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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O abuso sexual que ocorre dentro das igrejas centra-se no homossexualismo

Por  Christine Niles

Uma das maiores mentiras em torno dos escândalos de abuso sexual dentro das igrejas é a noção de que os responsáveis são os "padres pedófilos".


Apesar da merecida aclamação que o filme "Spotlight" recebeu, e o mesmo salienta o trabalho de investigação da Boston Globe expondo o enorme abafo dos abusos sexuais sob o Cardeal Bernard Law, o filme não é perfeito.

Nomeadamente, ele exibe um claro desconforto ao apontar o dedo ao homossexualismo - o mesmo desconforto exibido  em larga parte pela hierarquia da Igreja, que, apesar das duras medidas implementadas depois da crise dos abusos sexuais, falha ao não olhar para a causa da crise: os padres homossexuais e os bispos simpatéticos que os protegem.

O filme foge da questão, e numa das cenas uma das personagens insiste que "Isto não está de maneira alguma relacionado com o homossexualismo." A personagem alega que o abuso aconteceu tanto com rapazes como com raparigas - e para salientar este ponto, o filme termina numa cena onde estão duas raparigas pequenas numa  conferência dentro dum escritório de advocacia, ao mesmo tempo que o seu advogado, Mitchell Garabedian (desempenhado por Stanley Tucci), deixa bem claro que há mais vítimas que precisam de ajuda.

Estatisticamente falando, as raparigas são uma pequena fracção das vítimas do abuso sexual levado a cabo por membros da igreja. Depois da crise ter-se revelado maior do que os Católicos pensavam, alargando-se muito para além de Boston - até hoje, pelo menos 11 dioceses declararam bancarrota durante a última década como resultado dos processos legais contra elas (Duluth sendo a mais recente) e com acordos legais a totalizar centenas de milhões de dólares - em 2002 a "U.S. Conference of Catholic Bishops" comissionou um estudo para examinar as causas da crise.

O "National Review Board", recrutando uma equipa de pesquisa da "John Jay College of Criminal Justice", emitiu o seu relatório inicial em 2004, e os resultados foram conclusivos: Este não foi um escândalo de "pedofilia" mas sim um escândalo homossexual.

Oitenta por cento das alegadas vítimas eram do sexo masculino, quase 90% eram pós-púberes, e "só uma pequena percentagem de padres foram alvo de alegações em torno do abuso de crianças jovens."

Um relatório actualizado emitido em 2011 revelou resultados semelhantes: 81% dos abusados eram rapazes, e 78% eram pós-púberes. Ambos os achados negam a alegação frequente de que este foi um escândalo de "padres pedófilos".

Pedofilia? Não. Homossexualismo.

A pedofilia em si envolve crianças com menos de 12 anos, mas o estudo de 2011 por parte da John Jay revelou que a maior parte das vítimas de abuso eram adolescentes jovens com idades que iam dos 11 aos 17 anos - uma patologia mais correctamente identificada como "efebofilia". Até a Newsweek reconheceu a distinção em 2002:

A larga maioria dos casos que estão agora perante a Igreja não envolve a pedofilia mas a efebolifia, que é atracção por jovens pós-púberes.

Mas nem todas as pessoas concordam com a fraseologia. Por exemplo, a autora Mary Eberstadt chama a isto de "distinção pseudo-científica" que é "inútil" na categorização dos infractores. Alguns dos abusadores do clero abusaram tanto os jovens como os adolescentes, e muitos tinham relações sexuais com adultos. Havia  cruzamentos tal como o caso do padre Paul Shanley, um dos nomes mais sonantes do ocultação dos abusos sexuais de Boston.

Segundo Eberstadt, Shanley não era um pedófilo mas "um homossexual activo com um gosto por crianças e adolescentes." Não só ele era um membro activo da comunidade homossexual, como dava com frequência palestras junto com o grupo [homossexual] Dignity USA, falava em vários seminários, e ele e o seu parceiro eram donos dum "resort" homossexual. Shanley era um homossexual antes de ser um pedófilo.

