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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Activista LGBT condenado a 25 anos de prisão por tentar matar Cristãos

Activista homossexual que planeou levar a cabo um massacre armado nas instalações duma proeminente organização Cristã foi condenado a 25 anos de prisão. Como reportado previamente, em Agosto do ano passado, Floyd Corkins III entrou nas instalações da Family Research Council (FRC) em Washington, D.C. armado com uma pistola de 9 mm "Sig Sauer" que ele havia comprado numa loja de armas em Virginia. Para além disso, ele trazia consigo uma mochila com dois carregadores, cada um com 15 balas, e quatro caixas de munição foram encontradas no seu carro.

Corkins fingiu ser um estagiário como forma de passar pelo segurança, mas o gerente do edifício,  Leo Johnson, questionou o homem em torno do seu destino. Alegadamente Corkins começou a gritar coisas relativas às politicas da organização [pró-família] e disparou sobre o guarda no braço como forma de passar recepção. Imediatamente Johnson neutralizou e desarmou Corkins, sendo ele mantido no local até a chegada da polícia.

Segundo algumas testemunhas, depois de sua pistola ter sido confiscada, Corkins gritou:

Não disparem contra mim! Isto não é por vossa causa, mas sim por causa do que este local defende.

Descobriu-se mais tarde que Corkins tinha mais duma dúzia de sandwiches Chick-fil-A na sua mochila. Ele disse aos investigadores que planeava "matar as pessoas no edifício e depois esfregar uma sandwich Chick-fil-A nas suas caras.”

Como foi que encontraste esta organização?” revela um vídeo online onde se vê um investigador a questionar. “Procuraste na internet?

Corkins respondeu:

A [organização esquerdista] Southern Poverty Law tem uma lista com todos os grupos anti-gay. Encontrei-os online. Fiz uma pesquisa, fui à internet, coisas assim desse tipo.

Mais tarde, Corkins declarou-se culpado de 10 acusações em torno do tiroteio. Na Quinta-Feira, ele foi condenado a 25 anos de prisão, quase metade do que a acusação havia requisitado, mas o dobro do que os advogados de defesa haviam sugerido. Durante a audiência onde ele foi sentenciado, para além de continuar a declarar-se contra a posição da FRC, Corkins afirmou:

Apercebo-me que recorrer à violência para atingir um propósito político nunca é correcto. ... Este foi um crime sem sentido algum. Muitas pessoas seriam assassinadas de modo bárbaro e separadas das suas famílias para sempre.

Tony Perkins, fundador da FRC, encontrava-se também presente e falou em nome da organização:

Hoje, não buscamos vingança mas justiça. Muitos dos nossos funcionários e as suas respectivas famílias têm sofrido danos emocionais e psicológicos contantes, e mudaram a sua vida devido ao ataque. Todos os dias, a nossa equipa tem que lidar com o facto de todos nós sermos uma vítima potencial.

Numa sociedade civilizada, acabar com o debate não a forma como as pessoas e organizações razoáveis operam. Intimidar e assustar os outros acaba com a "liberdade organizada" sobre a qual os nossos Pais Fundadores escreveram e em favor da qual eles militaram, e coloca-nos a todos em perigo de perder os nossos direitos sagrados quando extremistas militantes tomam conta do espaço público exclusivamente para eles.

O Procurador dos EUA, Robert Machen, emitiu uma declaração logo depois da sentença ter sido tornada pública, agradecendo Johnson por ter impedido que uma tragédia tenha ocorrido:

O heroísmo dum guarda de segurança foi tudo o que impediu Floyd Corkins III de levar a cabo um tiroteio em massa com o expresso propósito de matar o maior número de pessoas possível. Toda a nossa comunidade encontra-se agradecida ao nosso herói que se opôs a este ataque hediondo. Hoje, a sentença de 25 anos demonstra o preço alto que tem que ser pago quando se recorre à violência para aterrorizar os inimigos políticos.

A sentença imposta a Corkins foi a primeira a ser emitida segundo a Lei Anti-Terrorrismo de Washington.

Fonte: http://ow.ly/p5kVq

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Corkins é o produto duma cultura que demoniza os Cristãos ao mesmo tempo que relativiza toda a violência levada a cabo pelos grupos LGBT.  Reza a lenda que a violência LGBT é apenas a "revolta contra anos de opressão". Seria interessante saber quantos "anos de opressão" Corkins sofreu de modo a que ele se sentisse "forçado" a tentar matar Cristãos.

