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sexta-feira, 21 de junho de 2019

O cachorrinho do Carrefour e o menino Rhuan

É espantosa a diferença no trato dessas duas questões; o clamor público e a falta de ressonância nas mídias de massa nos dois casos em questão, o que nos traz um retrato simplório do produto miserável que foi reduzido o homem médio ocidental.

Diferentemente do caso do cachorrinho do Carrefour, as mídias de massa trataram de abafar da forma mais vergonhosa possível qualquer tipo de ruído proveniente do cruel assassinato do menino Rhuan, e isso com um parênteses: pouco tempo depois de o Supremo Tribunal Federal ter usurpado função legislativa para prever futuras medidas penais contra quem vier a desafiar a ideologia de gênero em solo brasileiro.

O CASO DO CACHORRO ‘MANCHINHA’


Curiosamente, em dezembro último, em razão de grande histeria nas redes sociais, essas mesmas mídias de massa maçonicamente controladas deram ampla ressonância à morte de um cãozinho que costumava ficar em frente a uma unidade da rede Carrefour de supermercados em Osasco, município de São Paulo.

A rede de supermercado Carrefour firmou um acordo para pagar R$1 milhão pelos maus-tratos que um segurança do estabelecimento causou ao cachorro.  A determinação da quantia foi estipulada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e a prefeitura do município.

O valor será dividido para diferentes causas. A quantia de R$ 500 mil será destinada para esterilização de cães e gatos; R$ 350 mil à compra de medicamentos para animais do Hospital Municipal Veterinário de ou que estejam no canil municipal e R$ 150 mil para a aquisição e entrega de rações para associações, ONGs e demais entidades destinadas ao cuidado de animais na cidade de Osasco.

O segurança será irremediavelmente responsabilizado pela morte do cachorro e o relatório da investigação foi remetido para o Ministério Público, que vai decidir se oferece denúncia pelo crime de abuso e maus-tratos a animais.

A gritaria foi tamanha que, demagogicamente, o Congresso Nacional aprovou projetos que alteram a Lei de Crimes Ambientais e aumentam penas por crueldade, abuso e maus-tratos aos animais.

O CASO RHUAN


A ditadura gay não impediu que as notícias desse caso brutal se espalhassem, porém de forma muitíssimo menos midiatizada que o caso do cachorro ‘Manchinha”.

A mãe e sua companheira, uma parelha lésbica, cortaram o pênis do filho há 1 ano atrás utilizando instrumentos rudimentares. Mantiveram o menino na própria casa, em cárcere privado, não o levaram sequer em um hospital. Deixaram o cabelo dele crescer, pois disseram que ele "era no fundo uma menina" e começaram a criar como menina.

Ainda com raiva da ligação que a criança representava, pois estava atrelada a uma figura masculina (o pai) e a própria criança era um menino, a mãe decidiu então matá-lo. Enquanto a companheira assava a churrasqueira para queimar a pele e a carne, a mãe degolava o próprio filho ainda vivo e desferia mais 12 facadas. Como não deu certo queimar na churrasqueira, esquartejaram o corpo, colocaram na mala de escola do menino, e jogaram em valas, isso com o corpo já sem pele, pois a pele foi arrancada e fritada.

No depoimento a companheira diz que o menino não teve reação, ficou lá parado e gritou só na hora da dor.

Quando você tem 9 anos de idade, você confia cegamente em sua mãe, de modo que ficamos imaginando a cabeça daquela criança ao se ver agonizando no sangue pelas mãos da própria mãe, a confusão mental, a dor, o desespero daquele que já deve ter tido uma criação para além de conturbada.

É um dos crimes mais brutais e cruéis da atualidade. A grande mídia toda silenciou, alguns por complacência e outros por conduta proativa em favor do lobby LGBT.

O caso do cachorrinho do Carrefour, por sinal lamentável, porém totalmente desproporcional, era veiculado dia e noite sem parar na TV, a reconstrução da polícia causava escândalo.

