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quarta-feira, 6 de maio de 2015

A ascenção do fascismo homossexual

Por Gary DeMar

Se prestarmos atenção ao que a comunidade "gay" e ao que os seus elogiadores dizem, são os Cristãos que estão a impor a sua moralidade sobre eles, mas tal como pode ser visto actualmente, há muitos "gays" que não são nada gays [inglês para "alegre"], mas sim nada mais que desagradáveis, assustadores, vingativos e perigosos.

- Washington: A florista Barronell Stutzman foi multada pelo estado por não fornecer flores para um "casamento gay". Agora, a sua casa e as suas poupanças encontram-se em perigo.

- New Mexico: A fotógrafa Elaine Huguenin foi condenada pelo estado a pagar $7,000 a uma lésbica por se recusar a tirar para um "casamento" lésbico.

- Oregon: Aaron e Melissa Klein foram multados em $150,000 por parte do estado por se recusarem a fazer um bolo lésbico devido às suas convicções religiosas

- Kentucky: Blaine Adamson foi ordenado pela cidade de Lexington a tomar parte em "treino de sensibilidade" por se recusar a imprimir t-shirts para um festival de orgulho gay.

E, claro, temos também as acções levadas a cabo pelos homossexuais como forma de causar a que a "Memories Pizza" fosse fechada - mas não se negarem a servir alguém, mas por afirmar que nunca confeccionariam para um "casamento homossexual".

Houve algum indício de que as pessoas que se identificam como "gays" haviam sido de alguma forma vítimas de discriminação por parte da "Memories Pizza"? De maneira nenhuma. De facto, quem é que pede uma pizza dizendo algo do tipo "Bom dia. Eu sou homossexual e gostaria de encomendar uma pizza com queijo duplo, pepperoni, e salsicha"? É ridículo.

Alguns esquerdistas estão a começar a entender o que está a acontecer, e não estão a gostar nem um pouco. Ele observam o cripto-fascismo junto de muitos homossexuais: observância forçada duma visão do mundo particular sob pena de lei. A não-observância pode levar não só ao ostracismo social como à ruína financeira.

Será as empresas têm quer ser forçadas a tomar parte em eventos e acções com origem em grupos com quem eles não concordem? Esta é uma questão absurda visto que é bem fácil de ser respondida: Não! Só uma mente esquerdista é que complica a questão e caracterizam-na como leis parecidas às leis Jim Crow ou às leis relativas aos bebedouros separados.

Um esquerdista com este tipo de pensamento publicou um artigo onde levanta algumas boas questões em torno do lobby homossexual e das suas tácticas. O título de tal artigo é "Should Mom-and-Pops That Forgo Gay Weddings Be Destroyed?" escrito por Conor Friedersdorf para o "The Atlantic".

Quando vi o tal artigo publicado no Facebook, escrevi o comentário seguinte:

Sim, para terem o que querem, muitos homossexuais destruirão o que for necessário.

O comentário que se segue, por parte de Conor Friedersdorf, tocou no busílis da questão:

Embora a recusa de se atender um casamento [sic] homossexual afecte, na melhor das hipóteses, as pessoas num dia, isso não lhes nega o acesso a qualquer instalação pública, e parece enviar a mensagem de que há um certo desconforto com a instituição do casamento [sic] homossexual mais do que animosidade para com os homossexuais (desde que falemos de negócios que alegremente sirvam os homossexuais).

Suspeito também que o tipo de empresa que não se sente à vontade em servir um hipotético casamento [homossexual]  não têm uma aversão única para com eventos onde duplas homossexuais celebram a suas núpcias [sic].

Aposto também que, por exemplo, eles sintam uma obrigação religiosa de evitar servir exibições de arte cheias de peças sacrílegas tais como "Piss Christ", cerimónias de premiação de profissionais de pornografia, uma festa sazonal da "Planned Parenthood", um evento onde Richard Dawkins esteja a dar uma palestra.

