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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Estudo confirma correlação positiva entre aceitação do homossexualismo e o aumento da pedofilia homoerótica

Num novo estudo baseado em reportagens provenientes da Google News, o controverso cruzado que batalha pelos valores familiares, Paul Cameron, afirma que encontrou evidências de que sempre que as atitudes sociais e políticas em relação ao homossexualismo são positivas, os crimes sexuais com elementos homossexuais são mais numerosos.

Cameron, que lidera o Family Research Institute sediado em Colorado Springs e que publicou os seus resultados na semana passado em Roma, esperando com isso influenciar o Sínodo Extraordinário sobre a Família que tem os líderes Católicos de todo o mundo na Cidade Eterna, disse o seguinte ao site LifeSiteNews:

A Igreja Católica está a fazer algo muito importante. Espero que eles levem em consideração esta informação. Creio que serei considerado um Protestante Evangélico, mas o que acontece dentro do Cristianismo no seu todo, é importante para mim.

A equipa de pesquisa de Cameron analisou 3,000 notícias retiradas da Google News em torno de molestações sexuais reportadas em países tais como a China, o Taiwan, a Rússia, a Moldávia, o Reino Unido, a Itália, a totalidade da União Europeia, o Canadá e os Estados Unidos. Cameron afirma que o estudo revelou um correlação clara e positiva entre a aceitação do homossexualismo (através duma gama de países) com a proporção de crimes sexuais de natureza homossexual.

Assim, apenas 5 porcento das molestações na China eram de natureza homossexual, país onde o homossexualismo é menos aceite. Mas na vizinha Taiwan, com uma história cultural e etnia similares, mas que, segundo Cameron, é ao mesmo tempo, o "líder asiático" dos direitos dos homossexuais, "30 porcento das crianças vítimas abuso sexual haviam sido vitimizadas em actos de natureza homossexual."

Entretanto, na Rússia, outro país hostil ao homossexualismo, 20 porcento da violência sexual contra crianças era de cariz homossexual, enquanto que nos países simpatéticos com o homossexualismo essa proporção era maior: no Reino Unido, 59 porcento dos abusos sexuais infantis eram de natureza homossexual, na Itália o número era de 60 porcento, no Canadá 82 porcento. Nos mais conservadores Estados Unidos o número era de 51 porcento.

Embora os activistas homossexuais ainda não tenham reagido ao estudo, eles já declararam no passado a inexistência de algum tipo de correlação entre o homossexualismo e os crimes sexuais, e já rejeitaram as pesquisas passadas de Cameron. O Prof. Gregory Herek, uma celebridade entre os académicos homossexuais, docente na Universidade da Califórnia, e autor de tais livros como "Stigma and Sexual Preference", já comentou pesquisas anteriores de Cameron, afirmando que "os seus dados de pesquisa estão sujeitos a tantas falhas metodológicas que os tornam virtualmente insignificantes. Mesmo assim, as suas declarações são por vezes citadas por organizações anti-homossexuais nas suas tentativas de estabelecer uma ligação entre a homossexualidade e o abuso sexual de crianças."

No seu site, e durante as últimas décadas, Herek tentou desacreditar numerosos estudos que fazem uma ligação entre o homossexualismo e o abuso de crianças, alegando que a violência sexual de homem para homem nem sempre é homossexual [??], e que os predadores sexuais condenados não são necessariamente representativos dos predadores sexuais "não-capturados", e nem da população homossexual adulta generalizada.

Outros cientistas fizeram também críticas a Cameron. Um respeitado pesquisador do comportamento sexual criminoso, o Canadiano Dr. Vernon Quinsey, professor emérito de psicologia na Queen’s University em Kingston, Ontário, colocou vincadamente em causa o actual estudo extraído da Google News. Quinsey disse ao site LifeSiteNews através duma troca de email, que vários factores tornam o estudo problemático. O facto de se colocar no mesmo conjunto todas as vítimas pré-púberes e pós-púberes é algo que ele qualificou de "inescusável". De igual modo, Quinsey alegou que o que Cameron tem em mente com as palavras "abuso" e "molestação" não foi definido, o que faz com que casamentos infantis e prostitutos com 17 anos não sejam distinguidos do incesto convencional ou das vítimas de agressão.

Mais sério, segundo Quinsey, era a dependência de notícias como forma de recolher dados, visto que o processo de atribuição e escrita de notícias é subjectivo:

Se as pessoas têm atitudes negativas em relação à homossexualidade, eles são mais susceptíveis de reportar crimes homossexuais do que crimes heterossexuais, mesmo que tais crimes sejam semelhantes em natureza.

Cameron respondeu às objecções de Quinsey, afirmando que a sua equipa de pesquisa usou a definição legal de criança, que cobre ambos os lados da puberdade. Ele alegou também que muitos predadores "molestaram crianças am ambos os lados desta divisão teórica". Quanto ao que era um crime sexual contra uma criança, a equipa deixou que os “algoritmos da Google determinassem a base de dados", afirmou ele.

Em resposta à queixa final de Quinsey em torno dum viés na redacção de notícias, Cameron afirmou que "pode existir algo dessa natureza." No entanto, Cameron alegou que qualquer viés jornalístico provavelmente iria colocar-se contra as conclusões do seu estudo, "visto que os média dos países Ocidentais são conhecidos pelo seu víes pro-homossexualismo" e podem tender a censurar referências homossexuais.

Cameron tem muitos apoiantes entre as organizações dedicadas a defender os valores familiares tradicionais, um deles sendo Brian Clowes, pesquisador junto da Human Life International:

Eu sou levado a concordar com o Dr. Cameron.

Clowes levantou as mesmas questões no seu estudo de 2005, "Child Molestation by Homosexuals and Heterosexuals", (Homelitic and Pastoral Review, May, 2005). Nele, Clowes e o seu colaborar Brian Sonnier listaram muitos estudos académicos que demonstravam uma ligação entre o abuso sexual e o homossexualismo.

Um desses estudos, feito pelo renomeado pesquisador de sexualidade depravada, o Checo-Canadiano Karl Freund, citou 17 estudos anteriores demonstrando que, embora os agressores sexuais masculinos cometam duas vezes mais crimes "heterossexuais" (contra vítimas femininas menores) do que os crimes "homossexuais" que eles cometem contra machos que ainda são menores, o número de homens heterossexuais adultos na população geral é vinte vezes maior que o número de homens homossexuais.

Isto significa que o homossexualismo está desproporcionalmente representando nos crimes sexuais contra crianças.

Clowes disse ao LifeSiteNews que fez esse estudo porque "grupos homofílicos Católicos tais como Dignity USA estavam a negar a existência de alguma evidência científica conectando o homossexualismo com o abuso sexual. Eu descobri que isso não era de todo verdade."

Mas o que dizer do estudo do John Jay College em torno do escândalo dos abusos do clero? Comissionado pelo U.S. Conference of Catholic Bishops, a equipa de John Jay estudou os registos das dioceses da maior parte do Estados Unidos, e apurou que 80 porcento dos padres sexualmente abusadores eram machos, mas concluiu que o homossexualismo não era a causa. Clowes respondeu:

Os dados do seu relatório claramente mostram a conexão. Só posso concluir que eles foram intimidados a declarar uma conclusão diferente.

A intimidação por parte do lobby homossexual é um factor enorme dentro do mundo académico, afirmou Clowes, acrescentando que ninguém sabe isto melhor que o Dr. Cameron:

Ele viu a sua reputação a ser manchada de forma brutal.

