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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Homossexual condenado a 30 anos de cadeia

Ex-líder de escuteiros foi condenado a 30 anos de prisão depois de se declarar culpado de ter abusado sexualmente de 3 rapazes durante o tempo em que servia como líder dos Escuteiros de Keswick. No princípio deste anot, David Brian Watkins, de 50 anos, aceitou um acordo legal depois de ter sido processado por 70 acusações de contacto impróprio com alguns escuteiros. Ele declarou-se culpado de 36 acusações em Janeiro, evitando um julgamento com júri, o que poderia ter resultado em múltiplas sentenças de prisão perpétua.

Watkins, que liderou a Keswick Troop 1028 desde 2002 até 2008, admitiu ter abusado sexualmente de rapazes escuteiros durante o período de 2006 a 2009. Ele foi preso em Novembro de 2012 quando um escuteiro, que tinha 13 anos na altura mas que hoje é adulto, o reportou à polícia. Na Quinta-Feira, a Juíza Cheryl Higgins sentenciou Watkins a 10 anos de prisão por cada uma das acusações de conhecimento carnal com uma criança com idade compreendida entre os 13 aos 15. Ela suspendeu as outras 33 acusações, que o iriam colocar por trás das grades por mais 165 anos.

Antes da sua sentença, Watkins pediu clemência ao tribunal, mas a Acusação, na pessoa de Darby Lowe, leu segmentos dum relatório ao tribunal onde Watkins havia dito à policia que havia sido o rapaz a iniciar o contacto sexual. Segundo o Charlottesville Daily Progress, Watkins declarou que havia sido ele quem havia sentido como se o tivessem violado. A advogada de defesa de Watkins, Andre Hakes, disse também que os rapazes envolvidos aceitaram ter contacto sexual com o ex-líder de escuteiros:

Estes relacionamentos sexuais foram contínuos, e embora eles tenham sido com crianças com menos de 18 anos, os mesmos foram consensuais. David Watkins não é só estes crimes. Ele é responsável por eles, mas eles não são tudo o que ele é.

Antes de emitir a sua sentença, a Juíza expressou a sua preocupação com o facto de Watkins e a sua defesa terem errado ao não terem tido qualquer tipo de contrição em torno do comportamento de Watkins:

O que é especialmente preocupante para o tribunal neste caso é falta de reconhecimento por parte do acusado.

Depois da sua prisão, há 2 anos atrás, Kelly Clark, advogada de Portland que venceu um processo legal apresentado por um antigo escuteiro que alegou ter sido abusado pelo líder de escuteiros assistente, disse aos repórteres que o caso de Watkins reforça as suas preocupações em torno da organização:

Isto diz-nos duas coisas em relação aos Escuteiros: primeiro, que há um problema sério em relação ao abuso sexual dentro dos Escuteiros. Segundo, muitas organizações [tais como os Escuteiros] colocam os seus interesses à frente dos interesses das crianças.

Tal como reportado previamente, milhares de documentos foram tornados públicos em 2012, revelando evidências de abusos duradouros e difundidos entre os Escuteiros da América. Os documentos, que os Escuteiros tentaram manter em segredo, continham informação recolhida desde o seu início (1910) incluindo cartas das vítimas e dos pais, bem como memorandos e notas manuscritas. Algumas das alegações foram confirmadas enquanto que outras ainda não.

No seu todo, 14,500 páginas de evidências foram tornadas públicas.


* * * * * * *
Se os Escuteiros realmente tentaram manter os abusos sexuais em segredo, então eles têm que ser legalmente responsabilizados por isso. Mas o "curioso" desta notícia, e sem surpresa alguma, é que a advogada Kelly Clark não tenha tido a coragem de falar no elefante dentro da sala: quem practica os abusos sexuais de jovens Escuteiros são homens que têm atracção por jovens do mesmo sexo, isto é, os violadores são todos homossexuais.

Levando isto em conta, torna-se mais claro o porquê dos Escuteiros batalharem tanto para impedir que líderes de escuteiros assumidamente homossexuais façam parte dos seus quadros. Para os mentalmente desafiados, convém ressalvar uma coisa bem óbvia: nem todos os homossexuais são pedófilos, mas os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores. Por exemplo, se os homossexuais são 2% da população total, eles são responsáveis por 30% ou 35% dos casos de abuso de menores. Ou seja, a sua representação no crime é bem maior que a sua representação na sociedade.

Se o propósito da advogada Kelly Clark fosse o bem estar das crianças, sem dúvida que ela não deixaria de falar neste ponto politicamente incorrecto; mas como o seu propósito nâo é o bem estar das crianças, então ela nem chega a mencionar o dado que poderia aumentar ainda mais a segurança das crianças, por mais que os activistas homoeróticos não gostem do que os dados revelam.