Agora é o contrário, tenta-se esconder a todo custo algo que foi feito tendo como pano de fundo a ideologia de gênero, o ódio supremo à figura masculina e ideais dos grupos LGBT. Tenta-se esconder o elefante branco que repousa no meio da sala. Em verdade, não é só isso que se esconde, milhares de fatos que envolvem LGBTs e feministas tem ''passada de pano'' e manipulação estatística.  Mesmo que um menino dessa idade pague o preço, eles não hesitam em esconder o sangue infantil para suas ideias prevalecerem.

CONCLUSÃO


Crime misândico tem peso leve, ainda que envolva uma criança indefesa.  Crime contra um cachorrinho ressoa nas mídias dia e noite, colocando de joelhos até o Congresso Nacional de um país.

Para onde caminha o homem ocidental?

terça-feira, 21 de abril de 2015

Ditadura Homossexual: Florista idosa penalizada por não querer celebrar eventos homoeróticos

Florista Cristã Americana que se recusou a disponibilizar flores para uma cerimónia homoerótica foi condenada a pagar uma multa e despesas legais. Barronelle Stutzman tem 60 dias para pagar $1,000 por "discriminar" contra Robert Ingersoll e Curt Freed, que realizaram a sua cerimónia homoerótica em 2013.

A Alliance Defending Freedom (ADF), organização focada na defesa da liberdade religiosa e que levou a cabo a defesa da florista, disse que estas multas são apenas o princípio. Uma declaração da ADF presente no seu ite diz:

A decisão de hoje afirma a decisão legal anterior que diz que Barronelle tem que ser penalizada pela sua fé, e abdicar da sua liberdade e da sua consciência. A penalidade e as multas impostas são apenas o primeiro soco.

A ACLU, agindo em favor da dupla homossexual e estando também a processar Barronelle, pediu ao tribunal que lhes confira penalidades, honorários e custos. coisas que irão devastar financeiramente o negócio de Barronelle e os bens pessoais - incluindo a pensão e as poupanças pessoas da avó de 70 anos.

A mensagem enviada pelo procurador-geral e pela ACLU às pessoas de Washignton é bastante clara: Rendam a vossa liberdade religiosa e os direitos relativos à liberdade de expressão, ou preparem-se para enfrentar ruína pessoal e profissional

Falando para a Fox News, Stutzman desse que o procurador-geral do "Washington State" e o tribunal estavam a "intimidá-la" a fazer algo que se encontra em oposição À sua fé. Considerando a possibilidade do seu negócio fechar, ela disse:

Eles podem-se ver livres de mim mas não se podem ver livres de Deus

A advogado da ADF que se encontrava a representar Stutzman apareceu junto a ela na Fox News e criticou a conduta do procurador-geral Bob Ferguson. Kristen Waggoner disse que Ferguson havia tomado sobre si a responsabilidade de construir um caso contra Stutzman depois de ler noticias nos média, e ter passado a "perseguir-lhe implacavelmente" desde então.

Waggoner alegou que a decisão envia uma mensagem bem clara para a florista e para pessoas como ela: se por acaso vocês se recusarem a tomar parte em eventos homoeróticos, "o governo irá garantir a vossa ruína profissional e pessoal."


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Não deixa de ser bem revelador o facto destes activistas homossexuais só se focarem no Cristianismo - não no islão e nem no judaísmo. Isto, obviamente, prende-se com o facto dos activistas homossexuais serem enviados pela esquerda politica, e estes últimos terem o Cristianismo como seu inimigo principal.

Outra coisa a levar em conta é que a mulher idosa não discriminou as pessoas mas sim a natureza do evento. Se estes mesmos homossexuais requisitassem um serviço sem temática homossexual, a senhora faria-o de bom gosto.  Do mesmo modo, se um casal requisitasse um serviço com temática homossexual, a senhora recusar-se-ia a fazer, o que revela que o problema não são os homossexuais mas o homossexualismo.

