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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O incesto como um "direito fundamental"

Por Justin Huggler

As leis Alemãs que proíbem o incesto entre irmão e irmã podem ser colocadas de lado depois dum comité de ética governamental ter dito que elas são uma "intrusão inaceitável" para dentro da auto-determinação sexual. Numa declaração, o Concílio de Ética Alemão afirmou:

A lei criminal não é o meio próprio para se preservar um tabu social. O direito fundamental dos irmãos adultos à auto-determinação sexual tem que pesar mais do que as ideias abstractas da protecção da família.

A sua intervenção segue-se a um caso notório onde um irmão e uma irmã viveram como parceiros na Saxónia, onde já tinham 4 filhos. O casal havia sido criado separadamente e só se haviam encontrado mais tarde quando o irmão, Patrick S, a conheceu sendo ele já adulto e a irmã, Susan K tendo apenas 16 anos. Patrick S foi condenado a mais de 3 anos de prisão por incesto e os esforços da dupla ver a sentença anulada por parte do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos têm falhado.

A família foi forçada a viver divida depois dos tribunais terem decidido que havia o dever de proteger as crianças das consequências da sua relação. Duas das crianças são deficientes e acredita-se que o incesto acarreta consigo um risco maior, o que pode resultar em crianças com anomalias genéticas. Mas o Concílio de Ética colocou de lado esse argumento com base na tese de que casais deficientes não se encontram proibidos de ter filhos.

O Concílio disse que a sua recomendação tem como base "pesquisas extensivas" onde foi apurado que várias duplas incestuosas são forçadas a viver em segredo. Num caso, foi apurado que uma mulher estava a ser vítima de chantagem por parte do pai e do ex-namorado, que lhe ameaçaram de cortar o seu acesso aos filhos a menos que ela colocasse um fim ao seu relacionamento com o seu meio-irmão.

No Reino Unido, bem como na maioria dos países Europeus, o incesto ainda é ilegal, embora a França tenha abolido as suas leis do incesto e na Alemanha exista um crescente debate em torno deste tabu. Segundo uma estimativa do Instituto Max Planck, cerca de 4% dos Alemães já tiveram "experiências incestuosas".

Mas uma porta-voz de Angela Merkel indicou que muito dificilmente o governo iria adoptar as recomendações do Concílio de Ética. Elizabeth Winkelmeier-Becker, porta-voz legal do grupo parlamentar do Partido dos Cristãos Democratas (partido de Angela Merkel) afirmou:

A abolição da ofensa do incesto entre irmãos iria enviar a mensagem errada. A eliminação da ameaça de castigo a actos incestuosos que ocorrem dentro das famílias mitigaria contra a protecção do desenvolvimento tranquilo das crianças

Fonte: http://bit.ly/1v856tX

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Homossexualismo e o declive escorregadio

Por Bill Muehlenberg

Um disco riscado pode, sem dúvida, tornar-se enfadonho, e eu confesso que o fluir constante de evidências que eu ofereço em torno do declive escorregadio pode-se tornar cansativo com o passar do tempo. Mas a verdade importa, e enquanto os activistas continuarem a mentir em torno destes assuntos, continuarei a tomar uma posição pública de modo a fazer com que a verdade se propague.

Parece que foi há cerca de dois dias que ressalvei mais casos em torno dos direitos da pedofilia a serem defendidos como consequência do sucesso dos direitos da homossexualidade. Bem, foi mesmo há dois dias atrás. Depois disso, falei dos académicos Ingleses que estão a tentar avançar com a pedofilia como consequência das vitórias homossexuais do passado, e agora tenho que falar dos juízes Australianos que estão também a fazer a ligação entre o sucesso dos direitos do homossexualismo com a agenda da pedofilia.

Juiz Australiano correctamente ligou os pontos e disse que se o homossexualismo é hoje totalmente aceite, então porque é que o incesto e a pedofilia não são? Sim, ele realmente disse isso. Parece que o declive escorregadio que eu e outros temos estado a avisar está a ganhar forma bem em frente aos nossos olhos diariamente.

