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sábado, 24 de outubro de 2015

Cristão acusado de "crime de ódio" por encomendar um bolo com mensagem Bíblica

Por Warner Todd Huston

As controvérsias em torno dos bolos continuam a ocorrer, mas desta vez em reverso visto que um pastor Cristão pediu a uma pastelaria "homossexual" que fizesse um bolo com uma mensagem Cristã, mas viu-lhe negado o serviço. Mas em vez da pastelaria ser alvo dum processo legal, parece que o pastor é que pode vir a enfrentar algum tipo de acção legal.

Há alguns dias atrás falamos dum pastor do Arizona chamado Joshua Feuerstein, que gere um popular canal do Youtube. Feuerstein avisou que os Cristãos estão a enfrentar um crescente ataque por parte do Estado, e eles deveriam ter atenção redobrada neste elevado clima anti-Cristão.

Feuerstein fez também um vídeo onde ele fez uma chamada à senhora Sharon Haller, dona da pastelaria com o nome de "Cut the Cake" em Longwood (Flórida) e pediu que ela fizesse um bolo que tivesse sobre ele a frase "Nós Não Apoiamos o Casamento Homossexual".

Ela recusou-se a fazer o bolo mas Feuerstein postou o vídeo da sua recusa no seu canal do YouTube. Mais tarde, Haller exigiu que Feuerstein apagasse o vídeo do canal, o que ele fez. Mas Haller voltou a colocar o vídeo online, e usou-o para atacar Feuerstein. Depois disto, a dona da loja entrou em contacto com o FBI e pediu que eles processam Feuerstein por "crime de ódio".

"Haller queixou-se de telefonemas "desagradáveis" e "gestos negativos". Ela disse que perdeu dinheiro e que estava a analisar as opções legais, salientando que telefonemas gravados são ilegais na Flórida. Segundo a Lifesite, Haller disse que ela havia entrado em contacto com o FBI tendo em vista um possível caso de crime de ódio.

"Tenho medo devido ao tipo de chamadas que temos recebido, e tenho medo que alguém me ataque em casa," disse Haller à News 13. Na internet, a pastelaria pediu ajuda: "Por favor, ajudem-nos a colocar um ponto final em pessoas como Joshua Feuerstein."

Vejamos então: os homossexuais podem causar a que os Cristãos sejam presos e causar a que as suas empresas sejam fechadas devido ao facto destes se recusarem a fazer um bolo com uma mensagem homossexual. Mas os homossexuais podem negar servir os Cristãos sem enfrentar qualquer tipo de consequência.

Torna-se cada vez mais óbvio que o único grupo que não está protegido pela lei, tal como ela é practicada hoje, são os Cristãos.

- http://goo.gl/3Yd2iz

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A violência doméstica que as feministas ignoram

Por David Garrett

No meio do constante ataque contra os homens causado pelas inflamadas estatísticas de violação e violência doméstica, ocorre um silêncio ensurdecedor. Estudos após estudos têm confirmado que as mulheres lésbicas são tão ou mais violentas que os homens que se encontram em relacionamentos heterossexuais. Mesmo assim, os média e as autoridades evitam este assunto por completo. Admitir que as lésbicas, ergo, um sub-conjunto das mulher, parecem cometer tanta ou mais violência doméstica que os homens fragiliza de forma fatal a obsessão feminista com um imaginativo controle patriarcal, bem como as suas noções distorcidas de privilégio masculino.

Muitos destes mesmos estudos afirmam que os relacionamentos homossexuais masculinos incluem tanta violência doméstica como os relacionamentos heterossexuais, mas as amostras de violência doméstica entre lésbicas são uma melhor analogia visto que as vítimas são as mulheres - tal como na maior parte das notícias envolvendo relacionamentos heterossexuais.

Como fingir um argumento anti-homem

A omissão da violência doméstica da equação é ridícula. Isto é como uma situação hipotética de impedir militantes contra o acto de se conduzir bêbado em Maine só porque há muito menos pessoas a viver por lá do que na Califórnia, ou então focar-se apenas no alcoolismo dos Americanos Caucasianos só porque os Brancos são mais do que, por exemplo, os Índios Americanos.

Se a violência é uma praga tal, como as feministas "articulam", qualquer coisa menos que falar de todo o tipo de violência é um estratagema político manipulativo e uma agenda. E a agenda aqui é atacar os homens e descrever a violência doméstica como um desporto que só é jogado pelos homens heterossexuais.

Estas mesmas estatísticas relativas à violência doméstica, que são obtidas a partir de auto-relatos, são usados para perseguir, difamar e facilmente condenar os homens. Na distorcida área das estatísticas de violação, o limiar da "agressão sexual" tem sido reduzido e caricaturado para piropos de rua e actos sexuais depois de se consumir álcool, mesmo que a mulher esteja inteiramente lúcida ou se o homem está igualmente bêbado. Sem surpresa alguma, as lésbicas recebem carta branca quando são levados a cabo estudos envolvendo questões menos amorfas e mais estritamente definidas em relação à violência (como, por exemplo, "Foi você vítima de violência por parte da sua parceira?")

Até a revista The Atlantic, que é com relativa frequência  uma miscelânea esquerdista da mais putrida diarreia mediática, reconhece que a violência entre duplas do mesmo sexo está numa situação "epidémica". Outros dados recolhidos pelas agências e pelas entidades governamentais Americanas citam 3,9 milhões de mulheres a serem vítimas de violência doméstica por parta da sua parceira lésbica. Uma vez que a proporção de lésbicas ou mulheres funcionalmente bissexuais nos Estados Unidos é estimado como sendo 20 vezes inferior que o número de mulheres heterossexuais, estes números são impressionantes.

A relutância das lésbicas em reportar

Uma das características do linguarejar das feministas é o de sempre colocar ênfase na proporção das mulheres heterossexuais que nunca reportam a violência doméstica e a agressão sexual "cometida" pelos homens. Elas assumem, sem qualquer tipo de evidência, que estes "casos" são casos provados de violência doméstica e sexual, e que, como tal, podem ser utilizados como forma de retirar dos homens os seus direitos de receber tratamento judicial adequado.

O problema com esta narrativa é a forma como ela se reflecte sobre a maneira como a violência doméstica entre lésbicas é reportada. Os estudos tais como aqueles citados nos links de cima fazem contínua referência a sub-notificação da violência doméstica dentro das duplas homossexuais, e como tal, o problema é actualmente maior.

