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sábado, 24 de maio de 2014

Uma carta reveladora

Um concílio local inglês foi forçado a pedir desculpas depois de ter emitido uma carta que incorrectamente exigia as igrejas que se licenciassem de modo a poderem executar "casamentos" homossexuais. O Essex County Council escreveu a todas as igrejas do condado, registadas como locais de casamento, dizendo-lhes que, de "modo imediato", elas "tinham" que ser licenciadas de modo a poderem "levar a cabo casamentos [sic] entre pessoas do mesmo sexo".

As palavras "imediato" e "mesmo [sexo]" estão a negrito e sublinhadas, sendo que esta última está em letras maiúsculas.

Simon Calvert (Christian Institute) disse que a carta do Concílio revela a necessidade das igrejas saberem mais dos seus direitos:

Não existem motivos legais para que as igrejas parem de levar a cabo casamentos da forma que sempre levaram a cabo. Elas são livres para o fazer.

O "The Christian Institute" produziu um novo guia legal que assegura as igrejas de que elas estão bem dentro da lei quando se recusam a levar a cabo cerimónias de homoerotismo dentro as suas instalações. Simon Calvert acrescenta:

O comportamento do "Essex County Council" só demonstra o porquê das igrejas precisarem de saber mais dos seus direitos legais visto que os burocratas que querem forçar o casamento [sic] homossexual irão tentar avançar para além do que é permitido pela lei. Queremos deixar bem claro que os Cristãos ainda têm o direito de expressar a sua crença de que o casamento é entre um homem e uma mulher. Os Cristãos têm todos os motivos do mundo de ficarem confiantes e corajosos quando apoiam a verdade em torno do casamento.

Colin Hart, Director de Campanha da "Coligação em Favor do Casamento" (Coalition for Marriage), que liderou a oposição à introdução do "casamento" homossexual, afirmou:

Isto é o tipo de coisas que nós temíamos que acontecesse. Se já está a acontecer em Essex, então há um perigo real de que este tipo de pressão seja aplicada um pouco por todo o país por parte de oficias não-eleitos.

Para além de afirmar que esta carta "levanta um pouco do véu em torno futuro Orweliano que esta lei mal-pensada levanta", e para além de ter apelado ao  Governo que disponibilizasse rapidamente aconselhamento às autoridades locais à luz desta nova lei, Colin Hart disse também que o Concílio de Essex deveria, urgentemente, levar a cabo uma investigação sobre o "porquê desta carta ameaçadora ter sido enviada às igrejas quando é suposto elas estarem isentas dos efeitos desta legislação."

Um porta-voz do "Essex County Council" afirmou::

A orientação do Essex County Council em torno do registo de instalações certificadas como Locais de Adoração Religiosa para os casamentos [sic] entre pessoas do mesmo sexo só se aplicam às instituições que querem levar a cabo tais cerimónias. Uma carta enviada às igrejas em Abril último pode ter criado impressão diferente e como tal, no espaço duma semana emitimos um esclarecimento explicando o procedimento correcto.

Fonte

* * * * * * * 

Não há forma de ter a certeza disto, mas é seguro afirmar que se as igrejas não tivessem reagido de forma assertiva, as "sugestões" da carta do Concílio de Essex tornar-se-iam vinculativas. A agenda esquerdista por vezes é tão óbvia que é difícil entender o porquê de ainda se chamar de "teoria da conspiração" algo que é público e bem óbvio.


