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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O movimento homossexual e o abuso de menores

Por Steve Baldwin

Temos assistido nos últimos tempos a avanços consideráveis por parte do movimento homossexual na nossa cultura Judaico-Cristã. Personagens homossexuais são a norma nas comédias de situação ("sicom"); tornou-se comum atacar os Escuteiros; a propaganda homossexual inunda muitas escolas públicas; quase todas as denominações religiosas fizeram uma "revisão" o seu entendimento do ensino Bíblico em torno do homossexualismo; e a agenda legislativa dos "direitos" dos homossexuais tem sido bem sucedida para além das aspirações mais ambiciosas dos proponentes.

No entanto, o impacto destrutivo do homossexualismo na Civilização Ocidental raramente é discutido pelos repórteres, colunistas, líderes religiosos, políticos ou por qualquer pessoa no geral. Até mesmo algumas publicações conservadores escolhem ignorar este tópico, preferindo em seu lugar publicar artigos que promovem uma maior tolerância ao estilo de vida homossexual. De facto, no que toca à questão homossexual, os conservadores parecem divididos entre a atitude "vive e deixa viver" e aquela que conclui que a agenda homossexual terá que ser cerceada se a cultura Judaico-Cristã quiser sobreviver.

No entanto, evidências sobrepujantes dão apoio à tese de que o homossexualismo é um desvio sexual, e que o mesmo normalmente faz-se acompanhar por distúrbios que têm consequências terríveis para a nossa cultura. Uma vasta quantidade de dados (que demonstram a natureza depravada do estilo de vida homossexual) é ignorada pelos média, bem como pelos líderes das profissões psicológicas, psiquiátricas e médicas. É difícil revelar o lado sombrio da cultura homossexual sem parecer ser duro. No entanto, chegou a hora de reconhecer que o comportamento homossexual ameaça o fundamento da civilização Ocidental: a família nuclear.

Uma manifestação inconfundível do ataque à unidade familiar são os esforços do movimento homossexual de atacar as crianças - tanto para satisfação sexual própria, mas também como forma de aumentar a dimensão do movimento homossexual. A comunidade homossexual e os seus aliados mediáticos ridicularizam este argumento, insistindo que isto nada mais é que uma táctica de demonização do movimento homossexual. Afinal, alegam eles, o abuso de menores por parte de heterossexuais é um problema maior.

Infelizmente, a realidade é mais estranha que a ficção. As pesquisas confirmam que não só a taxa de abuso de menores por parte de homossexuais é muito maior que a taxa de abuso de menores por parte de heterossexuais, como também que a cultura homossexual mainstream regularmente promove actividade sexual com crianças. Os líderes homossexuais repetidamente alegam por uma maior liberdade para se envolverem em actos homossexuais "consentidos" com crianças, e pesquisas cegas revelam um elevado e chocante número de homossexuais que admitem terem tido contacto sexual com menores. De facto, quem lidera a campanha mundial de redução da idade de consentimento é a comunidade homossexual.

Esta tendência avança à custa da segurança das nossas crianças. O incidente em Los Angeles, envolvendo casas de abrigo geridas pela organização "Gay and Lesbian Adolescent Social Services" (GLASS) exemplifica este perigo. A GLASS recebe dinheiro dos contribuintes para ajudar jovens problemáticos encaminhados até eles por parte de vários condados do sul da Califórnia, mas o próprio site da GLASS deveria ser aviso suficiente. A GLASS acredita que as crianças nascem homossexuais (um ponto de vista sem qualquer suporte científico) e anunciou que eles se focam em "jovens que se encontram confusos em relação à sua identidade sexual". O site linka-se a uma miríade de sites homossexuais centrados nos jovens, incluindo um que promove um livro que promove sexo com crianças. A fundadora e antiga directora-executiva da GLASS, Teresa DeCrescenzo, editou um livro que ajuda os jovens a descobrir o seu homossexualismo.

Não foi surpresa alguma o facto do Departamento de Serviços Sociais da Califórnia [DSSC] ter descoberto que "em numerosas ocasiões, começando em 1994, adultos afiliados à GLASS, incluindo membros do staff directivo e voluntários, abusaram sexualmente ou molestaram crianças que haviam sido colocadas sob os cuidados da GLASS." O DSSC apurou que DeCrescenzo, ciente das alegações de abuso, determinou que a conduta do staff não fosse imprópria. Aparentemente, DeCrescenzo acredita que o abuso sexual faz parte do processo de "sair do armário" que ela glorifica nos seus livros.

Seria de pensar que uma fábrica de abuso de menores mascarada de casa de apoio fosse motivo mais do que suficiente para que o Senado da Califórnia fechasse toda a operação de casas de apoio sob a gestão da GLASS. Surpreendentemente, o estado da Califórnia, permitindo que a GLASS continuasse com as suas operações, removeu alguns poucos indivíduos e colocou a organização em "liberdade condicional". Embora incidentes de abuso adicionais tenham ocorrido nas instalações da GLASS em 1999, eles continuam com as suas operações [ed: e provavelmente com as suas molestações] até aos dias de hoje.

Uma investigação levada a cabo pelo Los Angeles Times apurou que, em alguns casos, "ficou a ideia de que as autoridades não investigaram de forma completa estes incidentes." De facto, nenhuma pessoa foi acusada por parte de Bill Lockyer (Procurador-Geral e ávido defensor da agenda homossexual) de abusar ou de colocar em perigo menores. Afinal, isso seria um gesto "odioso". Se tal grupo fosse operado por heterossexuais, as instalações haveriam de ter sido fechadas, as licenças revogadas, e haveriam de ter sido feitas várias acusações criminais.

Os activistas homossexuais não só têm como alvo as casas de grupo para jovens, mas todos os projectos que envolvam jovens. Quando em 1993 uma família da Califórnia processou os Escuteiros por expor o seu filho a um líder de Escuteiros que o abusou, os Escuteiros foram obrigados a entregar aos queixosos 25,000 páginas de documentos. Este olhar sem precedentes ao mundo dos pedófilos dentro dos Escuteiros revelou que milhares de rapazes foram abusados pelos líderes de Escuteiros e outros voluntários entre 1971 e 1991, resultando na expulsão de mais de 1,800 voluntários dos Escuteiros por actividades pedófilas.

Os documentos revelam que alguns líderes de Escuteiros abusaram de mais de 40 rapazes antes de terem sido apanhados, e que muitos, depois de serem apanhados, simplesmente foram para outro grupo de Escuteiros e continuaram a abusar de rapazes.

Os activistas homossexuais distorceram o abuso de crianças dentro dos Escuteiros como um problema heterossexual, no entanto, uma análise aos casos mais importantes revela que os abusadores dentro dos Escuteiros sentem atracção exclusiva por rapazes, e muitos levam estilos de vida homossexual mainstream. John Hemstreet é um exemplo típico. Hemstreet é um abusador de crianças condenado, antigo líder dos Escuteiros, e actualmente é o presidente da filial em Toledo (Ohio) do grupo "Parents and Friends of Lesbians and Gays" (PFLAG) - um dos grupos que actualmente está a levar a cabo uma guerra aos Escuteiros da América.

Incrivelmente, o grupo pró-pedofilia com o nome de "North American Man Boy Love Association" (NAMBLA), que se intitula como um grupo homossexual, escreveu uma carta aos escritórios nacionais dos Escuteiros, apelando.....

......aos Escuteiros da América que colocassem um ponto final da discriminação contra as pessoas abertamente gays ou lésbicas na nomeação dos seus líderes de escuteiros e na sua membrasia. Isto irá permitir que os escuteiros sejam expostos a uma variedade de estilos de vida, e permitir que aqueles que genuinamente queiram servir os rapazes façam isso mesmo.

Usando uma lógica distorcida, os académicos pró-homossexualistas alegaram nas mais variadas publicações científicas que o abuso de rapazes não é um assunto relativo ao estilo de vida homossexual, e que esses homens não eram realmente homossexuais.

É incrível que os propagandistas homossexuais e "peritos" em sexologia tenham sido bem sucedidos na decepção do público e dos média, e que os tenham levado a acreditar que o foco exclusivo de um homem em rapazes jovens não pode ser definido como homossexualismo! Mas se uma atracção exclusiva de homens por outros membros do sexo masculino de qualquer idade não é homossexualismo, então o que é o homossexualismo?

Por um lado, os activistas homossexuais alegam publicamente que o abuso de rapazes não faz parte do estilo de vida homossexual, mas por outro lado, estão, calmamente, a estabelecer os parâmetros legais que isentam o abuso sexual de rapazes de processos legais com base nas leis contra a discriminação. Por exemplo, no Nevada um homem de 42 anos foi preso por abusar sexualmente dum rapaz de 16 anos, mas não foi processado pelo procurador-geral sob a justificação de que acusar este homem de algum crime iria "discriminar contra uma classe de pessoas". O promotor-adjunto acrescentou ainda que acusar o homem "seria destacar os homossexuais".

