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terça-feira, 1 de abril de 2014

Nos EUA, dizer "Apoio o casamento tradicional" pode valer despedimento

Uma advogada de sucesso, que trabalha numa multinacional, chega ao auditório de um centro paroquial universitário para falar sobre as ameaças à liberdade religiosa. Confrontada por um jornalista, aceita falar, mas apenas sob anonimato. Teme perder o emprego, como já aconteceu a conhecidos.
Estamos no Michigan, Estados Unidos, a pátria da liberdade religiosa, mas onde muitos crentes começam a sentir que essa conquista está a definhar.
Sei de casos de pessoas que foram despedidas de empresas privadas simplesmente por dizer coisas do género 'Eu apoio o casamento tradicional'”, explica a advogada à Renascença.
Em causa está a redefinição do conceito tradicional de casamento, como sendo entre homem e mulher, para a aceitação da noção de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Com a legalização do casamento homossexual em cada vez mais estados americanos, surgiram vários focos de confronto entre a liberdade religiosa e discriminação por orientação sexual.
Há o caso de um casal que tinha uma pastelaria que se recusou a fazer um bolo para um casamento homossexual. Foram processados, multados e acabaram por fechar a loja. Mais recentemente, tivemos um caso no Novo México de uma fotógrafa que se recusou a trabalhar numa cerimónia homossexual”, conta.
A advogada explica que a educação é outra área de preocupação: “Massachusetts foi o primeiro Estado a aprovar a redefinição de casamento. Nesse Estado estão a ensinar na escola que o estilo de vida homossexual é natural e bom. Os pais não se podem queixar, nem são notificados. Há uma preocupação que esse género de restrições chegue a outros estados que também aprovem o casamento homossexual”.
“Como viver a minha fé?”

Na sala paroquial estão dezenas de jovens atentos, orientados pelo jovem e enérgico padre Denis Heames. O sacerdote nota preocupação entre os alunos católicos da Central Michigan University (CMU), que acompanha.

Penso que estamos a chegar a um ponto em que vamos perder a liberdade de ser contra isto na praça pública. Sinto que já nem é uma discussão”, refere.
Por exemplo, pessoas que estudam ciências da educação” sentem algumas dificuldades com o currículo “no que diz respeito à diversidade ou literatura, que contém material mais claramente ideológico”, diz. 

Vejo alunos católicos que entram para estes cursos e que sentem dificuldades com isto. Como é que vou conseguir viver a minha fé neste ambiente laboral, com tanta pressão ideológica?

A dificuldade é sentida na pele por Kelly, aluna da CMU que estuda educação.
Preocupo-me com os meus filhos, não os quereria colocar no ensino público. E preocupo-me comigo porque quero ser professora e não me sentiria bem a ensinar algo deste género, porque atenta contra as minhas crenças e valores”, diz. “Não consigo separar a minha fé da minha vida profissional.
Bobby, da mesma universidade, estuda comunicação social e dá conta da agressividade que tem de enfrentar quando se manifesta sobre assuntos como o casamento entre homossexuais.
É um tema fracturante, basta falar no assunto e as pessoas levantam rapidamente as defesas. Mesmo no Facebook, quando a questão surgiu, as pessoas estavam só a atacar. Publiquei a minha opinião enquanto católico e fui atacadíssimo. Por isso, às vezes, é difícil e só nos apetece virar as costas ao assunto”, confessa.
Supremo vai decidir

Os casos envolvendo objecção de consciência à participação em cerimónias de casamento entre pessoas do mesmo sexo estão a caminho do Supremo Tribunal.

Antes, os juízes terão ainda de avaliar a questão do “ObamaCare”, o plano de Barack Obama para a reforma do sistema de saúde, que pretende obrigar instituições católicas, como universidades e hospitais, a fornecer aos seus empregados seguros de saúde que cubram contraceptivos e serviços abortivos.
Os bispos já disseram que se recusam a acatar a ordem e que preferem encerrar todos os seus serviços nestas áreas, mas a administração Obama não desarma, o que tem levado a Igreja a invocar também o argumento da liberdade religiosa.
Estes e outros assuntos serão, certamente, um dos pontos de discussão entre o Papa Francisco e Obama, que se encontram no Vaticano, esta quinta-feira.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pastor Feliciano sofre ataques por parte de activistas homossexuais

Mais de 200 pessoas, com cartazes, faixas e gritos de ordem, protestaram na porta da Igreja Assembleia de Deus - Catedral do Aviamento, neste Domingo à noite em Franca (SP), onde o pastor Marco Feliciano (PSC) se encontrava. O motivo foi o facto de ele ter assumido a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.
O pastor não está a ser vítima de ataques pela extrema-esquerda por ter sido eleito, mas sim por se identificar com o Cristianismo Bíblico. Se Marco Feliciano fosse adepto da "Teologia" da Libertação, este tipo de manifestaçõs "facíficas" não ocorreriam.

Para além disso, se qualquer outro Cristão tivesse sido eleito, ele sofreria o mesmo tipo de ódio por parte dos activistas homossexuais.
Os manifestantes garantem que o protesto foi pacífico. 
Claro. A extrema-esquerda é mundialmente famosa pelos seus "protesos pacíficos".
Já o pastor e deputado alegou em nota que a acção foi feita por "activistas gays" que teriam tentado invadir o templo. 
Isto é normal. 
Os manifestantes eram, em sua maioria, estudantes universitários da Unesp. Eles chegaram por volta das 18h30 na frente do templo e ficaram até as 20h30. Quatro viaturas da Polícia Militar acompanharam a manifestação e ajudaram o deputado a deixar a igreja. "Ele é homofóbico e machista declarado, não pode ocupar um cargo voltado aos direitos humanos", gritou uma jovem. 
Tradução: ele não se alinha com a agenda gayzista e nem com a agenda feminazista.
Por causa da manifestação, Marco Feliciano, que é de Orlândia (SP), na região de Franca, disse que não divulgará mais sua agenda via internet. 
Decisão acertada por parte Feliciano, visto que o ódio dos activistas gays pode ficar fora do controle.
O pastor afirma que foi agredido com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. "O pastor Marco Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas crianças que, aos choros, se apavoraram quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam", diz a nota. Por fim, ele argumenta que "já está procurando as autoridades para tomar todas as medidas cabíveis".
Esta é a famosa "tolerância" da esquerda militante.