O viés de confirmação das feministas permite-lhes usar as metodologias mais corrompidas e ténues, tais como a junção das alegadas vítimas femininas com as mulheres cujo estatuto de vítima foi estabelecido através de processos judiciais (e mesmo as alegações destas são continuamente diluídas para um drama "diz-que-disse"). Mas estas metodologias nunca são apropriadas quando os alegados perpetradores não são homens heterossexuais, e muito menos são convertidas em exigências dentro das arenas políticas e sociais.

Tal como já leram na minha recente pesquisa em torno do slut-shaming de mulheres feito por mulheres e por homens, elas são esvaziadas de capacidade de decisão quando isso envolve elas gozar e intimidar as outras mulheres, mas o homens responsabilizados e tidos como seres autónomos e actores privilegiados. O mesmo aplica-se dentro da violência doméstica lésbica: os homens heterossexuais têm escolhas, mas as mulheres que se encontram dentro de relacionamentos heterossexuais ou lésbicos têm a opressão como forma de explicar a sua violência.

O medo da perda por parte das feministas

Revelar a simetria que existe entre a violência doméstica heterossexual e a que ocorre nos relacionamentos homossexuais ameaça retirar das mãos das feministas a sua galinha dos ovos de ouro política: a fictícia e institucionalizada opressão que as mulheres sofrem causada pelos homens. Ignorar o abuso que ocorre dentro dos relacionamentos homossexuais é, portanto, obrigatório como forma de manter a sua agenda bem oleada e em movimento. As mulheres que são vítimas de violência por parte de outras mulheres salienta as escolhas pessoas que são feitas pelas parceiras que cometem abusos em áreas privadas, e não salienta um sistema público que encoraja tal violência.

Da mesma forma que a sociedade moderna confere um estatuto especial aos "gays", às lésbicas, e em particular às pessoas transsexuais, os estudos em torno da violência doméstica ilustram  forma como as feministas resolveram ignorar a comunidade lgbt como forma de preservar a sua narrativa anti-homem. Se por acaso o movimento feminista começar a receber demasiadas críticas por isso mesmo, as feministas podem sempre culpar o patriarcado por envergonhar e estigmatizar as lésbicas de forma a que elas agridam as suas parceiras. E assim o ciclo continua.

- http://bit.ly/1EIX9Qa

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O que as idiotas úteis de movimento feminista ainda não sabem é que dentro da escala de vitimismo esquerdista, a comunidade lgbt é mais "vítima" que a mulher. Logo, mal os ataques se tornem demasiado fortes, as mesmas agências oficias que "apoiam" o movimento feminista, rapidamente se retirarão do seu grupo, e colocarão todo o seu peso junto da causa lgbt.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Ditadura Homossexual: Florista idosa penalizada por não querer celebrar eventos homoeróticos

Florista Cristã Americana que se recusou a disponibilizar flores para uma cerimónia homoerótica foi condenada a pagar uma multa e despesas legais. Barronelle Stutzman tem 60 dias para pagar $1,000 por "discriminar" contra Robert Ingersoll e Curt Freed, que realizaram a sua cerimónia homoerótica em 2013.

A Alliance Defending Freedom (ADF), organização focada na defesa da liberdade religiosa e que levou a cabo a defesa da florista, disse que estas multas são apenas o princípio. Uma declaração da ADF presente no seu ite diz:

A decisão de hoje afirma a decisão legal anterior que diz que Barronelle tem que ser penalizada pela sua fé, e abdicar da sua liberdade e da sua consciência. A penalidade e as multas impostas são apenas o primeiro soco.

A ACLU, agindo em favor da dupla homossexual e estando também a processar Barronelle, pediu ao tribunal que lhes confira penalidades, honorários e custos. coisas que irão devastar financeiramente o negócio de Barronelle e os bens pessoais - incluindo a pensão e as poupanças pessoas da avó de 70 anos.

A mensagem enviada pelo procurador-geral e pela ACLU às pessoas de Washignton é bastante clara: Rendam a vossa liberdade religiosa e os direitos relativos à liberdade de expressão, ou preparem-se para enfrentar ruína pessoal e profissional

Falando para a Fox News, Stutzman desse que o procurador-geral do "Washington State" e o tribunal estavam a "intimidá-la" a fazer algo que se encontra em oposição À sua fé. Considerando a possibilidade do seu negócio fechar, ela disse:

Eles podem-se ver livres de mim mas não se podem ver livres de Deus

A advogado da ADF que se encontrava a representar Stutzman apareceu junto a ela na Fox News e criticou a conduta do procurador-geral Bob Ferguson. Kristen Waggoner disse que Ferguson havia tomado sobre si a responsabilidade de construir um caso contra Stutzman depois de ler noticias nos média, e ter passado a "perseguir-lhe implacavelmente" desde então.

Waggoner alegou que a decisão envia uma mensagem bem clara para a florista e para pessoas como ela: se por acaso vocês se recusarem a tomar parte em eventos homoeróticos, "o governo irá garantir a vossa ruína profissional e pessoal."


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Não deixa de ser bem revelador o facto destes activistas homossexuais só se focarem no Cristianismo - não no islão e nem no judaísmo. Isto, obviamente, prende-se com o facto dos activistas homossexuais serem enviados pela esquerda politica, e estes últimos terem o Cristianismo como seu inimigo principal.

Outra coisa a levar em conta é que a mulher idosa não discriminou as pessoas mas sim a natureza do evento. Se estes mesmos homossexuais requisitassem um serviço sem temática homossexual, a senhora faria-o de bom gosto.  Do mesmo modo, se um casal requisitasse um serviço com temática homossexual, a senhora recusar-se-ia a fazer, o que revela que o problema não são os homossexuais mas o homossexualismo.

Mas é claro que os média não dirão nada disto porque o seu propósito é gerar a impressão que o Cristianismo é uma fé inimiga da liberdade, o que consequentemente (e tal como é desejado) a sociedade tem que se mover ainda mais contra esta confissão religiosa.

Felizmente, a tendência pró-homoerótica Americana encontra-se em oposição ao que está a acontecer no resto do mundo, até na Europa.