Entre os ataques estavam acusações de que a sua pesquisa era de má qualidade, que a mesma não aparecia em jornais científicos revistos por pares, que ele odiava os homossexuais, e que ele havia sido "expulso" da American Psychological Association devido a estas ofensas. Todas estas alegações são falsas, afirmou Clowes. O que é verdade é que o Southern Poverty Law Center, sediado no Alabama, qualificou a Family Research Institute de Cameron de intolerante, acusação que foi feita a todos os grupos sem fins lucrativos Americanos que defendem os tradicionais valores Cristãos e familiares.

Clowes especulou que a ligação entre o homossexualismo e o abuso de menores seja o facto de ambos procederem dum desenvolvimento sexual incompleto. Cameron afirma que não sabe o porquê desta ligação existir, mas diz que a mesma estende-se para o passado, até ao tempo dos Gregos clássicos. Ele explica também os dados por ele apurados - que países que mais aceitam o homossexualismo testemunham uma maior percentagem de homossexualismo nas taxas dos seus crimes sexuais - com uma palavra: "acesso".

Actualmente, em países mais simpatéticos em relação ao homossexualismo, tais como a Europa Ocidental e a Commonwealth Britânica, os homossexuais podem ser professores, pastores, treinadores, líderes de Escuteiros, pais adoptivos, disse ele, alegando que uma maior oportunidade está a gerar mais casos criminosos.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mais um activista homossexual acusado de abusar um adolescente

O fundador da maior organização de activismo homossexual dos Estados Unidos foi preso e acusado de sexualmente abusar (pelo menos) um rapaz adolescente. Terrance Bean, de 66 anos e que fazia parte da organização Human Rights Campaign foi levado da sua casa para custódia pela Unidade de Crimes Sexuais da Polícia de Portland, Oregon, depois de ter sido indiciado por um Lane County Grand Jury. Ele foi preso na Multnomah County Jail e libertado depois de ter pago 10% da sua fiança de $50,000.

Bean enfrenta agora duas acusações de sodomia de terceiro-grau, um crime, e uma acusação de abuso sexual de terceiro-grau, um delito. As acusações ganharam forma através duma investigação em curso que envolve um encontro sexual com um rapaz de 15 anos. A polícia declara que podem existir mais vítimas e que mais ordens de prisão podem ser emitidas como parte da investigação.

O porta-voz da polícia, o Sargento Pete Simpson, disse o seguinte ao The Oregonian:

A investigação teve início em Portland mas o episódio criminoso ocorreu em Lane County.

Detalhes adicionais relativos ao assunto são escassos, mas o vizinho Jeff Warila disse à televisão local KOIN que viu Bean a trazer jovens homens para a sua casa, e que conseguia vê-lo envolvido em actos sexuais através da janela.

Em Junho último, a publicação Williamette Week reportou que Bean e um dos seus jovens amantes homossexuais, Kiah Lawson, de 24 anos, entraram numa disputa depois do homem ter reparado que Bean havia colocado uma câmara por cima da cama como forma de registar os actos sexuais que ele tinha com os homens. A reportagem prossegue:

Bean diz que durante o ano passado apaixonou-se por Lawson. Bean pagava-lhe $400 por semana em mesada, colocou-o numa das suas casas, e levou-lhe para as suas viagens internacionais. Durante o ano passado, Bean trouxe Lawson para a Casa Branca e apresentou-lhe o presidente Obama.

No mês de Janeiro, diz Lawson, ele descobriu que Bean tinha uma câmara oculta no detector de fumo que se encontrava por cima da cama, na casa que Bean tinha em West Hills. Lawson usou esta informação para tentar extrair dinheiro de Bean, alegando que a câmera havia registado vídeos "de pelo menos meia dúzia de indivíduos envolvidos em actos íntimos contigo". Lawson alega que ele encontra-se presente em mais do que um vídeo.

Registos revistos pelo WW mostram Bean a tentar resolver o assunto dando $40,000 em troca das imagens que Lawson tinha na sua posse, e em troca do compromisso deste último de nunca revelar os "alegados encontros sexuais ilícitos" de Bean, mas o acordo foi colocado de parte, e mais tarde Bean tentou acusar Lawson de roubo e extorsão. 


A Human Rights Campaign, que Bean fundou no ano de 1980, é tida como o maior grupo de defesa homossexual na nação, tendo mais de 1,5 de milhões de apoiantes. Para além disso, Bean fundou também o Gay and Lesbian Victory Fund, e era um dos maiores doadores do Partido Democrata [esquerdistas] de Oregon, especialmente em torno das contribuições financeiras para os esforços de eleição de Barack Obama, cujos valores, segundo se sabe, passaram o milhão de dólares.

Kristen Winemiller, advogada de Bean, declara que as acusações criminais que ele enfrenta fazem parte duma armadilha: 

Terry Bean é um líder comunitário altamente respeitado que dedicou a sua vida no melhoramento da nossa comunidade. Durante o decorrer de vários meses em 2013-2014, Terry foi vítima duma extorsão liderada por vários homens conhecidos pelos agentes policiais. Esta prisão recente está associada à investigação em curso dum caso onde o senhor Bean colaborou por inteiro. Nenhum acusação feita contra Terry Bean deve ser levada a sério. Estamos ansiosos pela oportunidade de ilibar o seu nome.

Mas Scott Lively, do grupo Defend the Family, afirmou que não está surpreendido com a acusação feita a Bean:

Terry Bean era o fundador da Human Rights Campaign, a maior e a mais agressiva organização homossexual provavelmente do mundo inteiro - pelo menos dos Estados Unidos - e ele foi preso por pederastia, que obviamente é o sexo homem/rapaz. Eu já demonstrei através das minhas pesquisas que a pederastia encontra no centro da cultura homossexual. Nem todos os homossexuais se envolvem em pederastia mas ela é mais ou menos um tema central do homossexualismo masculino.


* * * * * * *

Claro que as pessoas mais informadas rapidamente se apercebem que são estes mesmos pederastas que se encontram dedicados a abusar de rapazes Católicos, e são os mesmos que formam um poderoso lobby dentro da Igreja Católica (tendo em vista a sua subversão interna).

Como diz Lively, a cultura homoerótica masculina tem a pederastia como tema central, e como tal, não pode ser surpresa para nós o facto dum elevado número de activistas homossexuais serem frequentemente acusados de abusar adolescentes..

terça-feira, 29 de julho de 2014

Homem espanca homossexual

O pai dum rapaz de 11 anos espancou um homossexual até o deixar inconsciente depois de o ter apanhado a violar o seu filho. Depois chamou a polícia. O pai, que não foi identificado por nome, chegou a casa e encontrou Raymond Frolander, homossexual de 18 anos, na cama com o seu filho. Frolander foi severamente espancado e arrastado para a sala de estar antes do pai da criançar ligar para o 911:

Cheguei a casa e dei com um homem adulto a molestar [o meu filho]... Deixei-o totalmente ensanguentado para vocês da polícia.

A pessoa que atendeu a chamada perguntou, "Você usou alguma arma?" ao que o pai respondeu:

Só os meus pés e os meus punhos. Não lhe fiz qualquer tipo de perguntas. Ele está desmaiado no chão, prontinho para vocês da polícia. Arrastei-o para a sala de estar. [Quando cheguei ao quarto] Ele pôs-se de pé, e as suas calças estavam pelos seus tornozelos; nada mais era preciso dizer. Fiz o que tenho o direito de fazer, excepto que não o matei. Mandem uma ambulância porque ele vai precisar duma.

O homossexual foi então tratado e libertado do hospital antes de ser transferido para a prisão de "Volusia Count", onde ele foi questionado pela polícia. Frolander, que apareceu no tribunal machucado e com a cara inchada, admitiu que ele havia tido contacto homossexual com o rapaz. A criança disse à polícia que o abuso homossexual já ocorria há três anos, e que ele tinha medo de dizer alguma coisa.