A subcultura homossexual sempre envolveu atracção por jovens, e é algo muito bem aceite dentro do estilo de vida homossexual. (O termo "twink" denota um parceiro sexual adolescente, algo muito comum junto dos homossexuais activos.) E as evidências demonstram que os homossexuais abusam as crianças muito mais que os heterossexuais. Segundo um estudo,

os homens homossexuais abusam os rapazes a taxas grosseiramente desproporcionais segundo as quais os homens heterossexuais abusam de meninas.

Isto chama a atenção:
Embora os homossexuais sejam só 1-3% da população, eles estão a cometer até 33% de todos os casos de abuso sexual de crianças.
(....)

- http://bit.ly/1n5dV80.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Henry Makow: A adopção homossexual é abuso de menores.


Se eu fosse um advogado, teria como especialidade processar as 9 províncias Canadianas e os 15 estados que permitem a adopção homossexual. Os meus clientes seriam os jovens adultos cujas vidas foram destruídas porque estas jurisdições ignoraram a sua heterossexualidade inata. Aposto que este desprezo pela natureza custaria centenas de milhões em restituições.

Façam uma pesquisa no Google por "coming out" e comparem os recursos disponíveis aos jovens homossexuais com a insensível indiferença dirigida às inocentes crianças heterossexuais que não têm os exemplos heterossexuais em casa e não sabem o que se passa. O exemplo mais chocante desta negação Bolshevique das diferenças sexuais é a história de David Reimer, que foi criado como uma rapariga porque os seus genitais foram deformados após uma circumcisão mal feita.

Esta guerra oculta contra os heterossexuais (disfarçada de "direitos dos homossexuais" e "direitos das mulheres") está feita para desestabilizar a sociedade como forma de avançar com a Nova Ordem Mundial. Há já muito tempo que a destruição da família nuclear tem sido um objectivo dos Comunistas illuminati; eles querem fazer dum atraso no desenvolvimento (homossexualismo) algo normal. O lesbianismo é a agenda oculta do feminismo.

O casamento e a família são essenciais para o nosso desenvolvimento natural, mas apesar da propaganda enganosa, a maior parte dos homens homossexuais não está interessada no casamento ou em "ter" filhos; eles querem sexo. Vejam este gráfico de 1969 da "Planned Parenthood" (organização financiada pela família Rockefeller) que planeia promover o homossexualismo e o feminismo como forma de diminuir a fertilidade nos EUA. (Gráfico de Berelson-Jaffe)

Visto que a promoção do homossexualismo faz parte da agenda da elite, as pesquisas em torno da "paternidade" de duplas homossexuais estão altamente politicizadas. Devido a isto, temos actualmente numerosos "estudos" descabidos que alegam que os "pais" homossexuais são igualmente bons, ou melhores, que um estável casamento heterossexual.

Eis aqui um estudo que alega que mais de metade dos homens homossexuais querem filhos! O mesmo afirma que em 2007, cerca de 2 milhões de pessoas glb (gays, lésbicas e bissexuais) estavam interessadas na adopção. Estima-se que cerca de 65,500 crianças se encontravam a viver com um pai ou mão homossexual. Mais de 16,000 crianças adoptadas estão a viver com pais homossexuais na Califórnia, o número mais elevado nos EUA. Os "pais" homossexuais estão a criar 4pct de todas as crianças que foram adoptadas nos EUA. Eu não digo que não há mérito nestes "pais"; o que eu digo é que está errado colocar crianças heterossexuais com duplas homossexuais.

