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terça-feira, 19 de maio de 2015

Activistas em favor do "casamento" homossexual atacam menina de 10 anos

Por Fernando Sanchez

Uma menina de 10 anos foi hospitalizada depois de ter sofrido um ataque não-provocado num evento levado a cabo pelos manifestantes em favor do "Não" à redefinição do casamento. Muireann DeClár, com 10 anos, encontrava-se sentada junto a um camião publicitário que tinha um placard com um "Não", quando o evento foi perturbado por um gangue de jovens que atirava mísseis, incluindo ovos.

Muireann é alérgica aos ovos, e consequentemente sofreu uma reacção alérgica e imediatamente sofreu um grave ataque alérgico. A vida de Muireann foi salva pela acção pronta da sua mãe, que lhe administrou adrenalina no local. Desde então, a criança foi hospitalizada, e a sua condição está qualificada como estável.

O incidente ocorreu por volta das 16:30 desta tarde [ed: no dia em que o texto foi publicado] perto do centro comercial Navan, onde os militantes em favor do Não liderados por Paddy Manning estavam a falar com as pessoas que iam passando. Falando do incidente, Manning disse:

Em todos os meus anos de activismo político, nunca testemunhei um acto tão negligente, ou uma cena tão deprimente.Embora os atacantes não tivessem forma de saber que Muireann tinha uma alergia, eles tinham todas as formas de saber que havia uma criança com cerca de 10 anos por perto. A atmosfera tóxica criada pelos activistas em favor do SIM é parcialmente responsável por este incidente, e disso não podem existir dúvidas.

O evento em questão era um encontro onde os activistas em favor do "Não" estavam a tentar falar com as pessoas de forma amigável em torno da decisão perante o país no espaço duma semana. Que a resposta a este envolvimento por parte de quem não concorda connosco tenha sido mandar uma criança para o hospital é algo que está para além dos limites.

Apelo de forma firme a uma condenação absoluta e o distanciamento em relação a este incidente por parte dos líderes da campanha do "Sim", incluindo aqueles que se encontram à frente de partidos políticos.

Gostaria de endereçar as minhas simpatias, e as simpatias de todos dentro da campanha do "Não" à Muireann e à sua família. Eles tornaram-se em vítimas infelizes duma campanha que perdeu todo o sentido de perspectiva.

- http://bit.ly/1PlgKhd

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Não é de admirar que os esquerdistas que usam o activismo homossexual como forma de atacar a família natural não tenham qualquer tipo de consideração pela vida de crianças, visto que são estes mesmos esquerdistas que defendem que crianças sejam entregues a uniões que, com base na ciência, não são boas para as crianças.



sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Activistas homossexuais Italianos estão cada vez mais violentos

Um lobby homossexual Italiano cada vez mais violento levou a cabo uma séria de ataques violentos contra uma pacífica demonstração pró-família que decorreu no país. Pelo menos uma padre Italiano e uma mulher tiveram que ser levados para um hospital devido aos ferimentos infligidos pela turba homossexual que durante, as últimas semanas, atacou um largo número de demonstradores pró-família silenciosos um pouco por toda a Itália.

Os heterossexuais que fizeram parte da demonstração - e que eram pessoas que faziam parte de todos os quadrantes da vida - formam um movimento cada vez mais popular na Itália, conhecido como "Sentinelas de Pé" (“Sentinelle in Piedi”). Eles receberam este nome porque tudo o que eles fazem é ficar em pé em praças públicas, formando linhas igualmente separadas, e lendo em silêncio. 

O movimento emergiu no ano passado, depois do parlamento Italiano - sob a liderança do extremista partido esquerdista que se encontra no poder - ter dado entrada a uma lei que ilegaliza "a discriminicação com base na homofobia" - isto é, tornando ilegal o acto de escolher não se associar, ou associar o seu negócio, com homossexuais.

