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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A legalização do pseudo-casamento homoerótico aumentará o número de homossexuais

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Um acumulado de pesquisas recolhidas um pouco por todo o mundo revelaram que as sociedades que normalizam o comportamento homossexual aumentam a presença desse comportamento nessa mesma sociedade. A legalização do "casamento" homossexual - que está a ser considerada em vários estados Americanos - é a mais forte aprovação social da qual resultará um maior número de indivíduos a experimentar o estilo de vida homossexual.

Pesquisas extensas provenientes da Suécia, Finlândia, Dinamarca, e dos Estados Unidos revelam que o homossexualismo é primariamente induzido pelo meio ambiente. De modo específico, factores sociais e/ou familiares, bem como um ambiente permissivo que afirma o homossexualismo, desempenham um papel principal no desenvolvimento do comportamento homossexual.

Um olhar mais atento às pesquisas:

Investigações levadas a cabo em gémeos e focadas no homossexualismo foram recentemente levadas a cabo tanto na Suécia como na Finlândia. Tais estudos comparam as taxas de comportamento homossexual entre grupos de irmãos que partilham vários níveis de semelhanças genéticas (isto é, gémeos idênticos versus gémeos que não são idênticos). Ao serem levadas a cabo tais taxas, os estudos em torno dos gémeos ajudam-nos a esclarecer até que ponto o comportamento homossexual é genético e/ou ambiental. Por exemplo, se o homossexualismo é genético, então em casos onde um gémeo idêntico é homossexual, o seu irmão gémeo deveria ser também homossexual visto que os gémeos idênticos partilham 100% do código genético.

Mas não é isso que estes dois estudos Escandinavos de larga-escala apuraram visto que ambos os estudos revelaram que quando um gémeo era homossexual, o outro só o era também em apenas 10% ou 11% dos casos. Tais descobertas indicam que o homossexualismo não é geneticamente determinado. Em vez de factores genéticos, os estudos Escandinavos concluíram que factores ambientais especiais desempenham um papel maior no desenvolvimento do comportamento homossexual.

A questão em torno de quais os factores ambientais específicos que contribuem para o homossexualismo não foram respondidos pelos estudos, embora algumas conclusões sejam disponibilizadas pelos dados de pesquisa Americanos e Dinamarqueses (que são discutidos mais adiante neste artigo).

Mas primeiro, é importante ressalvar que embora os estudos Suecos e Finlandeses em torno dos gémeos sejam os melhores até hoje, ainda há uma larga margem de erro. De facto, as margens de erro são tão amplas que permanece inteiramente possível que factores genéticos desempenham algum papel no desenvolvimento do homossexualismo. Isto ainda tem que ser determinado, mas o que foi já estabelecido é que o factor primário no desenvolvimento do homossexualismo é ambiental.

A investigação Dinamarquesa estudou dois milhões de adultos a viver na Dinamarca, onde o "casamento" homossexual já é legal desde 1989, e este estudo apurou um certo número de factores ambientais que aumentam a probabilidade dum indivíduo buscar alguém do mesmo sexo - e não alguém do sexo oposto - para casamento.

Para os homens Dinamarqueses, os factores ambientais associados a maiores taxas de "casamentos" homossexuais são o local de nascimento urbano e um pai ausente ou desconhecido. De modo significativo, havia uma relação linear entre o grau de urbanização do local de nascimento com a escolha (ou não) do homem por um "casamento" homossexual ou por um casamento normal já na idade adulta. Dito de outra forma, quanto mais urbano era o local de nascimento, mais provável eram os homens de "casar" com outro homem, enquanto que quanto mais rural era o local de nascimento, mais susceptíveis eram os homens de casar com uma mulher.

Para as mulheres Dinamarquesas, os factores ambientais relacionados a uma maior probabilidade dum "casamento" homossexual incluíam o lugar de nascimento, a morte da mãe durante a adolescência e uma ausência da mãe. Curiosamente, a pesquisa Dinamarquesa apurou que o local de nascimento urbano e a separação do pai do mesmo sexo estavam ambos associados a um "casamento" homossexual, tanto para os homens como para as mulheres. (Este último ponto confirma as teorias psicológicas que há muito afirmam que o homossexualismo está relacionado com problemas durante a infância - reais ou assim entendidos - com o pai do mesmo sexo). Resumidamente, o estudo apurou que os factores ambientais que contribuem para o desenvolvimento do homossexualismo podem ser sociais e/ou familiares.

