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sábado, 22 de junho de 2013

Activistas homossexuais recomendam o uso de papel celofane como preservativo . . .

. . . às crianças


Distrito escolar de Maine pediu desculpas depois de estudantes do ensino médio terem aprendido jogos sexuais preliminares de cariz homossexual durante aquilo que deveria ser uma apresentação celebrando "O Dia da Diversidade". “Não quero que a minha criança aprenda os preliminares heterossexuais, e muito menos os homossexuais," afirmou a enraivecida mãe Kristy Howard.

O director da "Gorham Middle School" enviou uma carta aos pais pedindo desculpas pela natureza gráfica da apresentação levada a cabo pela PRYSM, Proud Rainbow Youth of Southern Maine. Numa carta obtida pelo The American Journal, Robert Riley afirma:

Eles [os activistas homossexuais] foram mais além daquelas que eram as nossas intenções, discutindo tópicos que nós não consideramos apropriados para a nossa escola secundária . . .  Não temos planos de os expor a ideias que não se encontrem dentro do âmbito do ensino por nós mantido em torno da cidadania responsável, e que nem se encontrem dentro do nosso código de conduta.

O incidente, que ocorreu duas semanas antes do estado levar a votos a questão do pseudo-casamento homoerótico, envolveu 25 alunos do 8º ano.  O filho de 13 anos de Kristy Howard foi um dos que voltou para casa chocado com a natureza gráfica da apresentação. Falando para a Fox News, Kristy afirmou:

Eles falaram de sexo e afirmaram que, se não tivessem na sua posse um preservativo, poderiam usar papel celofane no lugar do dique de borracha [usado pelos dentistas]  . . . Tudo isto é novidade para mim.

Kristy Howard disse ainda que os palestrantes da PRYSM usaram de calão vulgar e questionaram se as crianças haviam alguma vez recebido informação em torno de actos homossexuais seguros. James Hagen, o presidente do comité escolar, disse ao The American Journal que os professores sentiram-se pouco à vontade com a apresentação e reportaram o sucedido ao director. “Os professores ficaram chocados,” disse ele ao jornal. “Todos eles ficaram congelados.”

O director Riley defendeu a forma como os professores lidaram com a situação - notando que a conversa em torno dos preliminares homossexuais ocorreram perto do final da apresentação. Ele disse à Fox News que, "Se isso tivesse ocorrido durante mais tempo, eles teriam intervido". Riley disse ainda que a escola está a tomar medidas de modo a impedir que isto não volte a acontecer.

Este dia particular não tinha nada a ver com o sexo [ed: que pena que ninguém avisou isso aos activistas homossexuais], mas sim com a tolerância, a bondade e a tentativa de se erradicar das nossas instalações a ideia de que é perfeitamente aceitável agir-se de um modo mesquinho com o próximo.

Kristy Howard disse que o facto dos professores não terem intervido na altura foi perturbador
Era um aula em torno da diversidade homossexual durante a qual era suposto ser ensinado a tolerância. Quando ela passou dos limites, alguém deveria ter colocado um fim a apresentação.
Bob Emrich, do grupo "Protect Marriage Maine", afirmou que não estar surpreendido com o conteúdo da assim chamada aula de "diversidade":
Os activistas homossexuais raramente publicitam que têm planos de indoutrinar as crianças com o seu ponto de vista. . . Tudo é feito às escondidas, através das obrigatórias lições em torno da "diversidade, do anti-bullying e da tolerância".
Se existiam dúvidas de que o "casamento" homossexual será ensinado às crianças das escolas de Maine, tal como o é em Massachusetts e no Canadá, essas dúvidas têm que ser colocadas de lado. Se eles estão dispostos a ensinar aos nossos filhos o tipo de actividades que estão envolvidas nos preliminares homossexuais, acham mesmo que eles não forçarão o ensino do "casamento" homossexual mal ele se torne legal?

Como consequência deste actos dos activistas homossexuais, os pais foram forçados a ter conversas pouco usuais com os seus filhos. Diz Kristy Howard:

Este incidente gerou um tipo de conversa na nossa casa que normalmente nós não deveríamos ter.  . . .  O meu filho sabe a sua identidade.

Ela informou também ao filho que, contrariamente ao que os activistas homossexuais do grupo PRYSM afirmaram, o papel celofane só deve ser usado para proteger comida.

Tive que lhe dizer que, aconteça o que acontecer, a minha sugestão não é o celofane. A minha sugestão é a abstenção.

Sem surpresa alguma, a abstinência não foi mencionada durante a apresentação.

Kristy, que tenciona vocalizar a sua preocupação na próxima reunião do comité escolar, acrescentou:

O tempo em que se ensinava a leitura, a escrita e matemática terminou. Hoje em dia temos crianças a acabar o secundário sem saber ler correctamente.

Mas pelo menos em Gorham eles sabem o que fazer com o papel celofane.

* * * * * * *
Ficamos a saber (mais uma vez) que o verdadeiro propósito das lições em torno do "anti-bullying" mais não é que o ensino e a normalização do comportamento homossexual, e não a defesa da integridade física de quem se encontra viciado no homossexualismo.