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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Activistas homossexuais contra "casamento" entre dois homens

Activistas homossexuais da Nova Zelândia estão furiosos com o facto de dois homens estarem à beira de se "casar". Sim, leram correctamente. E porquê? Porque os dois homens são heterossexuais, e devido a isso, a Polícia Arco-Íris está ficar possessa.

Quando se pensava que todo esta loucura não poderia ficar pior, agora temos os homossexualistas zangados a discriminar contra pessoas que têm um outro estilo de vida.

Travis Mcintosh e Matt McCormick escreveram os seus votos de casamento ontem, transbordando de "excitação nervosa" devido ao grande dia. Os dois homens de Dunedin irão "casar" amanhã, mas o seu gesto horrorizou os grupos homossexuais. Os dois melhores amigos são heterossexuais.

Travis, um estudante de engenharia com 23 anos, e Matt, professor de 24 anos, irão dar o nó como forma de vencer a competição levada a cabo pela estação de rádio The Edge. e ganhar uma viagem atè à final do Campeonato do Mundo de Rugby que se irá realizar na Inglaterra em 2015.

Matt McCorminck disse que a oposição que se realizou ontem contra o "casamento" era compreensível mas que o par nunca teve intenção de ofender ninguém. "Nós não estamos aqui para insultar ninguém. Estamos aqui a levar a cabo o que queremos e para seguir o nosso caminho."

McIntosh disse que o casamento deles não é uma forma de troçar da instituição do casamento, mas sim "uma forma de ver o quão longe dois amigos estão dispostos a ir como forma de ganhar uma viagem até ao Campeonato do Mundo de Rugby. Já fomos buscar o nosso certificado de casamento e os nossos nervos já estão agitados."
Eles irão "casar" em frente a 60 familiares e amigos em Eden Park, Auckland. McIntosh disse que a maioria dos convidados irá viajar de Dunedin até Central Otago, pagando do seu bolso a viagem. Um celebrante irá dar legalidade vinculativa à união e James McOnie, apresentador da rede de televisão Crowd Goes Wild, será o MC 
O par afirmou que os seus votos de casamento irão falar da sua amizade e lembrar o tempo em que jogavam rugby juntos na "King’s High School" em Dunedin. Eles estavam indecisos se iriam adoptar nomes hifenizados e se iriam caminhar juntos até ao altar. A música de casamento da dupla é "Cruisin", por Huey Lewis e Gwyneth Paltrow. 
McIntosh disse que na sua opinão, o casamento irá durar pelo menos dois anos. McCormick, professor na Musselburgh School, disse que a amizade teve início depois dos dois se terem conhecido no Pirates Rugby Club em Dunedin quando ele tinha 6 anos. A sua família, tal como a familia de McIntosh, estão excitados com o casamento. "Temos 100% do seu apoio", disse McCormick.
Será que os activistas homossexuais estão a celebrar mais um caso de diversidade e amor igual? Será que eles estão entusiasmados com mais um caso de igualdade no casamento? Será que eles se farão presentes, juntando-se às festividades? Hmmm, não. Na verdade, eles estão totalmente raivosos, qualificando o que está em vias de acontecer de terrível.
No entanto, os activistas dos direitos dos homossexuais condenaram a união. Neill Ballantyne, coordenador da Students’ Association Queer Support da Universidade de Otago (Dunedin), disse que o casamento é um "insulto" porque a igualdade no casamento foi "duramente batalhada" por parte dos homossexuais. 
"Coisas como esta trivializam aquilo por qual batalhamos. A competição promoveu o casamento entre dois homens como algo negativo, como algo tão escandaloso que nunca seria levado em consideração", disse Neill Ballantyne. 
Joseph Habgood, co-presidente da LegaliseLove Aotearoa Wellington, disse que estsa competição trivializa a legitimidade dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
Temos que gostar desta notícia! Os militantes homossexuais, que têm feito tudo ao seu alcance para destruir, ridiculariar e sabotar a instituição do casamento, estão, agora, a chorar que nem bebés com o facto da sua instituição estar a ser.......destruída, ridicularizada. e sabotada.

Isto é totalmente hilariante. A guerra ao casamento e à família voltou agora para os morder - e eles não gostam. Habituem-se. Vocês começaram com isto, e agora estão-se a queixar com o facto dos vossos métodos terem progredido para a sua conclusão lógica.

Porque é que vocês homossexualistas estão a discriminar esta dupla? Vocês afirmam com frequência que o amor não discrimina, e que nós temos que ser tolerantes e acolhedores. Vocês dizem com frequência que temos que celebrar a diversidade. Vocês dizem com frequência que temos que manter o Estado fora dos quartos. Agora que as pessoas seguem o vosso conselho, vocês ficam zangadinhos.

Cresçam!

Se dois sodomitas se podem casar, então porque é que dois homens heterossexuais não se podem casar um com o outro? Porque é que vocês são contra ao que estes dois estão a planear fazer? Eles estão "apaixonados" e isso é tudo o que conta, certo? Como é que vocês podem ser tão discriminadores e e tão intolerantes por causa dà orientação sexual deles? Porque é que vocês nos querem arrastar de volta para a Idade da Pedra? Porque é que vocês são tão críticos e de mente tão fechada?

Actualizem-se, seus bebés. Estamos no século 21. Parem com a vossa intolerância, o vosso ódio e a vossa discriminação. O amor tem sempre que ser afirmado, celebrado e promovido, independente da forma que ele tome.
Fointe: http://bit.ly/1wq92Ir


sexta-feira, 18 de abril de 2014

Fazer sexo em escolas públicas não é motivo para se perder o emprego de professor.....

....desde que se faça parte de um dos "grupos protegidos" da esquerda militante.

Um painel de apelação composto por 5 membros (2 homens e 3 mulheres) determinou que é permitido aos professores terem relações sexuais nas salas de aulas sem que percam o seu emprego. Os professores têm é que ser homossexuais.

Os juízes da "Manhattan Appellate Division" ordenaram a "James Madison High School" que voltasse a aceitar as professoras lésbicas que foram despedidas depois do porteiro as ter encontrado em actividade sexual numa das salas de aulas enquanto lá fora decorria um evento escolar.

A professora de Francês Cindy Mauro, de 38 anos, e a professora de Espanhol Alini Brito, 34 anos, foram a um bar depois de terem estado na escola, e regressaram mais tarde para presenciarem a competição de voz que decorreu em Janeiro de 2011. Elas abandonaram o evento e foram para a sala 337 onde foram encontradas pelo porteiro envolvidas numa actividade sexual. Ambas estavam nuas da cintura para cima.

