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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Homossexuais admitem que não nasceram assim e que o abuso sexual que sofreram os levou ao homossexualismo

Por WND

Um vídeo-documentário que busca influenciar a decisão dos juízes do Tribunal Supremo (à medida que eles decidem sobre o casamento) exibe uma investigação que coloca em causa a crença de que os homossexuais "nascem assim", e que, portanto, têm que ter direitos especiais.

Equipado com uma câmara oculta, o jornalista Ryan Sorba foi para um bar "gay" onde registou respostas francas às suas perguntas. O que ele descobriu foi que muitos homens que se identificam como "gays" foram sexualmente abusados quando eram jovens.

Ele afirma que os dados por ele apurados podem ter implicações junto do tribunal supremo à medida que decide se a definição tradicional de casamento discrimina ou não as pessoas que se identificam como "gays". Segundo Ryan, muitos dos "gays" que ele entrevistou não são foram abusados durante a sua juventude, como passaram a ser eles mesmos abusadores sexuais.

Na parte inicial do seu documentário, Sorba diz:

Entrevistei indivíduos durante uma noite comum num bar gay, e descobri que eu estava literalmente rodeado de violadores de menores e pessoas que foram vitimas de abuso quando eram menores.

Sorba diz que fez o vídeo "como uma peça informativa para os juízes" e defende que muitos Americanos não entendem a questão do homossexualismo. Ele começa perguntando aos homossexuais, "Acreditas que ser gay é estritamente genético?" Ele diz que o apurou foi chocante:

Aprendi que muitos atribuem a sua orientação [sic] sexual ao seu abuso sexual.

Ele diz que depois de apurar o número de pessoas que se dizem "gays" porque foram vítimas de abuso sexual, ele tomou a decisão de alterar o script como forma de "tentar saber quem é que estava a cometer os abusos". Ryan ficou a saber que os homens mais velhos não são os únicos culpados.

Lamentavelmente, aprendi que depois de terem sido vítimas de abuso sexual por parte de homens mais velhos, muitas crianças e muitos adolescentes irão ensinar aos seus amigos o que eles aprenderam do seu violador.

Ele avisa que o conteúdo do vídeo é explícito mas "necessário".

Pais, fiquem atentos. Se por acaso vierem a saber que uma criança ou um adolescente desenvolveu atracção homossexual, que estas imagens sejam um aviso para vocês. Isso é um aviso de que a criança foi abusada por um adulto, um adolescente ou por outra criança.

Ele termina com um pedido para o Tribunal Supremo:

Se por acaso não sabem ou não entendem o que estou em vias de vos mostrar, então apelo a que practiquem limitação judicial e mantenham a vontade de mais de 50 milhões de Americanos e milénios de experiência humana. A América precisa de mais tempo para entender este assunto, as suas causas e as suas consequências.

Sorba deixa bem claro que ele não acredita que todas as pessoas que se identificam como "gays" são abusadores de menores, mas "muitas pessoas que se identificam como gays foram abusadas, e muitas crianças e adolescentes irão ensinar a outras crianças da sua idade, ou mais novas, o que eles aprenderam junto da pessoa que lhes abusou."




sábado, 4 de julho de 2015

Agenda homossexual é arma de engenharia social

Por Erik Rush

Agora que os progressistas cultivaram uma quantidade suficiente de disfuncionalidade dentro das famílias Americanas, existe agora  - convenientemente - um número crescente de adolescentes que passam por ambivalência na sua emergente sexualidade, e/ou questões em torno da sua identidade sexual. Dado o encorajamento por parte de figuras autoritárias esquerdistas, e também por parte da imprensa e outras fontes mediáticas, os mais jovens estão a manifestar isto cada vez mais cedo nas suas vidas - em vez de ficarem "dentro do armário" até à vida adulta, ou nunca revelarem ao mundo as suas propensões.

No dia 17 de Abril, a Gay, Lesbian and Straight Education Network (GLSEN) levou a cabo o seu "Dia do Silêncio", onde estudantes de escolas primárias e secundárias que tomaram parte do evento permaneceram em silêncio durante todo o dia escolar como forma de  "sensibilizar as pessoas em relação ao efeito silenciador da intimidação, do assédio [ed: "bullying"] e discriminação sofrida pelos lgbts.”


Informação pertinente (mas não por mim): A GLSEN foi fundada por Kevin Jennings, activista homossexual e antigo czar responsável  por uma "Escola Segura", e provável pedófilo.


Dada à natureza conturbada da adolescência e do facto destes adolescentes disfuncionais serem uma minoria, muitos sofrem ridicularização, assédio e outras formas de escárnio normalmente conhecidas por “bullying.” Isto é também muito conveniente para a radical agenda esquerdista, se posso acrescentar, visto que ela lhes permite "justificar" campanhas enormes ostensivamente focadas em - preparados? - salvar as crianças. Neste caso, salvar as crianças da intolerância dos seus pares heterossexuais. Ou melhor ainda, para explorar estes emergentes cidadãos desta "classe protegida" para os seus próprios fins políticos. 

Com os esquerdistas, claro que as coisas nunca são feitas em favor dos supostos beneficiários da generosidade, tal como Penny Nance salientou, escrevendo para o  Breitbart durante a semana passada:

Os activistas homossexuais estão determinados em capturar os vossos filhos, e as escolhas estão a pactuar com isso. 

Nancy salienta ainda que os operativos "da GLSEN têm-se infiltrado de forma sistemática nas escolas e têm assedido e intimidado os estudantes que têm uma crença tradicional e religiosa em relação à sexualidade e o casamento." Será que ela disse "intimidar" [bullying]? Sem dúvida, que sim.

Mais recentemente, Amanda Simpson [ed: antigo piloto com o nome de Michael Simpson], Director-Executivo do U.S. Army Office of Energy Initiatives e o primeiro transsexual a ser nomeado por Obam, apelou para uma proibiçâo da "terapia de conversão" que, segundo ele, está a "atacar" a comunidade lgbt, seja lá o que isso for.

Levando em contra que a American Psychological Association é horrível com esquerdistas e desviados sexuais, é de alguma forma difícil encontrar uma definição objectiva do que é uma "terapia de conversão". A maior parte das definições da indústria (criada pelo mundo académico, que é terrível com esquerdistas e desviados sexuais( inclui termos tais como "pseudo-cientifica" e "controversa" e "perigosa".

Definido de forma lata, a terapia de "conversão" ou "reparativa" refere-se a uma colecção de protocolos de aconselhamento e psiquiátricos que lidam com as mudanças de atracção sexual ou identidade sexual da pessoa. Alguns, mas não todos, practicantes operam dentro de círculos Cristãos.

Quase sempre, existe uma ambivalência dentro do indivíduo em relação à sua identificação como homossexual antes de buscar tal tratamento, que eles voluntariamente procuram, algo que está em oposiçâo ao cenário de "desprogramação forçada" que está a ser sugerido pelo lobby homossexual. Falando num vídeo oficial da Casa Branca, onde identirica tais terapias de "prejudiciais", ele diz:

Antigamente, costumavamos chamar a estas coisas de lavagem cerebral ou reprogramação.

Simpson disse que a sociedade deveria estar a afastar-se de "como as coisas são, para a forma como as coisas deveriam ser".

E aí está, mais uma vez: o imperativo esquerdista para a implementação da sua visão pervertida do que a sociedade deveria ser. A América está agora a ser "ensinada" em relação a "como as coisas deveriam ser" por parte dum transsexual, e essas "coisas" são determinação totalmente subjectiva por parte daqueles que se encontram na esquerda (que se consideram como os árbitros-máximos não só do certo e do errado, mas da própria realidade).