Se os activistas homossexuais não sentem qualquer tipo de objecção moral no ensino do sexo anal a crianças de 13 anos, que mais têm eles em mente para os nosso filhos?

domingo, 10 de março de 2013

O ódio dos activistas transsexuais

Germaine Greer, a mundialmente famosa feminista e académica, foi vítima de um ataque histérico por parte de transsexuais neo-zelandeses. Os corajosos mulheres-homens, auto-identificados como os "Queer Avengers", demonstraram a sua intolerância e desrespeito pelos pontos de vista alheios atacando Germaine Greer com uma glitter-bomb durante uma sessão de autógrafos que ocorreu no ano passado. Isto apenas demonstra a sua inabilidade de se envolverem numa discussão racional, ou num diálogo adulto.

Greer, que nunca escondeu os seus pontos de vista - mesmo no que toca aos assim chamados "transsexuais" - escreveu no passado que um homem nunca se  pode tornar numa verdadeira mulher cortando os seus genitais, e que aqueles que o fazem, nada mais são que "uma paródia grotesca" duma mulher genuína. Ela acrescentou ainda que o homem que pensa que ele é uma mulher, ou que nasceu no corpo errado, sofre duma desilusão.

Obviamente que Germaine Greer está cientificamente e psicologicamente correcta, e esta posição é partilhada por profissionais competentes. O Dr. Joseph Berger afirma que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Durante os anos 90, Greer  opôs-se à eleição de transsexuais para a instituição para a qual trabalhava - Newnham College, Cambridge - alegando que isto nada mais era que mais uma forma de dar mais empregos aos homens, que eram já a maioria na universidade. No seu livro de 1999, "The Whole Woman":

Governos que são compostos por muito poucas mulheres foram rápidos em reconhecer como mulheres homens que acreditam que são mulheres, e  que se castraram para o provar. Aparentemente eles olham para as mulheres não como outro sexo, mas como um não-sexo.

Nenhum dos homens que fez a assim-chamada "operação de mudança de sexo" implorou por uma transplante de um útero e de ovários; se este tipo de transplantes fossem manhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2012/may/29/transgenderism-hate-speechdatórios para aqueles que querem ser mulheres, eles desapareceriam rapidamente. 

A insistência das "mulheres" artificialmente criadas de aceitação é uma expressão institucional duma crença errada de que as mulheres são homens defeituosos.

Felizmente, Germaine Greer é uma mulher resistente e é muito pouco provável que ela mude a sua posição como forma de evitar as críticas e a acusações de "transfobia".

Muitas outras feministas proeminentes levantaram já protestos em torno da forma como os transsexuais estão a intimidar e a agir de forma abusiva contra todos aqueles que não concordam com a sua nova "ortodoxia". Transsexuais histéricos baniram a professora Sheila Jeffries, bem como outras palestrantes feministas, dum encontro em Conway Hall alegando que os seus pontos de vista eram "discurso de ódio", e insistindo que quem se recusa a reconhecer a validade das operações de mudança de sexo, assemelha-se a quem se recusa a aceitar a  historicidade do Holocausto!

Soa familiar? Claro. Estes são os clichés comuns usados pelos queers como forma de promover a sua agenda e censurar qualquer tipo de debate racional. A verdade dos factos é que os queers é que são os verdadeiros intimidadores (inglês: "bullies").

Sheila Jeffries relata:

Há já alguns anos que está em práctica uma campanha organizada via internet e via acções locais, que tenta garantir que eu e outras pessoas que criticam o transgenerismo . . . . não tenhamos qualquer oportunidade de falar em público. Ainda não consegui falar do transgenerismo, mas falo de religião e sobre os direitos das mulheres, a pornografia, e as prácticas de beleza.

Qualquer que seja o tópico da minha apresentação, e quer seja na Austrália, no Reino Unido ou nos EUA, os activistas transgéneros bombardeiam o grupo organizador e o local do encontro com emails acusando-me de ódio-aos-trans e transfobia, e buscando formas de me banirem.

Nos blogues, no Facebook no Twitter eles acusam-me de querer "eliminar" os transgéneros, e eles desejam a minha morte. Um activista fez uma imagem duma lata de pesticida contendo uma foto minha junto a qual um slogan dizia "Mata feministas radicais instantaneamente".
Estes activistas ameaçam as demonstrações e placards contra mim em qualquer lugar onde eu falo.


* * * * * * *
É tremendamente irónico ver "grupos protegidos" da esquerda militante a guerrerarem entre si. Certamente que as feministas não se apercebem que as mesmas forças que dão apoio à "causa" transsexual são as mesmas que financiam o feminismo.
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Bullying: de vítimas a perpetradores


Durante a semana passada, o homossexual Antoine Dodson, que ficou conhecido mundialmente devido a um vídeo do YouTube, manifestou-se publicamente afirmando que, ao contrário de outros membros da comunidade homossexualista, ele apoia a companhia Chick-fil-A - isto depois do seu presidente afirmar a sua posição em relação ao casamento [1 homem + 1 mulher].

No programa de rádio “The Matt Murphy Show”, Dodson elaborou o seu ponto de vista e explicou o porquê de não se alinhar com o resto da comunidade gay neste ponnto:

Na verdade, muitos membros da comunidade gay disseram-me para não comer na Chick-fil-A. Mas eu comecei a ter flashbacks e comecei a pensar que, nós da comunidade gay, passamos de vítimas de bullying para perpetradores desse mesmo bullying Honestamente, não acho que isso seja justo. Afinal, não estamos nós nos EUA? Não temos nós liberdade de expressão? Nós temos a liberdade para colocar o nosso dinheiro onde nós bem quisermos. É isso que este país defende.

Portanto, como é que podemos perseguir este grupo e esta companhia de forma tão agressiva só porque eles não acreditam que eles têm os mesmos direitos que nós? Não acho que seja justo e nem acho que seja muito americano.