Talvez seja demasiado cedo para se ouvir falar de vítimas de "famílias" homossexuais, mas uma jovem mulher, Dawn Stefanowicz, cujo pai era homossexual, publicou um livro com o nome "Out from Under-The Impact of Homosexual Parenting." Ainda não li o livro mas uma apreciação por parte de "Real Women of Canada" indica que o seu pai, que morreu em 1991 de SIDA, agiu tal como se temia:

O pai dela falhou por completo ao não lhe proteger e não lhe encorajar tanto como pessoa bem como uma mulher. Em vez disso, o seu pai, que era ele mesmo o resultado dum pai abusivo e bêbado que lhe tinha molestado sexualmente e fisicamente quando ele era criança, passou toda a sua vida em busca duma figura paterna que lhe amasse, lhe encorajasse e lhe atendesse as suas necessidades. Isto é, através do seu estilo de vida homossexual, e como forma de satisfazer as suas necessidades emocionais, ele ansiava e buscava obter uma companhia masculina que o amasse.

Ao fazer isto, ele falhou ao não dar atenção e afecto à sua esposa e à sua filha, que tiveram que lidar com tudo isto sozinhas. Infelizmente, a mãe de Dawn era uma pessoa ineficaz e submissa que estava sobrepujada com as suas carências, e pouco fez para ajudar a criança em agonia. 

O pai da Dawn trouxe uma sucessão de amantes para casa, onde os seus actos sexuais foram levados a cabo e a Dawn por vezes testemunhou-os... A Dawn foi forçada pelo pai a observar videos sexualmente pervertidos e violentos.

A lição aprendida através do livro é que a exigência homossexual pelo "direito" de adoptar crianças, ou trazê-las para para dentro dum relacionamento homossexual através da tecnologia médica, tendo como base a noção de que os homossexuais são tão bons pais tais como os hetereossexuais, é uma fraude. Crianças vulneráveis precisam tanto do pai como da mãe como forma de serem protegidas por eles. Para além disso, as crianças não deveriam ser usadas como instrumentos de experiências sociais por parte de pessoas narcisistas que buscam a sua gratificação sexual e a sua identidade fora da família tradicional. (Reality, Jan-Fev. 2009, p 10)

Embora ela seja Canadiana, os média do Canadá ignoraram o seu livro. (Em contraste, outlets conservadores dos EUA e da Austrália já lhe entrevistaram). A CBC (estação financiada pelo governo) propaga a mesma propaganda pró-adopção homossexual e não é suposto essa propaganda ter algum tipo de oposição. Mas o que é dito é que Stefanowicz está a reportar "o outro lado da história". Isto é um caso de a minha crença é liberdade de expressão, mas a tua crença é 'ódio', mas a verdade só é "equilibrada" quando ambos os lados são ouvidos.

O tipo mais comum de "paternidade" homossexual é aquele composto por duas lésbicas. O Dr. Dean Byrd (psiquiatra) afirmou que "as pesquisas demonstraram que as mães lésbicas têm um efeito feminizador nos seus filhos e masculinizador nas suas filhas. Os rapazes que foram criados por mães lésbicas comportaram-se de uma forma tradicionalmente menos masculina, e as raparigas, particularmente as adolescentes e as jovens raparigas criadas por mães lésbicas, parecem ter sido sexualmente mais aventurosas e menos castas."

Uma imagem vale mil palavras. Repare-se na foto do Zack, que foi criado com duas "mães".


O Dr Byrd continuou:

As crianças aprendem sobre as diferenças entre os homens e as mulheres através dos exemplos dos pais. O relacionamento paternal pai-mãe oferece às crianças um modelo do casamento - o relacionamento mais significativo e duradouro que a larga maioria dos indivíduos irá ter durante as suas vidas.

As raparigas precisam da validação do pai para afirmar a sua feminidade e eventualmente estabelecer um laco com um homem. Os rapazes também precisam do exemplo do pai para se tornarem em homens fortes e independentes capazes de liderar uma família.

É precisamente isto que a maçonaria Bolshevique tenciona sabotar. A sociedade está nas mãos duma conspiração satânica a longo prazo mascarada de "progressista", que tenta concentrar toda a riqueza nas mãos dos presidentes de bancos centrais e dos seus aliados. Eles estão a re-criar a raça humana de modo a que ela os possa servir nesta nova ordem mundial feudal.

