior parte das pessoas não entende que quem fomentou a desordem foi precisamente a mesma elite a quem as massas pedem que resolva o que essa mesma elite criou.

A agenda homossexual é uma arma de desestabilização social - e não uma militância em favor dos "direitos civis" duma "minoria sexual".

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

"Lares" homossexuais colocam as crianças em risco

Um estudo recente levado a cabo pelo professor-adjunto Mark Regnerus da Universidade do Texas, revela o quão perigosa a vida duma criança criada por duplas homoeróticas pode ser: 

* A pedofilia paternal está amplamente disseminada: 23% das crianças com uma mãe lésbica reportaram terem sido sexualmente tocados por um dos adultos da dupla homossexual, em comparação com 2% das crianças que foram criadas pelos pais biológicos.

* A violação existe em números galopantes: 31% das crianças criadas por uma mãe lésbica, e 25% das criadas por um homem homossexual reportaram terem sido forçados a levar a cabo actos sexuais contra a sua vontade, comparados com os 8% criadas pelas famílias intactas.

* As DST (Doenças Sexualmente Transmitidas) são epidémicas: 20% daqueles criados por duas mulheres e 25% daqueles criados por dois homens reportaram terem contraído um DST, comparados com os 8% que foram criados pelas famílias naturais.

* As tendências suicidas são assustadoras: 24% das crianças criadas por homens homossexuais e 12% das crianças criadas por lésbicas admitiram terem contemplado o suicídio, comparadas com as 5% das que foram criadas pelo pai biológico e pela mãe biológica ou mesmo um pai solteiro ou mãe solteira.
--
Cientificamente falando, o estudo, publicado na revista Social Science Research e que inquiriu cerca de 3,000 jovens adultos, é provavelmente o mais credível alguma vez feito em torno deste tópico. 

Regnerus recolheu estes dados de forma aleatória junto dos jovens adultos, enquanto que os outros estudos recolheram os seus dados de uma forma não-aleatória e não-representativa através de pequenas amostras recrutadas em eventos lésbicos, livrarias ou até jornais lésbicos. Para além disso, fez as suas pesquisas junto das crianças criadas por homossexuais, e não junto dos homossexuais em si.

Mat Staver, fundador e presidente da "Liberty Counsel", afirma:

O estudo prova o que sempre se soube - que as crianças desenvolvem-se de uma forma bem melhor quando são criadas pelos pais biológicos. . . . . Deveríamos estar a aprovar leis que fortalecem a família, e não leis que a fragilizam. As crianças educadas em lares onde o homossexualismo, ou outros comportamentos homossexuais estão  presentes, enfrentam riscos acrescidos. A política das uniões entre pessoas do mesmo sexo afirma que os pais e as mães são irrelevantes para o bem estar da criança. A experiência das uniões entre pessoas do mesmo sexo revelar-se-á desastrosa para as crianças.


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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Homem suicida-se depois da operação de "mudança de sexo"

Vocês enviam os vossos filhos para escolas onde eles podem ser expostos a pessoas com distúrbios mentais graves, chegando ao ponto deles não saberem de que sexo são? Pois fiquem sabendo - se ainda não sabiam - que isso é profundamente perturbador para as crianças; muitas delas podem vir a sofrer algum tipo de ansiedade e medo quando lhes for dito que um homem tomou a decisão de cortar o seu apêndice reprodutor. A situação torna-se ainda pior se isso acontecer numa escola supostamente "Cristã". Onde é que a Bíblia diz para se concordar com um homem que pensa que ele é uma mulher?

Pouco antes do Natal de 2012, os alunos da escola "St Mary Magdalen’s" em Lancashire, Inglaterra, ficaram a saber que, quando regressassem das férias, o professor que eles conheciam como o sr Nathan Upton seria daí em frente conhecido como Miss Meadows.

O sr Upton fez recentemente uma mudança significativa na sua vida e fará a transição para a vida como uma mulher,” escreveu a directora da escola, Karen Hardman. Esta carta foi amplamente difundida pelos média ingleses, e quem se revelasse preocupado com o facto duma homem resolver seguir a via da auto-mutilação como forma de satisfazer desejos subjectivos, seria catalogado de "transfóbico."

