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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O abuso sexual que ocorre dentro das igrejas centra-se no homossexualismo

Por  Christine Niles

Uma das maiores mentiras em torno dos escândalos de abuso sexual dentro das igrejas é a noção de que os responsáveis são os "padres pedófilos".


Apesar da merecida aclamação que o filme "Spotlight" recebeu, e o mesmo salienta o trabalho de investigação da Boston Globe expondo o enorme abafo dos abusos sexuais sob o Cardeal Bernard Law, o filme não é perfeito.

Nomeadamente, ele exibe um claro desconforto ao apontar o dedo ao homossexualismo - o mesmo desconforto exibido  em larga parte pela hierarquia da Igreja, que, apesar das duras medidas implementadas depois da crise dos abusos sexuais, falha ao não olhar para a causa da crise: os padres homossexuais e os bispos simpatéticos que os protegem.

O filme foge da questão, e numa das cenas uma das personagens insiste que "Isto não está de maneira alguma relacionado com o homossexualismo." A personagem alega que o abuso aconteceu tanto com rapazes como com raparigas - e para salientar este ponto, o filme termina numa cena onde estão duas raparigas pequenas numa  conferência dentro dum escritório de advocacia, ao mesmo tempo que o seu advogado, Mitchell Garabedian (desempenhado por Stanley Tucci), deixa bem claro que há mais vítimas que precisam de ajuda.

Estatisticamente falando, as raparigas são uma pequena fracção das vítimas do abuso sexual levado a cabo por membros da igreja. Depois da crise ter-se revelado maior do que os Católicos pensavam, alargando-se muito para além de Boston - até hoje, pelo menos 11 dioceses declararam bancarrota durante a última década como resultado dos processos legais contra elas (Duluth sendo a mais recente) e com acordos legais a totalizar centenas de milhões de dólares - em 2002 a "U.S. Conference of Catholic Bishops" comissionou um estudo para examinar as causas da crise.

O "National Review Board", recrutando uma equipa de pesquisa da "John Jay College of Criminal Justice", emitiu o seu relatório inicial em 2004, e os resultados foram conclusivos: Este não foi um escândalo de "pedofilia" mas sim um escândalo homossexual.

Oitenta por cento das alegadas vítimas eram do sexo masculino, quase 90% eram pós-púberes, e "só uma pequena percentagem de padres foram alvo de alegações em torno do abuso de crianças jovens."

Um relatório actualizado emitido em 2011 revelou resultados semelhantes: 81% dos abusados eram rapazes, e 78% eram pós-púberes. Ambos os achados negam a alegação frequente de que este foi um escândalo de "padres pedófilos".

Pedofilia? Não. Homossexualismo.

A pedofilia em si envolve crianças com menos de 12 anos, mas o estudo de 2011 por parte da John Jay revelou que a maior parte das vítimas de abuso eram adolescentes jovens com idades que iam dos 11 aos 17 anos - uma patologia mais correctamente identificada como "efebofilia". Até a Newsweek reconheceu a distinção em 2002:

A larga maioria dos casos que estão agora perante a Igreja não envolve a pedofilia mas a efebolifia, que é atracção por jovens pós-púberes.

Mas nem todas as pessoas concordam com a fraseologia. Por exemplo, a autora Mary Eberstadt chama a isto de "distinção pseudo-científica" que é "inútil" na categorização dos infractores. Alguns dos abusadores do clero abusaram tanto os jovens como os adolescentes, e muitos tinham relações sexuais com adultos. Havia  cruzamentos tal como o caso do padre Paul Shanley, um dos nomes mais sonantes do ocultação dos abusos sexuais de Boston.

Segundo Eberstadt, Shanley não era um pedófilo mas "um homossexual activo com um gosto por crianças e adolescentes." Não só ele era um membro activo da comunidade homossexual, como dava com frequência palestras junto com o grupo [homossexual] Dignity USA, falava em vários seminários, e ele e o seu parceiro eram donos dum "resort" homossexual. Shanley era um homossexual antes de ser um pedófilo.

