sábado, 4 de julho de 2015
Agenda homossexual é arma de engenharia social
sábado, 26 de maio de 2012
Artista japonês cozinha os seus próprios órgãos sexuais e serve-os a clientes
Como forma de pagar os custos médicos e gerar atenção em torno das "minorias sexuais", artista japonês cozinhou e os seus próprios órgãos genitais, servindo-os posteriormente a 5 pessoas que voluntariamente pagaram para comer.
Depois de terem sido cirurgicamente removidos em Março último, os testículos e o pénis de Mao Sugiyama foram mantidos congelados até o dia em que foram temperados, refogados e servidos a clientes num evento que decorreu no dia 13 de Maio, segundo a polícia local e segundo posts na sua conta do Twitter.
As pessoas envolvidas no jantar pagaram 20,000 yen ($250 e €199,720) pelo prato com uma porção dos seus órgãos genitais. Fotografias publicadas num site parecem mostrar o prato totalmente decorado com cogumelos e enfeites de salsa.
O pintor, alegadamente com 22 anos de idade, declarou na sua conta do Twitter que o seu órgão havia sido removido por um médico e nenhuma infecção havia sido detectada posteriormente. A "refeição" foi preparada segundo a supervisão dum cozinheiro certificado e os pagantes assinaram um documento libertando Sugiyama e os organizadores do evento de qualquer responsabilidade indemnizatória.
Nos seus tweets do dia 18 de Maio, o artista afirmou que os seus passos foram dados de forma a estarem de acordo com as leis relevantes, incluindo a proibição da venda de órgãos, o processamento de despojos médicos e até requerimentos em torno saneamento dos alimentos.
No dia 16 de Maio ele disse:
Recebo questões de algumas mulheres e alguns homens a perguntar "Haverá próxima vez? Por favor, sê anfitrião dum evento igual." Mas só há um conjunto de órgãos sexuais masculinos. Infelizmente não tenho planos para uma próxima vez.Sugiyama, que se vê como "assexual", isto é, sem qualquer género, pensou inicialmente em comer os genitais mas decidiu mais tarde solicitar clientes pagantes como forma de pagar as contas médicas em torno da cirurgia.
Num email dirigido à AFP, Sugiyam confirmou que o evento havia já decorrido e que o mesmo havia sido feito como forma de consciencializar as pessoas em torno das "minorias sexuais, dos x-géneros e das pessoas assexuais".
As forças policiais de Tóquio afirmaram estar a par do episódio mas afirmaram que o evento não violou qualquer lei local uma vez que o canibalismo não é ilegal no Japão. Oficial da estação policial de Suginami disse à AFP:
Estamos cientes do caso e não houve nada criminoso com o mesmo. Não viola qualquer lei detalhada e como tal não há qualquer tipo de base para levarmos a cabo qualquer tipo de acção.
* * * * * * * *
Esta criatura verdadeiramente pensa que a remoção dos seus órgãos genitais de alguma forma desconhecida da realidade altera a sua composição cromossómica. O que ele não sabe é que ser "macho" ou ser "fêmea" não é algo que possa ser alterado através da engenharia social - ou através duma intervenção médica - visto que ambas são imutavelmente determinados depois da fecundação.
A remoção do pénis masculino não altera a sua condição imutável de macho, tal como a remoção do órgão sexual feminino não altera a sua condição de fêmea. A remoção do cérebro é que pode causar mudanças mais sérias, mas isso já é outro assunto.
Há dois anos atrás este site "profetizou"
Depois do homossexualismo ter sido totalmente normalizado, acredito que o canibalismo e se juntará à necrofilia e à pedofilia como as novas fronteiras dos "direitos civis". Não gostas de nenhum deles? Então prepara-te para seres denunciado como um canibalfóbico.
Para onde iremos parar demos disso, só a Grande Serpente é que sabe.
Entretanto, ficamos ansiosamente à espera que os engenheiros sociais e os relativistas morais nos expliquem o porquê deste acto ser condenável - se é que eles acham que é.
sábado, 7 de abril de 2012
Henry Makow: "Sou homofóbico (e tu também deverias ser)"
Sempre aceitei a caracterização dos homossexuais feita pelos média como uma minoria colorida, semelhante aos croatas, que possuíam uma "orientação sexual" especial. Eles marcam encontros nos seus bares e fazem o que tem a fazer. Enquanto eles mantivessem isso dentro das suas comunidades, de que modo é que isso me afectaria?
Mas eles não mantém as suas prácticas dentro das suas comunidades. Para grande surpresa minha descobri recentemente que a maioria dos homossexuais prefere os homens heterossexuais. A minha fonte: "The Caricature of Love", (1957), por Dr. Hervey Checkley, um professor clínico de psiquiatria na "Medical College of Georgia". Um amigo homossexual confirmou-me este facto.
Façam uma pesquisa por "straight men" (homens heterossexuais) e obterão quase 30 milhões de resultados - a maior parte deles homossexuais. De modo geral, muitos homossexuais são predadores.
Aprendi também que muitos homossexuais preferem os mais jovens, e que estas experiências geralmente tornam as crianças vitimadas em homossexuais, distorcendo a sua vida. Uma pesquisa entre os leitores duma revista homossexual "The Advocate" revelou que 21% dos inquiridos haviam já sido sexualmente abusados quando atingiram os 15 anos de idade. Esta parece ser uma das formas através da qual a homossexualidade se "propaga".