Isto é o que se pode chamar de "ódio", e nós não nos deixaremos enganar nem nos deixaremos coagir.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A Aliança com a Pedofilia: Um Passado Desconfortável para os Direitos dos Homossexuais


Contrariamente ao que se possa pensar, o "desenvolvimento" para a posse de crianças alheias ("adopção") não é algo de novo ou marginal dentro do movimento homossexual, mas algo que é o cerne do mesmo. O texto que se segue, com o qual discordo em muitos pontos (principalmente por tentar passar a ideia de que a pedofilia dentro do homossexualismo é algo alheio ao espírito dessa preferência sexual), é bastante esclarecedor.
.....
Por Ann-Katrin Müller

Durante os anos 80, os grupos homossexuais da Alemanha formaram uma aliança com os pedófilos que defendiam legalização do sexo com menores. Esse foi um período sombrio do qual poucos querem falar hoje em dia.

Em Julho de 1981, a revista homossexual "Rosa Flieder" publicou uma entrevista com Olaf Stüben, na altura, o mais infame pedófilo da Alemanha. Como escritor da revista esquerdista Die Tageszeitung, ele lutava abertamente para que as pessoas aceitassem a pedofilia como saudável e normal. Numa entrevista dada à revista, é perguntado a Stüben o porquê de ter que ser aceitável o sexo entre adultos com crianças e menores. Ele fala de "rapidinhas" com jovens rapazes, declara que é antiquado manter o tabu em torno de tocar as crianças de forma inapropriada. "A inocência infantil é uma invenção burguesa do capitalismo primitivo," afirma Stüben says.

A entrevista dada ao "Rosa Flieder" não foi nada fora do comum. Pelo contrário, nos anos 70 e 80 muitas revistas com temática pró-homossexualismo promoviam abertamente o sexo com crianças, chegando até a colocar fotos de rapazes nus. A revista "Don" apresentou cinco reportagens simpatéticas de experiências levadas a cabo por homens pedófilos. O título dizia, "Nós não somos violadores de crianças!".

Nos meses mais recentes, muitos na Alemanha têm vindo a discutir o quanto que o Partido "Os Verdes" dos nos 80 se deixou manipular pelos pedófilos. O partido ficou sob tal pressão que contratou o cientista político Franz Walter para analisar a sua própria história em torno deste assunto.

No entanto, ficou bem claro que o movimento homossexual na Alemanha tem também que fazer uma introspecção com este capítulo da sua história. Qualquer pessoa que faça uma busca pelos arquivos poderá encontrar amplas evidências da aliança entre as organizações defensoras dos direitos dos homossexuais com os activistas pedófilos. Se os pedófilos se envolvessem em algum problema com a lei, eles poderiam depender de conselhos legais por parte de um grupo conhecido como "Advogados Homossexuais". Muitos políticos do Partido "Os Verdes" garantiram também que a legalização do sexo entre adultos e crianças tivesse uma audiência.

Aliança Benéfica

Hoje em dia parece confuso o porquê dos homossexuais se deixarem envolver com pessoas cuja obsessão sexual era totalmente ilegal. A tolerância aos pedófilos foi fomentada pelas mais variadas fontes. Para começar, muitos homossexuais da altura sabiam muito bem o que era ser alvo de discriminação por parte do estado. Oficialmente, o sexo consensual entre dois homens adultos foi um acto criminoso até aos finais dos anos 60. Só por volta de 1969 é que os legisladores da Alemanha Federal colocaram fim ao infame "Parágrafo 175" do Código Criminal Alemão. Por essa altura, a revolução sexual estava a dar os primeiros passos, e muitos homens finalmente tiveram a coragem de sair do armário.

Devido a isso, muitos homossexuais não queriam ser aqueles julgavam os outros por motivos das suas inclinações sexuais depravadas. Num clima geral de tolerância, o movimento perdeu a sua bússula moral. O movimento homossexual não se distanciou dos homens que agiam segundo o seu desejo por crianças; em vez disso, o movimento homossexual acolheu-os.