E qual é o critério que eles usam para chegar a estas conclusões? Ora, o que quer que lhe atraia emocionalmente; o que lhes deixa confortáveis... Isto é suficientemente bom para os esquerdistas. E uma vez que eles são esquerdistas, eles não têm problemas em falsamente caracterizar o que a terapia de conversão realmente é.

Tal como muitos de nós, eu já ouvi histórias de homossexuais que alegam que desde os seus cinco anos que sabiam que tinham atracção por pessoas do mesmo sexo. Não posso provar que estão a mentir, e nem tenho motivos para pensar que estão a mentir. Mas eu também já ouvi testemunhos de pessoas que eram totalmente homossexuais aos 18 anos, mas que aos 23 ou aos 30 haviam descoberto que estavam tristes, deprimidos, confusos, que odiavam o estilo de vida, e que já não estavam seguros em relação à sua verdadeira atracção sexual. Muitos destes relatos terminam com os indivíduos a buscar terapia reparativa, e emergindo mais tarde alegando serem heterossexuais felizes.

Não quero ver homossexuais a serem raptados de noite e lançados para uma carrinha preta como forma de serem "desprogramados", se é que isso é possível. Pela mesma ordem de ideias, banir as terapias que têm como propósito lidar com a confusão sexual que alguns homossexuais têm, é uma medida igualmente draconiana (para não dizer totalitária). No entanto, quando até membros lgbt com inclinação mais intelectual como Simpson estão a avançar com estas medidas, aparentemente está tudo bem e não se passa nada.

Como nota marginal, já me perguntei que tipo de solidariedade uma pessoa transsexual pode ter com homossexuais, a menos que esteja relacionado com uma agenda - particularmente depois de ter tido conversas com transsexuais que não só não partilhavam de qualquer solidariedade com homossexuais, como também não queriam ter nada a ver com a comunidade lgbt - e foram consequentemente atacados publicamente por ambos os grupos.

Existem milhões de pessoas dos mais variados quadrantes políticos que foram enganadas pela insidiosa mentira propagada pela esquerda de que os homossexuais só querem "permissão para amar". É provável que muitos deles queiram, mas é importante mencionar que os progressistas usaram da mesma táctica ideológica no princípio dos anos 70 durante o debate em torno do aborto. O aborto seria raríssimo e os pró-aborcionistas disseram que tudo o que queriam era impedir que as mulheres fizessem abortos em becos mortíferos ou com cabides - e dar-lhes uma alternativa em relação a darem à luz filhos concebidos numa violação ou num incesto.

Hoje sabemos como isso acabou, com o aborto a transformar-se numa industria, "aborto-de-bebés-parcialmente-nascidos," e o complexo científico-industrial a fazer pressão política para que fique com as partes de bebés abortados. Na Grã-Baetanha, os cientistas já propuseram que a definição legal de aborto seja alargada de modo a que passe a incluir babes nascidos vivos mas que cujos pais ou o estado determinem como de difícil acomodação.

Se não fizermos nada, a história voltará a repetir-se.

Durante a semana passada a TruthRevolt.org fez referência a um artigo feito por um colunista Canadiano detalhando as assustadoras consequências da "legalização" do "casamento" homossexual. Para começar, como forma de acomodar os novos parâmetros da instituição do casamento, a convenção legal de "pai natural" passou a ser conhecida como "pai legal", o que se traduz na usurpação dos direitos de todos os pais por parte do governo.

Inteligente, não?

Então, preferências sexuais protegidas pela nova lei marital criaram a desordenadamente influente “Human Rights Commissions”, que tem o poder de processar indivíduos e empresas (o que normalmente significa a bancarrota dos acusados), monitorizar e regular as comunicações, entrar em residências, apreender propriedades, tudo segundo a palavra de um único homossexual. Estas comissões podem também recomendar acusação por motivos de "discurso de ódio", e eles têm uma invejosa taxa de condenação de 100% durante os últimos 30 anos.

Os activistas homossexuais e os seus simpatizantes espiam igrejas e grupos religiosos, tendo ouvidos atentos a tudo que eles possam considerar remotamente discriminatória (discriminatório segundo a sua definição, tal como já estamos a experimentar isso aqui nos Estados Unidos), de modo a que se possam dirigir aos escritórios mais próximos da Human Rights Commission e dar entrada a uma queixa.

Isso é exactamente o que os Estados Unidos precisam, não é?

Muito bem, tenho um aviso para os militantes homossexuais, cuspidores de fogo: Vocês não vão conseguir estigmatizar-nos a todos - nós somos 50 vezes mais numerosos que vocês, a propósito - devido à vossa visão distorcida do que a sociedade deveria ser, e devido também ao facto de serem emocionalmente imaturos para pensarem que tudo deveria tal como vocês querem, "porque sim".

Se toda esta perversão e anulação constitucional chegar a ocorrer nos Estados Unidos durante a minha vida, é bem provável que eu rapidamente acabe por ser preso porque estou certo que serei silenciado. Eu sei, tal como muitos outros Americanos - quer eles sejam profissionais da equivocados ou militantes que-fornicam-nas-paradas-homossexuais, este pequeno grupo de pessoas está meramente a ser usado pelos radicais como forma de consolidar o seu poder.

Uma parte integrante desta consolidação de poder por parte dos radicais é a erradicação dos conceitos tradicionais de moralidade para que eles possam alterar o vínculo que as pessoas têm com Deus, e estabelecê-lo com o Estado.

E isso, caro leitor, é maligno. 


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Como já dito várias vezes, a agenda homossexual pouco ou nada tem a ver com os genuínos desejos da maioria dos homossexuais; esta agenda nada mais é que o governo a tentar estabelecer padrões morais que tornem as pessoas mais fáceis de controlar.

O Cristianismo, ao avançar com Uma Autoridade acima do governo (Deus), e ao postular uma forma de valor individual que se encontra em choque com o colectivismo esquerdista, torna-se sempre o primeiro alvo a abater. É por isso que as feministas, os activistas homossexuais e todos os grupos esquerdistas têm um ódio particular e único ao Cristianismo.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Ateu afirma: "Casamento" homossexual é uma ameaça à liberdade

Comentador ateu declara que o "casamento" homossexual "atacou a liberdade" em todos os locais onde ele foi implantado. Brendan O’Neill, editor da revista online com o nome de Spiked, avisou que a redefinição do casamento é "um Cavalo de Tróia tendo em vista a implantação duma nova moralidade".

Ele fez os seus comentários depois da introdução uma proposta de lei em torno do "casamento" homossexual na Austrália. O’Neill criticou os defensores do "casamento" por estes tentarem estabelecer uma paralelo entre a liberdade e a redefinição do casamento:

Em todos os sítios onde o "casamento" homossexual foi estabelecido, a consequência foi uma diminuição da liberdade - e não um aumento da mesma. O amor e o  casamento podem caminhar juntos como o cavalo e a carruagem, mas a liberdade e o "casamento" homossexual certamente que não.

O’Neill salientou o caso de Brendan Eich que perdeu o seu cargo de CEO no gigante americano da internet Mozilla devido à sua oposição ao "casamento" homossexual. Para O'Neill, este foi um exemplo claro onde "a liberdade para casar claramente sobrepõem-se à liberdade de consciência".

O comentador fez também referência à introdução do "casamento" homossexual na França, onde os opositores passaram a ser chamados de "inimigos ideológicos" do estado Francês. Ele descreveu também a agenda do lobby em favor do "casamento" homossexual como uma que exige "aceitação psicológica do 'casamento' homossexual por parte de todos".