Naturalmente, muitos pais reagiram à notícia com ressentimento pelo facto das suas crianças ficarem expostas a este tipo de comportamento anormal por parte de alguém que deveria ser um exemplo para elas. Devido a isso, os pais fizeram sentir a sua preocupação junto dos média. Nathan Upton não só havia vivido como um homem, como havia sido casado e havia gerado filhos antes de decidir que queria ser uma "mulher".

Os activistas pelos direitos dos transsexuais, que exigiram apoio à sua decisão, nunca expressarão qualquer tipo de preocupação com o efeito que a decisão de Nathan teve na sua mulher ou nos filhos. E que dizer dos sentimentos dos outros membros da família, dos colegas, dos seus alunos ou mesmo dos contribuintes, que pagaram a sua operação? Todos aqueles que discordaram com a sua decisão foram acusados de "transfobia" (o politicamente correcto em acção).

Wayne Cowie, cujo filho de 10 anos tem sido aluno de Nathan há já três anos, disse que os seus filhos estavam confusos e preocupados. ‘O meu filho do meio pensa que um dia desses, ele acorda com o cérebro duma rapariga uma vez que foi-lhe dito que o sr Upton, à medida que foi envelhencendo, adquiriu o cérebro duma rapariga,’ afirmou o decorador de 35 anos. ‘Ele é um bom professor mas os meus filhos são demasiado novos para ficarem a saber a história dos pássaros e das abelhas desta forma.

Num gesto claramente totalitário e intimidador, o sr Cowie disse que foi dito aos seus filhos que seriam punidos no semestre seguinte se continuasem a se referir ao professor como "sr Upton" e não como "Miss Meadows".

Outro pai disse também que "Isto é totalmente impróprio.... Qualquer professor que vai mudar de sexo, deve também mudar de escola."

O Fim

Três meses depois da sua operação, a "senhora" Lucy Meadows, também conhecido Nathan Upton, foi encontrado morto sem a presença de qualquer evidência que refute a tese de suicídio. Devido a isso, a polícia está a tratar este caso precisamente como um caso de suicídio. Claramente, ele era uma pessoa instável (tal como o são TODAS as pessoas que resolvem mudar de sexo), emocionalmente escamosa e sexualmente confusa que, finalmente, se arrependeu da operação drástica a que foi submetido.

A assim-chamada operação de "mudança de sexo" não muda o sexo da pessoa; nos homens, essa operação apenas cria um eunuco. Cortar o pénis e os testículos dum homem não o transformam numa mulher. Os profissionais de medicina podem até construir um orifício no meio das suas pernas mas nunca terá a aparência, a sensação ou a capacidade de reacção que o genuíno órgão sexual da mulher tem. O seu corpo ficará para sempre um corpo masculino e ele terá a necessidade de consumir elevadas doses de hormonas artificias femininos como forma de alterar o seu corpo e desenvolver seios. Escusado será dizer que ele nunca poderá ter filhos uma vez que ele não tem um útero nem ovários.

Muitos transsexuais arrependem-se da operação a que se submeteram, e pedem que a mesma seja revertida. Normalmente, isto é impossível. Nada pode tomar o lugar do pénis cortado. Talvez Nathan Upton se tenha apercebido tarde demais disto.

Os hormonas artificiais têm um impacto inevitável no cérebro da pessoa, causando alterações e intensificação das emoções. Imaginem as emoções duma rapariga adolescente a inundarem o cérebro dum homem castrado, que já não era emocionalmente são. Essas talvez sejam as razões que levaram a que Nathan enveredasse pelo suicídio, enviando assim a sua alma para o fogo eterno. Para sempre.

A brigada LGBT anunciou imediatamente que Nathan Upton foi vítima de "transfobia", e como evidência para isso eles apontam para os artigos que foram escritos em torno da sua história, e para os jornalistas que fizeram todos os possíveis para obter uma foto sua.  

