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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Pressão do lobby gay prejudica crianças

ATLANTA, 28 Nov. 12 / 01:14 pm (ACI/EWTN Noticias).- O gigante americano de encomendas e correios UPS anunciou que deixará de doar dinheiro aos Escoteiros (Boy Scouts) até que sejam admitidos na organização líderes e escoteiros gays.

A empresa americana, que entre 2010 e 2011 entregou mais de 235 mil dólares aos Boy Scouts, assegurou que a partir de agora as organizações que procuram doações deverão aderir a sua política de não discriminar a ninguém com base na raça, religião, incapacidade e orientação sexual.

A decisão do UPS foi feita em meados de Novembro depois da pressão do lobby gay, que insistiu em cessar o financiamento aos Escoteiros até que seja anulada sua "dolorosa política" considerada "anti-gay".

O porta-voz da organização juvenil, Deron Smith, expressou: "Estamos decepcionados ao conhecer esta decisão, mas respeitamos o direito de todos a ter e expressar uma opinião diferente".

"Infelizmente, esta decisão terá um impacto directo nos jovens aos quais servimos em nossas comunidades locais", lamentou.

Por sua parte, o Family Research Council (FRC), organização americana defensora da família, criticou o fim das doações da UPS aos Boy Scouts, e remarcou que o que esta companhia e outras "negam-se a entender que a política dos Escoteiros não é um assunto de intolerância, mas de segurança".

FRC explicou em um comunicado que "depois das centenas de casos de abuso sexual a menores que infestaram a organização, os Boy Scouts da América tentaram criar um critério de afiliação de membros que seja o melhor para a segurança dos meninos e para os direitos dos pais".
"Durante estes anos, os Boy Scouts pagaram milhões, possivelmente centenas de milhões, a meninos que foram vítimas de abusadores homossexuais. E o custo financeiro não foi nada comparado com o trauma emocional destes meninos, cujas vidas estão marcadas para sempre por esses encontros".
A organização defensora da família sublinhou que "por mais de 100 anos, os Escoteiros se enfocaram em inculcar carácter e liderança nos meninos americanos. Eles não vão comprometer essa missão só para aplacar a companhias liberais e os activistas".
"Os Boy Scouts são peritos em sobrevivência, o que certamente é prático quando a esquerda está buscando fechá-los. Apesar da implacável pressão para que façam sua mensagem mais politicamente correta, os Boy Escoteiros mantiveram seu compromisso para manter a organização ‘moralmente correta’".
A FRC lamentou que "infelizmente, para milhões de jovens, não todas as pessoas nos Estados Unidos respeitem essa decisão. Em seu lugar, sua postura sobre a homossexualidade converteu os Escoteiros freqüentemente em alvo de perseguição, ridículo e agora bullying financeiro".
"Como uma companhia privada, UPS tem todo o direito de determinar quem ela apóia. Com a mesma moeda, também nós”, afirmou o FRC.
Em comunicação com o grupo ACI, o Presidente do Conselho Mexicano da Família (ConFamilia), Juan Dabdoub Giacoman, advertiu que "a atitude da empresa UPS, de cancelar suas doações aos Boy Scouts por não aceitar homossexuais em sua organização, representa uma grave ameaça aos direitos humanos em nível mundial, que merece um firme um boicote de todos os pais de família para que deixem de usar seu serviço de entregas".

Para o Dabdoub Giacoman, "a UPS pretende erguer-se, não só por cima do direito dos pais de escolher a educação de seus filhos e do direito à liberdade de religião, reconhecidos nos artigos 26 e 18 da Declaração Universal dos Direitos humanos, mas quer ir além da Corte Suprema dos Estados Unidos, que reconheceu o direito dos Boy Escoteiros de negar o acesso de homossexuais à sua instituição".

Giacoman indicou que a empresa americana "também contradiz o Tribunal de Estrasburgo, máximo tribunal em direitos humanos do Conselho da Europa, que emitiu uma sentença afirmando que a homossexualidade não é um direito humano; pois havia afirmado que ‘o matrimónio homossexual não é um direito (humano) fundamental e universal’ e que só se entende o matrimônio como ‘a união entre um homem e uma mulher’".

"Os pais de família devemos atuar com contundência e deixar de usar os serviços do UPS, antes que outras empresas decidam seguir seu exemplo e comecem tentar impor-nos suas equivocadas ideologias em prejuízo de nossos filhos", concluiu.

Depois de conhecer a decisão do UPS, o Grupo ACI, que utilizava os serviços da empresa para sua correspondência corporativa, decidiu prescindir de seus serviços.