Há anos que os conservadores alegam que as assim-chamadas leis contra a discriminação iriam eventualmente conferir protecções legais a várias prácticas homossexuais. Parece que esse tempo está a chegar mais cedo do que se pensava.

Pesquisas levadas a cabo ao estilo de vida homossexual confirmam que o mesmo é quase exclusivamente uma cultura voltada para os jovens. Muito poucos homossexuais exibem preferência por homens mais velhos; alguns homossexuais admitem um foco nos adolescentes, outros nos rapazes pré-púberes, e muitos atravessam as categorias; todas estas categorias são sub-conjuntos da depravação homossexual.

Mais ainda, a maior parte dos pedófilos considera-se homossexual. Num estudo de 1988 publicado no Archives of Sexual Behavior, 86% dos pedófilos qualificou-se como homossexual ou bissexual. A Dr. Jennifer James, perita na prostituição infantil, relata que, nos últimos 15 anos, o número de rapazes prostitutos que se identificam como homossexuais aumentou de 10% para 60%.

A maior parte do público não está ciente da NAMBLA, grupo que promove abertamente a actividade sexual com menores e que alega que os amantes-de-rapazes respondem às necessidades dos rapazes que eles amam. Actualmente, a NAMBLA está a ser alvo duma acção legal colectiva por parte de pais cujos filhos foram sexualmente abusados e, como aconteceu por uma vez, assassinados por pessoas associadas a NAMBLA.

Publicamente, as organizações homossexuais mainstreamdistanciam-se da NAMBLA - algo que tem que ser visto como um truque de relações públicas uma vez que as lideranças dos grupos homossexuais estão cientes que uma associação pública com a NAMBLA iria causar danos sérios aos seus propósitos se o público viesse a descobrir a verdade.

A realidade dos factos é que a NAMBLA não só se descreve como parte da aliança dos direitos dos homossexuais, como há também o facto da sua literatura declarar que um dos seus propósitos é "cooperar com os outros movimentos de lésbicas e de gays, bem como com outros movimentos tendo em vista a liberação sexual." A NAMBLA chega até a "disponibilizar apoio financeiro e outro tipo de assistência aos grupos de jovens GLB [gays, lésbicas e bissexuais]. . . . "

De facto, algumas secções da NAMBLA levam a cabo os seus encontros nos centros de organizações homossexuais mainstream, tais como o "Philadelphia’s Gay and Lesbian Community Center". Os encontros e as conferências da NAMBLA têm sempre líderes homossexuais e palestrantes da corrente principal do movimento homossexual. Por exemplo, Don Kilhefner, do "Los Angeles Gay Community Service Center", deu um discurso aos membros da NAMBLA de Los Angeles NAMBLA sobre o tema "A Importância do Amor Entre Homens e Meninos Dentro da Comunidade Homossexual" ["The Significance of Man/Boy Love in the Gay Community"].

A mais abrangente rede social homossexual, Queer Resource Directory (www.qrd.org), linka-se a todos os grupos homossexuais do país, incluindo a NAMBLA e outros grupos que se focam nos jovens. A NAMBLA toma parte das paradas de "orgulho" gay com o aprovação da liderança homossexual.  Os líderes mais proeminentes do movimento homossexual dão o seu apoio à NAMBLA e aos seus objectivos.

Escritores homossexuais tais como Allen Ginsberg, Gayle Rubin, Larry Kramer (fundador do ACT-UP), Pat Califia, Jane Rule, Michael Kearns, e Michel Foucault todos escreveram de modo favorável em relação à NAMBLA, ou em favor dos relacionamentos entre homens e rapazes. Harry Hay, que muitos consideram ser o fundador do movimento homossexual Americano, convidou membros da NAMBLA para marcharem com ele na parada dos direitos dos homossexuais em 1993 ("March on Washington"). Ele marchou também na parada de orgulho homossexual de 1986, em Los Angeles, usando uma t-shirt onde se lia "A NAMBLA caminho comigo".

Os jornais e as revistas homossexuais mainstream, tais como a Advocate, Edge, Metroline, The Guide, e The San Francisco Sentinel, não só publicaram artigos e colunas  favoráveis à NAMBLA, como muitos editorializaram em favor da NAMBLA e do sexo com crianças. O editor do The Guide, Ed Hougen, declarou numa entrevista dada à  Lambda Report, que:

Acredito que eles [NAMBLA] estão, de modo geral, interessados nos direitos dos jovens de serem sexuais........ Fico feliz com a existência de grupos como a NAMBLA, grupos que estão dispostos a serem corajosos.

O San Francisco Sentinel foi ainda mais directo:

A posição da NAMBLA em relação ao sexo não é irracional. Quando um rapaz homossexual de 14 anos aborda um homem como forma de ter sexo, então ele quer ter sexo com esse homem.

Temos também o estatuto da NAMBLA como organização que faz parte da "International Lesbian and Gay Association" (ILGA), que a dada altura chegou a ser reconhecida pelas Nações Unidas como uma ONG que representava a comunidade homossexual mundial. Quando a membrasia da NAMBLA dentro da ILGA se tornou pública, um redemoinho de controvérsia internacional teve início. Alguns líderes homossexuais olhavam para esta atenção como algo prejudicial para a imagem e para os propósitos do movimento homossexual e apelaram para a expulsão da NAMBLA por motivos puramente políticos.

No entanto, os média falharam ao não reportar que a própria ILGA albergou palestras sobre a pedofilia, e que em 1985, 1988 e 1990 havia aprovado resoluções que apelavam à abolição das leis da idade de consentimento, alegando que "as leis em torno do consentimento para relacionamentos homossexuais servem mais para oprimir do que proteger", e dando o seu apoio "ao direito de cada indivíduo, independentemente da idade, de explorar e desenvolver a sua sexualidade".

Eventualmente, e em reacção à legislação congressional que ameaçava reduzir em 119 milhões de dólares o apoio financeiro, em 1995 as Nações Unidas expulsaram a ILGA por esta se recusar em colocar um ponto final na sua relação com meia dúzia de grupos-membros que advogavam ou promoviam a pedofilia. De modo bastante revelador, e embora a ILGA tenha expulso a NAMBLA (o que muitos dizem ter sido uma expulsão táctica), a ILGA não conseguiu recolher apoio suficiente entre os seus membros para expulsar organizações pró-pedofilia mais poderosas e mais discretas provenientes da Alemanha e de outros países.

É bastante revelador o facto da maior coligação homossexual do mundo - a ILGA - ter preferido ser excluída das deliberações das Nações Unidas do que levar a cabo uma votação para expulsar os grupos que propõe o sexo com as crianças.

Para além do apoio à NAMBLA por parte das principais organizações homossexuais, existe um vasto leque de evidências que revelam que os homossexuais são a força motora por trás do aumento da epidemia do abuso de menores. De facto, durante os últimos 15 anos a comunidade homossexual e os seus aliados académicos publicaram uma enorme quantidade de artigos alegando que o sexo com crianças não era prejudicial para as crianças, mas, como declarado numa revista homossexual, "constitui um aspecto da vida gay e lésbica".

Tais artigos apareceram em revistas pró-homossexualistas académicas tais como The Journal of Homosexuality, The Journal of Sex Research, Archives of Sexual Behavior, e The International Journal of Medicine and Law. O conselho editorial da mais importante revista académica pedófila, Paidika, encontra-se dominado por académicos homossexuais proeminentes, tais como John DeCecco (professor na "San Francisco State University"), e que por acaso também edita o Journal of Homosexuality.

De facto, o The Journal of Homosexuality é o mais importante jornal académico mainstream do mundo homossexual; no entanto este jornal publicou uma edição-dupla especial sob o título,"Male Intergenerational Intimacy", contendo dezenas de artigos caracterizando a actividade sexual entre um homem e um menor como um relacionamento amoroso. Um dos artigos declara que os pais devem olhar para o pedófilo que ama o seu filho "não como um concorrente ou um rival, não como um ladrão da sua propriedade, mas como um parceiro na educação do rapaz, alguém a ser bem recebido dentro de casa."

De modo semelhante, as publicações homossexuais mainstream não fazem qualquer tipo de esforço para esconder o seu ponto de vista pró-pedofilia. Por exemplo, BLK, uma importante publicação homossexual negra, defende a pedofilia num artigo com o título de "Devem os Homens Que Aman Rapazes Ser Culpados de Má Conduta Sexual?"

O mais importante jornal homossexual de São Francisco, o The Sentinel, editorializou que "O amor ente o homem e os rapazes encontra-se no centro da homossexualidade."  Em 1995, a revista homossexual Guide declarou:
É motivo de orgulho o facto do movimento homossexual ter albergado as poucas vozes que tiveram a coragem de dizer abertamente que as crianças são, naturalmente, seres sexuais, que merecem o direito de expressão sexual com quem quer que eles queiram...... temos que prestar atenção aos nossos profetas. Em vez de termos medo de sermos qualificados de pedófilos, temos que anunciar publicamente que o sexo é bom, incluindo a sexualidade das crianças...... Temos que fazer isto pelo bem das crianças. 
Sem qualquer tipo de equívoco, a Guide está a declarar que os homossexuais devem abusar de crianças para o bem das crianças!