Finalmente, uma pesquisa Americana - a pesquisa mais compreensiva e representativa do comportamento sexual nos Estados Unidos - reportou os seus resultados em relação ao homossexualismo e os mesmos também se colocam do lado da teoria ambiental como causa do homossexualismo - e não do lado da teoria genética. De modo particular, esta pesquisa identificou tipos ambientais específicos que aumentam a probabilidade do comportamento homossexual. Os autores descrevem estes ambientes como "congénitos" para o desenvolvimento do homossexualismo.

Para os homens Americanos, o factor ambiental que mais se relacionava com o comportamento homossexual era o nível de urbanização durante os seus anos de adolescência. De modo específico, os rapazes que viviam em grandes centros urbanos entre os seus 14 e 16 anos eram entre três a seis vezes mais susceptíveis de enveredar pelo comportamento homossexual do que os rapazes que viviam em comunidades rurais durante essa fase da sua vida. Os autores oferecem a seguinte possibilidade:

Um ambiente que disponibiliza oportunidades acrescidas em favor e poucas sanções negativas contra a sexualidade homossexual pode, ao mesmo tempo, permitir e até suscitar expressões de interesse e comportamento homossexual. (página 308)

Note-se na palavra "suscitar". Estes pesquisadores acreditam que crescer numa região mais pró-homossexual pode evocar ou extrair o comportamento homossexual de dentro dos jovens homens. A implicação é que alguns homens homossexuais que foram educados em centros urbanos nunca iriam adoptar o comportamento homossexual se por acaso vivessem em centros não-urbanos. Os autores explicam:

O meio ambiente onde as pessoas crescem afecta a sua sexualidade de formas muitos basilares. (p.309)

Para as mulheres Americanas, o factor ambiental mais associado à identidade homossexual ou bissexual era um mais elevado nível educacional. E embora isso fosse também verdade para os homens, o padrão junto das mulheres era mais dramático. Por exemplo, uma mulher com educação universitária era nove vezes mais susceptível de se identificar como não-heterossexual do que as mulheres com nada mais que um diploma secundário.

Os elementos específicos que geram esta distinção vincada ainda não são claros, mas os pesquisadores não acreditam que isto se deva só a uma maior identificação de não-heterossexualidade por parte das mulheres com mais educação formal. Eles acreditam que a explicação é o facto de que com uma maior aceitação, e até encorajamento, do homossexualismo nas universidades, mais mulheres universitárias abraçam o estilo de vida não-heterossexual. Para um exemplo da forma como isto se pode desenvolver, vejam o artigo de Dennis Prager com o título de "College Taught Her Not To Be a Heterosexual."

Tendo como base os dados apurados neste estudo de pesquisa levado a cabo nos Estados Unidos, os ambientes que dão mais sanção e/ou promovem o homossexualismo, induzem a que mais indivíduos se envolvam com o comportamento homossexual.

Conclusão:

Todos estes estudos de investigação levados a cabo em 4 países distintos, cada um deles utilizando amostras grandes e de alcance nacional, revelam que o comportamento homossexual não é geneticamente determinado. Em vez disso, os dados revelam que a sexualidade humana é maleável, e as experiências e as influências ambientais podem e moldam as expressões da sexualidade. Mais ainda, estes resultados têm o apoio de décadas de evidências antropológicas e sociológicas que demonstram que as taxas de homossexualismo flutuam - por vezes, de forma considerável - com as mudanças no clima social, cultural e legal.  Quando mais um ambiente afirma ou encoraja o homossexualismo - quer seja nos centros urbanos ou nas universidades - maiores taxas de homossexualismo ocorrerão nesses ambientes.