Dodson disse que ao levar a cabo tal tipo de protestos, os homossexualistas estão a alimentar os estereótipos em torno dos gays e a afastar as pessoas.

Na minha família as coisas funcionavam mais ou menos assim: "Seja como quiseres, Antoine. Não aceitamos o teu estilo de vida, mas aceitamos-te. Amamos-te mas nem tentes forçar o teu estilo de vida aos outros uma vez que podes afastá-los, ou fazer com que eles não queiram estar junto a ti. Foi assim que me ensinaram.

Dodson, que participou no dia de apreciação à companhia Chick-fil-A, criticou toda a premissa por trás do boicote à companhia afirmando que o mesmo pouco fazia em favor da causa da comunidade gay.

Tal como o boicote, acho que é mesquinho. Tu não tens nada que ir ao Chick-fil-A e beijar todas as pessoas que encontras - isto é, se és um homem, beijar outro homem - como forma de vincar um ponto de vista. Podes propagar o teu ponto de vista duma forma totalmente diferente.

Acho que as coisas estão a ficar muito, muito, ridículas.

* * * * * * *

Dobson está errado quando diz que os homossexualistas não têm os mesmos direitos que o resto da sociedade. Ele têm os mesmos direitos; o seu comportamento sexual é que não tem os mesmos direitos que a heterossexualidade. Discriminar comportamentos não é discriminar pessoas.


domingo, 29 de abril de 2012

Activista homossexual promove bullying de Cristãos


Cerca de 100 crianças duma escola secundária abandonaram uma conferência em torno do jornalismo nacional depois dum orador anti-bullying dar início a ataques à Bíblia e alegadamente ter chamado de "pansy asses" os alunos que se recusaram a ficar a ouvir o seu "discurso".

Era suposto Dan Savage (sodomita) fazer um discurso em torno do anti-bullying na "National High School Journalism Conference" patrocinada pela "Journalism Education Association" e a "National Scholastic Press Association" no entanto, o evento tornou-se num episódio de ataques ao Cristianismo e aos Cristãos.

Rick Tuttle, assessor jornalístico para a Sutter Union High School na Califórnia, era uma das milhares de pessoas presentes entre a audiência. Ele diz que as pessoas pensavam que o discurso seria sobre uma coisa, mas que se tornou sobre outra

Pensei que o tópico do discurso seria o anti-bulllying mas o que se verificou é que o mesmo tornou-se num ataque directo às crenças Cristãs.
Tuttle disse que um significativo número de estudantes ofendeu-se com as observações de Savage e decidiu abandonar o auditório.
O ambiente tornou-se hostil. Tornou-se hostil à medida que estávamos presentes na audiência, especialmente para os Cristãos que partilham das crenças que ele [o sodomita Dan Savage] estava literalmente a atacar.

* * * * * * *

Resumindo: um activista homossexual foi convidado para encorajar os alunos a comportarem-se de modo mais civil uns para com outros alunos. Em vez dele levar a cabo a missão para qual ele foi convidado, o activista aproveita o púlpito escolar para lançar ataques ao grupo ideológico menos susceptível de acreditar que o homossexualismo é um comportamento sexual normal, saudável e recomendável: os Cristãos.

Para finalizar o discurso anti-bullying, o activista homossexual insulta (bullying?) as alunas e os alunos que se recusam a ficar a ouvir os seus ataques aos Cristãos.

Tudo em nome do anti-bullying.

Torna-se cada vez mais óbvio que os activistas homossexuais não querem - nem nunca quiseram - apenas e só "tolerância". O que eles querem é o mesmo que toda a esquerda militante quer: louvor, elogios e poder - ao mesmo tempo que planeiam criticar, silenciar e exercer bullying sobre qualquer pessoa que se atreva a criticar o seu auto-destrutivo comportamento sexual.

O vídeo que se vê mais embaixo mostra um pouco disto em acção - junto da grande hipocrisia dum orador anti-bullying a exercer bullying sobre alunos e a encorajar outros que façam o mesmo. Naturalmente que quem discordar com ele é um "bully" na sua mente.

Isto só demonstra que o "diálogo" com os activistas homossexuais (ou outro membro da esquerda militante) é algo totalmente desnecessário e inconsequente. As pessoas esquecem-se sempre que o que torna o diálogo possível são valores comuns. Entre o activismo activismo homossexual e o resto da sociedade não existem valores comuns suficientes necessários para a produção de respeito e entendimento mútuos.

Com um grande número de pessoas actuais o diálogo é impossível precisamente porque o diálogo é para elas uma plataforma de ridículo e de ataques e não uma forma de se chegar a um entendimento.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Uma campanha de bullying homossexual?

«Ela é lésbica e estamos bem com isso» – lê-se num cartaz profusamente difundido nas escolas oficiais, a par de outro análogo, a favor dos «gays». Em ambos, consta também uma séria advertência contra o «bullying homofóbico», expressão que peca, entre outros males de maior monta, pelo uso de uma palavra estrangeira que podia e devia ter sido traduzida, se a tanto chegasse o engenho e a arte dos actuais educadores oficiais da mocidade portuguesa.


Os adolescentes exibidos nos dois cartazes, três em cada, mostram-se sorridentes e bem-dispostos, com a maior naturalidade. Não em vão: deste jeito, insinua-se que a lésbica ou o «gay» do trio não se diferenciam dos seus colegas. Mas, se são como os outros, porquê chamar a atenção para a diferença? E, se não são iguais, porquê aparentar que o são?