Embora os média convencionas aparentemente se tenham recusado a levar a cabo uma iniciativa investigativa de exposição ao movimento homossexual, não é difícil encontrar apoio ao sexo com crianças junto das publicações de proeminentes líderes homossexuais. Por exemplo, o fundador da ínfame grupo homossexual ACT-UP, Larry Kramer, escreveu no seu livro, "Report from the Holocaust: The Making of an AIDS Activist":

Naquelas situações onde a criança tem relações sexuais com os seus anciãos mais velhos, sejam eles professores ou outra coisa qualquer, eu proponho que frequentemente, muito frequentemente, a criança deseja a actividade - chegando até a solicitá-la.

Numa carta enviada ao editor dum jornal homossexual, Andy Humm, líder importante dum dos maiores grupos de jovens homossexuais dos Estados Unidos - Advocates for Youth - disse:

Ninguém pode ver os seus direitos civis básicos negados devido à sua orientação, quer essa pessoa seja homossexual, heterossexual, transsexual, transvestida, pedófila, sadista, masoquista, assexual, ou o que quer que possa ser imaginado. . . . Estas são, nelas mesmas, variações naturais.

Uma análise de conteúdo levada a cabo em 1995 pela Dra. Judith Reisman (do "Institute for Media Education") com especial foco na publicidade no jornal homossexual mais influente do país - The Advocate - revela que 63% dos anúncios buscavam ou ofereciam serviços de prostituição; muitos deles solicitam abertamente rapazes. O The Advocate também publicita o "Boneco-Rapaz Penetrável . . . disponível em 3 posições provocantes."

Reisman apurou que o número de imagens de rapazes por cada edição do The Advocate era, em média, de 14. Algumas publicações homossexuais, tais como o jornal do sul da Califórnia com o nome de Update, são suficientemente descarados para publicitar donativos para custos legais de homossexuais presos por abuso de menores.

De facto, a NAMBLA bem como outra literatura pró-pedófila podem ser encontradas onde quer que os homossexuais se reunem (livrarias, balneários, festivais, bares homossexuais e afins...).  Quando Peter LaBarbera, líder do grupo "Americans for Truth About Homosexuality", pediu ao gestor duma das principais livrarias de Boston - Glad Day Bookshop - que parasse de vender literatura pedófila, este último disse:

A nossa política é vender tudo que se encontra disponível para a comunidade [homossexual].

O dono duma proeminente loja de livros de Filadélfia - Giovanni’s Room - retirou a literatura da NAMBLA das suas prateleiras apenas e só depois de ameaças de boicote, mas mesmo assim comentou:

Acho que é um dia estranho para a cultura gay quando começamos a banir coisas só porque elas nos deixam pouco à vontade. . . . especialmente quando essas coisas são o fundamento da literatura homossexual. Se nós retirássemos todos os livros que têm temas sexuais adulto-jovem, não nos sobrariam muitas novelas, memórias ou biografias.

Segundo o escritor Philip Guichard, num artigo presente no "Village Voice", os mais importantes livros de ficção homossexual do mercado actual estão cheios de relatos idílicos de relacionamentos intergeracionais. Em 1998, Doubleday publicou um livro com o nome de "The Gay Canon: Great Books Every Gay Man Should Read", e ele promovia imensas obras que caracterizavam o sexo com rapazes duma forma positiva. A cadeia de livrarias "Border" vende um livro - "A History of Gay Literature: The Male Tradition" - que inclui um capítulo dedicado à história da literatura pró-pedofilia como parte indisputável da história da literatura homossexual.

A "Gay Men’s Press" publica uma lista de bestsellers onde se fazem presentes livros tais como "Dares to Speak: History and Contemporary Perspectives on Boy-Love, Some Boys", e "For a Lost Soldier". Todos estes livros só podem ser descritos como pró-pedofilia. A autoritária "Encyclopedia of Homosexuality" alega reconhecer que "até recentemente os relacionamentos homem-rapaz eram aceites como parte - e de facto, parte maior - da homossexualidade masculina."

O importante dicionário da cultura homossexual com o nome de "The Queens’ Vernacular" lista 254 das suas 12,000 palavras como termos relacionados ao sexo com rapazes.

Uma das maiores editoras de literatura homossexual e de livros homossexuais - a Alyson Publications - também publica livros simpatéticos com a pedofilia tais como "Gay Sex: A Manual for Men Who Love Men". Este livro contém instruções detalhadas para os homossexuais que queiram evitar serem descobertos e presos por terem relações sexuais com rapazes:

Evitem situações onde um certo número de homens estão a ter relações com o mesmo rapaz - ou com o mesmo grupo de rapazes - durante um determinado tempo.

O que a maior parte das pessoas não sabe é que a "Alyson Publications" é provavelmente a maior produtora de literatura pró-homossexualismo e material de leitura para as escolas públicas. Infelizmente, este mercado está a crescer a um ritmo tremendo. O livro infame "Heather has Two Mommies", que está a ser actualmente usado nas escolas públicas como forma de educar as crianças em favor do homossexualismo, foi publicado pela "Alyson Publications". Até o alegado lugar de nascimento do movimento homossexual moderno, o "Stonewall Bar" em Nova York, era um lugar conhecido por ser um local onde os homossexuais mais velhos combinavam encontros sexuais com rapazes.

As conferências homossexuais "mainstream" normalmente listam discursos sobre o sexo intergeracional (tal como ele é chamado nos dias de hoje). Por exemplo, numa das maiores reuniões homossexuais do país, a convenção anual do "National Gay Lesbian Task Force" exibiu um workshop durante a sua conferência de 2001 com o título de "Your Eyes Say Yes But the Law Says No", que incluiu um discurso dum activista S&M em torno da forma como as leis estão a afectar o sexo intergeracional. A convenção teve também presente outro workshop com o título de "Drag 101: How to Turn Kids in Make-up into Kings and Queens."

Peguem num jornal homossexual ou numa publicação de viagens de cariz homossexual, e encontrarão anúncios para turismo sexual em Burma, Filipinas, Sri Lanka, Tailândia, e outros países infames por prostituição de rapazes. A publicação de revelações relativas a tal turismo feita por ex-homossexuais revelou que milhares de homossexuais Americanos estão a "patrocionar" rapazes prostitutos por todo mundo.

O mais famoso guia de viagens homossexual, Spartacus Gay Guides, encontra-se repleto de informação sobre os sítios onde os homossexuais podem encontrar rapazes com quem ter relações sexuais e, como aviso amigável, lista as penas legais aplicadas pelos vários países a quem é apanhado em actos de sodomia com rapazes. O governo do Sri Lanka anunciou que mais de 10,000 rapazes prostitutos trabalham nas praias como resultado da elevada procura por parte de abastados homossexuais Ocidentais.

Mas o pequeno segredo sujo da comunidade homossexual Americana são os milhares de rapazes prostitutos que os servem dentro das nossas fronteiras.Um livro que revela o mundo da prostituição de rapazes - "For Money or Love, Boy Prostitution in America" - revela que os rapazes não só se estão a vender em cidades como Nova York, Los Angeles, São Francisco, Filadélfia, Chicago, Baltimore, e Nova Orleãs, mas também nas pequenas cidades um pouco por todo o país. No calão de rua, estes rapazes são conhecidos como "chickens" e os seus clientes são conhecidos como "chickenhawks."

Os sites de internet de cariz homossexual não são diferentes; uma busca rápida pelos termos "gays" e "rapazes" facilmente localiza milhares de sites homossexuais que promovem sexo com rapazes jovens e/ou que contêm pornografia infantil. De facto, foram os grupos homossexuais mainstream que deram entrada a processos legais que visavam bloquear a "Virginia Legislation", aprovada em 2001, que restringia o uso da Internet para sites que se revelassem prejudiciais para as crianças (tais como salas de conversação normalmente usadas pelos pedófilos como forma de encontrar as sua vítimas).

Semelhantemente, a condenação dum pedófilo de Iowa por ter exibido vídeos pornográficos a rapazes menores gerou um protesto geral por parte dos activistas homossexuais depois da condenação ter sido confirmada pelo Tribunal Supremo de Iowa.

O Santo Graal do movimento pedófilo é a redução ou eliminação de todas as leis em torno da idade de consentimento. Os principais guerreiros desta batalha política e legal são os grupos homossexuais "mainstream". Robert Knight e Frank York do grupo "Family Research Council" já documentaram isto de modo minucioso num relatório.

Começando em 1972, o "National Coalition of Gay Organizations" adoptou uma "plataforma dos direitos dos gays" que incluia a "revogação de todas as leis que governam a idade de consentimento sexual".