Eis aqui a forma como a história se desenvolveu:

Juiz de Sidney comparou o incesto e a pedofilia com o homossexualismo, afirmando que a comunidade pode deixar de ver o contacto sexual entre irmãos e entre adultos e crianças como "anti-natural" ou "tabu".

O juiz de Tribunal Distrital Garry Neilson disse que, da mesma forma que o sexo homossexual era inaceitável e criminoso nos anos 50 e 60 e é hoje amplamente aceite, "o júri pode não encontrar nada de sinistro no avanço dum irmão sobre a sua irmã mal ela esteja sexualmente madura, tenha tido relacionamentos com outros homens e esteja agora "disponível", não tendo um parceiro sexual".

Ele disse ainda que o único motivo devido ao qual o incesto ainda é crime prende-se com o facto dos elevados riscos de anormalidades genéticas nas crianças nascidas de relacionamentos consanguíneo, "mas até isso é colocado de parte devido à facilidade de acesso aos contraceptivos e ao aborto".

Os seus comentários atraíram muita atenção, mas por uma variedade de motivos. Algumas pessoas ficaram zangadas por ele se ter atrevido a comparar o homossexualismo com o incesto e a pedofilia. Aos seus olhos, não há nada de mal com o homossexualismo, mas os outros dois não estão correctos. Mas eles não estão a ver o ponto principal.

O juiz não estava assim tanto a comparar estas coisas afirmando - correctamente e logicamente, creio eu - que se nós, como sociedade, normalizarmos o homossexualismo, então os mesmos argumentos podem ser usados para normalizar as outras duas coisas. Ele apenas está a dizer como é que as coisas sâo neste sentido. Existe, de facto, um declive escorregadio em operação, e é difícil criminalizar estas outras duas prácticas quando já "progredimos" em assuntos como o homossexualismo.

Ele está apenas a revelar as coisas, e a dizer o que muitos de nós temos estado a avisar há décadas: mal nós normalizamos, legalizamos e conferimos direitos especiais a um tipo de comportamento sexual aberrante, é difícil dizer não fazer o mesmo para as outras formas de desvio sexual. Não é claro se este juiz na verdade quer ver o incesto e a pedofilia aceites como normais e totalmente legais, mas o que é claro é que ele correctamente vê a ligação que muitos outros recusam-se a aceitar.

Quando nós avisamos sobre o que aconteceria se fossem conferidos direitos especiais aos homossexuais, incluindo direitos de "casamento", e como isso iria abrir ainda mais a porta, os activistas despejaram sobre nós o seu desdém e o seu menosprezo. Acusaram-nos de alarmismo e de sermos mentirosos. Ora bem, quantos mais juízes Australianos e académicos Ingleses, e muitos outros, a dizer exactamente o mesmo será necessário antes de nos apercebermos que a porta está totalmente aberta, e muito provavelmente é impossível voltar a fechar a Caixa de Pandora?

O meu próximo livro terá dezenas de exemplos de tais coisas: o porco inteiro da sexualidade já foi defendido, seja ele o incesto ou o bestialismo ou o casamento em grupo ou a pedofilia.

E tudo isto está a acontecer porque os militantes homossexuais foram muito bem sucedidos em promover a sua guerra à sexualidade, à moralidade, ao casamento e à família.

O seu movimento foi o primeiro dominó a cair, e o resto parece estar a caminho. Quando até juízes e professores promovem a normalização destas coisas, então já não podemos ignorar as pessoas que nos avisam destas coisas, e chamá-los de malucos e mercadores do pânico.

Tudo o que podemos dizer é: "Nós bem vos avisamos".