Uma coisa é um louvável projecto de inclusão de todas as minorias étnicas, religiosas, culturais, etc. Mas outra, muito diferente, é a apologia de certos comportamentos. Ou seja, é bom que todas as pessoas da escola sejam acolhidas com respeito pela sua diversidade e comum dignidade, mas legitimar as suas opções morais já não decorre da obrigação ética do respeito mútuo.

Esta campanha, de facto, visa a homossexualidade e não as pessoas que têm essa tendência ou que fizeram essa opção e que, como é óbvio, são dignas de todo o respeito. Se fosse este o caso, dir-se-ia: «ela é lésbica», ou «ele é gay», e nós «estamos bem com ela», ou «com ele». Mas os seus colegas não estão bem com ele ou com ela, mas com «isso» que os distingue e que, por esta via, se pretende legitimar.

Se se dissesse, por absurda hipótese, «ele é toxicodependente e estamos bem com isso», é evidente que a mensagem seria de aprovação do consumo de drogas, e não de consideração pelas pessoas que usam estupefacientes. É óbvio, portanto, que as entidades que promovem esta campanha publicitária perseguem um claro propósito: incentivar, entre os adolescentes, a homossexualidade, sob a aparência de uma normalidade que, aliás, a ciência não confirma.

Por isso, é inquietante a conclusão autoritária que, depois, se impõe: «o bullying homofóbico não é aceitável na nossa escola». Primeiro, pelo tom intimidatório da afirmação, sem qualquer respeito por quem pensa e age de outro modo. Depois, porque contradiz o permissivismo de que se faz gala, a não ser que se entenda que ser publicamente homossexual é virtuoso, mas ser contra, mesmo respeitando as pessoas em causa, é ser homofóbico e, portanto, punível com a irradiação escolar. Mas um tal procedimento não é, afinal, «bullying» homossexual?!

A campanha em curso pretende ser uma iniciativa da «nossa escola». Mas, se a escola é nossa, porque razão os pais, os professores e os alunos não foram ouvidos? Se a escola é nossa, porque financiada pelo erário público, porque motivo aposta em interesses ideológicos claramente minoritários?

De facto, este esbanjamento dos dinheiros do Estado, este relativismo moral, esta rejeição liminar dos princípios éticos naturais e de todas as religiões que, como a cristã, os afirmam, não são nossos, mas apenas dos responsáveis por esta campanha, a qual, por tudo isto e o que fica por dizer, «não é aceitável na nossa escola».
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quinta-feira, 29 de março de 2012

Crianças deprimidas mais propensas a serem vítimas de bullying

As crianças com sintomas depressivos têm mais facilidade em tornar-se vitimas de «bullying», de acordo com um estudo desenvolvido pela Universidade do Estado de Arizona, hoje divulgado.

Já se sabia que as crianças rejeitadas e intimidadas pelos colegas tinham tendência a tornar-se deprimidas, mas novas pesquisas vêm agora revelar que a relação pode funcionar em sentido inverso, indicando que as crianças com sintomas depressivos na escola primária podem tornar-se futuras vítimas e vir a sofrer de isolamento social.

Até agora, as investigações tentavam perceber se era o «bullying» que levava à depressão ou se eram as crianças deprimidas que seduziam os «valentões» da escola.

O estudo, desenvolvido pelos investigadores da Universidade do Estado de Arizona, revela que os sintomas depressivos no 4ºano de escolaridade aumentam as hipóteses de as crianças virem a ser intimidadas no 5º ano e de, no 6º ano, acabarem mesmo por ser rejeitadas pelos colegas.

Para chegar a estes resultados, os pesquisadores acompanharam 486 crianças, avaliando os seus sintomas de depressão e os níveis de aceitação social através de inquéritos confidenciais preenchidos pelos pais, professores e pelas próprias crianças, que se classificaram e avaliaram os colegas.

O estudo demonstra que as crianças com sintomas de depressão no 4º ano são mais propensas a vitimização, ao passo que os alunos que eram vítimas de bulling não aumentavam o risco de depressão nos anos seguintes.

Os autores defendem que as crianças com sintomas de depressão - como isolamento social, comportamento passivo e choro excessivo - começam por ser rejeitadas pelos colegas e, em seguida, passam a ser alvo de intimidações.

Diário Digital / Lusa


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Estudante Cristão vítima de bullying devido ao "bullying"

Os militantes homossexuais gostam de usar a táctica de vitimismo alegando que são vítimas de "bullying" cada vez que o seu comportamento sexual é alvo de críticas (perfeitamente normal numa sociedade livre). No entanto, se nós queremos ver alguém a ser vítima de genuíno bullying por expressar a sua opinião, basta ver o que acontece a quem critica a agenda política e sexual da gaystapo (activistas homossexuais).

Os oficiais da escola secundária "Shawano High School" (Wisconsin) censuraram e puniram Brandon Wegner, de 15 anos, por escrever um artigo de opinião explicando a visão Bíblica da homossexualidade e defendendo a adopção natural pai-mãe.

Depois de Brandon ter escrito o seu artigo [PDF], ele foi arrastado para horas e horas de reuniões com a administração escolar, sem o consentimento dos pais.

O superintendente Todd Carlson afirmou que a coluna do Brandon "era contra a política anti-bullying da escola" (sim, dar uma opinião contra o gayzismo é "bullying") e perguntou ao rapaz se ele estava "arrependido" de a ter escrito.

