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terça-feira, 4 de março de 2014

Uganda resiste ao imperialismo gayzista

Uganda está disposta e prescindir da ajuda internacional como forma de manter intacta a sua lei contra o comportamento homossexual, e "poupar os homossexuais da condenação", afirmou o ministro da ética desse país, depois do Banco Mundial ter seguido o exemplo de outros doadores e ter "congelado" um novo empréstimo de 60 milhões para o país.

"Não vacilaremos em relação a isto; queremos libertar este país do homossexualismo e se isso significa que estas pessoas  - Obama, Hague, quem quer que seja - queiram parar com a ajuda humanitária, então que seja," afirmou Simon Lokodo ao The Telegraph.

Não precisamos disso, e nem morreremos pobres; pelo menos seremos capazes de salvar estas pessoas da condenação. O homossexualismo não pode ser acomodado na nossa cultura. Assumimos essa posição porque isto é uma democracia e é isso que o povo quer.

Yoweri Museveni, presidente do Uganda, assinou o Projecto de Lei Anti-Homossexualismo, causando imediatamente um ultraje junto das nações Ocidentais. O Banco Mundial anunciou na Quinta-Feira que iria suspender 60 milhões de Libras do novo empréstimo para serviços de saúde enquanto os seus peritos analisam se a nova legislação "afecta negativamente" a estretégia de desenvolvimento.

A Dinamarca, a Holanda e a Noruegua congeralam a ajuda humanitária ao governo de Museveni. A Administração de Obama esta a "rever a relação" com o Uganda devido à nova lei - lei essa que John Kerry comparou com Nacional Socialismo e com o "apartheid".  Mas o Sr. Lokodo, uma antigo pastor evangélico cujo apoio às leis contra o homossexualismo lhe ajudaram a obter um emprego como ministro da ética e da integridade, não exibiu qualquer sinal de retrocesso:

Porque é que pediríamos desculpas? Esta é a nossa escolha, e não a escolha das pessoas de fora... Perguntamos a peritos especializados e a cientistas e eles apuraram que o homossexualismo não está presente na altura do nascimento - é aprendido, é escolhido, e logo, é estimulado por alguém. Aqueles que recrutam para o seu homossexualismo menores, crianças, com promessas de prendas e dinheiro, são intoleráveis, e a lei existe e vamos passar a prendê-los. Eles ficarão na cadeia para toda a vida.

O President Obama e o Sr Kerry eram “inconsistentes” por darem o seu apoio aos direitos dos homossexuais mesmo não sendo eles mesmos homossexuais, disse o Sr Lokodo. Ele acrescentou ainda que preferia "morrer do que beijar um homem".

Estes ocidentais - Obama e Kerry - são eles mesmos casados com mulheres, no entanto querem-nos dizer que os homens se devem casar com outros homens. Se isto é assim tão importante, porque é que Obama não se casa com um homem? Não venham para a minha casa e me digam como é que eu devo viver, que comida devo comer, o que fazer, visto que eu não vou para a casa deles e lhes digo o que fazer. Isso é ilógico,

O porta-voz da DFID [Department for International Development] afirmou:

O Reino Unido opõe-se de forma bem vincada e estamos profundamente  desapontados com a proposta de lei que foi assinada. Nenhum país escapará da pobreza a menos que suporte os direitos humanos e crie uma sociedade igual. O Reino Unido acabou com o seu orçamento directo de apoio ao governo do Uganda no ano passado. O Reino Unido só disponibiliza apoio directo a outros governos quando eles cumprem um conjunto específico de princípios, incluindo o apoio aos direitos humanos.

 Alguns activistas lgbt do Uganda colocaram algumas reservas ao fim da ajuda humanitária. Sam Ganafa, líder da organização homossexualista Spectrum Uganda, afirmou:

Os cortes na ajuda afectam todas as pessoas do Uganda, mas eles irão culpar as pessoas lgbt por isso.



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Obviamente que este "ultraje" da comunidade internacional é hipocrisia porque os países islâmicos enforcam os homoeróticos mas isso não causa a que eles recebam este tipo de tratamento por parte de Obama, Kerry ou o Reino Unido.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

ONU e Amnistia Internacional criticam lei ugandesa contra homossexualidade

A Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e a organização de defesa dos direitos humanos Amnistia Internacional criticaram hoje a promulgação pelo presidente do Uganda, Yoweri Museveni, de uma lei contra os homossexuais.

A lei "institucionaliza a discriminação contra os homossexuais e pode incentivar o assédio e a violência contra as pessoas devido à sua orientação sexual", assinala Navi Pillay, num comunicado divulgado hoje em Genebra.

"Esta peça de legislação profundamente ofensiva é uma afronta aos direitos humanos de todos os ugandeses e nunca deveria ter chegado tão longe", disse Michelle Kagari, directora adjunta para África da Amnistia Internacional (AI), citada numa notícia divulgada no "site" da organização.
Para a AI, a lei, que a organização classifica como "draconiana e prejudicial", assinala "um grave episódio na história" do Uganda.

Aprovada em Dezembro pelo parlamento, a lei promulgada hoje por Museveni altera a prevista pena de morte para prisão perpétua para o crime de "homossexualidade agravada".
Incluindo pela primeira vez as lésbicas, a lei proíbe a promoção da homossexualidade e exige que os homossexuais sejam denunciados.

A AI alerta que, ao incluir crimes como "promoção da homossexualidade", a lei irá afectar também "defensores dos direitos humanos e profissionais de saúde".

Navi Pillay considera, por seu turno, que "a reprovação da homossexualidade por alguns nunca pode justificar a violação dos direitos humanos fundamentais de todos os outros".

Referindo que a lei ugandesa viola direitos fundamentais como o direito à não-discriminação, à privacidade, liberdade de associação, reunião pacífica, de opinião e de expressão e de igualdade perante a lei, Pillay sublinha que o Uganda é obrigado, quer pela sua Constituição, quer pelo direito internacional, a respeitar os direitos dos indivíduos e a protegê-los da discriminação e da violência.

Fonte

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