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Sempre bom levar em conta notícias como esta sempre que alguém alegar que o "declive escorregadio é uma falácia". Convém também levar em conta que o propósito final desta revolução sexual não é ajudar os homossexuais mas sim usá-los como pedra de apoio rumo ao domínio total da Esquerda..

domingo, 3 de novembro de 2013

Jeremy Irons e as consequências do homossexualismo

Jeremy Irons, actor Britânico vencedor de pelo menos um Óscar, provocou raiva geral  sugerir que as leis em torno do pseudo-casamento homoerótico podem levar a que um pai se "case" com o seu próprio filho como forma de evitar o imposto de herança. Para além disso, Irons expressou receios de que a batalha pelos direitos iguais possa vulgarizar a lei em torno do casamento.

O actor de 64 disse que "não tenho sentimentos fortes para qualquer um dos lados" no que toca ao "casamento" homossexual, mas sugeriu que ele pode ser manipulado de modo a que os pais passem os seus bens os filhos sem serem taxados. Ele disse "Pode um pai não casar com o seu filho?"

Quando ele foi lembrado de que existem leis que proíbem as relações sexuais entre membros familiares, ele respondeu "Não é incesto se for entre homens", acrescentando que "o incesto existe para nos proteger da endogamia, mas os homens não se reproduzem entre si."

Como é normal, a comunidade lgbt e os seus idiotas úteis evitaram de lidar com o argumento levantado por Irons, e em vez disso, trataram de o atacar pessoalmente nas redes sociais. Um utilizador do Twitter escreveu: "Odeio pessoas que declaram não ter sentimentos fortes em relação a algo, mas procedem vomitando sentimentos ofensivos e ignorantes. Outro utilizador disse que isto "era a evidência de que um sotaque Britãnico posh não era sinal de inteligência".

Um porta-voz do grupo homossexual Stonewall disse que, "Poucas pessoas irão concordar com as 'preocupações' bizarras em torno da igualdade no casamento." Levando em conta o seu papel como Papa Alexandre VI na série televisiva "Os Bórgias", o porta-voz disse ainda, "Infelizmente, os seus comentários parecem indicar que ele levou o seu papel de Papa na série Os Bórgias demasiado a sério."

Jeremy Irons disse ao Huffington Post que deseja "toda a sorte do mundo que quem vive com outra pessoa porque isso é fantástico. . . . Viver com outro animal, quer seja um marido ou um cão, é muito bom. É adorável ter alguém a quem amar e acho que o sexo não importa. O que se chama a isso não importa de todo".

Irons, que tem dois filhos e foi casado com a actriz Irlandesa Sinead Cusack durante 34 anos, deu também a sua opinião em torno do "casamento" homossexual versus a união civil:

Parece-me que estão a lutar pelo mesmo. O que me preocupa é que isso signifique que nós vulgarizemos ou alteremos o que o casamento realmente é. Eu só me preocupo com isso.

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Se as leis em torno do "casamento" homossexual não tivessem o objectivo de mudar radicalmente a ideia que temos do casamento, essas leis não teriam qualquer tipo de utilidade. O propósito primário do "casamento" homossexual é mesmo alterar para sempre a definição de casamento de modo a que isso afecte toda a sociedade (e não só os homossexuais).

domingo, 14 de julho de 2013

"Dentro do homossexual comum vive um pedófilo"

Quem o diz é o homossexual assumindo Kevin Bishop.

Embora a maior parte dos activistas homossexuais negue publicamente que eles queiram ter acessos aos rapazes, muitos grupos homossexuais espalhados pelo mundo trabalham agressivamente para baixar a idade de consentimento. Os argumentos destes grupos homossexuais estão a receber o apoio de associações de Psiquiatria e Psicologia, que se encontram actualmente a usar os argumentos usados no passado (em favor do homossexualismo) como forma de normalizar a pedofilia.

Kevin Bishop, um pedófilo confesso, encontra-se agora a promover o "trabalho" da "North American /Man-Boy Love Association" (NAMBLA) na África do Sul. Bishop, que, como muitos homossexuais, foi sexualmente abusado quando era criança (com a idade de 6 anos), é também um homossexual confesso que é franco acerca da conexão que existe entre o homossexualismo e a pedofilia. Numa entrevista feita à Electronic Mail & Guardian (30 de Junho de 1997 - Angella Johnson, “The man who loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997, http://www.mg.co.za/mg.), Bishop admitiu:

Dentro do homossexual comum vive um pedófilo.

