Mostrar mensagens com a etiqueta Escuteiros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Escuteiros. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O movimento homossexual e o abuso de menores

Por Steve Baldwin

Temos assistido nos últimos tempos a avanços consideráveis por parte do movimento homossexual na nossa cultura Judaico-Cristã. Personagens homossexuais são a norma nas comédias de situação ("sicom"); tornou-se comum atacar os Escuteiros; a propaganda homossexual inunda muitas escolas públicas; quase todas as denominações religiosas fizeram uma "revisão" o seu entendimento do ensino Bíblico em torno do homossexualismo; e a agenda legislativa dos "direitos" dos homossexuais tem sido bem sucedida para além das aspirações mais ambiciosas dos proponentes.

No entanto, o impacto destrutivo do homossexualismo na Civilização Ocidental raramente é discutido pelos repórteres, colunistas, líderes religiosos, políticos ou por qualquer pessoa no geral. Até mesmo algumas publicações conservadores escolhem ignorar este tópico, preferindo em seu lugar publicar artigos que promovem uma maior tolerância ao estilo de vida homossexual. De facto, no que toca à questão homossexual, os conservadores parecem divididos entre a atitude "vive e deixa viver" e aquela que conclui que a agenda homossexual terá que ser cerceada se a cultura Judaico-Cristã quiser sobreviver.

No entanto, evidências sobrepujantes dão apoio à tese de que o homossexualismo é um desvio sexual, e que o mesmo normalmente faz-se acompanhar por distúrbios que têm consequências terríveis para a nossa cultura. Uma vasta quantidade de dados (que demonstram a natureza depravada do estilo de vida homossexual) é ignorada pelos média, bem como pelos líderes das profissões psicológicas, psiquiátricas e médicas. É difícil revelar o lado sombrio da cultura homossexual sem parecer ser duro. No entanto, chegou a hora de reconhecer que o comportamento homossexual ameaça o fundamento da civilização Ocidental: a família nuclear.

Uma manifestação inconfundível do ataque à unidade familiar são os esforços do movimento homossexual de atacar as crianças - tanto para satisfação sexual própria, mas também como forma de aumentar a dimensão do movimento homossexual. A comunidade homossexual e os seus aliados mediáticos ridicularizam este argumento, insistindo que isto nada mais é que uma táctica de demonização do movimento homossexual. Afinal, alegam eles, o abuso de menores por parte de heterossexuais é um problema maior.

Infelizmente, a realidade é mais estranha que a ficção. As pesquisas confirmam que não só a taxa de abuso de menores por parte de homossexuais é muito maior que a taxa de abuso de menores por parte de heterossexuais, como também que a cultura homossexual mainstream regularmente promove actividade sexual com crianças. Os líderes homossexuais repetidamente alegam por uma maior liberdade para se envolverem em actos homossexuais "consentidos" com crianças, e pesquisas cegas revelam um elevado e chocante número de homossexuais que admitem terem tido contacto sexual com menores. De facto, quem lidera a campanha mundial de redução da idade de consentimento é a comunidade homossexual.

Esta tendência avança à custa da segurança das nossas crianças. O incidente em Los Angeles, envolvendo casas de abrigo geridas pela organização "Gay and Lesbian Adolescent Social Services" (GLASS) exemplifica este perigo. A GLASS recebe dinheiro dos contribuintes para ajudar jovens problemáticos encaminhados até eles por parte de vários condados do sul da Califórnia, mas o próprio site da GLASS deveria ser aviso suficiente. A GLASS acredita que as crianças nascem homossexuais (um ponto de vista sem qualquer suporte científico) e anunciou que eles se focam em "jovens que se encontram confusos em relação à sua identidade sexual". O site linka-se a uma miríade de sites homossexuais centrados nos jovens, incluindo um que promove um livro que promove sexo com crianças. A fundadora e antiga directora-executiva da GLASS, Teresa DeCrescenzo, editou um livro que ajuda os jovens a descobrir o seu homossexualismo.

Não foi surpresa alguma o facto do Departamento de Serviços Sociais da Califórnia [DSSC] ter descoberto que "em numerosas ocasiões, começando em 1994, adultos afiliados à GLASS, incluindo membros do staff directivo e voluntários, abusaram sexualmente ou molestaram crianças que haviam sido colocadas sob os cuidados da GLASS." O DSSC apurou que DeCrescenzo, ciente das alegações de abuso, determinou que a conduta do staff não fosse imprópria. Aparentemente, DeCrescenzo acredita que o abuso sexual faz parte do processo de "sair do armário" que ela glorifica nos seus livros.

Seria de pensar que uma fábrica de abuso de menores mascarada de casa de apoio fosse motivo mais do que suficiente para que o Senado da Califórnia fechasse toda a operação de casas de apoio sob a gestão da GLASS. Surpreendentemente, o estado da Califórnia, permitindo que a GLASS continuasse com as suas operações, removeu alguns poucos indivíduos e colocou a organização em "liberdade condicional". Embora incidentes de abuso adicionais tenham ocorrido nas instalações da GLASS em 1999, eles continuam com as suas operações [ed: e provavelmente com as suas molestações] até aos dias de hoje.

Uma investigação levada a cabo pelo Los Angeles Times apurou que, em alguns casos, "ficou a ideia de que as autoridades não investigaram de forma completa estes incidentes." De facto, nenhuma pessoa foi acusada por parte de Bill Lockyer (Procurador-Geral e ávido defensor da agenda homossexual) de abusar ou de colocar em perigo menores. Afinal, isso seria um gesto "odioso". Se tal grupo fosse operado por heterossexuais, as instalações haveriam de ter sido fechadas, as licenças revogadas, e haveriam de ter sido feitas várias acusações criminais.

Os activistas homossexuais não só têm como alvo as casas de grupo para jovens, mas todos os projectos que envolvam jovens. Quando em 1993 uma família da Califórnia processou os Escuteiros por expor o seu filho a um líder de Escuteiros que o abusou, os Escuteiros foram obrigados a entregar aos queixosos 25,000 páginas de documentos. Este olhar sem precedentes ao mundo dos pedófilos dentro dos Escuteiros revelou que milhares de rapazes foram abusados pelos líderes de Escuteiros e outros voluntários entre 1971 e 1991, resultando na expulsão de mais de 1,800 voluntários dos Escuteiros por actividades pedófilas.

Os documentos revelam que alguns líderes de Escuteiros abusaram de mais de 40 rapazes antes de terem sido apanhados, e que muitos, depois de serem apanhados, simplesmente foram para outro grupo de Escuteiros e continuaram a abusar de rapazes.

Os activistas homossexuais distorceram o abuso de crianças dentro dos Escuteiros como um problema heterossexual, no entanto, uma análise aos casos mais importantes revela que os abusadores dentro dos Escuteiros sentem atracção exclusiva por rapazes, e muitos levam estilos de vida homossexual mainstream. John Hemstreet é um exemplo típico. Hemstreet é um abusador de crianças condenado, antigo líder dos Escuteiros, e actualmente é o presidente da filial em Toledo (Ohio) do grupo "Parents and Friends of Lesbians and Gays" (PFLAG) - um dos grupos que actualmente está a levar a cabo uma guerra aos Escuteiros da América.

Incrivelmente, o grupo pró-pedofilia com o nome de "North American Man Boy Love Association" (NAMBLA), que se intitula como um grupo homossexual, escreveu uma carta aos escritórios nacionais dos Escuteiros, apelando.....