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sexta-feira, 8 de março de 2013

Será que os activistas homossexuais levaram Roger Crouch ao suicídio?

O filho de Roger Crouch, Dominic Crouch (15 anos), cometeu suicídio no dia 18 de Maio de 2010. Pouco depois deste trágico evento, activistas homossexuais membros do grupo radical "Stonewall" entraram em contacto com Roger Crouch requisitando permissão para usar a morte de Dominic como exemplo de "bullying anti-homossexual".

O problema é que Dominic não era homossexual e o sr. Crouch eventualmente cometeu suicídio porque sentia que estava a ser vítima de bullying por parte do grupo Stonewall visto que eles queriam instrumentalizar a morte do filho em favor da sua agenda política.

Esta história trágica teve início quando um grupo dos estudantes "Year 9" da escola de Dominic - St Edward’s, escola Católica - foram para uma viagem residencial a "Forest of Dean". Os adolescentes ficaram no "St Briavels Castle" – um edifício do século 13 que actualmente opera como um albergue de juventude – e numa noite reuniram-se para jogar um jogo conhecido como "roda a garrafa" (inglês: “spin the bottle”). Este é um jogo de festas onde os jogadores sentam-se em círculo e giram uma garrafa vazia. Quando ela para, o jogador que a rodou tem que beijar a pessoa para quem a garrafa está a apontar.

Dominic tomou parte no jogo inocente e alguns participantes tiraram fotos com os seus telemóveis. Quando voltaram da viagem escolar, as imagens foram circuladas. Mesmo numa escola Católica, alguns alunos haviam adoptado algumas ideias erradas em torno do homossexualismo, e pensaram que seria engraçado provocar o Dominic chamando-o de "gay".

Dominic tinha já um complexo de inferioridade por ser disléxico, e como tal, ele achou este novo fardo difícil de suportar. A sua mãe lembra:

Ele sentia-se envergonhado e deslocado do grupo. Fizeram com que ele se sentisse como um idiota.

As piadas continaram, e como ele as achou demasiado difíceis de suportar, cometeu suicídio saltando do telhado dum prédio com seis andares.

Dominic escreveu três cartas de suicídio onde ele deixou bem claro o bullying que sofria e o facto dele não estar interessado no homossexualismo:

Querida Família,
Sinto muita pena pelo que estou em vias de fazer. Recentemente, tenho sido vítima de intimidação (inglês: "bullied") de forma maciça e tenho sofrido muito com a m---a inventada sobre mim, que não é verdade. 

Ben Summerskill, Director-Executivo do grupo activista homossexual Stonewall, leu a notícia nos jornais e rapidamente alistou Roger Crouch para as visitas escolares que são feitas como forma de falar contra a intimidação "homofóbica". Existia no entanto um fosso enorme estre as ideias deBen Summerskill e as de Roger Crouch, tanto assim, que apesar das cartas de Dominic, Summerskill estava determinado em sugerir que Dominic provavelmente era homossexual, e que os seus pais se encontravam em "negação". Summerskill escreveu no jornal "The Guardian", jornal agressivamente esquerdista:

Não sabemos se Dominc era ou não homossexual, mas uma das tristes verdades em casos similares é que os pais tendem a entrar num estado de negação completa, mesmo quando estão na presença de evidências suficientes para saber o porquê do seu filho ter cometido suicídio. Em casos como este, os pais atravessam todas as emoções de descobrir que o filho pode ser homossexual, bem como enfrentar o trauma de perder um filho.

Isto é exactamente a visão oposta àquela mantida pelo pai de Dominic, que era de opinião de que, se estes adolescentes não tivessem recebido ideias precoces e prejudicias sobre o homossexualismo, eles não teriam feito este tipo de piadas. Ele mantinha a crença de que a obsessão com o homossexualismo, promovido por grupos tais como Stonewall (com verbas públicas), era a causa do problema. A ideia do homossexualismo está tão presente nos média que as mentes dos adolescentes estão saturadas com elas. Até nas aulas de educação sexual é ensinado o homossexualismo (!). Agora, o grupo Stonewall quer explorar a morte de Dominic Crouch para piorar ainda mais o problema.

Em Novembro de 2011, na "Cerimónia de Prémios Stonewall", levada a cabo no "Victoria and Albert Museum" no centro de Londres, Roger Crouch recebeu a maior honra por parte do grupo Stonewall, "Hero of the Year" (Herói do Ano). Durante a cerimónia ele cruzou-se com a fina flor da comunidade homossexual de Londres, políticos, produtores e personalidades do "showbiz". Será que ele se sentiu honrado? Não; ele sentia-se frustrado e zangado.

Na verdade, ele sentia-se como vítima de intimidação (bullying) por parte dos activistas homossexuais.

No dia 28 de Novembro de 2011, apenas algumas semanas depois de receber o prémio do grupo Stonewall, Roger Crouch enforcou-se na garagem  da casa familiar. Ele tinha 55 anos. O director funerário que veio remover o corpo era o mesmo que havia tratado do enterro de Dominic.

Roger Crouch: vítima da intimidação homossexual?


Fontes:
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