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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Estudo demonstra pais gays mais propensos ao abuso sexual infantil


Os cabalistas estão usando os gays para minarem casamento heterossexual e família, um objeto de
longo prazo de seu Manifesto Comunista. Um estudo recente mostra quão perigoso é a paternidade
do mesmo sexo.

por Reality (O noticiário do Real Women of Canada) Edição de Novembro

Crianças educadas por pais do mesmo sexo reportaram 3 a 12 vezes mais alta incidência de abuso sexual do que crianças vivendo com os pais biológicos.

Um estudo acadêmico de julho de 2012, revisado por especialistas no jornal Social Science Research, pelo Professor Mark Regnerus da Universidade do Texas, Austin, descobriu que:

• Filhos de mães lésbicas são aproximadamente 12 vezes mais propensos a dizer que f oram tocadas
sexualmente por um pai ou adulto do que aquelas educados em intactas famílias biológicas;
• 31% daqueles criados por mães lésbicas e 25% criados por pais homossexuais f oram estuprados,
comparados com 8% daqueles educados em intactas famílias biológicas;
• 90% das crianças educados em uma família normativa eram heterossexuais, enquanto 61% educados por uma mãe lésbica e 71% criados por um pai homossexual não eram;
Além disto, filhos criados por pais do mesmo sexo eram:
• Duas a quatro vezes mais propensos a estar em assistência pública;
• Mais de duas vezes mais propensas a ficarem desempregados;
• Duas vezes mais propensos a tentarem o suicídio;
• Mais propensos a procurarem tratamento de doença mental;
• Mais propensos a se engajarem em sexo não-casado;
• Em maior risco de pobreza, abuso de drogas e criminalidade.

DEFENSORES DOS HOMOSSEXUAIS FURIOSOS

Os defensores dos homossexuais ficaram furiosos a respeito deste estudo e como resultado lançaram
um ataque debilitado.

Era imperativo para eles desacreditar esse estudo e destruir a credibilidade do Professor Regnerus.
Conseqüentemente, eles acusaram-no de má conduta científica e acadêmica, possível falsificação da pesquisa e desvio dos padrões éticos.

Por causa da crueldade desses ataques, a Universidade congregou um comitê de quatro pessoas aptas e contratou um expert de fora em “integridade de pesquisa” para conduzir uma investigação.
O Comitê concluiu que nenhuma das alegações contra o Professor Regnerus eram substanciadas, e que não houve má conduta de sua parte.

ACHADO ESSENCIAL NO ESTUDO DE REGNERUS

Crianças necessitam de estabilidade em suas vidas enquanto crescem. Professor Regnerus descobriu que pais que têm relacionamentos do mesmo sexo eram menos aptos a exibir tal estabilidade.

Nesse estudo, crianças criadas por pais do mesmo sexo reportaram a mais alta incidência de viver em
orfanatos, com avós ou vivendo em seus domínios antes dos 18 anos de idade.

Com efeito, menos de 2% daqueles com uma mãe em um relacionamento do mesmo sexo reportaram estar com ela por todos os 18 anos de sua infância e juventude.

A instabilidade das parcerias do mesmo sexo é tamanha que significantes gastos políticos, legais, sociais e econômicos para sustentar tais relacionamentos não pode ser justificados. Nem deveriam as crianças ser utilizadas como instrumentos ou cobaias para além da questionável causa do "casamento” do mesmo sexo.

terça-feira, 20 de maio de 2014

O papel dos activistas homossexuais na normalização da pedofilia


As perturbadoras alegações do antigo actor infantil Michael Egan contra o homossexual assumido Bryan Singer (produtor e director do filme "X-Men") chocaram Hollywood, causando um silêncio relativo em torno do assunto. Digo "silêncio relativo" porque, a menos que seja um padre Católico, a falsa narrativa da esquerda relativista é aquela que afirma que os homossexuais são sempre as vítimas e nunca os vitimizadores.

Mas mesmo assim, este episódio mais recente incidiu (mais uma vez) imensa luz na conexão amplamente estabelecida entre o estilo de vida homoerótico e a pedofilia - ligação que, apesar das negações "progressistas", está escondida à vista de todos os que querem ver.

Egan deu entrada a um processo legal contra Singer e contra outras figuras de relevo de Hollywood por o terem repetidamente abusado homoeroticamente (bem como a outros rapazes) em muitas e "infames" festas de piscina "twinks" (cheias de cocaína) quando ele tinha 15 anos e Singer tinha 32. (Dentro do calão homoerótico, os "twinks", também conhecidos como "chicken", são os altamente requisitados rapazes menores sexualmente "usados" pelos homens homossexuais). As alegações de Egan são perturbadoramente parecidas com as alegações de outro actor infantil Corey Feldman, que de igual modo alegou durante o ano passado que tal abuso homossexual em Hollywood é imenso e até sistémico.

Mas será que estas alegações são realmente assim tão chocantes? Infelizmente, a maior parte das evidências disponíveis indicam que o abuso homossexual encontra-se descontrolado bem para além de Hollywood. Convém ressalvar uma coisa bem importante: nem todos os homossexuais são pedófilos, mas um desproporcional número deles são. O que escrevo não é motivado pelo "ódio", pela intolerância ou porque sou "homofóbico"; o que se reporta neste texto são apenas factos.