Ou seja, segundo os activistas homossexuais, quando uma pessoa vê o seu nome nos jornais, e vê jornalistas a tentar obter a sua foto, isso gera em si a vontade de cometer o suicídio. Certamente que isso será uma notícia chocante para todas as figuras públicas que vêem o seu nome diariamente exposto nos jornais e nas revistas cor de rosa.  Para além disso, quando Upton cometeu suicídio, o interesse da impressa havia já arrefecido.

A verdade dos factos é que Upton cometeu o suicídio porque ele era uma pessoa perturbada. A tragédia do movimento homosexual é que o memso valida psicoses e neuroses como "direitos humanos", fazendo assim com que pessoas que PODERIAM obter ajuda profissional e viver vidas normais, vejam, em vez disso, as suas vidas destruidas em favor de sentimentos auto-destrutivos.

Fontes: Guardian, Daily Mail

Escola "Cristã"
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sexta-feira, 8 de março de 2013

Será que os activistas homossexuais levaram Roger Crouch ao suicídio?

O filho de Roger Crouch, Dominic Crouch (15 anos), cometeu suicídio no dia 18 de Maio de 2010. Pouco depois deste trágico evento, activistas homossexuais membros do grupo radical "Stonewall" entraram em contacto com Roger Crouch requisitando permissão para usar a morte de Dominic como exemplo de "bullying anti-homossexual".

O problema é que Dominic não era homossexual e o sr. Crouch eventualmente cometeu suicídio porque sentia que estava a ser vítima de bullying por parte do grupo Stonewall visto que eles queriam instrumentalizar a morte do filho em favor da sua agenda política.

Esta história trágica teve início quando um grupo dos estudantes "Year 9" da escola de Dominic - St Edward’s, escola Católica - foram para uma viagem residencial a "Forest of Dean". Os adolescentes ficaram no "St Briavels Castle" – um edifício do século 13 que actualmente opera como um albergue de juventude – e numa noite reuniram-se para jogar um jogo conhecido como "roda a garrafa" (inglês: “spin the bottle”). Este é um jogo de festas onde os jogadores sentam-se em círculo e giram uma garrafa vazia. Quando ela para, o jogador que a rodou tem que beijar a pessoa para quem a garrafa está a apontar.

Dominic tomou parte no jogo inocente e alguns participantes tiraram fotos com os seus telemóveis. Quando voltaram da viagem escolar, as imagens foram circuladas. Mesmo numa escola Católica, alguns alunos haviam adoptado algumas ideias erradas em torno do homossexualismo, e pensaram que seria engraçado provocar o Dominic chamando-o de "gay".

Dominic tinha já um complexo de inferioridade por ser disléxico, e como tal, ele achou este novo fardo difícil de suportar. A sua mãe lembra:

Ele sentia-se envergonhado e deslocado do grupo. Fizeram com que ele se sentisse como um idiota.

As piadas continaram, e como ele as achou demasiado difíceis de suportar, cometeu suicídio saltando do telhado dum prédio com seis andares.

Dominic escreveu três cartas de suicídio onde ele deixou bem claro o bullying que sofria e o facto dele não estar interessado no homossexualismo:

Querida Família,
Sinto muita pena pelo que estou em vias de fazer. Recentemente, tenho sido vítima de intimidação (inglês: "bullied") de forma maciça e tenho sofrido muito com a m---a inventada sobre mim, que não é verdade. 

Ben Summerskill, Director-Executivo do grupo activista homossexual Stonewall, leu a notícia nos jornais e rapidamente alistou Roger Crouch para as visitas escolares que são feitas como forma de falar contra a intimidação "homofóbica". Existia no entanto um fosso enorme estre as ideias deBen Summerskill e as de Roger Crouch, tanto assim, que apesar das cartas de Dominic, Summerskill estava determinado em sugerir que Dominic provavelmente era homossexual, e que os seus pais se encontravam em "negação". Summerskill escreveu no jornal "The Guardian", jornal agressivamente esquerdista:

Não sabemos se Dominc era ou não homossexual, mas uma das tristes verdades em casos similares é que os pais tendem a entrar num estado de negação completa, mesmo quando estão na presença de evidências suficientes para saber o porquê do seu filho ter cometido suicídio. Em casos como este, os pais atravessam todas as emoções de descobrir que o filho pode ser homossexual, bem como enfrentar o trauma de perder um filho.

