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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Joseph Sciambra: "O porquê de eu ter sido homossexual"

Por Joseph Sciambra

Todas as pessoas que conheci dentro do mundo homossexual chegaram a um ponto das suas vidas onde elas "saíram do armário" com uma história. E não era um história qualquer, mas uma história pessoal de tragédia, mágoa, solidão, luta interna e a eventual auto-afirmação. Algumas poucas tornaram-se adeptas em recontar a história, lembrando-se de quase tudo em relação a um intimidador ["bully"] do recreio infantil, das emoções que sentiram quando, depois de todos terem sido escolhidos, tu passas a ser a última pessoa de pé e ninguém te querer na equipa deles, ou da forma como o teu pai se zangou contigo porque tu estas a dançar de forma inocente como - nas palavras dele - um maricas.

Mais frequentemente, estas narrativas centram-se em redor do pai, que ou estava ausente, ou era desligado, ou era demasiado crítico, violento ou abusivo. Concomitantemente, havia também uma anormal relação de proximidade com a mãe, especialmente aqueles cujas mães vinham frequentemente a São Francisco para lhes visitar, nunca acompanhadas pelos pais mas que mesmo assim falavam de forma suspeitosamente positiva dos seus pais sem no entanto revelarem muitos detalhes.

Por essa altura, não pensei muito nisso porque eu tinha um bom número de memórias do meu passado. Algumas destas histórias eram semelhantes às histórias dos meus amigos, mas outras nem tanto, mas todos nós tínhamos a determinação comum de seguir em frente, superando aquelas dificuldades iniciais, vivendo segundo as nossas regras e tomando conta dos nossos destinos. Só que nós não nos apercebemos que esta falsa sensação de poder nos seria retirada para sempre através do desespero, das doenças, e da morte.

Quando eu era um pequeno rapaz, eu não queria ser gay. Gay era o estranho alter-ego de Jack Tripper em “Three’s Company;” era o primo demasiadamente-feminino do filme “Zorro - The Gay Blade,” e era o que os outros rapazes me chamavam quando eu deixava a bola cair de forma interminável durante as aulas de Educação Física. Eu não queria ser isso.

Mas quando as coisas estavam fora do meu controle - e quando eu não sabia mais do que sabia na altura - uma rapariga mais velha aproveitou-se de mim. Imediatamente fiquei assustado mas ao mesmo tempo fiquei fascinado. Muito provavelmente no mesmo ano, quando tinha cerca de 8 anos, fui exposto à pornografia. Aquelas mulheres estáticas das revistas eram objectos de desejo e evitação. Basta eu olhar para elas para ficar excitado, mas algo dentro de mim não gostava desse sentimento. 

Foi então, sendo já um rapaz circunspecto e tímido, que me tornei ainda mais recluso. Ainda me lembro de passar quase um dia inteiro sem dizer uma única palavra; eu tinha alguns poucos amigos, mas gradualmente comecei a acreditar que eu era tolerado por parte de um grupo similar de miúdos gordos e desajeitados hiper-activos. Quando eu me separava deles, vulnerável e sozinho, ocasionalmente ouvia a palavra "fag" a ser gritada na minha direcção.

Na maior parte das vezes, as raparigas assustavam-me, mas quando atingi a adolescência, por vezes senti-me mais à vontade junto delas do que junto de rapazes. Isto acontecia porque entre a minha primeira e aterradora experiência sexual e a puberdade, comecei a ficar cada vez mais incerto em relação às mulheres: as modelos sem vida da Playboy eram de modo franco do outro mundo no que toca à sua beleza, mas também distantes e icónicas - quase atingido proporções divinas; elas eram de alguma forma seres superiores. 

O feminino em osso e carne quente era aterrador; tal como as imgens pornográficas que ganhavam vida, elas eram controladoras e eu senti que poderia desabar rumo a feminilidade - que seria devorado por ela.  Por outro lado, os rapazes ofereciam algo. Primeiro, eles não eram mulheres, e eles eram mais familiares e menos ameaçadores.

Mas também eles se tornavam estranhos e de alguma forma distantes de mim e da minha percepção de quem eu era visto que eles eram masculinos, e isso era algo que eu admirava e precisava. Eu queria ser como eles, mas não sabia como. Durante o caminho as coisas ficaram confusas e, pensei eu, a masculinidade era algo que eles me poderiam dar, e eu acreditei que isso só poderia ocorrer através do sexo homossexual.

Com o passar dos anos, comecei a acreditar que o homossexualismo ocorre nos rapazes porque há um medo dos homens e uma adulação deles, simbolizado pelo desejo de ser amado pelo pai ausente ou pai que o rejeitou, mas também é medo das mulheres. Regressando para as as histórias dos homens homossexuais, uma amigo meu, que morreu de overdose de drogas, disse-me (alguns anos antes de morrer) que o seu pai abusava dele repetidamente quando ele era criança, e a sua mãe estava por perto, totalmente abstraída e a passando o seu tempo a orar.

Outro amigo meu, um homem que estava sempre a batalhar com o peso, falou da mãe sufocadora que o sobre-alimentou como se ele fosse o marido adulto que lhe abandonou (a ela e aos filhos). E [outro amigo meu], um homossexual rebelde punker, que foi expulso de casa no dia em que veio para casa com um mohawk e um anel no nariz, mas só depois de passar anos a ser depreciativamente comparado o seu colegialmente atlético irmão macho. Este último amigo meu morreu de SIDA.