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Mais uma evidência da natureza totalitária do movimento gay. Se eles colocam a sua agenda política acima da segurança das crianças, é seguro afirmar que nada os fará parar até que eles obtenham o que querem. O que eles não sabem é que se eles obtiverem o que querem, o seu papel terminará.

sábado, 12 de maio de 2012

Comissão Europeia: "Sim, financiamos a agenda sodomita"

Mesmo em tempos de crise, os contribuintes da União Europeia (UE) continuam a financiar o lobby homossexualista e os seus eventos-propaganda. O escândalo em torno do financiamento que a Comissão Europeia (CE) dá à ILGA-Europa, o controverso grupo-lobby homossexual com ligações a redes de pedofilia, continua.

Como os leitores deste blogue se devem lembrar, emergiu recentemente a notícia de que a CE financia cerca 70% do orçamento deste grupo de pressão: o grupo pura e simplesmente não existiria se os contribuintes não estivessem a pagar as suas instalações, as suas contas de telefone e o salário da sua equipa composta por 12 pessoas a tempo inteiro.

Na verdade, a ILGA não é uma organização não governamental, nem tem ligações com a "sociedade civil", mas é um aldeia Potemkin feita para esconder as actividades dos executivos da UE. O propósito principal é enganar o público e gerar a aparência de que existe apoio junto da sociedade civil para os seus planos de re-definição do "casamento" e da "família" de modo a incluir o homossexualismo.

Mas a UE não têm competência para legislar ou promover uma agenda política particular relativa a estes assuntos. É precisamente por isto que Konrad Szymanski, membro do parlamento Europeu, endereçou uma carta-pergunta à CE, questionando-lhes se estavam cientes que estavam a retirar verbas do orçamento da UE e canalizá-las para questões que estão claramente fora das competências da UE.

A resposta dada pela Comissária Reding, que, como Comissária da Justiça, é responsável pela questão dentro da Comissão, revela um descuido inacreditável e uma falta de responsabilidade:

A Comissão recorda que os princípios da igualdade e da não-descriminação são valores fulcrais da UE, que são garantidos pelo artigo 21 da Carta de Direitos Fundamentais da União Europeia e pelo Artigo 19 da TFEU.

A Comissão está determinada a combater a descriminação fundamentada na orientação sexual até onde os poderes conferidos à UE pelos Tratados permitirem.

A este respeito, a Comissão reconhece e respeita por inteiro as competências dos Estados-Membros em torno da lei familiar e o direito de casar e formar família.

Paralelamente, a Regulação Financeira (Article108 (1) b) concede à CE a liberdade de conceder subsídios que cobrem os custos operacionais gerais de organizações sem fins lucrativos que buscam um objectivo do interesse europeu e não projectos individuais ou campanhas.

Os propósitos da ILGA-Europe estão em sintonia com os princípios encapsulados no Artigo 19 do TFEU. Tal como qualquer outra rede activa na luta contra a descriminação, a ILGA-Europe recebeu tais subsídios operacionais segundo as regras e procedimentos do programa PROGRESS, incluindo comitologia.

Qualquer outra organização que siga estas regras pode também submeter a sua aplicação segundo um apelo relevante por proposta.

O papel da Comissão consiste em providenciar tal contribuição financeira para o funcionamento da organização beneficiária, melhorando a capacidade organizacional e reforçando as capacidades de apoio como forma de vocalizar as preocupações e expectativas das pessoas expostas a descriminação.

A implementação destas actividades e responsabilidade pelos seus resultados são da competência do beneficiário.

Sem dúvida que é bom que a UE esteja comprometida a lutar contra a descriminação, mas as campanhas em favor dos "casamentos" homossexuais levadas a cabo pela ILGA-Europe não são uma luta contra a descriminação. Esta sua luta é, na verdade, uma busca por privilégios legais e fiscais para pessoas com um certo estilo de vida decadente, à custa do resto da sociedade.

Certamente que isto não faz parte dos "poderes conferidos à UE pelos Tratados."

Além disso é um absurdo de todo o tamanho alegar que os "propósitos da ILGA-Europe estão em sintonia com os princípios encapsulados no Artigo 19 do TFEU" dado que tal provisão não fornece qualquer tipo de suporte para "casamentos" ou "famílias" sodomistas.

Mas o ponto mais alto deste absurdo é atingido quando a Comissária Reding assegura que o papel da Comissão consiste apenas em fornecer as verbas; o que o beneficiário faz com o dinheiro não é da responsabilidade da Comissão.

Será que alguém realmente acredita que a Comissão não tem responsabilidade nenhuma nas actividades duma organização cujo orçamento é 70% financiado por si?

Conclusão:

Ao mesmo tempo que a Comissão financia a ILGA-Europe, ela deliberadamente ignora o facto das actividades da mesma organização estarem fora da competência da UE. Isto é um caso sério de má gestão de verbas públicas.

Fonte

Oprimidos


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