Isto é exactamente a visão oposta àquela mantida pelo pai de Dominic, que era de opinião de que, se estes adolescentes não tivessem recebido ideias precoces e prejudicias sobre o homossexualismo, eles não teriam feito este tipo de piadas. Ele mantinha a crença de que a obsessão com o homossexualismo, promovido por grupos tais como Stonewall (com verbas públicas), era a causa do problema. A ideia do homossexualismo está tão presente nos média que as mentes dos adolescentes estão saturadas com elas. Até nas aulas de educação sexual é ensinado o homossexualismo (!). Agora, o grupo Stonewall quer explorar a morte de Dominic Crouch para piorar ainda mais o problema.

Em Novembro de 2011, na "Cerimónia de Prémios Stonewall", levada a cabo no "Victoria and Albert Museum" no centro de Londres, Roger Crouch recebeu a maior honra por parte do grupo Stonewall, "Hero of the Year" (Herói do Ano). Durante a cerimónia ele cruzou-se com a fina flor da comunidade homossexual de Londres, políticos, produtores e personalidades do "showbiz". Será que ele se sentiu honrado? Não; ele sentia-se frustrado e zangado.

Na verdade, ele sentia-se como vítima de intimidação (bullying) por parte dos activistas homossexuais.

No dia 28 de Novembro de 2011, apenas algumas semanas depois de receber o prémio do grupo Stonewall, Roger Crouch enforcou-se na garagem  da casa familiar. Ele tinha 55 anos. O director funerário que veio remover o corpo era o mesmo que havia tratado do enterro de Dominic.

Roger Crouch: vítima da intimidação homossexual?


Fontes:
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domingo, 3 de março de 2013

A Misteriosa Morte de Robert Fleeting


Robert Fleeting era um jovem de 23 anos que no dia 4 de Setembro de 2011 morreu em circunstâncias misteriosas na base da Royal Air Force (RAF) em Benson (Oxfordshire, sul da Inglaterra). Ele era um jovem branco com boa aparência e tinha uma noiva com quem tencionava casar. Na tarde de 3 de Setembro de 2011 ele encontrou-se com a sua noiva e deu-lhe £300 como depósito para o vestido de casamento. Depois disto, cada um seguiu o seu caminho e ela nunca mais o viu . . . . com vida.

Na noite desse mesmo dia 3 de Setembro, as pessoas que se encontravam na base RAF de Benson saíram para uma noitada no pub local. Foi notado que Robert se encontrava bem disposto, alegre e cheio de bom humor, declarando perante todos - enquanto cantava e dançava - que se iria casar.

Depois disto, Robert dirigiu-se para casa de táxi. Enquanto ele se encontrava na praça de táxis, a caminho de casa, pessoas que se encontravam por perto ouviram uma conversa que Robert estava a ter com outro aviador, chamado Colin (nome falso), um conhecido homossexual. Eles discutiam e continuaram a discutir até que eles chegaram à base. Mais tarde, Colin disse que a discussão havia sido sobre o meio de transporte para casa.

No dia seguinte, quando Robert tardava em aparecer, os amigos deram início às buscas. Não conseguiram entrar no seu quarto porque havia algo a bloquear a entrada. Devido a isto, entraram pela janela e encontraram o corpo, morto, de Robert, enforcado na alavanca superior da porta com uma cortina do quarto à volta do pescoço. A janela do quarto havia sido deixada aberta e não havia indícios de entrada forçada. 