A subcultura homossexual sempre envolveu atracção por jovens, e é algo muito bem aceite dentro do estilo de vida homossexual. (O termo "twink" denota um parceiro sexual adolescente, algo muito comum junto dos homossexuais activos.) E as evidências demonstram que os homossexuais abusam as crianças muito mais que os heterossexuais. Segundo um estudo,

os homens homossexuais abusam os rapazes a taxas grosseiramente desproporcionais segundo as quais os homens heterossexuais abusam de meninas.

Isto chama a atenção:
Embora os homossexuais sejam só 1-3% da população, eles estão a cometer até 33% de todos os casos de abuso sexual de crianças.
(....)

- http://bit.ly/1n5dV80.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Joseph Sciambra: "O porquê de eu ter sido homossexual"

Por Joseph Sciambra

Todas as pessoas que conheci dentro do mundo homossexual chegaram a um ponto das suas vidas onde elas "saíram do armário" com uma história. E não era um história qualquer, mas uma história pessoal de tragédia, mágoa, solidão, luta interna e a eventual auto-afirmação. Algumas poucas tornaram-se adeptas em recontar a história, lembrando-se de quase tudo em relação a um intimidador ["bully"] do recreio infantil, das emoções que sentiram quando, depois de todos terem sido escolhidos, tu passas a ser a última pessoa de pé e ninguém te querer na equipa deles, ou da forma como o teu pai se zangou contigo porque tu estas a dançar de forma inocente como - nas palavras dele - um maricas.

Mais frequentemente, estas narrativas centram-se em redor do pai, que ou estava ausente, ou era desligado, ou era demasiado crítico, violento ou abusivo. Concomitantemente, havia também uma anormal relação de proximidade com a mãe, especialmente aqueles cujas mães vinham frequentemente a São Francisco para lhes visitar, nunca acompanhadas pelos pais mas que mesmo assim falavam de forma suspeitosamente positiva dos seus pais sem no entanto revelarem muitos detalhes.

Por essa altura, não pensei muito nisso porque eu tinha um bom número de memórias do meu passado. Algumas destas histórias eram semelhantes às histórias dos meus amigos, mas outras nem tanto, mas todos nós tínhamos a determinação comum de seguir em frente, superando aquelas dificuldades iniciais, vivendo segundo as nossas regras e tomando conta dos nossos destinos. Só que nós não nos apercebemos que esta falsa sensação de poder nos seria retirada para sempre através do desespero, das doenças, e da morte.

Quando eu era um pequeno rapaz, eu não queria ser gay. Gay era o estranho alter-ego de Jack Tripper em “Three’s Company;” era o primo demasiadamente-feminino do filme “Zorro - The Gay Blade,” e era o que os outros rapazes me chamavam quando eu deixava a bola cair de forma interminável durante as aulas de Educação Física. Eu não queria ser isso.

Mas quando as coisas estavam fora do meu controle - e quando eu não sabia mais do que sabia na altura - uma rapariga mais velha aproveitou-se de mim. Imediatamente fiquei assustado mas ao mesmo tempo fiquei fascinado. Muito provavelmente no mesmo ano, quando tinha cerca de 8 anos, fui exposto à pornografia. Aquelas mulheres estáticas das revistas eram objectos de desejo e evitação. Basta eu olhar para elas para ficar excitado, mas algo dentro de mim não gostava desse sentimento. 

Foi então, sendo já um rapaz circunspecto e tímido, que me tornei ainda mais recluso. Ainda me lembro de passar quase um dia inteiro sem dizer uma única palavra; eu tinha alguns poucos amigos, mas gradualmente comecei a acreditar que eu era tolerado por parte de um grupo similar de miúdos gordos e desajeitados hiper-activos. Quando eu me separava deles, vulnerável e sozinho, ocasionalmente ouvia a palavra "fag" a ser gritada na minha direcção.

Na maior parte das vezes, as raparigas assustavam-me, mas quando atingi a adolescência, por vezes senti-me mais à vontade junto delas do que junto de rapazes. Isto acontecia porque entre a minha primeira e aterradora experiência sexual e a puberdade, comecei a ficar cada vez mais incerto em relação às mulheres: as modelos sem vida da Playboy eram de modo franco do outro mundo no que toca à sua beleza, mas também distantes e icónicas - quase atingido proporções divinas; elas eram de alguma forma seres superiores. 