Devido aos nossos panos-de-fundo igualmente difíceis, cada um de nós chegou a um ponto de auto-aceitação homossexual com experiências diferentes mas também espantosamente semelhantes de rejeição masculina e a inevitável busca por afeição masculina. Todos os nossos pais falharam das mais variadas maneiras, mas as nossas mães ou ficaram por perto sem emoção, e observaram tudo, ou protegeram-nos demasiadamente, e, consequentemente, transformaram-nos em rapazes perpétuos ou rapazes temerosos duma assumida hegemonia feminina.

Portanto, como grupo. nós estávamos tão focados na nossa atracção pelo mesmo sexo, numa tentativa de afirmar a nossa masculinidade, que nós nunca a poderíamos dar a outro. Descobrir que, à medida que fui envelhecendo e me tornei mais sexualmente agressivo e mais dominante com os meus parceiros sexuais, ao colocar a minha personalidade hyper-masculina, eu era elogiado pelos outros homens. Mas ao sobrepujá-los sexualmente eu nada mais estava a fazer do que a tentar provar o meu pervertido  sentido de masculinidade perdida.

Os homens homossexuais, com a nossa masculinidade nunca realizada na plenitude, instintivamente unimo-nos em bandos, quer seja a submetermo-nos perante aqueles que nós entendemos que exibem qualidades mais masculinas, ou a elevar as apostas e a tentar forçosamente provar a nossa superioridade tomando outros homens.

Neste cíclo sem fim de sempre buscar atingir a nossa masculinidade, acabando por perdê-la sempre, não há espaço para o feminino. De forma geral, os homens homossexuais relacionam-se melhor com a mulher quando ela está parcialmente masculinizada na forma de drag queen, ou através da adoração de mulheres agressivas e altamente determinadas, especialmente artistas facilmente caricaturadas - desde Joan Crawford e Beyonce.

Segundo esta ordem de ideias, os homens homossexuais frequentemente têm relacionamentos anormalmente próximos com mulheres, muitas vezes mulheres da família, ao mesmo tempo que ficam totalmente indiferentes aos homens da família. Numa recente Folsom Street Fair conheci um homem jovem, que só estava a usar um jock-strap e que frequentava pela primeira vez, acompanhado pela mãe e pela irmã. No entanto, isto não é anormal visto que as mulheres que têm homens homossexuais na família ou no círculo de amizades, tratam os homossexuais não como homens mas como amigas.

Semelhantemente, os homens homossexuais acham isto incrivelmente confortável, tal como eu fiz quando era adolescente e frequentemente andava perto das raparigas, porque estas mulheres tornam-se não-ameaçadoras tal como quem imita as mulheres. Na escola secundária, embora eu ainda não o tivesse aceite, todas as minhas amigas pensavam que eu era homossexual.

Então, o homossexualismo dos homens torna-se num escudo para com o feminino porque os homens homossexuais têm medo das mulheres; porque os homens heterossexuais são capazes de dar a sua masculinidade às mulheres e vice-versa, mas os homens homossexuais sabem que eles não têm masculinidade para oferecer; porque a busca pela masculinidade é sempre um trabalho em progresso; é o Santo Graal que nunca é atingido; e, consequentemente, nunca dado.

No fim de tudo, tudo o que os homens homossexuais fazem e agarrarem-se às suas histórias porque isto é tudo o que eles têm e é tudo o que lhes define. Consequentemente, os homossexuais nunca se podem mudar para fora deles mesmos, e eles não podem sair para fora do seu sexo visto que tudo aponta para dentro deles, tentando acalmar a criança magoada que se encontra lá escondida.

- http://goo.gl/5oNf4Y

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O primeiro divórcio gay da história da humanidade