Mas é claro que os média não dirão nada disto porque o seu propósito é gerar a impressão que o Cristianismo é uma fé inimiga da liberdade, o que consequentemente (e tal como é desejado) a sociedade tem que se mover ainda mais contra esta confissão religiosa.

Felizmente, a tendência pró-homoerótica Americana encontra-se em oposição ao que está a acontecer no resto do mundo, até na Europa.




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domingo, 4 de janeiro de 2015

Ateu afirma: "Casamento" homossexual é uma ameaça à liberdade

Comentador ateu declara que o "casamento" homossexual "atacou a liberdade" em todos os locais onde ele foi implantado. Brendan O’Neill, editor da revista online com o nome de Spiked, avisou que a redefinição do casamento é "um Cavalo de Tróia tendo em vista a implantação duma nova moralidade".

Ele fez os seus comentários depois da introdução uma proposta de lei em torno do "casamento" homossexual na Austrália. O’Neill criticou os defensores do "casamento" por estes tentarem estabelecer uma paralelo entre a liberdade e a redefinição do casamento:

Em todos os sítios onde o "casamento" homossexual foi estabelecido, a consequência foi uma diminuição da liberdade - e não um aumento da mesma. O amor e o  casamento podem caminhar juntos como o cavalo e a carruagem, mas a liberdade e o "casamento" homossexual certamente que não.

O’Neill salientou o caso de Brendan Eich que perdeu o seu cargo de CEO no gigante americano da internet Mozilla devido à sua oposição ao "casamento" homossexual. Para O'Neill, este foi um exemplo claro onde "a liberdade para casar claramente sobrepõem-se à liberdade de consciência".

O comentador fez também referência à introdução do "casamento" homossexual na França, onde os opositores passaram a ser chamados de "inimigos ideológicos" do estado Francês. Ele descreveu também a agenda do lobby em favor do "casamento" homossexual como uma que exige "aceitação psicológica do 'casamento' homossexual por parte de todos".

Esta "nova instituição" inventada por uma pequena minoria de advogados com ternos bem passados e por agitadores, é melhor entendida como um Cavalo de Tróia em favor da instalação duma nova moralidade.


Em jeito de conclusão, O'Neill criticou o Senador David Leyonhjelm, o político Australiano que deu entrada à proposta de lei no Parlamento Federal, dizendo que "ele pensa que está a avançar com a liberdade", mas o que ele está na verdade a fazer é completar "uma tirania iniciada pelos novos autoritários no Ocidente moderno”.

- http://goo.gl/OhWn6k

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Pelos vistos os não-Cristãos já se aperceberam que a agenda homossexual é uma forma de impor novas leis morais na sociedade - que não quer e nem pediu que a sua definição de casamento fosse alterada de modo a agradar menos de 2% da população total - e não algo feito para ajudar os homoeróticos.

Resistir a agenda política lgbt é resistir à tirania do governo, e não um gesto fundamentado no ódio aos homossexuais (que, em larga escala, não estão interessados em "casar").

sábado, 2 de agosto de 2014

Banco americano pergunta aos funcionários se eles apoiam o homossexualismo

Alegadamente, o maior banco dos Estados Unidos requer agora que os seus empregados declarem se são ou não apoiantes do estilo de vida homoerótico. JPMorgan Chase, com sede em Nova York, é o maior banco Americano, com um total de bens no valor de $2.5 trilhões.

Há já algum tempo que este banco é apoiante declarado do homossexualismo, aparecendo em vários eventos de "orgulho homossexual" e chegando a oferecer um certo número de benefícios especiais aos empregados do banco que se identificam como "lgbt".