A escola despediu as duas, mas ambas tinham "tenure". As professoras negaram algum tipo de transgressão (afirmando que Alini precisava de algo para comer como forma de estabilizar o açucar no sangu) e processaram a escola.

Na Quinta-Feira o painel determinou que, "a penalização de término do seu emprego é chocantemente desproporcional à sua má conduta". Eles acrescentaram ainda que as professoras havia ido mais além do que as exigências da sua profissão ao tomarem parte do evento escolar, algo que "não era exigido a elas". O advogado Michael Valentine disse que, "Ambas são boas no que fazem".

A decisão legal foi assinado pelos juízes Richard Andrias, Leland DeGrasse, Helen Freedman, Judith Gische, e Angela Mazzarelli.

Bill Donohue, da Liga Católica, disse que a falta de cobertua mediática em relação a esta história com 3 anos revelou um óbvio padrão duplo:

Se dois padres tivessem sido encontrados envolvidos em actividade sexual numa sala de aula, e tivessem recebido "luz verde" por parte das autoridades católicas, isso seria a notícia mais mediática do momento, recebendo cobertura nacional. No entanto, esta história quase que nem passa o nível duma história local visto que as mulheres eram lésbicas, professoras numa escola pública, tinham obtido "tenure", condições que representam um "trio".

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Ficamos a saber portanto que os homossexualistas (lésbicas e sodomitas) têm permissão para se envolverem em actividade sexual dentro das escolas públicas, mas os heterossexuais não (e nem querem).

Isto demonstra mais uma vez que quando se pertence a um "grupo oprimido", tudo é permitido. Homossexuais, mulheres, minorias étnicas e minorias religiosas têm um estatuto mais valioso dentro da agenda esquerdista, e como tal, as suas más acções têm que ser analisadas à luz dos "anos de opressão histórica". Para um esquerdista o certo e o errado tem que ser analisados à luz da sua utilidade pragmática para o avanço da sua ideologia.





quarta-feira, 9 de abril de 2014

Quatro homens condenados no Egipto por homossexualidade

Um tribunal do Cairo, no Egipto, condenou quatro homens a penas de prisão até oito anos por terem cometido crimes de homossexualidade. Três dos homens foram condenados a oito anos de prisão, enquanto que o quarto foi sentenciado a três anos de prisão com trabalhos forçados, diz a BBC.

Os homens foram acusados de homossexualidade e de terem organizado uma festa onde se praticou o “deboche”, segundo o tribunal. A lei egípcia não proíbe a homossexualidade, mas criminaliza o “deboche”.

Porém, neste caso, o Ministério Público acusou-os de práticas homossexuais e, na queixa, descreve que um dos homens alugou um apartamento em  Nasr City , um subúrbio do Cairo , onde os homens se encontraram vestidos de mulheres.

Esta decisão por parte das entidades egípcias causou uma onda de choque nos activistas de direitos humanos, em especial A Human Rights First, que em comunicado citado pela BBC alerta para o facto de “o Egipto ser um estado determinante na Região Árabe e o que acontece no Egipto define uma tendência para todo o mundo árabe”.

A homossexualidade é pouco aceite pela sociedade egípcia, como demonstra um estudo realizado pelo Pew Research Center americano, que constatou que apenas 3% da população defende que “a sociedade deve aceitar a homossexualidade”.

O mais recente caso de um julgamento de um grupo acusado de práticas ligadas à homossexualidade  foi em 2001, quando  52 homens foram acusados de actos homossexuais e 23 destes condenados a penas de prisão e a trabalhos forçados.


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Onde estão os grupos de direitos humanos? Onde estão os actores de Hollywood a atacar os maometanos Egípcios? Onde estão as manifestações mundiais contra o anti-homossexualismo existente nos países islâmicos?

Estes mesmos grupos, que foram bem vocais e bem activos na condenação da Rússia por esta proibir propaganda homossexualista perante crianças (veja-se aqui o porquê), fazem-se notar agora pela sua ausência e pelo seu silêncio. Isto demonstra de forma be óbvia que o "movimento homossexual" não se preocupa com o bem estar dos homossexuais (se se preocupa-se, teriam os países islâmicos como alvo principal), mas sim com o avanço de ideologias e teorias que em nada estão relacionadas com o acto homossexual em si.

Felizmente que os activistas homossexuais já revelaram qual é o verdadeiro propósito do activismo homossexual.


sábado, 29 de março de 2014

União Europeia ataca países africanos (mas nada diz dos países islâmicos)

Na Quinta-Feira passada, o Parlamento Europeu votou para recomendar pesadas sanções económicas, a negação de visas, e a remoção de ajuda internacional, bem como a imposição dum isolamento da comunidade internacional às nações Africanas que se recusam a obedecer à agenda homossexual da União Europeia.

Durante o debate que decorreu no Parlamento Europeu, a socialista francesa Marie-Christine Vergiat e a MPE [Membro do Parlamento Europeu] do Partido Liberal Holandês Marietje Schaake acusaram os "evangelistas dos Estados Unidos" pelas leis pró-família na Nigéria e do Uganda.

Entretanto, na Nigéria, a Alta-Comissária das Nações Unidas pelos Direitos Humanos, Navi Pillay, deparou-se com alguma resistência nas suas tentativas de forçar o estilo de vida homossexual aos Nigerianos. Falando para a delegação das Nações Unidas na Nigéria, o Procurador-Geral da Federação da Nigéria, Mohammed Adoke, ressalvou que as leis da Nigéria "não criminalizam a orientação [sic] sexual," mas explicou que o foco da lei é a "desaprovação do 'casamento' homossexual que é um reflexo das crenças maioritárias e dos valores culturais do povo Nigeriano."

Numa pesquisa nacional levada a cabo em 2013, 92pct (porcento) dos Nigerianos inquiridos rejeitou o "casamento" homossexual. Os bispos Católicos e a comunidade muçulmana da Nigéria deram também apoio à lei como reflexo das suas crenças culturais e parte integral da defesa da saúde moral da Nigéria.