Normas sociais e culturais, bem como regulamentos legais, influenciam o comportamento humano, incluindo o comportamento sexual. Sem surpresa alguma, à medida que os Estados Unidos e outros países Ocidentais se têm tornado cada vez mais pró-homossexuais -  socialmente, politicamente e legalmente - eles têm observado uma tendência crescente no número de indivíduos envolvidos no comportamento homossexual. Se nós avançarmos da mera tolerância do comportamento homossexual (que é apropriado [ed: O editor do blogue discorda visto que este comportamento destrói muitas vidas de jovens homossexuais.]) para a honra formal do mesmo através da legalização do "casamento" homossexual, esta tendência irá continuar.


Referências:
Butler, A.C. (2005). Gender differences in same-sex sexual partnering, 1988-2002. Social Forces, 84, 421-449.

Frisch, M. & Hviid, A. (2006). Childhood family correlates of heterosexual and homosexual marriages: A national cohort study of two million Danes. Archives of Sexual Behavior, 35, 533-547.

Langstrom, N., Rahman, Q., Carlstrom, E., & Lichtenstein, P. (2008). Genetic and environmental effects on same-sex sexual behavior: A population study of twins in Sweden. Archives of Sexual Behavior, DOI 10.1007/s10508-008-9386-1.

Lauman, E.O., Gagnon, J.H., Michael, S. (1994). The social organization of sexuality: Sexual practices in the United States. Chicago: University of Chicago Press.

Prager, D. (2005). "College Taught Her Not To Be a Heterosexual." Available on the web at: http://dennisprager.townhall.com.
Santtila, P., Sandnabba, N.K., Harlaar, N., Varjonen, M., Alanko, K., von der Pahlen, B. (2008). Potential for homosexual response is prevalent and genetic. Biological Psychology, 77, 102-105..

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Gémeos idênticos provam que o homossexualismo não é genético

Oito estudos maciços levados a cabo junto de gémeos idênticos na Austrália, nos EUA e na Escandinávia durante as últimas duas décadas chegaram todos às mesmas conclusões: os homossexuais não nascem já homossexuais. O Dr. Neil Whitehead afirma que, "na melhor das hipóteses, a genética é um factor mínimo".

Durante 24 anos, o Dr Whitehead trabalhou para o governo da Nova Zelândia como pesquisador científico, e depois disso passou 4 anos a trabalhar para a "United Nations and International Atomic Energy Agency". Mais recentemente, ele tem servido como consultor para universidades Japonesas em torno do tópico dos efeitos da exposição à radiação. O seu doutoramento é em bioquímica e estatística.

Os gémeos idênticos têm os mesmos genes ou o mesmo ADN e eles são criados nas mesmas condições pré-natais. Se o homossexualismo é causado pela genética ou pelas condições pré-natais e um dos gémeos mais tarde se identifica como homossexual, então o outro também deveria ser. O Dr Whitehead ressalva:

Visto que eles têm ADN idêntico, os dois deveriam ser homossexuais em 100% dos casos.

Mas os estudos revelam outra coisa:

Se um gémeo idêntico tem atracção por pessoas do mesmo sexo, as probabilidades do co-gémeo também ter essa mesma atracção são de 11% nos homens, e 14% nas mulheres.

Visto que os gémeos idênticos são sempre geneticamente idênticos, o homossexualismo não pode ser condicionado geneticamente. "Ninguém nasce homossexual", ressalva o Dr Whitehead:

As factores predominantes que causam o homossexualismo num gémeo idêntico e não no outro centram-se em factores pós-natal.

O Dr. Whitehead acredita que a atracção por pessoas do mesmo sexo é causada por "factores não partilhados", coisas que acontecem a um dos gémeos mas não a outro, ou uma resposta pessoal a um evento por parte de um dos gémeos mas não por parte do outro. Por exemplo, um dos gémeos pode ser exposto à pornografia ou ao abuso sexual, mas o outro não. Um dos gémeos pode interpretar e responder ao ambiente familiar e escolar de uma forma diferente do outro.

Estas respostas individuais e idiossincráticas a eventos aleatórios e a eventos ambientais comuns são predominantes.