A polícia declarou que inicialmente Frolander fez com que o rapaz se sentasse no seu colo, antes de o levar para o quarto onde abusou dele - até que o pai da criança entrou no quarto.

O pai não será acusado de nada por ter espancado o homossexual que já abusava o seu filho há três anos. O Chefe-Policial de Daytona Beach, Mike Chitwood, disse o seguinte:

O pai agiu como um pai; não vejo nada que sirva de fundamento para um processo legal contra ele. O que nós temos aqui é uma pessoa de 18 anos que claramente escolheu o seu alvo, incitou o seu alvo, e teve contacto sexual com ele múltiplas vezes. Quando a vítima de sentou no colo do jovem de 18 anos, ele sabia o que se seguiria. O jovem rapaz temeu que se não pactuasse, ele poderia ser ferido de alguma forma.

No princípio deste ano, o homossexual Walter Lee Hampton III colocou um vídeo no YouTube afirmando que não permitira que o seu filho ficasse sozinho com homossexuais devido à  preponderância de homens a perseguir jovens rapazes:

Tenho estado de modo activo na comunidade homossexual desde os meus 17 anos, e quando me assumi, não conseguia entender o porquê de tantos homens mais velhos estarem tão interessados em mim. De modo literal, estes homens mais velhos perseguiam-me, embora eu fosse ainda uma pequena criança.

Com o passar dos anos, vi muitos dos meus amigos a perseguir rapazes adolescentes com menos de 18 anos.... Devido a isto, pensei comigo mesmo, se eu alguma vez vier a ter filhos - se alguma vez tiver filhos adolescentes - haveria de mantê-los bem longe da vasta maioria dos homens homossexuais uma vez que sei como as coisas funcionam. (....) Vi isto com bastante frequência; isto não é algo anormal. Já vi isto milhares de vezes.



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Da forma como as coisas estão a evoluir, qualquer dia um pai que impeça que o seu filho seja sexualmente abusado por um pedófilo pode ser acusado de "homofobia".

terça-feira, 20 de maio de 2014

O papel dos activistas homossexuais na normalização da pedofilia


As perturbadoras alegações do antigo actor infantil Michael Egan contra o homossexual assumido Bryan Singer (produtor e director do filme "X-Men") chocaram Hollywood, causando um silêncio relativo em torno do assunto. Digo "silêncio relativo" porque, a menos que seja um padre Católico, a falsa narrativa da esquerda relativista é aquela que afirma que os homossexuais são sempre as vítimas e nunca os vitimizadores.

Mas mesmo assim, este episódio mais recente incidiu (mais uma vez) imensa luz na conexão amplamente estabelecida entre o estilo de vida homoerótico e a pedofilia - ligação que, apesar das negações "progressistas", está escondida à vista de todos os que querem ver.

Egan deu entrada a um processo legal contra Singer e contra outras figuras de relevo de Hollywood por o terem repetidamente abusado homoeroticamente (bem como a outros rapazes) em muitas e "infames" festas de piscina "twinks" (cheias de cocaína) quando ele tinha 15 anos e Singer tinha 32. (Dentro do calão homoerótico, os "twinks", também conhecidos como "chicken", são os altamente requisitados rapazes menores sexualmente "usados" pelos homens homossexuais). As alegações de Egan são perturbadoramente parecidas com as alegações de outro actor infantil Corey Feldman, que de igual modo alegou durante o ano passado que tal abuso homossexual em Hollywood é imenso e até sistémico.

Mas será que estas alegações são realmente assim tão chocantes? Infelizmente, a maior parte das evidências disponíveis indicam que o abuso homossexual encontra-se descontrolado bem para além de Hollywood. Convém ressalvar uma coisa bem importante: nem todos os homossexuais são pedófilos, mas um desproporcional número deles são. O que escrevo não é motivado pelo "ódio", pela intolerância ou porque sou "homofóbico"; o que se reporta neste texto são apenas factos.

Consideremos, por exemplo, um estudo com inclinações esquerdistas publicado pelo "Archives of Sexual Behavior" levado a cabo junto de 200 pedófilos e pederastas condenados. Foi apurado que "86 porcento dos infractores contra vítimas masculinas descreviam-se como homossexuais ou bissexuais." Segundo Peter Sprigg (Family Research Council), isto demonstra que "os homens homossexuais ou bissexuais são 10 vezes mais susceptíveis de abusar crianças do que os homens heterossexuais."

Isto faz todo o sentido quando o mesmo estudo é associado a outro estudo de 2001 na mesma publicação revista por pares; foi apurado que quase metade de todos os homens que se identificavam como homossexuais haviam sido abusados por um homossexual pedófilo quando eram crianças:

Quarenta e seis porcento dos homens homossexuais e 22 porcento das mulheres homossexuais reportaram terem sido molestados por uma pessoa do mesmo sexo. Isto contrasta com 7 porcento dos homens heterossexuais e 1 porcento das mulheres heterossexuais terem sido molestados por uma pessoa do mesmo sexo.

A ligação entre o abuso homossexual e a "identidade gay" é inegável.

Embora nem todos homens ou mulheres que se identificam como homossexuais abusam sexualmente de crianças, ou foram abusados quando eram crianças, a realidade verificável é que um alarmante número deles abusam crianças e foram abusados enquanto crianças. Tal como a maioria das formas de abuso, o ciclo é circular e cíclico. "Nascido assim?" Nem por isso. "Feito assim?" Infelizmente, parece que é isso.

Agenda

Mas igualmente preocupante é o facto de muitos proeminentes activistas lgbt por todo o mundo terem apoiado de modo manifesto, ou dado o seu apoio implícito, ao que os esquerdistas eufemisticamente chamam de "intimidade intergeracional"  (tradução: abuso sexual de crianças). Tomemos como exemplo Peter Tatchell, activista da "igualdade no casamento". O blogue "GoodAsYou" [afiliado à organização homossexual GLAAD], descreve Tatchell como um "eminente activista dos direitos humanos Britânico". Um dos comentadores do blogue afirma que Tatchell é "um dos mais respeitados líderes do movimento lgbt internacional".

Eis então o que Peter Tatchell, "um dos mais respeitados" e "eminente activista dos direitos humanos", pensa do abuso sexual de crianças tal como exposto no "The Guardian", um dos mais importantes jornais Britânicos:

A natureza positiva de alguns relacionamentos criança-adulto não se restringe às culturas não-ocidentais. Muitos dos meus amigos - gays ou heterossexuais, homens e mulheres - tiveram relações sexuais com adultos dos 9 aos 13 anos. Nenhum deles se sente abusado... Chegou a hora da sociedade reconhecer a verdade de que nem toda a actividade sexual que envolve crianças é indesejada, abusiva e prejudicial.

Ou tomemos como outro exemplo Kevin Jennings, o "czar para escolas seguras" e fundador do grupo extremista sexual GLSEN. Escrevendo sobre Jennings em 2009, o Washington Times reportou:

Um professor foi notificado que um aluno do segundo ano da escola secundária estava a ter relações homossexuais com um "homem mais velho". No mínimo, a violação estatutária ocorreu. A Fox News reportou que o professor violou a lei que exige que ele reporte o abuso. Esse antigo professor, Kevin Jennings, é o "czar para escolas seguras" do presidente Obama. Neste caso singular Jennings teve a chance real de proteger o jovem rapaz do predador sexual, mas não só ele falhou ao não fazer o que a lei exigia que ele fizesse, como encorajou o relacionamento.

