segunda-feira, 10 de março de 2014
A mulher como vítima da agenda homossexual
sexta-feira, 7 de março de 2014
A rapariga transsexual e o "crime de ódio" que nunca foi
Segundo Van Putten, detective policial de Hercules, a adolescente transgénero retratou-se da história que havia contado, "admitindo que a havia fabricado totalmente" durante uma entrevista com um detective. A estudante admitiu finalmente que havia inventado a história durante a entrevista que se seguiu com um detective (na Terça-Feira) mas a detective Van Putten não especulou em torno das razões que levaram a rapariga a mentir.
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A detective não especulou, mas nós podemos especular. Fingir ser uma vítima é a forma através da qual os pervertidos adquirem o poder sobre os outros. Uma vez que não existe opressão genuína na nossa sociedade (algo que contradiz a ideologia esquerdista), a opressão tem que ser fingida de modo a que os pervertidos possam justificar o seu estatuto elevado aos olhos dos idiotas liberais que insistem em estimular a desilusão mórbida dos pervertidos ao identificarem os transgéneros com pronomes que não estão de acordo com a sua composição cromossómica.
Mas não se preocupem, esquerdistas. O pequeno anjo não sofrerá qualquer represália por colocar a polícia em trabalhos dispendiosos numa investigação corpulenta em torno da profanação da Pessoa com Perversidade Privilegiada:
Mario Trujillo, porta-voz da "West Contra Costa Unified School District", dise que os oficiais da escola estão menos preocupados em punir a estudante do que garantir que ela obtenha todo o apoio que precisa para se sentir segura e confortável na escola. “Reconhecemos que a vida é complicada, e que no final do dia isto foi um pedido de ajuda,” disse Trujillo.
"Existe ainda uma peça importante desta história, que é o nível elevado de intimidação ["bullying"] e violência, incluindo agressões física que os jovens trans sofrem nas escolas, afirmou Carolyn Laub, directora-executiva da "Gay-Straight Alliance Network."
• Andrea Brazier
• Genesis Hernandez
• Danya Morales
• Toni Christina Jenkins
• Dylan Bleier and Matt Alden
• Meg Lanker-Simons
• Olander Cuthrell
• Charlie Rogers
• Sharmeka Moffitt
• Joseph Baken
• Alexandra Pennell
• Aimee Whitchurch and Christel Conklin
• Quinn Matney
• Aubriana Banks
• Sarah Marshak
• Floyd Elliot
• Tawana Brawley
• Crystal Gail Mangum
• Kerri Dunn
• Leah Miller
• Ahmad Saad Nasim
sábado, 9 de novembro de 2013
Como a agenda homossexual prejudica as mulheres
O assunto criado pelos oficiais da "Florence High School" em Colorado Springs, teve como causa o facto dum único estudante (macho) se identificar como "transgénero". O aluno, cujo nome não foi disponibilizado mas que será identificado como "Matt", gosta de ir para as casas-de-banho das raparigas bem como às casas-de-banho dos rapazes. Aparentemente ele estão tão confuso em relação à sua sexualidade que, duma hora para a outra, ele não consegue dizer qual é o seu sexo.
Não só o Matt gosta de usar as casas-de-banho das raparigas sempre que lhe dá vontade, como tem uma reputação de alegado assédio sexual sempre que se encontra numa casa-de-banho feminina. Os pais já se queixara às autoridades escolares - as mesmas autoridades que criaram o problema - e não obtiveram qualquer tipo de resposta satisfatória.
Pior que isso, esses pais que se preocuparam com a presença dum homem sexualmente confuso numa casa da banho para meninas foram os receptáculos de repreensão por parte da liderança administrativa da escola, que ameaçou retaliações contras as estudantes que continuem com as queixas. O conselho escolar disse aos pais e aos alunos que levantaram problemas que estes poderão sofrer dispensas por parte das equipas desportivas e acusações de "crime de ódio" se continuarem a não concordar com o que está a acontecer nas casas-de-banho para meninas, e prosseguirem na sua defesa de valores e princípios normais, tradicionais e fundamentados na biologia.
A "Pacific Justice Institute" (PJI), uma agência sem fins lucrativos que defende os valores tradicionais, enviou uma carta à escola listando uma série de preocupações que eles e os pais exigem que sejam levadas em conta o mais rapidamente possível. Um porta-voz da PJI afirmou:
Esse tal balneário mais distante não se encontra disponível aos alunos que fazem actividades depois do horário escolar, e como tal, essa "solução" não tem qualquer tipo de utilidade.
O instituto deu 5 dias à escola para responder por escrito aos pontos listados na carta.
Fonte
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Seria interessante saber de que lado o lobby feminista se encontra - do lado das mulheres, defendendo o seu direito de não partilhar a casa de banho com um homem, ou do lado do jovem sexualmente confuso. As mulheres que se identificam com o feminismo deveriam tomar este incidente como exemplo, e questionar a sua liderança da posição oficial do feminismo em relação ao facto de, segundo o movimento homossexual, homens poderem usar a casa de banho das meninas desde que se identifiquem como "trans".
sábado, 20 de julho de 2013
A homofobia de John McKellar
McKellar descreveu os balneários homossexuais como "sujos, com um cheiro de nitrato de amilo e fezes humanas. O nitrato de amilo era absorvido através do nariz ("sniffado") como forma de obter erecções mais duradouras, e o sexo anal ocorria o tempo todo - com ou sem protecção. Alguns homens ficavam nos balneários a noite toda e tinham sexo com seis parceiros distintos. Era animalesco."