O feminino em osso e carne quente era aterrador; tal como as imgens pornográficas que ganhavam vida, elas eram controladoras e eu senti que poderia desabar rumo a feminilidade - que seria devorado por ela.  Por outro lado, os rapazes ofereciam algo. Primeiro, eles não eram mulheres, e eles eram mais familiares e menos ameaçadores.

Mas também eles se tornavam estranhos e de alguma forma distantes de mim e da minha percepção de quem eu era visto que eles eram masculinos, e isso era algo que eu admirava e precisava. Eu queria ser como eles, mas não sabia como. Durante o caminho as coisas ficaram confusas e, pensei eu, a masculinidade era algo que eles me poderiam dar, e eu acreditei que isso só poderia ocorrer através do sexo homossexual.

Com o passar dos anos, comecei a acreditar que o homossexualismo ocorre nos rapazes porque há um medo dos homens e uma adulação deles, simbolizado pelo desejo de ser amado pelo pai ausente ou pai que o rejeitou, mas também é medo das mulheres. Regressando para as as histórias dos homens homossexuais, uma amigo meu, que morreu de overdose de drogas, disse-me (alguns anos antes de morrer) que o seu pai abusava dele repetidamente quando ele era criança, e a sua mãe estava por perto, totalmente abstraída e a passando o seu tempo a orar.

Outro amigo meu, um homem que estava sempre a batalhar com o peso, falou da mãe sufocadora que o sobre-alimentou como se ele fosse o marido adulto que lhe abandonou (a ela e aos filhos). E [outro amigo meu], um homossexual rebelde punker, que foi expulso de casa no dia em que veio para casa com um mohawk e um anel no nariz, mas só depois de passar anos a ser depreciativamente comparado o seu colegialmente atlético irmão macho. Este último amigo meu morreu de SIDA.

Devido aos nossos panos-de-fundo igualmente difíceis, cada um de nós chegou a um ponto de auto-aceitação homossexual com experiências diferentes mas também espantosamente semelhantes de rejeição masculina e a inevitável busca por afeição masculina. Todos os nossos pais falharam das mais variadas maneiras, mas as nossas mães ou ficaram por perto sem emoção, e observaram tudo, ou protegeram-nos demasiadamente, e, consequentemente, transformaram-nos em rapazes perpétuos ou rapazes temerosos duma assumida hegemonia feminina.

Portanto, como grupo. nós estávamos tão focados na nossa atracção pelo mesmo sexo, numa tentativa de afirmar a nossa masculinidade, que nós nunca a poderíamos dar a outro. Descobrir que, à medida que fui envelhecendo e me tornei mais sexualmente agressivo e mais dominante com os meus parceiros sexuais, ao colocar a minha personalidade hyper-masculina, eu era elogiado pelos outros homens. Mas ao sobrepujá-los sexualmente eu nada mais estava a fazer do que a tentar provar o meu pervertido  sentido de masculinidade perdida.

Os homens homossexuais, com a nossa masculinidade nunca realizada na plenitude, instintivamente unimo-nos em bandos, quer seja a submetermo-nos perante aqueles que nós entendemos que exibem qualidades mais masculinas, ou a elevar as apostas e a tentar forçosamente provar a nossa superioridade tomando outros homens.

Neste cíclo sem fim de sempre buscar atingir a nossa masculinidade, acabando por perdê-la sempre, não há espaço para o feminino. De forma geral, os homens homossexuais relacionam-se melhor com a mulher quando ela está parcialmente masculinizada na forma de drag queen, ou através da adoração de mulheres agressivas e altamente determinadas, especialmente artistas facilmente caricaturadas - desde Joan Crawford e Beyonce.

Segundo esta ordem de ideias, os homens homossexuais frequentemente têm relacionamentos anormalmente próximos com mulheres, muitas vezes mulheres da família, ao mesmo tempo que ficam totalmente indiferentes aos homens da família. Numa recente Folsom Street Fair conheci um homem jovem, que só estava a usar um jock-strap e que frequentava pela primeira vez, acompanhado pela mãe e pela irmã. No entanto, isto não é anormal visto que as mulheres que têm homens homossexuais na família ou no círculo de amizades, tratam os homossexuais não como homens mas como amigas.