O corpo de Robert exibia sinais de arranhos e agressão sexual. Havia indícios de sémen na região do ânus e as suas meias haviam desaparecido; elas nunca foram encontradas. A policia encontrou um par de tesouras partidas e uma t-shirt verde rasgada no peitoril da janela e assumiu que isto pertencia a Robert.

Das 10 pessoas que haviam estado com Robert na noite anterior, apenas 3 foram formalmente entrevistados. Um deles era Colin, que admitiu que, depois de regressarem à base, ele e Robert haviam bebido juntos na companhia duma aviadora chamada Woods. O telemóvel de Robert estava na posse de Colin, que imediatamente o deu à policia, afirmando logo de seguida Robert havia saído do seu quarto feliz e contente.

Quando Colin foi questionado de forma mais assertiva, ele admitiu que algo de natureza sexual havia ocorrido mas que ele nunca havia tocado em Robert. (Como foi isso possível?) Colin recusou-se a fazer qualquer tipo declaração por escrito, afirmando que "não se lembrava" se ele e Robert haviam tido sexo oral.

A polícia concluiu que Robert havia consentido levar a cabo um acto homossexual e que depois disso havia cometido o suicídio. O "Special Investigation Branch" da RAF chegou à mesma conclusão, e determinou que mais ninguém havia estado envolvido no suicídio. Eles não levaram cotonetes (para recolha de amostras bioquímicas) e permitiram que a t-shirt fosse lavada antes de ser testada pela presença de ADN.

Os amigos de Robert estavam certos que ele não tinha tendências homossexuais. Ele havia tido várias namoradas e todas elas confirmaram que ele era heterossexual.

Um relatório post-mortem foi levado a cabo mas este não incluia testes para a presença de drogas. O corpo foi então enviado para a cremação antes da família  ou da noiva terem sido informados de que havia sinais de violência sexual. Um mês depois da cremação, o relatório post-mortem foi então disponibilizado para a família, e só então é que eles descobriram que havia "sinais de trauma" na área do corpo junto ao recto, e que existiam duas abrasões puntiformes no pulso direito da vítima.

A família lançou então a hipótese dele ter sido violado num encontro romântico (inglês: date-raped).  Drogas usadas nas violações que ocorrem nos encontros amorosos - tais como a GHB - são amplamente usadas pelos homossexuais. A última pessoa que esteve com Robert, Colin, era um médico e tinha acesso fácil a drogas bem como entendimento na sua administração. No entanto, o teste pela presença de drogas tem que ser feito no espaço de 24 horas após a morte, e nenhum desses testes foi feito ao corpo de Robert.

Os homossexuais preferem a droga GHB precisamente porque é difícil de ser detectada. Ela tem efeitos perturbadores, levando as pessoas a consentir com comportamentos sexual que não está de acordo com a sua personaldiade. A droga pode também causar uma depressão aguda e reacções posteriroes. Em alguns casos mais extremos, há notícias da mesma ter causado a morte a quem a ingeria.

Ficou-se a saber mais tarde que a t-shirt não pertencia a Robert; a policia nunca determinou a quem ela pertencia. A t-shirt que Robert usava nessa noite desapareceu e nunca mais foi encontrada.

A família de Robert nunca aceitou a história dele ter cometido suicídio. Eles acreditam que o filho foi vítima de jogo sujo (inglês: "foul play") e que a investigação foi uma farsa.

(...)


* * * * * ª * *

Os factos:

1. Robert era bem parecido e ia-se casar.
2. Robert estava feliz e eufórico na noite em que "se suicidou".
3. Robert regressou à base na companhia dum homossexual assumido que tinha acesso a drogas
4. Objectos pessoais de Robert estavam na presença do homossexual assumido.
5. "Colin", o homossexual assumido com conhecimentos médicos, recusou-se a deixar por escrito o seu testemunho. Porquê?
6. A polícia não levou a cabo testes no corpo de Robert que apurassem a presença de drogas
7. O corpo de Robert foi rapidamente cremado e só depois de ter sido cremado é que a família ficou a saber que o ânus de Robert exibia indícios de trauma.