São os activistas homossexuais dentro das Nações Unidas que estão a fazer pressão de modo a conferir direitos sexuais aos menores. Na Inglaterra, a campanha está a ser liderada pelos grupos homossexuais Outrage! e Stonewall. O grupo homossexual Holandês "Association for the Integration of Homosexuality" foi bem sucedido na redução da idade de consentimento para 12 anos na Holanda. Apoiando os seus esforços estava outro grupo homossexual com o nome de COC, que declarou:
A liberação da pedofilia tem que ser vista como um tópico gay........ [e portanto] as idades de consentimento têm que ser, desde logo, abolidas..... ao reconhecer a afinidade entre a homossexualidade e a pedofilia, o COC muito provavelmente facilitou o trabalho dos homossexuais adultos de se tornarem mais sensíveis aos desejos eróticos dos membros mais jovens do seu sexo, e desde logo, alargando a identidade homossexual.
No Canadá, o esforço de redução da idade de consentimento está a ser liderado pelos activistas homossexuais e por um defensor da NAMBLA com o nome de Gerald Hannon. Na América, para além da NAMBLA, o esforço tem o apoio da maior parte das organizações homossexuais tais como a "National Gay Task Force". Verdadeiramente, a manifestação homossexual anual com o nome de "March on Washington" invariavelmente emite uma "declaração de exigências" que inclui a abolição das idades de consentimento. No Hawaii, os grupos homossexuais locais foram bem sucedidos na redução da idade de consentimento para 14.

Na verdade, é difícil encontrar um defensor da redução da idade de consentimento que não seja um activista homossexual.

O que é que a literatura académica diz, então, da relação entre o homossexualismo e o abuso de crianças? Muito. Os estudos científicos confirmam uma pré-disposição pedofílica muito forte entre os homossexuais. Num artigo de 1985 para o "Psychological Reports", Paul Cameron, psicólogo e fundador do grupo "Family Research Institute", reviu mais de 19 relatórios académicos e estudos analisados por pares e apurou que os homossexuais são responsáveis por entre 25% a 40% de todos os casos de abuso de menores.

Em 1985, os pesquisadores sexuais Freund, Heasman, Racansky, e Glancy, por exemplo, e num artigo presente no "Journal of Sex and Marital Therapy", colocaram o número nos 36%. Erickson, Walbek, Sely, num artigo de 1988 para o "Archives of Sexual Behavior", colocam o número nos 86% quando as crianças são abusadas por um homem.

No entanto, tem que ser salientado que os homossexuais são apenas 2% da população, o que estatisticamente significa que um violador de menores é entre 10 a 20 vezes mais susceptível de ser homossexual do que heterossexual. Dito de outra forma, os abusos de menores feitos por heterossexuais são proporcionalmente uma fracção quando comparados com os abusos de menores feitos por homossexuais. Os estudos mais recentes confirmam esta estatística. Em 2000, o "Archives of Sexual Behavior" publicou um artigo escrito por 7 pesquisadores sexuais, e o mesmo conclui que "cerca de 40% dos homens com atracção por crianças tem preferência por rapazes. Portanto, a taxa de atracção homossexual é 6-20 vezes mais elevada entre os pedófilos."

Em 1987, Eugene Abel (perito na violência sexual e professor de psicologia) publicou um artigo no "Journal of Interpersonal Violence" onde ele conclui que os homossexuais abusam rapazes com uma incidência cinco vezes mais elevada que o abuso de raparigas. Num artigo de 1992 publicado no "Journal of Sex and Marital Therapy", os pesquisadores sexuais K. Freud e R. I. Watson apuraram que os homens homossexuais são três vezes mais susceptíveis que os heterossexuais de se envolver na pedofilia, e que o pedófilo comum vitimiza entre 20 a 150 rapazes antes de ser preso.

Outros dados vieram entretanto confirmar o facto do sexo com rapazes ser um estilo de vida entre os homossexuais. Em 1993, o "United States Army, Office of Judge Advocate", emitiu um estudo que analisou 102 condenações levadas a cabo por um tribunal marcial relativas a soldados envolvidos em actos homossexuais durante um período de 4 anos. O estudo apurou que em 47% dos casos, os homens homossexuais vitimaram um jovem.

O grupo "Family Research Institute" levou a cabo uma análise de conteúdo às histórias de abuso de rapazes reportadas por cinco grandes jornais e apurou que 40% dessas histórias envolviam homossexuais, embora este número seja inferior ao real devido ao facto de muitos repórteres não revelarem que o violador é homossexual mesmo que o tal repórter saiba que essa é a verdade.

Um estudo levado a cabo pelos pesquisadores sexuais Alan Bell e Martin Weinberg apurou que 25% dos homossexuais brancos tiveram relações sexuais com rapazes de 16 anos ou com idade inferior. O "Family Research Institute" levou a cabo um estudo e apurou que "os homossexuais eram 11 vezes mais susceptíveis que os heterossexuais exclusivos de ter tido relações sexuais com um homem quando eles tinham menos que 13 anos." Um estudo levado a cabo pelos pesquisadores e activistas homossexuais   Jay e Young revelou que 73% dos homossexuais pesquisados haviam tido relações sexuais com rapazes com idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos, ou mais novos ainda.

Num estudo focado na violação masculina, levado a cabo pelo "American Journal of Psychiatry", foi apurado que 6% das vítimas de violação que se reportaram nos "Philadelphia Rape Crisis Centers" eram rapazes com menos de 16 anos, e eles não haviam sido abusados por mulheres.

No entanto, este tipo de comportamento é considerado normal nos círculos psiquiátricos devido à influência dos psiquiátras homossexuais dentro do "American Psychiatry Association". Foi esta convenção política que se encontra dentro deste grupo que o levou a re-escrever o critério para a pedofilia. A nova definição de pedofilia define o sexo com uma criança como uma desordem psicológica apenas e só se ela causar "sofrimento clinicamente significativo"  no abusador! Segundo esta nova definição, a maior parte das pessoas que abusa menores são pessoas perfeitamente normais!

O "American Psychological Association" parece também ter tido simpatias semelhantes quando publicou um artigo desleixado e cheio de erros no seu "Psychological Bulletin" em Julho de 1998, alegando que não existiam pesquisas que documentavam a alegação de que o abuso de menores era prejudicial para as crianças, e que "um encontro desejado, com reacções positivas, deveria ser apenas classificado de sexo entre um adulto e uma criança", ignorando termos tais como "abuso de crianças" e "vítima".

Não houve qualquer clamor por parte da comunidade homossexual. De facto, eles ou permaneceram calados ou defenderam publicamente o artigo. Um dos jornalistas homossexuais mais proeminentes da nação, Andrew Sullivan, atacou os críticos do estudo no "New York Times". No "National Journal", o jornalista homossexual   Jonathan Rauch apoiou de modo firme o estudo, e alegou que o abuso de menores deveria ser chamado de "sexo entre um adulto e um adolescente".

A epidemia do abuso de rapazes que está a ocorrer ao mesmo tempo que ocorre a ascenção da agressiva subcultura homossexual não é uma coincidencia: devido ao vírus da SIDA, um abuso sexual é frequentemente uma sentença de morte. Para além disso, o "Journal of the American Medical Association" reportou que 50% das vítimas masculinas da SIDA reportaram já terem tido uma relação sexual com um homem adulto quando atingiram os 16 anos de idade, e que 20% reportou já ter tido uma relação com um homem adulto quando haviam atingido os 10 anos de idade.

O "Center of Disease Control" (CDC) reportou recentemente que, por volta do ano 2000, existiam cerca de 31,293 casos de SIDA na faixa etária 13-24. O "The HIV/AIDs Surveillance Reports" mantido pelo CDC demonstra que por volta dos últimos anos, cerca de metade das vitimas do HIV que se encontram faixa etária 13-24 foram infectados devido ao sexo com um adulto.

No entanto, é preciso levar em conta que devido ao período de incubação da doença HIV/SIDA, muitos destes rapazes e destes jovens haviam sido infectados em períodos que poderiam chegar aos 10 anos prévios, antes do seu caso ser reportado. Isto traduz-se mais ou menos em 15,000 rapazes que foram infectados por homens adultos desde que o CDC começou a compilar esta informação. Isto é uma epidemia que ninguém tem a vontade de falar.

A resposta tem sido, em vez disso, um aumento dos esforços da comunidade homossexual de comprometer todos os grupos de jovens possíveis e imaginários, e uma inundação das escolas públicas de currículos, aconselhamento, e actividades socias pró-homossexualistas. O YMCA, as Escuteiras, e os Big Brothers, apesar de também estarem todos eles atormentados com incidentes de abuso sexual, capitularam perante as campanhas de pressão levadas a cabo pelos grupos homossexuais.

De facto, líderes das Escuteiras, escrevendo no livro de 1997 com o título de "On My Honor: Lesbians Reflect on their Scouting Experience", revelam que as Escuteiras encontram-se inundadas com lésbicas - um terço do seu staff profissional é composto por lésbicas - e elas começaram até com um programa de orientação lésbico! Actualmente, na lista de grupos de jovens Americanos com expressão significativa, os Escuteiros encontram-se sozinhos na luta contra a agenda homossexual - e isso explica o porquê deles estarem a ser alvo de tantos ataques legais, legislativos e culturais.