......aos Escuteiros da América que colocassem um ponto final da discriminação contra as pessoas abertamente gays ou lésbicas na nomeação dos seus líderes de escuteiros e na sua membrasia. Isto irá permitir que os escuteiros sejam expostos a uma variedade de estilos de vida, e permitir que aqueles que genuinamente queiram servir os rapazes façam isso mesmo.

Usando uma lógica distorcida, os académicos pró-homossexualistas alegaram nas mais variadas publicações científicas que o abuso de rapazes não é um assunto relativo ao estilo de vida homossexual, e que esses homens não eram realmente homossexuais.

É incrível que os propagandistas homossexuais e "peritos" em sexologia tenham sido bem sucedidos na decepção do público e dos média, e que os tenham levado a acreditar que o foco exclusivo de um homem em rapazes jovens não pode ser definido como homossexualismo! Mas se uma atracção exclusiva de homens por outros membros do sexo masculino de qualquer idade não é homossexualismo, então o que é o homossexualismo?

Por um lado, os activistas homossexuais alegam publicamente que o abuso de rapazes não faz parte do estilo de vida homossexual, mas por outro lado, estão, calmamente, a estabelecer os parâmetros legais que isentam o abuso sexual de rapazes de processos legais com base nas leis contra a discriminação. Por exemplo, no Nevada um homem de 42 anos foi preso por abusar sexualmente dum rapaz de 16 anos, mas não foi processado pelo procurador-geral sob a justificação de que acusar este homem de algum crime iria "discriminar contra uma classe de pessoas". O promotor-adjunto acrescentou ainda que acusar o homem "seria destacar os homossexuais".

Há anos que os conservadores alegam que as assim-chamadas leis contra a discriminação iriam eventualmente conferir protecções legais a várias prácticas homossexuais. Parece que esse tempo está a chegar mais cedo do que se pensava.

Pesquisas levadas a cabo ao estilo de vida homossexual confirmam que o mesmo é quase exclusivamente uma cultura voltada para os jovens. Muito poucos homossexuais exibem preferência por homens mais velhos; alguns homossexuais admitem um foco nos adolescentes, outros nos rapazes pré-púberes, e muitos atravessam as categorias; todas estas categorias são sub-conjuntos da depravação homossexual.

Mais ainda, a maior parte dos pedófilos considera-se homossexual. Num estudo de 1988 publicado no Archives of Sexual Behavior, 86% dos pedófilos qualificou-se como homossexual ou bissexual. A Dr. Jennifer James, perita na prostituição infantil, relata que, nos últimos 15 anos, o número de rapazes prostitutos que se identificam como homossexuais aumentou de 10% para 60%.

A maior parte do público não está ciente da NAMBLA, grupo que promove abertamente a actividade sexual com menores e que alega que os amantes-de-rapazes respondem às necessidades dos rapazes que eles amam. Actualmente, a NAMBLA está a ser alvo duma acção legal colectiva por parte de pais cujos filhos foram sexualmente abusados e, como aconteceu por uma vez, assassinados por pessoas associadas a NAMBLA.

Publicamente, as organizações homossexuais mainstreamdistanciam-se da NAMBLA - algo que tem que ser visto como um truque de relações públicas uma vez que as lideranças dos grupos homossexuais estão cientes que uma associação pública com a NAMBLA iria causar danos sérios aos seus propósitos se o público viesse a descobrir a verdade.

A realidade dos factos é que a NAMBLA não só se descreve como parte da aliança dos direitos dos homossexuais, como há também o facto da sua literatura declarar que um dos seus propósitos é "cooperar com os outros movimentos de lésbicas e de gays, bem como com outros movimentos tendo em vista a liberação sexual." A NAMBLA chega até a "disponibilizar apoio financeiro e outro tipo de assistência aos grupos de jovens GLB [gays, lésbicas e bissexuais]. . . . "

De facto, algumas secções da NAMBLA levam a cabo os seus encontros nos centros de organizações homossexuais mainstream, tais como o "Philadelphia’s Gay and Lesbian Community Center". Os encontros e as conferências da NAMBLA têm sempre líderes homossexuais e palestrantes da corrente principal do movimento homossexual. Por exemplo, Don Kilhefner, do "Los Angeles Gay Community Service Center", deu um discurso aos membros da NAMBLA de Los Angeles NAMBLA sobre o tema "A Importância do Amor Entre Homens e Meninos Dentro da Comunidade Homossexual" ["The Significance of Man/Boy Love in the Gay Community"].

A mais abrangente rede social homossexual, Queer Resource Directory (www.qrd.org), linka-se a todos os grupos homossexuais do país, incluindo a NAMBLA e outros grupos que se focam nos jovens. A NAMBLA toma parte das paradas de "orgulho" gay com o aprovação da liderança homossexual.  Os líderes mais proeminentes do movimento homossexual dão o seu apoio à NAMBLA e aos seus objectivos.

Escritores homossexuais tais como Allen Ginsberg, Gayle Rubin, Larry Kramer (fundador do ACT-UP), Pat Califia, Jane Rule, Michael Kearns, e Michel Foucault todos escreveram de modo favorável em relação à NAMBLA, ou em favor dos relacionamentos entre homens e rapazes. Harry Hay, que muitos consideram ser o fundador do movimento homossexual Americano, convidou membros da NAMBLA para marcharem com ele na parada dos direitos dos homossexuais em 1993 ("March on Washington"). Ele marchou também na parada de orgulho homossexual de 1986, em Los Angeles, usando uma t-shirt onde se lia "A NAMBLA caminho comigo".

Os jornais e as revistas homossexuais mainstream, tais como a Advocate, Edge, Metroline, The Guide, e The San Francisco Sentinel, não só publicaram artigos e colunas  favoráveis à NAMBLA, como muitos editorializaram em favor da NAMBLA e do sexo com crianças. O editor do The Guide, Ed Hougen, declarou numa entrevista dada à  Lambda Report, que:

Acredito que eles [NAMBLA] estão, de modo geral, interessados nos direitos dos jovens de serem sexuais........ Fico feliz com a existência de grupos como a NAMBLA, grupos que estão dispostos a serem corajosos.

O San Francisco Sentinel foi ainda mais directo:

A posição da NAMBLA em relação ao sexo não é irracional. Quando um rapaz homossexual de 14 anos aborda um homem como forma de ter sexo, então ele quer ter sexo com esse homem.

Temos também o estatuto da NAMBLA como organização que faz parte da "International Lesbian and Gay Association" (ILGA), que a dada altura chegou a ser reconhecida pelas Nações Unidas como uma ONG que representava a comunidade homossexual mundial. Quando a membrasia da NAMBLA dentro da ILGA se tornou pública, um redemoinho de controvérsia internacional teve início. Alguns líderes homossexuais olhavam para esta atenção como algo prejudicial para a imagem e para os propósitos do movimento homossexual e apelaram para a expulsão da NAMBLA por motivos puramente políticos.

No entanto, os média falharam ao não reportar que a própria ILGA albergou palestras sobre a pedofilia, e que em 1985, 1988 e 1990 havia aprovado resoluções que apelavam à abolição das leis da idade de consentimento, alegando que "as leis em torno do consentimento para relacionamentos homossexuais servem mais para oprimir do que proteger", e dando o seu apoio "ao direito de cada indivíduo, independentemente da idade, de explorar e desenvolver a sua sexualidade".