Houve também a notável ideia de que não se deveria negar aos rapazes menores a chance de ter experiências sexuais com homens mais velhos. Mesmo hoje, a  "Associação de Lésbicas e Gays na Alemanha" (LSVD) alega no seu site que nos anos 80, os únicos homens que falaram foram aqueles que apreciaram sexo com adultos durante a sua juventude.

Para os pedófilos, a aliança com o movimento homossexual foi benéfica visto que desta forma obtiveram uma plataforma a partir da qual eles poderam formular os seus objectivos. O movimento homossexual ajudou os pedófilos nas mais variadas formas. Num panfleto com o texto, "Justamente Gay. Aconselhamento Jurídico para os Gays" há uma "ajuda argumentativa" com o tamanho de uma página e meia onde estão descritas instruções sobre a forma como os homens acusados de abuso sexual podem escapar o castigo. É dito ao leitor de maneira informal:

Se o vosso comportamento sexual não é contestável, mas limita-se ao beijo e à masturbação mútua, o vosso advogado de defesa pode pedir que uma testemunha perita vá depor.

Isto pode servir para negar que tal comportamento é prejudicial para o desenvolvimento sexual da criança, continua o panfleto. Mas isto só numa condição, "O perito tem que ser contactado a tempo."

A Repercussão Começa

Começando em meados dos anos 80, o movimento homossexual na Alemanha começou a distanciar-se dos pedófilos. Numa convenção do Partido "Os Verdes", no estado ocidental de Renânia do Norte-Vestefália em Março de 1985, o partido aprovou um documento que apelava para a legalização da "sexualidade não-violenta" entre adultos e crianças. O incidente causou tal comoção que os Verdes perderam a chance de entrarem na legislatura estadual. Para além disso, o movimento em torno dos direitos dos  homossexuais começou a notar nos estragos que a aliança com os pedófilos estava a causar. Subitamente, os homossexuais começaram a combater o clichê "violador de crianças homossexual". Os seus propósitos reais, tal como a criação duma política de combate à SIDA eficaz e o fim da discriminação social, foram relegadas para segundo plano.

O movimento das mulheres é também parcialmente responsável pela sensibilização entre os esquerdistas dos estragos causados pela pedofilia. A proeminente feminista Alice Schwarzer foi activa no combate ao abuso infantil quando a pedofilia ainda era considerada em alguns círculos como uma forma aceitável da sexualidade humana.

Enquanto a agora-defunta revista alternativa esquerdista "Pflasterstrand", então editada pelo actual político dos Verdes Daniel Cohn-Bendit, justificava o sexo com menores, Schwarzer causava alguma sensação com uma entrevista na sua revista "Emma." Nela ela falou com o educador Günter Amendt, que era considerado visto como particularmente progressita na altura. Mesmo assim, ele afirmou que os pedófilos sempre exploraram a sua posição de poder sobre as crianças. Não poderia haver qualquer discussão de amor entre partes que se encontram no mesmo patamar, afirmou ele.

Proponentes do Passado com o Lábios Colados em Torno deste Assunto

Obviamente, diz hoje Schwarzer, a pedofilia não é um assunto entre os homossexuais. Existem mais heterossexuais pedófilos do que homossexuais, diz ela, "Mas o movimento homossexual precisou de se distanciar de forma mais clara. E a problematização da pederastia, o sexo entre homens e jovens rapazes, ainda não ocorreu."

Mas há uma escassez de activistas homossexuais dispostos a falar dos dias sombrios do seu passado. Volker Beck, que representa Colónia no parlamento Alemão, deixou bem claro que já disse tudo o que tinha para dizer em torno deste assunto. Durante muito tempo, Beck foi o porta-voz do "Grupo de Trabalho Federal Para Políticas Gays" do partido "Os Verdes". Durante os anos 80, ele contribuiu para o livro "The Pedosexual Complex" onde ele lutou em favor duma descriminalização do sexo com os menores. Mais tarde, ele alegou que essas passagens foram editadas e colocadas no seu texto. Ele não consegue no entanto provar esta alegação.

