Mostrar mensagens com a etiqueta Tribunal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tribunal. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 24 de março de 2015

Adopção homoerótica é violência psicológica contra as crianças

Por Lindsey Bruce

A pergunta mais comum que oiço da parte dos defensores do "casamento" homossexual é "Quem é que será prejudicado?", e esta é uma boa questão. Se dois homens ou duas mulheres se querem "casar", isso não me afecta de maneira alguma visto que o meu dia-a-dia não sofrerá qualquer tipo de alteração. Logo, porque é que esse assunto deveria ser da minha conta? O problema é que crianças são trazidas para dentro da questão, e a pergunta citada em cima torna-se perigosa.

Recentemente 4 adultos educados por duplas homossexuais - conhecidos como o "quarteto da verdade" - submeteu um depoimento ao "5th U.S. Circuit Court of Appeals" em oposição aos "casamentos" homossexuais. O tribunal, que está a deliderar se deve ou não manter as leis que defendem o casamento homem-mulher intactas no Texas, na  Louisiana  e no Mississippi, irá ouvir os argumentos em New Orleans na 6ª-Feira.

Uma mulher, Dawn Stefanowicz, disse que o seu pai estava tão obcecado no sexo que quando ela trouxe para casa um colega de escola, tanto o pai como o seu parceiro sexual propuseram sexo ao rapaz.

B.N. Klein, outra mulher criada por uma dupla homossexual, disse que a sua mãe e a sua parceira lésbica desdenhavam por completo as famílias heterossexuais. Ela não teve  pista alguma sobre a interacção diária entre um marido e a sua esposa até que foi para um orfanato.

Robert Oscar Lopez cresceu emocionalmente tão confuso relativo ao relacionamento lésbico da sua mãe que quando era adolescente envolveu-se em prostituição homossexual e em relacionamentos homossexuais e bissexuais já na idade adulta.

Claro que não é isto que acontece em todos os casos de adopção homossexual; Will Miller, de 28 anos, foi educado por duas amorosas parceiras lésbicas, e disso ao tribunal que, enquanto crescia no Mississippi com as suas duas mães, elas "deixaram bem claro" que ele não tinha nada que mentir ou esconder a sua vida perante elas. Miller escreveu:

Elas amavam-me e isso é o que importa. A minha infância foi extraordinária porque ela foi normal.

Will destacou-se na vida académica e está agora a viver uma vida bem sucedida, tal como as duas mães biólogas que o educaram.

Infelizmente não foi isso que aconteceu no caso da senhora Stefanowicz, que afirmou que a sua vida era tudo menos normal. "Tu acabas por não ter um lar de verdade. Os nossos ambientes familiares têm características únicas e instáveis" devido à presença ou ausência dos pais biológicos, pais legais ou guardiões ou vários parceiros sexuais dos pais, escreveu Stefanowicz, que passou os primeiros 30 anos da sua vida associada à subcultura gay, lésbica, bissexual e transsexual, e alguém que já falou com dezenas de adultos que foram educados por duplas homossexuais.

"Passas a tua infância a tentar agradar os adultos", escreveu ela, explicando que muitos adultos - até os antigos parceiros sexuais dos pais - sentem que podem falar sobre "o local onde vives, a quem é que visitas, em que escola tu andas, quais os médicos que visitas, quais os procedimentos médicos que executas, qual é a fé/religião que prácticas. Fui exposta a actividades sexuais evidentes tais como a sodomia, a nudez, a pornografia, o sexo em grupo, o sadomasoquismo, e todas essas coisas,"  escreveu a senhora Stefanowicz, adicionando que às vezes acontecia o seu pai levá-la para as suas visitas de "cruzeiro" a galerias de arte homossexual, praias de nudismo e parques públicos.

Tal como outras filhas de homens homossexuais com quem ela falou, a senhora Stefanowicz disse que sentia que ela, e a sua feminidade, não foram valorizadas e afirmadas. Isto não quer dizer que ser educado num ambiente homossexual é garantia de infância doentia. Deus sabe que existem famílias heterossexuais que negligenciam as suas crianças e educam-nas em ambientes desastroso. Quer apoiemos ou não o acto de duplas homossexuais educarem crianças, o facto permanece que a criança está a ver-lhe negada a possibilidade de ter um pai e uma mãe.