Este activista homossexual e pedófilo deu início ao seu estudo da pedofilia quando ainda era estudante na "Rhodes University". Foi também aí que ele descobriu Karl Marx, bem como outros tipos de literatura que o ajudaram a moldar a sua visão do mundo. O seu ponto de vista esta a ser imitado pelos activistas homossexuais de todo o mundo que buscam pelo que eles chamam de "liberdade sexual" para as crianças.

Kevin Bishop encontra-se numa cruzada na África do Sul, lutando para que as "leis em torno do consentimento sexual" sejam abolidas, e tentando ao mesmo tempo realizar o propósito do grupo homossexual e pedófilo NAMBLA.  

Kevin afirma que, a partir da mais tenra idade,  as crianças têm que receber poder "através do ensino em torno dos relacionamentos amorosos . . . dando-lhes a oportunidade de tomar decisões informadas em torno do acto sexual.."

Kevin diz que também apoia o incesto:

Duas psicólogas americanas afirmam que a introdução mais saudável para à actividade sexual é feita com os pais, visto que é menos ameaçadora e a intimidade emocional é mais confortável. (Angella Johnson, “The man who loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997, http://www.mg.co.za/mg.)

Bishop concorda com a NAMBLA quando esta organização diz que o próximo movimento social na arena política Ocidental será em forma de ataque ao que eles chamam de  “sexual ageism,” que proíbe o contacto sexual na base na diferença de idades. Este movimento já está bem encaminhado na Europa e no Canadá.

Fonte.

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Isto é algo que todos os homossexuais sabem mas que por motivos tácticos não o admitem: existe uma relação muito forte entre o homossexualismo e a pedofilia. 

Obviamente que isto não significa que todos os homossexuais são pedófilos, mas sim que esse comportamento sexual o tornam mais disposto a enveredar pela pedofilia. 

O homossexual Kevin Bispho fez um grande serviço público ao revelar aquilo que deveria estar mais ou menos bem assente nas mentes de quem tenta separar o homossexualismo da pedofilia.

sábado, 18 de maio de 2013

O que interessa é que sejam adultos e que haja afectividade

Uma mãe e o seu filho fizeram o impensável: apaixonaram-se um pelo outro e, uma vez que a mãe está grávida de 6 meses, querem agora casar.

Mbereko (40), que ficou viúva há 12 anos atrás, tem coabitado com o seu primeiro filho, Farai Mbereko (23). Ela confirma que está gravida de seis meses e que deciddiu que era melhor "casar" com o filho uma vez que não se quer casar com os irmãos mais novos do falecido marido (que, segundo Betty, lhe estão a cortejar).

Na semana passada Betty causou espanto na aldeia quando afirmou publicamente que tinha um affair com o seu filho, e que o mesmo já durava há 3 anos. Ela disse que  depois de ter investido largas somas de dinheiro na educação de Farai (depois da morte do marido), ela sentiu que ela tinha direito ao seu dinheiro e que mais nenhuma mulher tinha esse direito.

Vejam uma coisa: eu batalhei sozinha para colocar o meu filho na escola e por essa altura não tive a ajuda de ninguém. Agora que vocês observam que o meu filho está a trabalhar, vocês acusam-me de fazer algo de errado. Deixem-me saborear dos frutos do meu suor.

Farai afirmou que estava mais do que preparado para se "casar" com a sua mãe, e que ele pagaria as dívidas matrimoniais (ilobola balance) que o seu pai deixou junto dos avós.