Sabe-se agora que o banco JPMorgan Chase avançou ainda mais com o seu apoio à agenda lgbt, alegadamente requerendo que os seus empregados declarem se apoiam ou não a assim chamada "comunidade lgbt". Segundo o professor da Universidade de Princenton, Robert George, o banco recentemente pesquisou os seus funcionários, pedindo-lhes que declarassem quais das seguintes descrições se aplicavam a eles:
  1. Pessoa com deficiência;
  2. Pessoa com filhos com uma deficiência;
  3. Pessoa com cônjuge/parceiro doméstico om uma deficiência;
  4. Membro da comunidade lgbt;
  5. Aliado da comunidade lgbt, mas não se identificando como pessoa lgbt.
Um indivíduo anónimo, que trabalha na JPMorgan Chase há 11 anos, alertou o professor George da pesquisa sem precedentes. O empregado disse ao profesor George, que é o presidente da "U.S. Commission on International Religious Freedom", que o questionário "deixou muitos de nós a coçar a cabeça." O empregado afirma: 

O quê?! Que tipo de pergunta era aquela? "Aliado" dessa comunidade? Se essa opção não fosse escolhida, qual era a alternativa ? Não és aliado da comunidade lgbt?

O empregado disse ainda que o questionário não era anónimo visto que exigia que as pessoas submetessem a sua identificação pessoal. As implicações, disse o empregado, eram assustadoras:

Da forma como as coisas se estão a desenvolver, aliado ao facto dos direitos lgbt practicamente estarem a ser vistos como o movimento dos direitos civis que decorreu dos meados dos anos 50 até ao final dos anos 60, não escolher essa opção é, essencialmente, dizer "Não sou aliado dos direitos ciivis", o que é uma forma vaga de dizer "Sou intolerante". O que preocupa muitos de nós é que aqueles que não seleccionaram essa opção irrelevante e pobremente colocada serão colocados na lista "Estas pessoas podem ser despedidas em primeiro lugar".

O professor George concordou, escrevendo um post onde dizia que a JPMorgan Chase poderia rapidamente esmagar qualquer dissidente que não desse o seu apoio ao estilo de vida homossexual.

A mensagem enviada a todos os empregados é perfeitamente clara: Espera-se que se aceite a forma de pensar aprovada e exigida. Nada mais que a concordância é aceitável.  A dissidência silenciosa não será mais permitida.

Depois de George ter inicialmente chamado a atenção da pesquisa da JPMorgan Chase, outro empregado do banco entrou em contacto com ele para confirmar a noticia inicial. O segundo empregado disse:

Queria confirmar a pesquisa levada a cabo junto dos funcionários da Chase. ... Ela tinha de facto as duas últimas opções sobre ser um aliado do movimento lgbt. ... Fiquei surpreso com esta questão. Não tenho ideia nenhuma do que eles estavam a pensar quando colocaram essa pergunta.

Tal como reportado previamente, O "U.S. Supreme Court"determinou na semana passada que  “empresas de capital fechado” podem operar de acordo com as crenças religiosas dos donos. No entanto, como a JPMorgan Chase é uma instituição bancária de capital aberto, os mesmos padrões muito provavelmente não se aplicam. Devido a isto, o facto do banco ter questionado os empregados sobre as suas crenças sobre o comportamento homossexual é preocupante para os Cristãos.

Fonte

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Como diz o texto, o tempo da discórdia acabou; actualmente, no ocidente, quem não concordar com a agenda lgbt, pode, por enquanto, perder o seu emprego, mas mais tarde, isso vai-se estender à sua vida. A ditadura gayzista não é uma "ilusão" e nem uma teoria da conspiração de "conservadores fanáticos", mas sim a consequência lógica do propósito final da agenda homossexual, que é reduzir ou acabar com a influência da moral Cristã no ocidente (e não ajudar os homossexuais).

