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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Eslováquia protege a instituição do casamento

Hoje, os Membros do Parlamento (MPs) dos SMER (Democratas-Sociais) e do KDH (Democratas-Cristãos) votaram em favor da definição do casamento como "laço único entre um homem e uma mulher", na Constituição. O partido no poder SMER concordou com a exigência do partido da oposição KDH em troca do seu apoio para uma reforma judicial.

O apoio pela reforma constitucional foi sobrepujante: 102 parlamentares votaram em favor da emenda constitucional, ao mesmo tempo que 18 votaram contra. A Constituição foi emendada como forma de tornar menos provável a redefinição futura do casamento.

Esta emenda busca ir mais além do que banir o "casamento" homoerótico. O seu referendo explicativo especifica que "será impossível que direitos e deveres associados ao casamento sejam conferidos a qualquer outra união que não a legalmente reconhecida como aquela entre um homem  e uma mulher".

Embora só esteja presente num memorando explicativo, a declaração visa tornar ilegal todas as uniões entre duplas do mesmo sexo.

Com esta emenda, a Eslováquia segue uma tendência entre os países Europeus, passando a ser o sétimo membro da União Europeia (depois da Bulgára, Lituania, Letónia, Polónia, Hungria e Croácia) a promulgar tal esclarecimento, desmentindo falsas alegações (por exemplo, aquelas feitas pelo ideologicamente preonceituoso Tribunal Europeu dos Direitos Humanos) de que há uma tendência geral rumo ao reconhecimento dos "casamentos" homoeróticos na Europa. Neste sentido, espera-se que a decisão de hoje tenha o impacto devido mesmo fora da Eslováquia, visto que ela irá colocar em causa a credibilidade de tal alegação (que infelizmente, é um tema recorrente na jurisprudência do Tribunal europeu dos Direitos Humanos).


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Como se vê pela notícia, o gayzismo não é inevitável e nem invencível (apesar de ter um forte apoio financeiro e político por parte da União Europeia e da ONU). A realidade dos factos é que se o "casamento" homoerótico for sujeito à opinião pública, ele nunca será aceite pela maioria dos votantes. É precisamente por isso que os activistas homoeróticos, aliados aos poderes estabelecidos, evitam a todo o custo a consulta popular.

Ou seja, por um lado eles alegam que a aceitação do homoerotismo é a "evolução natural da sociedade" mas por outro lado, evitam que a sociedade diga o que pensa sobre o que os activistas afirmam ser um pensamento normal dentro dessa mesma sociedade.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Franceses resistem ao ataque à família

O governo socialista Francês colocou de parte os seus planos de actualizar a lei a familiar este ano depois duma fim de semana de protestos levados a cabo por conservadores contra as reformas pró-homossexualismo que eles (os conservadores) olham como um ataque à família tradicional. 

Na 2ª-Feira os governo tentou acalmar os protestantes, que chegaram a ser mais do que 100,000 em Paris e em Lyon no Domingo, de que  a nova lei não irá legalizar a procriação assistida  para as lésbicas ou barrigas de alugar para duplas gays que tivessem planos de ter filhos.

Mas quando os legisladores Socialistas insistiram que iriam modificar a proposta de lei de modo a incluir essas reformas, o governo anunciou que o esboço da lei - que iria também definir os direitos legais dos segundos casamentos - precisa de mais trabalho. Pessoas ligadas  ao primeiro ministro disseram:

O governo não irá submeter o projecto de reforma da família antes do final  do ano.

Os protestantes do passado Domingo, muitos Católicos mas também muçulmanos, aproveitaram-se do contínuo ressentimento contra a legalização do "casamento" homossexual como forma de pressionar o governo a não ir ainda mais além como forma de ajudar os homossexuais a ter as "suas" crianças.

As pessoas envolvidas no protesto acusarem o governo de "familio-fobia", e disseram também que as garantias do governo de que a lei familiar não iria incluir essas reformas eram mentiras. A lei Francesa só permite a reprodução assistida para casais com problemas de fertilidade. O recuo do governo mostrou que, com abaixa popularidade de Hollande e com o aproximar das eleições municipais, ele está desejoso de evitar conflitos com os cada vez mais frustrados eleitores do centro-direita.

Um dos assessores de Hollande disse aos jornalistas que a prioridade era, por sua vez, combater a taxa de desemprego com níveis recorde, e avançar com um esquema de redução de impostos com o propósito de colocar as companhias a contratar outra vez.

A decisão de Hollande de adiar a proposta de lei valeu-lhe criticas tanto da direita como da esquerda. Christian Jacob, líder parlamentar da oposição conservadora do partido UMP, não só disse que "o governo passou dum estado de desordem para um estado de pânico", como apelou que o governo colocasse totalmente de lado a lei familiar.

Por sua vez, Noel Mamere, deputado do Partido "Os Verdes", aliado dos Socialistas de Hollande, acusou o governo de ceder perante os "reaccionários", para além de ter afirmado que o adiamento da lei familiar "mostra a enorme fragilidade e vulnerabilidade deste governo"

Embora várias manifestações em massa do ano passado tenham falhado ao não impedirem a maioria Socialista de aprovar a lei em torno do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, o conflito mobilizou muitos Franceses da classe média que embora aceitando a união civil entre os homossexuais, afirmaram que o "casamento" homossexual avançou demais.

As famílias que se manifestaram na Domingo tiveram também o apoio de outros que se opuseram às novas lições escolares em torno da "igualdade de género" nas escolas primárias que eles afirmam irá causar confusão à identidade sexual das crianças aos lhes ser ensinada a assim-chamada "teoria do género". O Ministro do Interior aumentou ainda mais a sua raiva no Domingo passado ao associar estas famílias aos radicais da extrema-direita e aos anti-semitas que protestaram há uma semana.

Fonte

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