terça-feira, 1 de abril de 2014

Nos EUA, dizer "Apoio o casamento tradicional" pode valer despedimento

Uma advogada de sucesso, que trabalha numa multinacional, chega ao auditório de um centro paroquial universitário para falar sobre as ameaças à liberdade religiosa. Confrontada por um jornalista, aceita falar, mas apenas sob anonimato. Teme perder o emprego, como já aconteceu a conhecidos.
Estamos no Michigan, Estados Unidos, a pátria da liberdade religiosa, mas onde muitos crentes começam a sentir que essa conquista está a definhar.
“Sei de casos de pessoas que foram despedidas de empresas privadas simplesmente por dizer coisas do género 'Eu apoio o casamento tradicional'”, explica a advogada à Renascença.
Em causa está a redefinição do conceito tradicional de casamento, como sendo entre homem e mulher, para a aceitação da noção de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Com a legalização do casamento homossexual em cada vez mais estados americanos, surgiram vários focos de confronto entre a liberdade religiosa e discriminação por orientação sexual.
“Há o caso de um casal que tinha uma pastelaria que se recusou a fazer um bolo para um casamento homossexual. Foram processados, multados e acabaram por fechar a loja. Mais recentemente, tivemos um caso no Novo México de uma fotógrafa que se recusou a trabalhar numa cerimónia homossexual”, conta.
A advogada explica que a educação é outra área de preocupação: “Massachusetts foi o primeiro Estado a aprovar a redefinição de casamento. Nesse Estado estão a ensinar na escola que o estilo de vida homossexual é natural e bom. Os pais não se podem queixar, nem são notificados. Há uma preocupação que esse género de restrições chegue a outros estados que também aprovem o casamento homossexual”.
“Como viver a minha fé?”

Na sala paroquial estão dezenas de jovens atentos, orientados pelo jovem e enérgico padre Denis Heames. O sacerdote nota preocupação entre os alunos católicos da Central Michigan University (CMU), que acompanha.

“Penso que estamos a chegar a um ponto em que vamos perder a liberdade de ser contra isto na praça pública. Sinto que já nem é uma discussão”, refere.
“Por exemplo, pessoas que estudam ciências da educação” sentem algumas dificuldades com o currículo “no que diz respeito à diversidade ou literatura, que contém material mais claramente ideológico”, diz. 

“Vejo alunos católicos que entram para estes cursos e que sentem dificuldades com isto. Como é que vou conseguir viver a minha fé neste ambiente laboral, com tanta pressão ideológica?”

A dificuldade é sentida na pele por Kelly, aluna da CMU que estuda educação.
“Preocupo-me com os meus filhos, não os quereria colocar no ensino público. E preocupo-me comigo porque quero ser professora e não me sentiria bem a ensinar algo deste género, porque atenta contra as minhas crenças e valores”, diz. “Não consigo separar a minha fé da minha vida profissional.”
Bobby, da mesma universidade, estuda comunicação social e dá conta da agressividade que tem de enfrentar quando se manifesta sobre assuntos como o casamento entre homossexuais.
“É um tema fracturante, basta falar no assunto e as pessoas levantam rapidamente as defesas. Mesmo no Facebook, quando a questão surgiu, as pessoas estavam só a atacar. Publiquei a minha opinião enquanto católico e fui atacadíssimo. Por isso, às vezes, é difícil e só nos apetece virar as costas ao assunto”, confessa.
Supremo vai decidir

Os casos envolvendo objecção de consciência à participação em cerimónias de casamento entre pessoas do mesmo sexo estão a caminho do Supremo Tribunal.

Antes, os juízes terão ainda de avaliar a questão do “ObamaCare”, o plano de Barack Obama para a reforma do sistema de saúde, que pretende obrigar instituições católicas, como universidades e hospitais, a fornecer aos seus empregados seguros de saúde que cubram contraceptivos e serviços abortivos.
Os bispos já disseram que se recusam a acatar a ordem e que preferem encerrar todos os seus serviços nestas áreas, mas a administração Obama não desarma, o que tem levado a Igreja a invocar também o argumento da liberdade religiosa.
Estes e outros assuntos serão, certamente, um dos pontos de discussão entre o Papa Francisco e Obama, que se encontram no Vaticano, esta quinta-feira.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais, de acordo com jornalista gay