A jovem mulher deu o último suspiro na cama rodeada dos seres queridos e morreu.
A mãe chorava inconsolavelmente. Alguns amigos também choravam, outros cochichavam entre eles.
O corpo debilitado da jovem mulher, agora inerte, não resistiu às infecções oportunistas e entrou em colapso geral.
Esta é uma cena muito comum em alguns hospitais, onde milhares de pacientes de AIDS lutam para sobreviver e acabam morrendo sem glória nem honra.
Não era o caso dessa moça jovem. Morreu honrada e glorificada pela imprensa nacional, pelos grupos de direitos humanos, pela toda-poderosa média televisiva, pela Internet, por muitos artistas, pelos travestis e por todos os que participam, apoiam ou simpatizam com a causa gay.
Ela era a primeira divorciada dum “casamento” gay no mundo. Uma dupla vitória segundo o olhar dos progressistas. Ela tinha se casado em cartório com outra mulher, e depois de aguentar inúmeras infidelidades conjugais e violência doméstica, se divorciou, tornando-se a primeira divorciada de “casamento” gay do planeta. Ela tinha 34 anos apenas.
A mídia fala pouco das doenças sexualmente transmissíveis entre lésbicas. Aliás, a mídia quase não fala dos problemas de saúde dos homossexuais, fazendo de conta que as doenças não existem. O quadro muda quando conversamos com os médicos, a enfermagem, os assistentes sociais, os padres e os pastores que atendem aos doentes. Mas ninguém faz marketing do que estes heróis anónimos sabem.
Desde a adolescência, esta mulher sofreu várias infecções sexualmente transmissíveis sem ser uma prostituta. Era apenas uma jovem lésbica segundo o padrão das telenovelas e dos filmes brasileiros: uma lésbica normal.
Ela teve clamídia, herpes e gonorreia varias vezes.
Com o sistema imunológico enfraquecido, pegou HIV de alguma maneira que as estatísticas insistem em ignorar, e depois de muita luta, morreu com o nome publicado em todos os jornais nacionais e internacionais. Fizeram dela uma nova Joana d'Arc, uma invenção maluca dos marqueteiros que conseguiram associar a pequena pastora de Domrémy com a primeira lésbica divorciada do mundo, não sei como. E as massas, como quase sempre, acreditaram.
Não é novidade o que aconteceu na sociedade por causa da sua morte: missas, minutos de silêncio, passeatas solidárias e palestras recordavam a jovem mártir, a primeira divorciada lésbica do planeta, uma brasileira.
Mais uma ONG foi criada, para apoiar as vítimas da violência doméstica nos matrimónios gay. É dizer, nada mudou depois da legalização. Para dizer verdade, o orçamento público ficou mais caro para pagar as novas delegacias especializadas em violência doméstica gay. O número de divórcios gays aumentou consideravelmente depois do caso de nossa nova heroína.
Depois de “desencarnar”, como dizem alguns brasileiros, ela entrou num túnel escuro, sem sentir as constantes dores vaginais por causa da clamídia nem as terríveis enxaquecas pela febre alta da AIDS.
Ela se surpreendeu ao perceber que continuava com vida consciente depois de morrer.
Ela caminhou no famoso túnel escuro sentindo um som grave, compassado, como o da batida rítmica da música duma discoteca. Punch-punch-punch!
À medida que ela caminhava em direcção à luz no fim do túnel, o som “disco” era mais intenso, ressoando no chão e nas paredes. Era muito semelhante ao som que se ouve na entrada das boates que frequentava na região próxima à avenida Paulista.
O som rítmico e grave de balada lhe deu certa tranquilidade. Sorriu e pensou “deve ser o Paraíso gay, uma eterna balada ao som da música electrónica. Nada mal!
A luz no fim do túnel mudava de tons em fagulhas azuis, fúcias e vermelhas que se alternavam, como as luzes “laser” das boates. “Que bom!” ela disse para si mesma. E andou mais rapidamente para entrar logo na festa enquanto ouvia certa gritaria que lembrava as vozes festivas das pistas de dança. Se sentiu animada e pensou: “Olha só! Se soubesse que era assim, teria vindo antes!” sentindo aquele entusiasmo que invadia seu coração indo para as baladas da cidade.
À medida que ela caminhava, o volume da batida grave era mais intensa e as os feixes das luzes eram mais brilhantes.
De repente, aparece a silhueta de um homem vestido de preto, parado no fim do túnel. “Deve ser o leão de chacra” pensou ela, recordando aqueles porteiros vestidos de preto que ficam parados nas portas de entrada das baladas, para seleccionar o público que desejava entrar na boite.
Ela nunca foi barrada nas baladas. Ela vestia a roupa da moda, os decotes exagerados, as mini-saias, o cabelo arrumado. Ela não era o tipo de lésbica masculinizada. O visual de modelo sexy sempre lhe garantia o acesso nas melhores baladas da cidade. Não seria agora que seria barrada nesta grande balada eterna! “Eu mereço” disse para si mesma pronta para enfrentar orgulhosa o guardião da porta.
E não foi barrada.
Assim ela que se aproximou do porteiro, vieram outros três guardiões vestidos de preto, e os quatro a seguraram pelas pernas e os braços. Ela não conseguiu se safar deles e logo percebeu que algo estava errado.
Como naquela brincadeira de lançar a pessoa na piscina, os quatro guardas de preto, rindo às gargalhadas, a seguraram fortemente, balançando-a e arremessando-a longe, para o centro daquele imenso salão.
Ela voou e caiu dando um alarido, que se perdeu no som ensurdecedor daquele lugar.
O som grave das batidas não era de música. Era o som dos corações múltiplos de uns vermes gigantes que nunca morrem, entrelaçados numa infinidade de corpos humanos lançados naquele lugar. Era uma sopa macabra de vermes e gente.
As luzes psicadélicas eram das chamas que flamejavam vindas de baixo dos vermes. As faíscas e as explosões eram por causa dos corpos humanos que inexplicavelmente continuavam vivos e que nunca se terminavam de consumir num fogo que nunca cessava.
Os quatro guardiões vestidos de preto não eram homens. Eram demónios, aqueles cuja existência ela sempre havia negado durante sua vida mortal. Agora era tarde reconhecer que tudo aquilo que a Bíblia dizia era verdade.
Na superfície da terra, as igrejas fechavam as portas por falta de crentes. Os congressos dos países do mundo festejavam as novas leis que mergulhavam a humanidade numa era de confusão sem precedentes na história da humanidade.
O Céu chorou por mais uma alma perdida. Deus tinha planos melhores para ela. Infelizmente ela ignorou o Criador.
Jesus Cristo disse:
“Mas qualquer que fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e que fosse lançado no mar. E se a tua mão te fizer tropeçar, corta-a; melhor é entrares na vida aleijado, do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga. [onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.]

Ou, se o teu pé te fizer tropeçar, corta-o; melhor é entrares coxo na vida, do que, tendo dois pés, seres lançado no inferno. [onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.]

Ou, se o teu olho te fizer tropeçar, lança-o fora; melhor é entrares no reino de Deus com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no inferno. onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga. Porque cada um será salgado com fogo.

Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insípido, com que o haveis de temperar? Tende sal em vós mesmos, e guardai a paz uns com os outros. Marcos 9:42-50.