Em alguns casos esse facto não importa, mas noutros é devastador.

quinta-feira, 27 de março de 2014

A defesa judicial transsexual

Tal como notado previamente, o esquerdismo é um sistema de castas e actualmente a casta mais elevada são os transsexuais. As regras que se aplicam aos membros das castas inferiores não se aplicam aos privilegiados que se encontram no pináculo da sagrada vitimização — muito provavelmente incluindo a regra contra o assassinato.

Homem mentalmente perturbado que se identifica como "mulher" e que se encontra a ser acusado de ser o assassino em série dos anos 90 (que matou 3 prostitutas no Estado do Washington) , atribuiu os crimes à pessoa que ele era antes da sua "transição". "Donna" Perry, de 62 anos, disse à polícia em 2012 que havia sido submetido a uma cirurgia de "realinhamento sexual" na Tailândia, e que quando uma pessoa faz a transição de homem para "mulher", "há uma crise rumo à violência".

Douglas Perry era um homem, mas segundo as autoridades, que acreditam que a própria biologia encontra-se sujeita aos seus decretos, Donna Perry é uma "mulher", e desde logo, Perry é uma pessoa distinta daquela que levou a cabo os assassinatos.
Num caso que tem estado adormecido há mais de duas décadas, a declaração jurada que deu entrada no dia 14 de Janeiro afirma que Perry foi conectado aos assassinatos de Yolanda Sapp, Kathleen Brisbois e Nickie Lowe - que a polícia afirma terem sido prostitutas - através de evidências ADN. A polícia alega que Perry disparou sobre as mulheres e deixou os seus corpos nus nas margens do Rio Spokane.
Mas quem fez isso foi o Douglas e não "a" Donna. Mal se começa a institucionalizar a loucura ao fingirmos que não somos o que somos, e se podemos levar o governo a aceitar que somos outra pessoa, onde é que as coisas param?
Os mesmos problemas mentais que levaram Perry a auto-mutilar-se e transformar-se numa grotesca caricatura de uma mulher, inspiraram-no também a matar prostitutas:
No ano de 1998, Perry passou 18 meses numa prisão de Oregon. O testemunho juramentado diz que quando os detectives de Washington entrevistaram o companheiro de cela, foi-lhes dito que Perry alegadamente confessou ter morto nove prostitutas "porque ela [sic] não se conseguia reproduzir e as mulheres tinham essa habilidade mas estavam a desperdiçar isso tudo ao comportarem-se como 'escória.'"
As desilusões psicóticas de Perry claramente não são saudáveis, no entanto as autoridades continuam a encorajá-las ao Douglas de "ela" nos documentos de imprensa.

Os esquerdistas estão a transformar a nossa sociedade num manicómio controlado pelos internados, e para o seu próprio bem.

Fonte

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Índia criminaliza o homossexualismo

O Tribunal Supremo Indiano anulou na 4ª-Feira uma decisão histórica dum tribunal de primeira instância em torno do homossexualismo, tornado o sexo entre homossexuais um crime na democracia mais populosa do mundo. Quem violar a lei pode ser condenado até 10 anos de cadeia.

O tribunal decidiu que a lei colonial Britânica que ilegalizava as "relações carnais contra a ordem natural" era constitucional. Qualquer alteração que se queira fazer, tem que passar pelo Parlamento, e não pelos tribunais, determinaram os juízes.

A decisão legal foi um golpe profundo que revela a forma como o activismo homossexual tem encontrado resistência em algumas partes do mundo, ao mesmo tempo que tem feito alguns avanços nos Estados Unidos, Europa e América Latina.

O Tribunal Superior de Deli tinha legalizado a actividade homossexual consensual em 2009. Essa vitória foi vista como um momento determinante para o activismo homossexual, que tem estado em crescimento apesar de forte oposição por parte de muitos quadrantes desta sociedade ainda tradicional e profundamente religiosa.