Eventualmente, e em reacção à legislação congressional que ameaçava reduzir em 119 milhões de dólares o apoio financeiro, em 1995 as Nações Unidas expulsaram a ILGA por esta se recusar em colocar um ponto final na sua relação com meia dúzia de grupos-membros que advogavam ou promoviam a pedofilia. De modo bastante revelador, e embora a ILGA tenha expulso a NAMBLA (o que muitos dizem ter sido uma expulsão táctica), a ILGA não conseguiu recolher apoio suficiente entre os seus membros para expulsar organizações pró-pedofilia mais poderosas e mais discretas provenientes da Alemanha e de outros países.

É bastante revelador o facto da maior coligação homossexual do mundo - a ILGA - ter preferido ser excluída das deliberações das Nações Unidas do que levar a cabo uma votação para expulsar os grupos que propõe o sexo com as crianças.

Para além do apoio à NAMBLA por parte das principais organizações homossexuais, existe um vasto leque de evidências que revelam que os homossexuais são a força motora por trás do aumento da epidemia do abuso de menores. De facto, durante os últimos 15 anos a comunidade homossexual e os seus aliados académicos publicaram uma enorme quantidade de artigos alegando que o sexo com crianças não era prejudicial para as crianças, mas, como declarado numa revista homossexual, "constitui um aspecto da vida gay e lésbica".

Tais artigos apareceram em revistas pró-homossexualistas académicas tais como The Journal of Homosexuality, The Journal of Sex Research, Archives of Sexual Behavior, e The International Journal of Medicine and Law. O conselho editorial da mais importante revista académica pedófila, Paidika, encontra-se dominado por académicos homossexuais proeminentes, tais como John DeCecco (professor na "San Francisco State University"), e que por acaso também edita o Journal of Homosexuality.

De facto, o The Journal of Homosexuality é o mais importante jornal académico mainstream do mundo homossexual; no entanto este jornal publicou uma edição-dupla especial sob o título,"Male Intergenerational Intimacy", contendo dezenas de artigos caracterizando a actividade sexual entre um homem e um menor como um relacionamento amoroso. Um dos artigos declara que os pais devem olhar para o pedófilo que ama o seu filho "não como um concorrente ou um rival, não como um ladrão da sua propriedade, mas como um parceiro na educação do rapaz, alguém a ser bem recebido dentro de casa."

De modo semelhante, as publicações homossexuais mainstream não fazem qualquer tipo de esforço para esconder o seu ponto de vista pró-pedofilia. Por exemplo, BLK, uma importante publicação homossexual negra, defende a pedofilia num artigo com o título de "Devem os Homens Que Aman Rapazes Ser Culpados de Má Conduta Sexual?"

O mais importante jornal homossexual de São Francisco, o The Sentinel, editorializou que "O amor ente o homem e os rapazes encontra-se no centro da homossexualidade."  Em 1995, a revista homossexual Guide declarou:
É motivo de orgulho o facto do movimento homossexual ter albergado as poucas vozes que tiveram a coragem de dizer abertamente que as crianças são, naturalmente, seres sexuais, que merecem o direito de expressão sexual com quem quer que eles queiram...... temos que prestar atenção aos nossos profetas. Em vez de termos medo de sermos qualificados de pedófilos, temos que anunciar publicamente que o sexo é bom, incluindo a sexualidade das crianças...... Temos que fazer isto pelo bem das crianças. 
Sem qualquer tipo de equívoco, a Guide está a declarar que os homossexuais devem abusar de crianças para o bem das crianças!

Embora os média convencionas aparentemente se tenham recusado a levar a cabo uma iniciativa investigativa de exposição ao movimento homossexual, não é difícil encontrar apoio ao sexo com crianças junto das publicações de proeminentes líderes homossexuais. Por exemplo, o fundador da ínfame grupo homossexual ACT-UP, Larry Kramer, escreveu no seu livro, "Report from the Holocaust: The Making of an AIDS Activist":

Naquelas situações onde a criança tem relações sexuais com os seus anciãos mais velhos, sejam eles professores ou outra coisa qualquer, eu proponho que frequentemente, muito frequentemente, a criança deseja a actividade - chegando até a solicitá-la.

Numa carta enviada ao editor dum jornal homossexual, Andy Humm, líder importante dum dos maiores grupos de jovens homossexuais dos Estados Unidos - Advocates for Youth - disse:

Ninguém pode ver os seus direitos civis básicos negados devido à sua orientação, quer essa pessoa seja homossexual, heterossexual, transsexual, transvestida, pedófila, sadista, masoquista, assexual, ou o que quer que possa ser imaginado. . . . Estas são, nelas mesmas, variações naturais.

Uma análise de conteúdo levada a cabo em 1995 pela Dra. Judith Reisman (do "Institute for Media Education") com especial foco na publicidade no jornal homossexual mais influente do país - The Advocate - revela que 63% dos anúncios buscavam ou ofereciam serviços de prostituição; muitos deles solicitam abertamente rapazes. O The Advocate também publicita o "Boneco-Rapaz Penetrável . . . disponível em 3 posições provocantes."

Reisman apurou que o número de imagens de rapazes por cada edição do The Advocate era, em média, de 14. Algumas publicações homossexuais, tais como o jornal do sul da Califórnia com o nome de Update, são suficientemente descarados para publicitar donativos para custos legais de homossexuais presos por abuso de menores.

De facto, a NAMBLA bem como outra literatura pró-pedófila podem ser encontradas onde quer que os homossexuais se reunem (livrarias, balneários, festivais, bares homossexuais e afins...).  Quando Peter LaBarbera, líder do grupo "Americans for Truth About Homosexuality", pediu ao gestor duma das principais livrarias de Boston - Glad Day Bookshop - que parasse de vender literatura pedófila, este último disse:

A nossa política é vender tudo que se encontra disponível para a comunidade [homossexual].

O dono duma proeminente loja de livros de Filadélfia - Giovanni’s Room - retirou a literatura da NAMBLA das suas prateleiras apenas e só depois de ameaças de boicote, mas mesmo assim comentou:

Acho que é um dia estranho para a cultura gay quando começamos a banir coisas só porque elas nos deixam pouco à vontade. . . . especialmente quando essas coisas são o fundamento da literatura homossexual. Se nós retirássemos todos os livros que têm temas sexuais adulto-jovem, não nos sobrariam muitas novelas, memórias ou biografias.

Segundo o escritor Philip Guichard, num artigo presente no "Village Voice", os mais importantes livros de ficção homossexual do mercado actual estão cheios de relatos idílicos de relacionamentos intergeracionais. Em 1998, Doubleday publicou um livro com o nome de "The Gay Canon: Great Books Every Gay Man Should Read", e ele promovia imensas obras que caracterizavam o sexo com rapazes duma forma positiva. A cadeia de livrarias "Border" vende um livro - "A History of Gay Literature: The Male Tradition" - que inclui um capítulo dedicado à história da literatura pró-pedofilia como parte indisputável da história da literatura homossexual.

A "Gay Men’s Press" publica uma lista de bestsellers onde se fazem presentes livros tais como "Dares to Speak: History and Contemporary Perspectives on Boy-Love, Some Boys", e "For a Lost Soldier". Todos estes livros só podem ser descritos como pró-pedofilia. A autoritária "Encyclopedia of Homosexuality" alega reconhecer que "até recentemente os relacionamentos homem-rapaz eram aceites como parte - e de facto, parte maior - da homossexualidade masculina."