(Este conto é ficção. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência. Os factos relatados não aconteceram e são fruto de licença literária).

segunda-feira, 19 de março de 2012

Movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais, de acordo com jornalista gay


Grã Bretanha, 6 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Com o surgimento de um movimento homossexual cada vez mais militante e até violento que vem ameaçando e agredindo cristãos por sua oposição à agenda política deles, os activistas homossexuais nos EUA e Europa estão sendo cada vez mais acusados de “homofascistas”.
Agora um jornalista que se descreve como “gay esquerdista” na Grã Bretanha confessou que a tendência fascista dos homossexuais é muito mais do que uma alegoria retórica dos conservadores.
Num artigo recente no jornal ultra-esquerdista Huffington Post, Johann Hari, repórter do jornal Independent, chama a atenção para o fato de que, apesar de oficialmente condenar a sodomia, a liderança dos movimentos fascistas europeus é dominada por homossexuais.
Se você viajasse de trem por toda a Europa, fazendo paradas apenas com gays fascistas, você não perderia muitos locais interessantes”, Hari escreveu com admirável franqueza.
O autor observa que “quando o Partido Nacional Britânico — nossos próprios fanáticos negadores do Holocausto cultivados na própria Inglaterra — anunciou o lançamento de um candidato abertamente gay nas eleições europeias de Junho próximo, seguidores devotos do fascismo não demonstraram nenhuma surpresa”.
A verdade torcida é que os homens gays sempre estiveram no coração de todo grande movimento fascista que já houve — inclusive o Terceiro Reich que matava gays e os enviava para câmaras de gás. Com a excepção de Jean-Marie Le Pen, todos os fascistas mais famosos da Europa nos trinta anos passados eram gays”.

É hora de confessarmos algo. O fascismo não é algo que ocorre por aí, um hábito nojento adquirido por caras heterossexuais. É — em parte, pelo menos — algo gay, e é hora de os gays não-fascistas acordarem e enfrentarem a música de marchar”. Hari fornece aos leitores uma longa lista de homossexuais nos movimentos fascistas europeus, começando com Ernst Rohm, um dos fundadores do Partido Nazista, cuja liderança da organização paramilitar do partido, a SA, rivalizava com a do próprio Hitler.

As fileiras mais elevadas da SA, diz Hari, eram quase que exclusivamente homossexuais. Ele também cita o historiador Lothar Machtan, que conjectura que um dos motivos por que Hitler mandou matar Rohm era para silenciar a especulação acerca de seu próprio possível passado homossexual.

De acordo com Hari, a tendência homossexual no nazismo se reflete fortemente entre os europeus fascistas de hoje. Ele observa que “o fascista holandês” Pim Fortuyn era um homossexual declarado que falava publicamente sobre sua conduta homossexual.

Jorg Haider, do neofascista Partido Liberdade da Áustria, morreu após sair de um bar homossexual, depois de muitas especulações dos meios de comunicação acerca de seus relacionamentos homossexuais. Michael Kuhnen, líder do movimento neofascista da Alemanha na década de 1980, morreu de AIDS no começo da década de 1990 depois de reconhecer publicamente sua homossexualidade. A lista é interminável, diz Hari.
Hari cita Bruce LaBruce, produtor de filmes pornográficos homossexuais, que declara abertamente que “toda pornografia gay hoje é implicitamente fascista. O fascismo está em nosso coração, pois sua essência é glorificar a supremacia masculina branca e tornar interessantes a dominação, a crueldade, o poder e as horrendas figuras de autoridade”.
Peter LaBarbera, presidente de Americans for Truth About Homosexuality (AFTAH), comentando sobre o artigo de Hari, disse para LifeSiteNews que “claramente, vimos há anos conversando sobre isso, temos visto algo que estamos chamando de homofascismo no movimento gay americano, e de fato temos visto esse tipo de tendência fascista, por falta de uma palavra melhor, ressurgindo”.
LaBarbera recorda as tácticas de intimidação e a profanação de igrejas empreendida por activistas homossexuais em anos recentes. Ele crê que o envolvimento de homossexuais em políticas extremistas é uma expressão do estado mental perturbado deles.
Não deveria ser surpresa descobrir que pessoas com uma psicologia desajustada sejam achadas em movimentos políticos extremistas desordeiros como o comunismo e o fascismo. As tendências políticas de tais indivíduos muitas vezes reflectem seus problemas psicológicos”, LaBarbera disse para LifeSiteNews.
Links relacionados:

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A família natural

O "Howard Center for Family, Religion, and Society" defende que a família natural é a unidade fundamental da sociedade; é a base de todas as civilizações saudáveis e progressivas.

A definição de família natural vem dum grupo do Congresso Mundial de Famílias, redigido em Maio de 1998 (Roma). A mesma está de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e com as descobertas das ciências sociais.

A definição é:

A família natural é a unidade social fundamental, impressa na natureza humana, centrada da união voluntária de um homem e uma mulher no convénio vitalício do casamento, com os seguintes propósitos:

  • satisfazer os anseios do coração humano de dar e receber amor.
  • receber e garantir o desenvolvimento físico e emocional de crianças.
  • partilhar a casa que serve de centro para a vida social, educacional, económica, e espiritual.
  • construir fortes laços entre as gerações que transmitem o modo de vida que possui um significado transcendental.
  • estender a mão da compaixão a indivíduos e famílias cujas circunstâncias de vida pecam por não serem as ideiais.
O nosso uso da expressão "família natural" é significativo em muitos aspectos.
  • Primeiro, o termo significa uma ordem natural das estruturas familiares que não só é histórica e comum através das culturas, como é sobejamente evidente por si mesmo.
  • Segundo, o termo significa uma expressão perfeitamente defensível. "Natural" não é "nuclear" - o que limitaria o seu alcance - nem é "tradicional" - o que sobrecarregaria a sua utilidade na esfera pública. É o que é, uma expressão evidente em si mesmo.