Este estudo tem como base dados relativos a 33 milhões de rapazes e 32 milhões de raparigas com idades inferiores a 18 anos.
Reisman afirma que, como nem todos os homens homossexuais abusam sexualmente de rapazes, a população homossexual de 2% incorpora uma vasta subcultura pederasta que comete repetidos abusos sexuais nos rapazinhos. (p.8)
Mesmo assim, as feministas lésbicas e os activistas gay, segundo admitido pelos próprios, dedicam-se a tentar modificar a sociedade segundo a sua imagem. Desde os anos 70 que os activistas gay-feministas têm levado a cabo uma campanha que visa fomentar o homossexualismo entre os heterossexuais. Eles são francos em relação aos seus propósitos:
O objectivo da revolução feminista é a eliminação das distinções sexuais.Gary Kinsman por sua vez afirma:Shulamith Firestone (The Dialectic of Sex, 1972, p.11)
A hegemonia heterossexual está a ser corroída. . . . . As formas sexuais consideradas naturais foram socialmente construídas e podem ser socialmente transformadas.Ao contrário de nós, os homossexuais estão perfeitamente cientes que a sua campanha por "direitos iguais" eliminará a distinção entre homossexuais e heterossexuais. Nas suas próprias palavras, o historiador homossexual Jonathan Katz afirma:(The Regulation of Desire: Sexuality in Canada, 1987, p.219).
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Numa sociedade livre todos são gays.
Allen Young, pioneiro do Gay Liberation Movement. (John D'Emilio, Intimate Matters: A History of Sexuality in America, p.322)
De certa forma, a direita [política] está correcta . . . em acusar o movimento gay e lésbico de ameaçar com a homogeneização . . . se os liberacionistas gays e lésbicos atingirem a igualdade total, eles terão conseguido remover a necessidade social da distinção homo/hetero.Vêr:O segredo do movimento dos direitos civis gay e lesbicos é a sua promessa (ou ameaça, dependendo dos teus valores) radicalmente transformadora.
The Invention of Heterosexuality, 1995, p.188.
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A dissimulação do homossexualismo
Outro evidência da cumplicidade dos média gira-se em torno proibição de chefes de escuteiros homossexuais. Não se fala dos cerca de 100 casos anuais de abuso sexual de rapazes levados a cabo por líderes de escuteiros. Segundo o Washington Times (June 15,1993) durante os 20 anos que decorreram entre 1973 e 1993, 1,416 líderes de escuteiros foram expulsos por terem abusado de rapazes.
[Isto dá cerca de 70 homossexuais expulsos POR ANO por abusarem de rapazes ao seu cargo. É precisamente isto que os Cristãos devem fazer quando se confirma que um líder religioso usou a cobertura de instalações Cristãs para levar a cabo o seu homossexualismo abusando de crianças Cristãs: expulsá-los da igreja. Recolocar estes predadores em outra paróquia ou como líder de outra congregação, onde ele pode continuar a abusar de crianças Cristãs, é um erro grave.]
O gesto dos Escuteiros reconheceu tardiamente a sua obrigação de proteger as suas "enfermarias". Existe algum tipo de dúvidas de que eles são responsáveis? No entanto, os Escuteiros têm sido vítimas de ataques organizados por "descriminarem" os homossexuais.
A revista pederasta "Palaver" aconselha os pedófilos a tornarem-se líderes de Escuteiros:
Se queres passar o teu tempo com crianças tens que ter uma justificação para tal, como professor a ajudar crianças . . . como líder de jovens a ajudar as crianças a desfrutar do seu tempo de lazer.Em 1992 o grupo "North American Man/Boy Love Association" (NAMBLA) atacou de modo particular os Escuteiros ao aprovarem uma resolução apelando aos Escuteiros que "terminassem com a sua descriminação contra os gays ou as lésbicas na sua escolha para líderes de escuteiros" de modo a "permitir que os escuteiros sejam expostos a uma variedade de estilos de vida".(Crafting Gay Children: An Inquiry, p.19)
(Ver "The Nazis in America" em "The Pink Swastika" por Scott Lively and Kevin Abrams).
Na sua literatura, os homossexuais caracterizam os conselheiros adultos como agentes que levam a cabo um papel importante na inicialização das crianças ao estilo de vida homossexual.
Segundo o livro "The Pink Swastika", a coragem moral exibida pelos Escuteiros não é partilhada por todas as organizações juvenis. As Escuteiras permitem a presença de líderes lésbicas na sua organização e chegaram já a expulsar pelo menos uma líder heterossexual que se recusou a esconder este facto dos pais.
Os "Big Brothers" e as "Big Sisters" activamente recrutam homossexuais nas mais variadas cidades, e fazem pressão política para que os Escuteiros façam o mesmo alegando que "os voluntários não-tradicionais podem servir os melhores interesses das crianças".
E, obviamente, tudo isto é um espelho da promoção feita nas escolas públicas onde as crianças são prematuramente expostas à educação sexual e onde o homossexualismo é apresentado como um estilo de vida "saudável" e opcional.
Os activistas pelos "direitos dos gays" já atacaram os Escuteiros. Um clamor "espontâneo" contra os Escuteiros emergiu um pouco por todo o país, liderado pela United Way Agency, que deu término ao financiamento levado a cabo até então.