Cada um retire as suas próprias conclusões.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Transsexual tenta suicidar-se e é salvo pelos seus seguidores do Twitter

Um transsexual que se tentou suicidar foi salvo pelos seus seguidores no Twitter. InfamousT, twittou que se iria tentar suicidar, o que levou um dos seus seguidores a chamar uma ambulância a casa da produtora.

InfamousT, produtor de filmes e assumidamente transsexual, escreveu às 19h da passada terça-feira para que os seus seguidores se preparassem “para um suicídio em tempo real” uma vez que tinha tomado uma grande dose de medicamentos.

O produtor acabou por ser salvo e já agradeceu aos seus seguidores por se terem preocupado.

Fonte

* * * * * * *

A notícia original chama ao transsexual de "mulher" e usa palavras como "salva" e "produtora" como se uma "operação médica" pudesse alterar XY para XX.


quinta-feira, 29 de março de 2012

Crianças deprimidas mais propensas a serem vítimas de bullying

As crianças com sintomas depressivos têm mais facilidade em tornar-se vitimas de «bullying», de acordo com um estudo desenvolvido pela Universidade do Estado de Arizona, hoje divulgado.

Já se sabia que as crianças rejeitadas e intimidadas pelos colegas tinham tendência a tornar-se deprimidas, mas novas pesquisas vêm agora revelar que a relação pode funcionar em sentido inverso, indicando que as crianças com sintomas depressivos na escola primária podem tornar-se futuras vítimas e vir a sofrer de isolamento social.

Até agora, as investigações tentavam perceber se era o «bullying» que levava à depressão ou se eram as crianças deprimidas que seduziam os «valentões» da escola.

O estudo, desenvolvido pelos investigadores da Universidade do Estado de Arizona, revela que os sintomas depressivos no 4ºano de escolaridade aumentam as hipóteses de as crianças virem a ser intimidadas no 5º ano e de, no 6º ano, acabarem mesmo por ser rejeitadas pelos colegas.

Para chegar a estes resultados, os pesquisadores acompanharam 486 crianças, avaliando os seus sintomas de depressão e os níveis de aceitação social através de inquéritos confidenciais preenchidos pelos pais, professores e pelas próprias crianças, que se classificaram e avaliaram os colegas.

O estudo demonstra que as crianças com sintomas de depressão no 4º ano são mais propensas a vitimização, ao passo que os alunos que eram vítimas de bulling não aumentavam o risco de depressão nos anos seguintes.

Os autores defendem que as crianças com sintomas de depressão - como isolamento social, comportamento passivo e choro excessivo - começam por ser rejeitadas pelos colegas e, em seguida, passam a ser alvo de intimidações.

Diário Digital / Lusa


domingo, 22 de janeiro de 2012

Não, as coisas não vão melhorar

Mais um propagandista homossexual que se suicida:
Depois de 19 anos no planeta, durante os quais ele suportou níveis chocantes que ostracismo, abuso e rejeição, o cineasta gay Eric James Borges decidiu esta semana que as coisas não estavam a melhorar e como tal matou-se.

No vídeo "It Gets Better" ("Vai Melhorar"), que ele filmou há cerca de um mês atrás, Borges descreve a sua odisseia de vida através dos variados anéis dum inferno-na-Terra: foi gozado desde o jardim infantil, os seus pais tentaram levar a cabo um exorcismo nele quando souberam que ele era homossexual, foi vítima de "bullying" durante a escola secundária.

Borges é o segundo propagandista homossexual a tirar a sua vida nos meses recentes.
Jamey Rodemeyer, de 14 anos, não tinha muitos amigos masculinos. Passava o seu tempo com raparigas, na internet - onde celebrava o seu amor pela Lady Gaga - no Tumblr, escrevia um blogue pessoal, usava o Twitter, abriu uma conta no Formspring (arrependendo-se desse gesto mais tarde, como muitas outras pessoas) e colocava vídeos seus no YouTube.