Semelhantemente, os homens homossexuais acham isto incrivelmente confortável, tal como eu fiz quando era adolescente e frequentemente andava perto das raparigas, porque estas mulheres tornam-se não-ameaçadoras tal como quem imita as mulheres. Na escola secundária, embora eu ainda não o tivesse aceite, todas as minhas amigas pensavam que eu era homossexual.

Então, o homossexualismo dos homens torna-se num escudo para com o feminino porque os homens homossexuais têm medo das mulheres; porque os homens heterossexuais são capazes de dar a sua masculinidade às mulheres e vice-versa, mas os homens homossexuais sabem que eles não têm masculinidade para oferecer; porque a busca pela masculinidade é sempre um trabalho em progresso; é o Santo Graal que nunca é atingido; e, consequentemente, nunca dado.

No fim de tudo, tudo o que os homens homossexuais fazem e agarrarem-se às suas histórias porque isto é tudo o que eles têm e é tudo o que lhes define. Consequentemente, os homossexuais nunca se podem mudar para fora deles mesmos, e eles não podem sair para fora do seu sexo visto que tudo aponta para dentro deles, tentando acalmar a criança magoada que se encontra lá escondida.

- http://goo.gl/5oNf4Y

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Henry Makow: A adopção homossexual é abuso de menores.


Se eu fosse um advogado, teria como especialidade processar as 9 províncias Canadianas e os 15 estados que permitem a adopção homossexual. Os meus clientes seriam os jovens adultos cujas vidas foram destruídas porque estas jurisdições ignoraram a sua heterossexualidade inata. Aposto que este desprezo pela natureza custaria centenas de milhões em restituições.

Façam uma pesquisa no Google por "coming out" e comparem os recursos disponíveis aos jovens homossexuais com a insensível indiferença dirigida às inocentes crianças heterossexuais que não têm os exemplos heterossexuais em casa e não sabem o que se passa. O exemplo mais chocante desta negação Bolshevique das diferenças sexuais é a história de David Reimer, que foi criado como uma rapariga porque os seus genitais foram deformados após uma circumcisão mal feita.

Esta guerra oculta contra os heterossexuais (disfarçada de "direitos dos homossexuais" e "direitos das mulheres") está feita para desestabilizar a sociedade como forma de avançar com a Nova Ordem Mundial. Há já muito tempo que a destruição da família nuclear tem sido um objectivo dos Comunistas illuminati; eles querem fazer dum atraso no desenvolvimento (homossexualismo) algo normal. O lesbianismo é a agenda oculta do feminismo.

O casamento e a família são essenciais para o nosso desenvolvimento natural, mas apesar da propaganda enganosa, a maior parte dos homens homossexuais não está interessada no casamento ou em "ter" filhos; eles querem sexo. Vejam este gráfico de 1969 da "Planned Parenthood" (organização financiada pela família Rockefeller) que planeia promover o homossexualismo e o feminismo como forma de diminuir a fertilidade nos EUA. (Gráfico de Berelson-Jaffe)

Visto que a promoção do homossexualismo faz parte da agenda da elite, as pesquisas em torno da "paternidade" de duplas homossexuais estão altamente politicizadas. Devido a isto, temos actualmente numerosos "estudos" descabidos que alegam que os "pais" homossexuais são igualmente bons, ou melhores, que um estável casamento heterossexual.

Eis aqui um estudo que alega que mais de metade dos homens homossexuais querem filhos! O mesmo afirma que em 2007, cerca de 2 milhões de pessoas glb (gays, lésbicas e bissexuais) estavam interessadas na adopção. Estima-se que cerca de 65,500 crianças se encontravam a viver com um pai ou mão homossexual. Mais de 16,000 crianças adoptadas estão a viver com pais homossexuais na Califórnia, o número mais elevado nos EUA. Os "pais" homossexuais estão a criar 4pct de todas as crianças que foram adoptadas nos EUA. Eu não digo que não há mérito nestes "pais"; o que eu digo é que está errado colocar crianças heterossexuais com duplas homossexuais.