Esta "nova instituição" inventada por uma pequena minoria de advogados com ternos bem passados e por agitadores, é melhor entendida como um Cavalo de Tróia em favor da instalação duma nova moralidade.


Em jeito de conclusão, O'Neill criticou o Senador David Leyonhjelm, o político Australiano que deu entrada à proposta de lei no Parlamento Federal, dizendo que "ele pensa que está a avançar com a liberdade", mas o que ele está na verdade a fazer é completar "uma tirania iniciada pelos novos autoritários no Ocidente moderno”.

- http://goo.gl/OhWn6k

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Pelos vistos os não-Cristãos já se aperceberam que a agenda homossexual é uma forma de impor novas leis morais na sociedade - que não quer e nem pediu que a sua definição de casamento fosse alterada de modo a agradar menos de 2% da população total - e não algo feito para ajudar os homoeróticos.

Resistir a agenda política lgbt é resistir à tirania do governo, e não um gesto fundamentado no ódio aos homossexuais (que, em larga escala, não estão interessados em "casar").

sábado, 11 de outubro de 2014

12 citações que revelam o verdadeiro propósito do "casamento" homoerótico

Morte do casamento = "Progresso"
1. "Evitar por completo o casamento irá disponibilizar um caminho mais rápido para o progresso visto que só a morte do casamento pode materializar a aurora da igualdade para todos." -- Dr. Meagan Tyler, - Palestrante de Sociologia na Universidade Victoria

Quem é que precisa do casamento?
2. "A verdadeira questão que deveria ser debatida não é se o casamento homossexual [sic] deveria ser legalizado, mas, será que ainda precisamos do casamento?" -- David Vakalis

Redefinir a instituição
3. "Um meio termo pode ser o combate em favor do casamento homossexual [sic] e todos os seus benefícios, e mal isso tenha sid conquistado, redefinir por completo a instituição do casamento, exigir o direito para casar não como uma forma de se aderir aos códigos morais da sociedade, mas sim como forma de desacreditar o mito e alterar radicalmente uma instituição arcaica. [Legalizar o "casamento" homossexual ] é também uma oportunidade de transformar por completo a definição de família na cultura Americana..” - Michelangelo Signorile, OUT magazine, December/January 1994

Estamos a defender uma destruição
4.  "E, afinal de contas, nós estamos a defender a destruição da centralidade do casamento e da unidade da família nuclear...." -- Ryan Conrad

Próximo passo: Abolição
5.  "Mas muito provavelmente o próximo passo não é, mais uma vez, expandir a definição restrita de casamento mas abolir por completo a falsa distinção entre as famílias casadas e as outras parcerias também válidas mas ainda sem reconhecimento ." - Sally Kohn,  Prop 8: Let’s Get Rid of Marriage Instead!

A morte do casamento
6. "Não seria a morte do casamento como instituição estatal, inclusive para os heterossexuais, a melhor solução? ... Apaguem o registo civil; não façam qualquer tipo de distinção entre os cidadãos casados e os não-casados." - Alex Gabriel, Politics.co.uk

Aticem as chamas
7. "O casamento é o proverbial edifício em chamas. Em vez de bater na porta como forma de tentar entrar, os queers deveriam estar a atiçar as chamas!" - National Conference on Organized Resistance

O casamento corrói a "liberdade"
8. "O casamento não deveria ser o objectivo mas sim uma escolha. Uma escolha disponível entre as muitas reconhecidas como válidas pela sociedade. Mas não é. Actualmente, no que toca a sociedade, tu ou estás casado ou não estás. E à medida que a noção vai ficando cada vez mais codificada, a nossa liberdade de fazer outras escolhas vai-se corroendo gradualmente." - David McGee

Revolução moral
9. "O movimento gay, quer isso seja reconhecido por nós ou não, não é um movimento que luta em favor dos direitos civis, e nem mesmo um movimento de emancipação sexual, mas sim uma revolução moral que tem como propósito alterar a forma como as pessoas olham para a homossexualidade." - Paul Varnell, Chicago Free Press

bolindo a família
10. "Temos que ter como propósito a abolição da família de modo a que o sistema supremacista masculino e sexista não possa ser fomentado dentro dela." - Gay Liberation Front: Manifesto, Londres 1971, revisto em 1978

Transformar a sociedade
11. “Ser queer significa forçar os parâmetros do sexo e da família, e durante o processo, transformar a sociedade. .. Temos que manter os nossos olhos fixos no nosso objectivo ... de reordenar radicalmente a visão social da realidade." [source] -- Paula Ettelbrick, National Gay and Lesbian Task Force

O casamento não deveria existir
12. "... lutar pelo casamento homossexual [sic] normalmente significa que se tenha que mentir sobre o que queremos fazer com o casamento mal nós cheguemos lá - porque nós mentimos quando afirmamos que a instituição do casamento não irá mudar. A instituição do casamento irá mudar, e ele tem que mudar. E eu acho que ela nem deveria existir." - Masha Gessen, journalists - Durante um painel de discussão na Austrália

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Estas citações, combinadas com o nosso popular post com o nome de 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido, irão disponibilizar informação ampla que nos irão permitir defender de um modo mais corajoso a instituição do casamento.

Pelo futuro do casamento e da família, partilhem e tuitem estas citações o mais que puderem



domingo, 10 de agosto de 2014

O movimento homossexual como arma da Nova Ordem Mundial

Por Servando Gonzalez

Actualmente, os líderes homossexualistas Americanos, com todo o apoio dos "presstitutes" [prostitutes + press] dentro dos média controlados pelo "Council of Foreign Relations" (CFR) estão a tentar convencer o povo Americano de que Cuba, o país mais repressivo do hemisfério Ocidental, tornou-se subitamente num céu para os homossexuais.

Mas é preciso ser-se muito ingénuo para se pensar que Cuba de Castro, país onde as mulheres, os negros, os trabalhadores, os homossexuais efeminados e practicamente todas as pessoas que não apoiam por inteiro o governo não têm direitos, os homossexuais repentinamente se tornaram nos únicos com direitos.

As paradas. na verdade, mostram que, tal como em todo o mundo, os homossexuais apoiam os opressores, incluindo os opressores de homossexuais, que, apesar das  alegações em contrário, ainda existem em Cuba de Castro. Apesar das alegações do movimento homossexual Americano em contrário, não há orgulho nenhum em ignorar o assédio que os homossexuais sofrem em Cuba, e em vez disso apoiar os seus opressores.

O movimento homossexual Americano pinta-se de liberal, progressista e socialmente consciente, mas na verdade, esse movimento tornou-se numa arma secreta do CFR, que muito provavelmente é a organização mais reaccionária dos Estados Unidos, onde magnatas do petróleo, banqueiros de Wall Street, e CEOs de empresas trans-internacionais conspiram para instalar a sociedade comunisto-fascista que eles eufemisticamente chamam de "Nova Ordem Mundial". Isto explica o porquê de não haver qualquer tipo de literatura homossexual a condenar a tirania que os conspiradores da NOM estão a forçar aos Americanos bem como aos povos de todo o mundo - incluindo os homossexuais. Isto também explica o porquê de não haver qualquer bandeira-arco-iris com as pessoas que protestam junto dos encontros Bilderberg.

Desde que o governo Russo declarou que não iria tolerar propaganda pró-homossexual durante os Jogos Olímpios de Inverno que uma enchente de propaganda anti-Rússia explodiu junto da impressa controlada pelo CRF em torno do assédio dos homossexuais na Rússia. O que o autor pró-homossexualismo que escreveu sobre o tal assédio não diz, no entanto, é que os militantes homossexuais são conhecidos por levarem a cabo ataques falsos como forma de passarem a imagem de vítimas e demonizar os seus adversários.