Mais ainda, os média esquerdistas imitem qualquer menção ao homossexualismo da pessoa sempre que falam de incidentes de abuso sexual, e isto é reforçado através da pressão feita por grupos homossexuais. A "Gay & Lesbian Alliance Against Defamation" (GLADD) divulgaram um "guia mediático" aos repórteres nacionais, onde eles apelam a que:
A orientação sexual do criminoso nem sempre é óbvia (ou relevante) tendo como base as circunstâncias do crime. . . . Como regra geral, evitem identificar uma actividade ou emoção de "homossexual" a menos que estejam dispostos a identificar a mesma actividade de "heterossexual" ou "straight" se ela for levada a cabo por alguém com outra orientação sexual.
A comunidade homossexual sabe que a tomada de todos os grupos juvenis é absolutamente necessária para a expansão do seu movimento. Eles sabem o que a maior parte dos cientistas sociais e pesquisadores sexuais sabe mas recusa-se a falar: as crianças que são abusadas homossexualmente são mais susceptíveis de se tornarem elas mesmas homossexuais. Afinal de contas, uma das características mais comuns entre os violadores homossexuais é que eles mesmos foram abusados durante a sua infância.Um artigo publicado pela "American Medical Association" reportou que:
Os adolescentes que foram abusados, particularmente aqueles que foram vitimados por homens, são mais de 7 vezes mais susceptíveis de se identificarem como homossexuais ou bissexuais do que os seus pares que não foram abusados.
Chegou a hora dos oficiais eleitos pelos Americanos, bem como as autoridades de saúde, os líderes educacionais, e os agentes de autoridade, tomarem acções não só no relato da verdade dura - que o movimento homossexual tem como alvo os jovens Americanos - mas também nas acções que visam reverter esta tendência horrível. Se por acaso eles falharem nisso, consequências desastrosas abater-se-ão sobre a nossa cultura e sobre a saúde das nossas crianças.

- http://goo.gl/hhWLRW


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Convém deixar bem claro que ninguém está a afirmar que todo o homossexual é pedófilo mas sim que estatisticamente e proporcionalmente falando, o pedófilo é mais susceptível de ser homossexual do que heterossexual, e que o estilo de vida homossexual tem uma visão favorável da pedofilia e da efebolifia (algo confirmado por um homem homossexual).
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Jornalistas e a cortina de fumo pedófila

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Eis aqui uma pergunta: Uma vez que a maioria dos jornalistas sabe qual é a definição de pedófilo, e consequentemente devem-se aperceber que a larga maioria dos padres envolvidos nos actuais escândalos de abusos sexuais não se ajustam a essa definição, porque é que eles (os jornalistas) insistem em continuar a chamá-los de "pedófilos"?

Deixem-me sugerir uma resposta.

A maior parte dos jornalistas propositadamente dá o nome errado de pedófilos aos padres abusadores como forma de criar uma cortina de fumo; o seu propósito é o de  obscurecer o facto da maioria dos homens serem, na verdade, predadores homossexuais. Os outros jornalistas - um subconjunto menor - apenas repete a frase "padre pedófilo" - sem levar em conta as definições - e desde logo participam inadvertidamente esta obfuscação.

Mas já avancei demais. Talvez seja melhor começar com uma definição básica do termo "pedófilo". Um pedófilo é qualquer adulto que tenha tido um desejo sexual por crianças pré-púberes. Uma vez que a maioria dos padres atacou sexualmente rapazes adolescentes, eles não são, segundo a definição, pedófilos.

Uma significativa maioria dos padres que abusam sexualmente os adolescentes são, na verdade, pederastas, Pederastas são homens homossexuais adultos que buscam rapazes menores pós-púberes como forma de agir segundo as suas inclinações sexuais. Na minha área de psicologia, eles são chamados de predadores sexuais; na área das forças da lei, eles são chamados de violadores estatutários, ou de modo mais simples, criminosos. Mas independentemente disto, eles não são pedófilos.

Eis aqui mais factos adicionais relacionados com o tópico. Primeiro, segundo a maior parte das estimativas publicadas, entre 25% a 50% dos padres são homossexuais. Isto é um contraste estatístico óbvio com o facto de apenas 3% a 5% da população geral ser homossexual. Logo, os homossexuais estão desproporcionalmente representados nas fileiras do sacerdócio.

Segundo: aproximadamente 85% a 95% dos casos de abuso sexual conhecidos perpetrados pelos padres foi contra rapazes adolescentes. Uma vez que iríamos prever estatisticamente que apenas 25% a 50% dos casos de abusos sexual seriam homossexuais - tomando como base as suas percentagens dentro da população total de padres - ficamos surpreendidos com o facto destes padres homossexuais estarem a abusar os rapazes segundo percentagens muito mais elevadas que aquelas que seriam de esperar, e desde logo, em muito maior percentagem que os seus pares heterossexuais.

Os homossexuais masculinos com quem falei não só não estão surpreendidos com estas percentagens, como reconhecem de maneira franca que uma substancial porção dos homens homossexuais - padres ou não - busca rapazes adolescentes para os fazer de "parceiros sexuais" - dentro da comunidade homossexual estes homens são conhecidos por vários nomes tais como “chicken-hawks.”

Como nota marginal, é interessante notar que aqueles que atacam os Escuteiros por impedir lideres de escuteiros abertamente homossexuais terem emudecido duma forma ensurdecedora desde que o escândalo dos padres teve início. Será que isso se deve ao facto dos receios implícitos através dos regulamentos dos Escuteiros parecerem agora totalmente razoáveis à luz do comportamento predador de demasiados padres homossexuais?

Mas voltando ao tópico em questão - verdade jornalística. Embora cerca de 95% dos casos de abuso sexual reportados até agora envolverem homossexuais a abusar de rapazes adolescentes, a maior parte dos jornalistas ignora o ângulo da orientação sexual [sic], e erradamente caracteriza os padres abusadores de pedófilos. De forma geral, isto não é um erro.

Parece que muitos intencionalmente usam a palavra "pedófilo" porque ela é não-específica em relação à preferência sexual e desde logo, esconde o facto de que um número  desproporcionalmente elevado dos padres predadores serem homossexuais. Estes jornalistas - que tendem a ser politicamente e socialmente esquerdistas - querem esconder este facto porque isso seria prejudicial para a sua agenda homossexual, que há muito alegou que os homossexuais não mais susceptíveis de abusar os menores que os heterossexuais - uma alegação falsa neste caso. E uma vez que a maior parte dos jornalistas prefere ajudar do que prejudicar a agenda homossexual, eles levam a cabo esta obfuscação.

Jornalistas imparciais - uma frase que deveria ser redundante - deveriam reportar os factos sem levar em consideração os seus efeitos - positivos ou negativos - para uma dada agenda. O encobrimento da verdade por trás duma cortina de fumo ideológica e politicamente correcta não só é anátema para a ética da profissão de jornalista, neste caso esse encobrimento coloca em perigo os jovens da nossa nação. Se queremos resolver o problema dos padres que são predadores sexuais, temos que tem em mente a verdadeira natureza do problema. E tendo como base na informação que temos até agora, o problema principal não são os pedófilos.

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©2002 Dr. Trayce Hansen. All rights reserved.


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Claramente, o problema é o comportamento homossexual e o vídeo que se segue - feito por um homossexual - disponibiliza mais evidências em favor desta posição.


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A Aliança com a Pedofilia: Um Passado Desconfortável para os Direitos dos Homossexuais


Contrariamente ao que se possa pensar, o "desenvolvimento" para a posse de crianças alheias ("adopção") não é algo de novo ou marginal dentro do movimento homossexual, mas algo que é o cerne do mesmo. O texto que se segue, com o qual discordo em muitos pontos (principalmente por tentar passar a ideia de que a pedofilia dentro do homossexualismo é algo alheio ao espírito dessa preferência sexual), é bastante esclarecedor.
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Por Ann-Katrin Müller

Durante os anos 80, os grupos homossexuais da Alemanha formaram uma aliança com os pedófilos que defendiam legalização do sexo com menores. Esse foi um período sombrio do qual poucos querem falar hoje em dia.

Em Julho de 1981, a revista homossexual "Rosa Flieder" publicou uma entrevista com Olaf Stüben, na altura, o mais infame pedófilo da Alemanha. Como escritor da revista esquerdista Die Tageszeitung, ele lutava abertamente para que as pessoas aceitassem a pedofilia como saudável e normal. Numa entrevista dada à revista, é perguntado a Stüben o porquê de ter que ser aceitável o sexo entre adultos com crianças e menores. Ele fala de "rapidinhas" com jovens rapazes, declara que é antiquado manter o tabu em torno de tocar as crianças de forma inapropriada. "A inocência infantil é uma invenção burguesa do capitalismo primitivo," afirma Stüben says.

