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sábado, 29 de março de 2014

União Europeia ataca países africanos (mas nada diz dos países islâmicos)

Na Quinta-Feira passada, o Parlamento Europeu votou para recomendar pesadas sanções económicas, a negação de visas, e a remoção de ajuda internacional, bem como a imposição dum isolamento da comunidade internacional às nações Africanas que se recusam a obedecer à agenda homossexual da União Europeia.

Durante o debate que decorreu no Parlamento Europeu, a socialista francesa Marie-Christine Vergiat e a MPE [Membro do Parlamento Europeu] do Partido Liberal Holandês Marietje Schaake acusaram os "evangelistas dos Estados Unidos" pelas leis pró-família na Nigéria e do Uganda.

Entretanto, na Nigéria, a Alta-Comissária das Nações Unidas pelos Direitos Humanos, Navi Pillay, deparou-se com alguma resistência nas suas tentativas de forçar o estilo de vida homossexual aos Nigerianos. Falando para a delegação das Nações Unidas na Nigéria, o Procurador-Geral da Federação da Nigéria, Mohammed Adoke, ressalvou que as leis da Nigéria "não criminalizam a orientação [sic] sexual," mas explicou que o foco da lei é a "desaprovação do 'casamento' homossexual que é um reflexo das crenças maioritárias e dos valores culturais do povo Nigeriano."

Numa pesquisa nacional levada a cabo em 2013, 92pct (porcento) dos Nigerianos inquiridos rejeitou o "casamento" homossexual. Os bispos Católicos e a comunidade muçulmana da Nigéria deram também apoio à lei como reflexo das suas crenças culturais e parte integral da defesa da saúde moral da Nigéria.

A lei, intitulada de "Lei da Proibição do Casamento Homossexual", foi assinada pelo presidente Goodluck Jonathan em Janeiro deste ano (2014). Desde então, a União Europeia, e a larga maioria das organizações internacionais, bem como as Nações Unidas, têm tentado forçar a comunidade internacional a tomar medidas drásticas como forma de impor a agenda homossexual na Nigéria bem como em outros países Africanos que têm resistido ao forcing que tem sido feito para normalizar a conduta homossexual.

A lei Nigeriana proíbe os "casamentos" e as uniões homossexuais, bem como a adopção por parte dos homossexuais e a disseminação de propaganda homossexual. Mohammed Adoke ressalvou que, longe de ser algo que os Nigerianos desejam, o promoção e a normalização do homossexualismo pode "derrubar qualquer governo, caso este brinque com a opinião da vasta maioria das pessoas."

A Alta-Comissária das ONU declarou que a lei Nigeriana "pode impedir que as pessoas lgbt recebem educação em torno do HIV, prevenção, tratamento e serviços de apoio, bem como impedir organizações sociais e grupos religiosos de implementar tai serviços." No entanto, os dados cientificos mostram que "nenhum outro grupo de tamanho comparável na sociedade é alvo de tal intensa e amplamente disseminada patologia" tal como os homossexuais.

Num dia em que o Parlamento Europeu não chegou a consenso algum em torno da imposição de qualquer tipo de sanção à Rússia pela crise geopolítica na Crimeia, parece claro que a União Europeia continuará a usar todas as ferramentas à sua disposição para tentar forçar as nações Africanas a adoptar a sua agenda homossexual, incluindo as sanções económicas.

Via: LifeSiteNews

terça-feira, 4 de março de 2014

Uganda resiste ao imperialismo gayzista

Uganda está disposta e prescindir da ajuda internacional como forma de manter intacta a sua lei contra o comportamento homossexual, e "poupar os homossexuais da condenação", afirmou o ministro da ética desse país, depois do Banco Mundial ter seguido o exemplo de outros doadores e ter "congelado" um novo empréstimo de 60 milhões para o país.

"Não vacilaremos em relação a isto; queremos libertar este país do homossexualismo e se isso significa que estas pessoas  - Obama, Hague, quem quer que seja - queiram parar com a ajuda humanitária, então que seja," afirmou Simon Lokodo ao The Telegraph.