Mal Ronald Reagan chegou à Casa Branca, começou a trabalhar duramente para dar seguimento ao seu sonho de colocar um fim ao império Soviético. Reagan não odiava o povo Russo, e nem queria destruir a Rússia. O que ele queria era que eles fossem livres do opressivo regime Soviético. Não é de admirar que Reagan tenha sido alvo do ódio dos conspiradores do CFR que haviam criado e mantinham artificialmente vivo o império maligno que estava a escravizar o povo Russo.

Num daqueles paradoxos da História, em apenas alguns anos a Rússia tornou-se no país que Reagan tinha em mente, enquanto que os Estados Unidos, sob o controle de alguns psicopatas, está a caminho de se tornar no império maligno que ele tanto odiava. Alguns Republicanos "conservadores" não aceitam a possibilidade da Rússia se estar a transformar num país Cristão. Bem, não os posso culpar visto que se há vinte anos atrás alguém me tivesse dito que os Estados Unidos se tornariam numa ditadura  comunisto-fascista anti-Cristã, eu não teria acreditado, mas isso está a acontecer bem à nossa frente.


VLADIMIR PUTIN


Sem dúvida alguma, que Putin, tal como a família Bush, os Clintons e Obama, pode ser um político corrupto e sedento de poder. Mas há uma grande diferença que faz com que ele seja um inimigo feroz dos comspiradores da NOM: ao contrário dos seus pares Americanos, Putin ama o seu país, e o seu sonho é o de tornar a Rússia num país industrializado e de primeira classe, com uma ampla classe média.

Mais ainda, Putin não está associado ao CRF, nem ao Grupo Bilderberg, nem ao "World Economic Forum" e nem a qualquer outra organização globalista. Ele não está a conspirar na sombra para eliminar a soberania da Rússia e criar a Nova Ordem Mundial - um governo global controlado por magnatas do petróleo, banqueiros internacionais, e CEOs de empresas trans-internacionais.

Ao contrario dos seus inimigos dentro do CFR, o objectivo de Putin não é o de recuar no tempo, e voltar a colocar a Rússia como a sociedade medieval  .... que os conspiradores do CFR impuseram ao povo Russo durante mais de meio século, e têm planos de fazer o mesmo em todo o mundo - incluindo os Estados Unidos. E isso faz toda a diferença. Os conspiradores globalistas do CFR odeiam Putin pelos mesmos motivos que odiavam Kennedy e Reagan, os últimos presidentes que realmente amavam a América. No entanto, não será assim tão fácil para eles verem-se livres de Putin da mesma forma que se viram livres de Kennedy e tentaram eliminar Reagan.

Apesar de toda a propaganda anti-Rússia em torno dos Jogos Olímpicos de Sochi, os líderes Russos não odeiam os homossexuais; eles pura e simplesmente não querem que o movimento homossexual transforme o evento numa plataforma de promoção da agenda da Nova Ordem Mundial que faz parte do movimento homossexual. 

Uma evidência para isto é o facto do Presidente Putin ter congratulado e abraçado a abertamente homossexual atleta Ireen Wust devido à sua medalha de ouro.

Uma evidência de que a crítica dos conspiradores do CRF às políticas anti-homossexualismo por parte de Putin são politicamente motivadas é o facto de aliados dos Estados Unidos tais como o Afeganistão, o Bangladesh, o Paquistão, o Qatar, os Emiratos Árabes Unidos, a Arábia Saudita, Singapura, o Iémen, o Uganda e o Quénia terem leis anti-homossexualismo mais severas que as leis Russas, mas isso nunca ser mencionado pelos média sob o controle do CFR.

O facto da maioria dos Russos hoje sabe quem foi que impôs o Comunismo no seu país, e o facto de alguns Cristãos dos EUA actualmente olharem para a Rússia como um aliado só prova que as pessoas estão a acordar da letargia induzida pelos média. Não é possível enganar todas as pessoas para sempre.

Aquelas pessoas que actualmente nos querem convencer de que o comunismo ainda se encontra a controlar a Rússia são os mesmos que nos disseram que Saddam Hussein era uma ameaça para os EUA porque ele tinha armas de destruição maciça. [ed: Saddam provavelmente não era uma ameaça para os Americanos mas era um tirano genocida que usava armas químicas contra o seu próprio povo.] Aparentemente, a colaboração entre o governo Americano e os mesmos grupos terroristas que foram inicialmente culpados pelos eventos do 11 de Setembro tornou-se tão óbvia que a "Guerra ao Terror" era insustentável e deixou de ser útil. Logo, eles voltaram a usar o mesmo antigo e fiável pseudo-inimigo: o comunismo Soviético.

Mas apesar dos seus melhores desejos, o comunismo morreu na Rússia.

Por outro lado, tal como um morto-vivo, o comunismo está a reencarnar nos Estados Unidos. Portanto, se aqueles super-patriotas estão assim tão desejosos de combater o comunismo, eles não precisam de procurar muito - e muito menos aprender Russo. O simples olhar em seu redor é suficiente para que eles se deparem com comunismo em quantidades suficientes contra o qual eles podem lutar, aqui, na América temente a Deus.

O ponto principal é que a Rússia se tornou no obstáculo principal dos planos dos conspiradores globalistas de imposição da sua Nova Ordem Mundial homossexual; é por isso que eles têm estado a rodear a Rússia, tentando colocá-la de joelhos. Actualmente, qualquer ataque à Rússia é um ataque aos amantes da liberdade do mundo, particularmente aos amantes da liberdade Americanos. Não devemos sucumbir perante a propaganda dos nossos verdadeiros inimigos.

Como uma ferramenta activa e útil da Nova Ordem Mundial, o movimento homossexual tornou-se num inimigo dos Americanos amantes da liberdade. Temos de desmascarar o movimento homossexual, e mostrar às pessoas o que ele realmente é: um movimento político reaccionário disfarçado de movimento social progressista.


* * * * * * *

Tal como dito aqui, o aqui, o "neo-conservadorismo" e "Cristianismo" de Putin são suspeitos; para além disso, afirmar que o "comunismo morreu na Rússia" muito provavelmente é um exagero, mas o que não é exagero é que Putin é sem dúvida um dos maiores inimigos da agenda globalista.

O que interessa ressalvar do texto é que a agenda homossexual em nada está relacionada com os desejos e as ambições dos homossexuais (facto que é bem óbvio, se levarmos em conta que este movimento pouco ou nada diz do tragédia dos homossexuais nos países islâmicos) mas sim relacionada com a agenda globalista.

O ódio a Putin, portanto, centra-se na sua oposição à agenda globalista e não no facto dele e os Russos não quererem que propaganda homossexual seja exibida às crianças.

sábado, 2 de agosto de 2014

Banco americano pergunta aos funcionários se eles apoiam o homossexualismo

Alegadamente, o maior banco dos Estados Unidos requer agora que os seus empregados declarem se são ou não apoiantes do estilo de vida homoerótico. JPMorgan Chase, com sede em Nova York, é o maior banco Americano, com um total de bens no valor de $2.5 trilhões.

Há já algum tempo que este banco é apoiante declarado do homossexualismo, aparecendo em vários eventos de "orgulho homossexual" e chegando a oferecer um certo número de benefícios especiais aos empregados do banco que se identificam como "lgbt".

