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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O abuso sexual que ocorre dentro das igrejas centra-se no homossexualismo

Por  Christine Niles

Uma das maiores mentiras em torno dos escândalos de abuso sexual dentro das igrejas é a noção de que os responsáveis são os "padres pedófilos".


Apesar da merecida aclamação que o filme "Spotlight" recebeu, e o mesmo salienta o trabalho de investigação da Boston Globe expondo o enorme abafo dos abusos sexuais sob o Cardeal Bernard Law, o filme não é perfeito.

Nomeadamente, ele exibe um claro desconforto ao apontar o dedo ao homossexualismo - o mesmo desconforto exibido  em larga parte pela hierarquia da Igreja, que, apesar das duras medidas implementadas depois da crise dos abusos sexuais, falha ao não olhar para a causa da crise: os padres homossexuais e os bispos simpatéticos que os protegem.

O filme foge da questão, e numa das cenas uma das personagens insiste que "Isto não está de maneira alguma relacionado com o homossexualismo." A personagem alega que o abuso aconteceu tanto com rapazes como com raparigas - e para salientar este ponto, o filme termina numa cena onde estão duas raparigas pequenas numa  conferência dentro dum escritório de advocacia, ao mesmo tempo que o seu advogado, Mitchell Garabedian (desempenhado por Stanley Tucci), deixa bem claro que há mais vítimas que precisam de ajuda.

Estatisticamente falando, as raparigas são uma pequena fracção das vítimas do abuso sexual levado a cabo por membros da igreja. Depois da crise ter-se revelado maior do que os Católicos pensavam, alargando-se muito para além de Boston - até hoje, pelo menos 11 dioceses declararam bancarrota durante a última década como resultado dos processos legais contra elas (Duluth sendo a mais recente) e com acordos legais a totalizar centenas de milhões de dólares - em 2002 a "U.S. Conference of Catholic Bishops" comissionou um estudo para examinar as causas da crise.

O "National Review Board", recrutando uma equipa de pesquisa da "John Jay College of Criminal Justice", emitiu o seu relatório inicial em 2004, e os resultados foram conclusivos: Este não foi um escândalo de "pedofilia" mas sim um escândalo homossexual.

Oitenta por cento das alegadas vítimas eram do sexo masculino, quase 90% eram pós-púberes, e "só uma pequena percentagem de padres foram alvo de alegações em torno do abuso de crianças jovens."

Um relatório actualizado emitido em 2011 revelou resultados semelhantes: 81% dos abusados eram rapazes, e 78% eram pós-púberes. Ambos os achados negam a alegação frequente de que este foi um escândalo de "padres pedófilos".

Pedofilia? Não. Homossexualismo.

A pedofilia em si envolve crianças com menos de 12 anos, mas o estudo de 2011 por parte da John Jay revelou que a maior parte das vítimas de abuso eram adolescentes jovens com idades que iam dos 11 aos 17 anos - uma patologia mais correctamente identificada como "efebofilia". Até a Newsweek reconheceu a distinção em 2002:

A larga maioria dos casos que estão agora perante a Igreja não envolve a pedofilia mas a efebolifia, que é atracção por jovens pós-púberes.

Mas nem todas as pessoas concordam com a fraseologia. Por exemplo, a autora Mary Eberstadt chama a isto de "distinção pseudo-científica" que é "inútil" na categorização dos infractores. Alguns dos abusadores do clero abusaram tanto os jovens como os adolescentes, e muitos tinham relações sexuais com adultos. Havia  cruzamentos tal como o caso do padre Paul Shanley, um dos nomes mais sonantes do ocultação dos abusos sexuais de Boston.

Segundo Eberstadt, Shanley não era um pedófilo mas "um homossexual activo com um gosto por crianças e adolescentes." Não só ele era um membro activo da comunidade homossexual, como dava com frequência palestras junto com o grupo [homossexual] Dignity USA, falava em vários seminários, e ele e o seu parceiro eram donos dum "resort" homossexual. Shanley era um homossexual antes de ser um pedófilo.

A subcultura homossexual sempre envolveu atracção por jovens, e é algo muito bem aceite dentro do estilo de vida homossexual. (O termo "twink" denota um parceiro sexual adolescente, algo muito comum junto dos homossexuais activos.) E as evidências demonstram que os homossexuais abusam as crianças muito mais que os heterossexuais. Segundo um estudo,

os homens homossexuais abusam os rapazes a taxas grosseiramente desproporcionais segundo as quais os homens heterossexuais abusam de meninas.

Isto chama a atenção:
Embora os homossexuais sejam só 1-3% da população, eles estão a cometer até 33% de todos os casos de abuso sexual de crianças.
(....)

- http://bit.ly/1n5dV80.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Jornalistas e a cortina de fumo pedófila

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Eis aqui uma pergunta: Uma vez que a maioria dos jornalistas sabe qual é a definição de pedófilo, e consequentemente devem-se aperceber que a larga maioria dos padres envolvidos nos actuais escândalos de abusos sexuais não se ajustam a essa definição, porque é que eles (os jornalistas) insistem em continuar a chamá-los de "pedófilos"?