A entrevista dada ao "Rosa Flieder" não foi nada fora do comum. Pelo contrário, nos anos 70 e 80 muitas revistas com temática pró-homossexualismo promoviam abertamente o sexo com crianças, chegando até a colocar fotos de rapazes nus. A revista "Don" apresentou cinco reportagens simpatéticas de experiências levadas a cabo por homens pedófilos. O título dizia, "Nós não somos violadores de crianças!".

Nos meses mais recentes, muitos na Alemanha têm vindo a discutir o quanto que o Partido "Os Verdes" dos nos 80 se deixou manipular pelos pedófilos. O partido ficou sob tal pressão que contratou o cientista político Franz Walter para analisar a sua própria história em torno deste assunto.

No entanto, ficou bem claro que o movimento homossexual na Alemanha tem também que fazer uma introspecção com este capítulo da sua história. Qualquer pessoa que faça uma busca pelos arquivos poderá encontrar amplas evidências da aliança entre as organizações defensoras dos direitos dos homossexuais com os activistas pedófilos. Se os pedófilos se envolvessem em algum problema com a lei, eles poderiam depender de conselhos legais por parte de um grupo conhecido como "Advogados Homossexuais". Muitos políticos do Partido "Os Verdes" garantiram também que a legalização do sexo entre adultos e crianças tivesse uma audiência.

Aliança Benéfica

Hoje em dia parece confuso o porquê dos homossexuais se deixarem envolver com pessoas cuja obsessão sexual era totalmente ilegal. A tolerância aos pedófilos foi fomentada pelas mais variadas fontes. Para começar, muitos homossexuais da altura sabiam muito bem o que era ser alvo de discriminação por parte do estado. Oficialmente, o sexo consensual entre dois homens adultos foi um acto criminoso até aos finais dos anos 60. Só por volta de 1969 é que os legisladores da Alemanha Federal colocaram fim ao infame "Parágrafo 175" do Código Criminal Alemão. Por essa altura, a revolução sexual estava a dar os primeiros passos, e muitos homens finalmente tiveram a coragem de sair do armário.

Devido a isso, muitos homossexuais não queriam ser aqueles julgavam os outros por motivos das suas inclinações sexuais depravadas. Num clima geral de tolerância, o movimento perdeu a sua bússula moral. O movimento homossexual não se distanciou dos homens que agiam segundo o seu desejo por crianças; em vez disso, o movimento homossexual acolheu-os.

Houve também a notável ideia de que não se deveria negar aos rapazes menores a chance de ter experiências sexuais com homens mais velhos. Mesmo hoje, a  "Associação de Lésbicas e Gays na Alemanha" (LSVD) alega no seu site que nos anos 80, os únicos homens que falaram foram aqueles que apreciaram sexo com adultos durante a sua juventude.

Para os pedófilos, a aliança com o movimento homossexual foi benéfica visto que desta forma obtiveram uma plataforma a partir da qual eles poderam formular os seus objectivos. O movimento homossexual ajudou os pedófilos nas mais variadas formas. Num panfleto com o texto, "Justamente Gay. Aconselhamento Jurídico para os Gays" há uma "ajuda argumentativa" com o tamanho de uma página e meia onde estão descritas instruções sobre a forma como os homens acusados de abuso sexual podem escapar o castigo. É dito ao leitor de maneira informal:

Se o vosso comportamento sexual não é contestável, mas limita-se ao beijo e à masturbação mútua, o vosso advogado de defesa pode pedir que uma testemunha perita vá depor.

Isto pode servir para negar que tal comportamento é prejudicial para o desenvolvimento sexual da criança, continua o panfleto. Mas isto só numa condição, "O perito tem que ser contactado a tempo."

A Repercussão Começa

Começando em meados dos anos 80, o movimento homossexual na Alemanha começou a distanciar-se dos pedófilos. Numa convenção do Partido "Os Verdes", no estado ocidental de Renânia do Norte-Vestefália em Março de 1985, o partido aprovou um documento que apelava para a legalização da "sexualidade não-violenta" entre adultos e crianças. O incidente causou tal comoção que os Verdes perderam a chance de entrarem na legislatura estadual. Para além disso, o movimento em torno dos direitos dos  homossexuais começou a notar nos estragos que a aliança com os pedófilos estava a causar. Subitamente, os homossexuais começaram a combater o clichê "violador de crianças homossexual". Os seus propósitos reais, tal como a criação duma política de combate à SIDA eficaz e o fim da discriminação social, foram relegadas para segundo plano.

O movimento das mulheres é também parcialmente responsável pela sensibilização entre os esquerdistas dos estragos causados pela pedofilia. A proeminente feminista Alice Schwarzer foi activa no combate ao abuso infantil quando a pedofilia ainda era considerada em alguns círculos como uma forma aceitável da sexualidade humana.

Enquanto a agora-defunta revista alternativa esquerdista "Pflasterstrand", então editada pelo actual político dos Verdes Daniel Cohn-Bendit, justificava o sexo com menores, Schwarzer causava alguma sensação com uma entrevista na sua revista "Emma." Nela ela falou com o educador Günter Amendt, que era considerado visto como particularmente progressita na altura. Mesmo assim, ele afirmou que os pedófilos sempre exploraram a sua posição de poder sobre as crianças. Não poderia haver qualquer discussão de amor entre partes que se encontram no mesmo patamar, afirmou ele.

Proponentes do Passado com o Lábios Colados em Torno deste Assunto

Obviamente, diz hoje Schwarzer, a pedofilia não é um assunto entre os homossexuais. Existem mais heterossexuais pedófilos do que homossexuais, diz ela, "Mas o movimento homossexual precisou de se distanciar de forma mais clara. E a problematização da pederastia, o sexo entre homens e jovens rapazes, ainda não ocorreu."

Mas há uma escassez de activistas homossexuais dispostos a falar dos dias sombrios do seu passado. Volker Beck, que representa Colónia no parlamento Alemão, deixou bem claro que já disse tudo o que tinha para dizer em torno deste assunto. Durante muito tempo, Beck foi o porta-voz do "Grupo de Trabalho Federal Para Políticas Gays" do partido "Os Verdes". Durante os anos 80, ele contribuiu para o livro "The Pedosexual Complex" onde ele lutou em favor duma descriminalização do sexo com os menores. Mais tarde, ele alegou que essas passagens foram editadas e colocadas no seu texto. Ele não consegue no entanto provar esta alegação.

O LSVD está também com os lábios colados no que toca a esclarecer o seu envolvimento com a pedofilia. Durante os anos 90 eles escreveram explicações bem claras, afirmou Günter Dworek a partir do seu quadro de directores. O artigo de 1997 é essencialmente um artigo vazio de qualquer remorso ou retractação onde é dito que é abuso "se os adultos satisfazem as suas necessidades sexuais à custa de crianças." No entanto, o texto nada diz da antiga aliança entre homossexuais e pedófilos.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Homossexual Walter Lee Hampton avisa: "Não deixem os vossos filhos chegarem perto dos homens homossexuais"

Fonte

Já dissemos isto no passado, e voltamos a dizer: os homens homossexuais são muito propensos a procurar parceiros sexuais entre crianças com idades entre os 13 aos 17, independentemente da idade que esses homossexuais tenha - 30, 40, 50 ou mesmo mais velhos; eles vão sempre atrás de rapazes novos. É precisamente por isso que não é seguro deixar homens homossexuais junto de adolescentes. Nós já dissemos isso, mas é muito raro encontrar homossexuais a serem suficientemente honestos para admitir o mesmo.

Mas eis que nos chega Walter Lee Hampton, um homossexual assumido Americano que fez um vídeo sobre o que ele observou na comunidade homossexual - comunidade na qual ele se encontra desde os 17 anos (ele agora tem 43). Durante esse tempo todo, ele afirma ter conhecido "milhares" de amigos seus homossexuais que andavam atrás de parceiros mais jovens e menores.

Eles traziam rapazes com 13-17 anos para sítios onde havia álcool e onde drogas eram partilhadas (para além das outras coisas que normalmente acompanham o estilo de vida homoerótico). Segundo o homossexual Walter Martin, estes homossexuais usam as redes sociais para entrar em contacto com os jovens, que, consequentemente e naturalmente, estão em elevado risco. Walter menciona um caso onde um homossexual de 33 anos foi lançado na prisão por ter tido relações indecentes com um rapaz de 14 anos, que ele havia conhecido através duma aplicação para telemóveis conhecida como Jack'd.

Para piorar as coisas, o homem fazia filmes pornográficos homossexuais e sabia que tinha o HIV. Os pais do rapaz ficaram a saber do que tinha acontecido e avisaram a polícia. Foi então que ocorreu o impensável (ou o previsível, se levarmos em conta o que se passa no submundo homoerótico): um largo número de lgbtistas da Philadelphia Gay News começaram a levantar queixas, alegando que o rapaz havia consentido (!). Eles chegaram até a culpar o rapaz dizendo que ele "havia pedido por isso".