Como já foi dito várias vezes por várias pessoas, sempre que isto - ataques esquerdistas contra Cristãos - acontece, os conservadores têm que levar as coisas até às últimas consequências legais. Se se pactua com isto ao não se desenvolver esforços para acusar os infractores,, os activistas da extrema-esquerda tomam isso como um sinal de fraqueza, e da próxima vez farão ainda pior.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Pressão do lobby gay prejudica crianças

ATLANTA, 28 Nov. 12 / 01:14 pm (ACI/EWTN Noticias).- O gigante americano de encomendas e correios UPS anunciou que deixará de doar dinheiro aos Escoteiros (Boy Scouts) até que sejam admitidos na organização líderes e escoteiros gays.

A empresa americana, que entre 2010 e 2011 entregou mais de 235 mil dólares aos Boy Scouts, assegurou que a partir de agora as organizações que procuram doações deverão aderir a sua política de não discriminar a ninguém com base na raça, religião, incapacidade e orientação sexual.

A decisão do UPS foi feita em meados de Novembro depois da pressão do lobby gay, que insistiu em cessar o financiamento aos Escoteiros até que seja anulada sua "dolorosa política" considerada "anti-gay".

O porta-voz da organização juvenil, Deron Smith, expressou: "Estamos decepcionados ao conhecer esta decisão, mas respeitamos o direito de todos a ter e expressar uma opinião diferente".

"Infelizmente, esta decisão terá um impacto directo nos jovens aos quais servimos em nossas comunidades locais", lamentou.

Por sua parte, o Family Research Council (FRC), organização americana defensora da família, criticou o fim das doações da UPS aos Boy Scouts, e remarcou que o que esta companhia e outras "negam-se a entender que a política dos Escoteiros não é um assunto de intolerância, mas de segurança".

FRC explicou em um comunicado que "depois das centenas de casos de abuso sexual a menores que infestaram a organização, os Boy Scouts da América tentaram criar um critério de afiliação de membros que seja o melhor para a segurança dos meninos e para os direitos dos pais".
"Durante estes anos, os Boy Scouts pagaram milhões, possivelmente centenas de milhões, a meninos que foram vítimas de abusadores homossexuais. E o custo financeiro não foi nada comparado com o trauma emocional destes meninos, cujas vidas estão marcadas para sempre por esses encontros".
A organização defensora da família sublinhou que "por mais de 100 anos, os Escoteiros se enfocaram em inculcar carácter e liderança nos meninos americanos. Eles não vão comprometer essa missão só para aplacar a companhias liberais e os activistas".
"Os Boy Scouts são peritos em sobrevivência, o que certamente é prático quando a esquerda está buscando fechá-los. Apesar da implacável pressão para que façam sua mensagem mais politicamente correta, os Boy Escoteiros mantiveram seu compromisso para manter a organização ‘moralmente correta’".
A FRC lamentou que "infelizmente, para milhões de jovens, não todas as pessoas nos Estados Unidos respeitem essa decisão. Em seu lugar, sua postura sobre a homossexualidade converteu os Escoteiros freqüentemente em alvo de perseguição, ridículo e agora bullying financeiro".
"Como uma companhia privada, UPS tem todo o direito de determinar quem ela apóia. Com a mesma moeda, também nós”, afirmou o FRC.
Em comunicação com o grupo ACI, o Presidente do Conselho Mexicano da Família (ConFamilia), Juan Dabdoub Giacoman, advertiu que "a atitude da empresa UPS, de cancelar suas doações aos Boy Scouts por não aceitar homossexuais em sua organização, representa uma grave ameaça aos direitos humanos em nível mundial, que merece um firme um boicote de todos os pais de família para que deixem de usar seu serviço de entregas".

Para o Dabdoub Giacoman, "a UPS pretende erguer-se, não só por cima do direito dos pais de escolher a educação de seus filhos e do direito à liberdade de religião, reconhecidos nos artigos 26 e 18 da Declaração Universal dos Direitos humanos, mas quer ir além da Corte Suprema dos Estados Unidos, que reconheceu o direito dos Boy Escoteiros de negar o acesso de homossexuais à sua instituição".