terça-feira, 1 de abril de 2014

Nos EUA, dizer "Apoio o casamento tradicional" pode valer despedimento

Uma advogada de sucesso, que trabalha numa multinacional, chega ao auditório de um centro paroquial universitário para falar sobre as ameaças à liberdade religiosa. Confrontada por um jornalista, aceita falar, mas apenas sob anonimato. Teme perder o emprego, como já aconteceu a conhecidos.
Estamos no Michigan, Estados Unidos, a pátria da liberdade religiosa, mas onde muitos crentes começam a sentir que essa conquista está a definhar.
Sei de casos de pessoas que foram despedidas de empresas privadas simplesmente por dizer coisas do género 'Eu apoio o casamento tradicional'”, explica a advogada à Renascença.
Em causa está a redefinição do conceito tradicional de casamento, como sendo entre homem e mulher, para a aceitação da noção de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Com a legalização do casamento homossexual em cada vez mais estados americanos, surgiram vários focos de confronto entre a liberdade religiosa e discriminação por orientação sexual.
Há o caso de um casal que tinha uma pastelaria que se recusou a fazer um bolo para um casamento homossexual. Foram processados, multados e acabaram por fechar a loja. Mais recentemente, tivemos um caso no Novo México de uma fotógrafa que se recusou a trabalhar numa cerimónia homossexual”, conta.
A advogada explica que a educação é outra área de preocupação: “Massachusetts foi o primeiro Estado a aprovar a redefinição de casamento. Nesse Estado estão a ensinar na escola que o estilo de vida homossexual é natural e bom. Os pais não se podem queixar, nem são notificados. Há uma preocupação que esse género de restrições chegue a outros estados que também aprovem o casamento homossexual”.
“Como viver a minha fé?”

Na sala paroquial estão dezenas de jovens atentos, orientados pelo jovem e enérgico padre Denis Heames. O sacerdote nota preocupação entre os alunos católicos da Central Michigan University (CMU), que acompanha.

Penso que estamos a chegar a um ponto em que vamos perder a liberdade de ser contra isto na praça pública. Sinto que já nem é uma discussão”, refere.
Por exemplo, pessoas que estudam ciências da educação” sentem algumas dificuldades com o currículo “no que diz respeito à diversidade ou literatura, que contém material mais claramente ideológico”, diz. 

Vejo alunos católicos que entram para estes cursos e que sentem dificuldades com isto. Como é que vou conseguir viver a minha fé neste ambiente laboral, com tanta pressão ideológica?

A dificuldade é sentida na pele por Kelly, aluna da CMU que estuda educação.
Preocupo-me com os meus filhos, não os quereria colocar no ensino público. E preocupo-me comigo porque quero ser professora e não me sentiria bem a ensinar algo deste género, porque atenta contra as minhas crenças e valores”, diz. “Não consigo separar a minha fé da minha vida profissional.
Bobby, da mesma universidade, estuda comunicação social e dá conta da agressividade que tem de enfrentar quando se manifesta sobre assuntos como o casamento entre homossexuais.
É um tema fracturante, basta falar no assunto e as pessoas levantam rapidamente as defesas. Mesmo no Facebook, quando a questão surgiu, as pessoas estavam só a atacar. Publiquei a minha opinião enquanto católico e fui atacadíssimo. Por isso, às vezes, é difícil e só nos apetece virar as costas ao assunto”, confessa.
Supremo vai decidir

Os casos envolvendo objecção de consciência à participação em cerimónias de casamento entre pessoas do mesmo sexo estão a caminho do Supremo Tribunal.

Antes, os juízes terão ainda de avaliar a questão do “ObamaCare”, o plano de Barack Obama para a reforma do sistema de saúde, que pretende obrigar instituições católicas, como universidades e hospitais, a fornecer aos seus empregados seguros de saúde que cubram contraceptivos e serviços abortivos.
Os bispos já disseram que se recusam a acatar a ordem e que preferem encerrar todos os seus serviços nestas áreas, mas a administração Obama não desarma, o que tem levado a Igreja a invocar também o argumento da liberdade religiosa.
Estes e outros assuntos serão, certamente, um dos pontos de discussão entre o Papa Francisco e Obama, que se encontram no Vaticano, esta quinta-feira.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Grupo homossexual agride Jovens Católicos em campanha pacífica

Fonte

Um grupo de jovens católicos do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, realizava uma campanha pacífica e ordeira contra o aborto e a ditadura homossexual, denominada Cruzada pela Família,  no centro de Curitiba, no dia 14/01/2013.