Não precisamos disso, e nem morreremos pobres; pelo menos seremos capazes de salvar estas pessoas da condenação. O homossexualismo não pode ser acomodado na nossa cultura. Assumimos essa posição porque isto é uma democracia e é isso que o povo quer.

Yoweri Museveni, presidente do Uganda, assinou o Projecto de Lei Anti-Homossexualismo, causando imediatamente um ultraje junto das nações Ocidentais. O Banco Mundial anunciou na Quinta-Feira que iria suspender 60 milhões de Libras do novo empréstimo para serviços de saúde enquanto os seus peritos analisam se a nova legislação "afecta negativamente" a estretégia de desenvolvimento.

A Dinamarca, a Holanda e a Noruegua congeralam a ajuda humanitária ao governo de Museveni. A Administração de Obama esta a "rever a relação" com o Uganda devido à nova lei - lei essa que John Kerry comparou com Nacional Socialismo e com o "apartheid".  Mas o Sr. Lokodo, uma antigo pastor evangélico cujo apoio às leis contra o homossexualismo lhe ajudaram a obter um emprego como ministro da ética e da integridade, não exibiu qualquer sinal de retrocesso:

Porque é que pediríamos desculpas? Esta é a nossa escolha, e não a escolha das pessoas de fora... Perguntamos a peritos especializados e a cientistas e eles apuraram que o homossexualismo não está presente na altura do nascimento - é aprendido, é escolhido, e logo, é estimulado por alguém. Aqueles que recrutam para o seu homossexualismo menores, crianças, com promessas de prendas e dinheiro, são intoleráveis, e a lei existe e vamos passar a prendê-los. Eles ficarão na cadeia para toda a vida.

O President Obama e o Sr Kerry eram “inconsistentes” por darem o seu apoio aos direitos dos homossexuais mesmo não sendo eles mesmos homossexuais, disse o Sr Lokodo. Ele acrescentou ainda que preferia "morrer do que beijar um homem".

Estes ocidentais - Obama e Kerry - são eles mesmos casados com mulheres, no entanto querem-nos dizer que os homens se devem casar com outros homens. Se isto é assim tão importante, porque é que Obama não se casa com um homem? Não venham para a minha casa e me digam como é que eu devo viver, que comida devo comer, o que fazer, visto que eu não vou para a casa deles e lhes digo o que fazer. Isso é ilógico,

O porta-voz da DFID [Department for International Development] afirmou:

O Reino Unido opõe-se de forma bem vincada e estamos profundamente  desapontados com a proposta de lei que foi assinada. Nenhum país escapará da pobreza a menos que suporte os direitos humanos e crie uma sociedade igual. O Reino Unido acabou com o seu orçamento directo de apoio ao governo do Uganda no ano passado. O Reino Unido só disponibiliza apoio directo a outros governos quando eles cumprem um conjunto específico de princípios, incluindo o apoio aos direitos humanos.

 Alguns activistas lgbt do Uganda colocaram algumas reservas ao fim da ajuda humanitária. Sam Ganafa, líder da organização homossexualista Spectrum Uganda, afirmou:

Os cortes na ajuda afectam todas as pessoas do Uganda, mas eles irão culpar as pessoas lgbt por isso.



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Obviamente que este "ultraje" da comunidade internacional é hipocrisia porque os países islâmicos enforcam os homoeróticos mas isso não causa a que eles recebam este tipo de tratamento por parte de Obama, Kerry ou o Reino Unido.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A diversidade e o futuro do homossexualismo ocidental

Será interessante ver se os activistas homossexuais esquerdistas que estão tão entusiastas em torno da diversidade e da imigração irão pensar duas vezes sobre essa posição à luz da série de novas leis que têm sido instaladas em vários países Africanos:
As autoridades Nigerianas começaram hoje a prender os homossexuais depois da legislação que criminaliza o homossexualismo ter sido calmamente aprovada - a mesma que impõe uma pena de prisão até 14 anos para quem violar a lei. Na região norte do país - maioritariamente islâmica - várias duplas homossexuais foram levadas para custódia, e os grupos que velam pelos direitos humanos temem que outros possam também passar a ser alvos neste pais de Ocidente Africano.