Consideremos, por exemplo, um estudo com inclinações esquerdistas publicado pelo "Archives of Sexual Behavior" levado a cabo junto de 200 pedófilos e pederastas condenados. Foi apurado que "86 porcento dos infractores contra vítimas masculinas descreviam-se como homossexuais ou bissexuais." Segundo Peter Sprigg (Family Research Council), isto demonstra que "os homens homossexuais ou bissexuais são 10 vezes mais susceptíveis de abusar crianças do que os homens heterossexuais."

Isto faz todo o sentido quando o mesmo estudo é associado a outro estudo de 2001 na mesma publicação revista por pares; foi apurado que quase metade de todos os homens que se identificavam como homossexuais haviam sido abusados por um homossexual pedófilo quando eram crianças:

Quarenta e seis porcento dos homens homossexuais e 22 porcento das mulheres homossexuais reportaram terem sido molestados por uma pessoa do mesmo sexo. Isto contrasta com 7 porcento dos homens heterossexuais e 1 porcento das mulheres heterossexuais terem sido molestados por uma pessoa do mesmo sexo.

A ligação entre o abuso homossexual e a "identidade gay" é inegável.

Embora nem todos homens ou mulheres que se identificam como homossexuais abusam sexualmente de crianças, ou foram abusados quando eram crianças, a realidade verificável é que um alarmante número deles abusam crianças e foram abusados enquanto crianças. Tal como a maioria das formas de abuso, o ciclo é circular e cíclico. "Nascido assim?" Nem por isso. "Feito assim?" Infelizmente, parece que é isso.

Agenda

Mas igualmente preocupante é o facto de muitos proeminentes activistas lgbt por todo o mundo terem apoiado de modo manifesto, ou dado o seu apoio implícito, ao que os esquerdistas eufemisticamente chamam de "intimidade intergeracional"  (tradução: abuso sexual de crianças). Tomemos como exemplo Peter Tatchell, activista da "igualdade no casamento". O blogue "GoodAsYou" [afiliado à organização homossexual GLAAD], descreve Tatchell como um "eminente activista dos direitos humanos Britânico". Um dos comentadores do blogue afirma que Tatchell é "um dos mais respeitados líderes do movimento lgbt internacional".

Eis então o que Peter Tatchell, "um dos mais respeitados" e "eminente activista dos direitos humanos", pensa do abuso sexual de crianças tal como exposto no "The Guardian", um dos mais importantes jornais Britânicos:

A natureza positiva de alguns relacionamentos criança-adulto não se restringe às culturas não-ocidentais. Muitos dos meus amigos - gays ou heterossexuais, homens e mulheres - tiveram relações sexuais com adultos dos 9 aos 13 anos. Nenhum deles se sente abusado... Chegou a hora da sociedade reconhecer a verdade de que nem toda a actividade sexual que envolve crianças é indesejada, abusiva e prejudicial.

Ou tomemos como outro exemplo Kevin Jennings, o "czar para escolas seguras" e fundador do grupo extremista sexual GLSEN. Escrevendo sobre Jennings em 2009, o Washington Times reportou:

Um professor foi notificado que um aluno do segundo ano da escola secundária estava a ter relações homossexuais com um "homem mais velho". No mínimo, a violação estatutária ocorreu. A Fox News reportou que o professor violou a lei que exige que ele reporte o abuso. Esse antigo professor, Kevin Jennings, é o "czar para escolas seguras" do presidente Obama. Neste caso singular Jennings teve a chance real de proteger o jovem rapaz do predador sexual, mas não só ele falhou ao não fazer o que a lei exigia que ele fizesse, como encorajou o relacionamento.

Mais tarde, Jennings foi mentindo sobre o encontro até que uma gravação áudio surgiu onde ele se gabava disso:

Olhei [para o rapaz]....e disse, 'Sabes duma coisa? Espero que na altura soubesses como usar um preservativo.'

Este padrão de abuso e facilitação homossexual por parte do movimento lgbt não é nada de novo. Tomemos como exemplo o herói de Jennings, Harry Hay, considerado o "pai fundador" do actual movimento dos "direitos dos homossexuais". Entre outras coisas, ele foi honrado como um "ícone" do "Lgbt History Month” por parte de toda a comunidade homossexual activista. Sem surpresa alguma, Hay era um entusiasta do abuso de menores e ávido apoiante da organização pedófila NAM/BLA. No ano de 1983, enquanto dava um discurso num evento NAM/BLA, Hay disse o seguinte:

Tenho a impressão de que dentro da comunidade homossexual as pessoas que deveriam interferir em favor da NAM/BLA são os pais e os amigos dos gays. Porque se os pais e os amigos dos gays são verdadeiramente amigos dos gays, a partir das suas crianças gays eles deveriam saber que, mais do que qualquer coisa no mundo, um relacionamento com um homem mais velho é precisamente o que crianças com 13, 14 e 15 anos precisam.

Tomemos ainda como exemplo o "mártir" lgbt Harvey Milk, predador sexual conhecido por ter violado, repetidamente, um adolescente consumidor de drogas e fugido de casa. Qual foi o seu castigo? A administração de Obama acabou de criar um selo do correio em sua memória.

Será que sou o único a notar um padrão nisto tudo? Será que a deusa "tolerância" cegou o mundo inteiro, deixando-o louco?

Se a consistência se fizer notar, e estas alegações contra Bryan Singer se provarem como genuínas (e as evidências apontam para que sim), aposto que ele acabará por ter um estrela no "Walk of Fame" de Hollywood e virá a ser um dos oradores principais duma gala dos Direitos Humanos. Aposto também que, de qualquer das formas, começaremos a ver cada vez mais defensores do "sexo intergeracioonal" a "sair do armário".
Bem vindos a parte mais baixa do ladeira escorregadia.

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