Em determinado momento começou a se formar uma magote de homossexuais,simpatizantes, abortistas, feministas, ateus e toda a corja, que passou a agredir verbalmente os corajosos caravanistas, que abordavam os transeuntes e recebiam caloroso apoio por parte do povo curitibano.

Os caravanistas, ao final da campanha se reuniram e se preparavam para ir para os carros, quando os militantes homossexuais os cercaram e impediram que terminassem a campanha. Começou aí uma série de agressões verbais e até físicas, que para um dos caravanistas, terminou no hospital.

O vídeo abaixo foi gravado por um dos homossexuais que agrediam os jovens católicos, e contém inclusive diversos palavrões, gestos imorais, e coisas do tipo. É interessante ressaltar que em partes do vídeo, o homossexual que gravava, intencionalmente, não filmou os gestos e agressões obscenas feitas em frente aos caravanistas.

Em outra parte do vídeo, sem qualquer razão, cortou o áudio do vídeo, colocou o dedo na frente da filmagem, etc. Mostra por parte deles medo em mostrar determinadas agressões. Manipulação.

Chama a atenção também a inércia da polícia frente a, inclusive, agressão física.

O conteúdo do vídeo não é de minha responsabilidade. Apenas baixei, e repostei.

* * * * * * *

Através deste vídeo se pode ver bem o quão "oprimidos" os homossexuais são. A atitude provocatória é de alguém que sabe que tem a lei e grande parte da cultura do seu lado. Os oprimidos e perseguidos são os Cristãos.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Pressão do lobby gay prejudica crianças

ATLANTA, 28 Nov. 12 / 01:14 pm (ACI/EWTN Noticias).- O gigante americano de encomendas e correios UPS anunciou que deixará de doar dinheiro aos Escoteiros (Boy Scouts) até que sejam admitidos na organização líderes e escoteiros gays.

A empresa americana, que entre 2010 e 2011 entregou mais de 235 mil dólares aos Boy Scouts, assegurou que a partir de agora as organizações que procuram doações deverão aderir a sua política de não discriminar a ninguém com base na raça, religião, incapacidade e orientação sexual.

A decisão do UPS foi feita em meados de Novembro depois da pressão do lobby gay, que insistiu em cessar o financiamento aos Escoteiros até que seja anulada sua "dolorosa política" considerada "anti-gay".

O porta-voz da organização juvenil, Deron Smith, expressou: "Estamos decepcionados ao conhecer esta decisão, mas respeitamos o direito de todos a ter e expressar uma opinião diferente".

"Infelizmente, esta decisão terá um impacto directo nos jovens aos quais servimos em nossas comunidades locais", lamentou.

Por sua parte, o Family Research Council (FRC), organização americana defensora da família, criticou o fim das doações da UPS aos Boy Scouts, e remarcou que o que esta companhia e outras "negam-se a entender que a política dos Escoteiros não é um assunto de intolerância, mas de segurança".