Goodluck Jonathan, o presidente da Nigéria, assinou a "Same Sex Marriage Prohibition Act" e transformou-a em lei no dia 7 de Janeiro deste ano mas não houve qualquer tipo de reportagem até que os jornalistas obtiveram uma cópia da lei na Segunda-Feira. A mesma proíbe os homossexuais até de se reunirem em grupos de dois ou mais, proíbe o casamento [sic] ou as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, e criminaliza os clubes homossexuais e os eventos homossexuais. Reuben Abati, o porta-voz do presidente, disse que os Nigerianos estavam felizes com a nova lei. Esta lei torna a Nigéria no 38º país a instalar legislação que persegue [sic] os homossexuais.
Obviamente que isto são óptimas noticias para os esquerdistas de todo o mundo visto que todos nõs sabemos que um aumento da intervenção governamental é um indicador óbvio do progresso social. E dado o aumento dos Africanos nos EUA, naturalmente que será importante para os Americanos respeitar os seus costumes culturais e permitir que eles prendam qualquer homossexual que os ofenda.

Obviamente que será racista, xenófobo e imperialismo cultural sugerir que o recém-descoberto entusiasmo Americano pela sodomia legal seja forçada aos Africanos.

Eu acho verdadeiramente incrível que 38 países por toda a África tenham criminalizado o homossexualismo. Isto não é algo que se oiça com frequência nos média Americanos, apesar das intermináveis histórias para chorar provenientes do Continente Negro. Há 10 anos atrás eu olharia para tal lei como uma afronta. Não algo que seja merecedora de intervenção militar estrangeira, mas mesmo assim, eu olharia para isso como um ultraje para as minhas sensibilidades libertárias.

No entanto, depois de observar o comportamento cada-vez-mais-fascista dos activistas homossexuais, não só estou indiferente às acções da Nigéria, como espero que leis semelhantes sejam instaladas um pouco por todo o Ocidente mal o actual eixo Washington-Bruxelas entre em colapso. Afinal, nós já vimos leis iguais a estas a aparecerem na Rússia e na Europa do Leste.

Na idade da comunicação global pura e simplesmente não é possível fazer de modo repetitivo os mesmos argumentos enganadores. Os outros países viram o que aconteceu nos EUA e em todos os outros lugares, e não querem experimentar as mesmas consequências.

"Alguns sugerem que a nova lei Nigeriana e uma que foi proposta no Uganda é uma reacção à pressão Ocidental em torno dos direitos dos homossexuais."


* * * * * * *
Contrariamente ao que pensavam os idiotas úteis do movimento homoerótico (que erradamente acreditavam que o mundo estava à beira de se tornar numa sauna gay global), os engenheiros sociais que financiam esse mesmo movimento sabiam que esses "direitos dos homossexuais" têm um prazo de validade. Esse tal prazo de validade não se prende só ao com o facto do comportamento homossexual ser auto-destrutivo, mas também com o facto da maior parte do mundo saber que esse comportamento, se tornado comum na sociedade, não é benéfico a longo prazo.

Portanto, os globalistas usam o movimento homossexual até ele perder a sua utilidade; quando essa utilidade terminar, os globalistas deixam de financiar o activismo lgbt e vai ser aí que os idiotas úteis vão-se aperceber do erro - especialmente quando se aperceberem que as etnias que os globalistas trouxeram para o Ocidente têm um desprezo ainda maior pelo homossexualismo do que os nativos Europeus ou Norte-Americanos.

Enquanto isso, os líderes dos movimentos homossexuais vão estar suficientemente ricos para viver bem longe das zonas "culturalmente enriquecidas" com as minorias.

domingo, 30 de junho de 2013

Obama tenta exportar o gayzismo para África

Barack Obama louvou a decisão do Tribunal Supremo dos EUA em torno do pseudo-casamento homoerótico, qualificando-a de uma "vitória para a democracia americana", mas entrou em rota de colisão com os seus anfitriões Africanos em torno dos "direitos" dos homossexuais, num sinal claro de que o movimento homossexual, apesar de ter tomado conta da elite (e não da população geral) no Ocidente, ainda é (felizmente) rejeitado no resto do mundo (especialmente em África).