Homossexuais colocados ao mais alto nível do governo dos EUA tentaram intimidar a organização. A cirurgiã Jocelyn Elders usou a sua posição para castigar os oficiais dos Escuteiros (USA Today June 2, 1994) e Bruce Babbitt assinou uma ordem proibindo os Escuteiros de se volutariarem para parques nacionais (Washington Times, May 28,1993).
Até Junho de 2001, pelo menos 359 distritos escolares em 10 estados proibiram os Escuteiros de usar as suas instalações, segundo reporta uma organização homossexual citada pelo Washington Times, Nov. 1, 2001. O Congresso apresentou legislação que visa negar o financiamento a estes distritos escolares.
Homossexuais, tanto feministas como gays, adquiriram um poder incrível ao mascararem de modo bem sucedido a verdadeira natureza da sua agenda. É desta forma que movimentos subversivos como o Nacional Socialismo e o Comunismo funcionam.
Sob a farsa de serem uma minoria perseguida em busca dos seus "direitos humanos", os activistas homossexuais estão de facto a usar o Estado para perseguir os heterossexuais. Eles estão a levar a cabo uma guerra bem sucedida contra a heterossexualidade - masculinidade, feminidade, família nuclear, as fontes da nossa identidade, amor e significado.
O seu objectivo é suplantar os valores heterossexuais com os seus "valores". A sociedade encontra-se num estado de negação em torno desta perversa subversão, que toma forma na sedução de jovens heterossexuais.
Não vou esperar ansiosamente por isto, mas gostaria de ver as pessoas responsáveis por promover o homossexualismo e o feminismo radical (uma forma de lesbianismo) julgados num tribunal internacional por tentarem sabotar a sociedade e as vidas de milhões de homens e mulheres ingénuos.
Os Illuminati são uma seita satânica. Aos poucos, eles estão a induzir a humanidade para dentro da sua seita.
A destruição da identidade heterossexual é o primeiro passo para a re-construção da humanidade.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Ensinando o transgenerismo a crianças de 5 anos
Estes movimentos em torno da "igualdade" usam e abusam do termo mas nunca dizem onde está a igualdade.
- A homossexualidade não é igual à heterossexualidade: a última é uma necessidade básica do ser humano para que haja reprodução; a primeira é um gosto anti-natural e auto-destrutivo.
- O transgenerismo não é igual à heterossexualidade: a primeira é algo levado a cabo por pessoas mentalmente instáveis enquanto a segunda é o resultado normal duma educação saudável.
Devido a isto convém perguntar: porque é que se deve lutar pela "igualdade" se os comportamentos não são iguais?
Margaret Morrisey, fundadora da organização Parents Outloud, disse:
Isto são tópicos adultos que nunca deveriam ser ensinados às crianças enquanto elas não fossem suficientemente crescidas ou quando elas perguntassem.O problema é que já estamos a sobrecarregar as crianças com assuntos que eles nem deveriam considerar nessa idade.
O plano de acções do governo inglês diz que a DE está a considerar o "ensino da igualdade e da diversidade, incluindo a igualdade transgénera" na sua revisão da educação pessoa, social, de saúde e económica (Personal, Social, Health, Economic = PSHE).
Embora o governo tenha rejeitado a inclusão da educação PSHE no currículo nacional, o mesmo está a considerar tornar alguns elementos do assunto estatutários.
O plano de acção diz que o governo identificou "uma gama de compromissos de modo a ajudar as escolas a tornarem-se mais inclusivas para as crianças de género variável, e ajudar a providenciar apoio e protecção escolar aos pupilos transgéneros."
O que é "uma criança de género variável" ?!!
O plano, delineado num documento de 20 páginas e que inclui um prefácio assinado pela Theresa May (Home Secretary) e pela Lynne Featherstone (Minister for Equalities), é tido como "um passo inicial".
Durante o ano passado esta mesma Lynne Featherstone sugeriu que os transsexuais poderiam obter reconhecimento oficial do seu sexo assumido e manter o casamento com o parceiro existente. A possibilidade de tal gesto iria pela primeira vez criar de facto o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo na Grã-Bretanha.
Actualmente, se uma pessoa já é casada e quer reconhecimento oficial do seu "sexo assumido" ("sexo imaginado", seria um termo mais apropriado), ela primeiro tem que se divorciar do esposo/esposa antes de obter o reconhecimento legal.
. . . .
O que é que se pode pensar de pessoas que querem ensinar o transgenerismo a crianças de 5 anos? Alguém ainda acha que a esquerda política (e os seus aliados na "direita") não quer destruir a familiar, pervertendo as noções de sexualidade que a superior civilização ocidental mantém há pelo menos 2000 anos?
Atenção que quando digo "ensinar o transgenerismo" isso não é anulado afirmando que as escolas apenas querem "criar um ambiente seguro" aos perturbados mentais que um dia acham que são mulheres, mas no outro já se consideram homens.
A promoção de ideologias de "igualdade" envolve normalizar aquilo que se quer tornar "igual". É impossível querer tornar algo "igual" à heterossexualidade (a normalidade) sem primeiro definir o que é.