FRC explicou em um comunicado que "depois das centenas de casos de abuso sexual a menores que infestaram a organização, os Boy Scouts da América tentaram criar um critério de afiliação de membros que seja o melhor para a segurança dos meninos e para os direitos dos pais".
"Durante estes anos, os Boy Scouts pagaram milhões, possivelmente centenas de milhões, a meninos que foram vítimas de abusadores homossexuais. E o custo financeiro não foi nada comparado com o trauma emocional destes meninos, cujas vidas estão marcadas para sempre por esses encontros".
A organização defensora da família sublinhou que "por mais de 100 anos, os Escoteiros se enfocaram em inculcar carácter e liderança nos meninos americanos. Eles não vão comprometer essa missão só para aplacar a companhias liberais e os activistas".
"Os Boy Scouts são peritos em sobrevivência, o que certamente é prático quando a esquerda está buscando fechá-los. Apesar da implacável pressão para que façam sua mensagem mais politicamente correta, os Boy Escoteiros mantiveram seu compromisso para manter a organização ‘moralmente correta’".
A FRC lamentou que "infelizmente, para milhões de jovens, não todas as pessoas nos Estados Unidos respeitem essa decisão. Em seu lugar, sua postura sobre a homossexualidade converteu os Escoteiros freqüentemente em alvo de perseguição, ridículo e agora bullying financeiro".
"Como uma companhia privada, UPS tem todo o direito de determinar quem ela apóia. Com a mesma moeda, também nós”, afirmou o FRC.
Em comunicação com o grupo ACI, o Presidente do Conselho Mexicano da Família (ConFamilia), Juan Dabdoub Giacoman, advertiu que "a atitude da empresa UPS, de cancelar suas doações aos Boy Scouts por não aceitar homossexuais em sua organização, representa uma grave ameaça aos direitos humanos em nível mundial, que merece um firme um boicote de todos os pais de família para que deixem de usar seu serviço de entregas".

Para o Dabdoub Giacoman, "a UPS pretende erguer-se, não só por cima do direito dos pais de escolher a educação de seus filhos e do direito à liberdade de religião, reconhecidos nos artigos 26 e 18 da Declaração Universal dos Direitos humanos, mas quer ir além da Corte Suprema dos Estados Unidos, que reconheceu o direito dos Boy Escoteiros de negar o acesso de homossexuais à sua instituição".

Giacoman indicou que a empresa americana "também contradiz o Tribunal de Estrasburgo, máximo tribunal em direitos humanos do Conselho da Europa, que emitiu uma sentença afirmando que a homossexualidade não é um direito humano; pois havia afirmado que ‘o matrimónio homossexual não é um direito (humano) fundamental e universal’ e que só se entende o matrimônio como ‘a união entre um homem e uma mulher’".

"Os pais de família devemos atuar com contundência e deixar de usar os serviços do UPS, antes que outras empresas decidam seguir seu exemplo e comecem tentar impor-nos suas equivocadas ideologias em prejuízo de nossos filhos", concluiu.

Depois de conhecer a decisão do UPS, o Grupo ACI, que utilizava os serviços da empresa para sua correspondência corporativa, decidiu prescindir de seus serviços.


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Mais uma evidência da natureza totalitária do movimento gay. Se eles colocam a sua agenda política acima da segurança das crianças, é seguro afirmar que nada os fará parar até que eles obtenham o que querem. O que eles não sabem é que se eles obtiverem o que querem, o seu papel terminará.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Gayzistas tentam forçar Cristãos a contradizer a sua fé


Num país livre, a actividade económica é fomentada pela troca voluntária de valor por valor. Num país comunista, toda a actividade económica é levada a cabo pelo governo tendo como base uma motivação coerciva. Superficialmente, o fascismo pode parecer o primeiro mas está mais próximo do segundo. Debaixo do fascismo, tu podes ter o teu negócio mas os lucros vão ser parcialmente confiscados para a futura redistribuição. Tu não escolhes a forma como vais avançar com o teu negócio, nem mesmo com quem vais fazer negócio; tudo isto é determinado pelos burocratas (que, no fundo, são os verdadeiros donos do "teu" negócio).

Se a isto aliarmos a militância fascista de alguns segmentos da sociedade, ficamos com coisas como esta.