Obama afirmou que o reconhecimento das "uniões" homossexuais nos EUA deveria se expandir para além dos estados individuais e que os "direitos iguais" deveriam ser reconhecidos universalmente. Falando durante a viagem para o Senegal, um dos muitos países que proíbe o homossexualismo, esta foi a primeira vez que Obama se debruçou em torno do assunto depois da decisão do Supremo Tribunal Americano.

O presidente senegalês Macky Sall rejeitou o apelo de Obama em torno da concessão de "direitos iguais" aos olhos da lei e afirmou que "Ainda não estamos prontos para descriminalizar o homossexualismo", embora tenha insistido que o país é "muito tolerante" e que precisa de mais tempo para digerir este assunto sem qualquer tipo de pressão. Sall disse ainda que "Isto não significa que nós sejamos homofóbicos."

Obama, por seu lado, disse que "As pessoas deveriam ser tratadas de igual forma, e que esse é um princípio que se aplica universalmente".

Como um gayzista profissional que é, Obama deliberadamente confunde a pessoa com o seu comportamento. O facto dum país criminalizar um comporto sexual auto-destrutivo não significa que os direitos da pessoa estejam a ser limitados. O que está a ser limitado é um comportamento anti-natural (homossexualismo) e não um direito inerente à condição humana.

Um relatório emitido na Segunda Feira pela Amnistia Internacional  revelou que 38 países Africanos criminalizam o homossexualismo. Em quatro desses 38 países - Mauritânia, norte da Nigéria, sul da Somália e Sudão - o castigo é a morte.

Como é normal, as leis contra o auto-destrutivo comportamento homossexual têm um largo apoio público. (É por isso que os activistas tentam a todo o custo evitar a consulta popular em torno do seu pseudo-casamento homoerótico). Em Junho último uma pesquisa levada a cabo pela Pew Research Center apurou que 9 eem cada 10 inquiridos do Senegal, do Quénia, do Gana, do Uganda e da Nigéria acredita que o homossexualismo não deveria ser aceite pela sociedade.

Papi Nbodj, estudante de 19 anos que se encontrava numa das ruas pela qual Obama passou a caminho para o palácio presidencial, afirmou que o homossexualismo é contra as crenças da maior parte do Senegal:
Vivemos num país muçulmano, e certamente que não podemos permitir isso por aqui. A título pessoal, posso dizer que isso não deveria ser permitido em lugar algum do mundo.

Fonte
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Seria interessante ver o Obama a adoptar este discurso dos "direitos humanos" adquiridos via anal junto de páises islâmicos...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Nigéria não cede a pressões gayzistas.

O governo Nigériano colocou os países ocidentais sob aviso ao declarar que se o preço a pagar pela ajuda humanitária é a normalização da homossexualismo através da legalização do "casamento" homossexual, então esse é um preço que o país não está disposto a pagar.

A Câmaras dos Representantes da Nigéria aprovou de forma unânime  uma lei que visa banir as uniões entre pessoas do mesmo sexo, apesar das ameaças da administração de Obama e do Primeiro Ministro inglês de considerar a suspensão da ajuda humanitária se o pais não reconhecesse os "direitos dos homossexuais" e o código moral da esquerda Ocidental.

A lei impõe uma prisão de 14 anos para qualquer pessoa que tome parte ou facilte a realização dum "contrato de casamento ou união civil" entre pessoas do mesmo sexo. Demonstrações públicas de "afecto" entre pessoas do mesmo sexo podem resultar numa sentença de 10 anos de prisão. A lei proíbe também clubes e organizações homossexuais.

Mulikat Adeola-Akande, líder maioritário da Câmara, disse:

[O "casamento" homossexual] é algo estranho para a nossa sociedade e cultura, como tal o mesmo não pode ser importado. . . . Esta práctica [homossexualismo] não tem lugar na nossa cultura, nem na nossa religião, nem na Nigéria nem em qualquer outra parte de África. É algo imoral e uma degeneração da nossa cultura; condenamos isso de forma firme.