Mais tarde, Jennings foi mentindo sobre o encontro até que uma gravação áudio surgiu onde ele se gabava disso:

Olhei [para o rapaz]....e disse, 'Sabes duma coisa? Espero que na altura soubesses como usar um preservativo.'

Este padrão de abuso e facilitação homossexual por parte do movimento lgbt não é nada de novo. Tomemos como exemplo o herói de Jennings, Harry Hay, considerado o "pai fundador" do actual movimento dos "direitos dos homossexuais". Entre outras coisas, ele foi honrado como um "ícone" do "Lgbt History Month” por parte de toda a comunidade homossexual activista. Sem surpresa alguma, Hay era um entusiasta do abuso de menores e ávido apoiante da organização pedófila NAM/BLA. No ano de 1983, enquanto dava um discurso num evento NAM/BLA, Hay disse o seguinte:

Tenho a impressão de que dentro da comunidade homossexual as pessoas que deveriam interferir em favor da NAM/BLA são os pais e os amigos dos gays. Porque se os pais e os amigos dos gays são verdadeiramente amigos dos gays, a partir das suas crianças gays eles deveriam saber que, mais do que qualquer coisa no mundo, um relacionamento com um homem mais velho é precisamente o que crianças com 13, 14 e 15 anos precisam.

Tomemos ainda como exemplo o "mártir" lgbt Harvey Milk, predador sexual conhecido por ter violado, repetidamente, um adolescente consumidor de drogas e fugido de casa. Qual foi o seu castigo? A administração de Obama acabou de criar um selo do correio em sua memória.

Será que sou o único a notar um padrão nisto tudo? Será que a deusa "tolerância" cegou o mundo inteiro, deixando-o louco?

Se a consistência se fizer notar, e estas alegações contra Bryan Singer se provarem como genuínas (e as evidências apontam para que sim), aposto que ele acabará por ter um estrela no "Walk of Fame" de Hollywood e virá a ser um dos oradores principais duma gala dos Direitos Humanos. Aposto também que, de qualquer das formas, começaremos a ver cada vez mais defensores do "sexo intergeracioonal" a "sair do armário".
Bem vindos a parte mais baixa do ladeira escorregadia.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Homossexual condenado a 30 anos de cadeia

Ex-líder de escuteiros foi condenado a 30 anos de prisão depois de se declarar culpado de ter abusado sexualmente de 3 rapazes durante o tempo em que servia como líder dos Escuteiros de Keswick. No princípio deste anot, David Brian Watkins, de 50 anos, aceitou um acordo legal depois de ter sido processado por 70 acusações de contacto impróprio com alguns escuteiros. Ele declarou-se culpado de 36 acusações em Janeiro, evitando um julgamento com júri, o que poderia ter resultado em múltiplas sentenças de prisão perpétua.

Watkins, que liderou a Keswick Troop 1028 desde 2002 até 2008, admitiu ter abusado sexualmente de rapazes escuteiros durante o período de 2006 a 2009. Ele foi preso em Novembro de 2012 quando um escuteiro, que tinha 13 anos na altura mas que hoje é adulto, o reportou à polícia. Na Quinta-Feira, a Juíza Cheryl Higgins sentenciou Watkins a 10 anos de prisão por cada uma das acusações de conhecimento carnal com uma criança com idade compreendida entre os 13 aos 15. Ela suspendeu as outras 33 acusações, que o iriam colocar por trás das grades por mais 165 anos.

Antes da sua sentença, Watkins pediu clemência ao tribunal, mas a Acusação, na pessoa de Darby Lowe, leu segmentos dum relatório ao tribunal onde Watkins havia dito à policia que havia sido o rapaz a iniciar o contacto sexual. Segundo o Charlottesville Daily Progress, Watkins declarou que havia sido ele quem havia sentido como se o tivessem violado. A advogada de defesa de Watkins, Andre Hakes, disse também que os rapazes envolvidos aceitaram ter contacto sexual com o ex-líder de escuteiros:

Estes relacionamentos sexuais foram contínuos, e embora eles tenham sido com crianças com menos de 18 anos, os mesmos foram consensuais. David Watkins não é só estes crimes. Ele é responsável por eles, mas eles não são tudo o que ele é.

Antes de emitir a sua sentença, a Juíza expressou a sua preocupação com o facto de Watkins e a sua defesa terem errado ao não terem tido qualquer tipo de contrição em torno do comportamento de Watkins:

O que é especialmente preocupante para o tribunal neste caso é falta de reconhecimento por parte do acusado.

Depois da sua prisão, há 2 anos atrás, Kelly Clark, advogada de Portland que venceu um processo legal apresentado por um antigo escuteiro que alegou ter sido abusado pelo líder de escuteiros assistente, disse aos repórteres que o caso de Watkins reforça as suas preocupações em torno da organização:

Isto diz-nos duas coisas em relação aos Escuteiros: primeiro, que há um problema sério em relação ao abuso sexual dentro dos Escuteiros. Segundo, muitas organizações [tais como os Escuteiros] colocam os seus interesses à frente dos interesses das crianças.

Tal como reportado previamente, milhares de documentos foram tornados públicos em 2012, revelando evidências de abusos duradouros e difundidos entre os Escuteiros da América. Os documentos, que os Escuteiros tentaram manter em segredo, continham informação recolhida desde o seu início (1910) incluindo cartas das vítimas e dos pais, bem como memorandos e notas manuscritas. Algumas das alegações foram confirmadas enquanto que outras ainda não.

No seu todo, 14,500 páginas de evidências foram tornadas públicas.


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Se os Escuteiros realmente tentaram manter os abusos sexuais em segredo, então eles têm que ser legalmente responsabilizados por isso. Mas o "curioso" desta notícia, e sem surpresa alguma, é que a advogada Kelly Clark não tenha tido a coragem de falar no elefante dentro da sala: quem practica os abusos sexuais de jovens Escuteiros são homens que têm atracção por jovens do mesmo sexo, isto é, os violadores são todos homossexuais.

Levando isto em conta, torna-se mais claro o porquê dos Escuteiros batalharem tanto para impedir que líderes de escuteiros assumidamente homossexuais façam parte dos seus quadros. Para os mentalmente desafiados, convém ressalvar uma coisa bem óbvia: nem todos os homossexuais são pedófilos, mas os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores. Por exemplo, se os homossexuais são 2% da população total, eles são responsáveis por 30% ou 35% dos casos de abuso de menores. Ou seja, a sua representação no crime é bem maior que a sua representação na sociedade.

Se o propósito da advogada Kelly Clark fosse o bem estar das crianças, sem dúvida que ela não deixaria de falar neste ponto politicamente incorrecto; mas como o seu propósito nâo é o bem estar das crianças, então ela nem chega a mencionar o dado que poderia aumentar ainda mais a segurança das crianças, por mais que os activistas homoeróticos não gostem do que os dados revelam.

Portanto, existe um problema sério sim, mas não é com os Escuteiros, mas sim com o comportamento homoerótico.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Exército da Salvação ao serviço do homossexualismo e da pedofilia?

Comissão real Australiana focada no abuso de crianças apurou que rapazes duma casa de abrigo pertencente ao Exército da Salvação foram "alugados" para pedófilos que entraram nos seus dormitórios de noite.

Um dos rapazes foi enviado por um superintendente, o Capitão Lawrence Wilson, para a casa dum casal que, posteriormente, abusou dele.

O casal estava com o uniforme do Exército da Salvação, e a mulher "tinha cabelo loiro curto e parecia estar na casa dos 30", disse o jovem à comissão.