Grã Bretanha, 6 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Com o surgimento de um movimento homossexual cada vez mais militante e até violento que vem ameaçando e agredindo cristãos por sua oposição à agenda política deles, os activistas homossexuais nos EUA e Europa estão sendo cada vez mais acusados de “homofascistas”.
Agora um jornalista que se descreve como “gay esquerdista” na Grã Bretanha confessou que a tendência fascista dos homossexuais é muito mais do que uma alegoria retórica dos conservadores.
Num artigo recente no jornal ultra-esquerdista Huffington Post, Johann Hari, repórter do jornal Independent, chama a atenção para o fato de que, apesar de oficialmente condenar a sodomia, a liderança dos movimentos fascistas europeus é dominada por homossexuais.
“Se você viajasse de trem por toda a Europa, fazendo paradas apenas com gays fascistas, você não perderia muitos locais interessantes”, Hari escreveu com admirável franqueza.
O autor observa que “quando o Partido Nacional Britânico — nossos próprios fanáticos negadores do Holocausto cultivados na própria Inglaterra — anunciou o lançamento de um candidato abertamente gay nas eleições europeias de Junho próximo, seguidores devotos do fascismo não demonstraram nenhuma surpresa”.
“A verdade torcida é que os homens gays sempre estiveram no coração de todo grande movimento fascista que já houve — inclusive o Terceiro Reich que matava gays e os enviava para câmaras de gás. Com a excepção de Jean-Marie Le Pen, todos os fascistas mais famosos da Europa nos trinta anos passados eram gays”.

“É hora de confessarmos algo. O fascismo não é algo que ocorre por aí, um hábito nojento adquirido por caras heterossexuais. É — em parte, pelo menos — algo gay, e é hora de os gays não-fascistas acordarem e enfrentarem a música de marchar”. Hari fornece aos leitores uma longa lista de homossexuais nos movimentos fascistas europeus, começando com Ernst Rohm, um dos fundadores do Partido Nazista, cuja liderança da organização paramilitar do partido, a SA, rivalizava com a do próprio Hitler.

As fileiras mais elevadas da SA, diz Hari, eram quase que exclusivamente homossexuais. Ele também cita o historiador Lothar Machtan, que conjectura que um dos motivos por que Hitler mandou matar Rohm era para silenciar a especulação acerca de seu próprio possível passado homossexual.

De acordo com Hari, a tendência homossexual no nazismo se reflete fortemente entre os europeus fascistas de hoje. Ele observa que “o fascista holandês” Pim Fortuyn era um homossexual declarado que falava publicamente sobre sua conduta homossexual.

Jorg Haider, do neofascista Partido Liberdade da Áustria, morreu após sair de um bar homossexual, depois de muitas especulações dos meios de comunicação acerca de seus relacionamentos homossexuais. Michael Kuhnen, líder do movimento neofascista da Alemanha na década de 1980, morreu de AIDS no começo da década de 1990 depois de reconhecer publicamente sua homossexualidade. A lista é interminável, diz Hari.
Hari cita Bruce LaBruce, produtor de filmes pornográficos homossexuais, que declara abertamente que “toda pornografia gay hoje é implicitamente fascista. O fascismo está em nosso coração, pois sua essência é glorificar a supremacia masculina branca e tornar interessantes a dominação, a crueldade, o poder e as horrendas figuras de autoridade”.
Peter LaBarbera, presidente de Americans for Truth About Homosexuality (AFTAH), comentando sobre o artigo de Hari, disse para LifeSiteNews que “claramente, vimos há anos conversando sobre isso, temos visto algo que estamos chamando de homofascismo no movimento gay americano, e de fato temos visto esse tipo de tendência fascista, por falta de uma palavra melhor, ressurgindo”.
LaBarbera recorda as tácticas de intimidação e a profanação de igrejas empreendida por activistas homossexuais em anos recentes. Ele crê que o envolvimento de homossexuais em políticas extremistas é uma expressão do estado mental perturbado deles.
“Não deveria ser surpresa descobrir que pessoas com uma psicologia desajustada sejam achadas em movimentos políticos extremistas desordeiros como o comunismo e o fascismo. As tendências políticas de tais indivíduos muitas vezes reflectem seus problemas psicológicos”, LaBarbera disse para LifeSiteNews.
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