Em Maio de 2011 Jamey Rodemeyer chegou a fazer um vídeo "It Gets Better", onde relata que, apesar do bullying, os seus verdadeiros amigos suportavam a sua decisão de "sair do armário" [assumir-se publicamente como homossexual].

James agradeceu à Lady Gaga por o ter ajudado a gostar mais dele mesmo.

No Domingo passado Jamey Rodemeyer foi encontrado morto perto da sua casa no que parece ter sido um suicídio.

É dito com frequência que a marca da insanidade é levar a cabo os mesmos procedimentos, vez após vez, e esperar resultados distintos.

Dado que já passaram 43 anos desde Stonewall, e a geração actual de crianças é a segunda geração sucessiva a ser submetida a indoutrinação pró-homossexualismo, anti-bullying, desde o jardim infantil até à universidade, acho que é seguro concluir que repetir insistentemente que "ser gay é ser okay" e que "a homofobia é um pecado mortal" não terá qualquer tipo de impacto na redução do suicídio entre os homossexuais.

De facto, é inteiramente possível que a propaganda infindável possa ser mais responsável por aquilo que a lésbica Ellen Degeneres descreveu como "epidemia de suicídio entre homossexuais adolescentes" do que o bullying em si.

Se a propaganda encoraja jovens instáveis a afundarem-se mais num estilo de vida depravado - estilo de vida esse há já muito tempo relacionado com várias desordens relacionadas com a saúde, incluindo a saúde mental - então essa tal propaganda está a contribuir para o aumento das taxas de suicídio e não para a sua redução.

O problema central aqui é que, ao focarem a sua atenção no bullying a que estes adolescentes homossexuais são submetidos, aqueles que querem reduzir as taxas de suicídio podem estar a ignorar o factor que causa o suicídio.

Embora seja razoável assumir que o bullying seja a causa, o falhanço da propaganda tende a sugerir que não é. Há outros grupos que de forma similar sofrem de bullying - os pequenos, os feios, os "especiais" - e estes não parecem cometer suicídio em taxas semelhantes.

Se as pessoas genuinamente querem desencorajar os jovens adolescentes de cometer o suicídio, eles tem que repensar as suas pressuposições em torno da questão, e ponderar se o suicídio dos jovens homossexuais têm aumentado ou diminuído com a sua aceitação e a visibilidade social, e se há algum tipo de relação directa entre a quantidade de bullying a que uma pessoa é sujeita com as probabilidades dela se suicidar.

Embora possa ser auto-gratificante culpar os "homofóbicos" e a sempre-insuficiente-admiração-social por tudo o que os homossexuais "sofrem", o peso das evidências observáveis actualmente não tende a indicar que haja qualquer tipo de correlação com o problema actual.

Entretanto, quem quer que esteja à frente do projecto "It Gets Better" tem que fazer um trabalho melhor na análise dos seus porta-vozes visto que, actualmente, e de modo inadvertido, esse empreendimento parece ser uma campanha em favor do suicídio de adolescentes homossexuais tirada directamente do filme Heathers.

Tudo o que falta agora é uma banda dos anos 80 a cantar "Suicídio adolescente homossexual, não o faças!"

Recrutar jovens instáveis para mentir aos adolescentes não é uma receita de longo prazo para o sucesso.

Fonte

. . . . . . .

Mais uma instância onde se vê claramente que os activistas homossexuais não se preocupam com o genuíno sofrimento de quem não é feliz na vida homossexual.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Activista homossexual admite que histerismo em torno do bullying pode causar mais suicídios e não preveni-los

Desde o amplamente publicitado suicídio do estudante universitário de New Jersey (Setembro de 2010) que os activistas homossexuais americanos têm usado questões em torno do bullying como forma de avançar com a sua agenda político-sexual, e como assalto retórico contra todos os que se colocam contra a indoutrinação de crianças em torno dum comportamento sexual tão auto-destrutivo e tão anti-higiénico.

Sempre que se fica a saber do suicídio dum jovem que se identificava como "homossexual", e que havia sido vítima de bullying, o dedo é apontado aos Cristãos e a outros grupos socialmente conservadores. É-nos dito que o bullying leva ao suicídio e como tal, a expressão pública de pontos de vista politicamente, religiosamente e socialmente conservadores em torno da homossexualidade causam o bullying.