Hampton disse que a vasta maioria dos homens homossexuais adoptou este ponto de vista.

Como se isto não fosse suficientemente mau, os activistas homossexuais estão afirmar que todas as leis que proíbem o sexo com menores deveriam ser abolidas, e que um rapaz com 14 anos já entende na perfeição os riscos, e pode dizer "Sim". Hampton, que é um homossexual com um moralidade superior a dos activistas lgbt de Filadélfia, correctamente afirmou que "Não", e que um adolescente de de 14 anos ainda é uma criança e ele precisa de ser protegido pela lei. Walter deixou também um aviso para a corrupção e para a galopante pederastia que existe dentro do movimento lgbt.

Esse movimento é, e sempre foi um movimento pedófilo (embora nem todos os homossexuais sejam pedófilos, como se pode ver pelas palavras de Walter Hampton). Todos os seus fundadores - Harvey Milk, Harry Hay, Allen Ginsberg e os outros - estiveram envolvidos com a NAMBLA e com o movimento pedófilo. Larry Brinkin é só mais um na longa lista de "ícones" lgbt que são desmascarados como pedófilos.

Foi um gesto nobre por parte de Hampton revelar como o submundo homossexual olha para a pedofilia, e as suas palavras (em inglês) têm que ser ouvidas.


Desde que Walter colocou este video no Facebook, ele começou a receber ameaças de morte por parte de religiosos homofóbicos que querem forçar a sua religião nos outros activistas lgbt e outros homossexuais. Isto é totalmente vergonhoso, e revela bem como é a mentalidade de quem defende que rapazes de 14 anos podem "consentir" em ter sexo cm homens de 30 anos.


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Walter Lee Hampton foi cuidadoso em referir que ele também não deixaria que uma filha menor sua ficasse perto de homens mais velhos, mas há aqui uma diferença muito importante: enquanto os amigos homossexuais de Walter se colocaram CONTRA o rapaz que foi abusado pelo homem homossexual, a esmagadora maioria dos homens heterossexuais ficaria do lado de uma rapariga que tivesse sido abusada por um homem mais velho.

Embora a pedofilia exista entre heterossexuais e entre os practicantes do homossexualismo, não só a pedofilia é estatisticamente mais comum entre os homoeróticos, como, segundo Walter Lee, eles são mais susceptiveis de defender os pedófilos homossexuais. Este pedaço de informação é devastadora para quem é a favor da adopção de crianças por parte de pares homoeróticos.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Homossexuais usam identidade falsa para atrair rapazes

Dois homossexuais britânicos presos em Yorkshire foram acusados de múltiplos crimes de abuso sexual a rapazes menores. Um deles, Anthony Marsh, de 53 anos, sabia que era seropositivo mas no entanto deu continuidade à sua busca e exploração de rapazes com idades que poderiam chegar aos 13, sem lhes avisar dos riscos.

Lee Davis, de 39 anos, era o mais jovem dos cúmplices. Ambos usaram as redes sociais tais como o Facebook e o Bebo - bem como sites homossexuais de conhecimento - para entrar em contacto com rapazes vulneráveis com idades entre os 13 e os 17. Posteriormente, eles atraíram-nos para encontros onde as suas actividade homossexuais eram secretamente filmadas. Os homens frequentemente trocavam de parceiros e partilhavam os seus vídeos.

Marsh e Davis, ambos da área de Doncaster, foram descritos como "pedófilos" mas eles são se ajustam ao perfil de "pedófilo" tal como ele é definido pelos homossexuais (isto é, impotentes com os adultos e interessados em crianças de ambos os sexos). Ambos os homens eram, de facto, casados, com famílias, e ambos estavam interessados em relações casuais só com jovens rapazes. Nenhum deles estava interessado em raparigas. Seria mais correcto chamá-los de pederastas.

Eles usaram um certo número de identidades falsas para dificultar o trabalho de os detectar e de os trazer para a justiça. Marsh e Davis arriscam-se a receber uma pena de prisão perpétua no próximo mês de Dezembro depois de admitirem ter levado a cabo uma série de ofensas contra rapazes - començando no ano de 2005. A Detective-Inspectora Delphine Waring, que liderou a Operação Klan da "South Yorkshire Police", disse que Marsh e Davis "procuraram vários sites, seguindo rapazes jovens, impressionáveis e vulneráveis".

Os investigadores policiais disseram que Marsh e Davis procuravam adolescentes que se encontravam inseguros ou confusos em relação à sua identidade sexual, e incentivavam-nos a experimentar o homossexualismo.

A investigação que teve início depois da Polícia de North Yorkshire ter recebido uma chamada em Maio último, reportando que um homem com o nome de Tony se encontrava num quarto de hotel (em Scarborough) e poderia estar na posse de imagens indecentes. Marsh, que também usava os nomes "Tony Taylor" e "Tony Smith", foi preso e um certo número de items electrónicos na sua posse foram examinados pelos detectives.

Dias mais tarde, depois da Polícia de South Yorkshire ter tomado conta do caso, Davis, de Conisbrough, que usava o nome de "James Parkin", foi também detido. Na casa de Davis, 300 DVDs foram encontrados que pareciam conter imagens gravadas com uma camcorder dele envolvido em actos sexuais com crianças. Perante o magistrado de  Rotherham, Davis foi acusado de actividade sexual com rapazes com idades entre os 13 e os 15 e permaneceu em custódia.

Em Julho último ambos os homens foram retirados da prisão para mais investigações, momento em que eles mais admissões em relação aos seus crimes, gerando algumas acusações que eles mais tarde admitiram em tribunal.

Marsh e Davis pegavam nas vítimas e levavam-nas para algum lugar discreto, tal como os bosques. Ocasionalmente, eles usavam hotéis. David gravou muita actividade sexual, que tem ainda que ser vista para que as vítimas sejam identificadas. David, que se encontra desempregado, levou algumas das vítimas para a sua casa familiar quando a sua esposa se encontrava no emprego.

Muitos dos rapazes não olham para si como vítimas. Eles concordaram com os encontros, com a actividade sexual, mas alguns deles ficaram particularmente perturbados quando souberam que estavam a ser filmados.

Crê-se que Marsh e Davis se conheceram online, tal como como conheceram muitas das suas vítimas online, mas a polícia acredita que era normal eles trocaram as vítimas entre si usando telefones móveis ilícitos e computadores.

A Polícia de South Yorkshire afirmou que Davis filmou adolescentes na sua casa ou na sua carrinha. Os oficiais acreditam que algumas das imagens filmadas por Marsh foram distribuídas através da internet.

Fontes: 1,2,3

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O facto destes homossexuais buscarem rapazes "inseguros ou confusos em relação à sua identidade sexual" talvez explique o porquê dos activistas homossexuais estarem tão interessados em usar as apresentações escolares em torno do "anti-bullying" para promover o homossexualismo. Afinal, é bem mais fácil enganar um jovem sexualmente inseguro do que um adolescente seguro da sua identidade sexual.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Porque é que os predadores sexuais estão tão interessados na "educação sexual"?

Entre o ano de 2004 e o ano de 2009, Ben Levin ocupou o cargo de Vice-Ministro da Educação sob o comando da lésbica Kathleen Wynne (Ministra da Educação). Durante o tempo em que Levin se encontrou no cargo, foi desenvolvido um novo currículo de educação sexual, com o nome de "Inclusive Education Strategy" (EIES) [ed: "Estratégia de Educação Inclusiva"]. Segundo o currículo, crianças de 6 anos receberiam aulas de "identidade de género" na 1ª classe, aulas de orientação sexual e de  géneros diferentes na 3ª classe, aulas de masturbação na 6ª classe, e aulas de sexo oral e sexo anal na 7ª classe.

Numa carta com a data de 6 de Abril de 2009, Ben Levin declarou:

Hoje, o ministério emitiu o seu artigo em torno da estratégia de educação equitativa e inclusiva, levando a cabo a promessa da Diversidade.... Esta estratégia de alcance provincial tem sida uma prioridade da nossa Ministra de Educação Kathleen Wynne, bem como uma prioridade minha.

Este programa foi apresentado em Setembro de 2010. Pais horrorizados levantaram um tumulto de protestos de dimensões tão considetáveis que o então Primeiro Ministro, Dalton McGuinty, foi forçado a retirar o plano de estudo passados que estavam apenas dois dias. Intrépidos perante tal rejeição, a PM Wynne, que sucedeu a McGuinty, anunciou em Janeiro de 2013 que tem planos de trazer de volta o controverso programa de educação sexual.