Sabe-se agora que o banco JPMorgan Chase avançou ainda mais com o seu apoio à agenda lgbt, alegadamente requerendo que os seus empregados declarem se apoiam ou não a assim chamada "comunidade lgbt". Segundo o professor da Universidade de Princenton, Robert George, o banco recentemente pesquisou os seus funcionários, pedindo-lhes que declarassem quais das seguintes descrições se aplicavam a eles:
  1. Pessoa com deficiência;
  2. Pessoa com filhos com uma deficiência;
  3. Pessoa com cônjuge/parceiro doméstico om uma deficiência;
  4. Membro da comunidade lgbt;
  5. Aliado da comunidade lgbt, mas não se identificando como pessoa lgbt.
Um indivíduo anónimo, que trabalha na JPMorgan Chase há 11 anos, alertou o professor George da pesquisa sem precedentes. O empregado disse ao profesor George, que é o presidente da "U.S. Commission on International Religious Freedom", que o questionário "deixou muitos de nós a coçar a cabeça." O empregado afirma: 

O quê?! Que tipo de pergunta era aquela? "Aliado" dessa comunidade? Se essa opção não fosse escolhida, qual era a alternativa ? Não és aliado da comunidade lgbt?

O empregado disse ainda que o questionário não era anónimo visto que exigia que as pessoas submetessem a sua identificação pessoal. As implicações, disse o empregado, eram assustadoras:

Da forma como as coisas se estão a desenvolver, aliado ao facto dos direitos lgbt practicamente estarem a ser vistos como o movimento dos direitos civis que decorreu dos meados dos anos 50 até ao final dos anos 60, não escolher essa opção é, essencialmente, dizer "Não sou aliado dos direitos ciivis", o que é uma forma vaga de dizer "Sou intolerante". O que preocupa muitos de nós é que aqueles que não seleccionaram essa opção irrelevante e pobremente colocada serão colocados na lista "Estas pessoas podem ser despedidas em primeiro lugar".

O professor George concordou, escrevendo um post onde dizia que a JPMorgan Chase poderia rapidamente esmagar qualquer dissidente que não desse o seu apoio ao estilo de vida homossexual.

A mensagem enviada a todos os empregados é perfeitamente clara: Espera-se que se aceite a forma de pensar aprovada e exigida. Nada mais que a concordância é aceitável.  A dissidência silenciosa não será mais permitida.

Depois de George ter inicialmente chamado a atenção da pesquisa da JPMorgan Chase, outro empregado do banco entrou em contacto com ele para confirmar a noticia inicial. O segundo empregado disse:

Queria confirmar a pesquisa levada a cabo junto dos funcionários da Chase. ... Ela tinha de facto as duas últimas opções sobre ser um aliado do movimento lgbt. ... Fiquei surpreso com esta questão. Não tenho ideia nenhuma do que eles estavam a pensar quando colocaram essa pergunta.

Tal como reportado previamente, O "U.S. Supreme Court"determinou na semana passada que  “empresas de capital fechado” podem operar de acordo com as crenças religiosas dos donos. No entanto, como a JPMorgan Chase é uma instituição bancária de capital aberto, os mesmos padrões muito provavelmente não se aplicam. Devido a isto, o facto do banco ter questionado os empregados sobre as suas crenças sobre o comportamento homossexual é preocupante para os Cristãos.

Fonte

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Como diz o texto, o tempo da discórdia acabou; actualmente, no ocidente, quem não concordar com a agenda lgbt, pode, por enquanto, perder o seu emprego, mas mais tarde, isso vai-se estender à sua vida. A ditadura gayzista não é uma "ilusão" e nem uma teoria da conspiração de "conservadores fanáticos", mas sim a consequência lógica do propósito final da agenda homossexual, que é reduzir ou acabar com a influência da moral Cristã no ocidente (e não ajudar os homossexuais).

terça-feira, 20 de maio de 2014

O papel dos activistas homossexuais na normalização da pedofilia


As perturbadoras alegações do antigo actor infantil Michael Egan contra o homossexual assumido Bryan Singer (produtor e director do filme "X-Men") chocaram Hollywood, causando um silêncio relativo em torno do assunto. Digo "silêncio relativo" porque, a menos que seja um padre Católico, a falsa narrativa da esquerda relativista é aquela que afirma que os homossexuais são sempre as vítimas e nunca os vitimizadores.

Mas mesmo assim, este episódio mais recente incidiu (mais uma vez) imensa luz na conexão amplamente estabelecida entre o estilo de vida homoerótico e a pedofilia - ligação que, apesar das negações "progressistas", está escondida à vista de todos os que querem ver.

Egan deu entrada a um processo legal contra Singer e contra outras figuras de relevo de Hollywood por o terem repetidamente abusado homoeroticamente (bem como a outros rapazes) em muitas e "infames" festas de piscina "twinks" (cheias de cocaína) quando ele tinha 15 anos e Singer tinha 32. (Dentro do calão homoerótico, os "twinks", também conhecidos como "chicken", são os altamente requisitados rapazes menores sexualmente "usados" pelos homens homossexuais). As alegações de Egan são perturbadoramente parecidas com as alegações de outro actor infantil Corey Feldman, que de igual modo alegou durante o ano passado que tal abuso homossexual em Hollywood é imenso e até sistémico.

Mas será que estas alegações são realmente assim tão chocantes? Infelizmente, a maior parte das evidências disponíveis indicam que o abuso homossexual encontra-se descontrolado bem para além de Hollywood. Convém ressalvar uma coisa bem importante: nem todos os homossexuais são pedófilos, mas um desproporcional número deles são. O que escrevo não é motivado pelo "ódio", pela intolerância ou porque sou "homofóbico"; o que se reporta neste texto são apenas factos.

Consideremos, por exemplo, um estudo com inclinações esquerdistas publicado pelo "Archives of Sexual Behavior" levado a cabo junto de 200 pedófilos e pederastas condenados. Foi apurado que "86 porcento dos infractores contra vítimas masculinas descreviam-se como homossexuais ou bissexuais." Segundo Peter Sprigg (Family Research Council), isto demonstra que "os homens homossexuais ou bissexuais são 10 vezes mais susceptíveis de abusar crianças do que os homens heterossexuais."

Isto faz todo o sentido quando o mesmo estudo é associado a outro estudo de 2001 na mesma publicação revista por pares; foi apurado que quase metade de todos os homens que se identificavam como homossexuais haviam sido abusados por um homossexual pedófilo quando eram crianças:

Quarenta e seis porcento dos homens homossexuais e 22 porcento das mulheres homossexuais reportaram terem sido molestados por uma pessoa do mesmo sexo. Isto contrasta com 7 porcento dos homens heterossexuais e 1 porcento das mulheres heterossexuais terem sido molestados por uma pessoa do mesmo sexo.

A ligação entre o abuso homossexual e a "identidade gay" é inegável.

Embora nem todos homens ou mulheres que se identificam como homossexuais abusam sexualmente de crianças, ou foram abusados quando eram crianças, a realidade verificável é que um alarmante número deles abusam crianças e foram abusados enquanto crianças. Tal como a maioria das formas de abuso, o ciclo é circular e cíclico. "Nascido assim?" Nem por isso. "Feito assim?" Infelizmente, parece que é isso.

Agenda

Mas igualmente preocupante é o facto de muitos proeminentes activistas lgbt por todo o mundo terem apoiado de modo manifesto, ou dado o seu apoio implícito, ao que os esquerdistas eufemisticamente chamam de "intimidade intergeracional"  (tradução: abuso sexual de crianças). Tomemos como exemplo Peter Tatchell, activista da "igualdade no casamento". O blogue "GoodAsYou" [afiliado à organização homossexual GLAAD], descreve Tatchell como um "eminente activista dos direitos humanos Britânico". Um dos comentadores do blogue afirma que Tatchell é "um dos mais respeitados líderes do movimento lgbt internacional".