Exactamente. Eis aqui a pessoa que entende a questão. Embora Conor Friedersdorf pense que os donos do "Memories Pizza" estão "errados no que a sua fé Cristã lhes pede", e acredita que "a sua posição em relação ao casamento [sic] homossexual esteja equivocada,” ele acredita também "que a posição que diz 'Eu alegremente servirei clientes homossexuais mas a minha fé impede-me de servir casamentos [sic] homossexuais' tem muito menos ódio que a posição que diz 'Vamos queimar o negócio daquela família por completo!"

Querer queimar a "Memories Pizza" não é uma situação hipotética. Uma professora duma escola local tuitou uma tal sugestão.

Claro que isto não é típico. Em vez de queimar o seu lugar, eles estão contentes em queimar o seu negócio e levá-los à bancarrota.

- http://goo.gl/If61CG

* * * * * * *

Como já foi dito várias vezes, o grupo de pessoas que fomenta estas coisas são os esquerdistas e não os homossexuais. Eu não tenho forma alguma de saber isto, mas se fosse feita uma pesquisa junto dos homossexuais (se eles concordam ou não com a destruição duma empresa que se recusa a disponibilizar serviços a um *evento* e não a uma  *pessoa* homossexual), é bem provável que a maioria dos homossexuais dissesse que não.

No entanto, o esquerdista, que odeia o Cristianismo, usa os homossexuais para atacar os Cristãos e erradicar o Cristianismo da sociedade.O problema não são os homossexuais mas os esquerdistas. Quem faz estas coisas não o faz para "proteger" os homossexuais mas para atacar os Cristãos. O que os move não é o "amor" pelos homossexuais mas o ódio ao Cristianismo.

Para se ver que o propósito é atacar os Cristãos basta levar em conta que as mesmas pessoas que lançam críticas aos Cristãos por não fazerem bolos para eventos homoeróticos nada ou pouco dizem dos muçulmanos que também se recusam a fazer bolos ou prestar serviços para eventos homossexuais.

A tragédia disto é que quando o pêndulo da História voltar para o seu lugar normal, quem vai sofrer com isso muito provavelmente serão os homossexuais - e não os esquerdistas que causaram esta guerra cultural. Os homossexuais que se alinham com estas medidas esquerdistas estão, na verdade, a preparar o caminho para a sua própria derrota.

Por outro lado, os homossexuais que defendem a liberdade têm que seguir os passos do Conor Friedersdorf e denunciar estas prácticas como nada mais que um uso da lei por parte da elite esquerdista para se atacar um grupo religioso específico - os Cristãos.



sábado, 16 de novembro de 2013

12 incidentes que revelam a natureza totalitária do movimento homossexual

Por Linda Harvey

É bem provável que sejas alguém tentado a abraçar os "direitos dos homossexuais" como uma causa justa. Se sim, então tu és alguém que regressou aos EUA depois duma longa viagem numa ilha deserta. Todas as pessoas com quem falo perguntam-me o mesmo: "Como foi que chegamos aqui?", e "O que é que podemos fazer?". Os EUA não são um pais cheio de ódio, e os conservadores não são intimidadores em potência. Na verdade, essas qualificações ajustam-se melhor a quem se encontra do outro lado da esfera política.

A boa notícia é que actualmente nós temos evidências. Os abusos levados a cabo pelo "empoderecimento" homossexual estão a ser documentados e as evidências amontoam todas as semanas. Todos os dias, Americanos são vítimas, mas podemos aprender com estes incidentes de modo a que ninguém mais também seja vitimizado.

A realidade dos factos é que a "não-descriminação por motivos de identidade de género ou orientação sexual" traduz-se para uma carta branca para forçar os demais a respeitar o anormal. Se por acaso tu te recusares a prestar obediência, então pagarás por isso - os teus direitos constitucionais são uma piada para os militantes homossexuais.