Uma comisssão do Kentucky anunciou o seu apoio a um grupo LGBT que está a processar uma companhia Cristã por esta se ter recusado a imprimir camisas do dito grupo porque, afirmaram eles, violava a sua fé religiosa. Em Março último, Blaine Adamson, dono da "Hands On Originals" (HOO), em Lexington, Kentucky, recusou-se a gravar camisas para a "Gay and Lesbian Services Organization" (GLSO) porque não concordava com a mensagem "orgulho gay" que o grupo LGBT queria ver nas camisas. 

Num vídeo presente no site da AD, Adamson afirmou:

Quero que a verdade seja ouvida. Não se dá o caso de termos placas na nossa porta a dizer "Acesso Impedido aos Gays". Nós trabalhamos com qualquer pessoa. Mas se há mensagens que contradizem as minhas convicções, então eu não posso promovê-las.

O texto que seria colocado na parte da frente das t-shirts diria “Lexington Gay Pride,” e na parte de trás das mesmas seria impressa uma lista de patrocinadores.

Adamson disponibilizou-se para indicar outra companhia que fizesse o serviço pelo mesmo preço, mas em vez disso a GLSO deu entrada a um processo legal contra a HOO, alegando que esta companhia havia "violado" leis locais ao descriminar pessoas com base na sua orientação sexual.

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Os militantes homossexuais poderiam ter impresso as suas t-shirts em qualquer companhia não-Cristã, mas o seu propósito era mesmo o de forçar os Cristãos a ajoelharem-se perante o deus esquerdista Depravação, ou fazer os possíveis para que esta companhia entre em bancarrota devido aos processos legais punitivos.

Isto é o gayzismo.

Por esta altura é mais ou menos óbvio que as leis da "não-descriminação" são uma farsa uma vez que elas não foram feitas para acabar com a descriminação, mas sim para dar o poder de descriminar apenas às pessoas com a ideologia política "certa" [esquerdistas]. Note-se que nem se pode dizer que haja preconceito contra os gays porque se os mesmos gays requisitassem camisas com mensagens não-LGBT, a companhia teria todo o gosto em executar o serviço.

Mas não. O propósito é mesmo fazer os Cristãos agir de modo que viole a sua fé religiosa.

Estas leis são aplicadas de modo selectivo, obviamente. Imagine-se o que aconteceria se um homem entrasse numa loja cujos donos fossem negros e pedisse que estes gravassem t-shirts com mensagens de apoio ao Ku Klux Klan, e posteriormente processasse a loja se estes educadamente se recusassem a realizar o pedido. Obviamente que este processo legal seria rejeitado em menos de 5 minutos, e este homem muito provavelmente seria ele mesmo alvo dum processo legal.

Mas no ocidente sob o domínio esquerdista os homossexuais são (por enquanto) um grupo "protegido" e "fofo". Devido a isso, a elite esquerdista que controla os destinos do Ocidente usa o movimento gay para forçar os Cristãos a escolher entre os seus valores morais e a sua subsistência económica.

Como diz o Olavo de Carvalho, a perseguição ideológica é apenas um passo até a perseguição física. A perseguição que a elite faz aos Cristãos não se prende com o facto desta elite se preocupar assim tanto com o que acontece como os homossexuais, mas sim com o facto dos Cristãos serem Cristãos. O propósito não é proteger os homossexuais mas sim destruir o Cristianismo.

Só que no dia em que a elite esquerdista conseguir destruir por completo a influência Cristã no ocidente, o movimento homossexual perderá a sua importância, e os seus membros serão tratados como sempre foram tratados os homossexuais em quase todas as ditaduras comunistas. [Pergunta: Quantas paradas gay existem em Cuba e na Coreia do Norte?]

Portanto, é uma perda de tempo dirigir ódio aos homossexuais como grupo, ou mesmo aos líderes do movimento gay, uma vez que eles mais não são que idiotas úteis do Marxismo Cultural. O mais importante é revelar a agenda esquerdista que motiva o movimento gay, e expô-la publicamente como um passo na direcção do totalitarismo político.

Vítimas de preconceito e ódio gayzista.



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