Durante a conferência de imprensa, os activistas homossexuais afirmaram que ficaram "chocados" e "desencorajados" pela decisão. "É um dia negro para nós," afirmou Anjali Gopalan, o fundador da Fundação Naz, uma ONG focada no HIV/SIDA e que foi peticionária do caso original de Deli.

Sinto-me tão cansado actualmente, e penso que recuamos 100 anos no tempo,

A decisão de 2009 de descriminalizar o homossexualismo foi controversa. Vários grupos religiosos, políticos e sociais apelaram a decisão. O governo não se juntou aos apelos, mas o Procurador-Geral disse durante a fase de argumentação perante o Tribunal Supremo de que o acto sexual entre duas pessoas do mesmo sexo era "totalmente imoral".

Ejaz Maqbool, um advogado que representava os grupo religiosos, afirmou:

Todas as comunidades religiosas - muçulmanos, Cristãos, Hindus - afirmaram que esta é uma forma antinatural de sexo. Hoje. o Tribunal Supremo manteve que o juízo prévio estava errado. Amanhã, se a nação sentir, e se o Parlamento sentir, que esta provisão tem que ser removida do código pena Indiano, então ela pode ser removida.

Prakash Sharma, um líder ancião e porta-voz do grupo Vishwa Hindu Parishad, um grupo Hindu conservador, enalteceu a decisão do tribunal:

Uns milhares de pessoas que alegam ser homossexuais não podem ditar as regras para a maioria; eles não podem determinar o que está certo e o que está errado.

A lei em torno do homossexualismo não foi estritamente forçada no anos que se seguiram à decisão de 2009, mas os activistas homossexuais afirmaram que tal decisão havia feito uma "diferença enorme nas suas vidas".

(...)

Fonte - http://ow.ly/rIyQq

* * * * * * *
Pressão popular sobre os órgãos legislativos funciona, e a normalização do homossexualismo não é "inevitável".

domingo, 1 de setembro de 2013

Lésbicas usam o sistema legal para atacar liberdade religiosa

Há sete anos atrás, a lésbica Vanessa Wilcock pediu à "Elane Photography" em Albuquerque, New Mexico, que fotografasse a cerimónia de compromisso entre ela e a sua parceira sexual lésbica. Elaine Huguenin declinou o pedido afirmando que ela só fotografava casamentos tradicionais e que não fotografava eventos homoeróticos.

A lésbica Wilcock, apesar de encontrar outra empresa mais barata para lhe fotografar a cerimónia, apresentou uma queixa junto da "New Mexico Civil Rights Commission", que determinou que Huguenin havia violado a lei estadual da anti-discriminação. Mais tarde, a decisão foi mantida por um tribunal de apelação.

Há poucos dias atrás, o "New Mexico Supreme Court" decidiu de modo unânime em favor da decisão do tribunal de apelação. Mas mais perturbador que a decisão do tribunal contra a liberdade religiosa de Huguenin é a linha de pensamento empregue para justificar a decisão. Todos os apelos feitos em favor da liberdade religiosa foram colocados de parte como se a frase "livre exercício" não aparecesse em parte alguma da Constituição Americana. Ao vindicar o direito duma minoria - as duplas homoeróticas -  o tribunal esvaziou os direitos de outros, nomeadamente, os direitos daqueles que aderem aos ensinamentos tradicionais em torno da sexualidade.

Segundo o tribunal, a recusa da Elane Photography "violava a lei, da mesma forma que violaria se eles se tivessem recusado a fotografar casamentos entre pessoas duma raça distinta." Portanto, e tal como afirmou Rod Dreher, o tribunal nem levou em conta o facto de "existir uma dimensão moral para o desejo e para a expressão sexual" que não existe quando se fala na raça ou na etnia.

Para além disso, o tribunal não se interessou em levar em conta a distinção (que a Elane Photography fez em todos os seus apelos) entre a objecção a uma acção e objecção a uma pessoa. O problema não era fotografar alguém viciado no homossexualismo, algo que Elane estava disposta a fazer, mas sim dar o seu apoio à união homoerótica fotografando uma cerimónia de compromisso com essa temática.