Portanto, existe um problema sério sim, mas não é com os Escuteiros, mas sim com o comportamento homoerótico.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Homossexuais usam identidade falsa para atrair rapazes

Dois homossexuais britânicos presos em Yorkshire foram acusados de múltiplos crimes de abuso sexual a rapazes menores. Um deles, Anthony Marsh, de 53 anos, sabia que era seropositivo mas no entanto deu continuidade à sua busca e exploração de rapazes com idades que poderiam chegar aos 13, sem lhes avisar dos riscos.

Lee Davis, de 39 anos, era o mais jovem dos cúmplices. Ambos usaram as redes sociais tais como o Facebook e o Bebo - bem como sites homossexuais de conhecimento - para entrar em contacto com rapazes vulneráveis com idades entre os 13 e os 17. Posteriormente, eles atraíram-nos para encontros onde as suas actividade homossexuais eram secretamente filmadas. Os homens frequentemente trocavam de parceiros e partilhavam os seus vídeos.

Marsh e Davis, ambos da área de Doncaster, foram descritos como "pedófilos" mas eles são se ajustam ao perfil de "pedófilo" tal como ele é definido pelos homossexuais (isto é, impotentes com os adultos e interessados em crianças de ambos os sexos). Ambos os homens eram, de facto, casados, com famílias, e ambos estavam interessados em relações casuais só com jovens rapazes. Nenhum deles estava interessado em raparigas. Seria mais correcto chamá-los de pederastas.

Eles usaram um certo número de identidades falsas para dificultar o trabalho de os detectar e de os trazer para a justiça. Marsh e Davis arriscam-se a receber uma pena de prisão perpétua no próximo mês de Dezembro depois de admitirem ter levado a cabo uma série de ofensas contra rapazes - començando no ano de 2005. A Detective-Inspectora Delphine Waring, que liderou a Operação Klan da "South Yorkshire Police", disse que Marsh e Davis "procuraram vários sites, seguindo rapazes jovens, impressionáveis e vulneráveis".

Os investigadores policiais disseram que Marsh e Davis procuravam adolescentes que se encontravam inseguros ou confusos em relação à sua identidade sexual, e incentivavam-nos a experimentar o homossexualismo.

A investigação que teve início depois da Polícia de North Yorkshire ter recebido uma chamada em Maio último, reportando que um homem com o nome de Tony se encontrava num quarto de hotel (em Scarborough) e poderia estar na posse de imagens indecentes. Marsh, que também usava os nomes "Tony Taylor" e "Tony Smith", foi preso e um certo número de items electrónicos na sua posse foram examinados pelos detectives.

Dias mais tarde, depois da Polícia de South Yorkshire ter tomado conta do caso, Davis, de Conisbrough, que usava o nome de "James Parkin", foi também detido. Na casa de Davis, 300 DVDs foram encontrados que pareciam conter imagens gravadas com uma camcorder dele envolvido em actos sexuais com crianças. Perante o magistrado de  Rotherham, Davis foi acusado de actividade sexual com rapazes com idades entre os 13 e os 15 e permaneceu em custódia.

Em Julho último ambos os homens foram retirados da prisão para mais investigações, momento em que eles mais admissões em relação aos seus crimes, gerando algumas acusações que eles mais tarde admitiram em tribunal.

Marsh e Davis pegavam nas vítimas e levavam-nas para algum lugar discreto, tal como os bosques. Ocasionalmente, eles usavam hotéis. David gravou muita actividade sexual, que tem ainda que ser vista para que as vítimas sejam identificadas. David, que se encontra desempregado, levou algumas das vítimas para a sua casa familiar quando a sua esposa se encontrava no emprego.

Muitos dos rapazes não olham para si como vítimas. Eles concordaram com os encontros, com a actividade sexual, mas alguns deles ficaram particularmente perturbados quando souberam que estavam a ser filmados.

Crê-se que Marsh e Davis se conheceram online, tal como como conheceram muitas das suas vítimas online, mas a polícia acredita que era normal eles trocaram as vítimas entre si usando telefones móveis ilícitos e computadores.

A Polícia de South Yorkshire afirmou que Davis filmou adolescentes na sua casa ou na sua carrinha. Os oficiais acreditam que algumas das imagens filmadas por Marsh foram distribuídas através da internet.

Fontes: 1,2,3

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O facto destes homossexuais buscarem rapazes "inseguros ou confusos em relação à sua identidade sexual" talvez explique o porquê dos activistas homossexuais estarem tão interessados em usar as apresentações escolares em torno do "anti-bullying" para promover o homossexualismo. Afinal, é bem mais fácil enganar um jovem sexualmente inseguro do que um adolescente seguro da sua identidade sexual.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Assistentes sociais ingleses ao serviço da pedofilia



Rapaz repetidamente abusado pelo pai adoptivo e pelo seu parceiro homossexual foi qualificado de "criança rebelde" por parte dos assistentes sociais ao mesmo tempo que viu os seus pedidos de ajuda ignorados durante anos, para além de ter sido forçado a regressar para a casa onde sofria os abusos. Andy Cannon, hoje com 23 anos, ouviu também os assistentes sociais a louvar o homossexual que o tinha adoptado, qualificando-o de "pai muito atencioso".