McKellar declarou que a comunidade homossexual acha necessário "atingir as crianças enquanto elas são jovens de modo a condicioná-las e torná-las recrutas simpatéticas para com o comportamento homossexual, mesmo que nunca se tornem elas mesmas homossexuais. É por isso que eles querem que o homossexualismo e todas as suas perversões sejam ensinadas às crianças o mais cedo possível."
McKellar acreditava que a maioria dos homossexuais não apoia a agenda pedófila que visa normalizar o sexo entre adultos e crianças.
McKellar diz que sente mais pena pelos transsexuais:
Em relação aos sado-masoquistas e aos homens de cabedal, McKellar diz que "o que eles gostam é de dominação sexual e submissão. Também eles têm uma fixação imatura pela sua sexualidade." McKellar diz que estes grupos practicam tipos de sexualidade muito perigosas uma vez que "entraram no lado selvagem, e mal eles violam um conjunto de tabus, eles prosseguem violando outros tabus como forma de obter algum tipo de satisfação sexual."
Em relação às operações de "mudança de sexo" subsidiadas com o dinheiro dos contribuintes:
McKellar acredita que é possível curar a condição homossexual. Ele admite que ainda luta com isso, e que ainda tem alguns falhanços, mas que decidiu abandonar a cena gay "oficial" porque "era demasiado arriscada e os relacionamentos eram sempre becos sem saída."
Ele diz ainda que a terapia reparativa é benéfica e necessária para ajudar alguns homens gays e algumas lésbicas a abandonar esse estilo de vida. McKellar diz ainda que mais atenção deveria ser dada aos benefícios e às histórias de sucesso associadas à terapia reparativa, ao mesmo tempo que se diz que o auto-controle e a disciplina são virtudes necessárias para qualquer tipo de batalha sexual que as pessoas levem a cabo como forma de controlar a sua sexualidade.
Em 1997 McKellar fundou a organização "Homosexuals Opposed to Pride Extremism" em resposta ao que ele chama de "a brigada do triângulo cor de rosa." Isto é uma referência aos militantes homossexuais que gostariam de impor os comportamentos mencionados em cima ao resto do país.
Quando lhe foi perguntado se ele qualificava o comportamento homossexual de moralmente condenável, McKellar disse:
Quando lhe foi perguntado qual era a sua opinião pessoal em torno da moralidade dos actos homossexuais, ele disse que preferia manter as pessoas, especialmente os membros da comunidade homossexual, a adivinhar "como forma de os impedir de saber quais são os meus pontos de partida."
John McKellar faz um resumo do activismo homossexual afirmando:
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Casas de banho públicas
Ele diz que objetivo é inibir ou evitar paqueras entre homens.
O Shopping Frei Caneca, na região central de São Paulo, criou nos últimos meses um posto insólito: o de segurança de banheiro. Leandro, de 45 anos, foi recrutado para passar o dia montando guarda na porta do toalete masculino do 3º piso, que atende as nove salas do cinema, a fim de evitar - ou inibir - paquera de homens no local. Ele explica que o shopping precisou tomar uma providência, porque "teve gente que se sentiu incomodada (com olhares libidinosos dos gays)".
Em sua gestão como "segurança de banheiro", que já dura cerca de oito meses, Leandro ouviu apenas uma queixa, "de um senhor que avisou que havia um rapaz se exibindo". A orientação do shopping, segundo Leandro, é mostrar ao "infrator" uma placa na parede com os dizeres: "A prática de ato obsceno em lugar público, ou aberto, ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano".
A assessoria do Frei Caneca disse que "a informação passada pelo segurança foi de interpretação pessoal". "A função dele, como a de outros profissionais que permanecem fixos nas áreas de maior circulação, é de zelar pela segurança dos frequentadores. Nossa equipe se divide em profissionais que circulam pelos andares e outros que são mantidos fixos em pontos-chave", afirmou o superintendente do Frei Caneca, Carlo Zanetti, no mês passado.
Dias depois, a assessoria do shopping informou que a administração havia "repensado" seu sistema de segurança e retirado Leandro da porta do banheiro masculino. Na semana passada, porém, a reportagem voltou ao shopping em dias diferentes e verificou que o segurança permanece lá. (*)
(*) Homossexuais são pessoas problemáticas e visivelmente desequilibradas. Seus atos desequilibrados dão ensejo a medidas realmente insólitas como essa, a fim de preservar o direito do Shopping à integridade moral em suas dependências.
Ora, clientes heterossexuais não são obrigados a conviver com as imoralidades em uma mera ida ao banheiro. Devo imaginar que a coisa em Nova Sodoma realmente está feia em seus shoppings, pois outrora reportei aqui que o Shopping Tatuapé providenciou cavaletes para tolher as obscenidades perpetradas por gays no lado de fora do estabelecimento.
A mídia colorida global prefere não revelar a nojeira e imundície do submundo homossexual. Faz questão de glamourizar o comportamento como se fosse natural, saudável e digno de respeito, enchendo de bichas suas novelas e Big Brothers.
Hoje, a mídia global prefere combater o fumo, e conseqüentemente os fumantes, fazendo reportagens com enfoque negativo, ou então a gordura, obrigando os apresentadores do Programa Fantástico a fazerem uma dieta, pois para eles ser gay é digno, mas estar gordo é intolerável!
Mas as práticas mais subterrâneas do mundo homossexual revelam como o homossexualismo é um fenômeno asqueroso, que não considera a própria higiene pessoal, a ponto de um banheiro de shopping servir de palco para a exteriorização de suas taras mais rasteiras.
[Meu comentário]: Há algum outro grupo social que se excita num lugar com cheiro a fezes e urina ?
○Fonte○
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