A lei, intitulada de "Lei da Proibição do Casamento Homossexual", foi assinada pelo presidente Goodluck Jonathan em Janeiro deste ano (2014). Desde então, a União Europeia, e a larga maioria das organizações internacionais, bem como as Nações Unidas, têm tentado forçar a comunidade internacional a tomar medidas drásticas como forma de impor a agenda homossexual na Nigéria bem como em outros países Africanos que têm resistido ao forcing que tem sido feito para normalizar a conduta homossexual.

A lei Nigeriana proíbe os "casamentos" e as uniões homossexuais, bem como a adopção por parte dos homossexuais e a disseminação de propaganda homossexual. Mohammed Adoke ressalvou que, longe de ser algo que os Nigerianos desejam, o promoção e a normalização do homossexualismo pode "derrubar qualquer governo, caso este brinque com a opinião da vasta maioria das pessoas."

A Alta-Comissária das ONU declarou que a lei Nigeriana "pode impedir que as pessoas lgbt recebem educação em torno do HIV, prevenção, tratamento e serviços de apoio, bem como impedir organizações sociais e grupos religiosos de implementar tai serviços." No entanto, os dados cientificos mostram que "nenhum outro grupo de tamanho comparável na sociedade é alvo de tal intensa e amplamente disseminada patologia" tal como os homossexuais.

Num dia em que o Parlamento Europeu não chegou a consenso algum em torno da imposição de qualquer tipo de sanção à Rússia pela crise geopolítica na Crimeia, parece claro que a União Europeia continuará a usar todas as ferramentas à sua disposição para tentar forçar as nações Africanas a adoptar a sua agenda homossexual, incluindo as sanções económicas.

Via: LifeSiteNews

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

ONU e Amnistia Internacional criticam lei ugandesa contra homossexualidade

A Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e a organização de defesa dos direitos humanos Amnistia Internacional criticaram hoje a promulgação pelo presidente do Uganda, Yoweri Museveni, de uma lei contra os homossexuais.

A lei "institucionaliza a discriminação contra os homossexuais e pode incentivar o assédio e a violência contra as pessoas devido à sua orientação sexual", assinala Navi Pillay, num comunicado divulgado hoje em Genebra.

"Esta peça de legislação profundamente ofensiva é uma afronta aos direitos humanos de todos os ugandeses e nunca deveria ter chegado tão longe", disse Michelle Kagari, directora adjunta para África da Amnistia Internacional (AI), citada numa notícia divulgada no "site" da organização.
Para a AI, a lei, que a organização classifica como "draconiana e prejudicial", assinala "um grave episódio na história" do Uganda.

Aprovada em Dezembro pelo parlamento, a lei promulgada hoje por Museveni altera a prevista pena de morte para prisão perpétua para o crime de "homossexualidade agravada".
Incluindo pela primeira vez as lésbicas, a lei proíbe a promoção da homossexualidade e exige que os homossexuais sejam denunciados.

A AI alerta que, ao incluir crimes como "promoção da homossexualidade", a lei irá afectar também "defensores dos direitos humanos e profissionais de saúde".

Navi Pillay considera, por seu turno, que "a reprovação da homossexualidade por alguns nunca pode justificar a violação dos direitos humanos fundamentais de todos os outros".

Referindo que a lei ugandesa viola direitos fundamentais como o direito à não-discriminação, à privacidade, liberdade de associação, reunião pacífica, de opinião e de expressão e de igualdade perante a lei, Pillay sublinha que o Uganda é obrigado, quer pela sua Constituição, quer pelo direito internacional, a respeitar os direitos dos indivíduos e a protegê-los da discriminação e da violência.

Fonte

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A hipocrisia da elite cultural ocidental

Oficial ligado ao governo do Kuwait anunciou que este país, bem como outros estados locais, irão levar a cabo testes médicos para tentar "detectar" homossexuais que tentam entrar nos estados do Golfo Pérsico.

Segundo Yousouf Mindkar, serão introduzidas novas propostas que levarão a cabo monitorizações clínicas de rotina junto dos estrangeiros que tentam entrar nos países que fazem parte do grupo "Gulf Cooperation Countries" (GCC). A entrada de pessoas que sejam identificadas como pertecendo ao grupo lgbt será então recusada. Um comité central encarregado de analisar o estatuto dos expatriados irá levar a cabo uma análise à proposta no dia 11 de Novembro.

Falando para o jornal diário local com o nome de Al Rai, o director da saúde pública da Ministério da Saúde do Kuwait afirmou que, embora os centros médicos já levem a cabo testes para apurar a saúde daqueles que entram no país, eles irão ao mesmo tempo "levar a cabo medidas mais rigorosas que nos ajudarão a detectar os homossexuais, e impedi-los de entrar no Kuwait ou em qualquer outro membro dos estados da GCC.”

Mindkar não disse no entanto como é que essa averiguação seria feita.


Actualmente, aqueles que se encontram a viver no Kuwait com idades inferiores a 21 anos, e que sejam apanhados envolvidos em actos homossexuais, enfrentam uma pena de prisão que pode chegar aos 10 anos. Os actos homossexuais são banidos em todos os países-membros da GCC (Arábia Saudita, Omã, e os Emiratos Árabes Unidos).

Há alguns dias atrás, no Omã, o jornal "The Week" foi suspenso alegadamente por ter impresso um artigo considerado simpatético em relação aos homossexuais.

O homossexualismo é ilegal em 78 países do mundo, e é ainda punível com a morte em cinco países, que incluem o Irão, o Iémen e a Arábia Saudita.


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Note-se a hipocrisia das organizações lgbt: quando a Rússia proíbe a propaganda  de "relações sexuais não-tradicionais", eles colocam a hipótese de banir os Jogos de Inverno que se aproxima (bem como deixar de visitar esse país) mas quando os países maometanos consideram impedir a presença (e não a promoção) de homossexuais, esses mesmos grupos lgbt permanecessem num silêncio sepulcral. Isto demonstra de forma cabal que o movimento homossexual em nada está relacionado com os direitos os homossexuais, mas sim com um ataque organizado à civilização Ocidental, e em especial ao Cristianismo e a tudo o que essa ideologia religiosa defende.

Se por acaso tu és homossexual, pergunta aos líderes do movimento homossexual o porquê deles não fazerem manifestações e eventos de condenação aos países islâmicos que executam quem é apanhado em actos homossexuais.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Nigéria não cede a pressões gayzistas.