Segundo a Liberty Counsel, quango Wegner declarou que não se arrependia de ter escrito o que escreveu e que mantinha as suas crenças, o superintendente disse que ele [Brandon] era um dos miúdos mais ignorantes com quem ele tinha alguma vez discutido este tópico. Para além disto, Carlon disse ainda que "nós temos o poder para te suspender se nós bem entendermos" e que a sua coluna "me tinha ofendido de modo pessoal, e como tal eu sei que ofendeu outras pessoas!"

Repare-se que este "professor" gramsciano nem se preocupa em demonstrar de forma lógica onde é que o rapaz promoveu o "bullying", nem se preocupa em demonstrar se o "sentir-se ofendido" agora é justificação válida para insultar uma criança por esta ter dado a sua opinião.

Não.

O que interessa é que ele pessoalmente se sente ofendido e como tal outras pessoas de certeza se sentiram ofendidas.

O artigo do jovem Cristão Brandon fazia parte duma página editorial que apresentava vários pontos de vista contra a adopção homossexual - cada um dos pontos articulados pelos estudantes.

[Coloquemos de lado por breves instantes os motivos que levaram uma escola onde é suposto aprender-se Matemática, Inglês, Geografia e outras disciplinas, levantar um tema de conversa sobre a adopção de crianças (como se pessoas com 15/16/17 anos soubessem de forma suficiente o que implica a adopção duma criança).

Coloquemos também de lado a sugestão de que este editorial mais não foi que uma forma de trazer ao público e ridicularizar quem quer que se colocasse contra a agenda homossexual.]

Depois do jornal da escola ter sido publicado num jornal local, um homossexual da comunidade queixou-se à escola. Foi aí que os oficiais censuraram o artigo do Brandon, forçando-o a retirar a página do jornal antes do mesmo do mesmo ser distribuído nas escola.

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Temos aqui mais um exemplo claro da verdadeira natureza da agenda homossexual. Como se pode ver, a mesma não tem como propósito proteger os homossexuais que queiram viver a sua homossexualidade tranquilamente, mas sim censurar qualquer pessoa (incluindo crianças) que tenham uma visão de família que seja distinta daquela que os activistas homossexuais defendem..

Ou nós aceitamos o que eles querem impôr à sociedade ou então seremos alvo de ataques ao direito de livre expressão.

Como diz uma comentadora política americana, é fácil saber o que os esquerdistas planeiam fazer visto que frequentemente é isso mesmo que acusam os adversários políticos de fazer.

O símbolo que melhor representa a agenda homossexual.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Não, as coisas não vão melhorar

Mais um propagandista homossexual que se suicida:
Depois de 19 anos no planeta, durante os quais ele suportou níveis chocantes que ostracismo, abuso e rejeição, o cineasta gay Eric James Borges decidiu esta semana que as coisas não estavam a melhorar e como tal matou-se.

No vídeo "It Gets Better" ("Vai Melhorar"), que ele filmou há cerca de um mês atrás, Borges descreve a sua odisseia de vida através dos variados anéis dum inferno-na-Terra: foi gozado desde o jardim infantil, os seus pais tentaram levar a cabo um exorcismo nele quando souberam que ele era homossexual, foi vítima de "bullying" durante a escola secundária.

Borges é o segundo propagandista homossexual a tirar a sua vida nos meses recentes.
Jamey Rodemeyer, de 14 anos, não tinha muitos amigos masculinos. Passava o seu tempo com raparigas, na internet - onde celebrava o seu amor pela Lady Gaga - no Tumblr, escrevia um blogue pessoal, usava o Twitter, abriu uma conta no Formspring (arrependendo-se desse gesto mais tarde, como muitas outras pessoas) e colocava vídeos seus no YouTube.

Em Maio de 2011 Jamey Rodemeyer chegou a fazer um vídeo "It Gets Better", onde relata que, apesar do bullying, os seus verdadeiros amigos suportavam a sua decisão de "sair do armário" [assumir-se publicamente como homossexual].

James agradeceu à Lady Gaga por o ter ajudado a gostar mais dele mesmo.

No Domingo passado Jamey Rodemeyer foi encontrado morto perto da sua casa no que parece ter sido um suicídio.

É dito com frequência que a marca da insanidade é levar a cabo os mesmos procedimentos, vez após vez, e esperar resultados distintos.

Dado que já passaram 43 anos desde Stonewall, e a geração actual de crianças é a segunda geração sucessiva a ser submetida a indoutrinação pró-homossexualismo, anti-bullying, desde o jardim infantil até à universidade, acho que é seguro concluir que repetir insistentemente que "ser gay é ser okay" e que "a homofobia é um pecado mortal" não terá qualquer tipo de impacto na redução do suicídio entre os homossexuais.

De facto, é inteiramente possível que a propaganda infindável possa ser mais responsável por aquilo que a lésbica Ellen Degeneres descreveu como "epidemia de suicídio entre homossexuais adolescentes" do que o bullying em si.

Se a propaganda encoraja jovens instáveis a afundarem-se mais num estilo de vida depravado - estilo de vida esse há já muito tempo relacionado com várias desordens relacionadas com a saúde, incluindo a saúde mental - então essa tal propaganda está a contribuir para o aumento das taxas de suicídio e não para a sua redução.

O problema central aqui é que, ao focarem a sua atenção no bullying a que estes adolescentes homossexuais são submetidos, aqueles que querem reduzir as taxas de suicídio podem estar a ignorar o factor que causa o suicídio.