O relatório onde se encontram estas revelações acusa os serviços sociais de Wakefield (Yorkshire) de "folia e equívoco grosseiro". Andy, que foi erradamente diagnosticado com desordens mentais e a quem foram prescritas drogas anti-psicóticas, acredita que ele teria sido ouvido mais cedo se o seu pai adoptivo fosse heterossexual.

O caso terminou no ano passado, depois de meia década de disputas legais, quando o tribunal ordenou o pagamento da quantia de £25,000 como compensação para a vítima.

Cannon, que actualmente tem duas crianças com a sua namorada Redeana Hammill, foi adoptado por David Cannon em 1997. Ele e a sua mãe, Elaine Moss, queixaram-se repetidamente aos assistentes sociais de abuso. No ano de 2004 Andy foi devolvido à sua casa 9 dias depois de ter fugido e ter feito queixas em relação ao pai adoptivo. 

David Cannon (54 anos) e o seu parceiro homossexual John Scarfe (31 anos) foram presos em Maio de 2006 por incitarem actividade sexual com uma criança. Andy Cannon disse:

Acredito que se o meu pai adoptivo estivesse numa relação heterossexual as minhas queixas teriam sido ouvidas mais cedo. Aparentemente, o concílio não queria ser visto como uma entidade que vitimiza os homossexuais - eles preferiram agir de uma forma politicamente correcta e deixar que eles [os pais adoptivos] continuassem com o que faziam como forma de evitar algum tipo de repercussões.

O concílio deveria ter-se feito presente para prevenir que isto tivesse acontecido, mas eles preferiram varrer tudo para debaixo do tapete.

O relatório, conduzido pelo "Dewsbury County Court" e por um especialista no bem-estar infantil, detalhou a forma como David Cannon recebeu permissão para adoptar o rapaz, apesar da sua mãe, por essa altura, o acusar de abuso. Uma assistente social recusou-se a reportar o incidente ao tribunal familiar, preferindo em seu lugar qualificar David Cannon de "pai atencioso que levava em conta as necessidades da criança".

Andy Cannon, que recusou o seu direito ao anonimato, disse o seguinte:

Quando eu disse aos assistentes sociais o que se estava a passar, eles não acreditaram em mim. Quando eu chegava a casa proveniente da escola, se o meu pai estivesse alterado por algum motivo, ele batia-me. Mais tarde, abusava-me sexualmente. Eu nunca tive pesadelos porque eu desliguei-me disso tudo - embora actualmente sofra pesadelos. Eu deixei que acontecesse e pensei que uma de duas coisas aconteceria: ou eu conseguia fugir ou eles matavam-me.

O concílio de Wakefield já pediu desculpas a Andy Cannon, e um porta-voz disse:

Estamos a trabalhar com o Andy de modo a garantir que, com este pedido de desculpas nós lidamos com todas as preocupações que ele listou.


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Este tipo de tratamento especial que a comunidade lgbt recebe é consequência lógica do seu artificial e auto-conferido estatuto de"vítima". Numa sociedade normal, a lei fecharia os olhos aos anormais "gostos" sexuais de David Cannon e analisaria as alegações de Andy (uma criança), da mesma forma que analisa todas as outras alegações. Numa sociedade controlada pelo Marxismo Cultural, no entanto (onde existem "grupos oprimidos" e "grupos opressores") a moralidade dum acto depende da sua utilidade política/social/sexual.

Naturalmente que quem opera segundo o princípio utilitarista são os esquerdistas uma vez são exclusivamente eles que relativizam a essência dum acto segundo a agenda por eles mantida. Para o esquerdismo, o Bem e o Mal absolutos não existem: o que existem são actos que têm que ser enquadrados numa agenda. Por exemplo, para um esquerdista matar um pessoa inocente está errado, excepto se essa pessoa inocente se encontrar no útero. Semelhantemente, a violência doméstica é "o crime mais grave que existe na sociedade", excepto se a violência doméstica for entre mulheres ou de um homem homossexual para uma mulher.

O que se pode dizer, concluindo, é que não só Andy Cannon sofreu na pele e no corpo os efeitos do politicamente correcto, como se torna cada vez mais claro que os grupos "protegidos" do Marxismo Cultural têm carta branca para levar a cabo, impunemente, os crimes mais hediondos que a sociedade pode imaginar.
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