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domingo, 11 de agosto de 2013

Marco Feliciano é atacado por activistas gays durante voo

O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi hostilizado durante voo da Azul com destino a Guarulhos, São Paulo. Após o avião decolar em Brasília cerca de 10 homossexuais passaram a hostilizar o parlamentar.

Feliciano agradeceu através de sua conta no Twitter o apoio dos passageiros e da comissão de bordo. “Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Haviam crianças no voo, famílias”, disse.

Envolvido em polêmicas desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o parlamentar tornou-se principal alvo de activistas de movimentos LGBT.

O parlamentar afirmou que dois activistas chegaram a ir até a poltrona onde ele estava e passaram a provocá-lo. Como ele não reagia às provocações teria sido tocado no rosto.

O cantor Roberto Marinho, que acompanha o pastor em suas agendas disse que não é a primeira vez que o pastor é hostilizado por ativistas gays em um voo. Marinho também afirmou que enquanto um activista tentava esfregar a genitália no pastor, outro filmava tudo.

“Tentaram varias vezes tocar no rosto, nos cabelos e no queixo de Marco Feliciano, eu tentei impedir, mas foi em vão. Ouve tumulto”, escreveu Marinho no Twitter.

Durante o desembarque da aeronave a companhia aérea teria reservado uma van para levar o parlamentar até o posto da Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos, mas o parlamentar não quis prestar queixa.

Feliciano lamentou o ocorrido e disse que a atitude foi de desrespeito. “Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito mas não respeitam”.

Caso de polícia

O Ministério Público resolveu denunciar os policiais que faziam a segurança de um evento realizado pela Assembleia de Deus em Santarém, no Pará, com a participação do pastor Marco Feliciano.

Militantes homossexuais conseguiram furar a barreira da polícia e passaram a fazer manifestações no local do culto enquanto Feliciano ministrava. O parlamentar interrompeu a pregação e deu voz de prisão contra os activistas.

Imediatamente policiais e seguranças contratados para o evento pediram que os jovens se retirassem do local, mas se negaram e foram retirados a força. Os militantes acusam a polícia de ter agido com truculência.



quarta-feira, 13 de março de 2013

Pastor Feliciano sofre ataques por parte de activistas homossexuais

Mais de 200 pessoas, com cartazes, faixas e gritos de ordem, protestaram na porta da Igreja Assembleia de Deus - Catedral do Aviamento, neste Domingo à noite em Franca (SP), onde o pastor Marco Feliciano (PSC) se encontrava. O motivo foi o facto de ele ter assumido a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.
O pastor não está a ser vítima de ataques pela extrema-esquerda por ter sido eleito, mas sim por se identificar com o Cristianismo Bíblico. Se Marco Feliciano fosse adepto da "Teologia" da Libertação, este tipo de manifestaçõs "facíficas" não ocorreriam.

Para além disso, se qualquer outro Cristão tivesse sido eleito, ele sofreria o mesmo tipo de ódio por parte dos activistas homossexuais.
Os manifestantes garantem que o protesto foi pacífico. 
Claro. A extrema-esquerda é mundialmente famosa pelos seus "protesos pacíficos".
Já o pastor e deputado alegou em nota que a acção foi feita por "activistas gays" que teriam tentado invadir o templo. 
Isto é normal. 
Os manifestantes eram, em sua maioria, estudantes universitários da Unesp. Eles chegaram por volta das 18h30 na frente do templo e ficaram até as 20h30. Quatro viaturas da Polícia Militar acompanharam a manifestação e ajudaram o deputado a deixar a igreja. "Ele é homofóbico e machista declarado, não pode ocupar um cargo voltado aos direitos humanos", gritou uma jovem. 
Tradução: ele não se alinha com a agenda gayzista e nem com a agenda feminazista.
Por causa da manifestação, Marco Feliciano, que é de Orlândia (SP), na região de Franca, disse que não divulgará mais sua agenda via internet. 
Decisão acertada por parte Feliciano, visto que o ódio dos activistas gays pode ficar fora do controle.
O pastor afirma que foi agredido com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. "O pastor Marco Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas crianças que, aos choros, se apavoraram quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam", diz a nota. Por fim, ele argumenta que "já está procurando as autoridades para tomar todas as medidas cabíveis".
Esta é a famosa "tolerância" da esquerda militante.


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