Embora seja razoável assumir que o bullying seja a causa, o falhanço da propaganda tende a sugerir que não é. Há outros grupos que de forma similar sofrem de bullying - os pequenos, os feios, os "especiais" - e estes não parecem cometer suicídio em taxas semelhantes.

Se as pessoas genuinamente querem desencorajar os jovens adolescentes de cometer o suicídio, eles tem que repensar as suas pressuposições em torno da questão, e ponderar se o suicídio dos jovens homossexuais têm aumentado ou diminuído com a sua aceitação e a visibilidade social, e se há algum tipo de relação directa entre a quantidade de bullying a que uma pessoa é sujeita com as probabilidades dela se suicidar.

Embora possa ser auto-gratificante culpar os "homofóbicos" e a sempre-insuficiente-admiração-social por tudo o que os homossexuais "sofrem", o peso das evidências observáveis actualmente não tende a indicar que haja qualquer tipo de correlação com o problema actual.

Entretanto, quem quer que esteja à frente do projecto "It Gets Better" tem que fazer um trabalho melhor na análise dos seus porta-vozes visto que, actualmente, e de modo inadvertido, esse empreendimento parece ser uma campanha em favor do suicídio de adolescentes homossexuais tirada directamente do filme Heathers.

Tudo o que falta agora é uma banda dos anos 80 a cantar "Suicídio adolescente homossexual, não o faças!"

Recrutar jovens instáveis para mentir aos adolescentes não é uma receita de longo prazo para o sucesso.

Fonte

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Mais uma instância onde se vê claramente que os activistas homossexuais não se preocupam com o genuíno sofrimento de quem não é feliz na vida homossexual.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Activista homossexual admite que histerismo em torno do bullying pode causar mais suicídios e não preveni-los

Desde o amplamente publicitado suicídio do estudante universitário de New Jersey (Setembro de 2010) que os activistas homossexuais americanos têm usado questões em torno do bullying como forma de avançar com a sua agenda político-sexual, e como assalto retórico contra todos os que se colocam contra a indoutrinação de crianças em torno dum comportamento sexual tão auto-destrutivo e tão anti-higiénico.

Sempre que se fica a saber do suicídio dum jovem que se identificava como "homossexual", e que havia sido vítima de bullying, o dedo é apontado aos Cristãos e a outros grupos socialmente conservadores. É-nos dito que o bullying leva ao suicídio e como tal, a expressão pública de pontos de vista politicamente, religiosamente e socialmente conservadores em torno da homossexualidade causam o bullying.

Devido a isto, os activistas homossexuais oferecem como "solução" a promoção da sodomia como conduta "normal" e moralmente neutra como forma de prevenir os suicídios.

No entanto, desde Outubro de 2010 que os peritos de prevenção de suicídios avisam que o simplismo em torno da análise de que o bullying causa suicídios pode causar mais mal que bem.

Um artigo baseado numa entrevista com Ann Haas, membra da "American Foundation for Suicide Prevention" perguntou:

Será que a forma como falamos destes suicídios pode estar a levar jovens impressionáveis a copiar este comportamento trágico?

Um ano depois, um comentário feito no site "The Advocate" (magazine homossexual de importância nacional) finalmente admitiu que isto é um problema sério. David McFarland é o director executivo do "The Trevor Project"; esta instituição tem uma linha aberta de prevenção de suicídio dirigido à comunidade LGBT.

McFarland citou os "benefícios" políticos e culturais da "revelação dos riscos à saúde das desproporcionais taxas de suicídio e os incidentes que afectam a juventude LGBT." No entanto - e numa admissão surpreendente - ele afirmou que "esta táctica aumentou também o risco de suicídio".

Ou seja, temos aqui um activista homossexual a admitir que "esta táctica" (“revelação . . . suicídio . . . bullying”) “aumentou também o risco de suicídio” (ênfase acrescentado).

Há vários problemas com a crença de que o bullying leva ao suicídio. Primeiro, esta forma de pensar ignora o que se sabe sobre as causas do suicídio. McFarland admite que "os motivos que levam uma pessoa a tentar o suicídio são . . . . . complicadas".

A senhora Hass, no entanto, foi mais directa ao indicar que "questões mentais subjacentes . . . . estão presentes em 90% das pessoas que morrem por suicídio."

Dito de outra forma, a maioria das pessoas que sofre de bullying não tenta o suicídio. São os problemas mentais - e não o bullying - que causam a maior parte dos suicídios.

No entanto, o segundo problema em se estabelecer uma ligação entre o bullying e o suicídio é que isto, como declara McFarland, "pode influenciar outras pessoas em risco a assumir que tirar a própria vida é o que é suposto fazer quando se é LGBT ou se sofre de bullying".

Haas ressalvou este mesmo ponto no ano passado ao avisar publicamente que a identificação do bullying como motivo para o suicídio "pode fazer do suicídio um culminar aceite, se não inevitável, das experiências pessoais."

Ela acrescenta que o suicídio não é um acto racional. McFarland afirmou o mesmo ponto ao declarar que "podemos ser mais eficientes na ajuda se evitarmos tornar o suicídio como uma escolha lógica."

