Mostrar mensagens com a etiqueta Amnistia Internacional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Amnistia Internacional. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

ONU e Amnistia Internacional criticam lei ugandesa contra homossexualidade

A Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e a organização de defesa dos direitos humanos Amnistia Internacional criticaram hoje a promulgação pelo presidente do Uganda, Yoweri Museveni, de uma lei contra os homossexuais.

A lei "institucionaliza a discriminação contra os homossexuais e pode incentivar o assédio e a violência contra as pessoas devido à sua orientação sexual", assinala Navi Pillay, num comunicado divulgado hoje em Genebra.

"Esta peça de legislação profundamente ofensiva é uma afronta aos direitos humanos de todos os ugandeses e nunca deveria ter chegado tão longe", disse Michelle Kagari, directora adjunta para África da Amnistia Internacional (AI), citada numa notícia divulgada no "site" da organização.
Para a AI, a lei, que a organização classifica como "draconiana e prejudicial", assinala "um grave episódio na história" do Uganda.

Aprovada em Dezembro pelo parlamento, a lei promulgada hoje por Museveni altera a prevista pena de morte para prisão perpétua para o crime de "homossexualidade agravada".
Incluindo pela primeira vez as lésbicas, a lei proíbe a promoção da homossexualidade e exige que os homossexuais sejam denunciados.

A AI alerta que, ao incluir crimes como "promoção da homossexualidade", a lei irá afectar também "defensores dos direitos humanos e profissionais de saúde".

Navi Pillay considera, por seu turno, que "a reprovação da homossexualidade por alguns nunca pode justificar a violação dos direitos humanos fundamentais de todos os outros".

Referindo que a lei ugandesa viola direitos fundamentais como o direito à não-discriminação, à privacidade, liberdade de associação, reunião pacífica, de opinião e de expressão e de igualdade perante a lei, Pillay sublinha que o Uganda é obrigado, quer pela sua Constituição, quer pelo direito internacional, a respeitar os direitos dos indivíduos e a protegê-los da discriminação e da violência.

Fonte

* * * * * * *


sexta-feira, 24 de junho de 2011

Acusações selectivas


O militante ateu e adivinho nas horas vagas Ricardo Silvestre fez um postal onde se lê que a Amnesty International acusou a Igreja Católica de violação dos direitos humanos das crianças.
A Amnesty International (AI), a maior organização no mundo na defesa dos Direitos Humanos, acusou o Vaticano e a Igreja Católica de violações a esses mesmos direitos, ao falhar na protecção de crianças de abusos sexuais e também na inacção no cumprimento das leis internacionais de protecção de crianças.
Este tipo de notícia mostra como a infiltração esquerdista nas igrejas está a dar frutos. Segundo a AI, toda a Igreja Católica é "responsável" pelo que uma minoria sexual faz às crianças Católicas, pese embora o problema ser a homossexualidade dos abusadores e não a Igreja em si.

A única "culpa" que a Igreja tem é não ter expulso toda o esquerdume das suas fileiras.

A AI, como esquerdistas que são, não estão interessados no bem estar das crianças, mas sim na remoção da influência do Cristianismo no mundo. O Júlio Severo tem um post onde a AI exige (não pede, exige!) que os países sul-americanos, tradicionalmente muito Católicos e maioritariamente contra a matança de bebés em gestação, legalize o aborto.

Como os sul-americanos mais rapidamente obedecem ao Catolicismo do que às organizações internacionais, a AI decide desacreditar a Igreja.

Se a AI se preocupa com as crianças, porque é que querem forçar a matança de bebés na América do Sul? Onde estão as suas condenações aos "casamentos" infantis que são tão comuns no mundo islâmico e - devido à imigração descontrolada - também na Europa? Onde estão as suas críticas à sub-cultura homossexual, uma das causas primárias para os casos de pedofilia nas igrejas?

Por mais que os activistas o neguem, o facto é que a cultura homossexual é uma cultura que fomenta a pedofilia. Os homossexuais sabem disso e muitos nem o tentam esconder. O público é que ainda não aceitou esse facto.

Essa preferência por rapazes por parte dos homossexuais explica a desproporcional presença de homossexuais nos casos de abusos de menores, especialmente dentro das organizações cristãs.

Sempre que ficarmos a saber que um padre é acusado de abuso de menores, existe uma probabilidade na ordem dos 80% do abusador ser homossexual. O Cardeal Bartone correctamente conecta a homossexualidade com a pedofilia, embora outros cristãos estejam relutantes em fazê-lo.

Estes dados claramente mostram que a "condenação" da AI é meramente política. A sua preocupação não são as crianças mas sim a saudável influência da Igreja Católica na cultura de vida da América do Sul.

Que pena que o Ricardo Silvestre não saiba disso. Ou sabe?

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...