Durante este processo, julgamentos de valor irão surgir, permitindo assim que os "professores" possam dizer às crianças que um homem que um dia decide que é uma mulher é perfeitamente "normal".
sábado, 3 de dezembro de 2011
Travestis policiais terão uniforme feminino na Argentina
Desta forma, as pessoas "trans" poderão utilizar a vestimenta de sua identidade. Isto é, um travesti terá o direito de ostentar um uniforme de policial feminina, além de utilizar instalações diferenciadas por sexo, como banheiros e vestiários.
"Isto é com o objectivo de respeitar o direito de ser quem é", disse Garré. A ministra também sustentou que a medida pretende combater condutas "transfóbicas e homofóbicas".
Essa determinação será aplicada para qualquer tipo de trâmite, comunicação ou publicação interna das forças de segurança. Cada pessoa "trans" que integre o corpo policial deverá ser chamado pelo nome que escolheu. Os policiais também receberão capacitação sobre os assuntos relativos à identidade de género.
Além disso, ao contrário do que era realizado até o momento - o de colocar presos travestis em celas de homens - a determinação da ministra Garré implicará em destinar celas específicas para pessoas "trans".
A medida da ministra Garré inclui a Polícia Federal, a Gendarmería, Guarda-Marinha, e a Polícia de Segurança Aeroportuária.Identidade - O projecto lei de identidade de género foi aprovado na quarta-feira à noite na Câmara de Deputados com 117 votos a favor e 17 negativos.
O projecto, que ainda precisa passar pelo Senado, determina o reconhecimento às pessoas de "desenvolver-se e serem tratadas de acordo com sua identidade de género livremente escolhida".
Desta forma, será gratuita toda modificação de documentos, incluindo a certidão de nascimento da pessoa que deseje uma alteração formal em sua identidade de género. A modificação poderá ser realizada sem intervenção da Justiça.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
O terceiro género australiano
Segundo a "lógica" esquerdista, as pessoas interssexuais, aqueles que "biologicamente não são nem macho nem fêmea", vão poder listar o seu género como "X".
Claro que no mundo dos adultos isto é pura estupidez. Biologicamente, o ser humano SÓ PODE SER macho ou fêmea. Não há "terceiro género".
O cromossoma sexual é um tipo de cromossoma encontrado nas suas células que na maioria dos organismos determina o sexo dos indivíduos. No caso da espécie humana, o total de cromossomas é de 23 pares, sendo 22 pares de autossomos e um par de cromossomos sexuais (XX ou XY).
O sexo nos humanos é portanto definido por:
- Machos: Apresentam nas suas células somáticas um número par de cromossomas do tipo XY e produzem dois diferentes gâmetas, X e Y.
- Fêmeas: Apresentam nas suas células somáticas um número par de cromossomas do tipo XX e produzem apenas um tipo de gâmeta, com cromossoma X. (Fonte)
Dado isto, quando nós nascemos, nós somos macho ou fêmea. Quando morremos nós morremos macho ou fêmea.
O facto dos transgéneros (ou interssexuais ou os "X" ou seja lá qual fôr a tara do momento) cortarem o órgão sexual masculino e clinicamente construir algo parecido com uma "vagina" não os torna mulheres, nem o facto de mulheres removerem a vagina e construírem um "pénis" os torna em homens.
O aparelho sexual é apenas uma das muitas ramificações de nascermos com XY ou com XX. Essas ramificações envolvem não só o nosso sexo, mas a nossa força, a nossa forma de pensar, as nossas emoções, as áreas em que estamos mais à vontade e muito mais.
Portanto, os engenheiros sociais podem-se contorcer em desespero ao tentar criar um terceiro género, mas a verdade é que isso, nos humanos, é impossível.
"E criou Deus o homem à Sua Imagem: à Imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou."
Génesis 1:27
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Dr Louis Chen mata parceiro sexual e o filho
O Dr. Louis Chen e o seu parceiro de longa data, Eric Cooper, nutriam um desejo enorme de "terem" um filho. Enquanto Chen trabalhava no "Veterans Administration Medical Center" em Minneapolis, eles iniciaram o longo processo de "terem" um filho através duma barriga de aluguer.
A "sua" criança não foi adoptada dum país estrangeiro, como reportado originalmente, mas sim concebida a partir do esperma de Chen e dum ovo duma mulher anónima do Taiwan. Segundo os amigos, a gravidez foi levada a cabo por uma mulher de Oregon.
Quando a criança nasceu há 3 anos atrás, ele foi adoptado por Eric e recebeu o nome de Cooper Chen.
Um amigo que frequentou a escola médica com Chen disse:
Eles amavam o bebé. Adoravam-no. Era uma coisa em que eles estavam de acordo e isso era muito doce.Bolas, estou a ficar emocionado com tanto amor.
Mas algo aconteceu entretanto.....
Chen, de 39 anos, é agora acusado de ter morto Cooper, de 29 anos, e o seu filho na passada 5ª Feira no apartamento que partilhavam.Um juiz distrital determinou que há motivos para manter Chen em custódia sob acusação de duplo homicídio agravado.
Um pouco da história do casal:
Os dois homens conheceram-se há 12 anos quando Chen, emigrado do Taiwan, frequentava a "University of Chicago Pritzker School of Medicine" e Cooper era um adolescente de 17 anos a frequentar a escola secundária em Tinley Park, Ill.
Os familiares de Cooper disseram que ele fugiu de casa para estr com Chen.
Portanto, tal como muitos na comunidade homossexual, Chen sentiu-se impelido a atacar e a aliciar um menor.