[ed: na verdade, não é com homossexuais mas sim com o homossexualismo e com tudo o que promove este comportamento auto-destrutivo]

As demonstrações dos “Sentinelle in Piedi”, que são levadas a cabo em conjugação e com a participação do partido nacionalista Forza Nuova, ocorreram recentemente em Bolonha, Turim, Génova, Aostra, e em pelo menos 100 outras cidades. Estima-se que, há duas semanas, pelo menos 10,000 pessoas tenham participado num só dia - precisamente quando o primeiro ataque homossexual violento ocorreu.

Segundo alguns relatos, na cidade nortenha de Rovereto uma turba de homossexuais enlouquecidos começou por destruir os materiais publicitários dos Sentinelas, gritando ameaças e atirando ovos, mas depois disto esta turba começou a atacar fisicamente os demonstradores, esmurrando, pontapeando e cuspindo nas mulheres e nas crianças de forma igual.

Foi neste encontro que o sacerdote, o Padre Matteo Graziola, e uma jovem mulher, que não foi identificada, ficaram feridos.

A turba de homossexuais voltou-se posteriormente contra a polícia - que demorou a chegar - e atacou-os de igual modo.

Em Bolonha a cena foi caótica à medida que os participantes dos Sentinela se viram forçados a sofrer as atitudes de demonstradores que gritavam, diziam palavrões e dificilmente eram contidos pela polícia local. Os activistas homossexuais haviam sido chamados para se demonstrarem contra o evento pelo lobby homossexual organizado com o nome de "Arcigay".

Um porta-voz dos Sentinelas disse ao Tempi.it que os homossexuais atiravam garrafas, cuspiam e gritavam obscenidades, embora estivessem presentes crianças dentro do grupo dos Sentinelas:

Cerca de 80 pessoas foram incapazes de chegar à praça pública devido ao caos, ao mesmo tempo que famílias com crianças eram forçadas a abandonar o local. Uma mãe que empurrava um carrinho de bebé foi coberta de insultos e cuspida; este foi o facto que mais tristes nos deixou.


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Se nem os bebés e as mulheres os activistas homossexuais respeitam, a quem é que eles irão respeitar? E se eles não respeitam bebés, porque é que estes activistas pensam que merecem o respeito de alguém?


domingo, 11 de agosto de 2013

Marco Feliciano é atacado por activistas gays durante voo

O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi hostilizado durante voo da Azul com destino a Guarulhos, São Paulo. Após o avião decolar em Brasília cerca de 10 homossexuais passaram a hostilizar o parlamentar.

Feliciano agradeceu através de sua conta no Twitter o apoio dos passageiros e da comissão de bordo. “Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Haviam crianças no voo, famílias”, disse.

Envolvido em polêmicas desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o parlamentar tornou-se principal alvo de activistas de movimentos LGBT.

O parlamentar afirmou que dois activistas chegaram a ir até a poltrona onde ele estava e passaram a provocá-lo. Como ele não reagia às provocações teria sido tocado no rosto.

O cantor Roberto Marinho, que acompanha o pastor em suas agendas disse que não é a primeira vez que o pastor é hostilizado por ativistas gays em um voo. Marinho também afirmou que enquanto um activista tentava esfregar a genitália no pastor, outro filmava tudo.

“Tentaram varias vezes tocar no rosto, nos cabelos e no queixo de Marco Feliciano, eu tentei impedir, mas foi em vão. Ouve tumulto”, escreveu Marinho no Twitter.

Durante o desembarque da aeronave a companhia aérea teria reservado uma van para levar o parlamentar até o posto da Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos, mas o parlamentar não quis prestar queixa.

Feliciano lamentou o ocorrido e disse que a atitude foi de desrespeito. “Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito mas não respeitam”.

Caso de polícia

O Ministério Público resolveu denunciar os policiais que faziam a segurança de um evento realizado pela Assembleia de Deus em Santarém, no Pará, com a participação do pastor Marco Feliciano.

Militantes homossexuais conseguiram furar a barreira da polícia e passaram a fazer manifestações no local do culto enquanto Feliciano ministrava. O parlamentar interrompeu a pregação e deu voz de prisão contra os activistas.