O governo Nigériano colocou os países ocidentais sob aviso ao declarar que se o preço a pagar pela ajuda humanitária é a normalização da homossexualismo através da legalização do "casamento" homossexual, então esse é um preço que o país não está disposto a pagar.

A Câmaras dos Representantes da Nigéria aprovou de forma unânime  uma lei que visa banir as uniões entre pessoas do mesmo sexo, apesar das ameaças da administração de Obama e do Primeiro Ministro inglês de considerar a suspensão da ajuda humanitária se o pais não reconhecesse os "direitos dos homossexuais" e o código moral da esquerda Ocidental.

A lei impõe uma prisão de 14 anos para qualquer pessoa que tome parte ou facilte a realização dum "contrato de casamento ou união civil" entre pessoas do mesmo sexo. Demonstrações públicas de "afecto" entre pessoas do mesmo sexo podem resultar numa sentença de 10 anos de prisão. A lei proíbe também clubes e organizações homossexuais.

Mulikat Adeola-Akande, líder maioritário da Câmara, disse:

[O "casamento" homossexual] é algo estranho para a nossa sociedade e cultura, como tal o mesmo não pode ser importado. . . . Esta práctica [homossexualismo] não tem lugar na nossa cultura, nem na nossa religião, nem na Nigéria nem em qualquer outra parte de África. É algo imoral e uma degeneração da nossa cultura; condenamos isso de forma firme.

O Representante Adams Jagaba disse que os Nigerianos devem rejeitar as atitudes Ocidentais em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Nós somos um povo culturado; não podemos aceitar tudo que nos chega de outras culturas.

A Represente Nkeiruka Onyejeocha espera que a votação envie um sinal forte às nações Ocidentais de que a moral e a ética nigeriana não se encontra à venda.

A Nigeria é um país fortemente religioso onde a população se encontra igualmente dividida entre Muçulmanos e Cristãos. A legislação em torno dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo disfruta de um vasto apoio popular. A esmagadora maioria das críticas que a Nigéria recebeu vieram de fora do país, e de fora do continente africano.

Quando a lei ainda se encontrava em debate no Senado Nigeriano (no ano passado) David Cameron  afirmou que deveriam existir "condições" no esquema de ajuda humanitária, e afirmou considerar cortar a ajuda a países que não sigam a visão esquerdista Ocidental em torno do homossexualismo.

Depois da lei ter sido aprovada no Senado, a administração de Obama ordenou que as organizações de ajuda humanitária lideradas pelos EUA usassem os seus recursos para promover o homossexualismo no estrangeiro.

Por essa altura, estas ameaças e manipulações desencadearam ultraje entre os Nigerianos e entre outras nações Africanas que olharam para o ultimato como um abuso de poder remanescente da era colonial. Até o Presidente do Gana, John Atta Mills, forte aliado do Ocidente, afirmou que o seu país rejeitaria os termos se eles exigissem que os Ganeses violassem a sua moralidade:

Nunca iniciarei ou darei o meu apoio à legalização do homossexualismo no Gana. . .  Como um governo que somos, iremos agir segundo os princípios contidos na nossa Constituição, que está acima de tudo.

Agora que a lei Nigeriana foi aprovada na Câmara, ela irá ser revista ponto-a-ponto antes da lei final ser enviada ao presidente Nigeriano Goodluck Jonathan para aprovação.

Os activistas homossexualistas americanos deram início a uma petição online apelando Jonathan que use o veto para impedir o avanço da legislação.

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Mensagem para os gayzistas americanos: boa sorte em tentar convencer os africanos a normalizar o homossexualismo!


Se existe um grupo étnico ou religioso que é fortemente contra o comportamento homossexual, esse grupo são os africanos. Poderia-se colocar como grupo religioso também totalmente averso ao homossexualismo os muçulmanos, mas é difícil defender isso quando se lê coisas como esta ou esta.

Num tom mais sério, não é curioso que nunca ouvimos o Gaybama ou do Gayvid Cameron a usar a mesma metodologia com os páises islâmicos? A Administração de Obama canaliza milhões para os países islâmicos,  mas nunca ouvimo-lo a forçar esses países a aceitar o gaysamento.

Porque será?

Será que ele acha que os homossexuais negros são mais valiosos que os homossexuais árabes? Será que ele não se importa com o que acontece com os homossexuais árabes e muçulmanos? Porque será que a ONU força os países do Ocidente a normalizar o homossexualismo, mas está absolutamente silenciosa com o tratamento que os mesmos homossexuais recebem nos países islâmicos?

Onde está a lógica por trás deste comportamento? Qual é a teoria que une este factos de forma coerente e lógica?

Irão
Infelizmente, o homossexual comum vê estas coisas mas não soma 2 + 2 para se aperceber que ele está a ser manipulado; os activistas homossexuais não se preocupam com o bem estar dos homossexuais (por isso é que não dizem nada, ou pouco dizem, dos enforcamentos de homossexuais que ocorrem nos países islâmicos). O activismo homossexual não é um movimento que visa melhorar a condição dos homossexuais, mas sim um movimento que usa as aspirações de alguns homossexuais como forma de avançar com uma ideologia política esquerdista.

A teoria política/cultural que une estes factos de forma coerente é o Marxismo Cultural - a subversão da cultura ocidental tendo em vista a alteração das normas sociais de modo a que a sociedade ocidental fique "pronta" para ser dominada pela elite esquerdista.

Esta agenda Marxista Cultural não avança de igual modo no mundo islâmico porque essa áreas estão "entregues" à Irmandade Muçulmana - grupo que, segundo alguns, faz parte da Nova Ordem Mundial.

No Ocidente, o activismo homossexual é uma das armas que essa Nova Ordem usa para destruir a ordem social; quando este propósito estiver realizado, o activismo homossexual, tal como o activismo feminista, será literalmente esmagado pelas mesmas pessoas que o financiavam.

Por isso é que Obama pode "defender" os "direitos" homossexuais no Ocidente, mas ficar em silêncio total com o que ocorre aos homossexuais árabes/muçulmanos. Também por isso, David Cameron critica os países africanos por estes criminalizarem o comportamento homossexual, mas nada diz dos homossexuais que são mortos por muçulmanos no seu próprio país.