Em Junho de 2013 Ben Levin publicou um artigo no "Literary Review" do Canadá onde ele criticava o requerimento provincial de que todos os adultos que trabalham com crianças se sujeitem a uma análise do seu registo criminal. Nesse artigo Levin alegou que tal medida preventiva era uma "barreira" no desenvolvimento de parceiras entre as escolas e as comunidades. Benjamin Levin era tão estimado pela PM Wynne que ela o nomeou para membro da sua equipa de transição em Janeiro de 2013. Na Parada de Orgulho Gay de Toronto de 2013, Levin sentou-se orgulhosamente numa fila privilegiada, perto da PM Wynne, de Justin Trudeau (líder Liberal federal) e ao lado de Bob Rae.

Ben Levin foi agora acusado de distribuir pornografia infantil, de fazer pornografia infantil, de aconselhar alguém a levar a cabo uma ofensa culpável (criminosa), e por concordar ou organizar as coisas de modo a que uma ofensa culpável seja levada a cabo contra uma criança com menos de 16 anos. Duas outras acusações foram levantadas contra ele por possuir e aceder a pornografia infantil.

Os Predadores Aprovam a Educação Sexual de Crianças

Não é por acaso que o sr Levin, na sua posição de Vice-Ministro da Educação, se encontrava a promover um programa de educação sexual horrível para crianças pequenas. Há um propósito por trás disto tudo: ao sexualizar as crianças antes delas estarem psicologicamente, emocionalmente e fisicamente prontas, elas podem começar a enveredar pela actividade sexual numa idade ainda baixa, acreditando que tal actividade sexual naquela idade é normal, aceitável e esperado delas.

Isto faz com que elas fiquem vulneráveis e se tornem  presas fáceis para os predadores sexuais. Com este currículo, as crianças aprendem que o comportamento sexual, qualquer que ele seja, pode ser levado a cabo sem arrependimento, sem preocupação ou sem qualquer tipo de reservas, a qualquer altura, por qualquer pessoa, e com qualquer pessoa.

Foi só o senso comum e a intuição dos pais preocupados de Ontário que impediu que este currículo sexual fosse implementado. O antigo Vice-Ministro da Educação obviamente que é um bom e fiável amigo da PM lésbica Wynne; aparentemente, eles partilham dos mesmos valores "morais" sexuais. Seria interessante saber se a senhora Wynne se atrevirá a implementar o programa do currículo sexual numa altura que se aproximam as eleições, e logo agora com a  inconveniente prisão de Ben Levin.

Fonte: http://shar.es/KYHQ9

terça-feira, 17 de setembro de 2013

É a pedofilia uma "orientação sexual" ?

Por Jack Minor

Usando as mesmas tácticas usadas pelos activistas homossexuais, os pedófilos deram início a formas de obter o mesmo estatuto que o homossexualismo , alegando que o seu desejo por crianças é uma orientação sexual parecida à heterossexualidade e ao homossexualismo.

Há já muito tempo que os críticos do estilo de vida homossexual alegam que, mal se tornou aceitável definir o homossexualismo como "um estilo de vida alternativo", logicamente falando nada mais passou a estar para além dos limites. Os activistas homossexuais ficaram ofendidos com esta posição, insistindo que isso nunca aconteceria, mas sabe-se agora que alguns psiquiatras começaram a propor uma redefinição da pedofilia da mesma forma que o homossexualismo foi redefinido há alguns anos atrás.

No ano de 1973 a American Psychiatric Association (APA) desclassificou o homossexualismo da sua lista de desordens mentais. Um grupo de psiquiatras  associado ao "B4U-Act" levou a cabo recentemente um simpósio propondo uma nova definição da pedofilia no "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Health Disorders" da APA.

O B4U-Act chama os pedófilos de "pessoas atraídas a menores", e o site da organização declara que o seu propósito é o de “ajudar os profissionais de saúde mental a aprender mais em relação à atracção por menores, e considerarem os efeitos dos estereótipos, do estigma e do medo.

Em 1998 a APA emitiu um relatório alegando que "o 'potencial negativo' do sexo entre adultos e crianças é ‘exagerado’ e que uma vasta maioria de homens e mulheres não reportou efeito negativo sexual algum das experiências infantis de abuso sexual.

A pedofilia já recebeu um estatuto de protecção por parte do Governo Federal. O "Matthew Shephard and James Byrd, Jr. Hate Crimes Prevention Act" lista a "orientação sexual" como uma classe protegida, mas não define o termo. Os Republicanos tentaram inserir uma emenda especificando que "a pedofilia não se encontra definida como orientação sexual," mas a emenda foi derrotada pelos Democratas [ed: esquerdistas e marxistas culturais]. O representante Alcee Hastings (Democrata-Fl) declarou que todos os estilos de vida alternativos deveriam estar protegidos pela lei:

Este projecto de lei lida com o nosso propósito de colocar um término na violência fundamentada no preconceito, e garantir que todos os Americanos, independentemente da raça, cor, religião, origem nacional, género, orientação sexual, identificação de género, incapacidade ou qualquer uma destas "filias", fetiches e "ismos" que foram avançados, não tenham que viver com medo por serem como são. Apelo aos meus colegas que votem em favor desta lei.

(...)

No princípio deste ano dois psicólogos do Canadá declararam que a pedofilia é uma orientação sexual tal como o homossexualismo e a heterossexualidade. Van Gijseghem, psicólogo e professor reformado da Universidade de Montreal, afirmou perante os membros do parlamento que “os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem pequenas ofensas pontualmente, mas sim pessoas que lutam com o que é equivalente a uma orientação sexual, tal como qualquer outro indivíduo pode estar a lutar com a heterossexualidade ou com o homossexualismo. (...) Os pedófilos genuínos têm uma atracção exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual desta pessoa; ela pode, no entanto, permanecer abstinente."

Quando lhe foi perguntado se ele pode comparar os homossexuais com os pedófilos, Van Gijseghem respondeu:

Se, por exemplo, vivêssemos numa sociedade onde a heterossexualidade é proscrita ou proibida [ed: ?!!!]  e se nos fosse dito que teríamos que obter terapia de modo a alterar a orientação sexual, muito provavelmente dirias que isso é ligeiramente maluco. Por outras palavras, não aceitarias isso de todo. Uso esta analogia para demonstrar que, sim, os pedófilos não mudam a sua orientação sexual.

O Dr. Quinsey, professor emérito de psicologia  na "Queen’s University" em Kingston, Ontario, concordou com Van Gijseghem. Quinsey afirmou que o interesse sexual dos pedófilos são as crianças e que "não há qualquer tipo de evidência que demonstre como este tipo de preferência pode ser alterado através de tratamento ou através de qualquer outra forma.

Em Julho de 2010, a "Harvard Health Publications" afirmou

A pedofilia é uma orientação e muito pouco provável de ser alterada. O tratamento tem como propósito permitir que uma pessoa resista agir de acordo com os seus impulsos sexuais.

Linda Harvey (Mission America) afirmou que o "forcing" em favor da normalização da pedofilia vai-se tornar mais e mais comum à medida que os grupos LGBT  vão-se confirmando na sociedade.

Tudo isto faz parte do plano de empurrar as crianças para a sexualidade precoce e convencê-las de que a amizade normal é na verdade uma atracção sexual.

Milton Diamond, professor na Universidade do Hawaii e director da "Pacific Center for Sex and Society", declarou que a pornografia infantil pode ser benéfica para a sociedade uma vez que os "criminosos sexuais potenciais usam a pornografia infantil como um substituto para o sexo com as crianças.

Diamond é um palestrante distinto do "Institute for the Advanced Study of Human Sexuality" em São Francisco. A IASHS defendeu abertamente a rejeição da proibição Revolucionária da presença de homossexuais nas forças militares. A IASHS enumera no seu site uma lista de "direitos sexuais básicos", onde estão incluíndos "o direito de se envolver em actos ou actividades sexuais de qualquer tipo, desde que não envolvam actos não-consentidos, violência, coação, ou fraude."

Um outro direito é o de "ser livre de perseguição, condenação, discriminação ou intervenção social devido a um comportamento sexual privado" e ser livre para "ter qualquer tipo de fantasia, pensamento ou desejo sexual." Por fim, a organização diz que ninguém deveria "ser desfavorecido devido à sua idade".

As leis que visam proteger as crianças foram já desafiadas em vários estados, incluindo a Califórnia, a Geórgia e o Iowa; as pessoas condenadas por crimes sexuais afirmam que as leis que os proibem de viver perto de escolas ou parques são injustas porque os penalizam para toda a vida.

* * * * * * * *
Não é por acaso que os grupos que mais se esforçam para que o estigma da pedofilia seja removido da sociedade sejam grupos homossexuais. Isto não significa que todos os homossexuais são pedófilos, mas sim que "os grupos que mais se esforçam para que o estigma da pedofilia seja removido da sociedade sejam grupos homossexuais".

Seria interessante saber como é que os activistas pró-LGBT (que não são todos homossexuais) explicam este facto.

Será que é "homofobia" dizer os grupos que mais militam pela normalização da pedofilia são grupos homossexuais? Ou é mais acertado dizer que há algo no homossexualismo que faz com que os seus practicantes vejam o sexo com crianças duma forma (ainda) aberrante para a maioria da população mundial?..

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