Só um esquerdista é que se admira que a história não acaba bem - chegando ao ponto de Chen abrir a porta do seu apartamento nu e coberto do sangue da sua "família".

quinta-feira, 7 de julho de 2011
Fascistas & Homossexuais

Os instrumentalizados da vez, os homossexuais, são tão marionetes da “agenda fascista” quanto os trabalhadores, as mulheres, os negros e os pobres já o foram num passado recente.
É preciso ter isso claro: o “movimento gay” representa tanto os homossexuais quanto uma “CUT” representa os trabalhadores ou quanto um “movimento feminista pró-aborto” representa as mulheres. Ou seja, não existe tal representação! Trata-se de um movimento de usurpação que, fingindo ser porta-voz dos interesses de um grupo serve apenas para pôr em prática uma ideologia que vê os valores da sociedade ocidental, recebidos da tradição judaico-cristã, como impecilho para interesses totalitários.
Os interesses em jogo não visam atender demandas de pessoas homossexuais, mas de uma agenda fascista, totalitária, promovida por diversos movimentos de esquerda em todo mundo. Essa agenda sua palavras light como “homoafetividade” para referir-se, na verdade, à destruição da família, qualificando a compreensão de família tradicional como algo pejorativo.
Tratam “valores” por “preconceito” numa tentativa de ganhar a adesão de pessoas honestas que defendem, obviamente, a valorização de qualquer pessoa, independente de sua realidade homossexual ou heterossexual.
A liberdade humana é uma ameaça à essa agenda fascista que instrumentaliza grupos para servirem a uma militância política que, na realidade, não tem outra obrigação que não a de perseguir a liberdade humana de todos nós, especialmente à liberdade humana daqueles que, muitas vezes enganados, decidem servir aos interesses dessa agenda.
Os homossexuais são os principais prejudicados por essa militância fascista. O que se vê nas ações do “movimento gay” por aí é a humilhação das pessoas homossexuais que são levadas a cometer atos que em nada acrescentam à sua dignidade.
Que homossexual pode-se dizer mais completo em suas inquietações humanas ao terminar de participar de eventos políticos que, pelo que se pode ver pela internet, tem sempre uma conotação de “entretenimento sexual”?
O que esse movimento gay que trata cristãos e assassinos com o mesmo nome de “homofóbicos” entende por tolerância e diversidade? O que esse movimento sabe sobre direitos humanos quando pretende criminalizar (colocar na cadeia!) qualquer pessoa que discorde da agenda fascista que rege tal movimento por meio do PL 122/2006? Esse movimento, definitivamente, não tem nada a ver com os homossexuais reais, como já alertava o falecido deputado Clodovil Hernandes:
É muito triste ver o que estão querendo fazer com a cultura brasileira, reconhecida internacionalmente como uma cultura de gentileza, de respeito às diferenças e convivência pacífica. Os fascistas, que agora escondem-se entre os homossexuais, não têm qualquer limites na sanha de dividir as pessoas, dividir o país, transformar nossa cultura numa cultura de terror onde todos estão sob patrulha permanente até que se curvem à bandeira do totalitarismo, à bandeira fascista, cada vez mais “inculturada” nos ambientes onde se tomam as decisões que mudam nosso país.
domingo, 3 de julho de 2011
A utilidade do homossexualismo para a destruição da família tradicional
Segundo um estudo desenvolvido pela economista e doutora em saúde pública, Márcia Pinto, o fumo causa um prejuízo anual de, pelo menos, R$ 338,6 milhões ao SUS.
Conforme esse blog já noticiou, por sua vez, o custo anual do Governo Federal no tratamento de pacientes homossexuais com AIDS é de aproximadamente R$ 280 milhões. Portanto, o homossexualismo causa um prejuízo equiparável ao fumo, no que concerne à saúde pública.
Segundo estudo do Dr.Paul Cameron PHD, no entanto, o homossexualismo é mais nocivo à saúde do que o cigarro, tendo em vista abreviar mais anos de vida de uma pessoa.
Assim, é totalmente contraditório um mesmo governo combater o tabagismo ao mesmo tempo em que faz apologia homossexual, financiando paradas gays e promovendo toda sorte de campanhas contra a homofobia.
Por que reprimir um comportamento deletério à saúde pública e estimular outro? Essa é a verdadeira dialética da contradição. Se as pessoas são pressionadas a abandonar o fumo, por que então também não são pressionadas a abandonar o homossexualismo? São dois comportamentos prejudiciais à saúde pública, conforme já restou provado.
A lei antifumo é corolário do direito à saúde. A única justificativa para se reprimir o fumo em espaços mais reservados é a de preservação da saúde pública.
Então vêm alguns "juristas" e explicam que o homossexualismo é diferente. É um "direito humano"; um "direito de personalidade", ainda que não haja qualquer prova de alguém nasça homossexual. Chegam a inventar um tal de "direito à intimidade sexual" ou "direito à identidade sexual"...
Parece claro que se tais ficções jurídicas podem ser inventadas em benefício do homossexual e às expensas da sociedade, o mesmo poderia ser feito em benefício do fumante. Poderíamos então falar em "direito à autodeterminação pulmonar" ou "direito à identidade tóxica" para defender o fumante, mas isso não é falado porque não está na lógica dos interesses de nossa elite governante.