O rapaz disse que voltou para o abrigo, e revelou o que tinha acontecido ao Capitão Wilson, que, por sua vez, disse que o casal era "gente boa"; o rapaz, que foi posteriormente disciplinado fisicamente pelo Capitão, disse:

Os ataques sexuais dirigidos a mim são a coisa mais difícil de aguentar; um dia tu és um rapaz e no dia seguinte és uma casca ambulante.

Outro homem disse à comissão que os rapazes, que viviam na casa do Exército da Salvação de Sydney, eram por vezes sexualmente abusados por homens que entravam nos seus quartos durante a noite.

Ele [o Capitão Wilson] violou-me fisicamente no seu escritório passados que estavam poucos meses de eu lá ter chegado, e isso aconteceu várias vezes. Tu eras enviado para ficar com algumas pessoas, e eles faziam-te isso, ou outras pessoas que por lá andavam faziam - homens que alegadamente invadiam o local durante a noite e mexiam nos rapazes. Até hoje eu tenho dificuldade em dormir.... O Capitão Wilson acordou-me algumas vezes. Às vezes eram estranhos que entravam pelas escadas externas ... de noite chegavam homens velhos. Não havia qualquer tipo de supervisão.

Os relatos horríveis de abuso foram dados a uma comissão mais alargada que se encontra actualmente a investigar o abuso sexual na Igreja Católica, nos orfanatos, nas escolas, nos grupos comunitários e em outras instituições.

Alguns dos abusos mais terríveis emergiram esta semana, durante a audiência feita a 4 casas do Exército de Salvação e em torno de incidentes que ocorreram entre 1966 e 1977, e onde alegadamente os majores sodomizaram rapazes com idades entre os 6 aos 17 utilizando mangueiras e a violência física até eles sangrarem.

O Capitão Wilson, descrito pelos conselheiros assistentes da  comissão como "o criminoso mais sério" de Sydney, foi eventualmente acusado de 19 ofensas envolvendo a sodomia, mas foi julgado e ilibado em 1997. Ele morreu em 2008.

O oficial da polícia envolvido na investigação, o Detective-Inspector Rick John Cunningham, disse o seguinte à comissão:

Com base na minha experiência ... é difícil para as vítimas dar uma data específica.

Três dos cinco oficiais acusados ainda estão vivos e todos eles negam as alegações.

Telegraph


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Como é normal, a maior parte dos casos de pedofilia dentro do Exército de Salvação envolve homens com atracção sexual por pessoas do mesmo sexo (embora com idade inferior à sua). O mesmo acontece dentro das Igrejas, onde os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia, e acontece em toda a sociedade. Isto, naturalmente, não quer dizer que todo o homossexual é pedófilo, mas sim que a pedofilia é mais frequente entre os homossexuais.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A pornografia infantil do activista homossexual

Larry Brinkin, activista lgbt veterano e antigo membro da Comissão dos Direitos Humanos de São Francisco,  declarou-se culpado de possuir pornografia infantil. Brinkin, de 67 anos, alterou o seu apelo judicial o que resultará numa recomendação de sentença de seis meses na prisão, seis meses em prisão domiciliária, e cinco anos de liberdade vigiada e o resto da vida ficando registado como um agressor sexual.

Larry Brinkin, que trabalhou na comissão dos direitos humanos até se aposentar em 2012, foi preso em Junho de 2012. As autoridades afirmaram que foram encontrados anexos na sua conta "America Online" que continham imagens de crianças envolvidas em actos sexuais com homens.

Originalmente, os promotores acusaram-no com seis acusações criminais de possuir e distribuir pornografia infantil, mas abdicaram de todas menos uma (posse de pornografia) como parte do seu acordo judicial.

Brinkin tem que tomar parte em terapiae e está proibido de trabalhar com crianças, entrar em contacto com jovens sem o consentimento paternal, e proibido de viver com alguém que tenha responsabilidades com crianças sem antes revelar o seu estatuto de agressor sexual.

O advogado de Brinkin, Randall Knox, afirmou:

Ele fez um erro terrível e ele está genuinamente arrependido. Hoje, ele tem um entendimento maior dos estragos que a pornografia causa.

Os investigadores foram capazes de fazer uma ligação entre a pornografia ligada a Brinkin até a Austrália, onde pelo menos uma apreensão foi feita.

Durante os seus 22 anos como membro da comissão dos direitos humanos, Brinkin ajudou a criar a "Equal Benefits Ordinance" da cidade, que se tornou no modelo nacional para a igualdade laboral para os gays e para as lésbicas. Quando ele se aposentou, o Conselho dos Supervisores declarou a semana de 1 de Fevereiro de 2010, como a "Semana Larry Brinkin".

Brinkin, que apareceu no tribunal com o seu marido [sic], pagou uma fiança de $240,000 para ficar em liberdade (desde Setembro de 2012). Está agendado o seu regresso para a sentença no dia 5 de Março, e para se entregar para custódia em data futura.

Knox afirmou que não acredita que a reforma que ele recebe da cidade venha a ser afectada com o acordo visto que a sua condenação não se engloba no âmbito da "torpeza moral". Segundo a "Proposition C", aprovada pelos eleitores, um empregado da cidade condenado por um crime que envolva a torpeza moral - normalmente o furto, a fraude ou a violação da confiança pública - não pode receber benefícios de aposentadoria financiados pelo empregador.

Fonte

sábado, 4 de janeiro de 2014

Homossexual tentou seduzir rapaz de 14 anos

Os detectives da força policial de Tulsa dedicada aos crimes sexuais prenderam um homossexual de 29 anos, acusado de enviar mensagens de texto para um rapaz de 14 anos e depois ter combinado um encontro.

Os investigadores disseram à KRMG que, no dia 12 de Dezembro de 2013, os oficiais foram contactados pelos pais da vítima. O rapaz de 14 anos havia recebido múltiplos "sexts" [sms de teor sexual] de um homossexual mais tarde identificado como Tyler Long, de 29 anos.

Durante um período de duas semanas, os detectives usaram o telemóvel da vítima para trocar múltiplos sms com o suspeito..

Na Quinta-Feira, o suspeito combinou um encontro com o detective, pensando que se iria encontrar com o rapaz de 14 anos.

O homossexual Tyler foi preso mal chegou ao local, e enfrenta agora acusações de propostas indecentes a menores e tentativa de abuso sexual. A polícia disse que mais acusações podem ser levantadas contra ele.


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

As consequências do estilo de vida alternativo

Dois homossexuais do Alabama foram acusados de prender e filmar o seu abuso sexual feito a um menor para uso em sites de pornografia feitos com o filho de um dos acusados. Os homens - Charles Dunnavant e Carl Herold - enfrentam uma litania de acusações desde tortura sexual e sodomia até exposição de outros a uma DST e produção de pornografia infantil. As autoridades buscam colocar uma fiança de 1 milhão para casa um dos acusados.

O rapaz, que é o filho de Carl Herold, tem só 9 anos e foi mantido como refém numa casa de horrores de Huntsville durante 8 meses.

Durante esse tempo, os dois homossexuais abusaram-no, sodomizaram-no, agrediram-no, e expuseram-no a uma DST ao mesmo tempo que uma câmara de gravar filmava os detalhes depravados.

Durante 8 meses, a vitima foi mantida na casa do acusado, sem ir à escola e sem interacção com pessoas de fora. Quando interagia com outros, era sempre sob supervisão do acusado ou do co-acusado.

Segundo documentos legais, Carl Herold, de 32 anos, satisfez os seus pervertidos desejos homossexuais levando o rapaz - o seu filho - para fora do Estado com propósitos criminais. Este horrível pai homossexual enfrenta agora acusações federais devido a estas acções, mas elas não lhe foram ainds imputadas.