Mais perturbador ainda foi o parecer favorável do Juiz Richard Bosson quando ele afirmou que, segundo a lei do Novo México, a família Huguenin "é obrigada . . . a colocar de lado as crenças religiosas que servem de inspiração para as suas vidas." Ele afirmou ainda que esta obrigação irá deixar "marcas tangíveis nos Huguenins e nas outras pessoas com posições similares." No entanto, esta acomodação, segundo Bosson, "é o preço da cidadania." Embora os Huguenins sejam livres para acreditar no que eles bem entenderem. fora de casa eles são obrigados a "canalizar a sua conduta, não as suas crenças, de modo a deixar margem de espaço para os outros Americanos que acreditam em coisas distintas."

Bosson qualificou este ajuste como "parte da cola que nos mantém unidos como nação, a tolerância que lubrifica as partes distintas de todos nós, como pessoas."

Existem dois problemas enormes com esta forma de pensar. O primeiro é esta distinção artificial entre crença e conduta. É uma distinção que é especialmente irónica vinda de um tribunal que não pôde encarar a distinção entre levantar objecções a uma orientação sexual, e levantar objecções a actos sexuais específicos.

Se o que os homossexuais fazem é inseparável daquilo que eles são, então porque é que os Cristãos são obrigados a separar a crença das acções? Esta forma de pensar é claramente uma dualidade de critérios gritante.

Igualmente gritante é a suposição não verbalizada de que as únicas pessoas que têm que ajustar a sua forma de pensar são os Cristãos. Quando os Huguenin recusaram o pedido da lésbica Wilcock, ela, e como a sua contribuição para a "cola", poderia ter dito "Bem, encontrei outro fotógrafo," e ter deixado as coisas tal como elas estavam. Mas ela não fez isto, e ninguém lhe deu sermões sobre o "preço da cidadania."


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Califórnia em vias de estabelecer "famílias" multiparentais

A linha da frente da guerra à família natural normalmente encontra-se nas zonas dominadas pelos militantes esquerdistas. Tome-se o exemplo da Califórnia.

As crianças californianas podem vir a ter mais do que dois pais se um projecto a avançar pelos canais legislativos de tornar lei. O projecto de lei, de autoria do senador activista homossexual Mark Leno, permitirá aos juízes reconhecer pais múltiplos em casos onde as crianças "fiquem melhor servidas" com vários relacionamentos paternos.

O homossexual Leno caracterizou a lei como uma "resposta à evolução [= desintegração] das famílias americanas".

De que forma é que seria apropriado uma criança ter, legalmente, mais do que dois pais?

Os apoiantes da lei citaram vários exemplos onde a lei poderia ser aplicada, incluindo o caso duma dupla lésbica que concebeu [sic] a criança com a ajuda dum doador de esperma envolvido na situação como parente, ou o homem que se casou com uma mulher quando ela já se encontrava grávida de outro homem; este último manteve o papel de pai.
Convém corrigir uma coisa muito importante: as lésbicas não conceberam absolutamente nada: uma das lésbicas concebeu com a indispensável ajuda do homem. Duas mulheres não podem conceber crianças, tal como dois homens também não. No caso dos homens, a única coisa que conseguem conceber juntos são doenças sexualmente transmissíveis.

Claro que só os ignorantes é que acreditam que este projecto de lei tem alguma coisa a ver com o bem estar das crianças. Camille Gigglio [California Right to Life Committee] revelou:

Ele [isto é, o homossexual Mark Leno] está a tentar alterar todas as nossas atitudes e todo o nosso entendimento do que constitui uma família.

Família é um pai, uma mãe e as crianças.

Ou seja, a esquerda militante quer destruir os conceitos de casamento e de família pervertendo ambos de modo a que estes [os conceitos] se tornem tão grotescos que percam todo o seu significado. Mal um dos pilares esteja destruído, os arquitectos desta engenharia social irão mais facilmente transformar a sociedade de modo a que esta seja mais facilmente controlável.

Mark Leno: activista homossexual e engenheiro social.

Fonte

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...