O importante dicionário da cultura homossexual com o nome de "The Queens’ Vernacular" lista 254 das suas 12,000 palavras como termos relacionados ao sexo com rapazes.

Uma das maiores editoras de literatura homossexual e de livros homossexuais - a Alyson Publications - também publica livros simpatéticos com a pedofilia tais como "Gay Sex: A Manual for Men Who Love Men". Este livro contém instruções detalhadas para os homossexuais que queiram evitar serem descobertos e presos por terem relações sexuais com rapazes:

Evitem situações onde um certo número de homens estão a ter relações com o mesmo rapaz - ou com o mesmo grupo de rapazes - durante um determinado tempo.

O que a maior parte das pessoas não sabe é que a "Alyson Publications" é provavelmente a maior produtora de literatura pró-homossexualismo e material de leitura para as escolas públicas. Infelizmente, este mercado está a crescer a um ritmo tremendo. O livro infame "Heather has Two Mommies", que está a ser actualmente usado nas escolas públicas como forma de educar as crianças em favor do homossexualismo, foi publicado pela "Alyson Publications". Até o alegado lugar de nascimento do movimento homossexual moderno, o "Stonewall Bar" em Nova York, era um lugar conhecido por ser um local onde os homossexuais mais velhos combinavam encontros sexuais com rapazes.

As conferências homossexuais "mainstream" normalmente listam discursos sobre o sexo intergeracional (tal como ele é chamado nos dias de hoje). Por exemplo, numa das maiores reuniões homossexuais do país, a convenção anual do "National Gay Lesbian Task Force" exibiu um workshop durante a sua conferência de 2001 com o título de "Your Eyes Say Yes But the Law Says No", que incluiu um discurso dum activista S&M em torno da forma como as leis estão a afectar o sexo intergeracional. A convenção teve também presente outro workshop com o título de "Drag 101: How to Turn Kids in Make-up into Kings and Queens."

Peguem num jornal homossexual ou numa publicação de viagens de cariz homossexual, e encontrarão anúncios para turismo sexual em Burma, Filipinas, Sri Lanka, Tailândia, e outros países infames por prostituição de rapazes. A publicação de revelações relativas a tal turismo feita por ex-homossexuais revelou que milhares de homossexuais Americanos estão a "patrocionar" rapazes prostitutos por todo mundo.

O mais famoso guia de viagens homossexual, Spartacus Gay Guides, encontra-se repleto de informação sobre os sítios onde os homossexuais podem encontrar rapazes com quem ter relações sexuais e, como aviso amigável, lista as penas legais aplicadas pelos vários países a quem é apanhado em actos de sodomia com rapazes. O governo do Sri Lanka anunciou que mais de 10,000 rapazes prostitutos trabalham nas praias como resultado da elevada procura por parte de abastados homossexuais Ocidentais.

Mas o pequeno segredo sujo da comunidade homossexual Americana são os milhares de rapazes prostitutos que os servem dentro das nossas fronteiras.Um livro que revela o mundo da prostituição de rapazes - "For Money or Love, Boy Prostitution in America" - revela que os rapazes não só se estão a vender em cidades como Nova York, Los Angeles, São Francisco, Filadélfia, Chicago, Baltimore, e Nova Orleãs, mas também nas pequenas cidades um pouco por todo o país. No calão de rua, estes rapazes são conhecidos como "chickens" e os seus clientes são conhecidos como "chickenhawks."

Os sites de internet de cariz homossexual não são diferentes; uma busca rápida pelos termos "gays" e "rapazes" facilmente localiza milhares de sites homossexuais que promovem sexo com rapazes jovens e/ou que contêm pornografia infantil. De facto, foram os grupos homossexuais mainstream que deram entrada a processos legais que visavam bloquear a "Virginia Legislation", aprovada em 2001, que restringia o uso da Internet para sites que se revelassem prejudiciais para as crianças (tais como salas de conversação normalmente usadas pelos pedófilos como forma de encontrar as sua vítimas).

Semelhantemente, a condenação dum pedófilo de Iowa por ter exibido vídeos pornográficos a rapazes menores gerou um protesto geral por parte dos activistas homossexuais depois da condenação ter sido confirmada pelo Tribunal Supremo de Iowa.

O Santo Graal do movimento pedófilo é a redução ou eliminação de todas as leis em torno da idade de consentimento. Os principais guerreiros desta batalha política e legal são os grupos homossexuais "mainstream". Robert Knight e Frank York do grupo "Family Research Council" já documentaram isto de modo minucioso num relatório.

Começando em 1972, o "National Coalition of Gay Organizations" adoptou uma "plataforma dos direitos dos gays" que incluia a "revogação de todas as leis que governam a idade de consentimento sexual".

São os activistas homossexuais dentro das Nações Unidas que estão a fazer pressão de modo a conferir direitos sexuais aos menores. Na Inglaterra, a campanha está a ser liderada pelos grupos homossexuais Outrage! e Stonewall. O grupo homossexual Holandês "Association for the Integration of Homosexuality" foi bem sucedido na redução da idade de consentimento para 12 anos na Holanda. Apoiando os seus esforços estava outro grupo homossexual com o nome de COC, que declarou:
A liberação da pedofilia tem que ser vista como um tópico gay........ [e portanto] as idades de consentimento têm que ser, desde logo, abolidas..... ao reconhecer a afinidade entre a homossexualidade e a pedofilia, o COC muito provavelmente facilitou o trabalho dos homossexuais adultos de se tornarem mais sensíveis aos desejos eróticos dos membros mais jovens do seu sexo, e desde logo, alargando a identidade homossexual.
No Canadá, o esforço de redução da idade de consentimento está a ser liderado pelos activistas homossexuais e por um defensor da NAMBLA com o nome de Gerald Hannon. Na América, para além da NAMBLA, o esforço tem o apoio da maior parte das organizações homossexuais tais como a "National Gay Task Force". Verdadeiramente, a manifestação homossexual anual com o nome de "March on Washington" invariavelmente emite uma "declaração de exigências" que inclui a abolição das idades de consentimento. No Hawaii, os grupos homossexuais locais foram bem sucedidos na redução da idade de consentimento para 14.

Na verdade, é difícil encontrar um defensor da redução da idade de consentimento que não seja um activista homossexual.

O que é que a literatura académica diz, então, da relação entre o homossexualismo e o abuso de crianças? Muito. Os estudos científicos confirmam uma pré-disposição pedofílica muito forte entre os homossexuais. Num artigo de 1985 para o "Psychological Reports", Paul Cameron, psicólogo e fundador do grupo "Family Research Institute", reviu mais de 19 relatórios académicos e estudos analisados por pares e apurou que os homossexuais são responsáveis por entre 25% a 40% de todos os casos de abuso de menores.

Em 1985, os pesquisadores sexuais Freund, Heasman, Racansky, e Glancy, por exemplo, e num artigo presente no "Journal of Sex and Marital Therapy", colocaram o número nos 36%. Erickson, Walbek, Sely, num artigo de 1988 para o "Archives of Sexual Behavior", colocam o número nos 86% quando as crianças são abusadas por um homem.

No entanto, tem que ser salientado que os homossexuais são apenas 2% da população, o que estatisticamente significa que um violador de menores é entre 10 a 20 vezes mais susceptível de ser homossexual do que heterossexual. Dito de outra forma, os abusos de menores feitos por heterossexuais são proporcionalmente uma fracção quando comparados com os abusos de menores feitos por homossexuais. Os estudos mais recentes confirmam esta estatística. Em 2000, o "Archives of Sexual Behavior" publicou um artigo escrito por 7 pesquisadores sexuais, e o mesmo conclui que "cerca de 40% dos homens com atracção por crianças tem preferência por rapazes. Portanto, a taxa de atracção homossexual é 6-20 vezes mais elevada entre os pedófilos."