A única explicação que temos para essa dialética da contradição é que realmente há má-fé no trato dessas questões por parte desta nossa elite. São duas questões análogas - a defesa do direito à saúde - que no entanto merecem tratamento distinto, violando assim o Princípio Constitucional da Isonomia. Deveriam comportar idêntico tratamento, mas não têm. Ora, se o fumo causa prejuízos à saúde pública, o homossexualismo também traz. Então por que reprimir o fumo e fazer apologia homossexual?
Os homossexuais conseguem jungir capitalismo e socialismo sob uma mesma bandeira: a bandeira do movimento gay. Um movimento que não brotou espontaneamente, mas que foi financiado e cresceu sob o patrocínio de grandes organismos e ideologias antifamília e antivida.
O interesse em se beneficiar o homossexualismo é o de combater a natalidade e a familia, ao mesmo tempo em que mina as bases cristãs da sociedade. O homossexualismo é uma modalidade de pansexualismo. Sua difusão social enfraquece os laços familiares e o comportamento altruísta do indivíduo.
Por isso, o custo à saúde pública é um custo de oportunidade das elites. Se de um lado eles perdem, do outro "ganham", seja incentivando os povos a não procriar, seja combatendo a família, que persiste sendo o núcleo fundamental de proteção ao cidadão contra a opressão do Estado. O alto custo da sodomia é, pois, um mal necessário.
Está na lógica do socialismo combater a família. A família tradicional é sempre um óbice para que novos valores sejam introduzidos, especialmente entre as novas gerações, os mais jovens, que governarão o mundo de amanhã. Marx sempre defendeu o desmantelamento da família. Abolir a "exploração das crianças pelos pais" e substituir a educação doméstica pela educação social são alguns dos ideais marxistas, como também a comunidade de mulheres. Em outras palavras, isto significa o fim da unidade familiar.
O passo seguinte do socialismo, ao desintegrar a unidade familiar, é agrupar indivíduos segundo um interesse comum, a fim de que o voto lhes seja uma moeda de troca. Assim, no socialismo, a pessoa passa a ter seu valor na medida em que pertence a um grupo. E apenas assim. É o que frequentemente observamos nos partidos socialistas apoiando ostensivamente a fragmentação social e racial, através de "comunidades de bairros", "comunidades raciais", enfim, uma nova maneira de sovietizar a sociedade.
sábado, 11 de junho de 2011
Normalizando a estupidez:Transvestis querem usar as duas casas de banho
A lei proposta, avançada pela intendente municipal Gimena Abonassar, tenciona proteger as mulheres dos homens que entram nas suas casas de banho vestidos como mulheres. Segundo se sabe, isto tem-se verificado com alguma frequência em alguns países. Claro que isto só surpreende quem quer ser surpreendido.
Temos em mente a criação de uma terceira casa de banho para os transvestis uma vez que alguns pais tem-se queixado que as suas filhas sentem-se desconfortáveis com a presença deles enquanto elas usavam a casa de banho.Claro! Qual é o pai responsável que não se sentiria perturbado em saber que a sua filha pode estar a usar uma casa de banho onde homens mentalmente perturbados podem estar presentes? (Sim, homens que se vestem de mulheres é evidência de algum distúrbio emocional)
Embora Abonassar tenha afirmado que o grupo transvesti local apoie a medida, a Associação de Transvestis, Transsexuais e Transgéneros da Argentina (ATTTA) recusa-se a aceitá-la.
Nós somos contra essa medida porque ela aparenta ser descriminação.Ah, lá está a palavra mágica "descriminação". Basta usar esta palavra para destruir toda e qualquer objecção à perversão.
A intendente municipal deveria informar-se mais e legislar em favor de mais integração.Tradução: não ofereçam resistência à nossa agenda de ter acesso a rapariguinhas longe dos seus pais dentro das casas de banho.
A única coisa que esta lei consegue atingir é mais descriminação, sendo assim mais um exemplo de transfobia da parte de muitos políticos que não sabem o que as pessoas necessitam.Hmm, não, senhores da ATTTA. A senhora intendente municipal está a pensar racionalmente quando propõe que homens que se vestem de mulheres não entrem numa casa de banho feminina. Chama-se a isto "bom senso".
Que triste situação chegou a civilização ocidental quando temos que criar uma TERCEIRA casa de banho para acomodar pessoas com distúrbios emocionais. Mas mal por mal, antes assim do que deixar que homens entrem em casas de banho femininas.
Talvez não seja má ideia construir uma terceira casa de banho para os homossexuais e transvestis uma vez que a existência de duas casas de banho tem como base (ou uma das bases) a atracção.
Se um homem está proibido de entrar numa casa de banho feminina por causa da atracção, então um homem homossexual também não deveria entrar numa casa de banho para homens. O mesmo para as lésbicas. Temos que ter então 5 casas de banho: uma para os homens com orientação sexual normal, outra para as mulheres com orientação sexual normal, outra para os homens homossexuais, outra para as lésbicas e outra para os transgénero/transvestis.
Tais são as consequências da normalização de comportamentos sexuais anormais.
terça-feira, 31 de maio de 2011
"Perguntem às crianças de 11 anos se são homossexuais"
Claro que para o grupo de pessoas que usa as suas preferências sexuais como fonte de direitos, não há nada de mal em fazer perguntas sexuais a crianças de 11 anos. Ou há?