O LSVD está também com os lábios colados no que toca a esclarecer o seu envolvimento com a pedofilia. Durante os anos 90 eles escreveram explicações bem claras, afirmou Günter Dworek a partir do seu quadro de directores. O artigo de 1997 é essencialmente um artigo vazio de qualquer remorso ou retractação onde é dito que é abuso "se os adultos satisfazem as suas necessidades sexuais à custa de crianças." No entanto, o texto nada diz da antiga aliança entre homossexuais e pedófilos.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Crianças educadas por duplas homoeróticas mais susceptíveis de se envolverem no homossexualismo

Trayce Hansen, Ph.D.

Pesquisas feitas por cientistas sociais, embora não definitivas, sugerem que crianças educadas por "pais" abertamente homossexuais são muito mais susceptíveis de se envolverem no comportamento homossexual do que as crianças educadas por famílias naturais. 

Estudos feitos até agora apuraram que entre 8% a 21% das crianças educadas por duplas homoeróticas identificam-se como não-heterossexuais. Comparativamente, aproximadamente 2% da população geral é não-heterossexual. Devido a isto, se estas percentagens se mantiverem como verdadeiras, as crianças educadas por homossexuais são entre 4 a 10 vezes mais susceptíveis de desenvolverem uma preferência não-heterossexual do que as crianças educadas por um pai e uma mãe.

Alguns dos pesquisadores que apuraram as preferências sexuais entre crianças criadas por heterossexuais e as crianças criadas por homossexuais afirmaram mesmo assim (nas suas pesquisas) que não foram encontradas diferenças algumas. Muitos são de opinião de que eles escondem os seus achados como forma de não prejudicar a sua própria agenda sócio-política pró-homossexualista.

Todos os cientistas que tomaram parte nesta pesquisa emocionalmente carregada têm os seus preconceitos pessoais e isso é um facto. Mas se os autores da pesquisa querem ser qualificados como cientistas, e não activistas, eles têm que colocar de lado os seus preconceitos e apresentar os resultados de forma clara e directa.

Apesar disso, ninguém deveria ficar surpreendido com o facto das duplas homossexuais serem mais susceptíveis de criar crianças que mais tarde enveredam pelo homossexualismo. Tal como um dos poucos proponentes pró-homossexualismo afirmou, "Mas é claro que as nossas crianças serão diferentes." De facto, muitos acreditam que estas percentagens de crianças não-heterossexuais presentes nestes estudos seriam ainda maiores se as crianças tivessem sido criadas de nascença por duplas homossexuais. O que se passa é que a maioria destas crianças nasceu e foi criada por um pai e uma mãe até que um deles "saiu do armário" e os pais se divorciaram.

Os melhores e o mais recentes estudos envolvendo gémeos apuraram que o homossexualismo, ao contrário da cor dos olhos, não é geneticamente causado. No entanto, existem vários mecanismos não-genéticos através dos quais o homossexualismo pode ser transmitido duma geração para a outra. Esses mecanismos envolvem exemplos de pessoas que as crianças confiam, aprendizagem social e reforço diferencial, bem como o encorajamento pró-homossexualista feito pelos pais ou por outros.

Ninguém sabe ao certo através de que tipo de mecanismos complexos os pais homossexuais criam filhos que mais tarde se identificam como não-heterossexuais. Mas mesmo assim, parece que é isso mesmo que eles fazem. O público precisa de saber das conclusões destes estudos de modo a que, quando os tribunais adjudicarem e os cidadãos votarem em assuntos relacionados ao homossexualismo, eles estejam plenamente informados em relação às possíveis consequências que as suas decisões podem ter nas crianças.


©2008 Drª. Trayce Hansen.

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A importância disto é que o estilo de vida homoerótico é clinicamente, psicologicamente e emocionalmente mais frágil do que o estilo de vida biologicamente natural. Dito de outra forma, como as pessoas que estão envolvidas no homoerotismo são mais susceptíveis de ter problemas médicos, psicológicos e emocionais, é do interesse geral evitar que as crianças cresçam em ambientes que lhes podem tornar mais susceptíveis de enveredar por um estilo de vida sexualmente auto-destrutivo.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Gayzismo russo com os dias contados?