Eis então o que Peter Tatchell, "um dos mais respeitados" e "eminente activista dos direitos humanos", pensa do abuso sexual de crianças tal como exposto no "The Guardian", um dos mais importantes jornais Britânicos:

A natureza positiva de alguns relacionamentos criança-adulto não se restringe às culturas não-ocidentais. Muitos dos meus amigos - gays ou heterossexuais, homens e mulheres - tiveram relações sexuais com adultos dos 9 aos 13 anos. Nenhum deles se sente abusado... Chegou a hora da sociedade reconhecer a verdade de que nem toda a actividade sexual que envolve crianças é indesejada, abusiva e prejudicial.

Ou tomemos como outro exemplo Kevin Jennings, o "czar para escolas seguras" e fundador do grupo extremista sexual GLSEN. Escrevendo sobre Jennings em 2009, o Washington Times reportou:

Um professor foi notificado que um aluno do segundo ano da escola secundária estava a ter relações homossexuais com um "homem mais velho". No mínimo, a violação estatutária ocorreu. A Fox News reportou que o professor violou a lei que exige que ele reporte o abuso. Esse antigo professor, Kevin Jennings, é o "czar para escolas seguras" do presidente Obama. Neste caso singular Jennings teve a chance real de proteger o jovem rapaz do predador sexual, mas não só ele falhou ao não fazer o que a lei exigia que ele fizesse, como encorajou o relacionamento.

Mais tarde, Jennings foi mentindo sobre o encontro até que uma gravação áudio surgiu onde ele se gabava disso:

Olhei [para o rapaz]....e disse, 'Sabes duma coisa? Espero que na altura soubesses como usar um preservativo.'

Este padrão de abuso e facilitação homossexual por parte do movimento lgbt não é nada de novo. Tomemos como exemplo o herói de Jennings, Harry Hay, considerado o "pai fundador" do actual movimento dos "direitos dos homossexuais". Entre outras coisas, ele foi honrado como um "ícone" do "Lgbt History Month” por parte de toda a comunidade homossexual activista. Sem surpresa alguma, Hay era um entusiasta do abuso de menores e ávido apoiante da organização pedófila NAM/BLA. No ano de 1983, enquanto dava um discurso num evento NAM/BLA, Hay disse o seguinte:

Tenho a impressão de que dentro da comunidade homossexual as pessoas que deveriam interferir em favor da NAM/BLA são os pais e os amigos dos gays. Porque se os pais e os amigos dos gays são verdadeiramente amigos dos gays, a partir das suas crianças gays eles deveriam saber que, mais do que qualquer coisa no mundo, um relacionamento com um homem mais velho é precisamente o que crianças com 13, 14 e 15 anos precisam.

Tomemos ainda como exemplo o "mártir" lgbt Harvey Milk, predador sexual conhecido por ter violado, repetidamente, um adolescente consumidor de drogas e fugido de casa. Qual foi o seu castigo? A administração de Obama acabou de criar um selo do correio em sua memória.

Será que sou o único a notar um padrão nisto tudo? Será que a deusa "tolerância" cegou o mundo inteiro, deixando-o louco?

Se a consistência se fizer notar, e estas alegações contra Bryan Singer se provarem como genuínas (e as evidências apontam para que sim), aposto que ele acabará por ter um estrela no "Walk of Fame" de Hollywood e virá a ser um dos oradores principais duma gala dos Direitos Humanos. Aposto também que, de qualquer das formas, começaremos a ver cada vez mais defensores do "sexo intergeracioonal" a "sair do armário".
Bem vindos a parte mais baixa do ladeira escorregadia.

quarta-feira, 19 de março de 2014

10 respostas que refutam a agenda gayzista

1. “Somos iguais perante a lei, e como tal, vamo-nos casar."

É verdade que somos todos iguais perante a lei, mas esta igualdade, que é jurídica e não biológica, não anula - e nem pode alunar - as distinções anatómicas, fisiológicas e psicológicas entre os sexos - diferenças essas que geram as condições para o casamento e são o seu fundamento natural.

Em relação ao casamento, e igualdade jurídica significa que todos aqueles com a capacidade natural para casar, têm o direito de o fazer. Esta igualdade jurídica não cria as condições biológicas necessárias para o casamento. O acto conjugal está intrinsecamente ligado ao casamento, e a natureza requer dois indivíduos do sexo oposto para esta performance. Este requerimento natural esta totalmente ausente entre duas pessoa do mesmo sexo que planeiam casar, e como tal, o princípio da igualdade perante a lei não se aplica.

2. “Os homossexuais nascem dessa forma.”

O argumento de que os homossexuais "nascem assim" levou à busca do assim chamado gene homossexual. Três projectos de pesquisa têm sido normalmente mal-interpretados como forma de apoiar essa conclusão - nomeadamente, os projectos de pesquisa do Dr. Simon LeVay, dos Drs. J. Michael Bailey e Richard C. Pillard, e do Dr. Dean Hamer. A Associação Médica Católica sumariza estes factos no seu artigo "Homossexualismo e Esperança":

Os média têm promovido a ideia de que o "gene homossexual" já foi descoberto... mas apesar de várias tentativas, nenhum dos estudos amplamente publicitados foram cientificamente replicados. Um certo número de autores fez uma revisão cuidadosa a estes estudos e apurou que não só estes estudos não provam a base genética para a atracção homossexual, como nem sequer chegam a fazer tal alegação.

Se a atracção homossexual fosse geneticamente programada, então seria de esperar que os gémeos idênticos fossem idênticos na sua atracção sexual. No entanto, existem várias reportagens em torno de gémeos idênticos que não são idênticos na sua atracção sexual.

3. “Actos homossexuais entre adultos com consentimento não te afectam.”

O consentimento nem sempre significa a legitimização dum acto. A moralidade dum acto não depende apenas da intenção e do consentimento das pessoas que o levam a cabo; o acto em si tem que se conformar à lei moral. Logo, o consentimento mútuo entre parceiros homossexuais nunca pode legitimar os actos homossexuais, que são desvios anti-naturais do verdadeiro e natural propósito do acto sexual.

Para além disso, os actos homossexuais consentidos podem de facto afectar o resto da sociedade. A propagação do homossexualismo fragiliza a moralidade publica e a família natural e desde logo, fragiliza o bem comum da sociedade e a perpetuação da raça humana.

Nós somos seres sociais. John Donne correctamente declarou que nenhum homem é uma ilha. Como seres sociais, não nos podemos desassociar da sociedade e da sua decadência. Se nós não batalharmos em favor do casamento tradicional hoje, quando os sinos da morte ecoarem sobre a nossa sociedade dissoluta, ninguém irá perguntar para quem os sinos tocam visto que tocarão para nós.

4. “O que nós fazemos em privado não é da conta de ninguém.”

Sem dúvida que a privacidade da casa é sagrada, mas ela não é absoluta. Quando um acto maligno é levado a cabo em público, a escândalo consequente agrava a sua  intrínseca natureza maligna. No entanto, um acto maligno não se torna aceitável quando o mesmo é feito em privado; a sua natureza maligna permanece inalterável.

Embora os actos homossexuais sejam mais graves se forem levados a cabo em público, eles continuam a ser "intrinsecamente malignos" quando são levados a cabo em privado. De igual modo, a inviolabilidade do lar não protege os actos imorais e socialmente destrutivos tais como a prostituição infantil, a poligamia e o incesto.

5. “A moralidade não é competência do governo.”