Como forma de prevenir a "descriminação", um relatório publicado pela EHRC alega que as crianças deveriam ser questionadas se são homossexuais, bissexuais, em dúvida ou heterossexuais. O mesmo relatório satânico avisa contra a catalogação dos desejos homossexuais dos jovens como uma "fase". Ou seja, se um jovem disser que sente algum tipo de confusão sexual e acha que é homossexual, a EHRC avisa para não pensar que isso é só uma fase, mas assumir que é mesmo essa a sua "orientação" sexual.
Os activistas homossexuais (quem mais?) têm feito campanhas desesperadas de modo a que as pessoas não tratem a alegada homossexualidade dos menores como uma fase. Os activistas querem que seja permanente e que seja considerado permanente.
Embora o relatório admita que obter o consentimento paternal antes de se questionarem as crianças seja "considerada uma boa práctica", o mesmo relatório diz também que "não há requerimento legal em relação a pesquisas sociais". Isto parece indicar que se um homem na estrada chegar perto dum rapaz de 11 anos e perguntar se gosta de ter relações sexuais com outros homens, isto pode ser considerado um crime (aliciamento) e o homem ser lançado na prisão. Mas se um activista homossexual disser que está a fazer "uma pesquisa social", isso já é permitido.
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Graham Stuart do Partido Conservador inglês já catalogou a iniciativa de "invasiva, sinistra e ameaçadora". A pergunta que eu gostaria de fazer ao sr Graham é: há alguma medida proposta pelos activistas homossexuais que não seja "invasiva, sinistra e ameaçadora?" Perguntem ao Júlio Severo.
Graham diz ainda que:
A escola deveria ser um lugar seguro, e não um lugar onde as crianças são usadas como forma de protesto; além disso, muitas crianças não vão entender do que é que se está a falar.O relatório diz ainda que "muitos jovens começam a questionar a sua orientação sexual a partir de idades como 8, e podem mesmo começar a identificarem-se como LGB (lésbica, gay ou bissexual) desde o princípio da adolescência". Muitos jovens também começam a questionar a autoridade dos pais a partir da adolescência, mas ninguém sugere que isso é louvável ou algo que o Estado deva promover.
Um porta-voz pela EHRC disse que não acreditava que as crianças devessem ser rotineiramente questionadas acerca da sua sexualidade. O porta-voz acrescentou ainda: "Isto é uma pesquisa independente produzida de modo a ajudar a comissão a informar as suas directrizes em torno da política."
Na semana passada foi revelado que a EHRC está em vias de ver algumas das suas responsabilidades retiradas. As alterações propostas à Comissão foram publicadas como parte de uma consultação de três meses por parte da Home Office.
A perturbada EHRC financiou o caso levantado por um par de homossexuais contra os donos Cristãos da B&B quando estes rejeitaram a sua admissão a um dos seus quartos por não reconhecerem o "casamento" homossexual como um que esteja de acordo com a política vigente nas suas instalações.
No princípio do mês passado a Comissão teve que fazer reverter a sua intenção de extorquir mais dinheiro do casal de idosos quando o tiro saiu pela culatra. Segundo foi dito, o gesto foi um "erro de julgamento". Na semana anterior a Comissão havia sido forçada a pedir desculpas depois de alegar que pais adoptivos Cristãos poderiam prejudicar as crianças ao "infectá-las" com os seus valores morais.
No ano passado a mesma Comissão foi criticada pela Secretária do Estado Theresa May pelo seu "registo" de desperdício do dinheiro dos contribuintes.
♦Fonte♦
Outra coisa importante é o próprio nome da Comissão: "Igualdade" e "Direitos Humanos". Estes pervertidos não só querem colocar a homossexualidade ao mesmo nível da heterossexualidade (ou até num nível superior) como ainda parece defender a tese de que gostos sexuais são fonte de direito.
Para começar, a homossexualidade não tem nada que tentar ser igual à heterossexualidade uma vez que a primeira práctica é um vício e a segunda é uma necessidade básica para a perpetuação da espécie humana. Querer colocar ao mesmo nível uma necessidade primordial do ser humano (reprodução) com um vício sexual auto-destrutivo é uma ofensa.
Que a homossexualidade (especialmente entre homens) não é igual à heterossexualidade é também feito manifesto pela rejeição dos bancos de sangue de sangue doado por homens homossexuais. Clinicamente falando, o comportamento homossexual é claramente nocivo e por isso é que a Medicina rejeita o seu sangue.
Tendo isto em conta, porque é que os activistas homossexuais e os seus companheiros marxistas culturais querem "igualdade" para prácticas claramente desiguais?
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Videos: indoutrinação de crianças
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Empresa mexicana lança duas cervejas destinadas ao público homossexual
Os nomes das cervejas foram especificamente escolhidos. A salamandra é um símbolo popular da comunidade gay, e Purple Hand (Mão Roxa) é uma homenagem ao protesto pelos direitos dos homossexuais que aconteceu em 1969, nas ruas de São Francisco, EUA.
95% do mercado da cerveja no México é controlado por duas cervejeiras, Modelo Group e Cuauhtemoc Moctezuma. A cervejaria Minerva, apesar de pequena, encontrou uma maneira de competir com essas grandes marcas.