O terceiro problema, que segue do segundo, é o que McFarland identifica como "contágio de suicídios". Ela avisa que:

Quanto mais a história duma vítima particular estiver em público, mais susceptíveis ficam as pessoas em risco de levar a cabo um suicídio.
Haas avisou:
Histórias que caracterizam as pessoas que morreram por suicídio de um modo simpatético podem inadvertidamente levar a que jovens vulneráveis se identifiquem com eles.
Ou seja, ser visto como um mártir na morte pode parecer mais atractivo do que continuar com as dores da vida.

Conclusão:

Temos sempre que fazer todos os possíveis para ajudar as pessoas com problemas mentais - sejam heterossexuais ou homossexuais - e prevenir o suicídio juvenil. Semelhantemente, todos os possíveis devem ser feitos para acabar com o bullying por qualquer motivo que seja.

Ao mesmo tempo, os activistas homossexuais devem parar de explorar as tragédias pessoais como forma de avançarem com a sua agenda política e sexual — especialmente duma forma que pode causar mais tragédias.

Claro que as vidas que se perdem nada importam para os activistas homossexuais. Para eles, a ideologia está acima das vidas humanas.

Fonte

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

As mentiras dos projectos "anti-bullying"

Segundo os activistas homossexuais e os seus parceiros esquerdistas, as leis "anti-bullying" são necessárias para acabar com a "homofobia" (seja lá o que isso for) e proporcionar um ambiente saudável para os jovens que se assumam como viciados na homossexualidade.

Para além da imoralidade dos activistas homossexuais de quererem usar o aparelho de Estado para avançar com os seus gostos sexuais auto-destrutivos, existem também as mentiras que eles defendem religiosamente.

Eis aqui algumas:

Mentira #1: "Tu nasceste assim e não podes mudar".
Esta é a mensagem politicamente correcta que nos é dada pela elite esquerdista. Para além de não existirem evidências médicas de que o comportamento homossexual é determinado pela genética, temos evidências contrárias a esta posição:

1. Ex-travesti transformado por Deus

2. Música italiana que fala de vitória sobre o homossexualismo

As pessoas tornam-se viciadas no homossexualismo através dum número de factores complicados. Um dos muitos factores que podem levar um homem a adoptar a identidade do sexo oposto é o "efeito do irmão mais velho".

De acordo com o professor da Universidade de Toronto Ray Blanchard - tido como um perito no "efeito do irmão mais velho" [big brother effect] - as probabilidades dum homem ser homossexual aumentam em cerca de 33% se ele tiver um irmão mais velho.

Este tipo de dados mostram que a homossexualidade é um comportamento e não algo inato à biologia dum homem ou mulher. Ninguém nasce homossexual; as pessoas nascem macho ou fémea. Se ela tiver um desenvolvimento emocional e social normal, mais tarde na sua vida ela sentirá atracção por pessoas do género oposto.

MENTIRA #2: "A vida vai melhorar"
Não, não vai melhorar. De acordo com os dados estatísticos, a vida de alguém viciado na homossexualidade vai piorar. Começando no número de doenças (desde a SIDA até outras DST), passando pelas doenças mentais e dependência de químicos, acabando no suicídio, as evidências contra o comportamento homossexual são esmagadoras.

A Medicina há muito que reconheceu a precariedade do comportamento homossexual; em países como os EUA ou a Inglaterra, homens homossexuais activos estão proibidos de doar sangue.

Estima-se que o comportamento homossexual retire cerca de 20 anos de vida a uma pessoa. Os homens homossexuais normalmente contam com centenas (às vezes milhares) de parceiros sexuais no seu passado. Muitos sofrem com problemas com o álcool e as drogas - para além de elevadas taxas de abuso por parte dos seus parceiros.

Devido a isto, a solidão e a depressão estão muito associadas ao estilo de vida homossexual.

MENTIRA #3: O suicídio é causado pelo ódio e pela intolerância.
Virtualmente todos os profissionais médicos não proponentes do esquerdismo e das mentiras dos activistas sodomitas dirão que, quando os adolescentes "homossexuais" contemplam o suicídio, eles fazem-no por motivos inerentes ao seu arrependimento em relação às suas prácticas sexuais (bem como outras disfuncionalidades na sua vida pessoal). No entanto, eles encontram-se viciados a essa vida.

Para além disso, muitos assumem que não há forma de se mudar. No entanto, quando alguém lhes diz que eles podem ser libertos desses comportamentos, eles sentem-se aliviados. A "intolerância" nada tem a ver com o suicídio dos adolescentes.

É fácil de ver que a intolerância nada tem a ver com estes suicídios pelo simples facto de que, em áreas onde o comportamento homossexual é tolerado, as taxas de suicídio mantém-se.

Quando se diz a verdade a um adolescente --- que as suas tendências homossexuais são auto-destrutivas --- mas que ele pode ser liberto e mudado --- está-se a fazer um favor em vários níveis.

MENTIRA #4: Promover a homossexualidade como algo normal e benéfico é bom para as crianças perturbadas.
Esta é provavelmente a mais satânica das mentiras - especialmente se dita a crianças vulneráveis que podem estar a atravessar períodos de traumas psicológicos ou apenas inseguros da sua identidade sexual. Os activistas sodomitas querem aproveitar estes momentos de definição de carácter para arrastar as crianças para a homossexualidade.

Para se vêr que estas "aulas" de anti-bullying nada mais são que formas de se promover a homossexualidade entre as crianças basta citar os próprios activistas homossexuais.