O Representante Adams Jagaba disse que os Nigerianos devem rejeitar as atitudes Ocidentais em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Nós somos um povo culturado; não podemos aceitar tudo que nos chega de outras culturas.

A Represente Nkeiruka Onyejeocha espera que a votação envie um sinal forte às nações Ocidentais de que a moral e a ética nigeriana não se encontra à venda.

A Nigeria é um país fortemente religioso onde a população se encontra igualmente dividida entre Muçulmanos e Cristãos. A legislação em torno dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo disfruta de um vasto apoio popular. A esmagadora maioria das críticas que a Nigéria recebeu vieram de fora do país, e de fora do continente africano.

Quando a lei ainda se encontrava em debate no Senado Nigeriano (no ano passado) David Cameron  afirmou que deveriam existir "condições" no esquema de ajuda humanitária, e afirmou considerar cortar a ajuda a países que não sigam a visão esquerdista Ocidental em torno do homossexualismo.

Depois da lei ter sido aprovada no Senado, a administração de Obama ordenou que as organizações de ajuda humanitária lideradas pelos EUA usassem os seus recursos para promover o homossexualismo no estrangeiro.

Por essa altura, estas ameaças e manipulações desencadearam ultraje entre os Nigerianos e entre outras nações Africanas que olharam para o ultimato como um abuso de poder remanescente da era colonial. Até o Presidente do Gana, John Atta Mills, forte aliado do Ocidente, afirmou que o seu país rejeitaria os termos se eles exigissem que os Ganeses violassem a sua moralidade:

Nunca iniciarei ou darei o meu apoio à legalização do homossexualismo no Gana. . .  Como um governo que somos, iremos agir segundo os princípios contidos na nossa Constituição, que está acima de tudo.

Agora que a lei Nigeriana foi aprovada na Câmara, ela irá ser revista ponto-a-ponto antes da lei final ser enviada ao presidente Nigeriano Goodluck Jonathan para aprovação.

Os activistas homossexualistas americanos deram início a uma petição online apelando Jonathan que use o veto para impedir o avanço da legislação.

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Mensagem para os gayzistas americanos: boa sorte em tentar convencer os africanos a normalizar o homossexualismo!


Se existe um grupo étnico ou religioso que é fortemente contra o comportamento homossexual, esse grupo são os africanos. Poderia-se colocar como grupo religioso também totalmente averso ao homossexualismo os muçulmanos, mas é difícil defender isso quando se lê coisas como esta ou esta.

Num tom mais sério, não é curioso que nunca ouvimos o Gaybama ou do Gayvid Cameron a usar a mesma metodologia com os páises islâmicos? A Administração de Obama canaliza milhões para os países islâmicos,  mas nunca ouvimo-lo a forçar esses países a aceitar o gaysamento.

Porque será?

Será que ele acha que os homossexuais negros são mais valiosos que os homossexuais árabes? Será que ele não se importa com o que acontece com os homossexuais árabes e muçulmanos? Porque será que a ONU força os países do Ocidente a normalizar o homossexualismo, mas está absolutamente silenciosa com o tratamento que os mesmos homossexuais recebem nos países islâmicos?

Onde está a lógica por trás deste comportamento? Qual é a teoria que une este factos de forma coerente e lógica?

Irão
Infelizmente, o homossexual comum vê estas coisas mas não soma 2 + 2 para se aperceber que ele está a ser manipulado; os activistas homossexuais não se preocupam com o bem estar dos homossexuais (por isso é que não dizem nada, ou pouco dizem, dos enforcamentos de homossexuais que ocorrem nos países islâmicos). O activismo homossexual não é um movimento que visa melhorar a condição dos homossexuais, mas sim um movimento que usa as aspirações de alguns homossexuais como forma de avançar com uma ideologia política esquerdista.

A teoria política/cultural que une estes factos de forma coerente é o Marxismo Cultural - a subversão da cultura ocidental tendo em vista a alteração das normas sociais de modo a que a sociedade ocidental fique "pronta" para ser dominada pela elite esquerdista.

Esta agenda Marxista Cultural não avança de igual modo no mundo islâmico porque essa áreas estão "entregues" à Irmandade Muçulmana - grupo que, segundo alguns, faz parte da Nova Ordem Mundial.