Talvez seja demasiado cedo para se ouvir falar de vítimas de "famílias" homossexuais, mas uma jovem mulher, Dawn Stefanowicz, cujo pai era homossexual, publicou um livro com o nome "Out from Under-The Impact of Homosexual Parenting." Ainda não li o livro mas uma apreciação por parte de "Real Women of Canada" indica que o seu pai, que morreu em 1991 de SIDA, agiu tal como se temia:

O pai dela falhou por completo ao não lhe proteger e não lhe encorajar tanto como pessoa bem como uma mulher. Em vez disso, o seu pai, que era ele mesmo o resultado dum pai abusivo e bêbado que lhe tinha molestado sexualmente e fisicamente quando ele era criança, passou toda a sua vida em busca duma figura paterna que lhe amasse, lhe encorajasse e lhe atendesse as suas necessidades. Isto é, através do seu estilo de vida homossexual, e como forma de satisfazer as suas necessidades emocionais, ele ansiava e buscava obter uma companhia masculina que o amasse.

Ao fazer isto, ele falhou ao não dar atenção e afecto à sua esposa e à sua filha, que tiveram que lidar com tudo isto sozinhas. Infelizmente, a mãe de Dawn era uma pessoa ineficaz e submissa que estava sobrepujada com as suas carências, e pouco fez para ajudar a criança em agonia. 

O pai da Dawn trouxe uma sucessão de amantes para casa, onde os seus actos sexuais foram levados a cabo e a Dawn por vezes testemunhou-os... A Dawn foi forçada pelo pai a observar videos sexualmente pervertidos e violentos.

A lição aprendida através do livro é que a exigência homossexual pelo "direito" de adoptar crianças, ou trazê-las para para dentro dum relacionamento homossexual através da tecnologia médica, tendo como base a noção de que os homossexuais são tão bons pais tais como os hetereossexuais, é uma fraude. Crianças vulneráveis precisam tanto do pai como da mãe como forma de serem protegidas por eles. Para além disso, as crianças não deveriam ser usadas como instrumentos de experiências sociais por parte de pessoas narcisistas que buscam a sua gratificação sexual e a sua identidade fora da família tradicional. (Reality, Jan-Fev. 2009, p 10)

Embora ela seja Canadiana, os média do Canadá ignoraram o seu livro. (Em contraste, outlets conservadores dos EUA e da Austrália já lhe entrevistaram). A CBC (estação financiada pelo governo) propaga a mesma propaganda pró-adopção homossexual e não é suposto essa propaganda ter algum tipo de oposição. Mas o que é dito é que Stefanowicz está a reportar "o outro lado da história". Isto é um caso de a minha crença é liberdade de expressão, mas a tua crença é 'ódio', mas a verdade só é "equilibrada" quando ambos os lados são ouvidos.

O tipo mais comum de "paternidade" homossexual é aquele composto por duas lésbicas. O Dr. Dean Byrd (psiquiatra) afirmou que "as pesquisas demonstraram que as mães lésbicas têm um efeito feminizador nos seus filhos e masculinizador nas suas filhas. Os rapazes que foram criados por mães lésbicas comportaram-se de uma forma tradicionalmente menos masculina, e as raparigas, particularmente as adolescentes e as jovens raparigas criadas por mães lésbicas, parecem ter sido sexualmente mais aventurosas e menos castas."

Uma imagem vale mil palavras. Repare-se na foto do Zack, que foi criado com duas "mães".


O Dr Byrd continuou:

As crianças aprendem sobre as diferenças entre os homens e as mulheres através dos exemplos dos pais. O relacionamento paternal pai-mãe oferece às crianças um modelo do casamento - o relacionamento mais significativo e duradouro que a larga maioria dos indivíduos irá ter durante as suas vidas.

As raparigas precisam da validação do pai para afirmar a sua feminidade e eventualmente estabelecer um laco com um homem. Os rapazes também precisam do exemplo do pai para se tornarem em homens fortes e independentes capazes de liderar uma família.

É precisamente isto que a maçonaria Bolshevique tenciona sabotar. A sociedade está nas mãos duma conspiração satânica a longo prazo mascarada de "progressista", que tenta concentrar toda a riqueza nas mãos dos presidentes de bancos centrais e dos seus aliados. Eles estão a re-criar a raça humana de modo a que ela os possa servir nesta nova ordem mundial feudal.

