segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Pedofilia, um Ideal Respeitável

Ludwig Krippahl choramingava assim há tempos no seu blogue, sobre os casos de ocultação dos crimes de pedofilia na Igreja Católica:

"Se querem saber porque é que os ateus perdem tanto tempo a falar de religião têm aqui um bom exemplo daquilo que nos preocupa."

Foi então levantada uma questão factual sobre a afirmação acima pelo Mats:

"Se fosse isso, então haveria a mesma preocupação com organizações que tentam legalizar a pedofilia (grupos homossexuais). Como os ateus não se preocupam com esses grupos, o cristão pode inferir que isto é só uma auto-justificação."

O Mats tinha-se referido anteriormente ao partido pedófilo holandês. Um membro da claque do krippahlismo-tretismo, Barba Rija, responde-lhe nestes termos:

"Mats, a tua insinuação de que os homossexuais são pedófilos revela a tua homofobia nojenta."
Não houve nenhuma insinuação como vimos. O Mats afirmou que grupos homossexuais tentam legalizar a pedofilia. Isso é um facto; não uma insinuação de que todos os homossexuais sejam pedófilos. Disse ainda o Barba Rija:

"Mas concordo contigo na perplexidade perante a criação de tal partido.
Não façamos é uma tempestade num copo de água. Aquilo que tu vês é uma sociedade decadente, o que eu vejo é uma sociedade sem tabus a discutir as questões que importam aos seus cidadãos, por mais idiotas que sejam. Tenho confiança no bom senso dos cidadãos para que as políticas desta gente sejam sempre repudiadas. "



Quando li o que está acima a negrito, pensei que estar perante um caso isolado de estupidez como nunca vira no Ktreta. Mas aqui ficam mais excertos horripilantes que se seguiram sobre o assunto da pedofilia, escritos por alguém que aparentemente também condena essa prática mas que, afinal, até nem se importam que ela vá a votos. Parecendo inventadas, as citações abaixo fazem mesmo parte de um diálogo que então se desenrolou entre alguns crocodilos, Mats e eu próprio.
Sobre a legitimidade dos pedófilos para se organizarem em partidos com vista a defenderem a legalização da pedofilia, Ludwig Kripphal pensa assim:

"Uma organização que dentro da lei se manifeste a favor de um ideal é aceitável. Podemos não concordar com o que defendem, mas a ideia da democracia e liberdade de expressão não pode ser permitir apenas aquilo com o qual concordamos."
Repita-se, tolerar a pedofilia enquanto "ideal", pelo qual uma organização deve ter o direito de lutar, é aceitável, segundo este hipócrita sem vergonha na cara.

"Abusar de crianças (qualquer que seja o seu sexo) está errado. Mas formar um partido a dizer que querem diminuir para 12 anos a idade de consentimento para ter relações sexuais não é algo que mereça ser proibido por si."
Ou seja: pedófilos, o que vocês querem fazer ou já fizeram é errado; mas podem formar partidos que lutem para que um dia o possam fazer legalmente. A esquizofrénica imbecilidade no seu esplendor.

"Se disser só "discordo, e quero que isso vá a votos", reconheço-lhe esse direito. Voto contra, mas não o quero preso por isso."
Muita estupidez e ingenuidade existem na mente de quem diz tal coisa. Não existe direito MORAL de votar a pedofilia! Imaginar apenas essa possibilidade tira o sono a qualquer pai ou mãe decentes. Eu não votaria contra, destruiria a mesa de voto da minha freguesia ao pontapé! Um pedófilo que, em vez de procurar ajuda psiquiátrica, queira lutar pela legalização da pedofilia, deve apanhar prisão perpétua. No mínimo! É um perigo público e um antissocial assumido, a sua vontade é instaurar a destruição generalizada de vidas inocentes. Terroristas devem ser reprimidos, não protegidos.

"Uma coisa é defender que as pessoas não sejam presas só por exprimir ideias com as quais discordamos. Outra coisa bem diferente é que não sejam presas por violar crianças."
Chamam alguns à luta pela legalização da pedofilia "ideia com a qual discordamos", chamam outros à noção de que pedófilos têm de ser presos, a mesma coisa: "ideia com a qual discordamos". Quem está errado ou certo, se se começar por admitir que a questão pode ser votada, e que os dois lados têm os mesmos direitos de se exprimir? O relativismo moral é mesmo uma cobardia intelectual nojenta!

"Infelizmente, há por aí muitas crianças que sentiram na pele uma grande diferença entre a violação e a formação de partidos políticos..."
O tipo quer condenar apenas o acto, já que na sua cabeça, a intenção não causa sofrimento às crianças. Não saberá ele que todo o acto pedófilo só pode ser intencional, que sem intenção ele não se concretizaria?! É na intenção, que seria protegida e tolerada a um ponto vergonhoso permitindo-se partidos pedófilos ( o que já sucedeu em alguns sítios); que reside todo o problema. Alguém que lute por legalizar a pedofilia, é alguém que já teve ou quer ter actos pedófilos. Vamos dizer aos tarados da nossa sociedade que eles têm o direito de tentar violar os nossos filhos sob protecção da lei? Que abominação!

"O PPM foi fundado para promover a reinstauração da monarquia em Portugal.Acham que a fundação desse partido é exactamente igual a um golpe de estado para derrubar a república e instaurar uma monarquia?Acham que, por ser a monarquia inconstitucional, todos os afiliados do PPM devem ser presos?Se responderam não a essas duas perguntas sugiro que pensem um bocadinho. Não muito, não vão torcer alguma coisa. Mas um bocadinho."
Só uma mente moralmente vegetativa compararia estas situações. É claro que os militantes monárquicos não devem ser presos, pois a monarquia é um regime constitucional moralmente aceitável. Os monárquicos portugueses não pretendem instaurar nenhuma ditadura, apartheid, escravatura ou expulsão de legítimos cidadãos do território. Também não pretendem legalizar a pedofilia, o que faz toda a diferença! Mais, um partido monárquico não pretende necessariamente levar a cabo um golpe de estado (simplesmente pede a possibilidade constitucional do povo escolher o tipo de regime); ao contrário do pedófilo militante que necessariamente terá a intenção de violar crianças! Pior, mesmo que alguém queira elaborar golpes de estado, estes podem ser moralmente legítimos, se for para acabar com um regime que tolere a pedofilia por exemplo; enquanto a pedofilia é sempre imoral!


Eu condeno os padres pedófilos, mas não condeno a organização chamada Igreja Católica. Esta nunca defendeu que a pedofilia era um assunto discutível ou que os pedófilos têm o direito de lutar pela legalização democrática das suas taras. Aos anti-católicos que no seu íntimo se alegram com o facto de padres terem violado crianças, por julgarem ter agora armas de arremesso poderosíssimas contra a Religião e crença em Deus; e depois dizem que os partidos pedófilos têm o direito de se exprimir e lutar pela legalização da pedofilia; a esses sim, considero-os cúmplices morais com a pedofilia. Enquanto uns atacam o problema e tentam limpar o mal das suas próprias casas, há cobardes que dariam a possibilidade aos que querem banalizar e legalizar a pedofilia de defenderem o seu "ideal". É o caso deste Ludwig Kripphal.


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