Giacoman indicou que a empresa americana "também contradiz o Tribunal de Estrasburgo, máximo tribunal em direitos humanos do Conselho da Europa, que emitiu uma sentença afirmando que a homossexualidade não é um direito humano; pois havia afirmado que ‘o matrimónio homossexual não é um direito (humano) fundamental e universal’ e que só se entende o matrimônio como ‘a união entre um homem e uma mulher’".

"Os pais de família devemos atuar com contundência e deixar de usar os serviços do UPS, antes que outras empresas decidam seguir seu exemplo e comecem tentar impor-nos suas equivocadas ideologias em prejuízo de nossos filhos", concluiu.

Depois de conhecer a decisão do UPS, o Grupo ACI, que utilizava os serviços da empresa para sua correspondência corporativa, decidiu prescindir de seus serviços.


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Mais uma evidência da natureza totalitária do movimento gay. Se eles colocam a sua agenda política acima da segurança das crianças, é seguro afirmar que nada os fará parar até que eles obtenham o que querem. O que eles não sabem é que se eles obtiverem o que querem, o seu papel terminará.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Quando o ódio não é ódio


Há cerca de uma semana atrás um homossexual tentou disparar vários tiros dentro duma instituição que defende os valores familiares devido ao facto dele não gostar do que eles "representam." Segundo o artigo citado mais embaixo, a polícia e os órgãos de informação nada reportaram em torno do facto do homem ser homossexual ou em torno dos motivos que o motivaram a fazer o que tentou fazer.

Durante a onda anual de "Atiradores solitários", o facto mais estranho deste caso é que o mesmo pode não ter sido planeado ou preparado. É como se um bêbado invadisse um palco no momento exacto em que uma peça está a decorrer e ele tivesse sido rapidamente retirado do palco pelos seguranças enquanto os actores se recompunham e retomavam a peça.

Os conservadores - e não os "oprimidos" homossexuais - agem deste modo.

Quando analiso os artigos da grande média em torno deste ataque, fico com a impressão de que quem está a ser julgado é a Family Research Council. O New York Times - que, como se sabe, é totalmente dominada por esquerdistas e pessoas simpatizantes com a agenda homossexualista - disse que "Tiros Provavelmente Foram Politicamente Motivados." Se calhar a Southern Poverty Law Center [esquerdistas] poderá criar a linha divisória entre "tiroteio politicamente motivado" e "tiroteio motivado pelo ódio."


Segundo o FBI, Floyd Lee Corkins II disparou uma Sig Sauer de 9mm no hall de entrada das instalações do grupo pró-família - com sede em Washington - que ajudou a escrever a "Defense of Marriage Act." Corkins tentava fazer-se passar por um estagiário, munido com as suas sanduiches Chic-Fil-A, mas o segurança não acreditou nele.

Corkins entrou em pânico, puxou da sua arma e disparou contra o braço do guarda. O guarda ferido lutou contra Corkins e imobilizou-o antes que ele tivesse a possibilidade de matar alguém.
Corkins disse, "Não atirem sobre mim. Isto não é nada contra ti, mas sim contra o que este lugar representa." O lema da Family Research Council, disposto de forma proeminente sobre a entrada do edifício, é "Fé, Família, e Liberdade" [Faith, Family and Freedom.]. É preciso cavar bem fundo na maioria das reportagens dos média para descobrir que Corkins tinha feito voluntariado no "D.C. Center for LGBT Community", grupo feito para "as lésbicas, gays, bissexuais e transgénero." Isto contrasta de forma vincada com outras reportagens mediáticas tais como o tiroteio levado a cabo por Anders Breivik, onde o atirador foi rapidamente e incorrectamente identificado como um "fundamentalista Cristão." O tiroteio que ocorreu nas instalações da "Family Research Council" chega pouco depois desta organização ter defendido o presidente da Chick-fil-A - Dan Cathy - nas suas palavras em defesa do casamento.

O que se pode concluir deste incidente é que, para os esquerdistas, o termo "ódio" está exclusivamente reservado para os seus adversários políticos. O grupo homossexual com sede em Washington "Human Rights Campaign", por exemplo, recusou-se a parar de identificar o lobby pró-família como "grupo de ódio." (Isto porque para os activistas homossexuais, discordar das suas posições é sinal de "ódio.")

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