Imediatamente policiais e seguranças contratados para o evento pediram que os jovens se retirassem do local, mas se negaram e foram retirados a força. Os militantes acusam a polícia de ter agido com truculência.



sábado, 20 de abril de 2013

A gaystapo e o exemplo de Policarpo

Por Gary DeMar

Durante o fim de semana da Páscoa a "St. Jude Catholic Church" (Westlake Village) foi disfigurada e vandalizada. As breves linhas que se seguem apareceram na edição do dia 11 de Abril da "The Acorn", um jornal comunitário que disponibiliza as suas publicações em Agoura Hills, Calabasas, Oak Park, e Westlake Village na Califórnia:

Vândalos atacaram o quarteirão 32000 do Lindero Canyon Road no período compreendido entre os dias 29 de Março (Sexta-Feira) a 30 de Março (Sábado), afirmaram as autoridades. Segundo uma das fontes do jornal The Acorn, os grafites incluiam referências ao homossexualismo, várias palavras de quatro letras e uma suástica. Alegadamente um rabisco dizia "Deus é gay."

Esta história não recebeu qualquer tipo de atenção fora da pequena comunidade mencionada em cima. Eu por acaso vi-a porque por essa altura me encontrava em Los Angeles por motivos de negócios; durante o tempo que estive lá, tomei posse desse jornal comunitário.

Se algum grupo homossexual tivesse sido vítima de grafite anti-homossexualismo, a história teria sido noticiada por todos os órgãos de informação. Acusações de "crime de ódio" seriam lançadas contra os autores dos crimes, e "treinos de sensibilidade" seriam exigidos por todos os grupos homossexuais do país.

Sempre que alguém faz um comentário depreciativo direccionado ao homossexulaismo, a gaystapo entra em acção, e os média concordam criando manchetes na primeira página de modo a garantir que a pessoa que fez esse comentário nunca mais se atreva a fazer o mesmo.

O Huffington Post produz dúzias de artigos sobre políticos e personalidades de Hollywood que se manifestam publicamente em favor do "casamento" homossexual. Eles querem continuar o seu trabalho em Hollywood.

A sua posição pró-homossexualismo é semelhante àquela que a Roma imperial exigia dos seus súbditos. Desde que as pessoas oferecessem algum incenso aos deuses Romanos, eles teriam permissão para adorar os seus deuses. Consideremos a história de Policarpo, que viveu entre 70 AD a 155 AD:

Durante este período, os imperadores de Roma haviam desencadeado um ataque feroz contra os Cristãos, e os membros da igreja emergente registaram muitas perseguições e muitas mortes.  
 
Policarpo foi preso por ser um Cristão - membro duma seita politicamente perigosa cujo rápido crescimento tinha que ser parado.  Encontrando-se no meio duma turba enraivecida, o procônsul Romano teve pena do gentil idoso e urgiu-o a que declarasse, "César é o Senhor."

Se Policarpo tivesse feito esta declaração, e oferecido uma pequena quantidade de incenso à estátua de César, ele teria escapado à tortura e à morte. 
 
A isto Policarpo respondeu, ‘Sirvo a Cristo há 86 anos, e Ele nunca me faz nada de mal. Como é que posso blasfemar o meu Rei que me salvou?’ Firme na sua posição em favor de Cristo, Policarpo recusou-se a comprometer as suas crenças, e, consequentemente, foi queimado vivo na estaca.

As pessoas não são queimada na estaca nos EUA; em vez disso, elas são "queimadas" pelos média sempre que levantam algum tipo de oposição à agenda homossexualista. Ao mesmo tempo, os homossexuais são protegidos pelos média sempre que estes atacam as pessoas que são contra o "casamento" homossexual, e o próprio acto homossexual. Alguns dos ataques levaram a que pessoas perdessem os seus empregos e fossem até processadas por não se alinharem com as exigências dos activistas homossexuais.