Em 1987, Eugene Abel (perito na violência sexual e professor de psicologia) publicou um artigo no "Journal of Interpersonal Violence" onde ele conclui que os homossexuais abusam rapazes com uma incidência cinco vezes mais elevada que o abuso de raparigas. Num artigo de 1992 publicado no "Journal of Sex and Marital Therapy", os pesquisadores sexuais K. Freud e R. I. Watson apuraram que os homens homossexuais são três vezes mais susceptíveis que os heterossexuais de se envolver na pedofilia, e que o pedófilo comum vitimiza entre 20 a 150 rapazes antes de ser preso.

Outros dados vieram entretanto confirmar o facto do sexo com rapazes ser um estilo de vida entre os homossexuais. Em 1993, o "United States Army, Office of Judge Advocate", emitiu um estudo que analisou 102 condenações levadas a cabo por um tribunal marcial relativas a soldados envolvidos em actos homossexuais durante um período de 4 anos. O estudo apurou que em 47% dos casos, os homens homossexuais vitimaram um jovem.

O grupo "Family Research Institute" levou a cabo uma análise de conteúdo às histórias de abuso de rapazes reportadas por cinco grandes jornais e apurou que 40% dessas histórias envolviam homossexuais, embora este número seja inferior ao real devido ao facto de muitos repórteres não revelarem que o violador é homossexual mesmo que o tal repórter saiba que essa é a verdade.

Um estudo levado a cabo pelos pesquisadores sexuais Alan Bell e Martin Weinberg apurou que 25% dos homossexuais brancos tiveram relações sexuais com rapazes de 16 anos ou com idade inferior. O "Family Research Institute" levou a cabo um estudo e apurou que "os homossexuais eram 11 vezes mais susceptíveis que os heterossexuais exclusivos de ter tido relações sexuais com um homem quando eles tinham menos que 13 anos." Um estudo levado a cabo pelos pesquisadores e activistas homossexuais   Jay e Young revelou que 73% dos homossexuais pesquisados haviam tido relações sexuais com rapazes com idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos, ou mais novos ainda.

Num estudo focado na violação masculina, levado a cabo pelo "American Journal of Psychiatry", foi apurado que 6% das vítimas de violação que se reportaram nos "Philadelphia Rape Crisis Centers" eram rapazes com menos de 16 anos, e eles não haviam sido abusados por mulheres.

No entanto, este tipo de comportamento é considerado normal nos círculos psiquiátricos devido à influência dos psiquiátras homossexuais dentro do "American Psychiatry Association". Foi esta convenção política que se encontra dentro deste grupo que o levou a re-escrever o critério para a pedofilia. A nova definição de pedofilia define o sexo com uma criança como uma desordem psicológica apenas e só se ela causar "sofrimento clinicamente significativo"  no abusador! Segundo esta nova definição, a maior parte das pessoas que abusa menores são pessoas perfeitamente normais!

O "American Psychological Association" parece também ter tido simpatias semelhantes quando publicou um artigo desleixado e cheio de erros no seu "Psychological Bulletin" em Julho de 1998, alegando que não existiam pesquisas que documentavam a alegação de que o abuso de menores era prejudicial para as crianças, e que "um encontro desejado, com reacções positivas, deveria ser apenas classificado de sexo entre um adulto e uma criança", ignorando termos tais como "abuso de crianças" e "vítima".

Não houve qualquer clamor por parte da comunidade homossexual. De facto, eles ou permaneceram calados ou defenderam publicamente o artigo. Um dos jornalistas homossexuais mais proeminentes da nação, Andrew Sullivan, atacou os críticos do estudo no "New York Times". No "National Journal", o jornalista homossexual   Jonathan Rauch apoiou de modo firme o estudo, e alegou que o abuso de menores deveria ser chamado de "sexo entre um adulto e um adolescente".

A epidemia do abuso de rapazes que está a ocorrer ao mesmo tempo que ocorre a ascenção da agressiva subcultura homossexual não é uma coincidencia: devido ao vírus da SIDA, um abuso sexual é frequentemente uma sentença de morte. Para além disso, o "Journal of the American Medical Association" reportou que 50% das vítimas masculinas da SIDA reportaram já terem tido uma relação sexual com um homem adulto quando atingiram os 16 anos de idade, e que 20% reportou já ter tido uma relação com um homem adulto quando haviam atingido os 10 anos de idade.

O "Center of Disease Control" (CDC) reportou recentemente que, por volta do ano 2000, existiam cerca de 31,293 casos de SIDA na faixa etária 13-24. O "The HIV/AIDs Surveillance Reports" mantido pelo CDC demonstra que por volta dos últimos anos, cerca de metade das vitimas do HIV que se encontram faixa etária 13-24 foram infectados devido ao sexo com um adulto.

No entanto, é preciso levar em conta que devido ao período de incubação da doença HIV/SIDA, muitos destes rapazes e destes jovens haviam sido infectados em períodos que poderiam chegar aos 10 anos prévios, antes do seu caso ser reportado. Isto traduz-se mais ou menos em 15,000 rapazes que foram infectados por homens adultos desde que o CDC começou a compilar esta informação. Isto é uma epidemia que ninguém tem a vontade de falar.

A resposta tem sido, em vez disso, um aumento dos esforços da comunidade homossexual de comprometer todos os grupos de jovens possíveis e imaginários, e uma inundação das escolas públicas de currículos, aconselhamento, e actividades socias pró-homossexualistas. O YMCA, as Escuteiras, e os Big Brothers, apesar de também estarem todos eles atormentados com incidentes de abuso sexual, capitularam perante as campanhas de pressão levadas a cabo pelos grupos homossexuais.

De facto, líderes das Escuteiras, escrevendo no livro de 1997 com o título de "On My Honor: Lesbians Reflect on their Scouting Experience", revelam que as Escuteiras encontram-se inundadas com lésbicas - um terço do seu staff profissional é composto por lésbicas - e elas começaram até com um programa de orientação lésbico! Actualmente, na lista de grupos de jovens Americanos com expressão significativa, os Escuteiros encontram-se sozinhos na luta contra a agenda homossexual - e isso explica o porquê deles estarem a ser alvo de tantos ataques legais, legislativos e culturais.