Deixem-me sugerir uma resposta.

A maior parte dos jornalistas propositadamente dá o nome errado de pedófilos aos padres abusadores como forma de criar uma cortina de fumo; o seu propósito é o de  obscurecer o facto da maioria dos homens serem, na verdade, predadores homossexuais. Os outros jornalistas - um subconjunto menor - apenas repete a frase "padre pedófilo" - sem levar em conta as definições - e desde logo participam inadvertidamente esta obfuscação.

Mas já avancei demais. Talvez seja melhor começar com uma definição básica do termo "pedófilo". Um pedófilo é qualquer adulto que tenha tido um desejo sexual por crianças pré-púberes. Uma vez que a maioria dos padres atacou sexualmente rapazes adolescentes, eles não são, segundo a definição, pedófilos.

Uma significativa maioria dos padres que abusam sexualmente os adolescentes são, na verdade, pederastas, Pederastas são homens homossexuais adultos que buscam rapazes menores pós-púberes como forma de agir segundo as suas inclinações sexuais. Na minha área de psicologia, eles são chamados de predadores sexuais; na área das forças da lei, eles são chamados de violadores estatutários, ou de modo mais simples, criminosos. Mas independentemente disto, eles não são pedófilos.

Eis aqui mais factos adicionais relacionados com o tópico. Primeiro, segundo a maior parte das estimativas publicadas, entre 25% a 50% dos padres são homossexuais. Isto é um contraste estatístico óbvio com o facto de apenas 3% a 5% da população geral ser homossexual. Logo, os homossexuais estão desproporcionalmente representados nas fileiras do sacerdócio.

Segundo: aproximadamente 85% a 95% dos casos de abuso sexual conhecidos perpetrados pelos padres foi contra rapazes adolescentes. Uma vez que iríamos prever estatisticamente que apenas 25% a 50% dos casos de abusos sexual seriam homossexuais - tomando como base as suas percentagens dentro da população total de padres - ficamos surpreendidos com o facto destes padres homossexuais estarem a abusar os rapazes segundo percentagens muito mais elevadas que aquelas que seriam de esperar, e desde logo, em muito maior percentagem que os seus pares heterossexuais.

Os homossexuais masculinos com quem falei não só não estão surpreendidos com estas percentagens, como reconhecem de maneira franca que uma substancial porção dos homens homossexuais - padres ou não - busca rapazes adolescentes para os fazer de "parceiros sexuais" - dentro da comunidade homossexual estes homens são conhecidos por vários nomes tais como “chicken-hawks.”

Como nota marginal, é interessante notar que aqueles que atacam os Escuteiros por impedir lideres de escuteiros abertamente homossexuais terem emudecido duma forma ensurdecedora desde que o escândalo dos padres teve início. Será que isso se deve ao facto dos receios implícitos através dos regulamentos dos Escuteiros parecerem agora totalmente razoáveis à luz do comportamento predador de demasiados padres homossexuais?

Mas voltando ao tópico em questão - verdade jornalística. Embora cerca de 95% dos casos de abuso sexual reportados até agora envolverem homossexuais a abusar de rapazes adolescentes, a maior parte dos jornalistas ignora o ângulo da orientação sexual [sic], e erradamente caracteriza os padres abusadores de pedófilos. De forma geral, isto não é um erro.

Parece que muitos intencionalmente usam a palavra "pedófilo" porque ela é não-específica em relação à preferência sexual e desde logo, esconde o facto de que um número  desproporcionalmente elevado dos padres predadores serem homossexuais. Estes jornalistas - que tendem a ser politicamente e socialmente esquerdistas - querem esconder este facto porque isso seria prejudicial para a sua agenda homossexual, que há muito alegou que os homossexuais não mais susceptíveis de abusar os menores que os heterossexuais - uma alegação falsa neste caso. E uma vez que a maior parte dos jornalistas prefere ajudar do que prejudicar a agenda homossexual, eles levam a cabo esta obfuscação.

Jornalistas imparciais - uma frase que deveria ser redundante - deveriam reportar os factos sem levar em consideração os seus efeitos - positivos ou negativos - para uma dada agenda. O encobrimento da verdade por trás duma cortina de fumo ideológica e politicamente correcta não só é anátema para a ética da profissão de jornalista, neste caso esse encobrimento coloca em perigo os jovens da nossa nação. Se queremos resolver o problema dos padres que são predadores sexuais, temos que tem em mente a verdadeira natureza do problema. E tendo como base na informação que temos até agora, o problema principal não são os pedófilos.

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©2002 Dr. Trayce Hansen. All rights reserved.


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Claramente, o problema é o comportamento homossexual e o vídeo que se segue - feito por um homossexual - disponibiliza mais evidências em favor desta posição.


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