Segundo o D. Whitehead, o primeiro e colossal estudo fiável de gémeos idênticos foi levado a cabo na Austrália em 1991, seguido por outro estudo também de dimensões consideráveis levado a cabo nos EUA em 1997. Depois disto, a Austrália e os EUA levaram a cabo mais estudos em torno de gémeos idênticos em 2000, seguido por vários estudos na Escandinávia.

Os registos de gémeos idênticos são o fundamento dos estudos em torno dos gémeos idênticos. Actualmente, eles são enormes, e existem nos mais variados países. Um gigantesco registo de gémeos idênticos com uns projectados 600,000 membros está a ser organizado, mas um dos maiores registos actualmente em uso encontra-se na Austrália, com mais de 25,000 bebés gémeos idênticos catalogados.

Um significativo estudo de gémeos entre os adolescentes mostra uma correlação genética ainda mais fraca. No ano de 2002, o estudo "Bearman and Brueckner" analisou milhares de estudantes gémeos nos EUA. A concordância na atracção homossexual entre os gémeos idênticos era de 7,7% para os homens, e 5,3% para as mulheres - valores mais baixos que os 11% e 14% do estudo de Bailey levado a cabo em 2000.

Nos estudos feitos a gémeos idênticos, o Dr Whitehead ficou admirado com a fluidez e a variabilidade presente na identidade sexual.

Pesquisas académicas neutras demonstram que existe uma mudança substancial. Cerca de metade da população homossexual/bissexual (num ambiente não-terapêutico) move-se rumo à heterossexualidade com o passar do tempo. Cerca de 3% da actual população heterossexual chegou a acreditar no passado que era homossexual ou bissexual. A orientação sexual [sic] não está estabelecida em cimento.

Ainda mais espantoso é o facto da maioria das mudanças ocorrerem sem aconselhamento ou terapia:

Estas alterações não são terapêuticamente induzidas, mas acontecem "naturalmente" durante a vida, e algumas duma forma bem rápida. A maior parte das mudanças na orientação sexual [sic] são rumo à heterossexualidade exclusiva.

O número de pessoas que mudou rumo à heterossexualidade exclusiva é maior que o número e homossexuais e bissexuais combinados. Dito de outra forma, os ex-homossexuais são em maior número que os homossexuais.

Esta fluidez é ainda mais vincada junto dos adolescentes, tal como o estudo "Bearman and Brueckner" demonstrou:

Eles apuraram que dos 16 aos 17 anos, se uma pessoa tinha uma atracção romântica por uma pessoa do mesmo sexo, quase todos haviam mudado um ano mais tarde. Estes eram autores pró-homossexualismo e eles comentaram que a única estabilidade que existia era entre os heterossexuais, que ficavam na mesma ano após ano. Os adolescentes são um caso especial, normalmente mudando a sua atracção de ano para ano.

Mesmo assim, muitas más concepções persistem na cultura popular, nomeadamente, a de que o homossexualismo é genético - tão associado à identidade duma pessoa que não pode ser alterado. O Dr Whitehead continua:

Os académicos que trabalham na área não estão contentes com as caracterizações feitas pelos média em torno deste assunto. Mas eles preferem concentrarem-se nas suas pesquisas académicas e não se envolverem no lado activista.

Fonte: "Identical twin studies prove homosexuality is not genetic" -  http://bit.ly/SymKaB.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

domingo, 10 de março de 2013

O ódio dos activistas transsexuais

Germaine Greer, a mundialmente famosa feminista e académica, foi vítima de um ataque histérico por parte de transsexuais neo-zelandeses. Os corajosos mulheres-homens, auto-identificados como os "Queer Avengers", demonstraram a sua intolerância e desrespeito pelos pontos de vista alheios atacando Germaine Greer com uma glitter-bomb durante uma sessão de autógrafos que ocorreu no ano passado. Isto apenas demonstra a sua inabilidade de se envolverem numa discussão racional, ou num diálogo adulto.

Greer, que nunca escondeu os seus pontos de vista - mesmo no que toca aos assim chamados "transsexuais" - escreveu no passado que um homem nunca se  pode tornar numa verdadeira mulher cortando os seus genitais, e que aqueles que o fazem, nada mais são que "uma paródia grotesca" duma mulher genuína. Ela acrescentou ainda que o homem que pensa que ele é uma mulher, ou que nasceu no corpo errado, sofre duma desilusão.