Mais ainda, os média esquerdistas imitem qualquer menção ao homossexualismo da pessoa sempre que falam de incidentes de abuso sexual, e isto é reforçado através da pressão feita por grupos homossexuais. A "Gay & Lesbian Alliance Against Defamation" (GLADD) divulgaram um "guia mediático" aos repórteres nacionais, onde eles apelam a que:
A orientação sexual do criminoso nem sempre é óbvia (ou relevante) tendo como base as circunstâncias do crime. . . . Como regra geral, evitem identificar uma actividade ou emoção de "homossexual" a menos que estejam dispostos a identificar a mesma actividade de "heterossexual" ou "straight" se ela for levada a cabo por alguém com outra orientação sexual.
A comunidade homossexual sabe que a tomada de todos os grupos juvenis é absolutamente necessária para a expansão do seu movimento. Eles sabem o que a maior parte dos cientistas sociais e pesquisadores sexuais sabe mas recusa-se a falar: as crianças que são abusadas homossexualmente são mais susceptíveis de se tornarem elas mesmas homossexuais. Afinal de contas, uma das características mais comuns entre os violadores homossexuais é que eles mesmos foram abusados durante a sua infância.Um artigo publicado pela "American Medical Association" reportou que:
Os adolescentes que foram abusados, particularmente aqueles que foram vitimados por homens, são mais de 7 vezes mais susceptíveis de se identificarem como homossexuais ou bissexuais do que os seus pares que não foram abusados.
Chegou a hora dos oficiais eleitos pelos Americanos, bem como as autoridades de saúde, os líderes educacionais, e os agentes de autoridade, tomarem acções não só no relato da verdade dura - que o movimento homossexual tem como alvo os jovens Americanos - mas também nas acções que visam reverter esta tendência horrível. Se por acaso eles falharem nisso, consequências desastrosas abater-se-ão sobre a nossa cultura e sobre a saúde das nossas crianças.

- http://goo.gl/hhWLRW


* * * * * * *

Convém deixar bem claro que ninguém está a afirmar que todo o homossexual é pedófilo mas sim que estatisticamente e proporcionalmente falando, o pedófilo é mais susceptível de ser homossexual do que heterossexual, e que o estilo de vida homossexual tem uma visão favorável da pedofilia e da efebolifia (algo confirmado por um homem homossexual).
.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Homossexual condenado a 30 anos de cadeia

Ex-líder de escuteiros foi condenado a 30 anos de prisão depois de se declarar culpado de ter abusado sexualmente de 3 rapazes durante o tempo em que servia como líder dos Escuteiros de Keswick. No princípio deste anot, David Brian Watkins, de 50 anos, aceitou um acordo legal depois de ter sido processado por 70 acusações de contacto impróprio com alguns escuteiros. Ele declarou-se culpado de 36 acusações em Janeiro, evitando um julgamento com júri, o que poderia ter resultado em múltiplas sentenças de prisão perpétua.

Watkins, que liderou a Keswick Troop 1028 desde 2002 até 2008, admitiu ter abusado sexualmente de rapazes escuteiros durante o período de 2006 a 2009. Ele foi preso em Novembro de 2012 quando um escuteiro, que tinha 13 anos na altura mas que hoje é adulto, o reportou à polícia. Na Quinta-Feira, a Juíza Cheryl Higgins sentenciou Watkins a 10 anos de prisão por cada uma das acusações de conhecimento carnal com uma criança com idade compreendida entre os 13 aos 15. Ela suspendeu as outras 33 acusações, que o iriam colocar por trás das grades por mais 165 anos.

Antes da sua sentença, Watkins pediu clemência ao tribunal, mas a Acusação, na pessoa de Darby Lowe, leu segmentos dum relatório ao tribunal onde Watkins havia dito à policia que havia sido o rapaz a iniciar o contacto sexual. Segundo o Charlottesville Daily Progress, Watkins declarou que havia sido ele quem havia sentido como se o tivessem violado. A advogada de defesa de Watkins, Andre Hakes, disse também que os rapazes envolvidos aceitaram ter contacto sexual com o ex-líder de escuteiros:

Estes relacionamentos sexuais foram contínuos, e embora eles tenham sido com crianças com menos de 18 anos, os mesmos foram consensuais. David Watkins não é só estes crimes. Ele é responsável por eles, mas eles não são tudo o que ele é.

Antes de emitir a sua sentença, a Juíza expressou a sua preocupação com o facto de Watkins e a sua defesa terem errado ao não terem tido qualquer tipo de contrição em torno do comportamento de Watkins:

O que é especialmente preocupante para o tribunal neste caso é falta de reconhecimento por parte do acusado.

Depois da sua prisão, há 2 anos atrás, Kelly Clark, advogada de Portland que venceu um processo legal apresentado por um antigo escuteiro que alegou ter sido abusado pelo líder de escuteiros assistente, disse aos repórteres que o caso de Watkins reforça as suas preocupações em torno da organização:

Isto diz-nos duas coisas em relação aos Escuteiros: primeiro, que há um problema sério em relação ao abuso sexual dentro dos Escuteiros. Segundo, muitas organizações [tais como os Escuteiros] colocam os seus interesses à frente dos interesses das crianças.

Tal como reportado previamente, milhares de documentos foram tornados públicos em 2012, revelando evidências de abusos duradouros e difundidos entre os Escuteiros da América. Os documentos, que os Escuteiros tentaram manter em segredo, continham informação recolhida desde o seu início (1910) incluindo cartas das vítimas e dos pais, bem como memorandos e notas manuscritas. Algumas das alegações foram confirmadas enquanto que outras ainda não.

No seu todo, 14,500 páginas de evidências foram tornadas públicas.


* * * * * * *
Se os Escuteiros realmente tentaram manter os abusos sexuais em segredo, então eles têm que ser legalmente responsabilizados por isso. Mas o "curioso" desta notícia, e sem surpresa alguma, é que a advogada Kelly Clark não tenha tido a coragem de falar no elefante dentro da sala: quem practica os abusos sexuais de jovens Escuteiros são homens que têm atracção por jovens do mesmo sexo, isto é, os violadores são todos homossexuais.

Levando isto em conta, torna-se mais claro o porquê dos Escuteiros batalharem tanto para impedir que líderes de escuteiros assumidamente homossexuais façam parte dos seus quadros. Para os mentalmente desafiados, convém ressalvar uma coisa bem óbvia: nem todos os homossexuais são pedófilos, mas os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores. Por exemplo, se os homossexuais são 2% da população total, eles são responsáveis por 30% ou 35% dos casos de abuso de menores. Ou seja, a sua representação no crime é bem maior que a sua representação na sociedade.

Se o propósito da advogada Kelly Clark fosse o bem estar das crianças, sem dúvida que ela não deixaria de falar neste ponto politicamente incorrecto; mas como o seu propósito nâo é o bem estar das crianças, então ela nem chega a mencionar o dado que poderia aumentar ainda mais a segurança das crianças, por mais que os activistas homoeróticos não gostem do que os dados revelam.

Portanto, existe um problema sério sim, mas não é com os Escuteiros, mas sim com o comportamento homoerótico.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Pressão do lobby gay prejudica crianças

ATLANTA, 28 Nov. 12 / 01:14 pm (ACI/EWTN Noticias).- O gigante americano de encomendas e correios UPS anunciou que deixará de doar dinheiro aos Escoteiros (Boy Scouts) até que sejam admitidos na organização líderes e escoteiros gays.

A empresa americana, que entre 2010 e 2011 entregou mais de 235 mil dólares aos Boy Scouts, assegurou que a partir de agora as organizações que procuram doações deverão aderir a sua política de não discriminar a ninguém com base na raça, religião, incapacidade e orientação sexual.

A decisão do UPS foi feita em meados de Novembro depois da pressão do lobby gay, que insistiu em cessar o financiamento aos Escoteiros até que seja anulada sua "dolorosa política" considerada "anti-gay".

O porta-voz da organização juvenil, Deron Smith, expressou: "Estamos decepcionados ao conhecer esta decisão, mas respeitamos o direito de todos a ter e expressar uma opinião diferente".

"Infelizmente, esta decisão terá um impacto directo nos jovens aos quais servimos em nossas comunidades locais", lamentou.