Eis aqui, então, uma dúzia de incidentes que revelam a história:

Intimidação Homossexual #1: Uma pastelaria de Oregon com o nome de "Sweet Cakes by Melissa" foi forçada a fechar as portas recentemente. E porquê? Porque há algum tempo atrás duas lésbicas queriam ordenar a pastelaria que confecionasse uim bolo para a sua cerimónia lésbica, mas os donos - Aaron e Melissa Klein - recusaram-se a realizar o trabalho, explicando que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo não é consistente com a sua fé Cristã. As lésbicas sairam das instalações, mas a pastelaria foi processada por "discriminação".

Depois disto veio a publicidade negativa por parte dos média, os telefonemas e emails maldosos, ameaças contra as suas crianças, o boicote por parte dos seus fornecedores, seguida duma investigação por parte da "Oregon Labor Commission", que recomendou uma "reabilitação". Aaron Klein disse que foi forçado a fechar a sua pastelaria como consequência das tácticas mafiosas dos activistas homossexuais.

Não, isto não é em Berlin em 1938, mas é o nascimento da tirania nos EUA de 2013. Podes pensar que as pessoas nas agências governamentais, mesmo as da Costa Leste, têm coisas mais importantes para fazer, ou podes pensar algo do tipo "Certamente que nós Americanos ainda temos liberdade religiosa!" Os activistas homossexuais e os seus aliados estão a destruir essas linhas divisórias e a avançar de modo consistente. "Parem-nos, se forem capazes" é a forma como eles agem, sobrecarregando a nação com leis "contra a discriminação" de modo a punir os seus inimigos políticos. E isso, aparentemente, inclui pastelarias.

Intimidação Homossexual #2: Uma florista do estado de Washington está a ser processada por se recusar a concordar com um cliente de longa data, um homossexual, que queria flores para o seu "casamento" com o seu parceiro. A dona educadamente explicou que a sua recusa centrava-se na sua fé Cristã, mas ela aparentemente não foi informada da inaceitabilidade actual de se recusar os pedidos feitos por um homossexual.

Este mesmo cliente de longa data, e homossexual, levantou um processo contra ela, e o Procurador-Geral do Estado levantou outro. As boas notícias é que ela está a processar de volta com base na discriminação religiosa.

Intimidação Homossexual #3: Temos também o caso da casa de fotografia Cristã de New Mexico que foi multada em $7,000 - decisão recentemente mantida pelo criativamente fascista Tribunal Supremo dev New Mexico. A "Elane Photography" recusou-se a tirar fotos duma cerimónia homossexual, citando as suas crenças religiosas. A dupla lésbica processou-os porque, aparentemente, não havia mais nenhuma casa de fotografia em todo o estado. Ou isso ou foi uma forma maldosa das lésbicas se vingarem.

Intimidação Homossexual #4: Nas companhias privadas, os proponentes do homossexualismo estão a inventar novos métodos de discriminação usando as políticas de "não-discriminação". Um antigo jogador da NFL, Craig James, foi despedido depois duma emissão como comentador da Fox Sports alegadamente porque ele fez alguns  comentários quando se candidatava para o Senado do Texas. (Ted Cruz venceu essa corrida.) Todos os candidatos foram questionados em relação ao "casamento" homossexual, e Craig James opinou segundo a visão Bíblica da moralidade sexual. A Fox Sports depediu-o mas James deu entrada a um processo contra eles, alegando discriminação religiosa.

Intimidação Homossexual #5: Uma pastelaria de Denver está a ser processada por uma parelha homossexual por se recusar a fazer um bolo para uma cerimónia homoerótica. A prisão não está fora de questão.

Intimidação Homossexual/Transsexual #6: O dono de um bar em Portland tem que pagar $400,000 a 11 travesties por lhes ter causado "sofrimento emocional" depois duma chamada. Ele pediu-lhes que eles não regressassem ao seu bar uma vez que os clientes habituais se estavam a queixar e a deixar de frequentar o bar.