No Ocidente, o activismo homossexual é uma das armas que essa Nova Ordem usa para destruir a ordem social; quando este propósito estiver realizado, o activismo homossexual, tal como o activismo feminista, será literalmente esmagado pelas mesmas pessoas que o financiavam.

Por isso é que Obama pode "defender" os "direitos" homossexuais no Ocidente, mas ficar em silêncio total com o que ocorre aos homossexuais árabes/muçulmanos. Também por isso, David Cameron critica os países africanos por estes criminalizarem o comportamento homossexual, mas nada diz dos homossexuais que são mortos por muçulmanos no seu próprio país.

No meio disto tudo, quem fica a perder com o avanço da agenda homossexual são os próprios homossexuais; se a NOM for bem sucedida, a sociedade perderá a cultura Cristã, e o valor da vida humana passa a ser aquele que a NOM quiser. E uma vez que a NOM quer perdurar no tempo, eles vão promover a reprodução, ao mesmo tempo que eliminam quem quer que se levante para perturbar a "ordem" social que estiver, então, em vigência.

Portanto, os homossexuais que dão o seu apoio ao activismo gay estão, literalmente, a cavar a própria cova.
....


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Os pobres africanos vítimas de homofobia

Original



Camaradas!

Dois cientistas americanos, ditos “antropólogos”, afirmam ter descoberto duas tribos africanas, os Aka e os Ngandu, onde não existem homossexuais . Segundo esses ditos antropólogos, os Aka e os Ngandu não demonstram interesse algum no casamento homossexual.

Em primeiro lugar, temos que desconfiar desses cientistas porque podem ser neocons americanos. Em segundo lugar, temos também de desconfiar dessa descoberta porque, como todos sabemos, a homossexualidade é genética embora os homossexuais não se reproduzam.

A única razão por que não existem homossexuais entre os os Aka e os Ngandu, é porque nas cidades deles não existem parques como o nosso parque Eduardo VII em Lisboa, e também não existem saunas gay, por imposição da Igreja Católica. Aquela pobre gente de África é vítima da homofobia da Igreja Católica que os tem enclausurados em relação ao progresso da humanidade.

VÍTIMAS AFRICANAS DA HOMOFOBIA DO VATICANO
Por exemplo, para os Ngandu, o conceito de “sexo” é traduzido pelo termo “fazer filhos”. Como é óbvio, é claro que há ali dedo homofóbico da Igreja Católica!. Só pode. Com certeza que deve ter havido alguns padres homófobos que se infiltraram na tribo a mando do Bento do Vaticano, e operaram uma lobotomia geral naquela pobre gente, convencendo-os que a homossexualidade não é genética, embora os homossexuais não se reproduzam.

Por isso, é claro que entre os Aka e os Ngandu existe uma horrível opressão e domínio sobre os gays da tribo que ainda não saíram do armário. E o facto de os membros de ambas as tribos não se masturbarem revela os sintomas dessa lobotomia católica, reaccionária, e inimiga da luta contra o aquecimento global.

A luta continua! Viva a homossexualidade que é amiga do ambiente e contra o aquecimento global


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O presente de Natal

CAMPALA, 13 Nov (Reuters) - A presidente do Parlamento de Uganda disse que pretende dar de "presente de Natal" ao país africano a aprovação de uma lei que institui penas duras contra a homossexualidade.

O projecto inicialmente previa a pena de morte para os gays, mas essa possibilidade foi retirada diante da forte reação internacional, inclusive do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para quem o projecto é "odioso".

Apesar disso, a versão que se encontra actualmente no Parlamento prevê duras penas de prisão, inclusive a perpétua, para pessoas que sejam condenadas por serem homossexuais.

O projecto obriga o veterano presidente Yoweri Museveni a buscar um equilíbrio entre as reivindicações de igrejas evangélicas e as críticas de alguns doadores internacionais que ameaçam retirar sua assistência financeira a Uganda.

"Os ugandenses querem essa lei como presente de Natal. Eles a pediram, e nós lhes daremos esse presente", disse a deputada Rebecca Kadaga à Reuters nesta terça-feira.

