Quem o diz é o homossexual assumindo Kevin Bishop.
Embora a maior parte dos activistas homossexuais negue publicamente que eles queiram ter acessos aos rapazes, muitos grupos homossexuais espalhados pelo mundo trabalham agressivamente para baixar a idade de consentimento. Os argumentos destes grupos homossexuais estão a receber o apoio de associações de Psiquiatria e Psicologia, que se encontram actualmente a usar os argumentos usados no passado (em favor do homossexualismo) como forma de normalizar a pedofilia.
Kevin Bishop, um pedófilo confesso, encontra-se agora a promover o "trabalho" da "North American /Man-Boy Love Association" (NAMBLA) na África do Sul. Bishop, que, como muitos homossexuais, foi sexualmente abusado quando era criança (com a idade de 6 anos), é também um homossexual confesso que é franco acerca da conexão que existe entre o homossexualismo e a pedofilia. Numa entrevista feita à Electronic Mail & Guardian (30 de Junho de 1997 - Angella Johnson, “The man who loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997, http://www.mg.co.za/mg.), Bishop admitiu:
Embora a maior parte dos activistas homossexuais negue publicamente que eles queiram ter acessos aos rapazes, muitos grupos homossexuais espalhados pelo mundo trabalham agressivamente para baixar a idade de consentimento. Os argumentos destes grupos homossexuais estão a receber o apoio de associações de Psiquiatria e Psicologia, que se encontram actualmente a usar os argumentos usados no passado (em favor do homossexualismo) como forma de normalizar a pedofilia.
Kevin Bishop, um pedófilo confesso, encontra-se agora a promover o "trabalho" da "North American /Man-Boy Love Association" (NAMBLA) na África do Sul. Bishop, que, como muitos homossexuais, foi sexualmente abusado quando era criança (com a idade de 6 anos), é também um homossexual confesso que é franco acerca da conexão que existe entre o homossexualismo e a pedofilia. Numa entrevista feita à Electronic Mail & Guardian (30 de Junho de 1997 - Angella Johnson, “The man who loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997, http://www.mg.co.za/mg.), Bishop admitiu:
Dentro do homossexual comum vive um pedófilo.
Este activista homossexual e pedófilo deu início ao seu estudo da pedofilia quando ainda era estudante na "Rhodes University". Foi também aí que ele descobriu Karl Marx, bem como outros tipos de literatura que o ajudaram a moldar a sua visão do mundo. O seu ponto de vista esta a ser imitado pelos activistas homossexuais de todo o mundo que buscam pelo que eles chamam de "liberdade sexual" para as crianças.
Kevin Bishop encontra-se numa cruzada na África do Sul, lutando para que as "leis em torno do consentimento sexual" sejam abolidas, e tentando ao mesmo tempo realizar o propósito do grupo homossexual e pedófilo NAMBLA.
Kevin afirma que, a partir da mais tenra idade, as
crianças têm que receber poder "através do ensino em torno dos
relacionamentos amorosos . . . dando-lhes a oportunidade de tomar
decisões informadas em torno do acto sexual.."
Kevin diz que também apoia o incesto:
Kevin diz que também apoia o incesto:
Duas
psicólogas americanas afirmam que a introdução mais saudável para à
actividade sexual é feita com os pais, visto que é menos ameaçadora e a
intimidade emocional é mais confortável. (Angella Johnson, “The man who
loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997,
http://www.mg.co.za/mg.)
Bishop concorda com a NAMBLA quando esta organização diz que o próximo movimento social na arena política Ocidental será em forma de ataque ao que eles chamam de “sexual ageism,” que proíbe o contacto sexual na base na diferença de idades. Este movimento já está bem encaminhado na Europa e no Canadá.
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Isto é algo que todos os homossexuais sabem mas que por motivos tácticos não o admitem: existe uma relação muito forte entre o homossexualismo e a pedofilia.
Obviamente que isto não significa que todos os homossexuais são pedófilos, mas sim que esse comportamento sexual o tornam mais disposto a enveredar pela pedofilia.
O homossexual Kevin Bispho fez um grande serviço público ao revelar aquilo que deveria estar mais ou menos bem assente nas mentes de quem tenta separar o homossexualismo da pedofilia.