Intimidação Homossexual/Transsexual #7: Natalie Johnson de San Antonio foi despedida da Macy’s em 2011 depois de se ter recusado a dar permissão a um adolescente do sexo masculino para se vestir no camarim das mulheres. Natalie citou a sua fé religiosa e a sua preocupação com a privacidade das mulheres biológicas.

Estas duas classes protegidas - o sexo e a religião - estão incluídas em virtualmente todas as políticas de "não-discriminação" (inclusive na da Macy's).

Intimidação Homossexual #8: O Dr. Frank Turek, escritor Cristão e apresentador de rádio, é também um consultor de gestão. Ele foi despedido do seu contracto como consultor na Cisco System's quando um participante homossexual da sua aula ficou "ofendido" depois de ler o que Turek defende sobre o casamento. O homossexual queixou-se aos Recursos Humanos da Cisco e Turek perdeu o emprego.

Intimidação Homossexual #9: Jim e Beth Walder são Cristãos, donos dum "cama e pequeno-almoço" [inglês: "bed and breakfast] em Paxton, Ill. Quando eles se recusaram a disponibilizar as suas instalações para uma união civil homossexual, foram imediatamente alvos dum processo.

Intimidação Homossexual #10: Uma "bed and breakfast" do Vermont foi processada por uma dupla homossexual, citando a portaria estadual em torno dos "direitos humanos", por se ter recusado a sediar um evento homoerótico. Eventualmente a Wildflower Inn concordou em pagar os $30,000  relativos aos custos em torno do acordo legal.

Conseguem ver o padrão? A táctica não muda e tem sido bem eficaz. É impressionante como os Cristãos não se apercebem: Vingança e intimidação ao estabelecer um precedente legal. Basicamente, isto é uma campanha terrorista bem organizada e bem financiada. O propósito é o de forçar os Cristãos - duma forma ou de outra - a se vergar perante os "direitos" dos homossexuais.

Intimidação Homossexual #11: A "Ocean Grove Camp Meeting Association" em New Jersey recusou o pedido duma dupla lésbica de usar as suas instalações para ponto de encontro para a sua união civil. Elas processaram, venceram e o tribunal de instância superior de New Jersey manteve a decisão legal.

Intimidação Homossexual #12: Uma "bed and breakfast" do Hawaii recusou a reserva duma dupla lésbica, e elas processaram. As lésbicas venceram com base na lei da "não-discriminação" local.
..

Existem numerosas outras vítimas: Julea Ward, Crystal Dixon, Angela McGaskill, Jennifer Keeton, e Kenneth Howell, todos vítimas das acções das suas universidades como consequência da má-aplicação desta das leis contra a discriminação; Viki Knox, Jerry Buell, David Parker, Daniel Glowacki, Dakota Ary, e Carla Cruzan, todos vítimas da intolerância escolar por terem uma moral elevada; os bombeiros de San Diego e as forças policiais de Columbia, S.C., ordenados pelos seus superiors a marchar numa parada de orgulho homoerótico.

Para além disto, não nos esqueçamos dos 2 milhões de escuteiros, em risco de serem corrompidos já a partir do dia 1 de Janeiro por parte de homossexuais orgulhosos, tudo devido à "não-discriminação".

Será que os EUA ainda são a terra dos livres? Não será por muito mais tempo se permitirmos que a Senhora Liberdade seja ceifada pelas trevas da depravação.