O projecto encontra-se actualmente numa comissão parlamentar, mas Kadaga, como presidente da Câmara, pode pedir mais pressa na sua passagem ao plenário.

A prática homossexual já é crime em Uganda, bem como em 36 outros países africanos. O novo projecto pune também a "promoção" dos direitos dos homossexuais, bem como qualquer um que "financiar ou patrocinar da homossexualidade" ou tiver "cumplicidade" com a prática.


* * * * * * *

A hipocrisia é gritante. Nos países muçulmanos os homossexuais  são executados publicamente, mas Obama e as organizações dos "direitos humanos" permanecem em silêncio. Por outro lado, os países africanos estão a CONSIDERAR dificultar a normalização do homossexualismo, e isso já é suficiente para eles serem alvos de críticas.

Isto demonstra de forma mais ou menos óbvia que o activismo homossexual não tem nada a ver com os genuínos direitos dos homossexuais, mas sim com uma agenda política específica

As pessoas que se levantam contra o activismo homossexual não a estão levar a cabo qualquer tipo de actividade que seja realmente prejudicial para os gays visto que esse activismo não tem em vista o bem estar dos homossexuais, mas sim o uso político dum estilo de vida sexual que, na melhor das hipóteses, deveria ser mantido na privacidade dos quartos, saunas e bares gays dos practicantes.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Pastores negros apelam a Obama que mude de posição (!) em relação ao homossexualismo

Mais de uma dúzia de pastores pertencentes à Coligação de Pastores Afro-Americanos ("Coalition of African American Pastors") reuniu-se em Memphis, Tenn., para falar contra o apoio de Obama ao "casamento" homossexual e para se opor ao "highjacking" que a comunidade LGBT fez ao movimento dos direitos civis.

O Rev. Robert Morris (New Jerusalem Church of God in Christ) afirmou:

O casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo é, na minha opinião, uma abominação perante Deus. É um pecado perante Deus. (...) Não vejo como é que alguém pode comparar isso aos direitos civis.
O Reverendo não vê nem o vê qualquer pessoa com dois dedos de inteligência. O que é que uma escolha sexual auto-destrutiva como o homossexualismo tem em comum com movimentos que visaram dar término a restrições impostas a um grupo de pessoas devido à sua composição genética?

Memphis alberga a "Church of God in Christ", uma denominação predominantemente negra e com uma longa história na luta pelos direitos civis das minorias, especialmente os cidadãos negros do Sul que suportaram um tratamento de segunda classe. É também a cidade onde o Dr. Martin Luther King, Jr. foi assassinado em 1968.

O Rev. Bill Ownes, organizador do evento e um veterano do movimento dos direitos civis que chegou a marchar com o falecido Martin Luther King, afirmou:

O grupo de clérigos negros e líderes do movimento dos direitos civis afirma que é tempo de mudar a maré contra o sequestro a que foi alvo o movimento dos direitos civis. . . . . Uma pessoa com 50 anos de idade pode apenas ler acerca das lutas e dos protestos da era dos direitos civis, mas alguns de nós, mais velhos, ainda tem as cicatrizes das batalhas para o provar, e os direitos pelos quais batalhamos de forma tão dura não incluíam o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo.
A coligação alega que "não há comparação legítima entre a cor da pele e o comportamento sexual."

Fonte

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Gaystapo provoca africanos

Gayzistas estão de olho em África.

Johanesburgo sedia neste Domingo a final do concurso Mister Gay, que ocorre pela primeira vez na África, um continente onde a homossexualidade é considerada crime em mais de 30 países.
Ser homossexual não é considerado crime. Levar a cabo prácticas homossexuais é que é considerado crime.
O concurso, que começou na África do Sul em 4 de Abril e se encerra neste domingo, reúne delegações de 25 países e, pela primeira na história, conta com a participação de dois participantes negros africanos.
Sem dúvida que os africanos estão "orgulhosos" em saber disto.
Até o momento, só a África do Sul, que conta com a legislação mais avançada [sic] na protecção dos direitos da comunidade gay, tinha feito parte do evento, e nas quatro edições com representantes brancos.
"Avançada" em termos gayzistas, obviamente.