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Longe vai o tempo em que os activistas homossexuais apenas queriam "viver em paz"; hoje, a sua agenda anti-Cristã está a seguir o caminho que era suposto seguir. Os ataques aos Cristãos não são feitos por algo que estes tenham feito contra os homossexuais, mas sim porque é do interesse das forças que financiam o movimento gay enfraquecer a moral que serve de suporte aos seus opositores políticos.

É do interesse dos grandes grupos globalistas e dos grandes grupos financeiros destruir o Cristianismo porque enquanto esta ideologia estiver firme nos corações da sociedade civil, os seus interesses totalitários estarão sempre limitados. Mas como estes grupos não podem fazer (por enquanto) uma guerra aberta aos Cristãos sem revelar os seus propósitos, eles usam o movimento gay (e o feminismo) para fazer o seu jogo sujo. Quando o Cristianismo estiver totalmente destruído (no ocidente), a utilidade do movimento gay deixa de existir.

Isto é algo que os homossexuais irão descobrir amargamente, quando verificarem que a sua segurança física está a ser colocada de lado em favor da acomodação dos muçulmanos ou dos hispânicos (ou qualquer outro étnico ou ideológico usado pela esquerda militante como forma de destruir a civilização Ocidental e a moral Cristã).

Pode-se dizer portanto, e de certa forma, que o movimento gay está a trabalhar em favor de uma ideologia politica que irá, no futuro, fragilizar a situação dos homossexuais.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O racismo dos activistas homossexuais

O Arcebispo John Sentamu é um dos mais altos líderes da Igreja de Inglaterra. Um teólogo erudito com um doutoramento e um apaixonado defensor dos direitos humanos, ele é também negro. Quando activistas homossexuais enraivecidos decidiram atacá-lo por ele defender que o casamento é entre um homem e uma mulher isso, enviaram-lhe e-mails abusivos e ameaças de morte que incluiam insultos racistas.

Dito de outra forma, um negro deu a sua opinião sobre o que é um casamento, e os defensores da tolerância agiram de forma intolerante, enviando-lhe mensagens de ódio e preconceito. Actos como este demonstram graficamente o que é o activismo homossexual.

Alguns dos e-mails enviados eram tão maus que a polícia teve que investigá-los sob suspeitas de serem "crimes de ódio". Os activistas homossexuais qualificaram Sentamu de "cão nojento", "negro estúpido e mal cheiroso" e "gorila de batina".

Muitos dos e-mails continham palavras de ordem, exigindo que ele saísse da Grã-Bretanha ao mesmo tempo que outros diziam que ele se calasse antes que tivesse a sua cabeça esmagada. Uma das mensagens dizia que as suas qualificações não tinham qualquer tipo de valor uma vez que elas vinham do Uganda.

Lembre-se disto da próxima vez que um gayzista afirmar que a "opressão" dos homossexuais é análoga à opressão que os negros sofreram no passado.

O Dr Sentamu disse ainda:

O casamento é um relacionamento entre um homem e uma mulher. Não creio seja incumbência do Estado definir o que é o casamento uma vez que a mesma está plenamente definida na tradição e na História, e ninguém a pode mudar dum dia para o outro - por mais poderosa que se seja.  

Fontes:

domingo, 24 de fevereiro de 2013

A história dum deficiente morto por activistas homossexuais

Harry Hammond era um reformado de 69 anos que vivia em Bournemouth, a sul da costa da Inglaterra. Para além de sofrer de síndrome de Asperger, uma espécie de autismo que dificultava a sua comunicação, Harry era tímido, gentil e um excelente vizinho. Para além de fazer trabalho voluntário desde que se havia reformado, Harry era um Cristão fervoroso. 

Durante os fins de semana, ele participava em campanhas evangelísticas nas zonas mais importantes da área onde vivia - oferencendo panfletos cristãos às pessoas que passavam.

Num certo dia, um grupo de homossexuais viu o que ele fazia, e decidiu por término às suas actividades. Num Sábado de Outubro de 2011, eles organizaram um grupo de simpatizantes homossexuais que se aproximou e confrontou Harry Hammond. Por esta altura, ele encontrava-se a pregar a Palavra e a exibir um placard que dizia "Jesus dá paz, Jesus Vive, Fim à Imoralidade, Fim ao Homossexualismo, Fim ao Lesbianismo, Jesus é o Senhor".