  • Terceiro, o termo "natural" não só impede construções familiares incompatíveis, como impede também comportamentos incompatíveis entre os seus membros.

  • Quarto, "família natural" é uma expressão positiva. Não exige uma discussão das incompatibilidades negativas para se definir.

sábado, 9 de julho de 2011

O mito do homossexualismo na Grécia Antiga

Original de Roberto Cavalcanti.

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Este vídeo (em inglês) destrói toda a argumentação dos gays que diz que a Grécia antiga era um paraíso dos homossexuais. Mostra as leis que proibiam que homossexuais tivessem qualquer participação na vida pública ou religiosa, que podiam ser condenados à morte por violar tais proibições, e palavras de grandes filósofos gregos como Platão contra tais práticas contrárias à natureza.A tolerância ao homossexualismo na Grécia Antiga é um mito inventado por gays degenerados como Foucault e outros para associar suas práticas pervertidas a esta grande civilização.

Eis a tradução do vídeo:

O propósito desse vídeo é fazer uma análise histórica da questão para descobrir que opinião os Gregos antigos tinham a respeito da homossexualidade.

A homossexualidade existiu e irá continuar a existir – e tem sido praticada em todas as sociedades, em todos os tempos. Mas na Grécia antiga, a homossexualidade nunca foi aceita e esse fato pode ser facilmente comprovado através do estudo de fontes antigas.

Fontes que são postas de lado ou intencionalmente ignoradas por aqueles que desejam associar a Grécia Clássica com certos fenômenos da vida moderna. Ignoradas por pessoas vulgares que querem poluir nossa História e Heróis com seu veneno malicioso, quando a Grécia possuiu as leis mais rígidas a respeito da homossexualidade. Leis que eram o exato oposto das presentes leis aplicadas a nosso tempo, sendo nós os que concebemos e desprezamos a noção de virtude, abstinência, amor casto e moralidade.

Desmontando o Mito da Homossexua lidade na Grécia Antiga

Primeiramente, vale mencionar que, apenas por uma estranha coincidência, todos aqueles (autores ou cientistas) que tentaram fazer alguma conexão entre homos e o Helenismo, foram/são homossexuais eles próprios.

Que coincidência! (?)

“Especialistas” de sexualidade Helênica, como: Walter Pater, Michel Foucalt, John Boswell, John Winkler e David Halperin, eram/são todos homossexuais que obviamente viveram suas fantasias sexuais às custas de nossos antepassados e história.

A razão, é claro, é simples. Os Helênicos sempre foram vistos como modelo de civilização. Então o que seria melhor para justificar suas “naturezas doentes” do que ligarem estas à grandeza da civilização Helênica e, ao faze-lo, legitimar o sexo entre iguais?

Na língua grega antiga as palavras “Homo/Heterossexual” não existiam. Eles usavam o termo “Kinaidos” para descrever “homossexuais” e suas preferências.

Kinaidos = Causador de vergonha
Kineo = mover
Aidos = vergonha

Que literalmente significa:“Aquele que traz a maldição de Aidos (uma deusa que punia transgressores morais e era companheira da deus Nemesis)

As Leis

Aeschines“Kata Timarchou”, 21

Se qualquer Ateniense tiver um “Etairese” (companheiro de mesmo sexo) a ele não será permitido:

1) tornar-se um dos nove arcontes;
2) nem desempenar o ofício de sacerdote;
3) nem agir como advogado para o estado;
4) nem deve manter qualquer tipo sequer de ofício, no lar ou fora, quer seja desempenhado por sorte ou eleição: ele não deve ser enviado como mensageiro;
5) ele não tomará parte em debate, nem estará presente em sacrifícios públicos;
6) e nem poderá entrar nos limites de um lugar que tenha sido purificado para a reunião de pessoas. Se qualquer homem for acusado de atividades sexuais ilegais contrárias a essas proibições, ele deverá ser morto.

Demóstenes“Kata Androtionos”(Parágrafo 30)

“... nem deve ter o direito de falar, nem de trazer uma queixa perante a corte.”

Conclusão:

As leis os privavam do direito de fazer parte de quaisquer atividades sociais, políticas e hieráticas (nota: relativa a coisas sagradas). Eles se tornavam cidadão de classe baixa (Metoikos).

Em nenhum tempo ou lugar isso foi considerado um comportamento normal, ou foi permitido àqueles envolvidos nisso permanecer sem punição.

Além do mais, se alguém hoje em dia tentar estabelecer leis similares, será, no mínimo, caracterizado como fascista.

Atenas tinha as leis mais estritas quanto à homossexualidade do que qualquer democracia que já tenha existido. Na Esparta não-democrata, bem como na Creta democrata e no resto da Hélade, houve proibições e punições similares.

Intelectuais

Platão, em suas Leis, afirma categoricamente que:

“... o homem não tocará outro homem para este propósito, já que isso é não-natural...”

E outra vez, no mesmo trabalho, nos diz que:

“quando o homem se une à mulher para procriação, o prazer experimentado se deve à natureza (kata physin), mas é contrário à natureza (para physin) quando o homem se une ao homem, ou a mulher à mulher, e aqueles culpados de tais perversidades são impelidos por sua escravidão ao prazer, tanto que ninguém deve se aventurar a tocar qualquer um dos nobres ou cidadãos livres salvo sua própria esposa casada, nem semear qualquer semente profana e bastarda na fornicação, ou qualquer semente não-natural e estéril na sodomia – ou então nós deveremos inteiramente abolir o amor por homens”.