Por implicação, os estados que punem quem sente prazer em inserir o seu órgão sexual no orifício anal de outro homem são "atrasados".

"É um facto histórico que o concurso se celebre na África, e tenhamos dois representantes negros", afirmou neste domingo Coennie Kukkuk, representante do Mister Gay África do Sul e organizador do evento.

A Namíbia e Etiópia apresentam os dois únicos participantes africanos do certame, depois que o representante do Zimbábue, Taurai Zhanje, se viu obrigado a abandonar pelas ameaças do governo de Robert Mugabe a sua família.
Ocasionalmente os países islâmicos obrigam os seus atletas a abandonar eventos desportivos quando os mesmos não estão de acordo com o islão. Não me lembro de ler organizações internacionais a criticar este tipo de acto.
O etíope Robel Hailu, que reside na África do Sul, foi ameaçado quando sua candidatura foi divulgada por uma rádio de Adis Abeba, e foi deserdado por sua família, informou nesta semana o jornal sul-africano Sowetan.
Tragam os violinos.
A África é um dos continentes mais intolerantes [sic] com a homossexualidade, que está proibida em 30 países e punida com prisão em muitos deles.
Sim, já sabemos que os africanos não ficam particularmente entusiasmados ante a perspectiva do uso do aparelho digestivo como fonte de prazer.
"Estamos falando de homens valentes, como o representante da Etiópia, que decidiu permanecer no concurso para demonstrar que apesar o que diz seu Governo, também há gays nesse país", explicou o organizador do evento.
Não foi citado o representante do país que tenha negado a existência de homossexuais no seu país.
Coennie Kukkuk acrescentou que não só os participantes africanos estão submetidos a perseguições em seus países, e destacou igualmente a coragem dos participantes da Europa do leste e do Oriente Médio.
Sim, é preciso "coragem" para se ser um homossexual assumido na Europa.
"Isto não é um concurso de beleza, é uma iniciativa para chamar a atenção da sociedade sobre os direitos dos gays, lésbicas e transexuais, e esse é precisamente o objetivo do evento na África", acrescentou Kukkuk.
Ou seja, a escolha de África como final deste evento triste é uma manobra política que visa colocar pressão nos países que se negam a pactuar com o auto-destrutivo comportamento sodomita.
Apesar das chamadas internacionais das Nações Unidas e do Reino Unido, que ameaçou retirar sua ajuda humanitária a aqueles países que não respeitem os direitos dos gays e lésbicas, nenhuma nação africana parece haver reagido.
Parece que, para os africanos, o homossexualismo é tão repugnante que eles estão dispostos a perder dinheiro em vez de pactuar com esse comportamento.
O governo da Tanzânia, onde a homossexualidade é um delito que acarreta penas de até 30 anos de prisão, respondeu que estava disposto a perder a ajuda do Reino Unido porque não quer perder sua "dignidade e moralidade."
Obviamente. Nenhum pais deve ser obrigado a pactuar com comportamentos auto-destrutivos.
No ano passado, a Nigéria aprovou uma lei que condena com 14 anos de prisão os casais [sic] homossexuais, e Uganda se dispôs a endurecer as leis com a inclusão da pena de morte em alguns casos, mas voltou atrás após as duras críticas dos grupos de direitos humanos e vários líderes internacionais.
Todos os anos milhares de Cristãos são mortos por serem Cristãos, mas estes grupos "internacionais" preocupam-se mais com a sodomia do que com a vida de seres humanos inocentes.

Prioridades.

A excepção do continente é a África do Sul, que possui uma das legislações mais avançadas nesta matéria.
Terceira vez que o artigo diz isto.
No entanto, os crimes e ataques contra gays são frequentes na África do Sul, especialmente nos bairros pobres das grandes cidades e em zonas rurais, como denunciou o ano passado a organização pró direitos humanos Human Rights Watch.
Ninguém deve ser atacado por ser homossexual, mas nenhum país deve ser obrigado a pactuar com a sodomia.

Conclusão:

Ficamos à espera que estas mesmas organizações se empenhem a fundo para levar a final do Mister Gay para um país islâmico.

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