No meio disto tudo, quem fica a perder com o avanço da agenda homossexual são os próprios homossexuais; se a NOM for bem sucedida, a sociedade perderá a cultura Cristã, e o valor da vida humana passa a ser aquele que a NOM quiser. E uma vez que a NOM quer perdurar no tempo, eles vão promover a reprodução, ao mesmo tempo que eliminam quem quer que se levante para perturbar a "ordem" social que estiver, então, em vigência.

Portanto, os homossexuais que dão o seu apoio ao activismo gay estão, literalmente, a cavar a própria cova.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O presente de Natal

CAMPALA, 13 Nov (Reuters) - A presidente do Parlamento de Uganda disse que pretende dar de "presente de Natal" ao país africano a aprovação de uma lei que institui penas duras contra a homossexualidade.

O projecto inicialmente previa a pena de morte para os gays, mas essa possibilidade foi retirada diante da forte reação internacional, inclusive do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para quem o projecto é "odioso".

Apesar disso, a versão que se encontra actualmente no Parlamento prevê duras penas de prisão, inclusive a perpétua, para pessoas que sejam condenadas por serem homossexuais.

O projecto obriga o veterano presidente Yoweri Museveni a buscar um equilíbrio entre as reivindicações de igrejas evangélicas e as críticas de alguns doadores internacionais que ameaçam retirar sua assistência financeira a Uganda.

"Os ugandenses querem essa lei como presente de Natal. Eles a pediram, e nós lhes daremos esse presente", disse a deputada Rebecca Kadaga à Reuters nesta terça-feira.

O projecto encontra-se actualmente numa comissão parlamentar, mas Kadaga, como presidente da Câmara, pode pedir mais pressa na sua passagem ao plenário.

A prática homossexual já é crime em Uganda, bem como em 36 outros países africanos. O novo projecto pune também a "promoção" dos direitos dos homossexuais, bem como qualquer um que "financiar ou patrocinar da homossexualidade" ou tiver "cumplicidade" com a prática.


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A hipocrisia é gritante. Nos países muçulmanos os homossexuais  são executados publicamente, mas Obama e as organizações dos "direitos humanos" permanecem em silêncio. Por outro lado, os países africanos estão a CONSIDERAR dificultar a normalização do homossexualismo, e isso já é suficiente para eles serem alvos de críticas.

Isto demonstra de forma mais ou menos óbvia que o activismo homossexual não tem nada a ver com os genuínos direitos dos homossexuais, mas sim com uma agenda política específica. 

As pessoas que se levantam contra o activismo homossexual não a estão levar a cabo qualquer tipo de actividade que seja realmente prejudicial para os gays visto que esse activismo não tem em vista o bem estar dos homossexuais, mas sim o uso político dum estilo de vida sexual que, na melhor das hipóteses, deveria ser mantido na privacidade dos quartos, saunas e bares gays dos practicantes.

domingo, 25 de março de 2012

Hotel exclusivamente para homens

São Paulo ganhará, no dia 30 de Abril, um hotel dedicado exclusivamente ao público gay masculino que visita a capital. O Chilli Pepper Single Hotel ficará num prédio de 2,3 mil metros quadrados na Largo do Arouche, 610, no centro, onde antes funcionava uma agência bancária.

Com a proposta de aliar lazer e hospedagem rápida ao público homossexual, ele terá uma regra clara: mulheres, mesmos as lésbicas, não entram. Segundo o empresário do sector hoteleiro e jornalista Douglas Drumond, de 40 anos, o conceito do local é preencher lacunas existente hoje na rede de hotéis da cidade, que na sua visão, ainda não atende bem os gays.

“Não existe nenhum hotel ‘gay friendly’ em São Paulo, nem durante a Parada (do Orgulho GLBT)”, diz ele, que é presidente da Câmara de Comércio LGBT e conselheiro da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (Cads), vinculada à Secretaria de Participação e Parceria do Município.

Vindo de uma família que já lidava com hotelaria, em Belo Horizonte, Drumond diz que só se sente confortável em um hotel na cidade – o Intercontinental, nos Jardins. Depois de anos observando o tratamento dado aos gays no Brasil e no mundo, resolveu fazer algo a respeito.

O estopim para levar o projecto adiante ocorreu no ano passado, depois do fechamento da Sauna 269, nos Jardins, conhecida como um dos mais tradicionais redutos de homossexuais da cidade. A sauna foi fechada em Julho, porque a proprietária pediu o imóvel de volta.

Um mês depois, Drumond comprou um prédio do banco HSBC, aproveitando-se de sua localização: o Largo do Arouche já é tradicionalmente frequentado pelo público gay. O edifício de três andares foi comprado por R$ 5 milhões e outros R$ 2,8 estão sendo investidos, inicialmente, em reformas do hotel, que ainda tem dois terços para ser concluído.

Com três andares, ele terá visual “tecnológico”, segundo Drumond, que diz ter se inspirado em hotéis japoneses. Serão 113 quartos modulares, “caixas” individuais de madeira de 2 metros por 1,60, sem teto, com cama de solteiro e televisão de LCD, com diária estimada em R$ 120.

Haverá ainda duas suítes com banheiros privativos e três presidenciais, com custo estimado em R$ 1,5 mil. Quem não quiser pernoitar, como visitantes da Parada Gay, poderá alugar um armário no térreo por R$ 60 para deixar suas coisas, com direito a banho.

O ambiente interno deverá lembrar um avião, com cores que imitam as da companhia aérea espanhola Ibéria – preto, amarelo, cinza e laranja –, televisores espalhados e som abafado pelo ar-condicionado, que deve reduzir a falta de privacidade causada pela ausência de tecto dos quartos menores.

A iluminação será indireta e no tom âmbar e haverá requintes valorizados pelo público gay, como aromatização do ambiente com essência de capim limão. Apesar disso, afirma Drumond, o ambiente não será hostil a heterossexuais, que têm entrada liberada. “Eles devem ser 20% do público”, diz Drumond, que acredita existir um nicho de homens que não se importará de estar num ambiente gay, onde se pode nadar ou pegar uma sauna nu.

Para dar conta dos mais animados e evitar constrangimentos, haverá 40 cabines no segundo andar para encontros íntimos. O Chilli Pepper deve ter cerca de 60 funcionários directos, divididos igualmente entre gays, transexuais e héteros, que devem ficar na manutenção.