Nove regiões russas já aprovaram legislação a proibir a propaganda homossexual entre menores. O Parlamento russo quer aprovar agora uma lei à escala nacional.

O Parlamento russo está a considerar a aprovação de uma lei nacional para banir a propaganda homossexual entre menores. A Duma está a considerar a aplicação da nova lei, a nível nacional, a partir de 19 de Dezembro.

Segundo avança o jornal britânico "The Guardian", Igor Kochetkov, presidente da estação televisiva russa LGBT, afirma que "esta é uma politica ilegal de repressão", adiantando que "é uma estranha coincidência que esta lei esteja "congelada" até 19 de dezembro, quando a 17 de Dezembro de 1933, as autoridades soviéticas declararam ilegais as relações sexuais entre homens". Para Kochetkov, os homossexuais ainda são "como extraterrestres para a sociedade russa e, de vez em quando, ainda ouvimos a mesma retórica", diz.

Kochetkov afirma que a lei federal "segue uma lógica fascista", dividindo as pessoas entre "válidas e não válidas". A LGBT já recordara o aumento do número de ataques contra homossexuais no país desde que foram aprovadas as leis regionais e Kochetkov afirma que agora as coisas irão agravar-se com uma lei á escala nacional.

Os proponentes da lei argumentam que esta visa proteger os menores e as crianças, promovendo os valores familiares.



Fonte

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Na Rússia o activismo gay não é  necessário, e como tal, o mesmo é controlado como forma de manter a ordem social. Se por acaso o governo russo quisesse desestabilizar a sociedade, eles seguiriam os mesmos passos que os governos europeus seguem, financiando o lobby gay.

Aparentemente, os activistas homossexuais não sabem que o seu movimento tem um prazo de validade.




quarta-feira, 16 de março de 2011

Elton John para produtores da série "Glee": Não me querem pôr na cama com um rapaz de 16 anos e virgem?

Não contente em fazer parte da sub-cultura homossexual que está a ser usada pelos marxistas culturais como forma de destruir a superior civilização ocidental baseada na moralidade Judaico-Cristã, Elton John quer agora revelar de uma vez por todas a íntima ligação entre a homossexualidade e a pedofilia.

Segundo esta notícia ,o cada vez mais velho Elton John (63 anos) quer ser uma das estrelas do programa marxista cultural "Glee", num enredo onde ele é o amante da pessoa que treina as "cheerleaders" mas que acaba na cama como um virgem homossexual de 16 anos.

Este plano para normalizar a moralidade esquerdista foi revelado pela Jane Lynch aquando da sua presença no programa de Jay Leno:

[O Elton John] sondou [o criador de Glee] Ryan [Murphy] àcerca de alguns enredos que ele poderia tomar parte. Ele disse que uma das primeiras coisas que ele [Elton] disse foi:
O que eu gostaria era de ser teu amante mas acabar na cama com o Chris.
Claro que no programa Chris tem 16 anos, portanto isso seria um isco para ir parar à cadeia..... Mas mesmo assim espero que ele faça parte do programa.
Dentro do contexto da série "Glee", os pensamentos homopedófilos de Elton John são ainda mais doentios uma vez que, na série, Kurt (o papel que Chris Colfer desempenha) é uma criança inocente, ingénua e bastante doce que não faz ideia nenhuma do que é o sexo, muito menos o homossexo.

Corromper e desfilhar os inocentes são prazeres degenerados que tem que ser desfrutados rapidamente enquanto ainda há alguma inocência. Dentro de um ou dois anos nós provavelmente vamos assistir a programas de televisão a mostrar nus intergeracionais (pedofilia) entre pessoas do mesmo sexo (homossexo), portanto, por agora, Elton John vai ter que manter-se vestido.

elton john
Elton John 25 kilos mais novo.

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