Sei que o meu pai morreu antes de acabar de pagar o preço da noiva, mas eu estou preparado para o pagar. . . . . É bom que se publicite o que está a acontecer uma vez que quero que se saiba que fui eu quem engravidou a minha mãe. De outra forma, eles podem acusá-la de promiscuidade. [ed: Porque não há nada de promíscuo em engravidar a própria mãe]

Mas Nathan Muputirwa, um dos líderes locais, diz:

Não podemos permitir que isto aconteça na nossa aldeia; mashura chaiwo aya (Certamente que isto é um mau presságio). No passado, eles seriam mortos, mas hoje não podemos fazer nada por causa da polícia.

Nathan avisou-os para cancelarem o casamento ou abandonarem a aldeia. Eles escolheram a última opção e abandonaram a aldeia para um local desconhecido.
Direito humano

terça-feira, 14 de maio de 2013

A normalização do homossexualismo prepara o caminho para o incesto?

O advogado que representa o professor universitário acusado de ter prácticas incestuosas com a sua filha de 24 anos questionou o porquê do alegado affair ter sido tornado público.

David Epstein foi acusado de incesto por alegadamente ter tido uma relação consensual com a sua filha durante 3 anos. O professor de ciência politica da Universidade de Columbia, e de 46 anos, alegadamente dormiu com a sua filha entre 2006 a 2009. Epstein, especialista em política americana e direito de voto, é também acusado de trocar mensagens de texto suspeitas com a filha durante o seu relacionamento.

Matthew Galluzzo, advogado de defesa de Epstein, disse que, embora a sua filha tenha sido qualificada de "vítima", ela pode muito bem "ser descrita como cúmplice". Galluzzo acrescentou ainda:

Academicamente falando, nós somos moralmente e justificadamente contra o incesto. Mas ao mesmo tempo, existe um argumento que pode ser feito no caso Suíço onde se deixa de parte aquilo que ocorre dentro da privacidade dos quartos. É perfeitamente aceitável os homossexuais fazerem oque bem entenderem nas suas casas. Como é que este caso difere?

Temos que arranjar uma forma de determinar o porquê dum comportamento [homossexualismo] ser tolerado, mas o outro [incesto] não.

Fonte

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A lógica do advogado é perfeita: se o que ocorre consentidamente entre adultos é algo fora da jurisdição da lei e, desde logo, tolerável, porque não tolerar o incesto entre adultos? Que métrica é usada para qualificar uma de "normal" e a outra de "imoral"?

Notícias como esta revelam para onde caminha a nossa "moral" sexual, dominada que está pelo relativismo ético.
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quinta-feira, 12 de abril de 2012

A incoerência do Tribunal Europeu

Um casal de irmãos alemães que mantiveram um relacionamento incestuoso e dele nasceram 4 filhos foi hoje condenado pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. O casal alegava que tinha "direito a uma família".

Patrick e Susan são irmãos mas só se conheceram em adultos, já com 23 anos depois da morte da mãe, porque o rapaz foi adoptado por outra família, e assim não conheceu a sua irmã biológica em criança.

Patrick Stuebing e Susan Karolewski tiveram quatro filhos, dois dos quais portadores de deficiência física. O homem foi condenado por crime de incesto e cumpriu por isso três anos de prisão. Recorreram para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, mas o tribunal vêm agora dizer que a Alemanha tinha o direito de proibir e criminalizar o incesto.

O Tribunal Europeu confirmou a decisão do tribunal alemão e considerou que classificar o incesto como crime não viola os direitos fundamentais de "privacidade e respeito pela vida familiar", garantido pela Convenção Europeia dos Direitos Humanos, segundo o site da revista 'Der Spiegel'.

De acordo com aquela publicação on line, os sete juízes que julgaram o caso decidiram por unanimidade que a decisão da justiça alemã deveria ser respeitada.

Patrick vive agora separado da irmã e três dos seus filhos estão sob custódia de outras famílias. Só o filho mais novo vive com a mãe.

Fonte

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Aparentemente nem todas as "novas modalidades de família" são (por enquanto) aceites.

Não há argumento lógico que defina o homossexualismo como "normal" mas ao mesmo tempo defina o incesto como um crime.

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