Obviamente que Germaine Greer está cientificamente e psicologicamente correcta, e esta posição é partilhada por profissionais competentes. O Dr. Joseph Berger afirma que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Durante os anos 90, Greer  opôs-se à eleição de transsexuais para a instituição para a qual trabalhava - Newnham College, Cambridge - alegando que isto nada mais era que mais uma forma de dar mais empregos aos homens, que eram já a maioria na universidade. No seu livro de 1999, "The Whole Woman":

Governos que são compostos por muito poucas mulheres foram rápidos em reconhecer como mulheres homens que acreditam que são mulheres, e  que se castraram para o provar. Aparentemente eles olham para as mulheres não como outro sexo, mas como um não-sexo.

Nenhum dos homens que fez a assim-chamada "operação de mudança de sexo" implorou por uma transplante de um útero e de ovários; se este tipo de transplantes fossem manhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2012/may/29/transgenderism-hate-speechdatórios para aqueles que querem ser mulheres, eles desapareceriam rapidamente. 

A insistência das "mulheres" artificialmente criadas de aceitação é uma expressão institucional duma crença errada de que as mulheres são homens defeituosos.

Felizmente, Germaine Greer é uma mulher resistente e é muito pouco provável que ela mude a sua posição como forma de evitar as críticas e a acusações de "transfobia".

Muitas outras feministas proeminentes levantaram já protestos em torno da forma como os transsexuais estão a intimidar e a agir de forma abusiva contra todos aqueles que não concordam com a sua nova "ortodoxia". Transsexuais histéricos baniram a professora Sheila Jeffries, bem como outras palestrantes feministas, dum encontro em Conway Hall alegando que os seus pontos de vista eram "discurso de ódio", e insistindo que quem se recusa a reconhecer a validade das operações de mudança de sexo, assemelha-se a quem se recusa a aceitar a  historicidade do Holocausto!

Soa familiar? Claro. Estes são os clichés comuns usados pelos queers como forma de promover a sua agenda e censurar qualquer tipo de debate racional. A verdade dos factos é que os queers é que são os verdadeiros intimidadores (inglês: "bullies").

Sheila Jeffries relata:

Há já alguns anos que está em práctica uma campanha organizada via internet e via acções locais, que tenta garantir que eu e outras pessoas que criticam o transgenerismo . . . . não tenhamos qualquer oportunidade de falar em público. Ainda não consegui falar do transgenerismo, mas falo de religião e sobre os direitos das mulheres, a pornografia, e as prácticas de beleza.

Qualquer que seja o tópico da minha apresentação, e quer seja na Austrália, no Reino Unido ou nos EUA, os activistas transgéneros bombardeiam o grupo organizador e o local do encontro com emails acusando-me de ódio-aos-trans e transfobia, e buscando formas de me banirem.

Nos blogues, no Facebook no Twitter eles acusam-me de querer "eliminar" os transgéneros, e eles desejam a minha morte. Um activista fez uma imagem duma lata de pesticida contendo uma foto minha junto a qual um slogan dizia "Mata feministas radicais instantaneamente".
Estes activistas ameaçam as demonstrações e placards contra mim em qualquer lugar onde eu falo.


* * * * * * *
É tremendamente irónico ver "grupos protegidos" da esquerda militante a guerrerarem entre si. Certamente que as feministas não se apercebem que as mesmas forças que dão apoio à "causa" transsexual são as mesmas que financiam o feminismo.
....

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Actriz lésbica causa furor ao afirmar que a homossexualidade é uma escolha

A actriz Cynthia Nixon (Sex and the City), que em 2004 decidiu anunciar ao mundo que era lésbica, veio agora afirmar em público que ser homossexual é uma escolha.

Previsivelmente, os activistas homossexuais expressaram insatisfação pela revelação deste segredo muito bem guardado pelos mesmos.