Devido a isto, os activistas homossexuais oferecem como "solução" a promoção da sodomia como conduta "normal" e moralmente neutra como forma de prevenir os suicídios.

No entanto, desde Outubro de 2010 que os peritos de prevenção de suicídios avisam que o simplismo em torno da análise de que o bullying causa suicídios pode causar mais mal que bem.

Um artigo baseado numa entrevista com Ann Haas, membra da "American Foundation for Suicide Prevention" perguntou:

Será que a forma como falamos destes suicídios pode estar a levar jovens impressionáveis a copiar este comportamento trágico?

Um ano depois, um comentário feito no site "The Advocate" (magazine homossexual de importância nacional) finalmente admitiu que isto é um problema sério. David McFarland é o director executivo do "The Trevor Project"; esta instituição tem uma linha aberta de prevenção de suicídio dirigido à comunidade LGBT.

McFarland citou os "benefícios" políticos e culturais da "revelação dos riscos à saúde das desproporcionais taxas de suicídio e os incidentes que afectam a juventude LGBT." No entanto - e numa admissão surpreendente - ele afirmou que "esta táctica aumentou também o risco de suicídio".

Ou seja, temos aqui um activista homossexual a admitir que "esta táctica" (“revelação . . . suicídio . . . bullying”)aumentou também o risco de suicídio” (ênfase acrescentado).

Há vários problemas com a crença de que o bullying leva ao suicídio. Primeiro, esta forma de pensar ignora o que se sabe sobre as causas do suicídio. McFarland admite que "os motivos que levam uma pessoa a tentar o suicídio são . . . . . complicadas".

A senhora Hass, no entanto, foi mais directa ao indicar que "questões mentais subjacentes . . . . estão presentes em 90% das pessoas que morrem por suicídio."

Dito de outra forma, a maioria das pessoas que sofre de bullying não tenta o suicídio. São os problemas mentais - e não o bullying - que causam a maior parte dos suicídios.

No entanto, o segundo problema em se estabelecer uma ligação entre o bullying e o suicídio é que isto, como declara McFarland, "pode influenciar outras pessoas em risco a assumir que tirar a própria vida é o que é suposto fazer quando se é LGBT ou se sofre de bullying".

Haas ressalvou este mesmo ponto no ano passado ao avisar publicamente que a identificação do bullying como motivo para o suicídio "pode fazer do suicídio um culminar aceite, se não inevitável, das experiências pessoais."

Ela acrescenta que o suicídio não é um acto racional. McFarland afirmou o mesmo ponto ao declarar que "podemos ser mais eficientes na ajuda se evitarmos tornar o suicídio como uma escolha lógica."

O terceiro problema, que segue do segundo, é o que McFarland identifica como "contágio de suicídios". Ela avisa que:

Quanto mais a história duma vítima particular estiver em público, mais susceptíveis ficam as pessoas em risco de levar a cabo um suicídio.
Haas avisou:
Histórias que caracterizam as pessoas que morreram por suicídio de um modo simpatético podem inadvertidamente levar a que jovens vulneráveis se identifiquem com eles.
Ou seja, ser visto como um mártir na morte pode parecer mais atractivo do que continuar com as dores da vida.

Conclusão:

Temos sempre que fazer todos os possíveis para ajudar as pessoas com problemas mentais - sejam heterossexuais ou homossexuais - e prevenir o suicídio juvenil. Semelhantemente, todos os possíveis devem ser feitos para acabar com o bullying por qualquer motivo que seja.

Ao mesmo tempo, os activistas homossexuais devem parar de explorar as tragédias pessoais como forma de avançarem com a sua agenda política e sexual — especialmente duma forma que pode causar mais tragédias.

Claro que as vidas que se perdem nada importam para os activistas homossexuais. Para eles, a ideologia está acima das vidas humanas.

Fonte

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