World Net Daily.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais, de acordo com jornalista gay


Grã Bretanha, 6 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Com o surgimento de um movimento homossexual cada vez mais militante e até violento que vem ameaçando e agredindo cristãos por sua oposição à agenda política deles, os activistas homossexuais nos EUA e Europa estão sendo cada vez mais acusados de “homofascistas”.
Agora um jornalista que se descreve como “gay esquerdista” na Grã Bretanha confessou que a tendência fascista dos homossexuais é muito mais do que uma alegoria retórica dos conservadores.
Num artigo recente no jornal ultra-esquerdista Huffington Post, Johann Hari, repórter do jornal Independent, chama a atenção para o fato de que, apesar de oficialmente condenar a sodomia, a liderança dos movimentos fascistas europeus é dominada por homossexuais.
“Se você viajasse de trem por toda a Europa, fazendo paradas apenas com gays fascistas, você não perderia muitos locais interessantes”, Hari escreveu com admirável franqueza.
O autor observa que “quando o Partido Nacional Britânico — nossos próprios fanáticos negadores do Holocausto cultivados na própria Inglaterra — anunciou o lançamento de um candidato abertamente gay nas eleições europeias de Junho próximo, seguidores devotos do fascismo não demonstraram nenhuma surpresa”.
“A verdade torcida é que os homens gays sempre estiveram no coração de todo grande movimento fascista que já houve — inclusive o Terceiro Reich que matava gays e os enviava para câmaras de gás. Com a excepção de Jean-Marie Le Pen, todos os fascistas mais famosos da Europa nos trinta anos passados eram gays”.

“É hora de confessarmos algo. O fascismo não é algo que ocorre por aí, um hábito nojento adquirido por caras heterossexuais. É — em parte, pelo menos — algo gay, e é hora de os gays não-fascistas acordarem e enfrentarem a música de marchar”. Hari fornece aos leitores uma longa lista de homossexuais nos movimentos fascistas europeus, começando com Ernst Rohm, um dos fundadores do Partido Nazista, cuja liderança da organização paramilitar do partido, a SA, rivalizava com a do próprio Hitler.

As fileiras mais elevadas da SA, diz Hari, eram quase que exclusivamente homossexuais. Ele também cita o historiador Lothar Machtan, que conjectura que um dos motivos por que Hitler mandou matar Rohm era para silenciar a especulação acerca de seu próprio possível passado homossexual.

De acordo com Hari, a tendência homossexual no nazismo se reflete fortemente entre os europeus fascistas de hoje. Ele observa que “o fascista holandês” Pim Fortuyn era um homossexual declarado que falava publicamente sobre sua conduta homossexual.

Jorg Haider, do neofascista Partido Liberdade da Áustria, morreu após sair de um bar homossexual, depois de muitas especulações dos meios de comunicação acerca de seus relacionamentos homossexuais. Michael Kuhnen, líder do movimento neofascista da Alemanha na década de 1980, morreu de AIDS no começo da década de 1990 depois de reconhecer publicamente sua homossexualidade. A lista é interminável, diz Hari.
Hari cita Bruce LaBruce, produtor de filmes pornográficos homossexuais, que declara abertamente que “toda pornografia gay hoje é implicitamente fascista. O fascismo está em nosso coração, pois sua essência é glorificar a supremacia masculina branca e tornar interessantes a dominação, a crueldade, o poder e as horrendas figuras de autoridade”.
Peter LaBarbera, presidente de Americans for Truth About Homosexuality (AFTAH), comentando sobre o artigo de Hari, disse para LifeSiteNews que “claramente, vimos há anos conversando sobre isso, temos visto algo que estamos chamando de homofascismo no movimento gay americano, e de fato temos visto esse tipo de tendência fascista, por falta de uma palavra melhor, ressurgindo”.
LaBarbera recorda as tácticas de intimidação e a profanação de igrejas empreendida por activistas homossexuais em anos recentes. Ele crê que o envolvimento de homossexuais em políticas extremistas é uma expressão do estado mental perturbado deles.
“Não deveria ser surpresa descobrir que pessoas com uma psicologia desajustada sejam achadas em movimentos políticos extremistas desordeiros como o comunismo e o fascismo. As tendências políticas de tais indivíduos muitas vezes reflectem seus problemas psicológicos”, LaBarbera disse para LifeSiteNews.
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