Pior ainda, Nixon fez este comentário duas vezes, a primeira das quais numa entrevista ao New York Times, causando imediatamente uma reacção muito forte (e intolerante) por parte dos perpétuamente insatisfeitos activistas homossexuais. Estes últimos negam de todo que a homossexualidade seja uma escolha, mas sim que é algo geneticamente predeterminado - coisa que nunca foi confirmada nem nunca vai ser.

A actriz afirmou no NYT:

Recentemente dei um discurso . . . . a uma audiência gay onde usei a expressão "Já fui heterossexual e tenho sido gay, e ser gay é melhor."

Eles [os activistas homossexuais] tentaram que eu alterasse a frase porque, disseram eles, isto implica que a homossexualidade é uma escolha.

Joy Behar, co-apresentadora esquerdista do programa "The View", expressou confusão em relação à decisão de passar a ser homossexual:
Não sei como responder a isto. Não sei como é que alguém neste mundo pode escolher ser homossexual levando em conta todo o vilipêndio que aqueles que se identificam como tal recebem. Quem é que alguma vez escolheria ser homossexual?
O que a gorda da Joy Behar quer dizer é: "ninguém escolhe ser homossexual porque ser homossexual acarreta algum tipo de animosidade por parte da sociedade. Como tal, o que a Cynthia Nixon diz sobre a sua própria vida deve ser falso porque ninguém escolhe propositadamente colocar-se numa posição frágil."

Claro que este argumento, para além de ignorar o que a pessoa em questão disse sobre a sua própria vida, ignora o facto de que a alegada "perseguição" que os homossexuais recebem "do mundo" é muito subjectiva.

Embora os homossexuais sejam alvo de genuínos atentados aos direitos humanos nos países islâmicos, no ocidente eles de forma alguma são "perseguidos" de uma forma que lhes impeça de "sair do armário".

Para além disso, é difícil acreditar que alguém que se identifique como homossexual sofra "perseguição" em Hollywood ou Nova York. Se isto fosse assim, provavelmente a própria Cynthia faria todos os esforços para manter as suas novas escolhas sexuais em segredo.

No entanto, como ela sabia que não sofreria qualquer tipo de perseguição no seu meio artístico, ela anunciou ao mundo que agora decidiu ser lésbica.

Dado isto, o argumento da Joy Behar é invalido.

Nixon questionou o porquê da homossexualidade não poder ser uma escolha:

Sinto-me incomodada com esta tópico. Porque é que a homossexualidade não pode ser uma escolha? Porque é que isto é de alguma forma menos legítimo?
A Cynthia obviamente não sabe que se a homossexualidade é uma escolha, então um dos grandes pilares do gayzismo cai por terra. Para eles, a homossexualidade é uma característica biológica inata - como a cor do cabelo ou a cor dos olhos.

Se o que a Cynthia afirma sobre a sua vida é verdade, então todos os mentirosos que catalogavam de "homofóbico" quem quer que declarasse que a homossexualidade é uma escolha, vão ter que 1) mudar a sua forma de falar ou 2) qualificar a Nixon de "homofóbica", pese embora ela seja homossexual.

Outra consequência disto é que o tratamento que a homossexualidade recebe vai sem dúvida ser alterado. A noção do "born this way" cai por terra e toda a população fica a saber que quando lida como um homossexual, está a lidar com alguém que escolheu esse estilo de vida auto-destrutivo. Ele não nasceu assim; ele escolheu ser assim.

Randy Thomas, vice-presidente executivo do ministério "Exodus International" - uma das maiores organizações mundiais que oferece apoio aos homossexuais que voluntariamente requisitem ajuda para lidar com atracção homossexual indesejada - e alguém que deixou a homossexualidade para trás, estando actualmente casado e pai de 3 crianças, diz:

Se algum dia se comprovar a existência do gene homossexual no meu ADN, então porque é que esses genes não me controlam a vida actualmente?
Alan Chambers, presidente do ministério "Exodus International" e um ex-homossexual, concorda que a homossexualidade é uma escolha afirmando que "Nós temos a liberdade para escolher."

Fonte

. . . . . . .

Mais uma alegação da gaystapo (activistas homossexuais) que cai por terra.


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