Por sua parte, o Family Research Council (FRC), organização americana defensora da família, criticou o fim das doações da UPS aos Boy Scouts, e remarcou que o que esta companhia e outras "negam-se a entender que a política dos Escoteiros não é um assunto de intolerância, mas de segurança".

FRC explicou em um comunicado que "depois das centenas de casos de abuso sexual a menores que infestaram a organização, os Boy Scouts da América tentaram criar um critério de afiliação de membros que seja o melhor para a segurança dos meninos e para os direitos dos pais".
"Durante estes anos, os Boy Scouts pagaram milhões, possivelmente centenas de milhões, a meninos que foram vítimas de abusadores homossexuais. E o custo financeiro não foi nada comparado com o trauma emocional destes meninos, cujas vidas estão marcadas para sempre por esses encontros".
A organização defensora da família sublinhou que "por mais de 100 anos, os Escoteiros se enfocaram em inculcar carácter e liderança nos meninos americanos. Eles não vão comprometer essa missão só para aplacar a companhias liberais e os activistas".
"Os Boy Scouts são peritos em sobrevivência, o que certamente é prático quando a esquerda está buscando fechá-los. Apesar da implacável pressão para que façam sua mensagem mais politicamente correta, os Boy Escoteiros mantiveram seu compromisso para manter a organização ‘moralmente correta’".
A FRC lamentou que "infelizmente, para milhões de jovens, não todas as pessoas nos Estados Unidos respeitem essa decisão. Em seu lugar, sua postura sobre a homossexualidade converteu os Escoteiros freqüentemente em alvo de perseguição, ridículo e agora bullying financeiro".
"Como uma companhia privada, UPS tem todo o direito de determinar quem ela apóia. Com a mesma moeda, também nós”, afirmou o FRC.
Em comunicação com o grupo ACI, o Presidente do Conselho Mexicano da Família (ConFamilia), Juan Dabdoub Giacoman, advertiu que "a atitude da empresa UPS, de cancelar suas doações aos Boy Scouts por não aceitar homossexuais em sua organização, representa uma grave ameaça aos direitos humanos em nível mundial, que merece um firme um boicote de todos os pais de família para que deixem de usar seu serviço de entregas".

Para o Dabdoub Giacoman, "a UPS pretende erguer-se, não só por cima do direito dos pais de escolher a educação de seus filhos e do direito à liberdade de religião, reconhecidos nos artigos 26 e 18 da Declaração Universal dos Direitos humanos, mas quer ir além da Corte Suprema dos Estados Unidos, que reconheceu o direito dos Boy Escoteiros de negar o acesso de homossexuais à sua instituição".

Giacoman indicou que a empresa americana "também contradiz o Tribunal de Estrasburgo, máximo tribunal em direitos humanos do Conselho da Europa, que emitiu uma sentença afirmando que a homossexualidade não é um direito humano; pois havia afirmado que ‘o matrimónio homossexual não é um direito (humano) fundamental e universal’ e que só se entende o matrimônio como ‘a união entre um homem e uma mulher’".

"Os pais de família devemos atuar com contundência e deixar de usar os serviços do UPS, antes que outras empresas decidam seguir seu exemplo e comecem tentar impor-nos suas equivocadas ideologias em prejuízo de nossos filhos", concluiu.

Depois de conhecer a decisão do UPS, o Grupo ACI, que utilizava os serviços da empresa para sua correspondência corporativa, decidiu prescindir de seus serviços.


* * * * * * *
Mais uma evidência da natureza totalitária do movimento gay. Se eles colocam a sua agenda política acima da segurança das crianças, é seguro afirmar que nada os fará parar até que eles obtenham o que querem. O que eles não sabem é que se eles obtiverem o que querem, o seu papel terminará.

sábado, 7 de abril de 2012

Henry Makow: "Sou homofóbico (e tu também deverias ser)"

por Henry Makow

Estou a "sair do armário" como homofóbico e apelo a outros que se juntem a mim. Defino "homófobo" como alguém que receia predadores homossexuais, daí o sufixo "fobia" - do grego "phobos" ou medo. Os activistas homossexuais usam este termo para ameaçar os oponentes. Em vez disso, vamos abraçar esse termo.

Sempre aceitei a caracterização dos homossexuais feita pelos média como uma minoria colorida, semelhante aos croatas, que possuíam uma "orientação sexual" especial. Eles marcam encontros nos seus bares e fazem o que tem a fazer. Enquanto eles mantivessem isso dentro das suas comunidades, de que modo é que isso me afectaria?

Mas eles não mantém as suas prácticas dentro das suas comunidades. Para grande surpresa minha descobri recentemente que a maioria dos homossexuais prefere os homens heterossexuais. A minha fonte: "The Caricature of Love", (1957), por Dr. Hervey Checkley, um professor clínico de psiquiatria na "Medical College of Georgia". Um amigo homossexual confirmou-me este facto.

Façam uma pesquisa por "straight men" (homens heterossexuais) e obterão quase 30 milhões de resultados - a maior parte deles homossexuais. De modo geral, muitos homossexuais são predadores.

Aprendi também que muitos homossexuais preferem os mais jovens, e que estas experiências geralmente tornam as crianças vitimadas em homossexuais, distorcendo a sua vida. Uma pesquisa entre os leitores duma revista homossexual "The Advocate" revelou que 21% dos inquiridos haviam já sido sexualmente abusados quando atingiram os 15 anos de idade. Esta parece ser uma das formas através da qual a homossexualidade se "propaga".

Segundo a pesquisa da psicóloga Dr. Judith Reisman com o título de "Crafting "Gay" Children: An Inquiry", cerca de 1-2 milhões de homens homossexuais (2% da população adulta masculina que consiste em 90 milhões) é responsável pelo abuso sexual de 6-8 milhões de rapazes. O rácio é de 3-5 rapazes-vítimas por cada homem homossexual comparado a uma rapariga vítima de abuso sexual por cada 11 homens heterossexuais.

Este estudo tem como base dados relativos a 33 milhões de rapazes e 32 milhões de raparigas com idades inferiores a 18 anos.

Reisman afirma que, como nem todos os homens homossexuais abusam sexualmente de rapazes, a população homossexual de 2% incorpora uma vasta subcultura pederasta que comete repetidos abusos sexuais nos rapazinhos. (p.8)

Mesmo assim, as feministas lésbicas e os activistas gay, segundo admitido pelos próprios, dedicam-se a tentar modificar a sociedade segundo a sua imagem. Desde os anos 70 que os activistas gay-feministas têm levado a cabo uma campanha que visa fomentar o homossexualismo entre os heterossexuais. Eles são francos em relação aos seus propósitos:

O objectivo da revolução feminista é a eliminação das distinções sexuais.

Shulamith Firestone (The Dialectic of Sex, 1972, p.11)

Gary Kinsman por sua vez afirma:
A hegemonia heterossexual está a ser corroída. . . . . As formas sexuais consideradas naturais foram socialmente construídas e podem ser socialmente transformadas.

(The Regulation of Desire: Sexuality in Canada, 1987, p.219).

....

Numa sociedade livre todos são gays.

Allen Young, pioneiro do Gay Liberation Movement. (John D'Emilio, Intimate Matters: A History of Sexuality in America, p.322)

Ao contrário de nós, os homossexuais estão perfeitamente cientes que a sua campanha por "direitos iguais" eliminará a distinção entre homossexuais e heterossexuais. Nas suas próprias palavras, o historiador homossexual Jonathan Katz afirma:
De certa forma, a direita [política] está correcta . . . em acusar o movimento gay e lésbico de ameaçar com a homogeneização . . . se os liberacionistas gays e lésbicos atingirem a igualdade total, eles terão conseguido remover a necessidade social da distinção homo/hetero.