Os investigadores têm na sua posse fotos da terrível tortura que o inocente rapaz sofreu nas mãos destes homens malignos. Para além disso, o rapaz disso aos investigadores todo o sofrimento que ele passou. O investigador Chad Smith testemunhou o seguinte em tribunal:

Eles mantiveram o rapaz cativo durante 8 meses e não há padrões, tabus ou linhas que os acusados não hesitaram em atravessar

Daily Mail e Clash Daily ..

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Assistentes sociais ingleses ao serviço da pedofilia



Rapaz repetidamente abusado pelo pai adoptivo e pelo seu parceiro homossexual foi qualificado de "criança rebelde" por parte dos assistentes sociais ao mesmo tempo que viu os seus pedidos de ajuda ignorados durante anos, para além de ter sido forçado a regressar para a casa onde sofria os abusos. Andy Cannon, hoje com 23 anos, ouviu também os assistentes sociais a louvar o homossexual que o tinha adoptado, qualificando-o de "pai muito atencioso".

O relatório onde se encontram estas revelações acusa os serviços sociais de Wakefield (Yorkshire) de "folia e equívoco grosseiro". Andy, que foi erradamente diagnosticado com desordens mentais e a quem foram prescritas drogas anti-psicóticas, acredita que ele teria sido ouvido mais cedo se o seu pai adoptivo fosse heterossexual.

O caso terminou no ano passado, depois de meia década de disputas legais, quando o tribunal ordenou o pagamento da quantia de £25,000 como compensação para a vítima.

Cannon, que actualmente tem duas crianças com a sua namorada Redeana Hammill, foi adoptado por David Cannon em 1997. Ele e a sua mãe, Elaine Moss, queixaram-se repetidamente aos assistentes sociais de abuso. No ano de 2004 Andy foi devolvido à sua casa 9 dias depois de ter fugido e ter feito queixas em relação ao pai adoptivo. 

David Cannon (54 anos) e o seu parceiro homossexual John Scarfe (31 anos) foram presos em Maio de 2006 por incitarem actividade sexual com uma criança. Andy Cannon disse:

Acredito que se o meu pai adoptivo estivesse numa relação heterossexual as minhas queixas teriam sido ouvidas mais cedo. Aparentemente, o concílio não queria ser visto como uma entidade que vitimiza os homossexuais - eles preferiram agir de uma forma politicamente correcta e deixar que eles [os pais adoptivos] continuassem com o que faziam como forma de evitar algum tipo de repercussões.

O concílio deveria ter-se feito presente para prevenir que isto tivesse acontecido, mas eles preferiram varrer tudo para debaixo do tapete.

O relatório, conduzido pelo "Dewsbury County Court" e por um especialista no bem-estar infantil, detalhou a forma como David Cannon recebeu permissão para adoptar o rapaz, apesar da sua mãe, por essa altura, o acusar de abuso. Uma assistente social recusou-se a reportar o incidente ao tribunal familiar, preferindo em seu lugar qualificar David Cannon de "pai atencioso que levava em conta as necessidades da criança".

Andy Cannon, que recusou o seu direito ao anonimato, disse o seguinte:

Quando eu disse aos assistentes sociais o que se estava a passar, eles não acreditaram em mim. Quando eu chegava a casa proveniente da escola, se o meu pai estivesse alterado por algum motivo, ele batia-me. Mais tarde, abusava-me sexualmente. Eu nunca tive pesadelos porque eu desliguei-me disso tudo - embora actualmente sofra pesadelos. Eu deixei que acontecesse e pensei que uma de duas coisas aconteceria: ou eu conseguia fugir ou eles matavam-me.

O concílio de Wakefield já pediu desculpas a Andy Cannon, e um porta-voz disse:

Estamos a trabalhar com o Andy de modo a garantir que, com este pedido de desculpas nós lidamos com todas as preocupações que ele listou.


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Este tipo de tratamento especial que a comunidade lgbt recebe é consequência lógica do seu artificial e auto-conferido estatuto de"vítima". Numa sociedade normal, a lei fecharia os olhos aos anormais "gostos" sexuais de David Cannon e analisaria as alegações de Andy (uma criança), da mesma forma que analisa todas as outras alegações. Numa sociedade controlada pelo Marxismo Cultural, no entanto (onde existem "grupos oprimidos" e "grupos opressores") a moralidade dum acto depende da sua utilidade política/social/sexual.

Naturalmente que quem opera segundo o princípio utilitarista são os esquerdistas uma vez são exclusivamente eles que relativizam a essência dum acto segundo a agenda por eles mantida. Para o esquerdismo, o Bem e o Mal absolutos não existem: o que existem são actos que têm que ser enquadrados numa agenda. Por exemplo, para um esquerdista matar um pessoa inocente está errado, excepto se essa pessoa inocente se encontrar no útero. Semelhantemente, a violência doméstica é "o crime mais grave que existe na sociedade", excepto se a violência doméstica for entre mulheres ou de um homem homossexual para uma mulher.

O que se pode dizer, concluindo, é que não só Andy Cannon sofreu na pele e no corpo os efeitos do politicamente correcto, como se torna cada vez mais claro que os grupos "protegidos" do Marxismo Cultural têm carta branca para levar a cabo, impunemente, os crimes mais hediondos que a sociedade pode imaginar.
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sábado, 12 de outubro de 2013

O pior caso de homopedofilia da história do Canadá.

Um investigador privado anunciou na Segunda-Feira que cerca de 263 jovens podem ter sido abusado pelo antigo polícia de Saint John, Kenneth Estabrooks, durante o período de 5 décadas, começando nos anos 50. Segundo um advogado de Halifax, este pode muito bem ser o pior caso de pedofilia na história do Canadá.

"Se podemos aprender alguma coisa hoje, é o facto de Estabrooks ser provavelmente o mais prolífico abusador em série da história do Canadá," afirmou John McKiggan, que se encontra prestes a dar ínicio a uma acção colectiva em favor das vítimas de Estabrook.

Só nos resta perguntar como foi possivel as coisas terem chegado a este ponto.

O investiador privado Dave Perry, cuja firma de investigação com o nome de "Investigative Solutions Network Inc." (Toronto) foi contratada pela cidade de Saint John para analisar as queixas em torno do falecido Estabrooks, afirmou que o antigo oficial foi um abusador de proporções devastadoras, chegando a afectar gerações.

Kenneth Estabrooks foi condenado nos finais dos anos 90 por ter abusado de crianças décadas atrás, quando ele ainda era um polícia.

A trajectória da investigação chegou a um nível inprecedente no que toca à sua natureza histórica, bem como ao número de vítimas identificadas e potenciais.

Até agora, cinquenta e três pessoas já se declararam vítimas, alegando terem sido abusadas sexualmente por Estabrooks quando eram crianças, afirmou Perry. Outras 33 vítimas suspeitas morreram entretanto, ao mesmo tempo que outras 6 pessoas afirmam que Estabrooks tentou abusá-las. Perry afirma, no entanto, que o número de vítimas pode atingir os 263.

Os outros indívíduos que estiveram expostos a Estabrooks enquanto crianças (durante o seu tempo de polícia) ainda não foram localizadas, acrescentou Perry.

Laura Bradbury (investigadora privada) afirmou que "Muitas foram vitimizadas repetidamente durante semanas, meses e algumas, durante o periodo de muitos anos." Dave Perry afirmou que a idade das alegadas vítimas variava dos 6 aos 19 anos e eram maioritariamente rapazes. Aqueles que ainda se encontram com vida têm idades compreendidas entre os 40 aos 60, afirmaram Perry e Bradbury.