Isto é o que se pode chamar de "ódio", e nós não nos deixaremos enganar nem nos deixaremos coagir.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

As consequências do estilo de vida alternativo

Dois homossexuais do Alabama foram acusados de prender e filmar o seu abuso sexual feito a um menor para uso em sites de pornografia feitos com o filho de um dos acusados. Os homens - Charles Dunnavant e Carl Herold - enfrentam uma litania de acusações desde tortura sexual e sodomia até exposição de outros a uma DST e produção de pornografia infantil. As autoridades buscam colocar uma fiança de 1 milhão para casa um dos acusados.

O rapaz, que é o filho de Carl Herold, tem só 9 anos e foi mantido como refém numa casa de horrores de Huntsville durante 8 meses.

Durante esse tempo, os dois homossexuais abusaram-no, sodomizaram-no, agrediram-no, e expuseram-no a uma DST ao mesmo tempo que uma câmara de gravar filmava os detalhes depravados.

Durante 8 meses, a vitima foi mantida na casa do acusado, sem ir à escola e sem interacção com pessoas de fora. Quando interagia com outros, era sempre sob supervisão do acusado ou do co-acusado.

Segundo documentos legais, Carl Herold, de 32 anos, satisfez os seus pervertidos desejos homossexuais levando o rapaz - o seu filho - para fora do Estado com propósitos criminais. Este horrível pai homossexual enfrenta agora acusações federais devido a estas acções, mas elas não lhe foram ainds imputadas.

Os investigadores têm na sua posse fotos da terrível tortura que o inocente rapaz sofreu nas mãos destes homens malignos. Para além disso, o rapaz disso aos investigadores todo o sofrimento que ele passou. O investigador Chad Smith testemunhou o seguinte em tribunal:

Eles mantiveram o rapaz cativo durante 8 meses e não há padrões, tabus ou linhas que os acusados não hesitaram em atravessar

Daily Mail e Clash Daily ..

domingo, 7 de julho de 2013

A consequência lógica da adopção homoerótica

Fonte

A Polícia australiana qualificou de "depravado" o caso dum rapaz de 6 anos que foi abusado sexualmente pelos seus "pais" homossexuais, e por outros homens que faziam parte dum sindicato de pornografia infantil conhecido como Boy Lovers. 

As autoridades da Austrália e dos EUA trabalharam juntas para prender os homens depois de ter emergido o facto do rapaz ter sido oferecido desde a mais tenra idade aos homossexuais pedófilos na Austrália, nos EUA, na França e na Alemanha para exploração sexual e produção de pornografia infantil.

Durante a semana passada, um homossexual americano com o nome de Mark J. Newton, de 42 anos, foi preso por 40 anos nos EUA e condenado a pagar $400,000 à criança, enquanto outro, Peter Truong, de 36 anos (da Nova Zelândia), aguarda sentença no seu país.

"Nenhum destes casos é bom," afirmou o  Detective-Inspector Jon Rouse, que lidera a "Queensland Police Taskforce Argos" da Austrália, e que investiga a exploração infantil online.

O que é extremamente triste neste caso é a forma como a criança entrou nas suas vidas. É realmente uma tragédia, e algo extremamente depravado.

Segundo relatórios, Newton e Truong, que viviam em Cairns, Austrália na altura, começaram a procurar por uma barriga de aluguer por volta de 2002. A dupla homoerótica finalmente encontrou uma mulher na Rússia que deu à luz uma criança por um preço de $8,000. Crê-se que Mark Newton seja o pai do rapaz, identificado como "Adam" como forma de proteger a sua identidade. Adam foi posteriormente entregue a Newton e Truong cinco dias depois do seu nascimento, em 2005. 

Os órgãos de comunicação australianos cobriram a chegada de Adam, descrevendo os dois homossexuais como pais amorosos. No dia 14 de Julho de 2010, quando Adam tinha cinco anos, a "ABC Far North Queensland" emitiu um programa com o título de "Dois pais [sic] são melhores que só um" onde foi dito que "ser um pai era trabalho árduo para a dupla homossexual Peter e Mark mas que eles fariam tudo de novo.”