O segredo do movimento dos direitos civis gay e lesbicos é a sua promessa (ou ameaça, dependendo dos teus valores) radicalmente transformadora.

The Invention of Heterosexuality, 1995, p.188.

Vêr:

..

A dissimulação do homossexualismo

Os média Illuminati suprimem a maior parte da informação negativa em redor do estilo de vida homossexual. Na sua monografia, Reisman refere-se à supressão dos dados em torno da violência homossexual dirigida a crianças, pornografia infantil, "anéis sexuais", assassinos em série e violência doméstica entre homossexuais.

Outro evidência da cumplicidade dos média gira-se em torno proibição de chefes de escuteiros homossexuais. Não se fala dos cerca de 100 casos anuais de abuso sexual de rapazes levados a cabo por líderes de escuteiros. Segundo o Washington Times (June 15,1993) durante os 20 anos que decorreram entre 1973 e 1993, 1,416 líderes de escuteiros foram expulsos por terem abusado de rapazes.

[Isto dá cerca de 70 homossexuais expulsos POR ANO por abusarem de rapazes ao seu cargo. É precisamente isto que os Cristãos devem fazer quando se confirma que um líder religioso usou a cobertura de instalações Cristãs para levar a cabo o seu homossexualismo abusando de crianças Cristãs: expulsá-los da igreja. Recolocar estes predadores em outra paróquia ou como líder de outra congregação, onde ele pode continuar a abusar de crianças Cristãs, é um erro grave.]

O gesto dos Escuteiros reconheceu tardiamente a sua obrigação de proteger as suas "enfermarias". Existe algum tipo de dúvidas de que eles são responsáveis? No entanto, os Escuteiros têm sido vítimas de ataques organizados por "descriminarem" os homossexuais.

A revista pederasta "Palaver" aconselha os pedófilos a tornarem-se líderes de Escuteiros:

Se queres passar o teu tempo com crianças tens que ter uma justificação para tal, como professor a ajudar crianças . . . como líder de jovens a ajudar as crianças a desfrutar do seu tempo de lazer.

(Crafting Gay Children: An Inquiry, p.19)

Em 1992 o grupo "North American Man/Boy Love Association" (NAMBLA) atacou de modo particular os Escuteiros ao aprovarem uma resolução apelando aos Escuteiros que "terminassem com a sua descriminação contra os gays ou as lésbicas na sua escolha para líderes de escuteiros" de modo a "permitir que os escuteiros sejam expostos a uma variedade de estilos de vida".

(Ver "The Nazis in America" em "The Pink Swastika" por Scott Lively and Kevin Abrams).

Na sua literatura, os homossexuais caracterizam os conselheiros adultos como agentes que levam a cabo um papel importante na inicialização das crianças ao estilo de vida homossexual.

Segundo o livro "The Pink Swastika", a coragem moral exibida pelos Escuteiros não é partilhada por todas as organizações juvenis. As Escuteiras permitem a presença de líderes lésbicas na sua organização e chegaram já a expulsar pelo menos uma líder heterossexual que se recusou a esconder este facto dos pais.

Os "Big Brothers" e as "Big Sisters" activamente recrutam homossexuais nas mais variadas cidades, e fazem pressão política para que os Escuteiros façam o mesmo alegando que "os voluntários não-tradicionais podem servir os melhores interesses das crianças".

E, obviamente, tudo isto é um espelho da promoção feita nas escolas públicas onde as crianças são prematuramente expostas à educação sexual e onde o homossexualismo é apresentado como um estilo de vida "saudável" e opcional.

Os activistas pelos "direitos dos gays" já atacaram os Escuteiros. Um clamor "espontâneo" contra os Escuteiros emergiu um pouco por todo o país, liderado pela United Way Agency, que deu término ao financiamento levado a cabo até então.

Homossexuais colocados ao mais alto nível do governo dos EUA tentaram intimidar a organização. A cirurgiã Jocelyn Elders usou a sua posição para castigar os oficiais dos Escuteiros (USA Today June 2, 1994) e Bruce Babbitt assinou uma ordem proibindo os Escuteiros de se volutariarem para parques nacionais (Washington Times, May 28,1993).

Até Junho de 2001, pelo menos 359 distritos escolares em 10 estados proibiram os Escuteiros de usar as suas instalações, segundo reporta uma organização homossexual citada pelo Washington Times, Nov. 1, 2001. O Congresso apresentou legislação que visa negar o financiamento a estes distritos escolares.

Homossexuais, tanto feministas como gays, adquiriram um poder incrível ao mascararem de modo bem sucedido a verdadeira natureza da sua agenda. É desta forma que movimentos subversivos como o Nacional Socialismo e o Comunismo funcionam.

Sob a farsa de serem uma minoria perseguida em busca dos seus "direitos humanos", os activistas homossexuais estão de facto a usar o Estado para perseguir os heterossexuais. Eles estão a levar a cabo uma guerra bem sucedida contra a heterossexualidade - masculinidade, feminidade, família nuclear, as fontes da nossa identidade, amor e significado.

O seu objectivo é suplantar os valores heterossexuais com os seus "valores". A sociedade encontra-se num estado de negação em torno desta perversa subversão, que toma forma na sedução de jovens heterossexuais.

Não vou esperar ansiosamente por isto, mas gostaria de ver as pessoas responsáveis por promover o homossexualismo e o feminismo radical (uma forma de lesbianismo) julgados num tribunal internacional por tentarem sabotar a sociedade e as vidas de milhões de homens e mulheres ingénuos.

Os Illuminati são uma seita satânica. Aos poucos, eles estão a induzir a humanidade para dentro da sua seita.

A destruição da identidade heterossexual é o primeiro passo para a re-construção da humanidade.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Militantes homossexuais iniciam a sua infiltração nos escuteiros

Se homossexuais a abusarem de crianças Católicas permitiu aos esquerdistas a possibilidade de atacar todo o Cristianismo, imaginem só a diversão que eles irão ter quando conseguirem impor monitores homossexuais nos odiados escuteiros americanos. Os mesmos têm conseguido resistir à infiltração mas a Grã-Bretanha parece sucumbir à agenda sodomita:

A "Scout Association" revelou planos de aumentar o seu número de membros e líderes homossexuais.
Mas este gesto foi criticado por "afastar a organização" dos seus princípios Cristãos originários.

Estes princípios Cristão são o motivo que leva a que a esquerdalha tenha como prioridade infiltrar as associações de escuteiros.

Panfletos foram postos a circular informando as crianças que "não há nada de errado em ser gay e ser escuteiro."

Num parágrafo com o título de Adultos Gay nos Escuteiros, um segundo panfleto diz aos prováveis líderes e voluntários: "Não há problemas em ser um adulto nos escuteiros e ser gay!"
Patrick Harvie, do partido dos Verdes escocês, saudou o gesto e apelou aos escuteiros para irem mais além.

Para se ter uma ideia do que o "ir mais além" significa, vejam este vídeo que explica a VERDADEIRA motivação por trás do escândalo dos abusos dentro das instituições Cristãs.

Gay-Scoutmaster.jpg
Monitores homossexuais a levar rapazinhos para a floresta. Qual é o problema com isso?
○Fonte○

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...