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quinta-feira, 27 de março de 2014

A defesa judicial transsexual

Tal como notado previamente, o esquerdismo é um sistema de castas e actualmente a casta mais elevada são os transsexuais. As regras que se aplicam aos membros das castas inferiores não se aplicam aos privilegiados que se encontram no pináculo da sagrada vitimização — muito provavelmente incluindo a regra contra o assassinato.

Homem mentalmente perturbado que se identifica como "mulher" e que se encontra a ser acusado de ser o assassino em série dos anos 90 (que matou 3 prostitutas no Estado do Washington) , atribuiu os crimes à pessoa que ele era antes da sua "transição". "Donna" Perry, de 62 anos, disse à polícia em 2012 que havia sido submetido a uma cirurgia de "realinhamento sexual" na Tailândia, e que quando uma pessoa faz a transição de homem para "mulher", "há uma crise rumo à violência".

Douglas Perry era um homem, mas segundo as autoridades, que acreditam que a própria biologia encontra-se sujeita aos seus decretos, Donna Perry é uma "mulher", e desde logo, Perry é uma pessoa distinta daquela que levou a cabo os assassinatos.
Num caso que tem estado adormecido há mais de duas décadas, a declaração jurada que deu entrada no dia 14 de Janeiro afirma que Perry foi conectado aos assassinatos de Yolanda Sapp, Kathleen Brisbois e Nickie Lowe - que a polícia afirma terem sido prostitutas - através de evidências ADN. A polícia alega que Perry disparou sobre as mulheres e deixou os seus corpos nus nas margens do Rio Spokane.
Mas quem fez isso foi o Douglas e não "a" Donna. Mal se começa a institucionalizar a loucura ao fingirmos que não somos o que somos, e se podemos levar o governo a aceitar que somos outra pessoa, onde é que as coisas param?
Os mesmos problemas mentais que levaram Perry a auto-mutilar-se e transformar-se numa grotesca caricatura de uma mulher, inspiraram-no também a matar prostitutas:
No ano de 1998, Perry passou 18 meses numa prisão de Oregon. O testemunho juramentado diz que quando os detectives de Washington entrevistaram o companheiro de cela, foi-lhes dito que Perry alegadamente confessou ter morto nove prostitutas "porque ela [sic] não se conseguia reproduzir e as mulheres tinham essa habilidade mas estavam a desperdiçar isso tudo ao comportarem-se como 'escória.'"
As desilusões psicóticas de Perry claramente não são saudáveis, no entanto as autoridades continuam a encorajá-las ao Douglas de "ela" nos documentos de imprensa.

Os esquerdistas estão a transformar a nossa sociedade num manicómio controlado pelos internados, e para o seu próprio bem.

Fonte

domingo, 10 de março de 2013

O ódio dos activistas transsexuais

Germaine Greer, a mundialmente famosa feminista e académica, foi vítima de um ataque histérico por parte de transsexuais neo-zelandeses. Os corajosos mulheres-homens, auto-identificados como os "Queer Avengers", demonstraram a sua intolerância e desrespeito pelos pontos de vista alheios atacando Germaine Greer com uma glitter-bomb durante uma sessão de autógrafos que ocorreu no ano passado. Isto apenas demonstra a sua inabilidade de se envolverem numa discussão racional, ou num diálogo adulto.

Greer, que nunca escondeu os seus pontos de vista - mesmo no que toca aos assim chamados "transsexuais" - escreveu no passado que um homem nunca se  pode tornar numa verdadeira mulher cortando os seus genitais, e que aqueles que o fazem, nada mais são que "uma paródia grotesca" duma mulher genuína. Ela acrescentou ainda que o homem que pensa que ele é uma mulher, ou que nasceu no corpo errado, sofre duma desilusão.

Obviamente que Germaine Greer está cientificamente e psicologicamente correcta, e esta posição é partilhada por profissionais competentes. O Dr. Joseph Berger afirma que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Durante os anos 90, Greer  opôs-se à eleição de transsexuais para a instituição para a qual trabalhava - Newnham College, Cambridge - alegando que isto nada mais era que mais uma forma de dar mais empregos aos homens, que eram já a maioria na universidade. No seu livro de 1999, "The Whole Woman":

Governos que são compostos por muito poucas mulheres foram rápidos em reconhecer como mulheres homens que acreditam que são mulheres, e  que se castraram para o provar. Aparentemente eles olham para as mulheres não como outro sexo, mas como um não-sexo.

Nenhum dos homens que fez a assim-chamada "operação de mudança de sexo" implorou por uma transplante de um útero e de ovários; se este tipo de transplantes fossem manhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2012/may/29/transgenderism-hate-speechdatórios para aqueles que querem ser mulheres, eles desapareceriam rapidamente. 

A insistência das "mulheres" artificialmente criadas de aceitação é uma expressão institucional duma crença errada de que as mulheres são homens defeituosos.

Felizmente, Germaine Greer é uma mulher resistente e é muito pouco provável que ela mude a sua posição como forma de evitar as críticas e a acusações de "transfobia".

Muitas outras feministas proeminentes levantaram já protestos em torno da forma como os transsexuais estão a intimidar e a agir de forma abusiva contra todos aqueles que não concordam com a sua nova "ortodoxia". Transsexuais histéricos baniram a professora Sheila Jeffries, bem como outras palestrantes feministas, dum encontro em Conway Hall alegando que os seus pontos de vista eram "discurso de ódio", e insistindo que quem se recusa a reconhecer a validade das operações de mudança de sexo, assemelha-se a quem se recusa a aceitar a  historicidade do Holocausto!

Soa familiar? Claro. Estes são os clichés comuns usados pelos queers como forma de promover a sua agenda e censurar qualquer tipo de debate racional. A verdade dos factos é que os queers é que são os verdadeiros intimidadores (inglês: "bullies").

Sheila Jeffries relata:

Há já alguns anos que está em práctica uma campanha organizada via internet e via acções locais, que tenta garantir que eu e outras pessoas que criticam o transgenerismo . . . . não tenhamos qualquer oportunidade de falar em público. Ainda não consegui falar do transgenerismo, mas falo de religião e sobre os direitos das mulheres, a pornografia, e as prácticas de beleza.

Qualquer que seja o tópico da minha apresentação, e quer seja na Austrália, no Reino Unido ou nos EUA, os activistas transgéneros bombardeiam o grupo organizador e o local do encontro com emails acusando-me de ódio-aos-trans e transfobia, e buscando formas de me banirem.

Nos blogues, no Facebook no Twitter eles acusam-me de querer "eliminar" os transgéneros, e eles desejam a minha morte. Um activista fez uma imagem duma lata de pesticida contendo uma foto minha junto a qual um slogan dizia "Mata feministas radicais instantaneamente".
Estes activistas ameaçam as demonstrações e placards contra mim em qualquer lugar onde eu falo.


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É tremendamente irónico ver "grupos protegidos" da esquerda militante a guerrerarem entre si. Certamente que as feministas não se apercebem que as mesmas forças que dão apoio à "causa" transsexual são as mesmas que financiam o feminismo.
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