Segundo a lei natural, o Estado tem o dever de preservar a moralidade pública. Isto não significa que o Estado tem que forçar a prática de todas as virtudes e banir a práctica de todos os actos imorais, tal como é tentado pelos ayatollahs actuais. Pelo contrário, o que isto significa é que sempre que legisla sobre assuntos morais, o governo tem que decidir se algo afecta directamente o bem comum, e então legislar de modo a favorecer a virtude e a obstruir a imoralidade.

Uma vez que o homossexualismo, o adultério, a prostituição e a pornografia fragilizam os fundamentos da família (a base da sociedade), o Estado tem o dever de usar o seu poder coercivo para os banir ou limitá-los em nome dos interesses do bem comum.

6. “'O casamento' homossexual não ameaça o casamento tradicional. Ambos podem coexistir lado a lado.”

O "casamento" entre pessoas do mesmo sexo destrói a integridade do casamento genuíno ao transformar o casamento tradicional numa sub-espécie dentro do género de casamentos. O alargado género do casamento supostamente iria englobar o casamento tradicional, as uniões homossexuais ou heterossexuais, e qualquer outra nova relação que entretanto surgisse. Este novo género de "casamento" não é, no entanto, casamento.

O casamento é o laço permanente e sagrado que une o homem e a mulher que tenham planos de constituir uma família e enfrentar as tribulações da vida juntos. O casamento envolve a dedicação altruísta, devoção e sacrifício. O casamento e a família são instituições sagradas que fomentam o bem comum da sociedade. A legalização do "casamento" homossexual e a sua colocação ao mesmo nível que o casamento tradicional destrói o bem comum da sociedade.

Quando a autoridade pública e a sociedade no geral negam a singularidade e a insubstituível contribuição para o bem comum do casamento tradicional, e os indivíduos podem encontrar incentivos e regalias legais mais facilmente nas imitações, então o casamento verdadeiro está a caminho da extinção. [ed: Esse o objectivo da agenda homossexual: destruir o casamento natural]

7. “O 'casamento' homossexual é um assunto centrado nos direitos civis e não na moralidade.”

Isto é o mesmo que dizer que os direitos civis não têm nada a ver com a moralidade, o que não é verdade. Embora muitos hoje em dia façam uma separação entre os "direitos civis" e a moralidade, a realidade dos factos é que não existem "direitos civis" sem um fundamento moral. Os actos humanos têm que estar de acordo com a razão e com a lei natural. "Nada mais insensato pode ser dito ou concebido do que a noção de que, uma vez que o homem é, por natureza, livre, ele encontra-se, portanto, livre da lei".

A moralidade é mais alargada que a lei. A lei precisa de ser justificada com a moralidade. Leis que não se encontram enraízadas na moralidade não têm qualquer propósito visto que as leis existem para o bem maior da sociedade. No seu famoso tratado em torno da lei natural, o Padre Taparelli D’Azeglio afirmou:

A ordem moral é a base para a sociedade visto que todos os deveres fundamentam-se na ordem moral que resulta da ordem natural. A ordem é a regra natural para o intelecto. No intelecto, a ordem simplesmente é a verdade, e desde que esta lidera a vontade, a ordem é bondade.

8. “A igreja permite o casamento de pessoas estéreis, e como tal, ela tem que permitir o "casamento" homossexual"”

Este argumento é frequentemente usado por activistas homossexuais "Católicos", mas não há comparação possível entre a esterilidade natural dum casal e a esterilidade anormal da união homossexual.

No primeiro caso, o acto conjugal levado a cabo pelo marido e pela mulher têm a possibilidade de gerar nova vida. A concepção pode não acontecer devido a alguma disfunção orgânica quer no marido ou como consequência dos naturais períodos de infertilidade da esposa. Esta falta de concepção resulta de razões ou circunstâncias acidentais. Logo, em casos de esterilidade acidental ou não desejada no casal, nada é feito para frustrar o propósito do acto conjugal.

Nos actos homossexuais, no entanto. a esterilidade não é acidental, mas sim consequência da fisiologia do acto, que é infértil por natureza. Tal como um documento de 2004 do Vaticano declara:

Tais uniões [homossexuais] não são capazes de contribuir de uma forma própria para a procriação e sobrevivência da raça humana. A possibilidade de se usarem métodos recentemente descobertos para a reprodução artificial, para além de envolverem uma grave falta de respeito pela dignidade humana, nada alteram a esta inadequação.


9. “Proibir os "casamentos" homossexuais é discriminação.”

Não é descriminação. "A negação do estatuto legal e social do casamento para formas de coabitação que não são e nem podem ser ser maritais não se opõe à justiça; pelo contrário, a justiça exige isso mesmo”

10. “É injusto não permitir que os homossexuais se casem uns com os outros, forçando-os a uma castidade não desejada.”

Tal como diz São Paulo, quem não é casto, não entrará no Reino dos Céus. Todos estão obrigados a practicar a castidade segundo o seu estado de vida. Esta obrigação procede da ética natural e da moralidade revelada que a Igreja não pode alterar. Os casados têm que viver de uma forma casta observando a fidelidade matrimonial, e os solteiros têm que viver de forma casta, abstendo-se de todo o contacto sexual.

Se a pessoa não tem condições físicas, psicológicas ou qualquer outra condição, para contrair o matrimónio, ela tem que practicar a castidade perfeita no celibato. Não só há glória em escolher o celibato por amor ao Reino dos Céus, como há também o mérito de se aceitar a castidade que as circunstâncias exigem como forma de alguém se sujeitar à Santa vontade de Deus.

Fonte

domingo, 24 de novembro de 2013

As mentiras em torno do assassinato de Matthew Shepard

Por Andrea Peyser

Stephen Jimenez não se tinha determinado a ser o mais perigoso jornalista da Terra. Melhor ainda, o mais perigoso jornalista homossexual da Terra. Mas Jimenez desenterrou uma história que poucas pessoas querem ouvir visto que coloca em causa a vida e a morte dum dos maiores ícones da nossa era: Matthew Shepard, estudante universitário, 21 anos, assassinado por ser homossexual.

Ou não?

O livro de Jimenez com o nome de “The Book of Matt: Hidden Truths About the Murder of Matthew Shepard,” desafia todos os mitos culturais em redor da curta vida de Shepard e a sua morte indescritível. Depois de 13 anos de  pesquisas, incluindo entrevistas com mais de 100 fontes - incluindo os assassinos de Shepard - Jimenez faz a sugestão radioactiva: o assassinato macabro, que ocorreu há 15 anos atrás, não foi um crime de ódio.

A morte trágica e prematura de Shepard pode não ter sido motivada pela sua orientação sexual [sic] mas pelas drogas uma vez que Shepard tinha já concordado em trocar anfetaminas por sexo - e isso matou-o.

Porquê levantar isto agora? A resposta de Jimenez surpreendeu-me:

Como homossexual, senti que era moralmente certo fazer isto.

Aaron McKinney e Russell Henderson, a cumprir prisão perpétua por assassínio, não eram homofóbicos, escreve Jimenez. Shepard foi atraído para fora dum bar e levado para a periferia de Laramie, Wyo., onde ele foi assaltado. McKinney espancou de modo selvagem Shepard com uma pistola. Por fim, os homens penduraram Matthew, descalço, com frio e quase morto, numa cerca e numa pose com a aparência duma crucificação. Ele morreu seis dias mais tarde.

Mas McKinney não era um desconhecido. Sem anfetaminas há mais de uma semana antes do assassinato, escreve Jimenez, McKinney muito provavelmente foi o amante homossexual ou bissexual de Shepard. 