A cerveja é a bebida alcoólica mais popular do México, e a Minerva acredita ter encontrado um nicho de mercado inexplorado e muito lucrativo: suas novas cervejas, feitas com uma mistura de mel orgânico e malte que infunde um sabor de laranja na bebida, agrada a comunidade homossexual.
A companhia afirma que os produtos são exclusivamente voltados à comunidade gay. Apesar de terem recebido muitas críticas, os resultados obtidos até agora superaram as expectativas mais otimistas.
As primeiras 500 caixas de cervejas foram completamente vendidas na primeira semana, e as respostas da comunidade LGBT foram entusiásticas.
A Minerva está se preparando para lançar um segundo lote de cervejas de mel artesanais, e já recebeu ofertas de empresas da Argentina, Colômbia, Japão, Equador, Chile e dos EUA interessadas em importar seus produtos. [OddityCentral]
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
A promoção da homossexualidade nas escolas
Dois serviços do Ministério da Educação (ME) recusaram apoiar a distribuição nas escolas dos materiais do Projecto Inclusão, uma campanha da responsabilidade da Rede Ex-Aequo, associação de jovens que promove os direitos dos homossexuais e transsexuais.Não se sabe que "direitos" são esses, e quem os conferiu a pessoas com um certo desejo sexual. Esses "direitos" provavelmente tem a mesma origem nos "direitos" que uma mãe ou um pai tem de matar o bebé intra-uterino.
A campanha destina-se a promover o combate à homofobia e à transfobia nos estabelecimentos de ensino.Ou seja, a campanha promovia o combate a algo ínfimo nas escolas portuguesas ("medo irracional de homossexuais"), intimidando assim quem quer tenha a audácia de não concordar com a sodomia ou comportamentos anormais (transsexualismo). Sim, porque tais "campanhas" não visam promover o combate a não-existente homofobia, mas sim preparar o caminho para a criminalização de quem se oponha à agenda homossexual.
O projecto foi apoiado e financiado desde o início por uma outra entidade estatal, a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).Portanto, uma entidade estatal barrou o programa de outra entidade estatal? Além disso, o que é "igualdade de género"?
A justificação para a recusa em distribuir os cartazes e os folhetos, que promovem a não discriminação de jovens gays e lésbicas.Claro que dentro da religião marxista cultural, "descriminação" é um termo muito vago. A crítica ao comportamento homossexual é para muitos homossexualistas um acto de "descriminação". Curiosamente, nenhum outro grupo social acha que críticas ao seu comportamento equivale a "descriminação".
O deputado do BE [BE = Burros Engravatados] José Soeiro lembra ainda que a lei da educação sexual determina, "no seu artigo 2.º, que entre as finalidades da educação sexual em meio escolar estão: "f) O respeito pela diferença entre as pessoas e pelas diferentes orientações sexuais";"Respeito" por comportamentos auto-destrutivos? Não obrigado. Além disso, a palavra "respeito" (tal como "descriminação") é algo que ganha nova vida dentro do esquerdismo. Para eles "respeito" pode incluir a sua "liberdade" de imporem a sua visão do mundo às nossas crianças sem que nós tenhamos o direito de protestar. Se protestamos, então estamos a "faltar ao respeito" e a "descriminar".
"l) A eliminação de comportamentos baseados na discriminação sexual ou na violência em função do sexo ou orientação sexual""Já há leis que lidam com eventos onde pessoas tenham sido vítimas de violência, portanto para quê esta "campanha"?
Por sua vez, a deputada do PCP Rita Rato sustenta que a resposta dada pelos serviços do ME está "a contrariar as disposições do IV Plano Nacional para a Igualdade", que vigora entre 2011 e 2013.Mas que "igualdade"? Igualdade como pessoas perante a lei? Já somos. A lei não favorece um heterossexual sobre um homossexual. Igualdade dos comportamentos? Impossível. A homossexualidade é totalmente distinta da normalidade sexual, portanto a luta pela "igualdade" parte do pressuposto errado.
Conclusão:
Mas se eles não querem ser alvo de escrutínio, então não forcem a sua agenda nas escolas pagas por todos nós.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
2011: Transsexualismo começa a ser promovido e será normal dentro de 15 anos
Em 1995, a novela "A Próxima Vítima", da Rede Globo, apresenta o primeiro casal gay da história da teledramaturgia brasileira. À época, era questão "polêmica", mas hoje praticamente todas as novelas da Globo possuem casais gays e ninguém parece ligar muito para isso; o povo parece ter se acostumado. Aliás, o Big Brother deste ano possui 5 personagens gays, de um total de 17. Imagina se isso ocorresse em 1995?
Em 2011, dá-se mais um passo na referida Revolução Social, com a imposição do transsexualismo. Trata-se de uma imposição bastante tímida, é claro, pois certamente 2011 é o ano inicial, pelo menos aqui no Brasil.
O programa Big Brother, da Rede Globo, terá um participante transsexual; o São Paulo Fashion Week também teve um modelo transsexual na passarela. A apresentadora do Jornal da Band se refere a isso como "polêmica". No entanto, será "polêmico" daqui a 15 anos?
Seguindo a mesma evolução, espera-se que, a partir de agora, comecem a aparecer personagens transsexuais em novelas em número cada vez maior, além de modelos, apresentadores e personalidades transsexuais, até que isso se torne algo normal, daqui a 15 anos.
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