De repente, Harry viu-se rodeado por uma turba de cerca de 30 activistas homossexuais. Não felizes em ridicularizá-lo e intimidá-lo, os activistas homossexuais rasgaram o seu sinal e atiraram-no (ao sr Harry) ao chão. Então eles mantiveram-no no chão enquanto atiravam lama e água para cima dele.

As pessoas que passavam por perto ficaram chocadas com o que viram, e como tal chamaram a polícia. Dois agentes chegaram ao local do ataque, e as pessoas que os haviam chamado pensaram que os activistas homossexuais seriam presos. O que aconteceu foi que os homossexuais exigiram que a polícia prende-se Harry Hammond por "discurso de ódio".

Depois de alguns desentendimentos, os activistas homossexuais conseguiram o que queriam e Harry foi preso (quando deveriam ter sido eles a ir para a prisão). Harry foi levado para a estação policial onde o seu autismo dificultou a sua comunicação quando ele tentava defender-se e descrever o que havia acontecido. Ele estava em choque, e havia sofrido concussões, cortes, contusões, para além de ter partido algumas costelas.

Ele foi acusado e sentenciado segundo a Public Order Act 1986. No tribunal, o Juíz determinou que ele era culpado, e multou-o com £300 mais £395 para as despesa. Harry foi então levado para o hospital, onde veio a falecer no dia seguinte devido às lesões físicas.

Os assassinos partiram livres e até hoje ninguém os acusou de nada. Nenhum dos activistas homossexuais foi alguma vez nomeado pelo tribunal.

Harry Hammond foi justificadamente qualificado de "Mártir" e sem dúvida alguma, ele foi vítima do bullying homossexual, o bullying politicamente correcto.

Fontes:   
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Explosão de SIDA junto da comunidade afro-americana ocultada pelos esquerdistas e activistas homossexuais.

Aparentemente, a organização pró-homossexualismo "Human Rights Campaign" esconde do público o crescimento regular das infecções do HIV durante a última década. De facto, esta e outras organizações gastam imensas somas de dinheiro dos seus orçamentos "bem munidos" precisamente a esconder este tipo de informação. O aumento do HIV é mau para as relações públicas.

O mesmo se passa com a Southern Poverty Law Center, que se mascara de organização que combate a difamação racial, mas nada diz dos estudos de 2009, e outro publicado em Julho de 2012, que revela que 12% dos jovens homossexuais negros são sero-positivos. O HIV está também em crescimento junto das jovens mulheres negras devido ao aumento da bissexualidade oculta entre os negros urbanos.

Uma reportagem publicada no dia 18 de Julho declarou que o HIV e a SIDA estão a afligir os homens negros americanos numa escala nunca vista em qualquer outro grupo do mundo desenvolvido. Tão grave é a crise que em algumas cidades americanas, 1 em cada 2 homens negros homossexuais está contaminado com o HIV, segundo esta reportagem da "Black AIDS Institute", o único instituto HIV-SIDA nacional que se foca nos afro-americanos.

Outra coisa que está oculta ao público é o facto da SIDA estar, pela primeira vez, a explodir entre os menores (alguns com 13 anos). Isto pode ser directamente atribuído aos média e à indústria de entretenimento que promove o sexo gay ou sexo promíscuo entre membros dessa faixa etária.

Estas tendências em torno do aumento da actividade homossexual - tanto oculta como experimental - e o aumento da ignorância em torno da epidemia HIV/DST [Doenças Sexualmente Transmitidas] deve-se à maciça campanha homossexual levada a cabo por instituições como HRC, GLAAD, bem como outras ONGs que se dedicam a promover este comportamento
Os órgãos de informação estão comprometidos em normalizar o homossexualismo e como tal, eles estão dispostos a suprimir informação médica relevante que não joga em favor dessa posição.


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