Em Setembro de 1999, Estabrooks, um antigo sargento, foi declarado culpado de atentado ao pudor contra quatro crianças em casos que remontavam aos anos 59- Estes abusos incluíam carícias e sexo oral.

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Estabrooks tinha admitido em 1975 ao facto de ter abusado de crianças, mas não foi acusado nem despedido. Em vez disso, ele foi removido do departamento policial e colocado no Secretaria Municipal de obras, onde ele ficou a cargo da manutenção dos pneus dos veículos municipais até ao dia em que se reformou. Foi só no ano de 1999, depois de novas queixas terem emergido, que outra investigação foi levada a cabo, resultando na sua condenação.

No ano de 1999 a Comissão Policial de New Brunswick apurou que a investigação original havia sido muito mal feita e as forças polícias haviam agido de um modo pouco profissional ao "permitirem que uma ofensa sexual séria ficasse sem castigo" de modo a que "ele tivesse continuado a molestar crianças."

Estabrooks morreu em 2005.

O prefeito de Saint John Mel Norton disse que a cidade não só está comprometida em levar a investigação até ao fim, como pagará todas as despesas (que, por enquanto, já se encontram no valor de $400,000:

A nossa principal prioridade encontra-se junto daqueles que foram afectados - alcançando-os, ouvindo as suas histórias e disponibilizando serviços de aconselhamento gratuitos e confidenciais que, se tudo correr bem, lhes fornecerá uma oportunidade de terem um futuro mais pacífico.

Norton fez também um apelo directo chamando qualquer outra vítima ou alguém com informação para que entre em contacto com as autoridades ligando para o número 1-866-790-4764. A cidade contratou a "Investigative Solutions Network Inc." em Agosto de 2012 (por $100,000) para analisar pelo menos mais uma queixa histórica contra Estabrooks. Em Novemvro último a cidade revelou que existiam 12 outras alegadas vítimas e disponibilizou mais $100,000 para averiguar queixas adicionais. Na semana passada, o concílio aprovou o gasto de  $100,000 adicionais na investigação.

Fonte: http://ow.ly/psg3m
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domingo, 14 de julho de 2013

"Dentro do homossexual comum vive um pedófilo"

Quem o diz é o homossexual assumindo Kevin Bishop.

Embora a maior parte dos activistas homossexuais negue publicamente que eles queiram ter acessos aos rapazes, muitos grupos homossexuais espalhados pelo mundo trabalham agressivamente para baixar a idade de consentimento. Os argumentos destes grupos homossexuais estão a receber o apoio de associações de Psiquiatria e Psicologia, que se encontram actualmente a usar os argumentos usados no passado (em favor do homossexualismo) como forma de normalizar a pedofilia.

Kevin Bishop, um pedófilo confesso, encontra-se agora a promover o "trabalho" da "North American /Man-Boy Love Association" (NAMBLA) na África do Sul. Bishop, que, como muitos homossexuais, foi sexualmente abusado quando era criança (com a idade de 6 anos), é também um homossexual confesso que é franco acerca da conexão que existe entre o homossexualismo e a pedofilia. Numa entrevista feita à Electronic Mail & Guardian (30 de Junho de 1997 - Angella Johnson, “The man who loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997, http://www.mg.co.za/mg.), Bishop admitiu:

Dentro do homossexual comum vive um pedófilo.

Este activista homossexual e pedófilo deu início ao seu estudo da pedofilia quando ainda era estudante na "Rhodes University". Foi também aí que ele descobriu Karl Marx, bem como outros tipos de literatura que o ajudaram a moldar a sua visão do mundo. O seu ponto de vista esta a ser imitado pelos activistas homossexuais de todo o mundo que buscam pelo que eles chamam de "liberdade sexual" para as crianças.

Kevin Bishop encontra-se numa cruzada na África do Sul, lutando para que as "leis em torno do consentimento sexual" sejam abolidas, e tentando ao mesmo tempo realizar o propósito do grupo homossexual e pedófilo NAMBLA.  

Kevin afirma que, a partir da mais tenra idade,  as crianças têm que receber poder "através do ensino em torno dos relacionamentos amorosos . . . dando-lhes a oportunidade de tomar decisões informadas em torno do acto sexual.."

Kevin diz que também apoia o incesto:

Duas psicólogas americanas afirmam que a introdução mais saudável para à actividade sexual é feita com os pais, visto que é menos ameaçadora e a intimidade emocional é mais confortável. (Angella Johnson, “The man who loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997, http://www.mg.co.za/mg.)

Bishop concorda com a NAMBLA quando esta organização diz que o próximo movimento social na arena política Ocidental será em forma de ataque ao que eles chamam de  “sexual ageism,” que proíbe o contacto sexual na base na diferença de idades. Este movimento já está bem encaminhado na Europa e no Canadá.

Fonte.

* * * * * * *
Isto é algo que todos os homossexuais sabem mas que por motivos tácticos não o admitem: existe uma relação muito forte entre o homossexualismo e a pedofilia. 

Obviamente que isto não significa que todos os homossexuais são pedófilos, mas sim que esse comportamento sexual o tornam mais disposto a enveredar pela pedofilia. 

O homossexual Kevin Bispho fez um grande serviço público ao revelar aquilo que deveria estar mais ou menos bem assente nas mentes de quem tenta separar o homossexualismo da pedofilia.

domingo, 7 de julho de 2013

A consequência lógica da adopção homoerótica

Fonte

A Polícia australiana qualificou de "depravado" o caso dum rapaz de 6 anos que foi abusado sexualmente pelos seus "pais" homossexuais, e por outros homens que faziam parte dum sindicato de pornografia infantil conhecido como Boy Lovers. 

As autoridades da Austrália e dos EUA trabalharam juntas para prender os homens depois de ter emergido o facto do rapaz ter sido oferecido desde a mais tenra idade aos homossexuais pedófilos na Austrália, nos EUA, na França e na Alemanha para exploração sexual e produção de pornografia infantil.

Durante a semana passada, um homossexual americano com o nome de Mark J. Newton, de 42 anos, foi preso por 40 anos nos EUA e condenado a pagar $400,000 à criança, enquanto outro, Peter Truong, de 36 anos (da Nova Zelândia), aguarda sentença no seu país.

"Nenhum destes casos é bom," afirmou o  Detective-Inspector Jon Rouse, que lidera a "Queensland Police Taskforce Argos" da Austrália, e que investiga a exploração infantil online.

O que é extremamente triste neste caso é a forma como a criança entrou nas suas vidas. É realmente uma tragédia, e algo extremamente depravado.

Segundo relatórios, Newton e Truong, que viviam em Cairns, Austrália na altura, começaram a procurar por uma barriga de aluguer por volta de 2002. A dupla homoerótica finalmente encontrou uma mulher na Rússia que deu à luz uma criança por um preço de $8,000. Crê-se que Mark Newton seja o pai do rapaz, identificado como "Adam" como forma de proteger a sua identidade. Adam foi posteriormente entregue a Newton e Truong cinco dias depois do seu nascimento, em 2005. 

Os órgãos de comunicação australianos cobriram a chegada de Adam, descrevendo os dois homossexuais como pais amorosos. No dia 14 de Julho de 2010, quando Adam tinha cinco anos, a "ABC Far North Queensland" emitiu um programa com o título de "Dois pais [sic] são melhores que só um" onde foi dito que "ser um pai era trabalho árduo para a dupla homossexual Peter e Mark mas que eles fariam tudo de novo.”