Escrevendo num blog LGBT, Daniel Villarreal disse:

Queremos que os educadores ensinem as gerações futuras àcerca da nossa sexualidade "queer". De facto, o nosso futuro depende disso.
Posição curiosa esta uma vez que durante séculos não se ensinou às crianças sobre o auto-destrutivo comportamento homossexual no entanto isso não eliminou a existência de sodomitas.
Qual seria o propósito de se avançar com programas "anti-bullying" ou estudos sociais que ensinam as crianças àcerca das contribuições históricas de famosos homossexuais se nós não quiséssemos deliberadamente educar as crianças de modo a que elas aceitassem a nossa sexualidade "queer" como normal?
Ficamos a saber, portanto, que o propósito das leis "anti-bullying" ou os "kit gays" não visam proteger os homossexuais de violência mas sim indoutrinar crianças em favor da sua escolha sexual auto-destrutiva.

Da próxima vez que um membro do esquerdume alegar que o ensino de normas anti-bullying não visa a normalização da sodomia, vai dar jeito ter à mão as palavras do homossexual Daniel Villareal.

Nós e muitos outras pessoas queremos indoutrinar, recrutar, ensinar e expôr as crianças à nossa sexualidade e NÃO HÁ NADA DE MAL COM ISSO.
As maiúsculas estão no original, portanto esse é um ponto que o sodomita queria vincar.

Reparem na frase "recrutar". Essa frase pode ter o significado de "recrutar; convocar; alcançar". É isso que os homossexuais querem fazer com os filhos alheios, isto é, recrutá-los para o seu estilo de vida? Querem eles também expôr as crianças ao sórdido mundo do homossexualismo? Pelos vistos, sim.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sodomita: "Queremos indoutrinar as crianças"

Um blogueiro sodomita americano admitiu o que quase toda a gente já sabe: os activistas homossexuais querem mesmo indoutrinar as crianças em favor das suas perversões homossexuais.

Escrevendo num blog LGBT, Daniel Villarreal disse:

Queremos que os educadores ensinem as gerações futuras àcerca da nossa sexualidade "queer". De facto, o nosso futuro depende disso.
Posição curiosa esta uma vez que durante séculos não se ensinou às crianças sobre o auto-destrutivo comportamento homossexual no entanto isso não eliminou a existência de sodomitas.
Qual seria o propósito de se avançar com programas "anti-bullying" ou estudos sociais que ensinam as crianças àcerca das contribuições históricas de famosos homossexuais se nós não quiséssemos deliberadamente educar as crianças de modo a que elas aceitassem a nossa sexualidade "queer" como normal?
Ficamos a saber, portanto, que o propósito das leis "anti-bullying" ou os "kit gays" não visam proteger os homossexuais de violência mas sim indoutrinar crianças em favor da sua escolha sexual auto-destrutiva.

Da próxima vez que um membro do esquerdume alegar que o ensino de normas anti-bullying não visa a normalização da sodomia, vai dar jeito ter à mão as palavras do homossexual Daniel Villareal.

Nós e muitos outras pessoas queremos indoutrinar, recrutar, ensinar e expôr as crianças à nossa sexualidade e NÃO HÁ NADA DE MAL COM ISSO.
As maiúsculas estão no original, portanto esse é um ponto que o sodomita queria vincar.

Reparem na frase "recrutar". Essa frase pode ter o significado de "recrutar; convocar; alcançar". É isso que os homossexuais querem fazer com os filhos alheios, isto é, recrutá-los para o seu estilo de vida? Querem eles também expôr as crianças ao sórdido mundo do homossexualismo? Pelos vistos, sim.

Em Inglaterra os sodomitas tem ganho acesso às escolas ao fazer com que estas adoptem campanhas "anti-bullying".No princípio de Maio de 2011 o grupo sodomita Stonewall revelou que estava em vias de gastar dezenas de milhares de libras ao enviar um "conjunto de treino do professor" a todas as escolas primárias da Grá-Bretanha. Sim, o grupo homossexual Stonewall acha aceitável enviar material que visa normalizar a sodomia a crianças em idade primária.

No princípio de Março ficou-se a saber que este mesmo grupo havia já enviado "conjuntos de treino" a algumas escolas primárias e que um governador qualificou o material contencioso de "indoutrinação".

Perigo.

Nos EUA, Brian Brown, presidente da organização "National Organization for Marriage", avisou dos perigos das campanhas que visam institucionalizar o "gaysamento". Ele disse:

O "casamento" homossexual é o ponto fulcral de um movimento ambicioso que visa usar o poder do governo, incluindo as escolas públicas, como forma de impôr ao público uma nova moralidade na mente dos americanos, especialmente nas nossas crianças.

Se nós falharmos na defesa do casamento como algo íntegro, decente e puro, as nossas crianças irão em breve viver num mundo onde a visão tradicional do casamento vai ser tratada como odiosa, desacreditada e preconceituosa, quer os pais gostem ou não.

○Fonte○

Lembram-se daqueles slogans que diziam algo como "mantenham o Estado fora do meu quarto!"? Pelos vistos o Estado tem que ficar fora dos quartos homossexuais, mas os homossexuais já podem trazer a sua "sexualidade" (se é que se pode chamar ao que eles fazem de sexualidade) às instituições estatais.

O que interessa reter das declarações de Daniel Villareal é que os seus programas "anti-bullying" são apenas os cavalos de Tróia no seu propósito de indoutrinar as crianças em favor das suas perversões escolares.

Como isto é assim, então os pais que sejam contra a indoutrinação de seus filhos em favor dum comportamento sexual claramente nefasto tem todo o direito de se opor a estas medidas - nem que seja com o uso de métodos menos convencionais.

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