Platão fala sobre como os homossexuais devem se preocupar em serem descobertos:

“... vocês têm medo da opinião pública, e temem que as pessoas descubram seus casos amorosos e vocês sejam desgraçados”(Fedro, 231 e.)

O mito de Esopo

“Quando Zeus criou os humanos e as outras características de suas almas, ele as colocou em todas as partes do ser humano. Porém, ele deixou a VERGONHA de fora. Já que não sabia onde colocá-la, ele ordenou que ela (a vergonha) fosse inserida no ânus.

A vergonha, porém, reclamou disso e ficou muito irritada. E enquanto estava profusamente reclamando, a vergonha disse: Eu vou concordar em ser inserida dessa forma, e se qualquer coisa for inserida depois de mim, eu sairei.

Deste dia em diante, que todas as pessoas que sejam sexualmente inclinadas a esse método seja sejam então VERGONHOSAS!

Fábulas do Esopo

Zeus e Aeschyne (Termo grego para “vergonha”)

Teatro

Uma visita ao Teatro era uma atividade comum na Grécia antiga. Desta maneira, através dos poetas comediantes, podemos visualizar a sociedade daquele tempo, já que eles também estavam expressando as opiniões das pessoas comuns.

Alguns frequentemente usavam paravras para descrever homossexuais, e nas performances das comédias eram “Euryproktos” (bunda aberta). Aristófanos os chamava de “Lakkoproktos” (bunda de poço). Eupolis os caracterizava como “Andróginos”, etc.

Se a homossexualidade fosse um fenômeno amplamente generalizado, isso significaria que os poetas e atores estariam sistematicamente chamando sua audiência de burra e a ofendendo.

Pintura de vasos

A pintura de vasos gregos tem sido uma das fontes preferidas dos distorcedores da cultura e civilização Grega. De dezenas de toneladas de vasos desenterrados até o momento (a contagem só para a província da Ática é de 80.000) apenas 30 têm uma temática abertamente homossexual; representando, em outras palavras, apenas .01% do total (127). É importante notar que desses poucos vasos, o comportamento homossexual direto era realizado apenas por Sátiros.

Os Sátiros eram criaturas conhecidas por sua personalidade degenerada. Desta forma, a homossexualidade era considerada altamente negativa e era oficialmente desprezada e rejeitada.

O resto dos vasos estão representando apenas indicações de práticas homossexuais, porque seus pintores tinham medo de ultrajes públicos e as subseqüentes conseqüências.

Como pode um número tão pequeno de apenas 0,1% levar a tais conclusões? Como eles ousam julgar uma cultura inteira com base em apenas um pequeno número de vasos? Quão lógico seria se nós fossemos julgamos apenas por filmes como “Brokeback Mountain”?

Mitologia

A mitologia Grega não lida apenas com Teologia, Teurgia, Heróis e Mortais. O amor também sempre foi uma questão forte em nossa Mitologia. E quando alguém olha para a enormidade da literatura, poesia e arte Grega, por exemplo, qualquer um vê que, no que diz respeito a atração erótica, esta sempre se dá entre Homem e Mulher. O mesmo padrão permanece verdadeiro para a arte Grega do período Minuano, Micênico, Arcaico, Clássico até o Helenístico. Tudo isso é uma grande quantia de tempo, e a esmagadora maioria das esculturas, estatuetas, pinturas de parede, mosaicos e pinturas em vasos (algo como 99%) mostram homens e mulheres quando o assunto é amor erótico. Por exemplo, vamos nos lembrar de casais como:

Odisseu e Penélope
Hércules e Djanira
Peleus e Tétis
Teseu e Ariadne
Ares e Afrodite
Perseu e Andrômeda
Zeus e Hera,Etc.

Zeus, o deus supremo e governante do Olimpo, tinha incontáveis casos amorosos com deusas e mortais. Seu comportamente pode ser melhor descrito como másculo e heterossexual ao extremo.

A Mitologia Grega não contém elementos homossexuais. O único mito com referência à homossexualidade era o mito de Laios. Um mito didático, que iguala a homossexualidade à maior tragédia e maldição da vida humana.

O mito é sobre Crísipo, que foi estuprado por Laio e então se suicidou devido à vergonha. Hera mandou a Esfinge a Tebas como punição. Outra punição por esse ato foi a morte de Laio pelas mãos de seu filho Édipo.

A questão levantada por esse mito é: Por que Crísipo se mataria se o amar um homem fosse uma prática aceitável? Por que Hera mandaria a Esfinge à cidade de Laio, Tebas, como punição pelo que seu rei fez se o que ele fez não fosse considerado uma abominação? Uma abominação que foi também a causa principal da maldição da casa de Épido que se abateria por uma família inteira de um modo trágico no futuro.

Todas boas questões, que levam a uma única conclusão: Apesar de tais práticas ocorrerem, elas eram abominadas e severamente punidas pelos Gregos quando descobertas.

E realmente surpreendente o quantia de esforços que os distorcedores da História investem para perverter fatos históricos. Sua mania em degradar e diminuir nossa História chegou ao ponto de quase toda pessoa mítica ou histórica se tornar um... homossexual.

Homossexualidade feminina

Ambos os termos “Homo/Heterossexual”, incluindo o lesbianismo foram cunhados após o fiasco da teoria de Walter Pater. Sim, o mesmo Walter Pater homossexual mencionado anteriormente.
Walter é também o responsável por outra “teoria” totalmente nova, na qual o amor Platônico não tinha nada a ver com a “psiquê” mas era totalmente baseado em atração física.