Newton e Truong afirmaram à ABC o seguinte:

Decidimos que teríamos uma criança que era a altura ideal para termos uma família . . . Queríamos experimentar a alegria da paternidade

A ABC por sua vez disse que eles eram "uma família feliz e relaxada" mas que "não foi um caminho fácil chegar onde chegaram. Depois de muitas complicações, Adam nasceu duma barriga de aluguer duma mulher russa." 

A agência noticiosa russa RT Novosti reportou que Adam começou a ser sexualmente molestado pela dupla homoerótica quando ele tinha apenas 22 meses de idade. A RT Novosti disse ainda:

Mais tarde, eles [a dupla homoerótica] colocaram o Adam disponível para outros membros dum círculo de pedofilia que se encontrava presente na Austrália, na França, na Alemanha e nos EUA, para onde Newton e Truong tinham viajado com bastante frequência.

As investigações policiais apuraram que pelo menos oito homossexuais destes países tiveram contacto com Adam quando ele tinha entre 2 a seis anos. Segundo a Channel 7 News da Autrália, dois outros homossexuais, os americanos John R Powell, advogado de Flórida (de 41 anos) e Jason Bettuo, um professor de ténis de Michigan, foram também acusados.

A policia deu início às investigações que levaram à prisão depois de ter descoberto por acaso imagens suspeitas durante um raid à casa dum pedófilo residente em Wellington, Nova Zelândia. A polícia australiana disse que as imagens não eram ilegais, mas que foram reconhecidas como "fotografias de modelagem." 

Investigações posteriores descobriram logs de conversas entre Newton e Truong e outros membros da rede Boy Lovers. Quando a polícia fez um raid à casa da dupla homossexual em Cairns, foram encontradas evidências suficientes nos computadores e nos dispositivos de vídeo que garantiam a sua prisão. Adam foi retirado da tutela da dupla homossexual e colocado num abrigo. 

Durante a audiência feita no momento em que era determinada a sentença, em "District Court" (Indianapolis), Newton disse ao tribunal que "ser um pai era uma honra e um previlégio que resultaram nos melhores seis anos da sua vida." 

A Juiza Sarah Evans Barker respondeu e disse que, "As palavras não ajudam . . . O que mais pode ser dito? O que pode ser feito para remover algum do horror em torno disto?". A Juíza Barker acrescentou ainda que era de opinião de que Newton merecia uma pena mais severa mas que ele havia sido julgado num tribunal distrital de modo a poupar o júri de ver as imagens produzidas pelos réus.

Depois da audiência, Joe Hogsett, Procurador dos EUA (Indiana), afirmou que estes homossexuais haviam submetido a criança a alguns dos actos mais hediondos que a sua agência havia alguma vez visto. 

O Provedor da Justiça russo pelos Direitos das Crianças, Pavel Astakhov, afirmou à RT Novosti que o governo russo está a apertar as leis da adopção de modo a que o caso de Adam não volte a acontecer.

Os órfãos russos sempre atraíram os pervertidos estrangeiros devido à sua acessibilidade. Os estrangeiros simplesmente vinham e levavam as crianças a troco de dinheiro.

Em Dezembro de 2012, a Rússia aprovou a ‘Dima Yakovlev Law’ que baniu os cidadãos americanos de adoptar crianças russas. Em Junho de 2013 a Duma estatal aprovou uma emenda que 1) baniu a adopção de crianças russas por parte de duplas homossexuais provenientes do estrangeiro, e que 2) proibiu pessoas solteiras cidadãs ou residentes permanentes de países que permitem o pseudo-casamento homoerótico de se tornarem pais adoptivos ou guardiões legais de crianças russas. 

A própria Rússia não permite o "casamento" homossexualista e as autoridades locais aprovaram recentemente um certo número de leis regionais e federais que proíbem a promoção do homossexualismo ou de outras aberrações sexuais às crianças.



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Para se entender o motivo do uso do pintainho na imagem de cima, basta saber que o termo "chickenhawk" é usado como referência aos homossexuais que têm preferência por parceiros sexuais mais novos. Com esta imagem, esta dupla homossexual revela bem a sua mentalidade depravada e pervertida.

domingo, 16 de junho de 2013

"Vocês só se preocuparam com a vossa gratificação sexual"


Um antigo agente dos serviços secretos do regime de Saddam Hussein e um funcionário duma firma de advocacia foram condenados a 15 anos de prisão por terem abusado sexualmente dum rapaz numa casa de banho da cidade de Manchester (Inglaterra).

Numa movimentada tarde de Sábado do Verão passado, Abdelkader El-Janabi, de 55 anos, e Alex Wilson-Fletcher, 42, raptaram a sua vítima de 14 anos no "Arndale Centre". Depois disto, os pedófilos homossexuais levaram-no para as instalações sanitárias duma loja de Debenhams próxima, onde levaram a cabo um "ataque sustentado" contra o menor.

Wilson-Fletcher, de Oldham Street, Manchester, e Janabi, de Artillery Court, Ardwick, Manchester, foram condenados após um julgamento de 9 dias em Abril. O par foi localizado depois da polícia inglesa ter circulado imagens CCTV pela comunidade.

Enquanto os sentenciava, o Juiz Michael Leeming QC disse-lhe:

Muito provavelmente, o que vocês lhe fizeram durante a sua etapa formativa ficará com ele para sempre. Nenhum de vocês pensou nisso na altura. Vocês só se preocuparam com a vossa gratificação sexual.

O juiz ficou a saber que o rapaz dirigia-se para casa sozinho (no dia 2 de Junho do ano passado), quando tomou a decisão de usar as instalações sanitárias de Arndale Centre, apesar do seu receio de sanitários públicos. Foi aqui que Janabi o agarrou pelo braço e o levou para fora. tendo Wilson-Fletcher seguido de perto. O tribunal ficou a saber que os pedófilos homossexuais disseram ao rapaz "Vem connosco. Faz o que te dizemos. Se tentares correr, nós apanhamos-te."

O juiz disse ainda que "[A vítima] não queria acompanhar nenhum de vocês mas ela sentia que não tinha escolha." Ele disse ainda que Janabi conhecia muito bem as instalações sanitárias de Debenhams e havia sido visto a andar indolentemente por lá por parte dos lojistas que o haviam expulsado da loja.

Foi dito ao tribunal que quem abusou sexualmente do adolescente foi Janabi mas que Wilson-Fletcher foi condenado pelo júri por tomar parte no abuso. O Juiz Leeming disse que Wilson-Fletcher "era, pelo menos, quem estava alerta" (para quem pudesse vir) e ele havia encorajado o outro acusado. O juiz disse ainda que não via distinção alguma entre os dois homens no que toca à sentença apropriada para ambos.

O tribunal ficou a saber também que, depois do adolescente se ter livrado deles, ele encontrava-se aterrorizado ante a possibilidade do par o perseguir. Devido a isto, ele andou 6,5 milhas até à casa dum amigo porque estava com demasiado medo de entrar num autocarro.

O juiz disse também que ele estava na posse duma declaração de impacto do jovem descrevendo a forma como ele havia tomado uma overdose de comprimidos e álcool numa "pedido de ajuda". Segundo o juiz, o jovem, hoje com 15 anos, sofre de depressão e ataques de pânico, e tem dificuldades em adormecer. Ficou-se a saber que o jovem está a receber aconselhamento e espera-se que o receba durante mais algum tempo. O juiz disse que este caso ilustra a forma como este ataque pode causar "danos psicológicos duradouros". (...)

O tribunal ouviu também que ambos os homens continuam a alegar que são inocentes, e que , segundo o Juiz Leeming, Janabi não mostrou "qualquer tipo de remorso, empatia ou introspecção".

Fonte.

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