Mulheres poderão trabalhar no hotel, mas não frequentá-lo. “O atendimento é direccionado para o público masculino. Se vier uma mulher, não será bem atendida, então não deixo ela entrar. Prefiro atender bem.”

Fonte - Via

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Sem dúvidas que o lobby feminista vai iniciar um processo crime contra este óbvio caso de descriminação contra as mulheres. Ou não?

Onde se lê "se vier uma mulher, não será bem atendida", substituam "mulher" por "negro", "judeu", "deficiente" ou outra minoria qualquer para verem como isto é um óbvio caso de intolerância e descriminação.

Porque é que o lobby gay pactua com descriminação feita por homens homossexuais mas ao mesmo tempo afirma ser contra a "descriminação"?

Onde estão a feministas quando as mulheres precisam delas? Ou será que a aliança política entre feministas e lobby gay é mais importante que combater o preconceito contra mulheres?

Como é cada vez mais óbvio, os grupos que se alinham com a esquerda militante são os grupos mais preconceituosos e discriminadores que existem nas sociedades ocidentais. No entanto, como é uma descriminação que ajuda o esquerdismo, as mesmas pessoas que se insurgem cada vez que o sangue dos homens homossexuais é justificadamente rejeitado pelos bancos de sangue, ficam silenciosas quando os mesmos homossexuais se recusam a assistir mulheres.

Esquerdismo, o teu nome é hipocrisia.

domingo, 27 de novembro de 2011

Esquerdistas americanos atacam russos por estes proibirem promoção da sodomia entre os jovens de São Petersburgo

Na passada 4-Feira a administração do marxista Obama denunciou uma lei russa que impõe multas a quem promover a propaganda homossexual entre menores na cidade de São Petersburgo. A administração esquerdista defende que "os direitos gay são direitos humanos os direitos humanos são direitos gay".

Nenhum membro da administração esquerdista americana foi no entanto capaz de identificar um único documento em torno dos direitos humanos que envolva preferências sexuais (um comportamento humano e não um "direito" humano).

Apelamos aos oficiais russos que garantam estas liberdades e promovam um ambiente que promova o respeito pelos direitos de todos os cidadãos.
Nenhum direito é violado quando se impede a promoção da sodomia entre jovens e crianças. Dado que a sodomia é um comportamento quase tão (ou mais) auto-destrutivo que fumar, é perfeitamente normal que uma cidade responsável não queira que os seus jovens sejam mal influenciados e caiam nesse vício terrível.

A declaração americana afirma que eles (os esquerdistas que actualmente controlam o governo americano) estão "profundamente preocupados" pela lei proposta pela facção "United Russia" (Rússia Unida). O texto contido foi aprovada na primeira leitura realizada na semana passada no parlamento da cidade e precisa de ser aprovada em mais duas leituras antes de se tornar em lei.

Segundo esta lei, qualquer pessoa que comete "actos públicos" em promoção da homossexualidade, bissexualidade ou identidade transgénera entre menores, poderá pagar até 3,000 rublos (cerca de 71,77 euros). Ao mesmo tempo, qualquer organização que o faça pode pagar entre 10,000 a 50,000 rublos.

A lei não define o que é um "acto público" e isto leva a que os activistas homossexuais afirmem que isto pode ser usado para impedir os eventos de "orgulho" sodomita, que são (felizmente) regularmente banidos na Rússia.

Ao mesmo tempo, a lei impõe as mesmas multas a quem promova a pedofilia, tacitamente equivalendo a pedofilia com a homossexualidade. Esta última foi descriminalizada em 1993 durante a presidência de Boris Yeltsin.

De facto, é "estranho" que as pessoas frequentemente associem a pedofilia à homossexualidade. O facto dos homossexuais estarem desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores certamente que nada teve a ver.

Os esquerdistas americanos dizem ainda que:

Os [esquerdistas dos] EUA colocam grande importância no combate à descriminação contra os membros da comunidade LGBT e todos os grupos minoritários.
Excepto se esses grupos forem Cristãos, ou se o país que criminalize a sodomia seja um país islâmico. Nestes casos, os marxistas culturais não vêem "grande importância no comabte à descriminação".

Curioso também que a Hillary Clinton fale com tanta arrogância em defesa de tais "direitos humanos" quando está no ocidente, mas se esqueça dos mesmos quando está de visita a países não-Cristãos. Mas quem disse que os esquerdistas têm alguma aliança com a lógica e a coerência?

Escusado será dizer que os russos não ligam nenhuma ao que Obama diz. Aliás, pelo que se soube em tempos recentes, Obama não é muito popular na Rússia.

Fonte

terça-feira, 22 de março de 2011

Homossexuais não atacam mesquitas

Este post é especialmente dedicado a quem pensava que os actos de terror perpetuados pelos homossexuais contra os cristãos é apenas devido ao facto de eles (Cristãos) terem votado contra a Prop 8, na Califórnia.

A história por trás do terrorismo homossexual é simples: Há algum tempo atrás, e por decisão judicial (não pela vontade dos eleitores), o "casamento" homossexual foi legalizado na Califórnia. Como resposta a esta decisão, a "Proposition 8" foi escrita como forma de rebater os 4 juízes que ignoraram a vontade do povo californiano no que toca à definição de casamento.

De acordo com este site, a "Prop 8" ganhou (52% a favor, 48% contra). Isto deveria ser o final da história, mas, para alguns, o processo democrático não é o suficiente.

Enfurecidos com o resultado da votação, os activistas homossexuais direccionaram o seu ódio contra aqueles que mais votaram a favor da Prop 8: afro-americanos, mórmons, e cristãos.


Um dos comentadores afirmou que os cristãos não estavam a ser atacados pelos homossexuais devido ao facto de serem cristãos, mas sim devido ao facto de terem votado a favor da Prop 8. Na altura foram fornecidas evidências que isso não era bem assim.

Evidências agora levantadas confirmam que a raiva dos homossexuais é selectiva. Sabe-se agora que os muçulmanos votaram na sua esmagadora maioria contra o "casamento" homossexual, e a favor da Prop 8. No entanto, os homosexuais não atacaram as mesquitas da mesma forma que atacaram as igrejas. Porquê?

Se, como disse o comentador, a razão da raiva homosexual era puramente devido ao sentido de votação dos cristãos, e não porque eles eram cristãos, porque é que os homossexuais não atacam os muçulmanos, que votaram da mesma forma que os cristãos?

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