Então, a história do termo “lesbianismo” não é muito diferente. Conectada à grande poetisa Safo, esse “círculo” específico conseguiu dar o significado de homossexualidade a “Sáfico” que era originalmente usado para descrever a forma e estilo de poesia apresentada por ela e copiada por muitos poetas Helênicos e Romanos posteriormente.

Mas porque a ilha de Lesbos?

A resposta está em Safo e nas insustentáveis teorias homossexuais ligadas a ela. Safo viveu no século 7 a.C. e era a maior poetisa do mundo antigo. Ela abriu em esbos uma escola para mulheres jovens, a quem ela ensinava poesia e a música. Há mais do que o suficiente em textos que fornecem informações sobre sua vida.

Temos Ovídio, Atenaios e Suídas, entre outros, falando abertamente do grande amor dela por Faon. Sabemos que de fato ela era mãe e esposa e escreveu as “epithalamia”, “canções de matrimônio” que falam não de casos com lésbicas, mas da beleza de jovens garotas que iriam se tornar esposas e mães elas mesmas.

E como essa grande poetisa morreu?

Ela caiu de um despenhadeiro em Leukada, devido a seu grande amor, Faon, tê-la deixado. Sim, você leu corretamente, a “maior lésbica” do mundo suicidou-se pelo amor de um homem.
“Eles queriam apresentar a Grécia Antiga como um paraíso de pervertidos [...] O vocabulário da linguagem Grega e a legislação da maioria das cidades-estado confirmam que a depravação sempre foi considerada anormal.

H. I. Marou.

domingo, 3 de abril de 2011

A condenação do homossexualismo

Os Padres, Santos e Doutores da Igreja sempre condenaram a homossexualidade nas suas obras.

São Justino, Mártir (100-165)

São Justino, mártir e apologista cristão, nasceu em Flavia Neapolis e converteu-se ao cristianismo por volta do ano130. Ensinou e defendeu a religião cristã na Ásia Menor e em Roma, onde sofreu o martírio.

Na sua Primeira Apologia, dirigida ao imperador Tito, São Justino explica os mistérios cristãos e da racionalidade da doutrina católica. Ele também aponta o absurdo paganismo e a imoralidade dos gregos e romanos:

"Porque vemos que quase todos que são expostos (não só as raparigas, mas também os homens) são trazidos para a prostituição. E como os antigos dizem ter criado rebanhos de cavalos bois ou cabras ou ovelhas, ou de pasto, agora nós vemo-los criar filhos apenas para essa vergonhosa utilização e para esse tipo de poluição. Uma multidão de fêmeas e hermafroditas, e aqueles que cometem iniquidades abomináveis são encontrados em todas as nações. E quem recebe aluguer destes, os direitos e impostos a partir deles, deve ser eliminado do seu reino.

E alguém que use essas pessoas, além dos ateus que mantêm relações infames e impuros, pode eventualmente ter relações sexuais com seu próprio filho, ou parente, ou irmão. E há alguns que até mesmo prostituem os seus próprios filhos e esposas, e alguns são abertamente mutilado com a finalidade de sodomia”.

* * *

Santo Ireneu de Lião (130-202)

Santo Irineu nasceu em Esmirna, na Ásia Menor, onde ele conheceu o bispo São Policarpo, discípulo do Apóstolo São João. Saindo da Ásia Menor para Roma, Santo Irineu juntou-se à Escola de S. Justino Mártir antes de se tornar Bispo de Lyon no sul da Gália. Os escritos mais conhecidos de Santo Irineu são “Contra as Heresias” e “Prova da Pregação Apostólica”, em que ele refutou gnosticismo.


Santo Irineu reitera a condenação do homossexualismo pela Igreja:


“Além dessa blasfémia contra Deus, ele [Marcion], falando com a boca do diabo, disse em directa oposição com a Verdade, que ele e aqueles que são como ele, os sodomitas, os egípcios, todas as nações que praticaram todos os tipos de abominação, foram salvos pelo Senhor.”

* * *
Atenágoras de Atenas (2 º século)

Atenágoras de Atenas foi um filósofo que se converteu ao cristianismo no segundo século. Atenágoras escreveu o seu fundamento para os cristãos ao imperador Marco Aurélio em torno de 177. Ele defendeu os cristãos, a quem os pagãos tinham acusado de imoralidade. Em seguida, ele mostra que os pagãos, que eram totalmente imorais, nem sequer se abstém dos pecados contra a natureza.


Para aqueles que criaram um mercado para fornicação e estabeleceram recursos para a infâmia e todo o tipo de vil prazer, que não se conseguem abster até mesmo de homens, homens com homens cometendo abominações chocantes, insultando todos os mais nobres princípios e insultando de modo desonroso toda a obra justa de Deus.”


* * *

São Jerónimo (340-420)

São Jerónimo é Padre e Doutor da Igreja.

Ele também foi um exegeta notável e grande polemista. No seu livroContra Jovinianus”, ele explica como um sodomita necessita de arrependimento e penitência para ser salvos:

"E Sodoma e Gomorra poderiam ter apaziguado a ira de Deus, se estivessem dispostas a se arrependerem, com a ajuda de jejum para ganhar as lágrimas do seu arrependimento."