Newton e Truong afirmaram à ABC o seguinte:

Decidimos que teríamos uma criança que era a altura ideal para termos uma família . . . Queríamos experimentar a alegria da paternidade

A ABC por sua vez disse que eles eram "uma família feliz e relaxada" mas que "não foi um caminho fácil chegar onde chegaram. Depois de muitas complicações, Adam nasceu duma barriga de aluguer duma mulher russa." 

A agência noticiosa russa RT Novosti reportou que Adam começou a ser sexualmente molestado pela dupla homoerótica quando ele tinha apenas 22 meses de idade. A RT Novosti disse ainda:

Mais tarde, eles [a dupla homoerótica] colocaram o Adam disponível para outros membros dum círculo de pedofilia que se encontrava presente na Austrália, na França, na Alemanha e nos EUA, para onde Newton e Truong tinham viajado com bastante frequência.

As investigações policiais apuraram que pelo menos oito homossexuais destes países tiveram contacto com Adam quando ele tinha entre 2 a seis anos. Segundo a Channel 7 News da Autrália, dois outros homossexuais, os americanos John R Powell, advogado de Flórida (de 41 anos) e Jason Bettuo, um professor de ténis de Michigan, foram também acusados.

A policia deu início às investigações que levaram à prisão depois de ter descoberto por acaso imagens suspeitas durante um raid à casa dum pedófilo residente em Wellington, Nova Zelândia. A polícia australiana disse que as imagens não eram ilegais, mas que foram reconhecidas como "fotografias de modelagem." 

Investigações posteriores descobriram logs de conversas entre Newton e Truong e outros membros da rede Boy Lovers. Quando a polícia fez um raid à casa da dupla homossexual em Cairns, foram encontradas evidências suficientes nos computadores e nos dispositivos de vídeo que garantiam a sua prisão. Adam foi retirado da tutela da dupla homossexual e colocado num abrigo. 

Durante a audiência feita no momento em que era determinada a sentença, em "District Court" (Indianapolis), Newton disse ao tribunal que "ser um pai era uma honra e um previlégio que resultaram nos melhores seis anos da sua vida." 

A Juiza Sarah Evans Barker respondeu e disse que, "As palavras não ajudam . . . O que mais pode ser dito? O que pode ser feito para remover algum do horror em torno disto?". A Juíza Barker acrescentou ainda que era de opinião de que Newton merecia uma pena mais severa mas que ele havia sido julgado num tribunal distrital de modo a poupar o júri de ver as imagens produzidas pelos réus.

Depois da audiência, Joe Hogsett, Procurador dos EUA (Indiana), afirmou que estes homossexuais haviam submetido a criança a alguns dos actos mais hediondos que a sua agência havia alguma vez visto. 

O Provedor da Justiça russo pelos Direitos das Crianças, Pavel Astakhov, afirmou à RT Novosti que o governo russo está a apertar as leis da adopção de modo a que o caso de Adam não volte a acontecer.

Os órfãos russos sempre atraíram os pervertidos estrangeiros devido à sua acessibilidade. Os estrangeiros simplesmente vinham e levavam as crianças a troco de dinheiro.

Em Dezembro de 2012, a Rússia aprovou a ‘Dima Yakovlev Law’ que baniu os cidadãos americanos de adoptar crianças russas. Em Junho de 2013 a Duma estatal aprovou uma emenda que 1) baniu a adopção de crianças russas por parte de duplas homossexuais provenientes do estrangeiro, e que 2) proibiu pessoas solteiras cidadãs ou residentes permanentes de países que permitem o pseudo-casamento homoerótico de se tornarem pais adoptivos ou guardiões legais de crianças russas. 

A própria Rússia não permite o "casamento" homossexualista e as autoridades locais aprovaram recentemente um certo número de leis regionais e federais que proíbem a promoção do homossexualismo ou de outras aberrações sexuais às crianças.



* * * * * * *

Para se entender o motivo do uso do pintainho na imagem de cima, basta saber que o termo "chickenhawk" é usado como referência aos homossexuais que têm preferência por parceiros sexuais mais novos. Com esta imagem, esta dupla homossexual revela bem a sua mentalidade depravada e pervertida.

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