Jimenez afirma:

Entender quem Matthew realmente era, alterar a percepção que temos dele como um ícone, não vai danificar os direitos dos homossexuais. Eu não acredito nisso. Acho que não temos nada a perder em dizer a verdade..

Activistas, jornalistas, políticos e realizadores que, mesmo tendo as melhores intenções, basearam as suas carreiras no assassinato de Shepard, estão furiosos. Mas Jimenez insiste que ele está disposto a trocar a imagem irrepreensível de Shepard por uma discussão séria sobre as drogas. As anfetaminas, disse ele, assombram os ambientes homossexuais, trazendo consigo uma praga de ultra-violência, novas infecções do HIV - e ataques verbais aos gays.

Se este livro salvar uma só vida, então terá valido a pena.

Jimenez, de 60 anos e nativo de Brooklyn, viu como o seu trabalho foi atacado por organizações tais como "Gay and Lesbian Alliance Against Defamation" (GLAAD) e também pela Fundação Matthew Shepard, que desenvolveu esforços para a aprovação da lei federal contra os crimes de ódio que foi aprovada em 2009, e que recebeu o nome de Shepard e de James Byrd Jr., um negro que foi amarrado a uma carrinha e arrastado pelo chão até à morte em 1998.

O "New York Times Magazine" comissionou, mas depois cancelou, um artigo de Jimenez em 2004. (O editor alega que "não era bom".) Mas o programa "20/20" da ABC emitiu uma história que Jimenez produziu, que venceu dois prémios importantes conferidos a programas de televisão.  No entanto, o blogue Hatewatch (da Southern Poverty Law Center) acusou recentemente Jimenez de servir de cão amestrado para "especialistas, apresentadores de rádio e blogueiros de direita."

Em Washington, DC, activistas homossexuais infestaram as livrarias como forma de cancelar o aparecimento de Jimenez. Lá se vai a liberdade de expressão.

“É ofensivo," diz Jimenez. 

Eu acho ofensivo que um jornalista homossexual seja tratado duma maneira diferente da forma como seria tratado um jornalista heterossexual. Mas todas as palavras de Jimenez foram vetadas pelos protectores da Matthew Inc. como forma de determinar a sua agenda. Será que ele é um traidor à causa?

Jimenez não é o inimigo, mas sim um homem que revelou uma verdade desconfortável tal como ele a viu.

Ele tem que se orgulhar do que fez.

New York Post

sábado, 22 de junho de 2013

Activistas homossexuais recomendam o uso de papel celofane como preservativo . . .

. . . às crianças


Distrito escolar de Maine pediu desculpas depois de estudantes do ensino médio terem aprendido jogos sexuais preliminares de cariz homossexual durante aquilo que deveria ser uma apresentação celebrando "O Dia da Diversidade". “Não quero que a minha criança aprenda os preliminares heterossexuais, e muito menos os homossexuais," afirmou a enraivecida mãe Kristy Howard.

O director da "Gorham Middle School" enviou uma carta aos pais pedindo desculpas pela natureza gráfica da apresentação levada a cabo pela PRYSM, Proud Rainbow Youth of Southern Maine. Numa carta obtida pelo The American Journal, Robert Riley afirma:

Eles [os activistas homossexuais] foram mais além daquelas que eram as nossas intenções, discutindo tópicos que nós não consideramos apropriados para a nossa escola secundária . . .  Não temos planos de os expor a ideias que não se encontrem dentro do âmbito do ensino por nós mantido em torno da cidadania responsável, e que nem se encontrem dentro do nosso código de conduta.

O incidente, que ocorreu duas semanas antes do estado levar a votos a questão do pseudo-casamento homoerótico, envolveu 25 alunos do 8º ano.  O filho de 13 anos de Kristy Howard foi um dos que voltou para casa chocado com a natureza gráfica da apresentação. Falando para a Fox News, Kristy afirmou:

Eles falaram de sexo e afirmaram que, se não tivessem na sua posse um preservativo, poderiam usar papel celofane no lugar do dique de borracha [usado pelos dentistas]  . . . Tudo isto é novidade para mim.

Kristy Howard disse ainda que os palestrantes da PRYSM usaram de calão vulgar e questionaram se as crianças haviam alguma vez recebido informação em torno de actos homossexuais seguros. James Hagen, o presidente do comité escolar, disse ao The American Journal que os professores sentiram-se pouco à vontade com a apresentação e reportaram o sucedido ao director. “Os professores ficaram chocados,” disse ele ao jornal. “Todos eles ficaram congelados.”

O director Riley defendeu a forma como os professores lidaram com a situação - notando que a conversa em torno dos preliminares homossexuais ocorreram perto do final da apresentação. Ele disse à Fox News que, "Se isso tivesse ocorrido durante mais tempo, eles teriam intervido". Riley disse ainda que a escola está a tomar medidas de modo a impedir que isto não volte a acontecer.

Este dia particular não tinha nada a ver com o sexo [ed: que pena que ninguém avisou isso aos activistas homossexuais], mas sim com a tolerância, a bondade e a tentativa de se erradicar das nossas instalações a ideia de que é perfeitamente aceitável agir-se de um modo mesquinho com o próximo.

Kristy Howard disse que o facto dos professores não terem intervido na altura foi perturbador
Era um aula em torno da diversidade homossexual durante a qual era suposto ser ensinado a tolerância. Quando ela passou dos limites, alguém deveria ter colocado um fim a apresentação.
Bob Emrich, do grupo "Protect Marriage Maine", afirmou que não estar surpreendido com o conteúdo da assim chamada aula de "diversidade":
Os activistas homossexuais raramente publicitam que têm planos de indoutrinar as crianças com o seu ponto de vista. . . Tudo é feito às escondidas, através das obrigatórias lições em torno da "diversidade, do anti-bullying e da tolerância".
Se existiam dúvidas de que o "casamento" homossexual será ensinado às crianças das escolas de Maine, tal como o é em Massachusetts e no Canadá, essas dúvidas têm que ser colocadas de lado. Se eles estão dispostos a ensinar aos nossos filhos o tipo de actividades que estão envolvidas nos preliminares homossexuais, acham mesmo que eles não forçarão o ensino do "casamento" homossexual mal ele se torne legal?

Como consequência deste actos dos activistas homossexuais, os pais foram forçados a ter conversas pouco usuais com os seus filhos. Diz Kristy Howard:

Este incidente gerou um tipo de conversa na nossa casa que normalmente nós não deveríamos ter.  . . .  O meu filho sabe a sua identidade.

Ela informou também ao filho que, contrariamente ao que os activistas homossexuais do grupo PRYSM afirmaram, o papel celofane só deve ser usado para proteger comida.

Tive que lhe dizer que, aconteça o que acontecer, a minha sugestão não é o celofane. A minha sugestão é a abstenção.

Sem surpresa alguma, a abstinência não foi mencionada durante a apresentação.

Kristy, que tenciona vocalizar a sua preocupação na próxima reunião do comité escolar, acrescentou:

O tempo em que se ensinava a leitura, a escrita e matemática terminou. Hoje em dia temos crianças a acabar o secundário sem saber ler correctamente.

Mas pelo menos em Gorham eles sabem o que fazer com o papel celofane.

* * * * * * *
Ficamos a saber (mais uma vez) que o verdadeiro propósito das lições em torno do "anti-bullying" mais não é que o ensino e a normalização do comportamento homossexual, e não a defesa da integridade física de quem se encontra viciado no homossexualismo.

Se os activistas homossexuais não sentem qualquer tipo de objecção moral no ensino do sexo anal a crianças de 13 anos, que mais têm eles em mente para os nosso filhos?

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