* * *

São João Crisóstomo (347-407)

São João Crisóstomo é considerado o maior dos Padres gregos e foi proclamado Doutor da Igreja. A ele foi-lhe dado o título de "Crisóstomo" ("boca de ouro"), por causa d sua grande capacidade oratória e sermões. Ele foi arcebispo e Patriarca de Constantinopla, e a sua revisão do grego na liturgia é usado até hoje.

Nos seus sermões sobre São Paulo na Epístola aos Romanos, ele mora na extrema gravidade do pecado do homossexualismo:


“Mas se tu aprendeste e ouviste falar do Inferno e acreditas que não é fogo, lembra-te de Sodoma. Pois vimos, e com certeza continuamos a ver até mesmo na vida presente, uma aparência do Inferno. Quando muitos negam totalmente as coisas que virão depois desta vida, negam ouvir falar do fogo inextinguível, Deus traz à mente as coisas presentes. Por isso foi calcinada Sodoma. Pensa em como é grande o pecado, para ter forçado o Inferno a aparecer mesmo antes do seu tempo! Onde a chuva era incomum, porque a relação sexual era contráriaà natureza, ela inundou a terra, tal como a luxúria havia feito com as suas almas. Por isso também a chuva era o oposto da chuva habitual. Agora não só ela não mexe no ventre da terra para a produção de frutos, mas tornou ainda inútil para a recepção das sementes. Foi também assim a relação dos homens entre homens, fazendo um corpo desta espécie mais inútil do que a própria terra de Sodoma.”

* * *

Santo Agostinho (354-430)

O maior dos Padres do Ocidente e um dos grandes Doutores da Igreja, estabeleceu as bases da teologia católica. Nas suas “Confissões”, assim ele condena, com a Igreja, a prática homossexualidade.

“As infracções contrárias à natureza são em toda parte e em todas as vezes que se realizaram foram punidas. Tais foram as dos sodomitas. Todos eles deverão ser culpados do mesmo crime pela Lei Divina. Pois a relação que deve haver entre Deus e nós, é violado, quando a natureza, da qual Ele é o autor, é poluída pela perversidade da luxúria.”

* * *

São Gregório Magno (540-604)


Papa São Gregório I é chamado de "o Grande". Ele é Padre e Doutor da Igreja.
Introduziu o canto gregoriano na Igreja.

A Sagrada Escritura confirma que o enxofre evoca o cheiro da carne, assim como fala da chuva de fogo e enxofre sobre Sodoma derramado pelo Senhor. Ele tinha decidido punir Sodoma por causa dos crimes da carne, e com o tipo de punição Ele enfatizou a vergonha do crime, pois quis que fedesse a enxofre, fogo e carne queimada. Foi exactamente por isso que os sodomitas, queimando com desejos perversos decorrentes da carne como fedor, devem perecer pelo fogo e enxofre para que através deste justo castigo percebam o mal que tinham cometido, comandados por um perverso desejo.

* * *
Santa Catarina de Sena (1347-1380)


Santa Catarina, uma grande mística e Doutora da Igreja viveu em tempos difíceis.
O Papado estava no exílio em Avignon, na França. Ela foi fundamental para trazer de volta para os Papas para Roma. Os seus “Diálogos com Deus” são escritos famosos.


“Esses desgraçados não só são frágeis na sua natureza, mas pior, cometendo o pecado maldito contra a natureza e, como cegos e tolos, com a luz do seu intelecto escurecida, eles não sabem o mau cheiro e da miséria em que se encontram.
Não só este pecado cheira mal diante de Mim, que sou o Supremo e Eterna Verdade, mas realmente desagrada-me muito. Não só a Mim, mas aos próprios demónios. Não é que o mal lhes desagrada, porque eles não gostam de nada que seja bom, mas porque a sua natureza foi originalmente angelical, e sua natureza angelical faz com que eles se afastem quando este grande pecado é cometido.”

* * *
São Bernardino de Siena (1380-1444)

São Bernardino de Siena era um pregador famoso, conhecido pela sua doutrina e santidade.

Quanto à homossexualidade, afirma:

“Nenhum pecado no mundo amarra a alma como a maldita sodomia, o pecado que sempre foi detestado por todos aqueles que vivem segundo Deus. Uma paixão desordenada, próxima da loucura, que perturba o vice intelecto, destrói elevação e generosidade da alma, faz do preguiçoso uma pessoa irascível, teimoso e obstinado, servil e macio e incapaz de qualquer coisa. Além disso, agitada por um desejo insaciável por prazer, a pessoa sodomita não segue a razão, mas o instinto. Eles tornam-se cegos e, quando os seus pensamentos deve subir para coisas altas e grandes, eles são frívolos e reduzidos para as coisas vis, inúteis e podres, que nunca poderia fazê-los felizes. Assim como as pessoas participam da glória de Deus em diferentes graus, de igual modo também no Inferno alguns sofrem mais que outros. Quem vive com esse vício de sodomia sofre mais do que outra, porque este é maior pecado.”

* * *

São Pedro Canísio (1521-1597)

São Pedro Canísio, jesuíta e doutor da Igreja, é responsável por ajudar um terço da Alemanha abandonar o Luteranismo e retornar para a Igreja Católica.


“Como diz a Sagrada Escritura, os sodomitas sempre foram extremamente perversos e pecaminosos. São Pedro e São Paulo condenaram sempre o pecado nefando e depravado.
Na verdade, a Escritura denuncia essa indecência enorme (…) Aqueles que deviam ter vergonha de violar a lei divina e a lei natural são escravos da mais perversa depravação."

Fonte: Fonte: Livro DEFENDING A HIGHER LAW-Why We Must Resist Same-Sex “Marriage”and the Homosexual Movement


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